All language subtitles for The Pink Panther TC XviD-ASTEROiDS

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Original subtitles

Clouseau... claro. Bem a primeira vez que ouvi este nome,

Clouseau era um Z� ningu�m, um pol�cia de uma vila afastada de Paris.

Ele era o idiota da vila. � tudo o que eu sei.

Idiota. Mais � frente.

Sr. Dubeaux, tem que tirar da� o seu ve�culo imediatamente.

Sinto muito oficial Clouseau. A minha cadeira, n�o quer andar.

Aqui est� o problema.

O cabo da bateria est� mal ligado. Deixe-me ajudar.

Vejamos... o positivo para o negativo, e o negativo para o positivo. Pronto.

Est� pronto, j� pode ir.

Tudo limpo. Continuem a andar.

Sendo o Chefe da Pol�cia Nacional, ou�o muitas hist�rias sobre os nossos oficiais.

Clouseau originou muitas...

muitas hist�rias.

Est� preso pelo assassinato de Pierre Fuquette.

Est� preso pelo assassinato de Pierre Fuquette.

Est� preso pelo assassinato de Pierre Fuquette.

Pierre Fuquette!

Caso encerrado!

� preciso dizer, que Clouseau n�o se qualificava para nenhum tipo de tarefa

Nunca pensei que ele teria alguma utilidade, at� �quele...

dia fat�dico.

Era um dia perfeito para um assassinato.

Fran�a contra a China, com o vencedor aproximando-se das finais.

Eu fui convidado, j� que sou o Inspector Chefe da Pol�cia Nacional.

E por causa da minha recente indica��o � medalha de honra.

Eu j� fui indicado, sete vezes.

Eu nunca ganhei.

Mas mesmo assim...

sete nomea��es, j� � alguma coisa.

Enfim...

O t�cnico Franc�s, Yves Gluant, saiu para os aplausos do costume .

Ele ergueu o seu punho para a multid�o.

E com ele...

O diamante pantera cor-de-rosa.

� um s�mbolo de orgulho e vit�ria para a equipa da Fran�a.

A namorada de Gluant naquela �poca, era a Xania.

A popstar internacional. Eles tinham um caso bem tempestuoso.

No final do tempo normal, o jogo estava empatado e come�ou a morte s�bita.

Para um franc�s patriota, e f� como eu, era emocionante demais para acreditar.

E ent�o...

o milagre...

E ent�o, em frente a um est�dio lotado de espectadores,

Gluant caiu...

morto.

Um dardo envenenado no seu pesco�o.

E o diamante pantera cor-de-rosa...

desapareceu.

Os jornais encheram-se com o assassinato de Gluant.

Para eles, o mundo parou.

Para mim, era uma oportunidade para o meu maior triunfo.

Eu sei do que precis�mos para o caso Gluant.

- O qu�? - Um incompetente.

Um incompetente de primeira, sem qualifica��o e sem imagina��o.

Que vai enrolar, chegar ao nada, com os m�dia a seguir os seus passos,

e enquanto ele chega ao nada, juntarei os melhores investigadores de Fran�a,

e iremos perseguir o assassino, recuperar o diamante pantera cor-de-rosa

e ent�o a medalha de honra ser� minha.

E quem � esse incompetente?

Acho que conhe�o o homem perfeito para o trabalho.

Encontre-o, e traga-o para Paris.

O seu nome, � Clouseau.

Bom dia senhorita.

Eu j� o atendo.

O Ministro da Justi�a mandou um novo quadro dele, mas era maior do que

a foto do Inspector Chefe Dreyfus, ent�o ele mandou fazer uma maior.

Voc� ver� que Paris � um lugar muito pol�tico.

A pol�tica. Onde a gan�ncia � mascarada pela moralidade.

Isso � lindo. Foi voc� que disse isso?

Sim, fui eu.

- Pode ajudar-me a descer? - Sim, � claro.

Claro... aqui. S�... Talvez...

Certo.

Espere.

Sim. Est� bom.

Eu acho... que se colocar a sua perna bem aqui...

- N�o consigo ver nada. - Leve-me at� ali.

J� ali.

O inspector pode receb�-lo agora.

Ele j� vai.

- Ele j� vem. - �ptimo.

Oficial Jacques Clouseau, guarda de terceira classe.

- Isso deve ter do�do. - N�o doeu. N�o mesmo.

Clouseau, a raz�o pela qual o chamei aqui...

Est� um �ptimo clima por aqui.

Espero que continue assim.

A �rea est� segura.

Muito obrigado.

Eu vi a sua ficha, e ficou claro para mim, que um homem com o seu talento,

merece uma responsabilidade maior do que a que teve at� agora.

Decidi promov�-lo a inspector, o maior cargo para um oficial na Rep�blica.

- Inspector? - Exactamente.

O seu primeiro caso, � o assassinato de Gluant e o desaparecimento do diamante.

- Estou honrado. - �ptimo.

Jacques Clouseau, pelo poder que me � concedido, eu o nomeio...

Inspector com todo o bl�bl�bl�bl�bla...

Aqui. Fa�a a gentileza, por favor.

Aqui, pegue a minha caneta.

Obrigado.

Pelo que posso ver, esta � a tradicional caneta francesa.

Vou guardar isto, para sempre.

Isso n�o � um presente, foi-me dada pelo presidente da c�mara de Paris.

Muito bem...

Eu n�o posso aceitar isto.

A confer�ncia de imprensa.

H� uma confer�ncia de imprensa breve, para o apresentar aos m�dia.

- Encontrar-nos-emos l�. E, Clouseau? - Sim?

Boa sorte.

Boa sorte para si. E onde � a confer�ncia?

Passe o arco, entre na porta � direita, e siga pelo corredor.

A �rea continua segura.

Obrigado.

Perfeito! Definitivamente encontr�mos o nosso homem.

Porque me sinto molhado?

Devido � natureza peculiar do caso, design�mos o homem

ideal para o caso, Inspector Jacques Clouseau.

Inspector?

Sim?

Qual � a sua ideia inicial?

Que Gluant n�o queria ser morto.

Parece, companheiros, o l�quido vermelho a descer por uma...

Uma... uma coisa inclinada.

