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Venha sim,
Eu vou pra lá
Contra o Pacto
Lutaremos
Aguentando
Até o fim
Vai ser duro
Mas não tem jeito
Os soldados do Burgo vão vencer
Vão vencer!
Envoltos em glória
Amigos para sempre
Pra sempre irmãos
Somos do Burgo!
Alguma coisa?
Senhor?
Sim, é o lugar.
Deixem as carroças, vamos subir!
Parem as carroças.
Mostre a bandeira.
Mostre a bandeira.
Somos do Burgo!
Não queremos fazer mal!
Pelas condições do Tratado de Tain entre seu orgulhoso reino
e a República do Burgo,
estes locais são requisitados pela 13ª Cavalaria
para uso, em defesa destas terras.
O cabo do telégrafo que passa aqui perto
liga High Bresail com a linha de frente,
e é crucial para a guerra.
Fomos encarregados de protegê-lo.
Este lugar é sagrado.
Ajam de acordo.
Sargento Philostrate.
Não gosto disto.
O lugar inteiro está cheio de cantos e sombras.
Vasculhe os prédios e o terreno.
Verifique esconderijos, armadilhas, armas.
Armas, senhor?
Precisamos ter certeza
de que este mimastério não foi infiltrado por fadas-guerrilheiras.
Eles são refugiados, senhor.
Não guerrilheiros.
Não sabemos o que eles são, sargento.
As fadas do Pacto são iguais às nossas fadas, não são?
Não quero que se repita o que houve no Forte Tarlington.
Perdemos muitos homens naquele dia.
O procedimento de sempre?
Enviar um destacamento, trabalhar em dupla?
Não. É melhor manter a discrição.
Por que não olha em volta das casas?
Vou vasculhar o terreno.
Seja amistoso, certo?
Calma.
Calma.
Quem é você?
Sou a guardiã desta biblioteca sagrada,
e você está invadindo.
Não foi minha intenção, senhorita.
Se abaixar sua faca, vou embora.
Para você correr para o seu comandante e informar sobre este lugar?
Garanto que o comandante não se interessa por livros.
Há livros nesta sala
mais velhos que as primeiras palavras que sua espécie burra já falou.
E passaria o dia todo feliz limpando seu sangue do chão
antes de vê-los amontoados, pra serem expostos
num museu de merda do Burgo.
Não precisa se preocupar, senhorita. Não vou contar a ninguém.
Tem a minha palavra.
Por que eu deveria confiar em você?
Ou acredita,
ou me mata
e arrisca que meus comandantes achem este lugar ao virem procurar o corpo.
Qual é o seu nome?
Rycroft Philostrate.
-E o seu? -A última cara que verá
se não mantiver sua palavra.
Agora dê o fora daqui.
Sente eles nos olhando?
Lugar horrível.
Nossa, nunca achei que sentiria falta de High Bresail.
Aquela cidade fedia como um sovaco de pixie.
É. Pelo menos tinha putas.
Bligh, existe algum animal que você não foderia?
Claro, Crabbe, sua mãe.
Algum motivo de preocupação?
Também não.
Acha que ele vai manter a palavra?
Ele é faan-troigh.
Nunca se sabe, com eles.
Fique de olho nele.
Sim, Mima.
REINOS DA LUA
O que houve?
O cabo já era.
Fui ver. Arrebentou no desfiladeiro.
Arrebentou ou foi cortado?
Acha que é uma armadilha?
Não sei se não é.
Vamos reunir uma equipe de reparos.
O desfiladeiro é largo demais.
Não temos equipamento para passar um cabo novo.
Uma fada poderia passar.
Pensou em alguém?
Na verdade...
Sim.
Tudo livre.
Vá em frente. Estou tão feliz por estar aqui quanto você.
Sabe que pode ir.
Vá embora, se quiser.
Ir embora?
Você fez o que pedimos. Por que não? Vá para casa. Não precisa se preocupar.
Preciso, sim.
Meu trabalho é me preocupar com aquele lugar.
Não vou contar a ninguém.
Gosto de livros.
É infantil?
É um romance científico.
Romance barato. Reinos da Lua.
Qual é a premissa?
Um inventor trapaceiro
vai para a lua
e se apaixona pela princesa de uma tribo lunar.
Sem dúvida, é a coisa mais louca que já ouvi.
Na verdade, é bem racional.
Como pode ser racional?
Como se chega à lua?
Quer emprestado?
Não.
Só estou curiosa.
Bem,
ele constrói uma cápsula lacrada e um canhão enorme
para dispará-la
além da estratosfera.
Isso é absurdo.
E ele acha pessoas lá,
morando na lua?
Pode ler. Eu já li.
Muitas vezes.
É muito melhor que me ouvir tentando explicar.
Vignette.
Como?
Meu nome.
