Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Calma.
- Est� bem? - Tem alguma coisa aqui.
Oscar de la Vall�e, 1815.
Cortem as correntes.
Vamos voltar a enterr�-lo do outro lado de cemit�rio.
Logo mais, � noite.
E a urna?
- Coloque-a no meu carro. - Espere, Monsenhor.
"Querido Michael, hoje encontramos uma coisa alarmante
� sa�da do cemit�rio.
Envio-te esta urna para que possas examinar o seu conte�do.
Entendes mais de magia e ci�ncias esot�ricas do que eu.
E espero que possas negar aquilo que receio."
Roma, Museu de Artes Antigas
- Sarah, viu o Michael? - H� horas.
- Foi com Paul ao m�dico. - Pois �.
N�o sabia porque � que ele n�o atendia o celular.
- Venha ver uma coisa. - O qu�?
Deixe-me mostrar. Vem comigo.
- O que �? - Vem, eu te mostro.
Sei que � tarde, mas precisa ver isto.
- S�rio? - Sim.
- N�o me deixe ansiosa, o que �? - Est� bem, � uma urna.
- S�rio? - Sim.
- De onde veio? - De Viterbo.
O Monsenhor Brusca a enviou.
Encontraram-na com um caix�o enterrado em 1815.
- N�o � um espet�culo? - Nunca vi nada assim.
Eu sei.
O celular do Michael continua desligado.
Acha que arriscamos abri-la sem ele?
- N�o me pergunte. - Pois...
Vamos abri-la. Eu n�o toco na carta.
- Est� bem. - Vamos l�.
- Quer ajuda? - Acho que n�o � preciso.
- Raios! - Est� bem? O que foi?
Cortei-me. Vou ficar bem.
- Est� pronta? - Sim. Vamos l�.
- Assim? - Sim, � um pouco dura.
Pronto.
Cuidado.
Repare bem no punhal. Diga-me o que v�.
A disposi��o das gemas � uma t�cnica medieval, n�o �?
Muito bem. Provavelmente do s�c. XIII.
- Veja, tr�s est�tuas. - � assustador. Toma.
Pronto. H� mais, veja.
Est�o muito bem preservadas.
Repare nestas escrituras.
H� mais.
Isto � uma esp�cie de talism�.
- Consegue ler o que diz? - Assim no momento, n�o.
� uma l�ngua antiga.
Olha, vai buscar os dicion�rios de aramaico e mic�nico.
Ele vai querer que estudemos isto logo.
Obrigada.
Seera...Leraji...
Sabnack.
N�o, n�o!
Mater. Mater.
Foge agora. Foge!
Socorro! Ajudem-me!
Viu quatro pessoas e pela sua descri��o eram... "deformadas"?
N�o lhes vi as faces, mas andavam de um modo estranho.
- Como? - Era como se...
C�us, eles despeda�aram-na. O sangue, foi t�o...
Espere. Como � que se mexiam?
Andavam curvados. Mas s� os vi por uns segundos.
- Ent�o, eram 3 pessoas deformadas. - Sim, e um macaco.
- Um macaco? - Sim, que me perseguiu.
Muito bem.
Sarah.
O que faz exatamente no instituto, Sarah?
Estudo Restaura��o de Arte e Arqueologia.
Conseguiu catalogar as pe�as de arte antes de serem roubadas?
N�o, t�nhamos come�ado a examin�-las.
Contei-vos tudo o que sei. Posso ir para casa, por favor?
- Deixem-no entrar. - Sarah!
Est� bem?
- Michael, foi horr�vel. A Giselle... - Est� tudo bem. Estou aqui.
Sou Michael Pierce. Diretor do museu.
Sou Enzo Marchi. Chefio esta investiga��o.
�timo. Vou lev�-la para casa agora.
Claro, n�o h� problema. Obrigado.
Nem posso acreditar. Ouviu aquilo? Ela est� doida.
- Que grande detetive me saiu. - Claro.
