All language subtitles for Central.Bazaar.1976.DVDRip.x264

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean Download
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Era uma vez...

tr�s porquinhos que viviam todos juntos numa floresta.

Esses tr�s porquinhos n�o tinham onde morar

e eles queriam muito um abrigo

porque n�o gostavam de dormir sob �rvores e em arbustos,

e fazia muito frio quando chovia.

Um dia, a sua velha tia os deixou um dinheiro

para que eles pudessem construir uma casa.

Ela os deixou dinheiro o bastante

para que pudessem construir uma casa para cada um.

"J� sei o que vou fazer", disse o primeiro porquinho.

"Vou construir uma casa de palha.

Dessa forma, posso acabar em um dia

e sair para gastar o resto do dinheiro e me divertir."

Ent�o ele procurou o fazendeiro e comprou a palha

e construiu sem demora uma casa de palha desse formato.

Assim que ele terminou, ele saiu para se divertir.

"Ha!", disse o terceiro porquinho, "Isso n�o vai prestar!

O que voc� vai fazer se o Lobo Mau aparecer?"

"N�o dou a m�nima!", disse o primeiro porquinho,

"Vou sair e me divertir."

E l� foi ele estrada abaixo, cantando e dan�ando,

"Quem tem medo do Lobo Mau?

Do Lobo Mau? Do Lobo Mau?

Quem tem medo do Lobo Mau? Eu n�o, eu n�o, eu n�o!"

O segundo porquinho disse,

"Eu farei a minha casa de madeira,

dessa forma ser� seguro mas tamb�m ser� barato,

ent�o poderei gastar um bom dinheiro em comida."

Ent�o, ele procurou o lenhador e comprou um monte de madeira

e construiu uma pequena choupana

de um andar e desse formato.

Ele levou apenas dois dias para constru�-la

e ent�o ele seguiu para o mercado

e comprou um monte de coisas boas para comer.

"Ha!", disse o terceiro porquinho,

"Voc�s s�o um bando de pregui�osos, n�o?

Eu vou construir uma casa de verdade,

com tijolos e argamassa e um teto

e um chamin� e janelas com persianas

e uma porta grande e forte.

Ent�o, se o Lobo Mau aparecer,

ele n�o conseguir� entrar na minha casa."

E ele lan�ou-se ao trabalho.

Antes de tudo, ele foi aos fabricantes de tijolos

e comprou muitos tijolos e muita argamassa

e ent�o ele passou o m�s seguinte

construindo sua casa de tijolos.

Era uma linda casa.

Os tijolos eram vermelhos e azuis e o telhado era verde

e ele fez uma ador�vel chamin�

e ele pintou as persianas de vermelho

e a porta de verde, para combinar com o telhado,

e colocou vasos de flores fora das janelas

e ficou uma linda casa,

embora tenha demorado muito para ser conclu�da.

O primeiro porquinho e o segundo porquinho

o acharam muito est�pido,

tremendamente est�pido, por ter gastado tanto tempo

e por ter sido t�o cuidadoso.

"Ha!", disse o primeiro porquinho,

"N�o sei com o que voc� se preocupa,

fazendo tudo isso e gastando tanto tempo.

Aqui est� voc�, ainda dormindo na chuva e...

"Ha!", disse o segundo porquinho,

"Acho que voc� est� sendo muito tolo!"

"Por qu�?", disse o terceiro porquinho.

"Acho que est� sendo tolo porque estou totalmente a salvo

e acomodado na minha choupana de madeira

e ningu�m ser� capaz de invadi-la

e me sobrou todo aquele dinheiro

da nossa tia

e pude ir ao mercado tr�s vezes esta semana

e comprei um monte de comida boa."

Mas o terceiro porquinho pouco se importou

e continuou a construir sua casa tranquilamente

e se entretendo enquanto o fazia.

N�o muito depois de t�-la terminado,

o Lobo Mau apareceu.

Ele farejou, "Sinto o cheiro de um porquinho!"

E ele caminhou muito discretamente

at� que viu os tr�s porquinhos sentados juntos

e conversando entre si.