Quanto tempo acredita que levar� para encontrar o assassino?

Agora mesmo, o assassino est� a ser localizado atrav�s de per�cias forenses,

E as �ltimas da tecnologia, como dois r�dio-localizadores, e e-mail.

Convoque um homem para esta miss�o, que nos informe de tudo o que o Clouseau fizer

Que tipo de homem?

Um homem que siga ordens, e n�o fa�a perguntas.

Inspector? Sabe se o assassino � um homem ou uma mulher?

� claro que sei isso. O que mais poderia ser, um gatinho?

Com licen�a! Acha poss�vel que o assassino o esteja a ver agora?

Se eu fosse o assassino, eu estaria a ver e at� a gravar para ver depois.

Porque sabemos que � bem fixe falarem sobre n�s na TV.

Mas eu tenho uma mensagem para o assassino.

N�o h� lugar onde se possa esconder. N�o h� lugar onde n�o possa ser visto.

Assassino! Eu encontrar-te-ei! Porque sou um servo da na��o.

Porque a Justi�a � justa. E porque a Fran�a, � a Fran�a.

Bom dia, Nicole.

Bom dia inspector. Bem-vindo ao seu novo escrit�rio.

Voc� deveria come�ar por estes arquivos.

Est� um �ptimo clima por aqui.

Espero que o clima continue dessa maneira.

Se o clima continuar assim, vamos ter um ver�o agrad�vel.

A �rea est� segura.

- Voc� est� bem? - � claro que estou bem.

E o que � aquilo?

- O qu�? - Nada.

Deveria come�ar a ver estes arquivos.

A minha perna! Partiu a minha perna!

Como inspector, precisar� de roupas novas.

Se quiser, posso tirar as suas medidas, e pedir para entregarem.

- Claro. - Tire o seu casaco, por favor.

- Mora sozinho, inspector? - Sim, moro.

- Sente-se sozinho? - N�o desde que h� Internet.

Bem, eu vou cuidar disto. E bem-vindo a Paris!

Obrigado.

Bom dia, senhor.

E, voc� �?

Gilbert Ponton, detective. Segunda classe Fui designado para trabalhar consigo.

E que qualifica��es tem para trabalho policial?

A minha fam�lia trabalha como pol�cias, em Paris, h� nove gera��es.

E antes disso?

Fomos pol�cias nos arredores, por duzentos anos.

E antes disso?

Imigrantes de v�rios pa�ses da Europa, todas envolvendo trabalho policial.

E antes disso?

Fazendeiros.

Ent�o voc� est� pronto para aprender, e veio at� ao Clouseau para que lhe ensine.

Gilbert Ponton, vou-lhe ensinar tudo o que sei sobre trabalho policial.

E juntos... vamos apanhar o assassino.

Ali.

O chin�s, no camarote VIP. No canto da zona do poss�vel assassinato.

O veneno era chin�s. Gluant j� foi para a China?

H� tr�s anos atr�s. Ele levou um grupo de craques franceses para um jogo amig�vel.

Gluant esteve na China.

O veneno era da China. O chin�s � da China.

Talvez seja cedo para ter a certeza, mas acho que o nosso assassino � chin�s.

Eu quero-o no pr�ximo voo para Beijing.

Descubra o que o Gluant fez l�, quem viu, onde foi.

Eu quero um dossier de cada chin�s naquele camarote.

V�o, v�o, v�o.

Inspector, � t�o tarde...

S� estou a olhar estas fotos da cena do crime.

- Voc� n�o precisa de descanso? - O crime n�o descansa Nicole.

� verdade.

V�... eu esperei muito tempo para provar a minha capacidade.

E recebi uma oportunidade �nica.

E pretendo mostrar ao mundo, quem eu sou, e o que posso fazer exactamente.

Eu n�o devo temer.

- E n�o temer�. Eu sei. - Obrigado, Nicole.

- Nicole? - Sim?

- Posso ser muito honesto consigo? - � claro.

Voc� engordou bastante! O que fa�o quando engord...

Esque�a...

Gostaria que eu ficasse para ajudar?

Gostei muito da sua oferta, Nicole.

Mas sou muito sens�vel quanto � pol�tica de escrit�rio.

E no mundo de hoje, o menor gesto, pode ser entendido como ass�dio.

J� � tarde, e n�o gostaria de a colocar, ou a mim, nessa situa��o delicada.

Concorda?

- Eu concordo. - Um beijinho, e de volta � ac��o.

Vou ser honesto. Como voc� � apenas um detective de segunda classe,

os seus sentidos n�o devem ser t�o afiados quanto os meus.

E como n�o quero um parceiro que me atrapalhe.

Tenho um plano para mant�-lo o mais alerta poss�vel.

E o que �?

Continuamente e sem aviso, irei atac�-lo onde e quando voc� menos esperar.

E desta maneira eu mant�-lo-ei vigilante e alerta.

- Concorda? - Sim.

- Boa. - Obrigado.

Aqui estamos.

Aten��o: N�o abra a porta quando a luz estiver a piscar.

Uma mulher como eu...

A passar.

Obrigado.

Pergunto-me se voc�, pergunto-me se voc� viu...

Parem. Parem! Parem!

Quem � voc�? E que diabo est� a fazer?

Estou no meio de um interrogat�rio.

A cabine � � prova de som, e ela n�o pode ouvir o que est� a dizer.

E caso n�o tenha notado, voc� arruinou a minha grava��o. Agora saia!

A n�o ser que queira ser acusado de obstru��o � justi�a,

Deixe-me interrogar a Srta. Xania.

Est� tudo bem Roland.

Ol� inspector. Sou a Xania.

Voc� n�o sabe o quem eu sou, mas estou familiarizado com o seu trabalho.

Voc� � muito gentil.

Voc� disse que a cabine � � prova de som?

Sim.

Agora... voc� estava por perto quando o Gluant foi morto.

Sim, eu fiquei com ele depois que a equipa ganhou.

� claro que ficou.

Alguma horas antes do assassinato, seis testemunhas viram-no a gritar.

- O que foi mesmo, Ponton? - Eu vou-te matar. Eu vou-te matar.

Eu estava fula. Eu apanhei-o com outra mulher.

