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Vou já.
Romane?
Toma.
Eu sabia.
Eu senti.
Está a sorrir para mim.
É tão parecido comigo.
Ben, vê-se bem que não é parecido contigo.
Tu não és o pai.
Para de me ligar. Para.
Passa à próxima.
Sr. Belfort.
Sra. Chouli.
Incomodo?
Não, nada.
- Podia... - Claro. Quer entrar?
- Sim, por favor. - Claro.
Vá à frente.
A sua decoração é sempre muito fora do vulgar.
Sim, porque estamos numa fase de transição.
Desculpe, não lhe ofereci uma bebida.
Tenho sumo e manteiga.
Acho que está estragada. Desculpe. Se soubesse, teria...
Não se preocupe. Tenho a minha garrafa.
Deixei uma mensagem no hotel. Não recebeu?
- O hotel Hydromeli... - Cabra!
Desculpe?
Não, nada. Temos uns problemas
com a gerência da herdade.
Como está a Charly?
Bem. Está muito bem. Já é uma mulher.
Sim. Queria saber as novidades.
E o ensino à distância?
O quê?
Ensino à distância.
Sabe que a Charly saiu da escola
e inscreveu-se como candidata independente ao diploma?
Sim. Bem, claro.
É muito melhor porque permite-lhe
gerir melhor o tempo.
Além disso, dá aulas. É ótimo.
Conhece a Charly. Não gosta de pessoas da idade dela.
As relações sociais, na ausência dos pais,
- são essenciais. - Sim. Digo sempre isso.
E o senhor? O... trabalho? Como está a correr?
Sim, está a correr bem. Vai andando.
Ouvi dizer que...
... tem relações sexuais...
... por dinheiro.
Desculpe, Sra. Chouli,
não sei onde foi buscar essa informação,
mas é... Não.
Um homem sério como o senhor não ia querer arriscar
com os serviços sociais.
Não, ouça. Sra. Chouli... Vou ser sincero.
Já tive muitas relações.
Mas ser pago por isso?
- Seria... - Ilegal?
Exato.
Na minha opinião, Sra. Chouli,
quando sentimos uma necessidade de ligação,
de ternura,
de sexualidade...
Não se mistura com dinheiro.
Não concorda?
Sim.
De qualquer forma, não tenho.
Não, mas... Não posso. É muito arriscado.
Consegue imaginar os problemas em que me podia meter?
Vivemos num mundo de malucos, presos entre as redes sociais
e a coscuvilhice.
Mas, quando a química toma conta,
as coisas acontecem.
Gosto das coisas simples.
Do segredo.
Do silêncio.
Da discrição.
Afinal, quero sumo.
Como posso revogar o contrato?
Zak, olha quem vem aí.
The Bear!
Não é um ursinho, é um urso-pardo.
Ontem à noite, estavas em altas.
- Não. Como assim? - Estavas insaciável.
Quando é para trabalhar, trabalho.
- Tomaste alguma coisa? - Não.
A Nora fez-me esparguete à bolonhesa, mas...
- Porque não nos contas? - Exato.
- Que fizeste? - Quê?
Há quem seja só conversa e há quem faça.
É o poder do Shaolin! Caramba! É o meu mestre.
- Ontem, diverti-me. - Nós vimos.
Era um baile de máscaras, mas para adultos.
Olá, senhores.
Sra. Chouli.
- Olá, Charly. - Olá, Sra. Chouli.
Muito bem.
Temos de ter cuidado. Tive de calar os rumores.
Diz isso ao Ludo. Conhecia três miúdas na festa.
- Não. - Tu não paraste.
- A quantos quartos foste? - Não sei. A todos.
- Quantas miúdas? - Não sei. Todas.
- Não. - Não.
Não. Não contei. Não gosto de contar.
Vai ser ele a salvar a herdade.
Hoje, têm todos a agenda cheia.
Sim.
Tenho um cavaleiro branco.
É um investidor que pode comprar a parte da Olga.
