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Uma �ltima reflex�o antes que a escola passe para a mem�ria.
Boa sorte e uma vida feliz para voc�s.
Desejo sa�de e prosperidade...
- Queremos dinheiro! - ... e a felicidade que almejam.
Parab�ns, formandos de 1 987.
Que bom! Isso � seu. At� mais tarde.
- Obrigado. Isso � demais. - Julian, � um presente de formatura.
Na verdade, n�o achei que chegar�amos at� aqui.
- N�o tenho palavras. - Isso � outra surpresa.
- Chegarei tarde. - Est� bem.
Cuidado. Ningu�m gosta de pais satisfeitos.
Est� bem.
Oi, Sra. Simpson.
- Tem planos para essa noite? - Algumas festas, depois do jantar.
- Como est� seu pai, Blair? - Devia ter vindo...
- mas seu avi�o atrasou. - Formandos!
- Mam�e Easton. - Oi, Julian.
- Deve estar orgulhosa. - Muito.
- E o ex-Sr. Easton? - Foi buscar o carro.
- Vamos comemorar? - Vejo voc� no jantar.
- Sim. Papai vem? - Sim, mas n�o se preocupe.
- N�s nos perdoamos em ocasi�es especiais. - Est� bem. Tchau.
Parab�ns!
Pegue isso!
- Boa! - Esperem a�.
Tenho algo para anunciar.
S�o os primeiros a saber que eu, Julian Wells...
serei um produtor de discos.
�timo. Onde arrumou a grana?
Com o melhor pai da hist�ria. A gravadora � uma realidade.
Esque�am a faculdade e trabalhem comigo.
- Acho que n�o. - Venha para a faculdade.
- Quase n�o termino o col�gio. - N�o estaremos mais juntos.
Temos o ver�o todo juntos e depois voc�s voltam. Markie!
Uma foto para a posteridade.
- Prontos? - Sim.
Prontos, em foco...
Seis Meses Depois
- Al�? - Sou eu. � cedo, n�o �?
Para mim � tarde. Vem para o Natal?
- Sim. - �timo.
- Por que ligou? - Desculpe. � bobagem.
Quero v�-lo, s� isso. Ligue quando chegar, est� bem?
Preciso muito v�-lo, Clay.
O que houve, Blair?
- Nada. - Blair.
N�o vou para a faculdade. Vou ficar aqui.
Por qu�?
N�o posso ir agora. Estou come�ando a me dar bem.
- Trabalhei muito por isso. - Ser modelo?
Que tal tentar um desafio maior, como ser apresentadora?
E nossos planos? N�s dois, o apartamento?
- N�o posso ir. - Por que n�o?
Clay...
Porque n�o quero.
Tenho medo, est� bem?
Eu moro aqui.
Tenho medo. Mesmo.
Sinto muito.
- Cuide da Blair por mim. - Esque�a-a, conquiste o Leste.
Chocolate quente, garotas com meias de l�.
- Tchau. - N�o esque�a das transas de alto QI.
Longas caminhadas. Garotas de camisolas de flanela.
- Lojas de moda. - Cuide da Blair por mim.
Feliz Dia de A��o de Gra�as! Precisava de um tempo, Blair?
Quanto tempo levou para transar com meu melhor amigo?
Cheguei. M�e? H� algu�m em casa?
Oi, Clay, sou eu. J� chegou? Espero v�-lo na festa.
Pense Cor-de-Rosa
Sonho com um Natal Cor-de-Rosa
VAMOS DETONAR NO NATAL JUNTOS SEXTA... MINHA CASA - Alana
- N�o conte a ningu�m, est� bem? - Oi, Trent.
- Oi. - Belo bronzeado!
- Quando ele voltou? - N�o sei. A Blair est� aqui?
- Oi, Clay. - Oi, Eddie.
- Quando voc� voltou? - Ontem.
- Que tal o M.I. T? - Esquisito e estimulante.
Sabem que est�o com televis�es entre as pernas?
At� mais.
- Boas festas, garot�o. - Rip!
Nada como uma reuni�o �ntima entre amigos.
Espero cantar belas can��es de Natal. Quando voltou?
- Hoje de manh�. - Vai ficar um tempo?
- Vou. Como voc� est�? - Bem. Trabalhando para viver.
- Trabalhando? - Dando duro, amigo.
