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Original subtitles

Um, dois...

Tr�s...

Quatro...

Cinco, seis...

Sete...

C�u.

Sete.

Seis, cinco...

Quatro.

Tr�s, dois...

Um... Inferno.

Um, dois...

Tr�s...

Quatro...

Cinco, seis...

Sete...

C�u.

Sete, seis, cinco...

Quatro, tr�s...

Dois.

ALEMANHA

S� podemos levar o que couber no cami�o.

N�o estou a falar da porcaria do cami�o!

Ol�, aqui esta ela.

A minha menina. Anda c�.

Est�s molhada.

Est�s muito diferente.

Nem por isso.

N�o te reconheceria se te visse na rua.

Eu te reconheceria, Vati.

� muito reconfortante.

Lore. Vai acordar os g�meos,

temos que fazer as malas.

Vati, tamb�m vens?

N�o lhe respondes?

Levamos seis pratos e seis ch�venas e os talheres de prata.

Todos os talheres.

Lieschen, o que est�s a fazer?

Ajuda a tua irm�.

Eu disse para embalares os copos?

Tens que prestar aten��o.

Ele chama-se Peter, como tu, Vati.

Toma, segura-o, ele esta mijado.

Apanha G�nter!

- Est�pido! - �s tu!

Lei para a Preven��o de filhos com doen�as heredit�rias

CONFIDENCIAL

Vati?

Vim trazer-lhe um pouco de �gua.

A Sra. Richter tomar� conta dela at� regressarmos.

Agora, vai ter com a tua m�e.

Por favor.

Vamos rapariga, sai.

Como � que ficamos melhor aqui?

Acabar�o por nos encontrar.

Despachem-se!

Cuidado com isso, porra!

�s um covarde.

Vais voltar, Vati?

Heil Hitler.

A tua m�e j� acordou?

Sim.

Toma.

- Est�s morto. - N�o!

G�nter, despacha-te!

- O Fuhrer. - N�o toques nisto.

Anda. Vamos embora daqui.

Esta a chegar, n�o � verdade Mutti?

- O qu�? - A vit�ria final.

Deita os outros na cama. Eu volto depressa.

Mutti?

Mutti?

Deixa-me em paz!

O que aconteceu?

Cobre com o cobertor!

Por favor, m�e, cobre com o cobertor.

Vai-te embora!

Porque � que estas a olhar para mim?

P�ra com isso.

Ouviste?

Ele foi-se.

� o fim.

Ele morreu, Lore.

- Vati? - Vati...

O nosso Fuhrer, Lore.

Ele morreu.

Mutti?

N�o h� nada para o Peter comer.

- Boa tarde. - Boa tarde.

Ser� que poder�amos comprar alguma comida?

- A tua m�e ainda esta c�? - Sim, claro.

Pens�vamos que j� a tinham prendido.

Tenho que ir ter com o teu pai.

Se eu n�o estiver de volta daqui h� tr�s dias,

tens que ir ter com a Vov�.

Vais at� a esta��o de comboios e compras bilhetes para Hamburgo.

E depois para Husum.

E depois atrav�s da lama.

Lembras-te, Lore?

Hamburgo fica longe.

Se eu n�o for de livre vontade, eles v�m me buscar

Gasta primeiro o dinheiro.

H� j�ias na minha mala grande.

Vais para a pris�o?

N�o te preocupes.

Eu n�o vou.

� um acampamento.

- Sim. - N�o � uma pris�o.

A pris�o � para os criminosos.

Segura-o.

Segura-o. Segura-o!

N�o o vais levar contigo?

Eles matam todas as crian�as.

N�o vais voltar, pois n�o?

Tens que te lembrar de quem tu �s.

N�o te preocupes.

Eles estar�o de volta em breve.

N�o devemos ter medo.

Antes da vit�ria h� sempre dor.

Mant�m a cabe�a dele levantada.

N�o pode ficar debaixo de �gua.

- Se ficar, pode afogar-se? - Pode.

Um rapaz afogou-se no Parque Jenisch, em Hamburgo.

Como � que ele era?

Tu n�o viste nada, fugiste.

O que � isto?

� a casa da Vov�.

Tem moinhos azuis nas paredes.

Muitos.

Espera at� os veres.

Quem � ela?

� a irm� da Mutti.

Ela morreu na primeira guerra mundial.