Fique de olho nela.
Hoje posso ficar na sua casa? N�o quero ficar sozinha.
Claro que pode.
Est� um gelo l� fora.
- Posso acender a lareira? - Claro. Verei o Paul.
�timo. Ele continua dormindo.
Sinto muito. Esta noite aconteceu uma coisa muito estranha.
- At� tenho vergonha de falar disso. - O que foi?
Prometa que n�o vai pensar que estou maluca.
Prometo.
Fiquei presa l� dentro.
N�o conseguiria sair viva de l�. E depois...
- O qu�? - Esquece.
Vamos, conte-me.
Depois ouvi uma voz na minha cabe�a a dizer-me para fugir.
E depois... as portas abriram-se.
Estavam trancadas e abriram-se.
- Estava l� uma mulher tamb�m. - Pai?
Campe�o, o que faz acordado? Pensei que estava dormindo. Vem c�.
- Ol�, Paul. - Ol�, Sarah.
- Quer chocolate quente? - Sim.
- Posso ficar de p�? - Sim, pode.
Vamos escolher um livro e depois vai para a cama.
Qual deseja? Este?
J� te levo o chocolate quente. Vai para a cama. N�o demoro nada.
N�o consigo entender.
Porque tiveram de matar a Giselle? O que tinha a urna de t�o importante?
Pelo que me disse, podiam ser talism�s.
Amanh� de manh� vou falar com o Monsenhor Brusca.
- Talvez ele nos esclare�a. - Como o conheceu?
Bem, veio de Londres h� uns anos para uma palestra de espiritualismo.
� uma autoridade em misticismo e ci�ncias ocultas.
Ci�ncias? Acredita nessas tolices?
- No oculto? - Sim.
Talvez sim, talvez n�o.
- O que foi? - Estava a...
N�o acredita que h� for�as que n�o compreendemos?
N�o � isso.
Eu e voc� somos cientistas, acreditamos no que vemos e tocamos.
- O chocolate! - Viu? For�as...
Continuo ouvindo aquela voz a ecoar na minha cabe�a.
Acho que estou ficando maluca.
N�o est� nada, vem c�.
N�o est� ficando maluca, apenas precisa dormir.
Tente dormir.
Caos. Sangue. L�grimas. Mater!
- Bom dia, Padre. - Bom dia.
- Vim falar com o Monsenhor Brusca. - N�o o conhece, certo?
Ele teve um AVC um dia depois de encontrarmos o caix�o.
Ficou consciente alguns minutos antes de entrar em coma.
Sinto muito.
Sei que n�o � a melhor hora,
mas preciso saber o m�ximo poss�vel acerca da urna.
Ou�a, n�o sei porque algu�m havia de querer levar a urna.
S� sei que havia um nome no caix�o: Oscar de la Vall�e.
- Oscar de la Vall�e? - Sim.
Sabe quem ele era?
O Monsenhor pensou que era o homem que fazia parte duma hist�ria
que � popular em Aosta h� s�culos.
Muitas pessoas, incluindo eu, consideram-na apenas uma lenda.
Brusca n�o achava isso.
Foi por isso que enviou os objetos para si, para verifica��o.
Pode falar-me dessa hist�ria?
Em 1814, oper�rios que renovavam uma igreja c�ria em Aosta
descobriram uma urna.
Havia objetos dentro dela.
Incluindo um vestido que deve ter pertencido � �poca pag�.
Como diz a lenda, lobos vieram da floresta
na noite posterior � descoberta da urna.
Desenterraram corpos frescos e despeda�aram-nos.
O padre local decidiu enviar a urna para o Vaticano.
Oscar de la Vall�e ofereceu-se para entreg�-la.
Era um cavaleiro de sangue nobre. S� ele podia falar com o Papa.
Fez uma viagem m�.
Por onde ele passava, seguiam-se mortes e destrui��o.
Crian�as morriam. As colheitas ardiam.
Aldeias inteiras ficavam devastadas.