- Vai continuar estudando? - Vou.
- N�o vire um vagabundo. - Como voc�?
Exatamente como eu. Parece precisar de mais anima��o.
- N�o. - Vamos! Velhos h�bitos nunca morrem...
apenas hibernam.
- E velhos traficantes? - V�o presos, n�o?
Jogam handebol com os caras de Wall Street.
Seu lugar n�o � aqui. S�o uns babacas.
- Quem liga para eles? - N�o sei, Rip.
- Mas s�o bons fregueses, n�o? - O p�o de cada dia.
A Blair est� l� em cima.
Chevy.
Oi, Clay.
Tchau, Blair.
- Oi, Clay. - Oi.
- Feliz Natal. - Feliz Natal.
- Est� branco. - Papai Noel vai me dar um bronzeado.
E a faculdade?
Est� �tima. Sabe como �.
- Voc� est� �timo. - Pensei que estivesse branco.
Branco e �timo.
- Viu Julian? - N�o.
Ele sente sua falta. Dos tr�s juntos, como no col�gio, sabe?
Por que ligou?
- Porque eu quis. - Bom motivo.
- Bem, h� outros. - Estou aqui.
- Julian est� com problemas. - Julian?
- N�o sabia quem chamar. - Sei de umas 500 pessoas.
N�o, ele est� com problemas.
Velhos ou novos?
Some e reaparece como se nada tivesse acontecido.
- Est� sempre acabado. - � assim desde os 10 anos.
N�o, � diferente. Ele passa muito mal.
N�o � como antes. Fale com ele...
- N�o vim para c� para falar com Julian. - Por favor.
- Tenho que ir. - N�o.
Voc� pensa em mim? Pensa?
Penso. O tempo todo.
- N�o � s� lindo. � muito lindo. - Namora com quem?
- Ningu�m. - Namorava com quem?
N�o � um depravado. N�o transou com ningu�m.
Jura?
- Dormiu uma vez com a Kim. - L� vem a lista.
Tequila, cerveja e uma espingarda para o meu amigo aqui.
O que acha, cano duplo?
Matar a sede de vingan�a?
- Quando chegou? - Hoje.
Tem um ar de universit�rio.
- Como foi? - O qu�?
A faculdade.
Mais dif�cil do que pensei.
Ainda bravo?
N�o.
- Mentiroso. - N�o sou, n�o.
Bem, foi comovente. Preciso ir.
- S� um pouco, vamos chamar Clay. - Clay!
- Vou embora. - N�o pode. � hora do Natal.
- N�o discuta com ele. - �! Vamos sair, s� n�s tr�s.
- Blecaute! - Tem que sair com Julian e Blair.
- Tem que sair com Julian e Blair. - Quanto isso vai durar?
- Vou embora. - Vamos! Eu imploro!
- Blair suplica! - Por favor. Por favor!
Tudo bem. O azar � seu.
Vamos nessa!
- Onde vamos? - Onde costum�vamos ir?
Eu?
Venha c�!
Obrigado.
O que fa�o? Conhecem o Panik Club?
Na Nona com Figueroa? S�o de fora?
Vou compr�-lo.
- Seja gentil com Julian, sim? - Claro.
N�o entende. Ele deu duro.
A gravadora faliu, perdeu todo o dinheiro que o pai deu. Mas n�o desistiu.
Pediu emprestado a Rip. Trabalhou dia e noite.
Fez tudo para manter o neg�cio.
Nada adiantou. Julian ficou t�o triste.
Acho que nunca havia fracassado antes.
Vivia drogado. N�o podia encarar o pai.
Quando conseguiu, estava drogado, e eles brigaram.
O Sr. Wells o expulsou de casa.
Julian precisa de voc�. Ele sempre o ajudou.
Anime-se. � Natal.
- Lembra-se da x�cara de caf�? - N�o. Por favor, n�o.
Ah, sim! Seduzi Blair quase sem esfor�o.
A� est� o seu sorriso. � bom v�-lo de novo.
Dez anos juntos. � a metade de nossas vidas.
- Tem um minuto? - Claro.
Vamos falar de neg�cios.
N�o, n�o, relaxe! Vou pag�-lo. Confie em mim.
N�o quero confiar.
- S� quero meus 50 mil. - Paci�ncia e santidade s�o pr�ximas.
� o outro lado da pureza, mas � bem importante.