Ela tinha uma tosse forte e depois morreu.

Onde esta a Mutti?

Est� por perto, com o Vati.

Se eles est�o por perto, porqu� que n�o nos v�m buscar?

Se calhar est�o a pensar para onde � que vamos viver,

e...

de que cor v�o pintar a casa.

Coisas desse g�nero.

Porqu� que ele n�o abre a porta?

Apanhei-o a roubar.

N�o sei como � que os vossos pais vos criaram.

Pensam que � chegar e servirem-se?

� isso que vos ensinam na juventude Hitleriana?

Levanta-te!

Esta casa n�o � vossa, ningu�m vos quer por aqui!

Ficamos com o beb�, mas o resto t�m que ir embora.

Larga-me. Eu quero a Mutti.

Entra para a�.

Deixa-o sair!

Um rapaz Alem�o n�o rouba e nem chora como um beb�.

- Quando � que a Mutti volta? - Nunca mais.

Vai-te embora! O G�nter � um ladr�ozito sujo.

Agora, temos que ir embora.

Tudo por causa do G�nter!

Ela disse para esperarmos por ela!

Sai!

� tudo por causa de ti.

Os americanos t�m pequenas pris�es especialmente para crian�as como tu.

Lugares horr�veis, onde as crian�as s�o torturadas.

Talvez ela volte amanh�.

N�o quero ir para a pris�o, Lore.

N�o, ela n�o vem.

Ela foi ter a casa da Vov�.

Eu falei com ela.

Voc�s n�o estavam presentes.

Ela e o Vati est�o na casa da Vov�.

Eu posso pagar!

Eu posso pagar!

Queremos ir at� a esta��o de comboios.

Foi a tua m�e que fez esse vestido?

Foi comprado numa loja.

Onde est� a tua m�e?

Hamburgo, na casa da Vov�.

E o teu pai?

- Morreu? - Est� a combater.

Ent�o � um tolo.

J� n�o temos comboios. Os americanos ficaram com eles.

Por esta estrada v�o dar a Karlsruhe.

At� a zona francesa se continuaram em frente.

- Queremos ir para Hamburgo. - Atravessam os campos,

chegar�o a estrada.

Toma.

Para o beb�.

Aten��o, aten��o!

Estamos sob administra��o americana.

Matar pelas costas, sabotar e pilhar s�o proibidos.

Esses crimes ser�o punidos com pena de morte.

Alem�es e n�o alem�es,

devem ir para casa.

S� est�o autorizados a andar c� fora,

entre as 8 e as 10, e as 16 e as 18.

Podes me ajudar?

Tens que empurrar.

- Eu tamb�m quero. - N�o, larga.

Para com isso, o que est�s a fazer?

- O que est�s a fazer? - J� estava partido.

Pouco importa, deixa isso. Vai-te sentar al�m.

Onde esta o G�nter?

G�nter?

G�nter?

G�nter?

Desculpe.

Ela tinha as pernas cheias de sangue.

E centenas de formigas.

Se calhar viviam no corpo dela e andavam como se fosse num barco.

Acho que n�o.

Se calhar o sangue dela transformou-se em geleia.

Porque como barco n�o deve ser.

Desculpe, tem alguma comida para n�s?

Posso dar-lhe alguma coisa por ela.

N�o ponhas tanta lenha.

Talvez se soprares um pouco.

N�o com tanta for�a, ainda o apagas.

Liesel despeja os ovos na tigela. Deixa o lume em paz.

P�ra com isso!

- N�o sopres, n�o vale a pena! - Comemos os ovos crus.

Sentem-se ali.

V�o.

Este � o meu irm�o, Peter.

Ele tem fome.

Tome.

Limpe-se.

Por favor, pode se limpar.

Passei horas a olhar para judeus mortos,

para conseguir p�o rijo.

Mas trouxeste dois p�es!

Tenho diabetes, sou o �nico que tem direito a dois p�es.

E eu n�o tenho nada!

Se o Fuhrer soubesse disso!

Deixa-me ver.

Experimenta.

Aquele rapaz estava na escola.

Vamos, depressa!

Quem � que tem medo do homem de preto?

Quem �s tu, crian�a?

N�s s� queremos algo para comer.

N�s? Onde est�o eles, m�e, pai?

Tenho �gua.

� s� o que tenho.

