All language subtitles for Woman They Almost Lynched (1953).pob

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Original subtitles

Tudo isto aconteceu na primavera de 1865.

Se desencadeou uma guerra civil

que alcançou seu máximo apogeu, mas seu desenlace era desconhecido.

Os Estados se dividiram,

se enfrentando em uma luta fratricida.

Dos acontecimentos do conflito, aparecem homens como:

Quantrill,

Frank e Jesse James,

os irmãos Younger,

entre outros muitos.

Traidores e assaltantes a mão armada, assassinos e saqueadores,

cavaleiros armados, impõem caminho nesta escura página da história.

dentro desta violência onipresente, a lei desaparece...

...e o linchamento ocupa seu lugar.

As aldeias assentadas na fronteira entre o Norte e o Sul

sofrem mais as conseqüências.

Mas Border City possuía sua própria lei.

Agasalhado nas montanhas Ozarks, na linha que separa os rios

Missouri e Arkansas,

o povo se mantinha neutro.

E se converteu no refúgio de desertores, foragidos

e desamparados.

Um povo abarrotado, lotado de gente.

Abarrotado? Lotado de gente?

- Onde estão todos? - Na forca, ali acima.

Vamos, grandalhão. Vamos, arre!

Quero ver. Alguém me pega nos braços?

- Senhor, você poderia me pegar? - Saia daqui.

Malcom Stuart, Entre em casa!

- Quero ver o enforcamento, mamãe. - Entre imediatamente.

por que o enforcam?

Não sei, mas tem que ir. Vivemos em uma cidade...

- Mas nunca vi um enforcado. - Entre em casa!

Suba sobre seus ombros, Sr. Boggs.

Parece vergonhoso!

Como podem ficar olhando isso?

Me desça, Sr. Boggs.

O que importa o que diga a gente. O linchamento está mau...

Isto não é um linchamento,

é uma execução conforme à lei.

Border City não se parece a nenhuma outra aldeia.

Aqui estamos muito melhor, não?

muito melhor, Sra. Stuart!

E por que?

Aqui, meu pé direito está no Arkansas e o esquerdo no Missouri.

O rio Missouri está no nordeste, e o rio Arkansas no sudeste.

Vêem-no?

A fronteira divide em dois o "Lead Dollar Saloon".

antes da guerra, éramos felizes e vivíamos em comunidade.

Minha minas se encontram no Norte e no Sul.

Uma vez declarada a guerra, vendi chumbo aos dois bandos.

Aqui vemos uniformes cinzas e azuis.

- Uma das épocas mais horríveis. - Sem lei.

Sim, sem lei... Até que me nomearam prefeita.

Nem um homem sequer aceitava o trabalho.

Depois proibi que os dois lados que se aproximassem

de menos de 8km.

E se não cumprissem isso, eu explodiria as minhas minas.

- Desta maneira, retrocederam! - Menos mal!

Border City passou a ser lugar neutro.

Não quero uniformes a menos de 8 km sem minha autorização.

- Este homem não o levava. - Ele queria provocar uma briga.

Nem quer teve um julgamento!

Não contamos com um sistema judicial.

Mas esta aldeia se manterá neutra!

Bravo! Bravo!

Excelente discurso, Sra. Courtney. Me comoveu.

- Você está zombando, Lance Horton? - Eu? Absolutamente.

Sou totalmente neutro.

Lhe despediria por sua rabugice, se não fosse por suas aptidões...

e seu atrativo... Vamos, entre.

Delilah não é tão neutra. Ainda vende chumbo no Norte.

Ela se esforçou por preservar nossa decência.

Decência? A confusão aumenta neste povo!

Delilah só tem uma idéia: preservar a neutralidade.

Os delinqüentes matarão uns aos outros.

Como posso educar o meu filho em meio desta confusão?

As montanhas Ozarks são calmas.

Quem pensaria que estamos em guerra?

Uma patrulha ianque.

Não nos pararam da cidade do Joplin.

- Posso ver seus papéis? - Pegue.

Sabe você que Quantrill e sua turma rondam pela região?

Pensei que estavam no Kansas.

Sim, exterminou 182 pessoas em Lawrence.

Estão entusiasmados com ele no Kansas.

Peça que o passageiros saiam.

- Aconteceu algo? - Não, senhora.

Me surpreende ver uma garota jovem sozinha nestas terras.

Sal Maris, de Salt St. Enjoe, Michigan.

- Sioux. - Bonito nome, Sue.

- É Sioux St. Enjoe. - Sim, senhora.

- Posso voltar para a diligência? - Para onde vai?

Para Border City.

- Você tem família lá? - Meu irmão.

Seus pais vivem em Sioux St. Enjoe?

Meus pais são falecidos.

Essa é a razão pela qual estou aqui.

- E ele a está esperando? - Não, lhe farei uma surpresa.

- O que ele faz em Border City? - Dirige um hotel.

Podemos escoltá-la até que restem 8 km para chegar à cidade.

Porque não diz que olhar para ela durante mais tempo...

É possível.

- Esse poderia ser Quantrill. - Uma bandeira negra...

É ele.

Mais rápido! Optemos por uma ação dilatória.

A cavalaria não tem nenhuma possibilidade.

Pretendem cortar nosso caminho.

- Perdemos dois homens. - Enterre-os.

Endireitem esta diligência.

Meu nome é Quantrill e esta é minha mulher, Kate.

Eu sou Penetre Younger.

Você e esta mulher acertaram um soldado que fugia.

Bonito tiro, não?

Assassinato a sangue frio, isso sim.

Isso é a guerra.

Segundo meu marido, deve matar o inimigo ou ele nos matará.

Espero isso.

Parece idiota.

- É de idiotas odiar o assassinato? - Tem caráter.