- E foi depois dele dizer que me amava - Pobre anjo...

Depois que ele me traiu... eu odiei-o.

- Mas eu n�o o matei. - � claro que n�o.

- Recentemente voc�... - Pare de a incomodar.

N�o v� que ela � sexy?

Tr�s meses atr�s, em Xangai.

Lembra-se de mais algu�m que poderia odiar o Gluant?

- Bizu. - O craque do futebol?

Eu namorava com o Bizu, quando conheci o Gluant.

Ele achava o Gluant um tipo mau, por me roubar dele.

- Se me perguntar, eram os dois. - Voc�! N�o saia da cidade.

Tenho que ir a Mount Surret para gravar o Rene Duschanel.

N�o saia da cidade. Talvez precise de lhe fazer mais perguntas.

Mas eu n�o sei nada.

Sobre a vida, sobre o amor, seu pequeno pervertido.

Mas sobre crime, voc� deve saber muito.

Inspector?

Eu preciso ficar na cidade?

Porque na semana que vem, eu tenho algo para fazer em Nova York.

Se voc� realmente precisa fazer algo, pode ir onde quiser.

N�o o posso levar at� ao Bizu. Mas posso lev�-lo at� ao Sr. Vainqueur.

O t�cnico assistente.

Acho que ele � o t�cnico principal agora.

- Voc� queria-me ver? - Voc� � o Vainqueur?

- Sim, e quem � voc�? - Sou o inspector Clouseau.

- J� deve ter ouvido falar de mim. - N�o.

N�o escreva isso.

- O que quer? - Disseram-me que o Bizu odiava o Gluant.

- Muitas pessoas odiavam o Gluant. - Voc� odiava?

Passei 6 anos sob o seu comando, sendo abusado verbalmente todos os dias.

- Claro que n�o era f� do Gluant. - E agora ele est� morto.

E voc� tem o emprego dele. Ir�nico.

- Nem toda a morte � uma trag�dia. - E ent�o, o que...

Passos. De uma jovem mulher. De 30 a 35 anos.

Morena. E ela usa salto alto. Talvez formal demais para uma tarde.

E ela est� a usar, Chanel n� 5.

- Est� algu�m consigo? - N�o.

- Voc� tem um salto-alto no saco? - N�o.

- Nem um frasco de perfume? - N�o.

- Quem � voc�? - Sou o Yuri, o treinador.

E o que faz aqui, o Yuri, o treinador?

- Eu treino. - Voc� � o Yuri, o treinador que treina?

N�o saia da Europa.

- Mas eu tenho que ir � �sia. - Est� bem.

N�o saia da Europa ou da �sia.

- N�s temos um jogo no Brasil. - Est� bem...

N�o saia da Europa, �sia ou das Am�ricas.

Est� bem.

- E onde est� esse famoso jogador? - Ele est� l� fora, a treinar

Veremos o tal senhor Bizu.

O Bizu est� na sala de interrogat�rio.

Qual � o plano?

Vou usar o m�todo do pol�cia bom e o mau.

Voc� � o jogador de futebol conhecido como Bizu?

Sim.

Voc� j� se encontrou com Yves Gluant?

- Estou feliz por ele ter batido as botas. - Ele n�o bateu as botas.

Ele est� morto!

- � um eufemismo. - Voc�, senhor! � um eufemismo.

Agora. A n�o ser que queira passar o resto da sua vida na pris�o,

responder� � pr�xima pergunta. Voc� matou-o?

Adoraria t�-lo matado.

Mas... um sortudo desgra�ado chegou primeiro.

Voc� enoja-me.

Eu j� volto.

- Cigarro? - N�o. Obrigado.

Bom para si.

Bizu...

Eu sei que n�o foi voc�. Algu�m est� a tentar armar-lhe uma armadilha.

- Voc� ajuda-me? - � claro que ajudo.

Agora, tem alguma ideia de quem possa ter feito essa coisa horr�vel?

O seu s�cio, naquele restaurante idiota. Larocque.

Raymond Larocque. O dono do casino.

O Gluant estava a roubar dinheiro do restaurante, e a usar no jogo.

Acho que ele n�o era um bom parceiro, e mandou matar o Gluant.

Bizu... eu gosto de si. Eu vou-te ajudar.

N�s formaremos uma grande equipa.

O m�todo do b�fia bom e do b�fia mau est� a funcionar perfeitamente.

Sabe, normalmente s�o dois pol�cias diferentes que fazem isso.

Sabe o que fazemos com prisioneiros que n�o colaboram?

Ligamo-los � caixa.

O que �... a caixa?

Idiota. Assim. Pegue um el�ctrodo, e coloque... aqui,

E pegue o outro, e coloque...

- Ent�o, o que acha? - O Bizu � inocente.

Como pode dizer isso? Gluant suspendeu o Bizu, roubou-lhe a namorada.

Se fosse eu, t�-lo-ia matado naquele local e hora.

E foi exactamente o que Bizu fez.

Ponton...

O crime � como um quebra-cabe�as, Ponton.

Voc� tem que ter a 'quebra', e tem que ter a cabe�a.

Voc� tem a 'quebra', mas n�o tem a cabe�a. Onde est� a sua cabe�a?

Merit�ssimo, quero apresentar um caso, mas tudo que eu tenho � a 'quebra'...

O qu�?

Nada.

Eu pensei que voc� disse: aaahhhh.

N�o.

Estranho.

Imbecil!

�s tu.

Espero que n�o tenha ficado chateado, de eu ter entrado com a chave de reserva.

E olhe...

Eu trouxe as suas cal�as do alfaiate. E mais umas de reserva!

Muito bem.

- Quer um pouco de �gua? - Sim, por favor.

Sabe Nicole, este crime est� a obrigar-me a usar todo o meu conhecimento.

Tudo que eu aprendi numa vida de investiga��o, est� para ser usado.

Importa-se se eu comer isto? Eu n�o comi.

Claro que n�o, pode comer.

As coisas est�o a passar na minha cabe�a, e eu nem imaginava que...

Oh, meu Deus!

Para a varanda! Para a varanda!

Est� a sentir-se melhor?

Sim, obrigada. Voc� � t�o bom nisso. Onde aprendeu?