Conhecemos a mulher dele. Já trabalhámos com ela.
É um tipo que fez fortuna na tecnologia.
Quer investir na Camarga. E falei com o advogado dele.
Podemos fazer uma oferta irrecusável à Olga. É bom.
Isso é ótimo! A sério?
Mathias, vem comigo. Eu explico-te. Preciso de ti.
Conheces a filha dele. Casou jovem.
Espera! Explicas-me a mim também? Charly!
Vai demorar, Ben.
O que tiveste de fazer para calar os rumores?
Ele foi chulado.
Comeste a Chouli?
Duas vezes.
- Não. - Não.
Tem cuidado.
O projeto está a avançar bem na região.
Vamos assinar um acordo para comprar terrenos.
O único obstáculo é a espelunca do cigano.
Do Manero, que fica no sítio onde queremos construir o nosso spa.
O único spa do mundo com observatório de aves migratórias.
Espere, isso já devia estar resolvido.
Vai resolver-se em breve. Estamos a trabalhar com eles.
Vamos fazer uma oferta irrecusável.
Esperemos que sim.
Sem esse terreno, o projeto vai por água abaixo.
E isso vai impedir-nos de angariar fundos no roadshow.
Tem de resultar.
Ainda temos um longo caminho.
A região ainda está contra nós.
Os investidores estrangeiros estão receosos.
Bem, também não estamos na Córsega.
Está a perceber?
AMOR
É urgente.
- É um obstáculo que vamos... - Que vamos...
Devia ter sido resolvido há dois meses.
Não. Nunca me incomodas.
Não sei.
O que te faria feliz?
Olga, acabou. Vou sair do projeto Hydromeli.
1 NOVO ENCONTRO LUPIN
Está provado que os pesticidas à base de RNA funcionam.
Cuidado. Não podemos perder a etiqueta de...
- Eco-turismo. - ... eco-turismo.
O hotel boutique está bem classificado na eficiência energética.
Somos verdes. Não podemos ser mais verdes.
Como lidamos com os ambientalistas que nos vão criticar?
Pagamos a académicos para publicarem um relatório
a demonstrar que as alterações climáticas
vão provocar a extinção das abelhas.
O que vai acontecer, mais tarde ou mais cedo.
Digamos que nos estamos a antecipar.
- Olha quem apareceu. - Emma.
O que queres?
Ensinar-te a montar.
Como nos velhos tempos.
- Zak. Tudo bem? - Sim, tudo bem.
Já não nos contas nada.
A tua mãe está ralada.
- Tudo bem na herdade? - Ótimo. Muito trabalho.
- Vou. Diz olá à mãe. - Sei que tens trabalho,
mas vem ver-nos mais vezes.
A tua mãe ia gostar.
Certo, vamos a isto.
É como andar de bicicleta.
Bom dia, Lupin.
Ótimo, chegou a horas.
- Vamos para dentro. - Sim.
Não. Desculpe. Quero dizer...
Estou um pouco perturbado. É a minha primeira vez.
Não esteja.
Ele não vai sentir nada, está bem protegido.
Não é, Gaston?
Gaston. Agora, sei o nome dele.
- Olhe. - Não! Vá lá!
- Mexeu-se. - Sim, mas não. Não quero.
Está bem.
Não digas nada porque este senhor...
Sim. Isso mesmo.
Certo. Se percebi bem, queres que eu salve a herdade.
- Não, a região. - Porque não o planeta?
O teu pai é empresário.
Quer investir na região. É uma boa oportunidade.
Ignoras-me durante meses e agora queres a minha herança.
Estou a propor um negócio para salvar a Camarga.
Além disso, não te ignorei.
Estive muito ocupado e tu és casada.
É verdade. Só os homens é que podem. Que antiquado.
Está bem.
Se não o fizeres por mim...
... fá-lo pelas abelhas.
Está bem. Eu falo com o meu pai.
Mas quero algo em troca.
Pare!