Arrumado que seus beijos sempre são distintos.

Deixe-a.

É o menos indicado para me dizer isso.

Vamos para Border City à negócios, os prazeres podem esperar.

Muito bem, vou esperar.

Dingus foi ferido.

- Esta mau? - Não.

Pode montar a cavalo? - Sim.

- Ele deve ir na diligência. - Posso montar.

Você para a cidade na diligência com a senhora.

- Mas posso montar meu cavalo. - As mulheres te dão medo.

Não se pode dizer o mesmo de Penetre.

- Dingus vai aprender. - Suba na diligência.

Vão nos deixar ir para a cidade?

Lhes escoltaremos.

Como os soldados, mas com nós, correrão menos riscos.

Deixa isso.

Se não fizer isso, pode se infectar.

Ocupe-se de seus assuntos.

Já vi pessoas morrerem de infecção, ou tétanos...

- É mesmo? - Uma morte horrível.

Talvez você mereça uma morte assim.

O que é isso?

Segure isso.

Vai arder um pouco.

Se não fosse tão jovem, isso não me importaria.

- Que idade tem? - 22 anos.

Quieto com essas mãos! - Vejo que se já se barbeou.

- Que idade tem você? - Por que?

- Não sei com exatidão. - Parece elegante e asseada.

E muito moderna.

Obrigado. Deveria estar na escola.

Já tive minha dose.

- Deveria voltar. - Já tive o bastante.

Como se uniu ao Quantrill?

- O que tem isso? - Eu gostaria de saber.

Não é muito interessante.

Não tem nenhuma razão para se unir a ele.

Ah não?

Gostaria de encontrar o seu pai enforcado e a sua mãe ferida?

E o seu irmão maior que seguiu-lhes a pista?

- Gostaria, né? - Quem fez isso?

Um bando de sujos cortadores de garganta no Kansas!

Jurei me vingar.

- E se uniu ao Quantrill? - Sim.

Ele não queria.

Pensava que eu era muito jovem. Mas ao final me aceitou.

E ainda não se vingou o suficiente?

Não quero pensar nisso.

Imagino que isso é o melhor que se pode fazer... Esquecer.

É difícil.

É jovem. Ainda tem uma oportunidade.

Uma oportunidade para que?

Para abandonar Quantrill e seu bando.

Para fazer o que?

Para poder viver até se transformar em um homem.

Sou um homem. E além disso, eu gosto de lutar.

- Se una ao exército. - Nós somos como um exército.

Quantrill é um assassino. - Ele me trata bem.

Quais são seus sonhos?

Sonhar é fácil.

Qual é seu maior sonho?

- É uma tolice. - Me diga, por favor.

- Você vai rir. - Não, e não direi a ninguém.

Sonho com um lugar para mim. Um rancho cheio de animais.

E já está?

E uma moça... ruiva, possivelmente.

Uma moça muito asseada e muito moderna.

E ela vai querer se casar com um foragido?

Eu não serei um.

Continue assim e será um foragido até que morra.

Isso dizem.

E não haverá rancho, nem moça ruiva. Nada!

Pode ser que tenha razão.

Pense nisso.

Pensarei.

Quantrill outra vez.

- Que venha a meu escritório. - Sim, senhora.

vá dizer a ele.

- Uma garota nova! - Deve saber se mover.

Isso quando ela queira. - Ela conhece jogos porcos?

Cuidado com a língua.

Esta senhora veio ver seu irmão.

- Como o seu irmão se chama? - Bill Maris.

Você é a irmã do Bitteroot Bill?

Se for a irmã do Bill, tem que merecer a pena!

Eu disse para se calar.

É um autêntico exemplar da alta sociedade.

- Então... deixem-na passar. - Quem acha que é? Jesse James?

Sim, é ele, senhor.

- Quer você dizer que ele é...? - Jesse James, meu irmão.

Se ele fizesse uma marca em sua arma

por cada homem que matou, teria 22.

pensei muito no que você há disse...

- durante todo o trajeto. - Jesse James!

E acho que já é muito tarde.

Eu fico nervoso e não paro... Como faz a um momento.

E nunca tiro a arma sem dispará-la.

Eu lhe acompanho.

Esta garota veio ver o Bill Maris.

Dezoito...

Tem visita, Bill.

Jovem e carinhosa... Mas quem disse que preciso de outra garota?

Cuide do negócio...

mas deve ser muito educada com o chefe.

E o chefe, sou eu.

Dessa forma vá receber a sua irmã!

Sal!

Querida, é você mesmo?

Se eu soubesse...

A última vez que te vi, te ensinei a atirar e a caçar.

A última vez que eu te vi, você era um homem.

Sempre fui, Sal.

Sua última carta estava cheia de promessas.

Isso faz dois anos.

Devia ter vendido o saloon, ido administrar um modesto hotel...

fosse ser uma pessoa honesta e decente.

Já falaremos disso. Vou encontrar um lugar para você.

- Acredita que me vou alojar aqui? - Não seja tola.

Apesar das aparências, este é o melhor alojamento da cidade...

e o único para uma senhora.

- John Pablo... - Sim, senhor.

- O melhor quarto para minha irmã. - E seus objetos pessoais?

Ponha-os no corredor.

lhe siga. Volto em um momento.

Vamos. Tudo ficará bem.

É uma boa garota.

Por aqui, senhorita.

- Pablo? - Sim, senhorita?

- Quem é esta mulher? - Ela era cantora aqui.

É ela a mulher com a que meu irmão ia se casar?

Sim, mas ela se foi faz dois anos.

Quantrill a levou, porque sim. Lhe arranhava e gritava.

- Quantrill? - Sim.

Nosso velho amigo, Bill Maris, homem de negócios.

Não saque, senhor.

Te persegui com 60 homens.

