All language subtitles for The Outer Limits s07e04 The Surrogate.sppp

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Original subtitles

- Nada como um rostinho de um beb�. - Claro, se voc� gostar de beb�s.

A gravidez vai mudar a sua impress�o a respeito.

Quer que eu fique emocionada? � estranho, porque sequer � meu beb�.

Quero dizer � que ter uma vida a� dentro pode ser uma experi�ncia muito positiva.

Acho que ter� muitas surpresas com as mudan�as que vai experimentar.

- � claro... vamos ver. - Certo... terei cuidado...

mas voc� pode sentir alguma dor, quando eu inserir o embri�o.

- E se ele n�o se desenvolver, ainda recebo? - Est� tudo estipulado no contrato.

Honestamente, Claire, n�o ter� problemas. O nosso �ndice de sucesso � alto.

N�o quero parecer mercen�ria, mas preciso do dinheiro.

- Qual � mesmo a arte a que se dedica? - Arte abstrata. N�o fa�o rostinhos de beb�.

- Bem, � s� isso, acabou! - No parto, eu sou melhor ainda.

Preciso que fique deitada quietinha por uma meia hora.

A enfermeira j� vem ver voc�.

Se saiu muito bem, Claire.

- Correu tudo bem, doutor? Vai dar certo? - At� aqui, tudo bem.

O embri�o estava em excelente condi��o. Vai se adaptar bem ao corpo de Claire.

- Gostaria de conhecer a Claire, � poss�vel? - Eu acho que ela ainda n�o est� pronta.

Est� um tanto cansada... S� um instante.

Sei que � dif�cil, mas quero que tenham paci�ncia. Ela � uma candidata ideal.

Fiquem tranquilos, � assim mesmo.

- Como estamos? - Muito bem!

O embri�o se fixou perfeitamente.

- � vi�vel? - Oh, sim. Est� vivo!

N�o h� nada de errado com a sua televis�o.

N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais,

ou expandir uma imagem com clareza cristalina

...e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o

a qualquer coisa que nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio que v�m

desde as profundezas da sua mente para o al�m do inimagin�vel.

A beleza da maternidade e a beleza de uma nova vida

nos coloca em contato com a nossa humanidade... ou n�o?

- O que, como assim, voc� j� fez? - Quando eu sa� pela manh�, disse que faria.

Achei que precisasse de grana, n�o que ia fazer.

- Claire, n�o sabe nada sobre gravidez. - N�o tem mist�rio, aprendo com ela.

Apenas se submeteu ao procedimento, n�o significa que est� gr�vida.

- Pode acreditar, eu estou. - N�o importa. Escute.

Quer que eu me mude para c�, e divida as despesas. N�o tem problema. Eu fa�o isso!

Ben, a quest�o n�o � voc�, sou eu.

Eu fiz uma auto-an�lise do que preciso e do que n�o preciso.

Est� na hora de levar a minha vida a s�rio. E a arte tamb�m. Esta � a minha chance.

- Com voc� mudando para c�, n�o. - E os alugu�is atrasados que deve...

Quanto eles te deram, uns 2 mil d�lares? At� quando acha que vai durar?

Quinze mil E mais quinze quando o beb� nascer.

T� legal, mas, Claire...

N�o me exclua da sua vida!

- Eu n�o quero! - Me deixe enfrentar isso com voc�.

Eles querem m�es de aluguel solteiras.

Sem compromissos ou relacionamentos. - T� bem.

Eu entendo.

Eu sei como � quando voc� enfia uma coisa na cabe�a. Eu vou me afastar.

Mas quando precisar de algu�m, me avise... - N�o vou esquecer disso.

Prometo.

Obrigado.

Acho que aqui � a m�o... ou ser� o p�.

E ao tocar aqui... a cabe�a.

Eu senti uma coisa parecida esta manh�. Ser� que... ser� isso possivel?

Est� com nove semanas? � meio cedo, Emily?

Mas, n�o totalmente in�dito. Alguns beb�s t�m capacidade para se movimentar.

O que deve ter sentido foi um deslocamento e n�o uma parte do corpo, exatamente.