- De que estamos falando? - De me vender fiado.
- Sem chance. - Tenho garotas lindas...
doidas para cheirar. Passe para c�.
N�o, est� malu... � a �ltima vez.
Vou pag�-lo quando sair o neg�cio do clube.
- Espero que sim. - N�o espere, confie.
- Assim perco a auto-confian�a. - Imposs�vel.
Isso � �timo, n�o �? Estarmos juntos de novo. Ver voc�.
- Est� feliz ou triste? - N�o estou triste.
- N�o parece feliz. - Mas estou bonita?
- Sempre. - Vai levar tudo a s�rio, agora?
N�o.
- Sinto muito. - Pelo qu�?
Por tudo.
N�o importa mais.
Queria que soubesse. Nada � mais o mesmo entre n�s.
- Voc� e eu, n�o � igual. - Como �?
Quando foi embora, nos deixou.
Tudo mudou t�o r�pido.
Julian precisava de algu�m. Acho que eu tamb�m.
- N�o importa. - Falou com Julian?
- N�o. - Pedi que falasse.
Ligo para Betty Ford.
- Quer que eu o interne? - Fale com ele. � seu amigo.
Engra�ado, quando ligou...
achei que estivesse voltando para ver voc�.
Imaginei que estivesse aqui.
- Estou com problemas em casa. - Qual delas?
Todas.
- Quem dirigiu? - Voc�.
Estacionar bem � importante.
- J� pensou em voltar? - Para onde?
� escola. Eu fui, fiz um passeio nost�lgico.
- E? - Foi esquisito.
As crian�as que nos seguiam cresceram.
Est� diferente da nossa �poca.
- Acha que sentem nossa falta? - N�o.
Clay Easton? Julian Wells? �ramos lendas vivas.
- Pod�amos fazer tudo. - O que vai fazer?
- Dormir. - E depois?
- Tenho neg�cios a tratar. - Vende drogas?
- � minha maior ambi��o. - Voc� est� p�ssimo.
O que h�? Falando s�rio.
Estou ficando frustrado com todas essas perguntas.
Algum dia, tudo isso vai parecer uma �poca boa.
- Vai ver a Blair? - Sim. Est� trabalhando no centro.
Mande lembran�as.
- O sabonete est� bom. - Tem pintas no pesco�o.
- N�o d� para ver nada. - Cuide dessas pintas.
�timo. �timo.
Assinou os contratos para a semana que vem?
Temos que assinar.
- Quer outro sabonete? - Esconda as pintas.
Temos que terminar at� sexta, vou ao jogo.
Entre.
A glamourosa vida de modelo sempre me intrigou.
Agora sabe como �.
Meu pesco�o est� me matando. Pode massage�-lo?
Claro.
- Falei com Julian. - �?
N�o quer minha ajuda.
Julian est� confuso. Est� fora de controle. Voc� viu.
E voc� n�o?
Posso parar quando quiser. Tenho auto-controle.
Estou impressionado.
Quer sair hoje? Pod�amos ir a clubes. Ser� divertido.
N�o.
- Vou embora depois do Natal. - Por qu�?
As coisas n�o sa�ram como planejei.
Pensei que ficaria mais. Esperava que...
pud�ssemos passar um tempo juntos.
- Talvez na pr�xima vez. - �, na pr�xima.
- Ligo antes de viajar. - Liga? �timo.
Tchau.
Sinto sua falta.
Onde est�o todos?
Estou a fim de uma.
- Julian! - Tio Bob.
Chegou cedo.
� algo importante, com grande potencial de crescimento.
- Aposto que sim. Quanto? - 15 mil.
Dirija voc�.
Muito bem.
- Por que n�o pede ao seu pai? - Ele n�o tem imagina��o.
- Casas noturnas? - N�o � qualquer uma...
� o infame Panik Club.
O ex-dono est� ligado em arte agora.
Mas deixou uma mina de ouro. Fregueses viciados.
Querem se divertir todo fim de semana, religiosamente.
Darei isso a eles por um pre�o razo�vel.
Claro. Mas n�o � algo que me interessa.
Eu sei, mas � lucro certo. Baixos custos, muito movimento.
� controlado, garantido, lucrativo.
N�o est� investindo s� no clube.
Est� investindo num parente.
15 mil d�lares?
- Sou o filho que nunca teve. - Tenho dois.