Eu costumava praticar em manequins, travesseiros, mas sinceramente...

foi a express�o no seu rosto que me mostrou o que voc� precisava.

Agora Ponton, o que tem para mim?

Parece que estava certo sobre o Bizu.

Ele foi encontrado morto no vesti�rio, com um tiro na cabe�a.

- Foi fatal? - Sim.

Muito fatal?

Completamente.

Eu quero falar com ele agora.

Ele est� morto.

Com licen�a, pare.

- Voc� � o Yuri, o treinador que treina. - Sim, esse mesmo.

Procuro um corpo. Talvez me possa dizer onde est�.

Sim, eu soube que foi no vesti�rio. V� pelo corredor, vire � direita, e...

Est� a achar alguma coisa divertida aqui?

Vou ser honesto consigo. Eu acho o seu sotaque engra�ado.

- De onde � voc�? - Sou da R�ssia.

O Gluant convocou-me da equipa militar da R�ssia.

Voc� precisa melhorar o seu sotaque.

- O qu�? - O qu�?

- O qu�? - O qu�?

O qu�?

N�o tenho tempo para isso, preciso resolver um assassinato.

- Por favor, diga-me o que viu. - Bem, eu n�o vi nada.

Eu estava a passar pelo vesti�rio. Era tarde, ningu�m deveria estar l�.

Ouvi um barulho do outro lado da porta do vesti�rio.

Eu ouvi o Bizu dizer: "Oh, �s tu. "

E ent�o ouvi o disparo.

Ponton, procure no banco de dados.

Quero interrogar todas as pessoas em Paris, com o nome... tu.

Ponton?

N�o acha coincid�ncia, que o corpo caiba perfeitamente na marca do ch�o?

Acho que a marca de giz foi feita depois.

Estamos a lidar com algum tipo de g�nio.

Ponton, quero interrogar este homem, Raymond Larocque.

Onde � o casino dele?

Estacione perto. A n�o ser que queira descobrir o que � bom para si.

Voc� continua a surpreender-me, inspector.

Acostume-se Ponton, eu sempre surpreendo quando menos se espera.

Sim, o clima est� bom hoje. Tomara que continue assim.

Ponton, encontre os seguran�as. Diga-lhes que quero conversar com

- o Sr. Raymond Larocque. - Voc� n�o vem?

Apareceu uma coisa.

Se o clima continuar assim, estamos a encaminharmo-nos para uma melhoria.

Fa�am as vossas apostas.

Sou um homem da lei tamb�m.

- Eu fui t�o �bvio? - N�o. � que percebo dessas coisas.

- Aqui est� o seu mohito. - Flameje-o.

Impressionante. Lembrar-me-ei disso.

Eu sou o inspector Jacques Clouseau. Estou numa caso importante.

Boswell, Nigel Boswell. Agente 006. Sabe o que significa?

Claro que sei. Voc� est� a um passo de ser o mais famoso.

Tamb�m estou num caso importante, voc� entender� quando eu lhe dizer,

ningu�m deve saber que eu estou aqui.

Acabei de deixar o n�mero do meu telem�vel no seu bolso.

- Ligue se precisar de ajuda. - Eu ligarei, inspector.

Bem! Monet. Muito impressionante, Sr. Larocque.

Muito impressionante inspector Clouseau. Agora, como posso ajud�-lo?

Estou investigando o assassinato de Yves Gluant.

Yves. Homem fascinante.

Voc� sabe quanto ele pagou pelo pantera cor-de-rosa?

Ele herdou-a. N�o custou nada.

Custou a vida dele.

- Gostaria de ver melhor as suas bolas. - Minhas o qu�?

Suas bolas. Gostaria de ver melhor as suas grandes bolas.

- Est� bem. - Obrigado.

- Dinastia Hein. Muito raro. - Voc� gosta de antiguidades, inspector

Algumas s�o originais e outras c�pias, voc� poderia dizer quais s�o.

Segundo s�culo. Muito raro.

Deve-se manusear este vaso vazio por dentro.

Sen�o a oleosidade das m�os, pode danificar o material.

Puro alabastro. Ador�vel.

Estranho. Tudo que fiz, foi colocar assim, e...

Isso deve ter como sair.

Porque fez um seguro de vida para o Gluant?

A seguradora n�o pagar�, at� que o assassino seja apanhado.

Se por acaso for eu, eles n�o pagar�o nada. Entendeu?

Mas voc� lucrou com a morte do Gluant, n�o lucrou?

Lucrei? O que lucrei eu?

A parte do Gluant no restaurante.

O restaurante era um desastre.

O Gluant gastava o dinheiro mais r�pido do que o recebia.

O meu �nico consolo, � que ele perdia o dinheiro a jogar no meu casino.

Mas depois de um tempo, as suas perdas tornaram-se t�o rid�culas,

que ele prometeu-me o seu anel como garantia.

Algu�m esteve com o Gluant, na noite antes dele ser morto.

N�o foi voc�?!

N�o.

N�o amea�ou partir as pernas dele, e esmag�-las at� ficarem em p�?

N�o.

Talvez tenha visto isso na TV.

Cuidado, � f�cil prender as m�os nos vasos.

Eu acho que sei de um lugar melhor para colocar isto.

Este � o toque do meu telem�vel.

Estou.

Sim, � o inspector.

Sim, podemos encontrarmo-nos. No restaurante?

� claro, imediatamente.

Senhores, algo aconteceu. Com licen�a, por favor.

- Sr. Larocque? - Sim?

- Este vaso � valioso? - � uma imita��o sem valor.

�ptimo.

Mas essa mesa era... muito valiosa.

- Clouseau! - Sim.

Preciso da sua ajuda.

� importante que se mantenha calmo, e n�o se vire.

Manter-se calmo. N�o se virar.

No casino est�o os Bandidos Mascarados do G�s.

Meu Deus! Os Bandidos Mascarados do G�s!

- Toda a Europa est� � procurara deles. - Como posso ajudar?

- D�-me o seu casaco. - � claro.

- Porqu�? - Eu n�o deveria estar aqui, lembra-se?

Mas n�o posso deixar os Bandidos Mascarados escaparem.