É Vignette.
-Há lobos por aqui? -Não.
Calma!
Fiquem aqui. É uma ordem!
Darius!
Darius!
Tudo bem?
Estou bem.
É muito sangue.
-Não é meu. -Tem certeza?
Estou bem.
Acertei um.
Está morto.
Que merda é essa?
Achamos isto no cume.
Ouvi uns boatos entre os homens.
É difícil acreditar
que o Pacto...
esteja infectando seus soldados com a maldição do lobo,
transformando-os em monstros.
Mas não é lua cheia.
É algum tipo de catalisador.
Induz a transformação.
Alguém foi mordido?
Ninguém que sobreviveu.
Há algo que o Pacto não faça
para tomar esta terra e suas riquezas?
Muito bem, estão dispensados.
Isso!
TELÉGRAFO DO EXÉRCITO
Olá.
Cuidado. O caminho é longo até lá embaixo.
É, não é?
Está gostando?
Do livro?
Eu terminei.
E?
É extraordinário.
No início, parecia ser uma fantasia colonialista boba.
Um explorador humano corajoso se envolve com uma princesa nativa.
Então ele vai embora, e são 20 anos depois.
Descobre-se que o narrador é, na verdade...
A filha contando a história.
E ela passa a segunda parte inteira procurando pelo pai.
Brilhante, não é? E o fim...
Nossa...
Chorei muito.
Que bom que gostou.
Eu adorei.
De verdade.
Fique com ele.
Não posso.
É o seu livro favorito.
Eu compro outro no Burgo.
Onde vai achar?
Eu insisto.
Para a sua biblioteca.
Não sei como agradecer.
Gostaria de ver?
-Ver o quê? -A biblioteca.
Ver de verdade.
Esta é a maior biblioteca no reino de Anoun.
Certo.
Existe alguma outra sala, onde guardam os livros?
Vocês são peculiares, os faan-troigh.
Só pensam em duas dimensões.
Quantos livros tem aqui?
Não sei dizer.
Não sei se já contaram.
Textos sagrados. Mapas.
Pesquisas científicas.
Histórias muito antigas, da época da Rainha dos Corvos.
Quero mostrar um para você. Eu vi você olhando para ele.
É?
E qual é?
É um manuscrito ilustrado de 700 anos.
Conta a história do primeiro humano em Tirnanoc.
Aqui está.
Era um explorador chamado Isen, chegou ao litoral após uma tempestade
e foi levado à rainha Aradis,
que ficou completamente fascinada por ele.
Ele ficou na corte como convidado por um bom tempo e...
eles se apaixonaram.
-Estou vendo. -Isto não é nada.
Alguns livros têm páginas que fariam um marinheiro fada corar.
O que é isto? Ele a abandonou?
Sim.
Infelizmente, Isen queria ir para casa, então construiu um barco e foi.
Ninguém sabe se ele voltou, mas ele deixou uma parte dele.
Eles tiveram uma criança.
Um filho.
Um mestiço.
Ele era uma pessoa misteriosa.
Passou a vida procurando o pai.
Parece muito com meu livro.
Também achei.
Poderia ser coincidência,
mas talvez Isen tenha conseguido ir para casa, e levado a história com ele.
Ou autor do meu livro...
ouviu a história quando era criança, pela babá fada.
Exato.
Gosto de pensar que existe uma ligação.
Por quê?
Gosto da ideia de que uma história assim possa atravessar o mundo
e voltar, de algum jeito, séculos depois,
alterada por ser tantas vezes recontada,
mas ainda familiar.
Como se tivesse algo a nos dizer.
Que, quem sabe...
não somos tão diferentes.
É o Forte Sovereign.
Foi bombardeado.
O Pacto já está tão ao norte?
Eles avançam mais a cada dia.
Muitos feridos.
Precisam de sangue,
de todos os tipos.
Estão pedindo doações a todas as unidades.
Forte Sovereign fica a mais de cem léguas.
É uma pena não podermos ajudar.
Nossa sangue pode não servir aos seus feridos, mas nossas asas podem.
Podemos levar ajuda em poucas horas.
Certo.
Escutem!
Preciso de todos os homens saudáveis aqui!
Precisamos levar sangue à linha de frente!
Sim, senhor!
-Chamem o Mayweather. -Sim, senhor!
Quero um posto de coleta.
Isso representa meu sobrenome.
Stonemoss.
E isto?
O ano em que nasci.
Qual é?
Não. Não posso revelar.
E este?
Isso é o que uma garota dá ao entregar o coração.
Um machucado de infância.
Como?
Não sei. Era muito novo para lembrar.
Só sei que o diretor disse que foi como fui parar no orfanato.
Também tenho uma.
Uma cicatriz?
Onde?
De quê?
Se encontrar, eu conto.