- Seus cavalos deviam ser lentos. - Você mudou, Bill.

Envelheceu dez anos em dois.

Não nos parabeniza pelo nosso casamento?

Você é... sua mulher?

Sua doce alma gêmea.

- Espero que seja muito feliz. - Sim... sou muito feliz.

E o dia no que ele te seqüestrou, foi feliz?

Eu gosto dos homens autoritários.

Se tiver algo que dizer, diga, para acabarmos com isto.

Algumas palavras que não tive tempo de pronunciar da outra vez.

Vamos te ouvir.

Adeus, Kate.

Pablo, toca "Toda minha vida".

O que é o que quer? te contagiar?

É minha canção preferida. Antes você gostava.

Às vezes, é a mulher mais lhe apaixonem que existe.

Mas nunca um homem será tão cruel como uma mulher.

Não quer que eu cante?

Vamos, cante. Deixe-os loucos pois isso é o que quer.

Vamos, venha, Pablo.

Mulheres...

Quando ele sorri, o sol brilha.

Quando ele está ali,

meu coração não palpita.

Meus ouvidos amam sua voz

e lhes faz cócegas.

E a carícia de sua mão

Que emocionante!

Toda minha vida

esperei por você.

Você, é tão maravilhoso.

Enfim posso viver

toda minha vida.

Todo meu amor

é por ter te esperado.

Meu mundo é maravilhoso

agora eu te ofereço

todo meu amor.

Encontrei o paraíso

estava tão perto de mim

que tive medo de vê-lo.

É você quem eu amo.

Diante de você, mostro

no que um coração pode acreditar.

Toda minha vida.

Vamos dar uma volta? Cada dia, cada noite...

durante dois anos sofrendo!

- E a esperança que subsiste. - Esqueça a Kate. Tem a sua irmã.

Uma esperança completamente louca.

Não basta zombar de mim, tem cavar minha sepultura.

Ela se engana. vai conhecer o sofrimento que suportei.

Mas será muito mais rápido...

Não...

Vou atravessar seu coração hipócrita!

Ninguém vai me deter, nem mesmo você.

Não faça isso, Bill. Não, Bill!

Pelos cabelos.

Ele procura problemas toda vez que bebe.

A partir de agora, não vai beber mais.

Está contente?

Eu não queria isso.

Algum dia poderia fazer isso comigo.

Não, eu nunca farei isso.

- Ouvi tiros. - Uma briga.

Quem foi? - Seu irmão.

Ele morreu, Srta. Maris.

Turma de assassinos! Quem o matou?

Fui eu.

- Vão chamar o xerife. - Não há xerife em Border City.

Quero que este homem seja detido! Não há leis aqui?

A lei é Delilah Courtney. E não se importa com os tiros.

- Deveria explicar-lhe - Agi em legítima defesa.

Seu irmão tentou me matar. Ele o impediu.

Pena que não tenha conseguido.

Meu irmão me escreveu sobre você.

Você, é a mulher da sua vida.

Assassina de merda!

Com isto, ultrapassou sua cota de problemas.

- Vou estourar os seus miolos. - Vamos. Você precisa se acalmar.

Voltaremos a nos ver, querida. Eu adoro seu caráter.

Senhora, o saloon é dele. Que tal se oferecermos uma rodada?

Não, nada de bebidas. Peço para todos irem embora.

Por que faz isso?

Este estabelecimento está fechado.

- Durante quanto tempo? - Para sempre!

- Você não pode fazer isso. - É o único bar bom.

- Bill não teria fechado. - Nós a impediremos.

A senhora pediu para todo mundo sair.

- E o que vai acontecer conosco? - Vão encontrar outro emprego.

Portanto, estamos despedidas.

Vou te dar um conselho: pegue a próxima diligência.

Esta cidade é muito dura com os encaixes e as cintas.

Saia!

- Não deixará de ter inimigos. - Vou ficar em Border City.

- Então, fico com você. - Como?

Como eu matei o seu irmão, devo protegê-la, cuidar de você.

Que cara dura! Faz isso de propósito!

Estou moralmente comprometido...

Então saída ou te matarei como você matou o meu irmão.

Com uma mecha de cabelo?

Encontrarei um revólver. Pablo?

- Pegue este. - Não acha que sou capaz?

Estou esperando.

Isso não será legítima defesa.

Para esta mulher isso foi uma briga banal.

Por que não atira?

Atira a muito tempo?

Então? Ainda preciso de um homem forte para me proteger?

Sim, ainda acho que sim.

Estou te esperando a 3 hs.

Demorei 3 horas para chegar.

Não precisa se sentar.

- Parece furiosa. - E sério.

O chumbo continua dando benefícios? - Isso não te interessa.

Esperava enriquecê-la. Troco ouro yankee por chumbo.

Para que você cometa suas matanças como em Kansas?

É obvio que não.

E por que queria saber?

Agora sou prefeita e adotei a neutralidade.

Eu sou neutro. Não dei um tiro. Ninguém se queixou que mim.

Então, é você neutro? matou 5 Yankees no caminho.

- Eles repartiram as cartas. - Você as tinha todas na mão.

Quatro contra um! Você não é neutro e nunca foi.

Quero que abandonem a cidade em um prazo de 24 horas.

Se não, nos jogará pessoalmente?

Se não, deixarei que o exército do norte cuide disso.

Há uma guarnição a alguns quilômetros daqui...

Eles sonham por as mãos em você.

Sobre tudo depois de hoje.

Vamos, fora daqui.

O que eu gosto de você, Delilah, é que você não arranha...

...você golpeia.

Aí vem ela.

Você é a Srta. Courtney?

John Pablo te aconselhou a vir para encontrar trabalho?

- Sim, estou aqui para isso. Eu... - Não há nenhum posto vago.