Este beb� foi mordido por percevejos.

Est�o todos mortos. N�o tenho nada.

Tenho parafina. O que me das em troca?

Mas isto vale mais do que a parafina.

Mais alguma coisa? Irei buscar-te comida a aldeia.

� da minha m�e.

Isso n�o vai resultar.

Deste-lhe muito.

N�o devias lhe ter dado o anel. O que � que tens mais? Nada.

- Cheira mal. - Cheira a merda.

Esfrega at� arrancares a pele,

at� ficar em sangue e em osso.

N�o quero mais saber.

"Eu tinha um camarada"

"N�o encontrar�s um melhor"

"O rufar do tambor chamou-nos para a batalha"

"Ele marchava ao meu lado"

"No mesmo ritmo e passo"

"No mesmo ritmo e passo"

"Uma bala veio na nossa direc��o"

"Era para mim ou era para ti?"

"Atravessou-o ao meio"

"Ele ficou ca�do aos meus p�s"

"Como se fizesse parte de mim"

"Como se fizesse parte de mim"

"Esticou a sua m�o a procura da minha m�o"

"Enquanto eu estava a carregar a arma"

"N�o te posso dar a m�o"

"Mas na vida eterna"

"Continua a ser o meu melhor camarada!"

"Continua a ser o meu melhor camarada!"

Foi lindo.

T�o bonito.

N�s partimos-lhe o cora��o,

ele nos amava tanto.

E as mentiras.

Esses americanos.

Com as suas fotografias.

Actores. Os americanos devem-lhes ter pago.

Anda c�, meu pequenino.

Anda! Anda c�.

Anda!

Saiam. Vistam-se!

Podes ficar c�. Com o beb�, eles d�o-te comida.

J� tens os rapazes, n�o? Os g�meos?

Deixa-me o beb�.

O que � que ela quis dizer? O que disse ela sobre o Fuhrer?

Nada. Ela n�o quis dizer nada.

O Fuhrer esta triste?

Lieschen? Por favor?

"A Lua nasceu"

"As estrelas douradas brilham"

"intensamente no c�u."

"A floresta est�..."

Continua a andar.

Ei, voc�s. Ei, voc�s.

Fica aqui.

Anda c�.

Fica.

M�e? Pai?

- N�o fizemos nada. - O qu�?

- N�o falo Ingl�s. - Documentos!

- N�o temos. - O que fazes aqui?

- N�o o conhecemos. - Viajar s� com autoriza��o.

Estava na escola. Anda a seguir-nos. - Mais devagar.

Eu tenho documentos.

Precisamos de uma boleia. Pelo menos at� Schweinfurt?

- Quem �s tu? - Thomas. Sou o irm�o deles.

Ei, tu.

Tu.

Anda c�.

Como te chamas?

- Liesel. - Liesel?

Quem � este, Liesel?

Quem � este?

� o nosso irm�o.

Estivemos em Ansbach,

a procura de comida e fomos andando.

- E os documentos deles? - Perderam-se.

Perdemo-los em Buchenwald.

Fomos transferidos de Auschwitz

para Buchenwald, at� sermos libertados.

Temos que ir ter com a Vov�.

- O qu�, Vov�? - Sim. Temos que ir ter com a Vov�.

Em Hamburgo.

Em Hamburgo.

Hamburgo...

Ela est� pior.

Thomas arranjou-nos comida.

Quem � que te disse que podias ficar com o beb�?

Quando o meu pai chegar, ele tratar� de ti.

- Quando � que ele vem? - Cala-te.

Comes desse lado.

P�ra com isso.

Eu sei o que tu �s.

�s um judeu. Vi nos teus documentos.

Eu n�o quero que toques neles, percebeste?

Um.

Dois.

Tr�s.

Quatro.

Cinco.

Seis.

Thomas diz que n�o podemos ir para Hamburgo.

Ele diz que � para l� da fronteira.

A Alemanha est� toda fragmentada.

H� agora um sector Russo, Brit�nico e Franc�s.

N�s estamos no sector Americano.

Hamburgo fica na Alemanha.

Thomas diz que a Alemanha j� n�o existe.

Ele diz que os russos nos odeiam.

Todos os nossos inimigos nos odeiam

e que j� n�o somos de confian�a.

E que todos os homens ser�o punidos.

Porque � que n�o gostas dele?