Dardos tranquilizantes.

- Coloque. - � claro. Mas porqu�?

Eu n�o deveria estar aqui, lembra-se?

Inspector.

Meu Deus, isso foi fant�stico.

O Clouseau planeou uma armadilha para os Bandidos Mascarados do G�s?

O Clouseau acha que os Mascarados est�o envolvidos com o pantera cor-de-rosa?

O Clouseau ser� promovido?

N�o posso comentar uma investiga��o em curso.

Adeus.

Inspector?

Clouseau?

- Boa. - Obrigado.

O que tem para mim?

Procuramos todas as pessoas em Paris com o nome 'tu'.

Finalmente. Estamos a chegar a algum lugar.

Leia-me o que escreveu.

Pode ir.

Voc� fala chin�s?

Acha que eu n�o falo chin�s?

Se eu n�o falo chin�s, o que estamos a fazer aqui?

Deve ser divertido ficar na bebedeira a conversar, "O Clouseau n�o fala chin�s"

Vamos almo�ar com ele, vamos falar chin�s, e ele n�o vai entender nada.

� isso que quer fazer? Isso � engra�ado?

� claro que eu falo chin�s.

Clouseau?

Bon jour, Nicole!

Pode vir ao meu escrit�rio por alguns minutos?

J� vou, inspector.

- Sim, inspector? - Nicole...

O clima est� t�o agrad�vel. Acha que se manter� assim?

Eu espero que sim.

Mas acha, que o tempo vai mudar?

Vamos cruzar os dedos, para que fique desse 'homem'!

Aqui tem outra para si.

Agora vamos ver quem voc� �!

� o "inspector Dreyfus". O intruso est� a usar uma m�scara.

Mas isso vai sair...

� a minha cara!

Para cima, e para cima!

Eu posso ver por baixo do seu cabelo. Eu vou-te virar...

Est� a sentir-se melhor? Sinto muito, inspector.

Vamos esquecer isso.

Est� bem. Passei aqui para lhe dizer como vai o caso.

- Vou ficar aqui atr�s. - Claro.

Vejo que tem um desses apontadores. S�o muito �teis.

� t�o degradante, ter que apontar com o dedo,

ao inv�s desse pauzinho comprido, como se fosse um ser primitivo.

Mas se tiver um destes, � s� abrir!

E est� pronto a usar.

- O caso, o caso, Clouseau. - Claro, o caso.

O caso est� a ir muito bem. Eu preparei uma lista de suspeitos.

- E quantos suspeitos tem? - 27.683.

� s� uma quest�o de tempo agora, n�o �? Voc� eliminou algum suspeito?

- Sim... um. - Um. E quem foi?

O Gluant.

O Gluant � a v�tima.

Excelente inspector. N�s pensamos da mesma maneira.

Um dica, levando directamente para a pr�xima.

Deixa l�.

Eu asseguro-lhe, inspector.

Que logo terei o seu criminoso apanhado como, como, como...

- Como algo que voc�... apanhou. - Bem visto.

Vejo que voc� gosta de jogo de palavras.

N�s devemos almo�ar um dia, e fazermos umas piadinhas com palavras.

Tenho a certeza que voc� � um palavreador e tanto.

Sim...

Eu ligarei para almo�armos.

S� h� um item na agenda deste comit�.

Aprovar a lista de indicados para o maior pr�mio da nossa na��o,

A medalha de honra.

Os dois indicados s�o: Charles Dreyfus.

E a irm� Marie Ruget.

Que a preocupa��o com os �rf�os da na��o, � uma inspira��o para todos.

Gostaria de levantar mais um nome para a considera��o do comit�.

Inspector Jacques Clouseau.

O homem que veio de uma pequena vila, para investigar o assassinato do Gluant

Que, na noite passada, capturou os famosos 'Bandidos Mascarados do G�s'.

Sim, ideia interessante.

- Um franc�s incomum. - Exactamente. Excelente ideia.

Todos � favor?

Porque n�o fui informado de que o Clouseau ia para aquele casino?

Era no meio da noite.

Era no meio da noite, e... voc� n�o me queria acordar?

Quero saber o que o Clouseau faz a toda a hora, 24 horas por dia.

Se n�o telefonar, eu expulso-o da pol�cia. Entendeu?

- Sim, senhor. - Porque n�o est� com ele agora?

Estou aqui.

Saia.

- Clouseau? - Vamos folgar hoje, estou cansado.

S� queria saber como vai a investiga��o.

Boa ideia! Deixar o seu subconsciente trabalhar no caso enquanto dormimos.

- Quais s�o os factos? - O Gluant foi encontrado durante...

as semifinais, com um dardo envenenado no pesco�o.

- O crime? - O Bizu queria mat�-lo, mas n�o foi ele

A complementa��o?

- O motivo? - Perto do corpo estava a cantora Xania.

A Xania n�o � a assassina, mas acho que ela sabe mais do que me disse.

- Onde est� ela agora? - Ela partiu. Para Nova York.

N�s vamos segui-la, e descobrir o que ela est� a tramar.

Agora que eu vou para a Am�rica,

vou aprender a falar com o sotaque americano, para n�o parecer suspeito.

Ent�o encontre a melhor treinadora de sotaque do mundo.

- Eu gostaria de comprar um hamb�rguer. - Eu gostaria de comprar um amburrer.

- Eu gostaria de comprar um hamb�rguer. - Eu gostaria de comprar um Ambarguer.

N�o, vamos por partes.

Eu... eu.

Gostaria...

Gostaria...

Gostaria...

Gostaria...

Gostaria...

Gostaria...

de...

de...

de...

comprar...

comprar...

comprar...

um...

hamb�rguer...

hamb�rguer...

hamb�rguer...

ham...

bur...

guer...

- Eu gostaria de comprar um hamb�rguer. - Eu gostaria de comprar um tamburguer.

- N�o � Tamburger. � Hamb�rguer. - Eu n�o disse Tamburguer.

Eu disse: eu gostaria de comprar um tamburguer.

- Eu gostaria de comprar um hamb�rguer. - Eu gostaria de comprar um Tamburter.

- Hamb�rguer. - Eu gostaria de comprar um Amburrer.