- Largue-me! - Faz o que eu digo.
Socorro!
Mete as cuecas na boca.
Não, não e não!
- A sério? - Não está certo.
- Qual é o problema? - Não está no guião.
Está, sim. Eu tenho...
"Tira as cuecas e mete-as na boca." E a senhora responde:
"Desculpe, nunca uso cuecas enquanto aspiro."
- Diz aqui. - Não tem a Versão Dois?
A quê?
A última versão. Escrevi-a com a minha amiga guionista.
Decidimos que isso das cuecas era um exagero.
- A sério? - Bem, sim.
Então, cortei isso.
Empurra-me contra o piano, tapa-me a boca e pronto.
- Certo. Bem, repetimos? - Não, não repetimos.
- Agora, já vi a sua cara. - O que tem a minha cara?
Nada. É giro. Fui eu que o escolhi, mas...
Já não há mistério, é tudo.
Queria ser apanhada de surpresa por um estranho, pronto.
Isso já era.
Quando li, é verdade que...
Fiquei com a impressão de que queria...
- Queria o quê? - Que... Bem, nada.
É uma fantasia muito comum.
Mas é a fantasia que eu escolhi.
E estamos a tentar representá-la.
- Apesar da dificuldade. - Sim.
Porque, se fosse obrigada,
estoirava os miolos do tipo.
- Vê a diferença? - Sim.
Eu era soldadora subaquática. A melhor de França.
Como deve imaginar, tive a minha dose de emoções.
Um soldador subaquático é...
É como um bombeiro, mas debaixo de água e sem fogo.
- Sim, certo. - É muito arriscado.
A doença da descompressão e a narcose por nitrogénio são comuns.
Imagino.
Foi isso que aconteceu ao pobre do Robert. Aquele foi o último mergulho dele.
Sim.
Quando nos habituamos ao risco,
tudo o resto se torna...
- Aborrecido. - Sim.
Bem, já não é o mesmo.
Felizmente, tens ótimos dedos.
Não te preocupes. Vou falar com o meu pai.
Será o orgasmo mais caro da história, mas...
Sim, querido.
Acabei de tirar a sela. Na cabana do pescador?
Ótimo. Vou já. Até já.
Casaste há meses e já andas a trair?
Lembra-te que a traição começou bem antes, contigo.
Quando o casamento foi inventado,
a esperança de vida era de 30 anos.
Agora, é de 85.
Não vou foder o Jean-Guillaume durante 50 anos.
- A fidelidade é algo bom. - Sim?
Satisfazer os desejos, também.
Mas o casamento não é isso.
O casamento não faz parte dos teus planos, pois não?
Está bem. Adeus, saloio.
Ele não me toca...
... desde que engravidei.
No início, tinha medo de expulsar o feto e...
Desde que viu a ecografia, tem medo de o magoar.
Há muitos homens assim.
Também é assim?
- Não. - Tem filhos?
Não, não tenho.
O problema é que tenho as hormonas descontroladas.
Sinto-me frustrada. É horrível.
Quero ser tocada. Quero...
... ser encostada a uma parede e mordida na orelha.
É terrível. Estou toda a suar.
Quero saltar para cima dos colegas!
- Imagina? - Não.
Até o funcionário da câmara com o bigode amarelo do tabaco...
- Não quer isso. - Quero! Não aguento mais!
Quero que me coma na fotocopiadora. É terrível! Que vergonha.
- Trabalha na câmara? - Sim.
Gestão territorial. Porquê?
- Conhece a Olga Sakiris? - Toda a gente a conhece.
- Tem um grande projeto. - Sim, matar lentamente as minhas abelhas.
Como o desejo dele, que morreu lentamente.
- De quem? - Do meu marido.
Sim, lamento que o seu marido já não a deseje.
Retiro o que disse.
É duro não nos sentirmos desejados.
- O sofá é muito baixo. - Como a minha moral.
Ele tem medo.
Então, afasta-se.
Finge ter conferências.