Bom dia, garotas! Trouxe uma nova integrante para o grupo, esta � Claire.

Claire, este � o grupo de apoio para as m�es de aluguel.

Rebecca � uma das nossas enfermeiras, ela dirige o grupo. - Ol�!

Aquela � Mary, nossa querida Loreine, al� est� Gina e a dona da linda barriguinha...

que come�a a aparecer � Fern que est� no sof�, e ao seu lado, Emily.

- H� quanto tempo est� gr�vida, Claire? - Uma semana.

Eu estava explicando a Claire como o grupo funciona.

Como vai comprovar, vai ter a chance de conhecer a experi�ncia de outras mulheres.

Para ajud�-la a lidar com emo��es e ter um lugar para falar sobre elas.

Mas � obrigat�rio falar sobre elas?

A �nica coisa obrigat�ria aqui � cuidar de si mesma.

Como eu deveria estar na sala de parto, vou deixar as meninas falarem dessa parte.

- N�o que n�o goste de falar do que sinto... - N�o precisa se explicar, Claire.

- Venha, e sente-se, por favor. - O dr. Diynstan lhe falou da dieta?

- Dieta? - A parte boa � que pode comer tudo...

desde que diga o que comeu. - Mas tem a parte ruim...

voc� precisa de seis dessas por dia. Costumam entalar na garganta.

T�m um gosto horrivel quando descem e quando voltam.

Por isto, � melhor esmag�-las e mistur�-las com sorvete de chocolate.

Como � que �?

N�o precisa contar para que comeu uma tigela inteira. Tem coisas que se esconde.

T� legal.

Claire, voc� n�o � obrigada a dividir os seus sentimentos.

Tenho os meus motivos para fazer isso. Seu eu quisesse ser m�e, seria m�e.

N�o tem problema em fazer por dinheiro. Estamos todas fazendo. � um trabalho.

O fato � que sentimentos e emo��es fazem parte do processo.

E quanto mais voc� luta mais fortes ficam.

- S�o muito ruins? - A quest�o n�o � ser ruim ou n�o.

Gerar uma crianca � uma coisa humana. � normal ter sentimentos quanto a isso.

- Claire, posso falar com voc� um instante? - Claro.

- O que achou do grupo, muito legal, n�o? - �, s�o legais.

Vai ver que s�o muito mais do que isso. Com o tempo, claro.

Olha, algumas coisas aqui n�s fazemos de forma diferente, mantemos dist�ncia

entre voc� e o casal que alugou o seu �tero at� estar preparada emocionalmente.

Mas como voc� n�o tem fam�lia pode ser confortador falar com a familia Elak.

- N�o � o objetivo do grupo? - Sim, mas os Elak t�m,

maiores expectativas em voc�.

O telefone deles. Ligue quando estiver pronta.

Est� bem.

- Tchau! - Cuide-se.

Depressa, saiam da frente!

Claire, preciso saber exatamente o que est� sentindo.

Uma pontada. Muito forte. Como se estivesse me perfurando.

A dor tem intervalos ou � permanente?

- O feto se soltou da plascenta. - Essa n�o!

Ele vai morrer? Ele vai morrer?

- O feto est� se movendo. � tarde demais. - Vai nascer?

Precisamos induzir o parto. 10 unidades de oxitocina. R�pido!

- Me ajudem! - Claire, se acalme...

Claire Linkuud.

Hora: 00h15. Ela est� na janela.

Parece que os seus pesadelos come�aram.

Eu senti o beb�

se mexendo dentro de mim. Ele estava tentando sair.

O mais estranho, � que voc� estava certa. N�o estava na dire��o certa para sair.

Ele ia em outra dire��o.

A�, eu acordei. - Isto parece um pesadelo.

Passei o resto da noite conferindo para ver se n�o estava sangrando.

Se servir de consolo, eu tamb�m tenho tido sonhos horr�veis.

Fern tamb�m.

� normal que mulheres gr�vidas tenham sonhos dessa natureza.

Ainda mais com as transforma��es que os seus corpos passam.

Era muito real.

Porque eu podia sentir.