- Talvez dev�ssemos parar. - N�s n�o desistimos. N�o desistimos.

De novo. De novo!

- Eu gostaria de comprar um hamb�rguer. - Eu gostaria de comprar um ham...

- Voc� j� comeu um hamb�rguer? - Claro que n�o.

� uma comida americana nojenta.

- Nunca te vi com mulheres. - Eu sou casado.

Voc� n�o usa alian�a.

Para proteg�-la. Tenho medo que algum vil�o a ameace.

Sim. Fale-me dela.

Eu considero-a a mulher mais bonita do mundo.

E voc�?

N�o... eu n�o me considero uma mulher bonita.

Digo, tem alguma mulher na sua vida?

O amor ainda n�o cruzou o meu caminho.

Como poderia o inspector Clouseau ficar com uma simples mulher,

pois ela teria que ser extraordin�ria para se manter � altura.

� duro.

O que � que � duro?

Para si. Encontrar algu�m.

Ah, sim...

N�s temos um grande dia amanh�. Iremos para o hotel da Xania,

e descobrir o que ela est� a tramar.

- Boa noite, Ponton. - Boa noite, Clouseau.

- Boa. - Obrigado.

Eu vi os registros dos telefonemas da Xania.

Ela fez 2 liga��es para um famoso lapidador de diamantes.

Ali est� ela! Jornais!

Jornais!

Jornais!

Jornais!

Metro.

12� andar.

Estou a pressentir algo suspeito.

Posso ajudar?

Belo trabalho de equipa.

Parem. Parem o que estiverem a fazer.

Voc�s est�o indefesos. J� cuidamos dos vossos homens que estavam a patrulhar.

- Eu n�o tenho nenhum. - Voc� n�o tem?

Ponton, acho que nos devemos desculpar �queles homens.

E o que est� a lapidar?

- Diamante rosas. Limpos. - Limpos?

N�o � o pantera cor-de-rosa.

E o que voc� anda a fazer esgueirando-se por a�?

Essa bolsa pertencia a Josephine Baker. Estava a desmanchar-se, ent�o...

resolvi incrust�-la de diamantes, para a usar no baile presidencial.

Ent�o porque n�o me disse porque vinha?

N�o posso ser vista num lapidador de diamantes.

N�o depois do que aconteceu.

Pode ser um dos seus misteriosos clientes agora.

Estou.

Sim, eu sou o respons�vel da conta do telefone.

N�o estou t�o feliz comigo mesmo...

Doze meses com tantos minutos? Mais minutos gr�tis todo o m�s?

Sim, pode-me inscrever.

Jacques Clouseau, cart�o de cr�dito n�mero: 00021451112...

Sim, posso dar-lhe o meu e-mail.

Obrigado.

Acho que consegui um bom neg�cio.

- Voc� est� a deixar a cidade? - Parto amanh�.

Preciso seduzi-la Ponton, para faz�-la falar.

- Faz parte do trabalho. - Falar sobre o qu�?

Quero descobrir a que horas o seu avi�o parte amanh�.

- Porque n�o pergunta? - Que tolice a sua.

Talvez precise apert�-la para conseguir a informa��o.

- Entendo. - Inspector?

Gostaria de se encontrar comigo para jantar no Waldorf?

- � claro, senhorita. - Bem.. �s 20 horas?

- 20 horas. - Bem... no meu quarto, no 2� andar?

- Eu n�o sei. Meu quarto, no 2� andar? - Espero-o l�.

Pode ser uma armadilha.

Quem se importa?

Bem-vindo ao meu quarto, inspector.

Est� um clima �ptimo por aqui.

Sim, amor. Sim!

Porqu�?

Porqu�, o qu�?

Porque estava a ser t�o evasiva hoje?

Eu estava com medo do Larocque. Ele podia estar a seguir-me.

- Larocque? O dono do casino? - Ele mandou um recado,

amea�ando quem possu�sse o pantera cor-de-rosa.

Ele acredita que lhe pertence.

Mas porque a seguiria ele?

Eu estava em Nova York para ver um lapidador de diamantes.

Ele pode tirar conclus�es erradas.

Sabe, um homem, sentado aqui na sua suite particular, t�o perto de si...

pode tirar uma conclus�o errada tamb�m.

Ou � conclus�o certa.

Eu ouvi algumas coisas sobre si, inspector.

- Que tipo de coisas? - Que voc� sabe como tratar uma mulher

Deixe os jogos come�arem.

Deixe-me apenas, eu j� venho...

A minha p�lula milagrosa para um homem de meia-idade.

Grande sacana.

Inspector?

- Est� tudo bem a�? - Espero que j� esteja pronta.

- Inspector, tem a certeza que est� bem? - Sim, s� me estou a preparar para o amor

Ol�...

Precisamos de toalhas limpas no 204.

N�o pergunte porqu�, obede�a s�.

Voc� tem o n�mero do voo, ele parte amanh� do aeroporto JFK.

� f�cil de localiz�-lo, ele tem cabelo branco, bigode fino,

Transborda autoconfian�a, e est� completamente perdido.

Voc� trouxe as coisas?

- Sim. - Bom.

D�-me. Comida de avi�o � para idiotas.

Vou esconder isto. Apenas fique frio.

� a Xania!

Ol�. Ol�! Sim, obrigada.

Ainda acho que ela est� a esconder alguma coisa, Ponton.

O qu�?

Se eu soubesse o que �, n�o estaria escondido, n�o �?

Est� bem, obrigada.

- Est� bem, vamos. Pr�ximo. - Nada a declarar.

- Passe. - Revista manual no 2.

- Esta � sua bagagem, senhor? - � sim.

Preciso revist�-la.

Pode levar, n�o tenho nada a esconder... na minha bagagem.

Venha comigo, senhor.

Espere aqui, amigo.

� uma faca de bolso inofensiva.

� um inofensivo par de... tchacos?

Eu... eu nem... eu nem tenho... Eu n�o sei de onde isso veio.

Eu nunca vi essas coisas na minha vida.

Jimbo!

Voc� n�o precisa do Jimbo.

- Jimbo, parado. - O que tem no seu bolso?

Nada.

Vou perguntar de novo, o que tem no seu bolso?