Muitas cidades recusavam-se a deixar Vall�e entrar.
As pessoas estavam em p�nico.
Quando ele chegou a Viterbo estava doente e cego.
A igreja acolheu-o. Morreu seis meses depois.
Talvez tenha sido a febre da mal�ria.
O seu corpo foi enterrado num lugar secreto.
A urna foi acorrentada ao seu caix�o e selada com crucifixos.
Ap�s a descoberta da urna o Monsenhor ficou diferente.
N�o dizia coisa com coisa.
Espere, espere.
Ele estava escrevendo isto quando teve o AVC.
Uma lista do que estava na urna.
- "Mater Lacrimarum". - Sim, Mater Lacrimarum.
O Monsenhor achava que a urna e o seu conte�do
eram m�gicos
e que pertenciam a uma bruxa mal�fica chamada Mater Lacrimarum.
A M�e das L�grimas.
Que pena. Era um homem brilhante.
Um professor maravilhoso.
Acabar os seus dias a acreditar nestes disparates...
Deve ter-lhe dito muitas vezes o mesmo que dizia a mim.
Os planos de Deus s�o para n�s um mist�rio, menos para Ele.
O Monsenhor Brusca escreveu isto por uma raz�o.
Podemos n�o compreend�-la, mas foi por uma raz�o.
Adeus, Padre.
- N�o, socorro! - Abra as pernas.
N�o, socorro!
Quieto!
Michael?
Tem algu�m em casa?
Michael?
Paul?
Michael, o que aconteceu?
- Levaram-no. - Quem?
A bab� saiu por uns minutos
e ao voltar encontrou isto.
"Se quer voltar a ver o seu filho fique em SILENTIUM".
"Silentium".
Michael, sinto muito. Sinto muito, querido.
Aqueles s�mbolos. S�o iguais aos que vi na urna.
Eu sei, s�o as mesmas pessoas.
Parece magia negra.
Magia negra? Quanto a isso n�o sei...
- Achas que � tudo coincid�ncia? - Eu n�o disse...
N�o seja t�o ing�nua. Giselle morreu, Brusca est� em coma
e agora levaram Paul.
Est� tudo relacionado com a urna e com aqueles talism�s.
Querem que eu pare de investigar, querem que fique calado.
Sobre o qu�? Que fique calado sobre o qu�?
Sobre as trevas. Re�nem-se em Roma, n�o viu?
Est� acontecendo. Vem comigo.
- Veja. - J� vou.
O que acha que � isto? Onde fica?
Uma epidemia de suic�dios. 52 em dois dias.
Veja, uma onda de viol�ncia espalha-se pela cidade.
Homic�dios, inc�ndios, raptos, vandalismo a igrejas.
Michael, est� me assustando. Sei de tudo isso.
Vou a Monteleone. L� est� o Padre Johannes.
E o que pode ele fazer para prevenir isto?
� um exorcista, um dos �ltimos confirmados pelo Vaticano.
N�o conhe�o ningu�m que saiba mais do oculto do que ele.
Ele pode ajudar-me a recuperar o Paul de uma forma que eles n�o detectem.
Michael, porque n�o tentamos a Pol�cia?
Nada de Pol�cia!
Viu como te olharam no museu? Acharam-na uma lun�tica.
Michael, eu gosto do Paul tanto como voc�,
mas n�o sei se esta � a melhor maneira de o ajudarmos.
Ele � meu filho, n�o seu!
Michael...
Raios. Tenha cuidado, raios!
- Irm�, veio para as celebra��es? - Claro!
- Com licen�a. - Vai para o Inferno!
Tr�s f�rias...
Tr�s destinos...
Tr�s gra�as...
Diana... As tr�s cabe�as.
A Tr�ade. Porque s�o sempre tr�s?
- Desculpe. Al�? - Sarah, sou eu, o Michael.
Michael, onde est�s?
- Ou�a, preciso mesmo da sua ajuda. - Claro que te ajudo.