Sabe você onde posso encontrar trabalho?

Como crupier?

Não, eu quero um trabalho digno.

Quer você comprar um bar?

Não tenho nenhuma razão para isso.

Ah, não?

Viram você chegar com o bando do Quantrill. E ele...

Não tive escolha.

E o que me diz de você e Jesse James na diligência?

Eu não sabia quem era. E além disso, é apenas um menino.

Que espera de nós?

Quero um trabalho digno. Há alguma escola na cidade?

Quer você ensinar?

- Acredito que estou qualificada. - Não para meus filhos!

Nem para o meu! - Você nem sequer é casada.

você pode se dar melhor no Border City.

- E nós a rechaçamos... - Porque Bill tinha um saloon?

Vimos os homens a olhando!

Eu sou tão respeitável como todas vocês.

Eu não era responsável pelo meu irmão.

E não julgo precipitadamente a os estrangeiros nem

às mulheres bonitas.

- Além disso,... - Até mais tarde, querido

FECHADO

- E no Joplin? - Reina a ordem.

Não há nada que odeie mais.

Lá é impossível ganhar um dólar desonesto.

É preciso uma cidade aberta, na fronteira.

Ora, ora... aqui está a garota bonita chorando como uma Madalena.

Sinto muito. Não pense mais nisso.

- Onde vocês irão? - A outra cidade. Temos que comer.

Poderiam ficar. Vou vender o saloon.

Talvez o comprador fique com vocês.

E você? Volta para Michigan?

Irei quando tiver o dinheiro da venda.

Isso corre perigo de demorar um tempo.

- Por que? - Também herdou algumas dívidas.

Que dívidas?

Seu irmão... jogava, senhorita. A má sorte...

- Quanto ele devia? - Duas vezes o preço do saloon.

Saia daqui antes de que os rapazes cheguem com seus recibos.

Nem sequer tenho dinheiro para pagar uma passagem de diligência.

Bem vinda a Pobrelandia.

- Tomamos um de despedida? - Sim, vou precisar.

Poderia vir conosco, mas você não gostaria.

- O caminho é difícil. - E longo também.

Pelo final da boa vida.

- Deveríamos poder fazer algo. - Sim.

Uma de minhas amigas o fez... com uma velha navalha de barbear.

Por que não volta a abrir o saloon? Dá benefícios.

- Ela não teria coragem. - Ah, não?

- Vamos reabrir. - E quem vai administrar?

Eu.

- Pensa em servir leite? - Cale a boca Jenny.

- Fala sério? - É obvio.

Recuperaram o seu batalho.

Demorei meia hora para fazer minhas malas.

Desfaça... e recoloca os souvenirs.

Trabalharei duro para eliminar as dívidas.

Acredita que tem o estilo que precisa no saloon?

O que me falta, além de um vestido arrumado?

Se você soubesse...

Batom vermelho permanente, pós que não temam as lágrimas,

uma voz rouca e um grande "Olá!".

Olá! Entrem, entrem. O saloon é seu, senhores.

Caramba!

- O que tenta demonstrar? - O saloon está fechado para você.

Encontre um louco que me jogue na rua.

Então... o que aconteceu aqui?

Já viu, não?

E como se chama uma gerente de saloon?

- Uma rainha de saloon. - Essa é sua ambição?

- Que tal estou? - Fatal.

- E fechará de novo. - É obvio que não.

Proteger uma garota boa, sim... mas uma gerente de saloon!

É por você que temo.

Uma garota que confunde um lanche com uma bebedeira.

- Tem medo de se dar mal. - É você quem se unirá a...

Pela última vez: não preciso que me proteja.

Muito bem, deixo de fazer isso. Está sozinha.

Muito obrigado.

Horton?

Adeus, rainha.

- O que aconteceu? - Quantrill.

O que quer? - Chumbo.

Não.

Ontem falei com sua chefe. Me deu 24 horas para sair daqui.

- Não resta muito tempo. - Uma hora.

- Tentarei ficar outras doze horas. - Com certeza é o que faremos.

Ela pode chamar o exército em caso de urgência, não?

Ela sabe que seu capataz vende chumbo aos yankees do Sul?

As minas do Sul estão vazias. As contas estão equilibradas.

E sabe ela quem é o capitão no exército sudeste?

Começamos de novo. O que quer?

Chumbo.

E você vai me vender.

...por ouro yankee.

- É obvio que não. - A dois anos não disse não.

Naquela época, foram considerados como aliados do Sul.

- Hoje não? - O general Lee renegou vocês.

utilizou nossa causa para cometer atrocidades.

Continue falando... e será a próxima vítima.

Não será porque vai vender chumbo.

Já não fazem parte dos Confederados e nunca fizeram.

Quer um pouco de chumbo na cabeça?

Deve permanecer com vida.

- Ele vai obedecer. - Engana-se, Quantrill.

Se os Yankees souberem que é um espião, será fuzilado.

Se as pessoas daqui souberem, será executado.

Mude de idéia, ou os Yankees e os cidadãos vão saber.

Chantagem, não?

Exato. Descobriu o bolo.

Ou aceita... ou é um homem morto.

Quando teremos nosso chumbo?

Me dêem tempo para me organizar.

Materei vocês informados.

Não confio nele. É um autêntico soldado.

Leva a bandeira do sul na cabeça.

Não se preocupem. Teremos o chumbo.

Então, vamos celebrar no saloon.

Penetre não consegue tirar o pote da moça.

- Que o faça. - Dingus está caprichado.

Não, mas eu sei que ela é muito boa para Penetre.

Não te amarre. É uma garota de saloon, não merece a pena.

- Eu era uma garota de saloon. - Precisamente por isso.

Calma, Younger.

Não esqueça que Kate é minha mulher.