Manda-me presentes para se desculpar.
Manda-me flores. Estão por todo o lado.
Fazem-me espirrar e odeio mudar a água.
E eu fico aqui sozinha, o tempo todo.
Sinto-me feia.
Não me sinto atraente.
Bem, eu acho-a linda.
A sério.
- Adoro a sua pele. - É da gravidez.
Dá-me uma pele radiante. É...
- Gosto do seu cabelo. - Também é da gravidez.
Durante nove meses, não cai nada. Dá um volume incrível.
- Está bem. - Sim.
Parecem voluptuosas.
- É o leite que... - Não. Caramba!
- O corpo é fascinante... - Certo. Vamos fazer uma coisa.
Não falamos da gravidez. Nunca. Não enquanto estamos...
- Está bem. - ... juntos.
- Está bem. - É o seu momento.
Está bem.
- É bom? - Sim.
Respire.
Tenho uma cliente.
- Não! - Sim!
- Não. - Sim.
Está maluco? Dê-me a sua mão!
- Quer ficar para o parto? - De quem?
Não vou dar à luz sozinha! Não me deixes! Dá-me a mão.
- Tenho de ir. - Cala-te!
Olga.
Temos uma oferta para comprar o nosso investimento na herdade.
Quem fez uma oferta antes da angariação?
Também gostava de saber.
Tenha calma.
- Tem de respirar, sim? - É o que estou a fazer!
Cale-se! Não aguento mais!
Lupin, estou com dores!
- Ajuda-me! - Estou aqui.
- Merda! Não pode... - Empurre.
O que acha que estou a fazer?
- Prepare já uma chamada. - É para já.
Agora.
- Conta-lhe uma história! - A quem?
- Conta! - A quem?
- Conta-lhe uma história! - É uma história sobre...
Está a ajudar? Ajuda? Certo.
Eu estou bem. Obrigada. Peço desculpa, a sério.
- Está tudo bem. - Diga-me quanto devo...
Este serviço está incluído. Está incluído.
Vá lá! Outra vez. Vamos. Empurre!
Costumava gritar aos estivadores para pararem com os piropos
quando desembarcava no cais.
Agora, pagava para olharem para mim.
Enfim, é isso que estou a fazer. Está aqui porque lhe estou a pagar.
Devo dizer que, agora, é muito menos divertido.
Hoje em dia, os homens são uns bananas.
Mas é uma questão de moderação e estilo.
Haverá sempre idiotas, e não me refiro a si.
Parece um tipo simpático.
- Só queria... - Um medo delicioso.
- Eu sei. Peço desculpa. Estraguei tudo. - Não tem culpa.
Não tem culpa.
Peço desculpa. Tenho de deixar sair.
Não, a culpa não é sua.
É a minha primeira vez. Devia ter pedido algo bem mais simples.
Está a ver? Sinto-me estúpida.
Quer um copo de água?
- Não quero um copo de água. - Certo.
Não. Traga-me uma bebida.
- Está bem. - É isso.
Uma bebidinha.
PARABÉNS, MÃE
DESVIO
- Olá, Titanic. - Olá.
- Prazer. Tudo bem? - Sim.
Enfim, bem-vindo. É aqui que fazemos as nossas gravações.
- Este estúdio é incrível. - Sim, é incrível.
A propósito, obrigado. Ainda bem que aceitaste o desafio.
Poucas pessoas aceitariam.
Vai ser divertido.
Sim. Vai ser incrível.
Estou contente. Têm uma ótima comunidade de seguidores.
- Estou ansioso. - Também eu.
Querido, vamos? Já estão 3200 pessoas online.
Sim, querida. Vamos já.
Primeiro, apresentamos-te e, depois, vamos ao nosso próprio ritmo.
- Certo. - Pode ser?
Ótimo.
Fica à vontade. Vai ser ótimo. Até logo.
Está aqui porque a minha irmã insistiu.
Mas não preciso de si.