Nada.

Vou perguntar de novo, o que tem no seu bolso?

Est� bem. Eu tenho... no meu bolso... uns amburers...

O qu�?

Eu tenho... no meu bolso... uns...

Senhor?

- Senhor, no seu bolso, voc� tem...? - Est� bem, eu tenho...

Desculpe. Mais uma vez.

De novo.

Senhor?

Estou a perder a minha paci�ncia.

Voc� est� a perder a sua paci�ncia? Eu continuo a dizer que tenho...

Eu tenho um problema, aqui na 6. Eu tenho um problema, aqui na 6.

N�o se mexa, senhor!

Mostre as suas m�os.

Vou mostrar...

N�o, n�o. Fique aqui, senhor.

Apanha-o!

Clouseau traz vergonha para a Fran�a.

Vexame Nacional.

Homem de Fran�a Preso.

� ele!

Inspector, o que � um 'amburber'?

Qual � a sensa��o de desapontar a na��o?

Adeus ao her�ico inspector Clouseau.

Bem, este � um dia glorioso para a Fran�a.

Porqu� Inspector Chefe?

Porque um idiota est�pido, chamado Clouseau,

vai ser arrancado do seu cargo, enquanto eu assumo o seu caso.

Voc� tem outro homem chamado Clouseau?

Meu Deus. Deixe-nos a s�s um instante. Voc�s, saiam.

Preciso ter uma conversa particular com o inspector Clouseau.

Entenda uma coisa Clouseau...

Quando eu o promovi a inspector, n�o foi porque o achava um bom detective.

Foi porque eu achava-o o pol�cia mais est�pido de toda a Fran�a.

Um idiota iludido, sem conserto.

Ent�o n�o fui promovido por m�rito?

S� o nomeei inspector, porque precisava de algu�m que chegasse a lugar nenhum,

Enquanto eu me preparava para assumir o caso.

- Estava a tentar apanhar o assassino. - Voc� estava a tentar...

Voc� estava a tentar tornar-se um her�i.

Mas ser� arrancado do seu cargo, e ridicularizado pelos m�dia.

E eu estarei livre de si. Agora, se me d� licen�a, ex-inspector,

Devo ir preparar-me para a deten��o, que me dar� a medalha de honra,

e me ajudar� a chegar � Assembleia Nacional.

E depois disso... Quem sabe?

- Adeus, Clouseau. - Prendemo-lo?

Olhe para ele! Ele est� acabado. Deixe-o ir para casa, para a obscuridade.

Voc� sabia?

Ponton...

As coisas n�o eram como eu pensava que eram.

E se eu por acaso o fiz parecer um tolo...

Desculpe-me.

Foi uma honra, servir com o senhor.

Boa.

A Internet... ol�, velha amiga.

Para descarregar o seu novo toque de telem�vel, pressione o bot�o "download".

Solte, e ent�o clique, mas n�o arraste, o bot�o que diz: "download".

Cavalheiros, e dama, bom dia. Conhe�am o Dr. Lee How Peng.

Ele estava no camarote VIP, quando o Gluant foi morto.

Por coincid�ncia, o Dr. Pen enviava a Gluant, altas quantias de dinheiro.

Provavelmente o Gluant deveria investir esse dinheiro em favor de Peng.

Mas, sendo um jogador compulsivo, o Gluant pegou no dinheiro, e jogou tudo... fora.

Ent�o, o Peng tem o motivo.

E a oportunidade.

O Peng est� em Fran�a, para o baile presidencial desta noite.

Vamos prend�-lo l�, pelo assassinato de Yves Gluant.

Bravo, inspector chefe.

Estou feliz em anunciar, que assumirei a investiga��o do pantera cor-de-rosa

e que a deten��o, � eminente. Obrigado.

Inspector chefe, o legista anunciou que o Bizu foi morto,

com um tiro certeiro no lobo occipital. Algum coment�rio?

No lobo occipital?

Irrelevante.

No lobo occipital?

Isto faz-me sentir bem.

Inspector Clouseau arrancado do seu cargo!

Zoom.

� claro.

Ponton, preciso de si aqui agora. Estamos de volta ao caso.

Nicole... acredito que o Bizu e o Gluant foram mortos pela mesma pessoa.

E que o assassino atacar� de novo esta noite.

Quero que me encontre no pal�cio presidencial, e leve a minha maleta.

E r�pido! A Xania est� em grande perigo.

Precisamos chegar ao pal�cio presidencial imediatamente!

Coloque o cinto de seguran�a.

Eu n�o preciso, vamos ver do que � capa...

O Clouseau n�o deve estar nesta lista.

Ele n�o participa mais em assuntos do Estado.

Ele caiu na desgra�a. Foi humilhado.

E quanto aos rep�rteres, eles entrar�o?

Quando o momento for certo, deixe-os todos entrar.

Clouseau,

Sinto muito, mas o seu nome n�o est� na lista.

N�o est� na lista?

Dreyfus assegurou-se para que voc� n�o entre.

Ponton.

- Inspector, aqui est� a sua maleta. - Muito bem, Nicole!

- O que � isto? - Camuflagem.

Vamos!

- Nicole? - Sim?

- Uma �ltima coisa. - Sim?

� noite, e voc� fica linda sem os seus �culos.

Obrigada, inspector.

- Inspector chefe? - O qu�?

Os nossos homens disseram que viram o inspector Clouseau.

Clouseau?

Eu sei o que ele est� a planear. Ele quer fazer a pris�o.

Se vir o Clouseau, algeme-o por invas�o, e acompanhe-o pela festa.

Quero todos os homens...

O Dr. Peng chegou.

Vamos peg�-lo ap�s a primeira can��o.

Quem pensaria, que voc� se apaixonaria por uma mulher como eu?

Que sou dif�cil de se confiar, que preciso de muito,

e eu realmente n�o acredito no amor.

Quem pensaria, que eu seria a mulher dos seus sonhos?

�s vezes n�o deixo as coisas para l�, fico sentimental,

Algumas vezes fico fora de controle...

Bom trabalho, Ponton. N�s entramos.

Olhe!

� o assassino. Atr�s dele!

- Troque de roupa! - Parem.

Virem-se.