Quando eu me for daqui, terei uma mulher.

E será como você fez.

Olá! Senhor e Sra. Quantrill...

Ora, ora... olhe esta mariposa de bar.

Está com ciúmes?

Eu não ficaria mau nesse vestido.

Os homens de Border City estarão contentes esta noite.

Não por muito tempo.

Olá, linda.

A bebida é boa e o jogo honesto. Entre e se divirtam.

Prefiro ficar aqui.

Certo, fique aqui.

Um minuto mariposa. Não tão rápido.

Terá que se acostumar comigo.

Verdade? E a que devo a honra?

Porque tem os lábios mais apetitosos daqui.

- Vendemos apenas bebida. - Os beijos, eu os roubo.

Minhas mãos podem ficar nervosas.

Deveria ficar fora disto.

Deveria ir beber com os outros.

Não esqueça o eu te disse, boneca.

vamos nos ver muito.

Rapazes, vamos batizar este lugar.

Há muitas luzes.

- Não precisava me esbofetear. - Só queria se divertir.

O que aconteceu? Esta nervosa desde que voltou.

Ela me olha como se eu fosse culpada pela morte do seu irmão.

Moça. Aceita sua culpa.

Lamento que você esteja aqui.

Não posso fazer nada.

Diria-lhe o que me disse na diligência.

- Você poderia deixar o Quantrill. - É impossível.

Uma garota que começa em um salão jamais se arruma.

Soa estranho, ouvir isso de quem tentei salvar

de uma vida dissoluta.

- Hoje os papéis se inverteram. - Não tenho outra escolha.

- Meu irmão tinha... - Então me prometa uma coisa.

Não se aproxime da Kate Quantrill. Ela te odeia.

E tem o gatilho fácil. É uma assassina.

Tem mais a sangue frio que um homem.

Tomarei cuidado.

Ao menor pretexto, tentará matá-la.

Me lembrarei disso.

Você é minha amiga. Não quero que te aconteça nada.

Por isso te digo isso.

Escutem todos!

Zed tem notícias.

As tropas confederadas estão acampadas a 1,5 Km. da cidade.

- Parece que preparam algo. - Tem certeza?

- Fazer dar a volta aos Ianques... - E nós, então?

Os Ianques por aqui, os sulistas pelo outro lado.

- Tenho algo lhe dizer. - Não ouviu a notícia?

À saúde do Sul!

Se arrisca a ter problemas. Há ianques e sulistas aqui.

Séria melhor ir, mas vamos nos acalmar.

Ao menor incidente, o salão será uma casa de loucos.

John Pablo, depois desta notícia, vamos interpretar "Dixie".

- É obvio que não. - Eu exijo.

Canto "Battle Hymn of the Republic",

e dedicaremos ao Lincoln.

E vou cantar "Dixie" e dedicarei ao presidente Davis.

- Nenhuma das duas. - Ninguém te pediu nada.

Você quer provocar um motim. E não fará isso.

Cantarei Dixie com ou sem piano.

Quer provocar uma briga? Quero que saia daqui.

Como quiser...

Isto é melhor que a guerra entre o Norte e o Sul.

Sua futura mulher é uma leoa brava.

Né! Eu sou neutro!

Quebre os dentes dela, senhora!

Não saiu muito bem, Kate.

De pé!

O que está acontecendo?

Kate soube dos confederados e quis cantar Dixie.

Imagine a briga. Sal não quer que isto aconteça.

Era isso que eu temia.

Jogue-a para fora, Sal! Vamos, fora!

Acredito que não precisa de mim.

- Eu não teria feito melhor. - Quantrill!

- As 24 horas se passaram. - Meu relógio parou.

Então levante-a e montem rápido.

- Kate vai querer se vingar. - Não voltará tão logo.

Você não a conhece. Seja prudente.

O bar está fechado. É tudo por hoje, senhores.

Não a contradiremos desta vez.

Ninguém quer ter relação com uma leoa.

Já estou brigando como uma garota da rua.

Ela queria que corresse sangue.

Você salvou algumas vidas.

Vamos, Sal.

Pois bem, olhe aqui...

- Como nova. - Sinto que mudei.

Foi a melhor rixa entre mulheres que tinha visto. Sabe fazer, né.

Bonita, estou orgulhosa de você.

O bonitão que a gente saia. Podemos te deixar?

- Me disse que sabia quem era. - Parece que ele também.

- Se algo acontecer, grite. - Não vai acontecer nada.

Como pode estar segura disso?

Já está, sou uma presa agora? É isso?

Não, o caso é que a encontro muito bela.

- Você quer me abraçar, imagino. - É possível.

Desculpe-me, sou dura.

Isto vai dar trabalho, não?

Um sorriso fingido na direção adequada.

Devo-lhe uma desculpa... A respeito do meu irmão.

Fiquei sabendo da verdade.

- Fui injusta... - Não é nada.

- Fui teimosa como uma mula. - Estava nervosa.

É verdade Preciso da sua ajuda.

Poderíamos chegar a um acordo, uma colaboração.

Você poderia vigiar o salão e cuidar dos briguentos.

Você tem a energia que faz falta.

O que aconteceu?

Acabo de perder a chance mais bela de minha vida.

Não quer?

Devo deixar Border City. Já deveria ter ido.

- Cada segundo é perigoso. - Por que?

Vamos descer, o salão está vazio.

- As paredes têm ouvidos. - Tem problemas?

Se eu me for, não.

Na sobreloja, estaremos tranqüilos.

Posso confiar em você, Sal?

Por causa do Quantrill, não posso ficar aqui.

Quantrill?

Sou um oficial do exército confederado.

Nossas minas de chumbo estão esgotadas há dois anos.

Fui admitido como capataz nas minas do Missouri.