Mas n�o s�o como eu, n�o me fa�a implorar.
- Onde �? Vamos dar uma olhada. - Legal.
- Quer cheirar? No meu escrit�rio. - Boa.
Pai?
Pai?
- Oi, querida. - Trouxe um presente para voc�.
- Espere um pouco. J� vou sair. - N�o, preciso ir.
Mesmo? Cindy vai pedir comida.
- Desculpe, n�o posso ficar. - Posso ajudar?
- N�o, estou bem. - Feliz Natal. At� segunda-feira.
Feliz Natal.
- Seu presente est� na mesa. - Obrigado, querida.
Oi, Blair.
- Est� �tima. - Obrigada.
Se n�o nos virmos, Feliz Natal.
- Para voc� tamb�m. - Cindy!
- N�o esperava encontr�-lo aqui. - Mudei de id�ia.
Fico contente.
Quem � esse cara? Tudo bem, � conhecido.
N�o acham que mere�o algum consolo...
se v�o ficar se agarrando em p�blico?
N�o menospreze meus esfor�os. Meu tato.
- Uma briga de gente bonita? - Isso � uma conversa particular.
Vejo algu�m precisando se acalmar. Quer beber algo?
- N�o quero nada de voc�. - Isso � novidade.
- Julian, n�o comece. - J� fez bastante hoje.
Ent�o, agradeceria se n�o se metesse na minha vida.
Precisa beber algo, querido. N�o se preocupe, est� bem?
- Sinto muito. - N�o, �... N�o.
- Quero ir para casa, est� bem? - Tudo bem.
N�o quero, n�o.
Espere um pouco.
Venha c�.
Meu Deus! Quer parar com isso?
- Chegamos. - Ainda n�o.
Largue isso.
Oi, pai.
Resid�ncia dos Wells.
Sim, est� tudo bem. Obrigado. C�digo 13472.
- Estou cansado. Vou deitar um pouco. - Aqui n�o!
- E aqui? - J� falamos disso.
Esqueci. Refresque minha mem�ria.
N�o pode ficar aqui. Leve sua vida onde quiser, menos aqui.
S� um pouquinho. Voc� � um pai. Eu, um filho.
Sou seu filho. Estou com sono.
- Pai? - Saia. Vou chamar a pol�cia.
- V� se danar! - Desgra�ado! Saia desta casa!
- Saia desta casa! - Seth, n�o! Deixe-o em paz.
� sempre um prazer.
- Em que est� pensando? - No que dizer a Julian.
Ningu�m consegue dizer nada ao Julian.
Volto � faculdade em uma semana, e quero que venha comigo.
- N�o. - � s�rio.
Tenho uma id�ia melhor. Vamos casar.
- �timo. - Ser� um casamento grande, caro.
Vamos convidar dois mil amigos �ntimos.
Teremos filhos e uma governanta para cri�-los.
- Eu vou cri�-los. - Mesmo?
- Por que n�o podemos ficar juntos? - Vou lev�-la na mala.
- Melhorou. - Venha jantar na minha casa.
Meu pai estar� l�. E a fam�lia toda.
� Natal, sabe.
- A porta estava aberta. - O que quer?
Estou procurando por Julian.
- Est� por aqui? - N�o.
Se o virem, pe�am que me ligue.
Sou Bill.
Voc� � Blair.
E n�o conhe�o voc�.
At� mais.
- Onde ele dormiria? - Talvez em Zuma. A festa de Markie.
- Algu�m est� procurando voc�. - Quem?
Bill. Conhece?
Bill. Billy.
- Ele � legal. Um velho amigo. - N�o me lembro dele.
Esteve fora por muito tempo. Conheci gente nova e interessante.
- Onde se conheceram? - No loft. Com Blair.
- Quer falar sobre isso? - N�o.
- Quer brigar? - N�o.
Parab�ns. � assim que deve ser.
A virada � justa.
A Blair foi boa. Estava s�, precisava de algu�m.
Estava sempre junto. Foi bom.
Mas n�o foi aquela maravilha de amor.
Este � o meu clube. Vou dar a volta por cima.
- �timo. - �.
E chegarei pelos fundos e levarei a Blair quando menos esperar.
O qu�?
Seja bom para ela. Ela merece.
J� vou.
- Est� sempre indo. - Algu�m tem que ir.