- Diga-me o que fazer. - Voc� precisa...
Michael?
Michael! Est� a�? Michael?
Ajude-me, Sarah. Ajude-me...
Michael, ainda est� a�?
Michael?
Intercidades 506 proveniente de Mil�o Central chegando ao Bin�rio 16.
Vamos encontr�-la e tentem n�o dar muito na vista.
Eu sei, eu sei. Voc�s dois comigo.
Vamos por aqui. Mexam-se.
Somos a Pol�cia. N�o, n�o pode entrar.
Afaste-se, por favor. Obrigado.
Concentre-se.
Concentre-se!
N�o a ver�o.
N�o se preocupe. N�o a ver�o.
Perdemo-la.
O que foi?!
Desculpe, este comboio vai para onde?
Para Orte. Parte dentro de 30 minutos.
Esta � a caixa eletr�nica de Michael Pierce.
Deixe mensagem ap�s o sinal. Obrigado.
Michael, tive problemas. Vou para Monteleone. Adeus.
Posso ajud�-la?
Acho que ainda n�o percebeu, mas hoje � o seu �ltimo dia.
Desculpe, n�o entendo.
Minha nossa, o que vamos fazer?
Vai para o Inferno.
O comboio para Monteleone vai sair da linha nove.
Onde � que ela est�? Ali! Est� ali!
Sarah Mandy matou esta mulher porque ela viu a Sra. Mandy
atacando o Da Silva, simples assim.
Mandy pesa uns 59 quilos, no m�ximo.
Da Silva, paz � sua alma, era um gorila e estava armado.
N�o, este caso � mais complicado do que pensamos.
Pode afast�-los, por favor?
- Sim? - Ol�, sou Sarah Mandy.
Procuro um amigo meu. Michael Pierce.
- Ele veio falar com o Padre Johannes. - Lamento, ele n�o est�.
Como? Posso falar com o Padre Johannes? � muito importante.
Tem de voltar amanh�. Ele hoje n�o pode atend�-la.
Desculpe, mas � imposs�vel.
Por favor, diga-lhe que n�o lhe tomo muito tempo.
Por favor.
- Est� bem, entre. - Muito obrigada.
Parece que teve uma viagem complicada.
Sabia que tem o olhar da sua m�e?
� filha de Elisa Mandy, n�o �?
Sou Marta Colussi.
� igualzinha a ela.
Conheci a sua m�e h� muitos anos, na Alemanha.
Era uma professora maravilhosa. Aprendi muito com ela.
Era uma grande espiritualista. A melhor que conheci.
- A minha m�e era dan�arina. - E uma curandeira.
Uma bruxa branca, se preferir.
E parece que herdou alguns dos seus dons.
- Ou�a, senhora... - Marta.
Marta, seja quem voc� for,
n�o a conhe�o e n�o vim at� aqui falar com voc�.
Por favor, deixe-me em paz.
Como � que conseguiu escapar na esta��o?
Como � que... quem � voc�?
Elisa estava ajudando-a. Orientando-a, certo?
N�o sei, ouvi uma voz...
- Conheceu mesmo a minha m�e? - Muito bem.
N�o sabe muito sobre ela, n�o �?
N�o me recordo muito dos meus pais.
Era muito nova quando morreram num acidente.
O acidente de carro em Friburgo.
N�o, querida. Lamento, mas n�o foi o que aconteceu.
- Os seus pais foram assassinados. - O qu�?
Do que est� falando? Nunca ningu�m me disse isso.
O que est� dizendo?
A sua m�e ousou lutar contra uma bruxa negra muito poderosa,
Mater Suspiriorum, a M�e dos Suspiros.
A M�e dos Suspiros.
Padre Johannes.
- Quantas gotas? - 20, por favor.
Parece exausto. Precisa descansar.
Com tudo o que se est� a passar? Tenho de lutar!
N�o, n�o. Acalme-se. Tome as suas gotas.