"Aha!", disse o Lobo Mau,

"Se eu me aproximar muito discretamente,

serei capaz de peg�-los."

Ent�o ele se aproximou muito discretamente

mas justo antes de chegar aos tr�s porquinhos,

o terceiro porquinho disse, "Shhh! Ou�o algo!"

E todos eles pararam e todos eles ouviram.

E ent�o o primeiro porquinho disse,

"� o Lobo Mau! Corram todos! Corram!"

Ent�o todos correram para casa o mais r�pido poss�vel.

O primeiro porquinho correu para sua casa de palha

e fechou a porta.

O segundo porquinho correu para sua casa de madeira

e fechou a porta.

O terceiro porquinho correu para sua casa de madeira,

fechou a porta, passou o trinco e sentiu-se seguro.

O lobo se dirigiu muito vagarosamente

para a casa do primeiro porquinho

e bateu na porta.

"Deixe-me entrar, porquinho!", ele disse.

"N�o, n�o! V� embora!

N�o quero nada com voc�!",

disse o primeiro porquinho.

"Deixe-me entrar, porquinho, ou vou bufar e lufar

e vou derrubar sua casa."

O primeiro porquinho disse,

"N�o, voc� n�o pode!

Tenho minha pr�pria casa agora, estou perfeitamente a salvo!"

"Aha!", disse o Lobo Mau,

"Vou derrubar sua casa num instante!"

E ele respirou fundo e come�ou...

E a casa de palha estremeceu e tremeu

e foi varrida muito longe,

deixando o primeiro porquinho tremendo de medo.

E ele olhou para o lobo e disse, "Oh! Oh! Oh!".

E correu o mais r�pido que p�de

para a casa de madeira do segundo porquinho.

E ele bateu na porta e disse

"Deixe-me entrar o mais r�pido poss�vel!"

E o segundo porquinho abriu a porta,

o deixou entrar e a fechou rapidamente.

"Ha!", disse o primeiro porquinho.

"Estarei a salvo aqui."

Ent�o o lobo seguiu

para a casa do segundo porquinho.

"Deixe-me entrar, ou vou bufar e lufar

e vou derrubar sua casa!"

"Ah, n�o vai, n�o!" disse o segundo porquinho.

"N�o vai, n�o.

Esta � uma casa de madeira, estou perfeitamente a salvo."

"Ah, �?", disse o Lobo Mau.

E ele respirou fundo e...

Soprou o mais forte que podia,

mas por ser feita de madeira

a casa sofreu apenas um forte tremor,

mas n�o foi derrubada.

"Aha!", disse o segundo porquinho,

"Eu lhe disse!" "Ha!", disse o lobo,

"Espere e ver�!"

E ele respirou fundo novamente...

e dessa vez a casa caiu aos peda�os.

Clunk!

Deixando o primeiro e o segundo porquinho

se agarrando absolutamente apavorados.

"R�pido! R�pido!", disse o segundo porquinho,

"Vamos correr depressa para a casa do terceiro porquinho

e talvez l� estejamos seguros."

Ent�o eles correram e correram rapidamente

e eles bateram na porta e disseram,

"Deixe-nos entrar! Deixe-nos entrar!

Estamos sendo perseguidos pelo Lobo Mau."

"Hmm!", disse o terceiro porquinho,

"Tudo bem!". E ele abriu a porta.

"Mas eu n�o falei?

Eu lhes disse que aquelas casas n�o eram seguras!"

E ent�o ele fechou a porta rapidamente

e passou o trinco...

N�o seria mais... Quer dizer...

N�o acha que seria mais excitante

do que ficar no mesmo lugar o tempo todo

fazendo a mesma coisa. Digo, isso --

pra mim, isso seria uma situa��o c�moda...

sempre a mesma coisa...

Ah, claro. Eu n�o gostaria disso.

Digo, isso � realmente terr�vel.

Sim, sim.

Hm, acho que porque -- Digo, de certa forma, eu...

Veja, �...

Digo, n�o � que eu objeti -- De certo modo, eu objetivo, sim.

Digo, fico mais feliz quando estou acompanhado

do que quando sozinho.

Bem, acho muito dif�cil me concentrar.