Na verdade, acho que posso ser útil.
Não me toque.
Desculpe.
Há três anos que não estou com um homem.
O meu marido era um homem frágil e abusivo.
Tinha muitos problemas.
Aquilo de que mais me arrependo é... Pensei que podia ajudá-lo.
Ele dizia que precisava de mim, que se matava se o deixasse.
E eu é que acabei no hospital.
Tive a sorte de descobrir que sou infértil e ele abandonou-me.
Arranjou outra.
- Esteve casada muito tempo? - Oito anos.
Porque ficou tanto tempo?
"Na alegria e na tristeza." Para mim, foi só tristeza.
"Entre a vida e a morte, uma mulher escolhe a liberdade."
É o que a minha mãe diz sempre.
Eu nunca...
Nunca tive prazer com o meu marido.
Nunca tentou satisfazê-la?
O quarto era o local do prazer dele.
Nunca falávamos do meu.
Eu era muito jovem. Nunca me atrevi a falar do assunto.
E agora?
Agora...
Daqui para baixo, sinto-me morta.
Ação!
QUE LINDO, MINHA DEUSA!!
INSPIRADOR...
VOU VOMITAR... CADELA NO CIO
FAZ DIETA!
MORRE, FEIOSA
POSITIVIDADE??!?
PODER FEMININO
PODER? NEGAÇÃO!
MORRE, FEIOSA. ÉS UM MODELO DE POSITIVIDADE
- Corta. Foi ótimo, querida. - Obrigada, amor.
Apresento-te o Titanic. A minha mulher, Cynthia.
- Olá. - Olá.
- Ainda bem que concordaste. - Sim.
Estás bem? Estás pálido.
Sim. Na verdade, estou chocado com os comentários.
Isso? Já estou habituada.
Não importa o que dizem,
desde que falem de mim.
Certo. Bom mantra.
Mas não sei como o fazes.
Não tenho escolha.
Sabes, é preciso sabermos superar-nos na vida.
Querida? Temos de ir.
És bom a suster a respiração?
O quê?
- É a minha patrona. - Não blasfemes.
É Maria Madalena. É uma santa.
- Tratamo-nos por tu? - Desculpe.
Posso fazer uma pergunta?
Como consegue ter prazer a fazer isto?
Não me questiono sobre isso. Sou pago para fazê-lo.
E se não for pago?
Já não sei.
Vai correr tudo bem.
Tem aí um belo rapazinho.
Tome, pegue nele. Sim. Cuidado com a cabeça.
Ele tem nome?
Gaston. Não é? Gaston.
Gaston.
Meta-se ao lado da sua mulher. Vamos tirar uma foto.
Isso. Olhem para mim. Um sorriso.
- Sim? - Sim.
Boa! Pronto.
Já está. Uma bela foto de família.
É giro, mas não é parecido com ele.
Meu amor!
Pode segurar?
Estás bem? Como correu?
Desculpa. Queria mesmo ter estado aqui.
É a porcaria do trabalho.
Por favor, perdoa-me, Céline.
Quem é você?
Quem é ele?
Este é o Gaston. Tem 3,8 quilos.
A sua mulher é incrível.
Tem muita sorte.
Feliz aniversário.
Achas mesmo que lhe ia cobrar?
Ela não pagou? Isto não é o Exército de Salvação.
Não, mas mete-te no lugar dela. Era o aniversário dela.
Certo, houve o aniversário e a outra que não tinha dinheiro.
Qual é o objetivo? Fazemos isto pelo dinheiro.
Está bem. Costumavas gostar que te contasse as coisas.
Sim, mas já não gosto.
Para! Outra vez? Já fizemos duas vezes hoje.
Nora.
- Sim. - Ben, fomos lixados.
A tentativa de compra não resultou.
A Olga convenceu os pais da Emma a investir na Hydromeli.
Entre!
CLUBE DO ORGASMO UMA CARTOGRAFIA DO PRAZER
Legendas: Claudia Marques
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