- Cuidado com os tubar�es. - E voc�?
- Eles me conhecem. - Est� bem. Precisa de alguma coisa?
Certo.
Obrigado, Elaine, por nos receber em sua casa.
Obrigado por me receber. Alice tamb�m.
� uma �poca especial do ano. Dedicada � fam�lia, aos amigos.
Uma ocasi�o para esquecermos nossas diferen�as...
e nos unirmos para que possamos...
nos unir.
Tamb�m � �poca de brindes incoerentes.
� tradi��o na fam�lia.
Feliz Natal a todos. Que amemos uns aos outros como somos...
e como esperamos ser.
Obrigado, Elaine. Clay.
Liz. Jenny.
E Alice.
- Feliz Natal. - Feliz Natal.
- Estou esperando h� horas. - Tr�nsito.
Olhe o teto. O D.J. Vai lhe mostrar tudo.
Vai deix�-lo ouvir o sistema de som.
- N�o � hora para m�s not�cias. - N�o posso emprestar o dinheiro.
Por qu�?
Falei com seu pai.
- N�o posso... - Eu sei. Tudo bem.
Ao menos tentou. Leve alguns desses. S�o...
pe�as de colecionador. Edi��o limitada.
Ainda � meu sobrinho favorito.
- Vir� para o Natal... - �timo.
N�o posso. Tenho outros planos.
- Sinto muito. - Eu tamb�m.
Tchau.
Oi, Rip.
Tem alguma coisa para mim?
Eu tinha tudo planejado.
Nossa, pensei que tivesse.
Estraguei tudo.
N�o tenho dinheiro. N�o sei onde arrum�-lo.
Julian, isso n�o pode continuar. Voc� me deve muito.
- Estou bancando o trouxa. - Eu sei. S� me d� uma chance.
N�o pare de me fornecer. Fa�o o que quiser. Qualquer coisa.
Escute...
quero que me fa�a um favor.
Vai trabalhar para mim. Por pouco tempo.
- At� ficarmos quites. - Vender? Posso fazer isso.
Quero que conhe�a umas pessoas. S�o legais. Vai gostar delas.
- � gente importante, Julian. - Legal.
Est� bem. Bill vai lev�-lo at� l�. � s� uma festa.
- Tudo vai dar certo. - At� quitar.
Gostou da festa?
N�o posso esperar.
S� mais duas paradas por hoje.
- Faz tempo que n�o a vemos, Blair. - Estive ocupada.
Que vestido lindo! Est� trabalhando de modelo?
Sim, esse ano superou as expectativas.
- Vai para a faculdade? - Ainda n�o decidi.
Parece feliz aqui.
Claro.
- Tem jogado t�nis? - N�o. Por causa do cotovelo.
Tentei usar uma outra faixa, mas...
Sei.
No geral, � um ambiente melhor para Clay.
- O qu�? - A faculdade.
Acho que sim.
- O que est� fazendo? - S� olhando.
Sinto-me como um nada.
- Entre. - N�o, est� muito cheio de gente.
- O que houve? - Parece que houve alguma coisa?
- Preciso de dinheiro, Clay. - Quanto?
Quanto?
50 mil. 50 e uns trocados.
- Meu Deus! - �, meu Deus.
- Para qu�? - D�vida de drogas. Para que mais?
- Vou falar com Rip. - N�o vai, n�o.
- N�o vai falar com ele. - N�o tenho tanto assim.
N�o de uma vez.
Estou ferrado. N�o sei o que fazer.
- S� restou voc�. - E quando pagar?
- N�o sei. - Pense.
- Come�a de novo? - Preciso da grana, est� bem?
N�o preciso de uma li��o de moral. Poupe-me!
- Quanto voc� tem? - Nada!
Vou cair fora. Feliz Natal.
Espere. Espere.
Espere.
- Pai, tem um segundo? - Claro.
Preciso da sua ajuda. De grana.
- Quanto? - 50 mil d�lares.
50 mil? Est� me pedindo US$ 50 mil mesmo?
Sim, estou.
O que est� fazendo aqui?
Estou tentando salvar o que resta de uma rela��o importante.
Ah, Jenny! Jenny, esperei ao lado do telefone.
Ele n�o tocou. N�o liga, nem escreve.
N�o entra em contato. D�i muito acus�-la, mas...
- Est� me dando um gelo. - Estou.