O pesadelo de voc�s era real assim? - Sim, ele era.

- J� come�ou com as vitaminas? - Na verdade, n�o!

Ent�o, tome! Uma antes de dormir, ajuda bastante.

Eu vou tomar.

Isso mexeu muito com voc�, n�o �?

N�o sei se isso foi sonho...

Mas, quando acordei hoje, s� a id�ia de perd�-lo me abalou muito.

Seja bem-vinda ao clube!

Al�. - Ol�. � Donna Elak.

Sim, � ela, quem fala?

� Claire Linkuud.

Ser� que eu posso passar a�? - � claro que sim, Claire!

Estou t�o contente que voc� tenha ligado!

Eu achei que a gente devia se conhecer...

Estou t�o contente que voc� tenha ligado!

Eu achei que a gente devia se conhecer...

Eu vou te dar o endere�o.

Quero deixar claro que n�o estou fazendo isso por ter um instinto maternal.

Ali�s, eu nunca quis ser m�e. - A gravidez vai mudar a sua opini�o.

- � o que vivem dizendo. - Algo na inf�ncia a fez ter esta opini�o?

- Craig! - Amor, eu s� fiz uma pergunta simples.

Desculpe, Claire. N�o ligue para ele.

N�o tem problema. Na verdade, eu odiava os meus pais.

Fugi de casa quando tinha 16 anos e nunca mais voltei.

- Sua fam�lia n�o quer que os vejam? - De minha parte, n�o tenho pais ou familia.

N�o somos a sua familia, mas pode contar conosco, seja para o que for.

- � muita gentileza sua, mas... - Estou falando s�rio.

Pelo que est� fazendo por n�s. E com um pouco do nosso sangue misturado ao seu...

Olha, sensibilidade n�o � o meu forte,

mas acho que isso vai me deixar mais emotiva que o costume...

ent�o, vamos ver o que ele ou ela nos reserva.

�, voc� tem toda a raz�o.

Sete meses depois

A�, um pouco mais embaixo, est� sentindo?

Meu Deus, ele se mexeu!

E de novo!

Que tal aquecer um pouco... N�o pode beber, Claire, n�o � permitido.

Querido, voc� tem que sentir! Se importa?

� o seu beb�.

Nossa, mexeu! � incr�vel!

Outra vez. Esse menino d� cada chute... - Ou menina?

Desculpe se �s vezes, pare�o distante...

Esse tipo de relacionamento que temos � meio estranho.

O dr. Diynstan disse que as emo��es iriam aflorar. Ele estava certo.

N�o que eu ache que o beb� seja meu. N�o penso isso.

Bom, de certa maneira eu penso nele como nosso.

Mas, me sinto feliz por ter feito isso. - E nos deixa feliz por voc� ter feito.

- N�o sei voc�s, mas estou faminta. - Fez a receita de legumes que te dei?

S� como hamburguers com tudo que tenho direito. Um em cada m�o.

- At� a pr�xima! - Tchau!

Estava calada hoje, est� com algum problema?

- Estou bem. - Fern, isso n�o foi muito convincente.

Eu tive o sonho de novo, com o beb�.

S� que desta vez, foi parecido com o seu. O senti dentro de mim tentando sair.

- Tem tomado as vitaminas antes de dormir? - Claro.

Fern, isso � s� um sonho. Comentou com o dr. Diynstan sobre isto?

Ele disse que foi apenas um sonho.

- Al�? - Eu tive o sonho de novo.

- Fern? - Hoje foi pior.

Muito pior!

Eu estou indo para a�.

- Falou com o dr. Diynstan? - Falar com ele?

N�o. N�o posso.

Amanh� tenho que ir para um exame que n�o quero, s� pensando nele me tocando...

Fern, o dr. Diynstan n�o vai machucar voc�. � um bom m�dico. Sabe disso.

Eu n�o quero que toque em mim!

Fern, por que voc� est� assim?

Tenho me sentido mal... Desde o in�cio.

Pensei que fosse as vitaminas e parei de tom�-las.

- Fern... - N�o importa!