A sua fraqueza � a sua for�a, Padre.
Tenho estado � tua espera. �s a Sarah.
Sim.
Tenho muito para te contar.
Sobre a tua m�e, sobre ti...
E sobre o mundo que mal conheces.
H� mais de mil anos
a feiti�aria nasceu nas margens do Mar Negro pelas tr�s irm�s.
Durante anos vaguearam pela terra
trazendo morte e destrui��o por onde passavam.
Procura em qualquer livro de Hist�ria e encontrar�s imagens delas.
Eventualmente encontraram lares.
Mater Suspiriorum, a M�e dos Suspiros, em Friburgo.
A M�e da Dor, Mater Tenebrarum, em Nova Iorque.
Mater Lacrimarum veio para Roma.
� conhecida como M�e das L�grimas.
� a mais cruel e a mais bela das tr�s.
E � a �nica que ainda vive.
A Mater Tenebrarum e a Mater Suspiriorum morreram h� muitos anos.
A M�e dos Suspiros matou os meus pais?
Sim,
mas n�o antes da tua m�e feri-la terrivelmente.
Ap�s lutar com a tua m�e foi reduzida a um fragmento do seu antigo ser.
Uma jovem dan�arina chamada Suzy Bannion matou-a por fim.
Mas isso � passado.
Quando a urna que Brusca descobriu foi aberta
devolveu o poder � M�e das L�grimas.
- Como sabe isso? - O seu amigo Michael contou-me.
Quando ele ligou falou em magia e t�nicas vermelhas.
Isso seria um talism� muito grande e poderoso.
Tive vis�es.
Bruxas est�o a chegar de todo o mundo para celebrar o seu regresso.
Sim, chegam a Roma todos os dias.
Cada avi�o, cada carro, cada comboio traz mais.
Desejam a queda de Roma novamente
para dar in�cio a uma segunda era de bruxas.
N�o aguento mais. Parece que estou enlouquecendo.
N�o se passa nada com a tua cabe�a, Sarah.
O mundo � que enlouqueceu.
V�.
V� isto.
Normalmente fa�o um exorcismo por m�s,
mas tive mais casos nos �ltimos dias do que na minha vida inteira.
Cada padre com quem falei enfrentou o mesmo desafio.
Porque � que isto est� acontecendo?
A M�e das L�grimas espalha o mal por todo o lado.
Mata uns e enlouquece outros.
Diverte-se com o caos e com o desespero humano.
Temos trabalho a fazer.
Tenho um livro no meu escrit�rio que nos mostrar� o caminho.
Valeria, Valeria!
Valeria.
"Resquiescat!"
Padre Johannes!
- M�e? - Marta, volte!
M�e, eu te obedeci.
Vamos!
Marta, ajude-me! Meu Deus!
- Onde est� o seu carro? - Est� aqui.
- Eles v�m a�. - Corra!
- Est� fechada. Abra-a. - N�o encontro a chave.
- Porque estavam atr�s de mim? - A sua m�e.
- O que est� fazendo? - Ligando pro Michael.
Est� maluca? Conseguem localiz�-la com isso.
Tem raz�o. Dane-se.
Fique na minha casa esta noite. Ser� mais seguro para voc�.
N�o, prefiro ir para casa. Michael pode ir para l�.
Tome o meu n�mero e meu endere�o.
Ligue-me quando quiser, n�o h� problema.
Obrigada.
� a filha de Elisa. � mais pr�xima que fam�lia.
N�o quero assust�-la, Sarah, mas elas sabem quem voc� �.
Prometa-me que n�o vai confiar em ningu�m.
Prometo.
O que se passa ali?
Est�o queimando igrejas. Isto vai piorar.
Mater, Mater!
Tinha algu�m no meu apartamento!
Vi luzes e sombras por baixo da porta.
Parece que estou enlouquecendo. Ajude-me, por favor.
Respire fundo.
- Obrigada. - Acalme-se, entre.
- Elga, conhe�a Sarah. - Ol�.