- Passava chumbo ao meu exército. - É um sulista?

Esta tarde, Quantrill ameaçou me denunciar.

Mas seria linchado, como espião...

Disse a minhas tropas para avançarem.

Amanhã, os conduzirei às minas.

Estão me esperando. Não vão se mover sem mim.

Poderia chegar lá em umas horas.

Por que voltou? As pessoas de Border City...

Por que acha que voltei?

Acredito que sei.

Você queria me dizer adeus.

A levaria, se pudesse.

A idéia de deixá-la aqui com estes golfos e estes bêbados...

Todo vai ficar bem.

Vou te esperar.

Se tomarmos a cidade, isso será logo.

- E se não? - Nos veremos depois da guerra.

- E se você morrer? - Não vou morrer.

Não suportaria se você não voltasse.

Se os ianques vierem aqui, não lhes diga nada,

eu não suportaria.

E que me firam se for necessário, mas não muito grave.

Não fale assim, Lance.

Se apresse, deve reencontrar as suas tropas.

Sabe de uma coisa? Não está mal para um ianque.

Tampouco você esta mau, para uma sulista.

Até mais tarde, querida.

adeus, Lance...

Pensava em partir?

- Absolutamente. - Este não é o seu cavalo?

Que esta selado e preparado para ir...

Estou seguro que não pensava ir sem se despedir de Quantrill.

Estou enganado Sr. Horton?

Não me diga que pretende voltar com seus homens, né?

Estão te esperando para que os leve.

Vão ter de esperar, capitão. Não esta próximo de ir lá.

Viemos pelo chumbo, não iremos sem ele.

Amanhã pela manhã, iremos às minas para pegar a carga.

- Os Confederados estarão lá. - Não, ainda te esperaram.

- Por que faria este trabalho? - Porque quer viver.

Esta me propondo um trato?

Chumbo carregado, e deixa a cidade conosco.

Depois te deixaremos encontrar a suas tropas.

E devo acreditar sua palavra?

Não tem escolha.

Façam com que ele se sente.

- Tenho um trabalho para amanhã. - Que tipo de trabalho?

- Quero matar um pombo. - Não será o meu.

- Deixo-lhe as plumas. - Acha que é um homem!

Atiro e monto a cavalo como um homem, não?

- Devo admitir que sim. - Então, cuide dos seus assuntos.

Um momento!

Devo ver a Srta. Maris, rápido.

- Está dormindo. - É brincadeira? Onde ela está?

- Vamos. Vou chamá-la. - Vou com você.

- Quem é? - Jesse James. Devo lhe falar.

Um minuto.

Entre.

- Está nova. - Veio para me dizer isso?

Kate Quantrill vem ver você.

- Alguma vez se dá por vencida? - Aparentemente, não.

Tem caráter.

E quando está furiosa, nada pode pará-la.

- Quer matá-la. - Vai vir aqui?

Está se esquentando no bar.

Todo mundo está esperando.

- Deveria se esconder. - Não diante dessa mulher.

- Pode lhe custar a cabeça. - Absolutamente.

- Você não tem... - Não, não tenho medo dela.

- Quer enfrentar ela? - É obvio.

- Já atirou alguma vez? - Uma vez.

Então me dê o prazer:

de armá-la tão bem como ela.

Chega de bebida. Já sabemos que caminho seguir hoje.

- Tenho um trabalho á fazer antes. - Ah, sim? O que?

- Já lhe disse: matar uma pomba. - Deixe-a.

- Te digo quando eu atirar? - Ela é uma mulher.

- E eu também. - Você pode perder.

Não me faça rir. É uma perdedora, uma recém chegada.

- Então, o que te preocupa? - Essa não sabe nem atirar.

Colocaria-lhe uma bala entre os olhos.

Pois eu me esconderia em um armário.

Espere que ela venha aqui.

Não, se um animal cheirar que você tem medo, ataca.

Deve ter razão.

Vamos à caça, não deixemos às bestas se aproximar.

Vamos procurar por ela.

Maris, a dona do salão está vindo para cá.

- Ah, sim? - Está armada.

- Melhor ainda. - Kate não tenha cuidado.

Muito bem rapazes, afastem-se.

Não podemos dizer que a Maris não tem coragem.

Vamos por isso sobre sua lápide: Tinha coragem.

- Espero que não lhe aconteça nada. - Sim, eu gostaria.

Vamos, acabe o trabalho!

E se comportava como uma mulher?

É muito covarde para me matar.

Nasceu mulher, mas é uma vergonha para nosso sexo.

E você que administra um salão, é um símbolo de virtude?

Deixe-a. Briga e fala melhor que você.

- E com certeza cozinha melhor. - Venha, vou cuidar disso.

- Temos trabalho antes de ir. - Jamais irei tão rápido.

- Querida, foi maravilhosa! - Me assustou.

Onde aprendeu a atirar?

Anderson?

- As carretas estão preparadas? - Sim, a 1,5 Km. daqui.

Pegue 5 homens as leve às minas. Nos reuniremos lá.

Vocês dois...

Ajude-a a subir no seu cavalo.

Bom, solte-o.

Vamos à mina e nada de truques.

Sem truques...

Parece que Quantrill abandonou a cidade.

Boa viagem!

- Porque Lance os acompanha? - Tem algo estranho.

- Algo muito estranho. - Será que se uniu ao Quantrill?

Logo vamos saber. Eu chamei os ianques.

O exercito da União?

Não posso deixar que os sulistas tomem minha mina.

Alto!

Sargento?

Pegue os seus homens e vá para o sul.

Me sigam.

Desembainhem!

- Voltaremos aqui? - Não.

- Sigam, logo lhes alcanço. - Onde vai?

Tenho que fazer algo. Com meu irmão, são 2 minutos.

Não perca tempo.