Sua pr�-adolescente desalmada!
Por que as garotas s�o t�o frias?
Agora, ela ri. Garotas aprendem cedo.
Partem o cora��o dos rapazes em pedacinhos.
Sabe o pior disso tudo? Voc�s sabem que adoramos.
N�o banque a inocente comigo, sua megera. Sei do que gostam.
Os diamantes s�o seus melhores amigos.
- Droga! - Eu o vi entrar.
Onde arranjou... Onde est� Julian?
- Est�vamos brincando. - Tire isso antes que mam�e veja.
- Meu Deus! - O qu�?
As j�ias da minha m�e.
- Como vai? - Viu Julian?
- N�o, n�o vi. - Esteve aqui a noite toda?
- Sim, a noite toda. - Obrigado.
Viu Julian por a�?
Obrigado.
- Viu Julian, querida? - N�o, cara.
Como vai, Blair?
- Viu Julian? - N�o, cara. N�o vi Julian.
Como vai, Blair? Lembra-se de Bill?
Parece agitada. Posso ajudar?
- N�o, obrigada. - Est� procurando Julian?
Sabe onde ele est�? Ligamos para o loft.
- Ele n�o fica mais l�. - N�o?
Onde est� Julian?
- � brincadeira! - O que fez com ele?
- Eu? N�o... - �. O que est� havendo?
- Pergunte ao Julian. Aposto que sabe. - Vamos embora.
Relaxe. Relaxe, cara. Julian vai aparecer. Sempre aparece.
Est� em f�rias. N�o se esque�a disso. At� mais.
- Vamos tentar a praia. - Quero ir para casa!
Quer achar Julian ou n�o?
- Um coiote. - N�s o atropelamos.
- Nada. - Talvez n�o o tenhamos pego.
- Est� bem? - � a coca�na. Muita anfetamina.
- Que al�vio! - O qu�?
Voc� est� mal. Est� com uma cara p�ssima. Mas � s� arrumar uma coca�na melhor.
- Vai a p� para casa? - Chega de divers�o por hoje.
Estamos nos divertindo? � isso?
- Voc� n�o sabe o que diz. - Sei o que voc� e Julian est�o fazendo.
- N�o sou como o Julian! - "Julian est� mal. Ele tem problemas."
- O que a torna diferente? - Voc� foi embora!
Quer que eu fique? Para enfiar droga no nariz at� sangrar?
Para me machucar, menosprezando meus amigos?
N�o vou fazer isso, Blair. N�o d�.
Eu amo voc�, mas vou embora assim que puder.
- Cuidado, assim assusta algu�m. - O que h� com voc�?
- Nada que uma coca n�o resolva. - Vamos lev�-lo ao hospital.
Eu cuido disso! Vamos. Vamos.
- � seguro aqui. Vamos para casa. - Vamos deitar.
N�o, vamos. � seguro aqui. Entre. Viu?
Tudo bem.
Viu? Estamos em casa.
- Quer alguma coisa? - Quero dormir.
Espere a�, tenho que ir. Rip est� me procurando.
Respire fundo. Voc� consegue. Bem devagar.
- Vou vomitar. - O balde est� embaixo da pia.
Ag�ente firme, querido. Ag�ente firme.
Ag�ente firme.
Ag�ente firme.
- Estamos aqui. - Fiquem at� eu dormir, est� bem?
Quem vai cuidar de voc�s quando eu morrer?
Sente-se direito, querido. Sente-se, Julian.
N�o sabe como tem sido com Julian sempre mal.
Eu me zangava. Mas n�o adiantava.
Prometia melhorar, mas come�ava tudo de novo.
A pol�cia veio aqui uma vez, procurando por ele, e eu estava aqui.
Cuidei dele. Fiz o melhor poss�vel.
Tem sido assim enquanto esteve fora.
Farei o que puder. O que for preciso.
Estou na banheira. � lindo aqui.
Cinco ou seis pessoas. Venha para c�. N�o vou sair.
Eu ligo de volta, Bob. Tchau.
- Deixe o Julian em paz. - Feliz Natal para voc� tamb�m, Clay.
- Voc� me ouviu. - Precisa de um hobby.
Est� se matando para ajudar o Julian. � perda de tempo. Eu sei.
Vou conseguir a grana.
- Vendo meu carro. Fa�o qualquer coisa. - Viu Julian?