Está frio.
Tudo bem, amigo?
Sei que parece loucura,
mas juro que, às vezes, acho que ainda sinto.
Não é loucura.
Só não tente se apoiar nela, certo?
Sargento,
eu o vi falando com aquele sujeito.
O que acha das fadas?
São interessantes.
São?
Em que sentido?
Para começar, elas existem há bem mais tempo que nós.
Ainda assim, a indústria delas é mais atrasada que a nossa.
Por que acha que isso acontece?
Não sei dizer, senhor.
Talvez elas tenham objetivos diferentes dos nossos.
De fato, elas têm.
Idolatria. Falta de moderação. Fornicação.
Os objetivos deles criaram esse império que está desmoronando à nossa volta.
E temos que ter cuidado para não sermos seduzidos.
Espere.
Certo.
Sou todo seu.
Não é o que parece.
Como poderia ser outra coisa?
Está sob controle.
Só acontece uma vez por mês.
E tenho a floresta inteira para me abrigar.
O que vai fazer quando voltarmos ao Burgo?
Não vai ter para onde fugir, lá.
Vou me entregar.
E vão fazer o que for preciso.
Vão cuidar bem de você.
-Você é um soldado deles. -Não sou mais.
Não para eles.
Para eles, sou isto.
Um maldito critch. Só que pior.
Porque sou um critch que posso transformá-los em critch.
Vão atirar na minha cabeça na hora.
Não vão.
Vou cuidar disso.
Enfim,
não sou o único que tenho um segredo, não é?
Posso sentir em você.
O faro de lobo demora a sumir.
É a pixie que você admira, não é?
Não mude de assunto.
Está muito apaixonado.
Não é?
Entendi.
Estou ansioso pela transformação.
Vou cagar ossos e couro por uma semana.
Mas no momento
em que o lobo desperta...
eu sou livre.
Como se o lobo
tivesse vivido em mim o tempo todo, escondido,
e a mordida tiver sido apenas uma permissão para parar de fingir.
E é isso que este lugar de merda é.
Tourmaline.
O que aconteceu?
Fomos atacados.
Kish foi destruída.
Foi horrível.
Antes de começarem a bombardear
eles cercaram a cidade com atiradores de elite.
Quando começou,
e tentamos fugir, eles começaram a nos derrubar em voo.
Maldito Pacto.
E os burguenses são melhores?
São nossos aliados, não são?
Que isso. São uns merdas imperialistas, como o Pacto.
Jogam as fadas umas contra as outras para tomar seus bens.
Você voou a noite toda?
É...
É estranho como uma crise esclarece os arrependimentos.
Vi minha vida toda ser destruída
e só conseguia pensar que precisava te encontrar.
O quê?
Conheci alguém.
Sabe que me arrependo de como terminamos.
Eu sei. De verdade.
Nunca terminou.
Só mudou.
Você ainda é minha melhor amiga.
Foi alguém que conheceu aqui?
Ele é soldado.
Da Brigada da Asa.
Um soldado burguense.
Ele é um bom homem.
Tenho certeza de que é.
Tenho certeza de que é decente.
Escute.
Qual é, Vignette, é a história mais antiga que existe, e nunca termina bem.
Quando a guerra acabar, ele vai para casa,
achar uma burguense gorda pra ter um monte de filhos gordos.
Não tem como saber.
Nem pensou no que vai acontecer
quando a guerra acabar, não é?
Estou exausta.
Vamos parar de falar nisto.
Você está enganada a respeito dele.
Suas asas não brilharam desta vez.
Não é para acontecer com faan-troigh.
Tudo bem?
O que vai acontecer com a gente quando a guerra acabar?
Não sei.
Ainda não pensei nisso.
Certo.
-Vignette. -O que sou para você, Philo?
-De onde tirou isto? -Se eu for só uma trepada exótica,
-então... -Não. Como pode dizer isso? Você é...
Você foi como voltar para casa.
Perdi uma parte minha há muito tempo.
Tentei esquecer, tentei ignorar, mas sempre esteve lá.
Há um soldado aqui,
que perdeu uma perna.
Ivos?
Ivos.
Ele me disse que ainda consegue senti-la,
por mais louco que pareça.
Mas não pareceu loucura.
Não para mim.
Suas cicatrizes.
Deve ter acontecido quando eu era bebê. Não consigo lembrar.
Mas sei o que foi tirado de mim.
Porque você ainda as sente.
Sempre senti.
Eu senti a vida toda.
Você é meio fada.
Imagino como isso deve parecer para você, eu ter passado a vida escondendo
-o que me faz como você. -Pare.
Você não fez isto.
Foi feito com você.
Agora sei por que aquele livro o impressionou.
Uma criança metade fada procurando os pais.
Sempre quis conhecer a história deles.