Tipo, se voc� � uma crian�a e lhe passam dever de casa,

voc� -- hm -- isso desenvolve...

Digo, talvez isso n�o seja t�o bom,

mas todavia...

Pois acho que as pessoas realmente me excitam.

Realmente gosto das pessoas.

As pessoas s�o t�o condicionadas...

a, hm, se comportar -- sabe, a...

serem comandadas.

Pelo menos em p�blico, lhe � dito onde andar e tudo mais.

Foi um tanto assim, sim. Era como se exibir, sabe.

Foi -- Eu gostei desse aspecto...

E, hm... e borboletas no est�mago, sabe.

Digo, eu gostaria muito de ser um samurai, talvez.

Algo assim, sabe.

Esse tipo de faz de conta

onde, de certo modo, acessamos um ao outro

e voc� meio que supera isso.

Digo, o problema disso � realmente que --

tem de ser uma pessoa que esteja na mesma que eu.

Digo, eu realmente fiquei meio que obcecado

pelos meus pais, sabe.

Mas isso meio que faz parte da coisa da rua, n�o?

- Ahan. - Sabe?

Como ir ao parque de divers�es. Voc� meio que vai --

Digo, nunca conseguia me decidir o que fazer

tendo s� um pouco de dinheiro para gastar

e voc� acaba... parecendo comedido --

Melhor n�o fazer isso pois aquilo pode ser melhor, sabe?

Ent�o voc� sai atirando para todos os lados.

Divagar e fantasiar, sabe.

O que, novamente, pode nos remeter

ao que est� acontecendo aqui.

Eu acabo de dizer umas coisas...

N�o sei dizer do que gostei de fato...

Acho que � o tipo de coisa que...

� bom ter como viv�ncia, sabe.

Acho que fiz muitas coisas do tipo,

que eu nunca gostava realmente

mas eu meio que pensava: "Bom, passei por isso."

N�o sei, eu n�o funciono num v�cuo.

Vou cantar outra.

Hm...

Vou cantar -- Hm...

Greensleeves...

Ai, meu -- errei de novo...

Ai, meu amor, voc� me faz mal

Por rejeitar-me sem cortesia

N�o, est� errado.

Ai, meu amor, voc� me faz mal

Por rejeitar-me sem cortesia

Pois eu vos amei longamente

Deleitando-me em sua companhia

Greensleeves foi toda a minha --

N�o consigo.

Greensleeves foi toda a minha alegria

Greensleeves foi o meu cora��o de ouro

Greensleeves foi o meu deleite

Quem mais, sen�o minha senhora Greensleeves

Outra agora...

Como distinguir o seu amor verdadeiro

De todos os outros?

N�o, espera. Comecei errado.

Droga!

Bem, estava certo.

Como distinguir o meu verdadeiro amor

De um outro?

Pela concha do chap�u e o bord�o

Pelas suas sand�lias

N�o consigo, est� errado! Espere!

Ele est� morto -- Tenho que come�ar novamente.

Certo -- Hm...

Ele est� morto, senhora, se foi

Ele est� morto, se foi

Sobre a sua cabe�a, a relva verde

Sobre seus calcanhares, uma pedra

Como distinguir o meu verdadeiro amor

De um outro?

Pela concha do chap�u e o bord�o

Pelas suas sand�lias

Ele est� morto, senhora, se foi

Ele est� morto, se foi

Sobre seus calcanhares, a relva verde

Sobre sua cabe�a, uma pedra

Sua mortalha, branca como a neve da montanha

Foi revestida de verdes flores

Que molhadas para a cova foram

Com genu�nas chuvas de amor

N�o consigo mais cantar essa.

Hm, vou cantar...

Posso cantar uma das m�sicas do meu irm�o?

Ele vai me matar por isso.

E se voc� me quiser

Voc� sabe onde me encontrar

Bem aqui na cozinha, onde voc� me deixou

Eu n�o me movi desde que ouvi sua �ltima palavra

"Adeus"

E eu lhe quero sempre a minha frente...

N�o posso cantar essa...

� muito dif�cil.

Legendagem e Tradu��o por sleepy.joe

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.