- O que faz ela aqui? - N�o faz mal.
Marta, precisa me ajudar. N�o sei o que se passa comigo.
- Venha comigo. - Explique-me.
Porque � que isto est� acontecendo comigo? Por qu�?
Sabem que �. N�o podem correr riscos.
- Mas eu n�o sei nada. - Sabe mais do que pensa.
Sen�o como teria sobrevivido com aqueles monstros atr�s de si?
Elga, nos d� licen�a por uns momentos?
- Vamos... - Por favor.
Voc� tem dons, Sarah. Tem de aceit�-los para sobreviver.
Veja e aprenda.
Esp�ritos perdidos. Est�o em todo lado, especialmente em Roma.
As velhas casas est�o cheias de fantasmas.
Pense, a cidade tem 2.700 anos
e estamos sobre cinco camadas de sepulturas.
- Como � que consegue? - Voc� tamb�m consegue.
Com os seus dons consegue ver o que os outros n�o veem.
Feche os olhos.
Centre toda a sua energia e concentre-se neste lugar.
Muito bem.
Agora fa�a como eu fiz e sopre.
Sarah.
N�o pode ser... Mam�e?
Sarah.
N�o pode tocar-lhe sen�o ela desaparece!
Deixe-me em paz.
Mater Lacrimarum est� mais forte. Est� mais forte, Sarah!
Onde voc� est�, mam�e?
Mam�e!
Corre perigo, querida filha. Aprenda a lutar.
N�o!
N�o v� embora, mam�e. N�o me deixe, por favor!
Mam�e! Por favor, fa�a-a voltar.
Mam�e, n�o me deixe...
Ela disse-me para lutar. Tem de me ajudar.
Tenho de lutar, por favor.
Sou apenas uma vidente.
Consigo me comunicar com os esp�ritos. Apenas isso.
N�o tenho os dons de sua m�e. Nem os seus.
Precisa de algu�m que a oriente. Que lhe indique a dire��o certa.
Amanh� lhe apresento Guglielmo de Witt.
- � um grande pensador belga. - Est� bem.
Ele ir� dizer-lhe algo �til, se n�o for tarde de mais.
Obrigada.
N�o, n�o...
Atenda o telefone. Marta, atenda o telefone!
Al�? Marta? Marta, tem de sair da� agora!
Marta? Quem est� a�?
Fuja, � tarde demais.
Fuja, fuja!
Ela n�o sabe nada!
N�o, n�o fa�a isso!
Mater! Mater!
- Onde est� Sarah? - N�o est� aqui.
Idiota!
� voc�...
Aguente, aguente.
- M�e! - Aguente, Sarah.
Est� bem.
M�e, o que fizeram a voc� e ao papai quando...
Isso � passado. N�o h� nada que voc� possa fazer.
- Estava destinado. - Fiquei t�o zangada quando partiu.
Por favor, n�o me abandone outra vez.
Perdoe-me, pequena Sarah. N�o posso falar mais.
Agora perten�o a outro lugar. Use os seus dons.
- Use-os, use-os. - Mam�e!
Muito bem, ou�am-me.
Procuramos uma jovem de 28 anos.
Chama-se Sarah Mandy. Se a virem, n�o se aproximem.
Michael...
Michael!
Michael, pare!
Michael, est� bem? Est� doente.
Onde est� Paul? Pensei que... Voc�?
- Acho que ele est� morto... - Meu Deus.
- Mataram-no. - Meu Deus!
N�o consigo... N�o quero falar disso agora. Vamos.
O meu apartamento n�o � seguro. Para onde quer que v�, eles...
Vamos para minha casa. N�o v�o procur�-lo l�.
- Nada de luzes. - Por qu�?
N�o queremos que nos vejam.
Ainda bem que nos encontramos.
Est� bem?
- Descanse. Tire o casaco. - N�o...
Sinto muito, estou gelado.
N�o passei uma �nica noite em casa. Procurei-o por todo o lado.