Quem s�o voc�s? O que est�o a fazer aqui?

N�s somos... n�s somos dois... Eu digo exactamente quem n�s somos.

N�s somos...

Eu estava � vossa procura em todos os lugares. Onde estavam?

- Voc� conhece esses dois? - � claro que os conhe�o.

Eles s�o os dan�arinos da Xania. Eles entram no terceiro acto.

Porque acha que est�o vestidos assim? Por divers�o?

- Provem. - N�s n�o precisamos prov...

Quem pensaria,

que eu poderia fazer-te feliz, baby

s� n�o me entenda errado, eu n�o sou t�o forte

Uma mulher como eu!

Uma mulher como eu.

N�o v� que os dan�arinos est�o exaustos? V�, e traga �gua.

Isso foi fant�stico!

- Voc� acha? - Voc� �...

uma mulher maravilhosa.

Inspector! O assassino.

Agora estou pronto para apanhar o assassino.

Uma mulher como eu!

Pare!

Pare em nome da lei!

Apanhe-o!

Bravo! Bravo!

Voc� segue-o por ali. Eu vou por este lado e cerco-o.

Pare!

Vire-se.

- Voc� est� pres.. - Voc� est� preso!

Ponton?!

Atr�s dele!

Agora!

V�o. V�o.

Dr. Peng, em nome do estatuto e leis da grande na��o de Fran�a,

Eu prendo-o, pelo assassinato de Yves Gluant.

Clouseau. Prendam-no.

Qual deles �?

Aquele � ele.

Em nome do estatuto e leis da grande na��o de Fran�a,

eu prendo-o pelo assassinato de Yves Gluant.

Yuri, o treinador que treina.

- E quem � voc�? - Sou o inspector Jacques Clouseau.

O Gluant era um nada!

Eu constru� o lugar.

Ele tomava os cr�ditos pela brilhante equipa de Fran�a, que eu constru�.

Est� certo. Agora ele est� morto Com veneno chin�s.

Inspector, o que o fez pensar que era ele?

Mas Ponton, lembre-se. Voc� estava l�.

Porque me incomoda? Porque me trouxe aqui? Estou ocupada!

O t�cnico foi morto com veneno chin�s. Voc� deve procurar por treinadores.

Eles precisam ter conhecimento de ervas chinesas.

Ela estava certa, � claro.

De acordo com o estatuto 7.223,

Todo o treinador de equipas de futebol, deve ter conhecimento de erva chinesas.

Foi muito f�cil para ele matar o Gluant.

E o Bizu?

Simples.

O Bizu sabia dos planos do Yuri contra o Gluant.

Ent�o o Bizu chantageou o Yuri. E foi morto por isso.

�s tu.

Um tiro certeiro na cabe�a, directo no lobo occipital.

Mas o Yuri � um treinador, o tiro foi dado por um atirador profissional.

Mas Inspector Chefe, sei que conhece o estatuto 611 do ex�rcito russo.

� claro.

Todos os membros devem ser atiradores profissionais...

capazes de localizar o lobo occipital.

� claro! � verdade.

Sim, Yuri...

A Xania continua viva. Mas voc� odiava-a, e por isso tentava mat�-la.

Voc� odiava-a porque ela ficou com o Bizu, e depois com o Gluant,

e tratava-o como se fosse um zero.

Mas esqueceu uma verdade fundamental sobre as mulheres.

Uma mulher � como...

� como...

uma alcachofra.

� preciso ter um pouco de trabalho antes de chegar ao seu cora��o.

E quanto ao diamante? E quanto ao pantera cor-de-rosa?

Obrigado, inspector Clouseau, por seguir as minhas ordens.

- Entregue o diamante Yuri. - N�o me interessa a droga do seu diamante.

- Ele n�o tem o diamante. - O assassino n�o tem o diamante?

- N�o. - Ent�o onde est�, inspector Clouseau?

Est� ali! Na bolsa dela.

Deixe-me ver.

Desculpe Clouseau. N�o tem nenhum diamante.

A bolsa, por favor.

Pode segurar isto, por favor.

Depois que o Gluant veio falar comigo, disse que ia parar de me trair.

Ele pediu-me em casamento.

Colocou o anel na minha m�o.

Depois que ele foi morto, eu pensei, que se eu aparecesse com o anel,

todos iriam pensar que eu o matei.

Se o Gluant lhe deu o anel antes de morrer,

ent�o de acordo com o estatuto civil 812914-b,

Voc� � a dona por direito.

Voc� pode ficar com o pantera cor-de-rosa.

Mas inspector, como sabia que estava com ela?

Foi simples, Ponton.

Estava a olhar uma fotografia minha no posto de fiscaliza��o.

E algo chamou a minha aten��o.

A bolsa da Xania ao passar pela m�quina de raio-x.

Eu aumentei a foto.

E nela...

O pantera cor-de-rosa. Caso encerrado!

Bravo!

Bravo!

Clouseau! Clouseau!

Inspector Chefe, n�o tenho como lhe agradecer por me deixar trabalhar

no caso do pantera cor-de-rosa.

Sem a sua decis�o de me colocar no caso, quem sabe...

Outra pessoa poderia ter ganho a medalha de honra este ano.

- Sim, eu sei. - Eu devo-lhe tudo, Inspector Chefe.

Sem si, eu seria nada.

- Talvez ainda seja. - Excelente piadinha, inspector.

- Idiota! Oh, n�o. - Acelere, Ponton.

O qu�?

Nada.

Voc� n�o disse?

"Pare o carro", "Pelo amor de Deus, eu imploro, pare o carro"

N�o.

Est� a doer?

O qu�?

Eu n�o o entendo.

Quer saber? Acho que ele quer que o incline, com essa alavanca ai.

Est� do outro lado.

Estou a alcan�ar.

Eu consigo, eu consigo.

Deve haver uma maneira mais f�cil de...

Tem um controle remoto, ent�o voc�...

Quer saber?

- Ponton? - Sim, inspector?

Este � um momento muito dif�cil para o inspector Dreyfus.

� importante, que mostremos compaix�o,

E devemos usar o gentil poder do amor.

Isso vai doer.

Clouseeaauu!

Esta brisa � boa.

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