Venha, Jim.

- Ela virá conosco? - Veremos.

- Eu não gosto disso. - Faremos uma brincadeira.

Tire a minha arma.

Horton escapou!

- Tire suas patas de cima de mim! - Vou me divertir te levantando.

Solte-a, Younger!

Que esses imbecis saiam daí.

O que é isto?

- É ali, capitão. - Toque carga de ataque!

- Os ianques! - Nos ocupamos deles?

Vamos esperar que Younger saia. Dispersem!

Os ianques!

Voltarei para te buscar, boneca.

Glenda!

Pablo!

- O que aconteceu? - Rápido, precisa de atenção.

Parece uma guerra.

O que aconteceu?

Lance foi ferido. Me ajude a subi-lo.

Leve ele para o meu quarto.

Por aqui! Vamos, rapazes!

Primeira seção, me sigam.

Um cavalo! Preciso de um cavalo.

- É muito tarde. - Impossível.

- Os tiros pararam. - Quantrill fugiu.

Eu o alcançarei.

Se os ianques me encontrarem, estou perdida.

Sabem quem eu sou, sendo mulher ou não, vão me matar.

Mas se você falar, antes matarão o Lance.

Agora, suba e se esconda.

- Pegaram eles? - Alguns.

- Os outros fugiram para o sul. - E Quantrill?

Fugiu assim como, James e Younger.

Chegaram bem a tempo. Horton estava com o Quantrill.

Que ele fazia com o Quantrill?

Pensei nisso.

Acredito que ia forçado porque fugiu.

E atiraram nele.

- Onde ele está? - No Lead Dollar.

- Vou falar com ele. - Há alguém mais.

Ah, quem?

Gostaria de pegar a Kate Quantrill?

- Não deixe ninguém sair. - E se quiserem entrar?

O bar está fechado e isso vale para todos.

- Procuro Lance Horton. - Está ferido gravemente.

Me diga onde ele está!

Venha, sargento.

Procurem em todos os quartos.

Horton vai viver?

- Precisa de um médico. - Está muito ocupado atualmente.

Façam ele vir.

- Dizem que estava com o Quantrill. - Sob ameaça.

É o que pensei. Quero lhe interrogar.

- Não está bem para isso. - Muito bem.

Então me traga a Kate.

A sanguinária senhora Quantrill.

Se estiver aqui, seus homens a encontrarão.

Está tentando me impedir?

- Não sou você. - Sabemos que está aqui.

Você está escondendo ela.

Por que iria fazer isso?

- Você é Sal Maris? - Sim, sou.

Então não se porque. Ela queria te matar, não?

- Você se adiantou. - Pura sorte.

Nenhum fugitivo, capitão.

- Não? - São todas mulheres.

- Quantas são? - Quatro, sem contar esta.

Se tentar cobrir a Kate Quantrill, terá problemas.

Sérios problemas. nos acompanhe para baixo.

Quem é, você a quem quero tanto?

Em qualquer lugar que vá, o farei

O farei

É estranho

É como se

perdesse toda visão

Um anjo respira em meus braços

Abro os olhos e vejo o que te quero

Que te quero

É bonito

É novo

Um anjo acaricia minha pele

Me sinto como a lua nova

Alta como a maré na noite

Na noite

Canto às nuvens

Uma canção de amor

E meu coração sai de sua jaula

Porta das asas, asas de veludo

É estranho

É doce

Ter um anjo perto de você

Um anjo toca minha bochecha

Sargento!

Sim, capitão.

Cabo!

Garotas, olhem este bonito capitão ianque.

Nos perguntávamos quando chegaria à cidade.

A situação será mais agradável.

- Como você se chama? - O que isso importa.

Procuro Kate Quantrill.

- Onde ela está? - Como vou saber!

Aquela que eu ajudei na rua?

- A ajudou a entrar? - Ela subiu.

Saiu por trás. Um cavalo a esperava.

- Foi a galope. - Estão seguras disso?

- Usava calças e uma arma. - É ela.

Vão atrás dela.

Capitão, já vai?

- Poderíamos nos conhecer. - Devo pegar a Kate.

Não pode esquecer isso. Faça como se eu fosse a Kate.

- Voltarei. - Faça isso logo.

- Vou te esperar aqui. - Já deve ter fugido.

Então, poderia tomar seu lugar.

Pode se dizer, tem talento.

Agora tem chances de deixar a cidade.

Não consigo te entender. Poderia ter me matado esta manhã.

- E o que teria conseguido? - Louvores.

E uma consciência pesada.

E me salvou dos ianques.

- Tenho razões para isso. - O homem que está lá encima.

Mas me matando, teria sido mais fácil me fazer calar.

- Não funciona assim. - É o que não entendo.

Jamais encontrou alguém de bem?

Uma vez, fazem dois anos.

Seu irmão.

Então o Quantrill veio e me arrancar de seus braços.

No princípio o combati. Tentei escapar.

E mais tarde, fiquei como ele.

Cheia de vingança e de ódio, desconfiava de tudo e de todos.

E durante todo este tempo...

era o Quantrill quem eu odiava pelo o que tinha me feito.

Então, voltei minha cólera contra o mundo.

Saúde o despertar da antiga Kitty McCoy, a cantora.

Dois anos muito tarde.

Dois séculos e um coração que se extingue muito tarde.

Os humanos não aprendem jamais?

Acabou com o Quantrill?

Contudo... Com todo o passado.

Sabe do que eu gostaria?

Não mereço e sem dúvida jamais o terei.

Eu gostaria uma nova chance.

Um lugar onde cantar em um salão de Nova Orleans.

Nasci lá.

Essa boa e velha cidade, calorosa e encantadora.

Suponho que nem você, nem ninguém poderá me perdoar.

Obrigado.