N�o sabes nada sobre ele.

Ele arranja-nos comida.

Ele arranja comida por causa do Peter,

� por isso que continua connosco.

� um parasita.

Mutti n�o teria gostado dele.

Mas a Mutti tamb�m disse que havia comboios.

Eu gosto dele.

Porque � que h� arvores a crescer no telhado?

� camuflagem.

- Porqu�? - Porque aqui, constru�am bombas.

Chegaste a combater?

N�o, eu estava preso.

O que fizeste?

Roubei.

Tinhas uma arma?

N�o.

O meu Vati est� a combater na Bielorr�ssia.

O que queres?

N�o quero atravessar a nado, Lore.

- � f�cil. - Cala-te, G�nter.

Nem sabes nadar.

Eu posso atravessar a nado com o Peter.

Quando chegasses ao outro lado irias nos deixar.

Temos que atravessar aqui. N�o h� pontes mais pr�ximas.

Vou at� l� abaixo dar uma vista de olhos.

Volta para tr�s!

- Boa tarde - Meu Deus!

Pregou-me c� um susto. O que fazes aqui em baixo?

Eu estava a passear.

Isso vejo eu.

A minha av� mora do outro lado.

E os teus pais?

Ela tem uma casa cheia de moinhos nas paredes.

E um grande jardim com flores.

- Conhece a casa? - N�o.

Est� um calor estranho, hoje.

Preciso atravessar o rio.

Anda c�. Deixa-me olhar para ti.

Mais perto. Eu n�o mordo.

Posso cantar para si.

Est� bem.

Vamos.

"Irm�ozinho dan�a comigo, agarra as minhas m�os"

"Vai para aqui, depois para ali, d� uma volta, � f�cil"

"Clap clap clap, bate as palmas, tap tap tap, bate os p�s."

"Vai para aqui, depois para ali, d� uma volta, � f�cil"

Tem agua l� dentro.

Um rel�gio estragado

e um pequeno veado pelo meu trabalho.

� tudo o que tenho.

Sabes o trabalho que ainda tenho?

E uma mulher aos berros em casa. Se n�o tiver isto pronto, n�o janto.

Crian�a, cheiras a morte.

O qu�...

O que fizemos?

N�o me toques.

A Lore n�o tinha inten��o. N�o tinha inten��o de fazer isso.

Esta merda n�o funciona.

N�o. Vai ter que esperar.

Se eles te perguntarem, eu sou o teu irm�o.

e os nossos pais morreram. Basta dizeres isso.

Espera aqui.

Viu o meu irm�o?

- Viu o meu irm�o? - Desaparece!

- Disseste-lhes? - O qu�?

Disseste-lhes o que fizemos?

Ele disse que os comboios j� funcionam.

Mas que n�o nos v�o deixar passar.

Caminhamos durante a noite. � mais seguro.

Vamos.

Lore.

Que l�ngua era aquela que o mi�do falava?

Polaco.

Estamos no sector Russo.

Temos que ir at� ao sector Brit�nico.

Vieram de um acampamento.

Anda.

Sil�ncio!

Algu�m esta a cozinhar.

- Estou com fome. - Sil�ncio.

N�o saiam daqui at� eu voltar.

O Thomas vai voltar?

G�nter. Anda c�, senta-te aqui no cobertor.

Ele vem a�.

Thomas!

- Thomas! - Ele tr�s algu�m com ele.

Thomas! Aqui! Thomas!

G�nter

- P�ra! - G�nter!

Corre!

- Vamos! - G�nter!

G�nter!

G�nter!

Mataram-no.

Deviam ter ficado quietos como eu disse.

Foi por tua causa que o mataram.

Tu roubaste a comida deles e agora ele est� morto.

Ele caiu ao ch�o.

Ele correu na direc��o errada.

Ele devia ter ficado entre as �rvores. Junto ao solo.

Como eu vos disse!

Deixa isto!

- Ele deveria manter-se sossegado. - Ele pensava que eras tu.

N�o era eu.

- G�nter? - Come!

N�o quero.

Come o p�o!

- N�o quero. - Come!

Se n�o vieres agora, vou me embora sem ti.

N�o n�s podes deixar.

J� n�o h� mais fronteiras, j� podem ir sozinhos.

Tens o beb�, eles v�o deixar-te entrar no comboio.