O que aconteceu? Porque fui encontr�-lo em Monteleone...
N�o consegui chegar l�. Eles seguiram-me.
Tudo o que me queria dizer. Agora compreendo.
Desculpe n�o ter acreditado em voc�. Sinto muito.
Est� bem.
N�o devia fumar, por que � que voc�...
Quer que prepare alguma coisa? Um ch�, talvez?
N�o, estou bem.
Estou contente por termos nos encontrado outra vez.
Estou bem, n�o se preocupe.
Michael, est� sangrando!
- N�o � nada. - Meu Deus, est� ferido.
N�o � nada.
- Como assim? Est� ferido. - N�o � nada. Largue-me!
Disse para me largar.
Acha que me iam poupar a mim e ao meu filho?
� t�o ing�nua. N�o lhe conseguir� escapar.
Mas eles mataram o seu filho!
A sua m�e j� n�o pode ajudar.
Agora todos temos uma m�e.
A M�e das L�grimas.
Vadia!
Sua vadia!
Guglielmo.
O nome que Marta lhe deu. Encontre-o.
- Mam�e! - Sarah!
Bem-vindos �s not�cias da manh�.
A not�cia de hoje, chamam-lhe a segunda queda de Roma.
Nos �ltimos dias a cidade presenciou centenas de atos de viol�ncia.
Detective Marchi, diz que est�o todos relacionados?
Sim.
Tudo come�ou com os eventos no Museu de Arte de Roma.
O assass�nio brutal da assistente do conservador, Giselle Mares.
Como � que tudo se relaciona?
Foi o causador de tudo o que se passa agora.
Pedimos para terem aten��o a esta jovem, Sarah Mandy.
A �nica testemunha dos eventos do Museu.
- Se a virem. - Ela � uma suspeita?
Se a virem, n�o se aproximem dela.
Liguem para Pol�cia e pe�am para falar com os Homic�dios.
Merda!
- Vai se danar. - Vai voc�!
Por favor, pode me dar o endere�o do Sr. Guglielmo De Witt?
De Witt. Dois T's.
- Sim? - Preciso ver Guglielmo De Witt.
- E voc� �? - O meu nome n�o importa.
Est� bem, entre.
Queria ver-me?
Sente-se, por favor.
Como pode ver, n�o me mexo muito.
Estou aqui, porque preciso falar sobre...
N�o!
N�s, alquimistas, podemos praticar uma arte antiga,
mas vemos as not�cias.
Julga que n�o sei quem �, Sarah Mandy?
E que a pol�cia n�o a procura por assassinato?
Outra coisa, sobre n�s, os alquimistas,
n�o somos apenas uma coisa ou outra.
Afinal de contas, a magia boa � boa e a magia negra �...
Bem, tamb�m � boa.
Algumas coisas que fazemos � magia, ci�ncia, esoterismo,
teosofia e lei natural.
Um pouco disto e um pouco daquilo.
Isto vai dizer-me quem realmente � e aquilo que viu.
Interessante. Vejo que tem poderes latentes.
Mais do que tudo, instinto.
Vejo que foi Marta Colussi que a enviou.
Assim como a sua m�e, Elisa Mandy.
O que me fez?
Acha que ia deix�-la entrar aqui sem ter certeza de quem era?
Agora, diga-me, porque veio aqui exatamente?
Tenho de encontrar a M�e das L�grimas.
- Por qu�? - Veja o que se passa na cidade.
Roma est� degradando-se. Ela tem de ser impedida.
O que acha que pode fazer? Mat�-la?
A minha m�e era muito poderosa e acho que tenho os mesmos poderes.
- E descobriu-os quando? Ontem? - N�o sei.
Deve haver algu�m que possa ajudar. Algu�m como a minha m�e.
Padre Johannes disse que a Mater Lacrimarum
quer trazer a segunda era das Bruxas.
Padre Johannes tinha raz�o.