Sente-se melhor?

- Isto poderia ser pior. - Tem balas no corpo.

- Vai ter de ser operado. - Difícil de organizar.

- Pablo, pode nos deixar? - Sim, senhorita.

Devemos te tirar do Border City. Corre perigo aqui.

- Não sairei daqui. - Não diga isto.

Devem pegar alguns homens do Quantrill.

Se sobreviverem, vão falar.

Ainda mais se puderem escapar da pena de morte.

Há, pois, temos que te tirar daqui.

Seria preciso um milagre. E há penúria de milagres.

Isso é tolice.

Tem algo mais importante.

Em meu casaco. No forro.

Na manga esquerda.

- O que é isso? - O acesso às minas de chumbo.

Tudo está aí.

Minhas tropas o esperam para se mover.

Encontre alguém que vá até lá.

Preciso encontrar alguém. Faz falta...

Os ianques estão de volta. Não foram muito longe.

- O que eles querem? - Deter lance Horton.

Pegaram um dos homens do Quantrill, e ele falou.

Só há os soldados. Metade da cidade está lá.

Querem um linchamento. Lance quebrou a neutralidade.

Verdadeiramente subiram. E com o Delilah Courtney...

Vão executá-lo para preservar a neutralidade da cidade.

Espere! Poderiam te reconhecer. Fique aqui.

- É verdade. - Esteja atenta.

- Isto é um estorvo. - Sinto, mas devo varrer.

Sargento? Desocupe a escada.

Dois de vocês.

Limpem a escada.

Lance, me escute.

Esteja onde esteja, te amo.

Te amo pelo que é e por tudo.

Porque quis me ajudar e...

acredito que tenho de retribuir.

Qualquer que seja o preço, isto vale a pena.

Esse é o verdadeiro milagre, querido.

O milagre do amor.

- Tente levar o Lance aos Sulistas. - Farei isso.

Lance esta mortalmente ferido.

Ferido ou não, vamos até lá.

Se for um espião, a coisa volta ao comitê de neutralidade.

Saberemos o que fazer com ele.

Pode detê-lo. Se for um espião, não o quero.

Por fim umas palavras sensatas.

- Não tão depressa! - Detenham-na!

- Me solte. - Ninguém pode sair.

Me dê isso!

Capitão, isto vai te interessar.

- É o espião a quem quero. - Não tem espião lá encima.

Você não pode me pegar por causa do meu irmão.

O que o seu irmão fez?

Segundo este papel, era um espião dos confederados.

E fez isso diante do meu nariz!

O que é esta carta?

São minhas minas do Norte.

Escute.

" Ao comandante das forças sulistas.

Aqui está o que você quer.

Os ianques suspeitam de Lance Horton.

vão fuzilar um inocente.

Estes selvagens obstinados... "

Isto não é por vocês, né?

"Estes selvagens obstinados...

não suspeitam que continuei o trabalho de espião do meu irmão."

Está assinada pela Sal Maris.

Uma espiã sulista e tem o descaramento

de nos tratar de selvagens!

O problema é que quase linchamos um inocente.

- Prendam esta mulher. - Um momento.

Isto não lhe diz respeito.

Tenho a missão de manter a neutralidade em Border City.

Os que não eram foram enforcados.

Sal Maris não será uma exceção. Levem-na.

- Deve impedir. - Isto não é assunto meu.

- Mas é apenas uma mulher! - E sou um selvagem obstinado.

No que pensa, sargento?

Digo-me que tem uma boa cabeça de mula.

O que fazemos?

Preciso de alguém confiável e uma diligência.

- Jenny, vá chamar o Pete. - Venha comigo.

- Não deixe fazerem isso, capitão. - Comporte-se.

Linchar uma mulher... não há nada mais bárbaro.

Não respeitou nossa neutralidade.

- Mas é muito jovem. - Isso não muda nada.

E você, cale-se!

Bando de imbecis!

- Sal Maris não é uma espiã. - Por favor, não!

Calma. Lance está com os sulistas. Eles vão cuidar dele.

Do que está falando?

Sal escreveu o bilhete para desviar as suspeitas.

Queria protegê-lo.

- É um capitão sulista. - Como sabe?

Isto vai ser um choque para você, capitão.

Meu nome é Kate Quantrill.

Pegue três homens e me siga.

Bando de imbecis!

Olhe o que estiveram a ponto de fazer.

- Você forma parte da bando. - Esta nobre mulher.

Esta nobre mulher, disposta a dar sua vida por um homem.

Um simples mortal.

Quase linchada por aqueles o que se dizem homens!

Tire ela daí e a libere.

Sal, querida... Venha conosco.

Se continuarmos, chegaremos até os sulistas.

Muito perigo...

Sargento, acredito que quanto menos se fale disto, melhor.

- Sim, mas... - O que?

Ela cantava bem.

Olá! Vim tem parabeniza.

Bastou lhe um pouco mais de um mês para saldar as dívidas.

Você mandava os clientes. Isto tinha que acontecer.

São homens... fáceis de orientar.

- Tome um copo. O que quer? - Jamais bebo.

Notícias do Kate Quantrill?

Está cantando em Nova Orleans com o nome de Kitty McCoy.

Lance Horton está na cidade.

Mas é impossível.

Lance!

Que desaforo vir aqui de uniforme! Quer que te enforquem?

- Você sabe que a cidade é neutra. - Todo o país é neutro.

A guerra acabou ontem em Richmond.

Quem ganhou?

Ninguém, só deixamos de lutar.

A guerra acabou!

Carl, pegue uma tocha e queime a árvore de enforcar.

Estamos um pouco estreitos.

Tem uma multidão no norte, vamos para o sul.

Querido, o sul isso me dá idéias...

Taberneiro! Uma bebida!

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