Um caso. Uma bebedeira.
Queria saber se eles se amavam,
se me amavam,
se o amor teria feito diferença.
Sinto muito.
Devem ter tido um motivo para dá-lo,
mas essa mutilação?
Precisa conhecer o Burgo para entender.
A vida já é difícil para as fadas.
Mestiços não são bem-vindos em lugar nenhum.
Eu seria apenas um critch para os humanos. E para as fadas...
apenas um lembrete da opressão dos humanos.
Acharam que, se conseguissem fazê-lo parecer humano,
você teria chance de ter uma vida melhor.
Ninguém no orfanato sabia que você foi mutilado?
O diretor sabia.
Talvez tenha sido pago para ficar calado, talvez tenha sentido pena de mim.
Mas ele guardou segredo.
Sim.
Ele me ensinou a esconder.
Disse para eu evitar médicos de qualquer jeito.
Se soubessem que eu tinha sangue fada, eu teria ido para a rua.
Com certeza, não conseguiria me alistar no exército.
Então nunca contou a ninguém?
Não no Burgo.
Mas o Burgo nunca pareceu meu lar.
Não desse jeito.
Não como você.
Aonde você vai?
Ao litoral de Mag Mor.
É o pior lugar de Tirnanoc.
Não há nada lá de grande valor, talvez fiquemos a salvo lá.
Boa sorte.
Você poderia vir conosco.
Adeus, Tourmaline.
Eu te amo.
Vamos nos ver de novo.
Não sei como ou onde, mas vamos nos ver.
Você a ama?
Sabe de uma coisa? Não importa.
Ela te ama.
E isso vai matá-la.
Eu sei o que vai acontecer,
e você não pode fugir disso.
O Burgo está perdendo a guerra.
Isto tudo será território do Pacto em breve.
E ela vai ficar ao seu lado,
mesmo quando implorar a ela para ir embora e se salvar, porque...
Porque ela é assim.
Ela morrerá por você.
Se você a ama,
não dará a ela essa escolha.
O Pacto tomou a capital?
Toda a linha de frente foi destruída.
-Estamos indo embora. -Para onde?
Para casa, sargento.
Vamos nos encontrar com a frota em Port Moradoon.
Quanto tempo temos?
Eles vão chegar pela manhã.
Philo!
Vignette.
Temos que ir depressa! Vamos!
Chegou a hora.
Vá lacrar a biblioteca.
Sim, Mima.
Você deve ir com eles.
-Vá embora agora. -Sem você? Não.
Vá para Port Moradoon.
Vou embora com os homens. Vamos nos encontrar lá.
Pode ser que não.
Porque se o Pacto alcançar suas tropas,
nunca mais vamos nos ver.
Vignette, me escute...
-Vamos juntos, Philo. -Para onde?
Não importa aonde, contanto que estejamos juntos.
Um soldado do Burgo não durará numa área ocupada pelo Pacto.
Vamos para o leste, pelas montanhas, pelo golfo, para Ignota.
Certo.
Certo.
Vamos juntos.
Vou lacrar a biblioteca.
Encontre-me no Jardim de Pedras.
Te vejo lá.
Eu te amo.
Eu te amo.
Dirigíveis do Pacto!
Dirigíveis do Pacto! Protejam-se!
Não deixem os códigos caírem nas mãos do inimigo!
Acabe com eles!
Recarregar!
Mima Roosan.
Preciso que faça uma coisa para mim.
Abram as portas!
Philo!
Os homens estão descendo o morro!
Vamos! É hora de ir!
-Direi a ele que não sei onde você está. -Não.
Vou falar com ele.
-O que faz aqui, Philo? -A bandeira que pegou era...
Sabemos que você não liga para a bandeira.
-Você ameaçou contar a eles! -Eu estava com raiva.
-Sabe que eu não faria isso. -Sei?
Deveria saber. Já fomos íntimos. Aquilo foi real para você?
Como me pergunta isso?
Porque você me deixou, Philo!
Você foi embora e Mima Roosan disse que você tinha morrido!
Acha que foi fácil? Eu sofri muito.
Por que, então?
Eu não queria que você morresse por mim.
Acha que não passei os últimos sete anos desejando ter morrido?
Eu era um risco para você. Eu era a sua fraqueza.
Você era a minha esperança, Philo.
E você sobreviveu.
Teríamos conseguido mais que sobreviver.
Teríamos tido um motivo.
-Teríamos dado um jeito. -Nunca daria certo.
Sou incompleto.
Não para mim. Eu te aceitei.
Você todo. Este mundo pode fazer o mesmo?
Já contou a alguém os segredos que me contou?
Meus Deuses, Philo,
você está muito perdido.
Vou orar por você hoje à noite para achar o seu lugar.
Mas agora sei que não é comigo.
Vignette...
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