- Vai receber o que ele deve. - Claro.
E sabe de uma coisa? Voc� n�o tem nada com isso.
Ou�a bem. N�o sou o problema aqui.
O problema � Julian. Tive paci�ncia. Deixei rolar.
Sabe quanto ele me deve?
Qualquer outro j� teria cortado seu fornecimento.
O Julian j� est� morto. Esque�a-o. Conselho de amigo.
N�o sou seu amigo e j� me encheu!
Deixe o Julian em paz. N�o lhe forne�a nada.
N�o chegue perto dele. Vou arrumar a grana. Mas deixe-o em paz, babaca.
Com quem pensa que est� falando?
Como se sente?
- Minha cabe�a parece um abacaxi gelado. - Est� bem?
- Tem um cigarro? - Tenho.
Legal.
- Onde est� Clay? - Foi para casa.
Ah, � Natal.
Feliz Natal.
N�o vai acontecer de novo. Acabou.
Obrigado por cuidar de mim.
Disponha.
Voc� est� linda.
Nos divertimos, n�o?
Quero dizer, algumas vezes... Nos divertimos.
�, nos divertimos.
Pai?
O que voc� quer?
S� dois minutos.
Meu Deus, voc� est� p�ssimo!
Estava pensando em passar esta noite em casa.
Adoraria acordar e saber onde estou. Seria uma boa mudan�a.
N�o posso permitir.
Eu n�o pediria, mas minhas op��es est�o limitadas.
- J� discutimos isso 100 vezes. - Na verdade, 101.
Voc� trapaceou na reabilita��o.
Mentiu. Roubou.
- Veja o que fez � fam�lia. - Eu sei.
S� preciso que seja meu pai por um dia. S�...
S� me ajude.
N�o sabe quando estou falando a verdade?
N�o. A primeira coisa que voc� destruiu foi a minha confian�a.
Eu vou embora. Devo muito dinheiro a um cara.
Eu sei, grande novidade!
Vou tentar dar um jeito. Vou tentar fazer algo certo.
Estou falando s�rio.
S� me deseje sorte, acreditando ou n�o em mim.
Consegue n�o usar drogas por uma semana?
Uma maldita semana?
Farei tudo para ajud�-lo.
Mas preciso que me ajude tamb�m.
Posso tentar.
Julian sabe chupar. E est� MORTO.
Est� bem?
Acabei de chegar.
Isso � coisa do Rip.
� Markie. � s� para saber se quer carona.
Vamos para Palm Springs. Vejo voc� l�. Tchau!
Oi, � Julian. Vou a Palm Springs...
falar com Rip, resolver umas coisas. Antes tarde do que nunca, certo?
Estou indo. Feliz Natal.
Obrigado por ontem. Aos dois. � s�rio. Tchau.
- O que vamos fazer? - Ach�-lo. Traz�-lo de volta.
N�o vai adiantar, ele vai come�ar de novo.
N�o se sair daqui. Julian estaria melhor em qualquer outro lugar.
Eu o levo comigo, se for preciso.
Est� muito s�rio.
Julian est� l� atr�s.
Como vai? Est� �tima.
Bem-vinda. Faz tempo, n�o?
Oi, Julian.
- Oi. - Senti sua falta.
- Temos que conversar. - Claro.
Sente-se.
� s� um minuto, tenho que voltar � cidade.
Basicamente...
acabou. Eu parei.
N�o vou trabalhar mais para voc�. Nem comprar.
Vou voltar � reabilita��o.
Vou colocar a minha vida em ordem.
Com quem pensa que est� falando, Julian?
Voc� � um viciado. N�o vai parar.
- Vou devolver seu dinheiro. - Quando?
N�o sei. Vou falar com meu pai. Vou dar um jeito. Sei que consigo.
Parece t�o sincero, mas j� ouvi isso antes.
Qual � a novidade?
Fa�a um esfor�o, Julian. Invente outra.
- J� ouvi essa merda antes. - A diferen�a � que agora � s�rio.
�timo.
- Vai trabalhar para mim hoje? - N�o, n�o vou.
- Onde esteve se escondendo, Julian? - Rip...
H� quanto tempo nos conhecemos e somos amigos?
- Somos amigos. N�o somos, Julian? - H� muito tempo.
N�o me obrigue a fazer isso. N�o posso mais.