As celebra��es j� come�aram algures na cidade.
Mas receio n�o haver um ex�rcito de boas bruxas para nos salvar.
Se quer impedi-la tem de faz�-lo sozinha.
- Ent�o, estou sozinha? - N�o disse que n�o ajudaria.
N�o lhe posso dar respostas, mas posso partilhar informa��o.
Siga-me.
H� s�culos, um grande alquimista romano chamado Varelli
viveu por uns tempos nesta vila.
Tamb�m era um arquiteto inteligente.
E no limiar da morte ele construiu as casas para as Tr�s M�es.
Talvez isto lhe diga alguma coisa que precise saber.
As Tr�s M�es.
N�o sei o quanto me ir� custar quebrar aquilo a que os alquimistas
chamam de "Silentium".
Conheci as Tr�s M�es e constru�-lhes tr�s casas.
Uma em Friburgo, uma em Nova Iorque e outra em Roma.
Descobri tarde demais que as casas escondiam segredos obscenos.
Era a partir dali que as irm�s espalhavam dor,
l�grimas e escurid�o pelo mundo.
Deve ser este o edif�cio que Varelli construiu em Roma.
"O que v� n�o existe e o que n�o se v� � a verdade."
� um enigma. Descubra onde vive a Mater Lacrimarum
e encontrar�s a resposta.
Tem certeza de que quer fazer isto?
Tenho escolha?
Mater. Mater.
Pare! Pare a�!
Quem � voc�?
Vi umas mulheres entrarem. Viu-as?
N�o. Veio aqui entrevistar-me?
Sim. H� quanto tempo vive aqui?
H� muito tempo. Uns 30 ou 40 anos.
Desde a fuga dos Nazis no final da Guerra.
- Quem vivia aqui antes de voc�? - N�o sei. Uma associa��o.
Fil�sofos, artistas... N�o me lembro.
Porque foram embora?
Porque quando os Nazis ocuparam a vila
torturaram e mataram muitos deles aqui.
N�o me vai denunciar, vai?
- Para onde � que ela foi? - Acho que foi embora.
Verei l� acima. Fique aqui.
- Ela n�o est� aqui. - Ent�o foi embora. Est� tudo bem.
Esqueceu o que devemos fazer, n�o foi?
Inform�-los sempre que vier algu�m bisbilhotar. Compreende?
- Sim! - Mexa-se!
Para onde foram? Elas...
Est�o aqui. Eu sinto.
"O que v�s n�o existe e o que n�o v�s � a verdade."
O segredo da casa.
S�o os mesmos s�mbolos que vi na urna.
Catacumbas. S�o catacumbas n�o exploradas.
Meu Deus.
Esta � a casa da M�e das L�grimas e dos seus seguidores.
Deus do c�u.
Bruxas.
Bruxas? Do que est� falando?
J� vai ver.
Fique atr�s de mim.
As tr�s gra�as.
- O que faz aqui? - Sou um historiador de arte...
Venha conosco. Vou mostrar-lhe uma coisa...
Sim, vamos mostrar-lhe! Vamos.
Tem algu�m aqui em baixo. Vamos.
- N�o ouvi nada. - Ouvi passos.
- Ou�am, veio dali. - Tem certeza?
Claro que tenho.
Mater, d�-nos poder!
- Queime tudo. - Queimarei.
Queimarei!
Mater! Mater!
M�e, um intruso.
- Espere, n�o! - Apanhem-no!
Vamos comer-te vivo.
Pendurem-no.
A nossa hora est� chegando.
Ol�, Sarah.
Venha.
- Quem quer comer esta jovem? - Eu...
Esperamos mil anos por este momento.
O nosso poder est� aqui.
Ningu�m pode nos deter agora.
Ningu�m!
� um terremoto!
N�o!
Sarah!
Sou eu, sou eu...
Vamos, vamos.
- Enzo, Enzo... - Vai, vai!
Tradu��o e Legendagem Helena Rodrigues / Digital K.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.