Se ficares,

podes levar o beb�.

Podes ficar com o Peter.

Direi a todos que ele morreu.

Eu n�o o quero.

Podes fazer de conta que ele � o teu irm�o.

Eu n�o o quero.

N�o te vais safar assim.

Eles ir�o te encontrar. E ser�s castigado,

como todos os outros.

Como todos os homens que fizeram coisas ruins.

H� pessoas por toda a parte que fizeram coisas.

Ningu�m quer saber.

N�o posso mais ajudar-te.

Eu disse a eles que a Mutti e o Vati estariam l�.

Mas n�o est�o.

- N�o quero saber. - Mentiroso!

Est�s sempre a mentir.

N�o consegues evitar.

Todos voc�s, judeus imundos!

As vezes olho para ti

e consigo v�-las.

Uma mentira atr�s de outra. Elas est�o por toda a parte.

N�o consigo deixar de pensar nisso.

N�o consigo deixar de pensar nisso.

Eram as mesmas fotografias?

N�o, eram diferentes.

Acho, que umas eram na Pol�nia.

As outras eram na Alemanha.

Havia uma foto com mulheres dentro de um fosso.

Muitas mulheres.

Nuas.

- Um menino. - Eles est�o a empolgar a situa��o.

S�o sempre as mesmas fotos, mas de �ngulos diferentes.

Em que h� pessoas magras alinhadas no ch�o.

- Mas dizem que as mataram. - Cala-te.

Para de falar nisso.

N�o acredito que os soldados nessas fotos mataram todas essas pessoas.

N�o h� nenhuma foto deles a mat�-los, certo?

Documentos. Os vossos documentos.

A minha carteira.

Ela tem que estar aqui.

Prometes n�o dizer nada?

O qu�?

S� fiz isso para ele n�o se ir embora.

N�o � ele.

Thomas Weil.

Ele disse que n�o tinha import�ncia.

O homem era judeu. Mas j� estava morto.

Os americanos gostam de judeus. Ele fez de conta que era judeu.

Qual era o nome dele?

Ele n�o disse.

S�o fotos do judeu que morreu.

� a casa da Vov�?

Acho que sim.

Tens a certeza?

Tem as luzes acesas.

Berta! Quieta!

Quem esta a�?

Hannelore. Vov�.

Meu Deus, Hannelore! Onde esta a minha Asta?

Onde esta a Mutti? De onde voc�s v�m crian�as?

Da Floresta Negra, Vov�.

Vamos, sentem-se, sentem-se.

Voc�s cresceram tanto.

E aqui est� o pequeno Peter.

E este � o G�nter.

N�o.

N�o, ele est� morto.

No sector Russo.

Este � o J�rgen.

Mentiste.

Ela disse que a Mutti estaria aqui.

Tenho a certeza que a Lore n�o mentiu.

Ela n�o esta aqui, porque est� a ser punida.

N�o �, Vov�?

Ela est� presa com o Vati.

Nunca deves ter vergonha deles.

J� passou tudo.

Os teus pais n�o fizeram nada de mal. Tu sabes isso?

Olha para mim quanto estou a falar contigo!

N�o fizeram nada de mal.

Sim. Vamos l�.

D�-me o teu bra�o.

Hannelore Dressler!

Deixa-me olhar para ti.

A ultima vez que te vi, eras uma menina!

Anda, senta-te.

Ent�o, o que queres para o pequeno almo�o?

Mostra-lhe como se dan�a, Wiebke!

- Sim. Anda. - Estou bem.

Vamos, Lore. Vais gostar.

- Deixa-me estar. - Ela nunca se quer divertir.

N�o acredito! Anda, Lore.

Olha.

Coloca a tua m�o aqui, tu fazes de senhora. E agora.

Olha, aqui, Zulu!

D�-me as tuas m�os e agora...

Por favor.

N�o consigo.

"Thomas e Lisa - 1936"

"Lisa a tomar o pequeno almo�o em Spreewald"

Um rapaz educado espera at� ser servido.

P�e no teu prato, j� lhe tocaste.

Onde � que aprendeste estas maneiras?

O que est�s a fazer? Larga isso imediatamente, Hannelore.

Levanta-te da mesa.

LORE

- Tradu��o e sincronia - Hawkeye147

- Equipe Art Subs - 4 anos a fazer Arte para ti

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