Ficaria surpreso com o que � capaz de fazer.
Obrigado. Volto logo.
- Belo smoking. - Onde arrumou?
- Em casa. - � do seu pai?
- Da minha m�e. - Oi, pessoal.
- Viram Julian? - Ainda n�o.
- E Rip? - Deve estar no hotel.
- O qu�? - Tem uma su�te.
- Onde? - No Laurel Palms.
Obrigado. At� mais.
Rip est� no Laurel Palms. Julian pode estar l�.
- Espero que n�o. - Fique aqui. J� volto.
- Tome cuidado. - Amo voc�.
Sua s�rie � um sucesso, tem uma c�mera...
- e n�o foi aceito. - Porque � viciado em hero�na.
- Onde est� seu smoking? - Acabamos de chegar.
- N�o conhe�o ningu�m. - Talvez sejam de Palm Springs.
- Ningu�m � de Palm Springs. - Frank Sinatra.
- Droga! - A festa estava melhor no ano passado.
Kim, tome. N�o, acho que estava exatamente igual.
Canos enferrujados.
O que � isso? Achei que estivesse tudo certo.
- Levante-se. - Ei!
- O que est� fazendo? - Quem � voc�?
Ajude-me a entender. Quero mesmo entender.
N�o quer, n�o.
- Parece uma prostituta. - O Rip me obrigou!
- N�o tive escolha! - Est� assim por sua causa, e sabe disso.
- V� se danar! - Fuja. � o que sempre faz.
- N�o vou mais salv�-lo. - Voc� n�o sabe!
- Ent�o me diga! - N�o sabe! Esque�a.
- Entre aqui. - Deixe-me em paz.
O que vai fazer? Voltar para Rip? Fugir, se esconder? Quero saber.
- N�o sei! - Venha comigo. V� embora comigo.
Volte a estudar. N�o h� motivo para ficar em LA.
Pare�o em condi��es de estudar?
- Oi. - Oi.
- Que desperd�cio! - Que desperd�cio!
Chamem um encanador.
Voc� est� bem?
J� volto. Espere aqui, est� bem?
� s� um minuto.
- Voc� o achou? - Est� no carro. Venha.
N�o faz id�ia no que est� se metendo, cara.
Estou cheio de suas brincadeiras. Todos s�o respons�veis!
Diga onde Julian est� e voltarei aos neg�cios.
- Chama isso de neg�cios? - Cad� ele?
- Deixe-nos em paz! - Vou olhar no carro.
Solte-me, sua vadia!
Clay, vamos! Vamos!
Vamos. Vamos.
Nossa, que festa!
Tem gasolina para chegar � faculdade?
Eu amo voc�s!
Julian!
Estou bem. � s� um impulso incontrol�vel de cair.
Vamos andar juntos.
Quero que saibam que reconhe�o o quanto me ajudaram.
Mesmo quando n�o merecia, e apesar de eu sempre estragar tudo.
Por isso, vou recompens�-los. Por tudo.
Vou fazer por merecer sua amizade. S� queria que ouvissem isso da minha boca.
Fa�am-me calar antes que eu diga algo grotescamente sentimental.
- Precisa de um m�dico. - N�o, s� preciso sair daqui.
Um pouco de sono e estarei novo.
- Tem certeza? - Tenho.
O qu�?
N�o.
Meu Deus!
Meu Deus! Meu Deus!
Sinto muito.
N�o!
A m�e de Julian morreu quando t�nhamos 5 anos.
Foi terr�vel.
Mas Julian n�o chorou. Nada.
Ficou ao lado do telefone...
porque sua m�e costumava ligar todo dia quando estava viajando.
Ningu�m conseguia tir�-lo de perto do telefone.
O Sr. Wells ligou para meus pais. N�o adiantou.
Um dia, mandou um telegrama a Julian, como se fosse da m�e...
dizendo que ela tinha morrido e ido para o c�u.
Lembro que Julian me mostrou. Carregou-o por um ano.
E ficou bem.
Era um garotinho dur�o.
Sei l�. Fiz tudo o que pude.
Vou sentir tanto a falta dele.
Vou embora amanh�, e quero que venha comigo.
- Est� bem? - Sim. Eu quero ir com voc�.
Quero mesmo.
- Eu quero. - Que bom!
BRAZILIAN PORTUGUESE
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