Este mal-estar se eu como ou n�o como, n�o faz diferen�a...

Tem alguma coisa errada.

E se os beb�s que geramos n�o forem normais?

E se o dr. Diynstan submeteu a todas n�s a algum tipo de experimento terr�vel?

Fern isso � loucura, n�o faz sentido.

Estamos sendo vigiadas. Vigiadas.

Ele queria que eu falasse com ele. E eu falei durante algum tempo.

E depois parei. Agora n�o sei o que fazer. - Fern, do que voc� est� falando?

- O que foi? - � como no sonho!

Sente-se!

- Eu vou ligar para o dr. Diynstan. - N�o. Por favor, n�o.

Eu sinto muito, Fern.

Desculpe... - Descanse, procure relaxar.

Voc� vai ficar bem.

- Ela vai melhorar? - Sim. Tem sorte de ser sua amiga.

Ali�s, eu � que tenho sorte por isso. - Se quiser eu fico para cuidar dela.

Ela tem que descansar e voc� tamb�m. � melhor ir para casa.

N�s cuidamos dela.

Fez a coisa certa, Claire. Realmente.

Eu estava a sua espera, Claire.

N�o vou machuc�-la.

Agente especial Glen, do FBI.

Isso lhe d� o direito de invadir o meu apartamento?

O que quer?

Eu quero respostas suas sobre o dr. Diynstan.

� o cara de quem a Fern falou, n�o �?

Voc� a perseguiu. Ela ficou apavorada. - Tinha motivos, mas n�o por minha causa.

D� uma olhada nesses dossi�s, Claire. S�o apenas uma pequena parte, de muitos.

M�es de aluguel do dr. Diynstan durante os �ltimos 5 anos.

E esses beb�s que as mulheres deveriam dar � luz, sumiram.

- O qu�? - Como se nunca tivessem existido.

Eu n�o acredito em voc�. Vi muitos beb�s na cl�nica do dr. Diynstan.

De m�e de aluguel?

N�o estou falando da pr�tica regular do dr. Diynstan que serve como fachada.

Estou falando do programa para as m�es de aluguel iguais a voc� e seus beb�s.

- Voc� os viu? - N�o, mas...

Olhe!

Wendy Newman. Gravidez a termo. Detalhes do parto, n�o disponiveis.

Certid�o de nascimento, n�o disponivel. Certid�o de �bito, n�o lavrada.

Dennis Chivas. Parto prematuro: 7 meses. Detalhes do parto, n�o disponiveis.

Certid�o de nascimento, n�o disponivel Certid�o de �bito, n�o lavrada.

Espere. Est� dizendo que todos os beb�s das pacientes do dr. Diynstan morrem?

N�o. Ele est� comandando bem o programa in vitro, com �timos resultados

com nascimentos com vida do programa de m�es de aluguel...

Me escute com aten��o, Claire.

Para eles n�o h� nenhum registro.

- N�o entendo... - Algo terrivel est� acontecendo, Claire.

Eu me aproximei de algumas m�es, mas n�o me disseram nada. Mas Fern quis me ajudar.

Mas, de repente, mudou de id�ia. - E a� resolveu me abordar?

N�o tenho nada a dizer, agente Grant. - Claire...

Quando se olha no espelho voc� sente medo.

Estou tentando fazer voc� compreender. - Est� me espionando?

Voc� est� em perigo, Claire.

Saia daqui!

Me deixe ajud�-la. Pelo bem do beb�. - Saia!

N�o tenha medo da verdade!

Al�? - Claire, � a Emily.

Desculpe te acordar. N�o sei se ficou sabendo

mas Fern perdeu o beb�, ontem � noite.

Ainda bem que o dr. Diynstan estava em meu apartamento.

Do contr�rio eu teria morrido com a perda de sangue. Ele foi maravilhoso.

Foi no carro, segurando a minha m�o.

Que bom que ele lhe deu apoio. Descanse um pouco. Volto logo.

Que bom que veio v�-la, Claire.

Estou triste pela familia Baxter. Sei que queriam muito o beb�.

Eu decepcionei eles. - Querida, a culpa n�o foi sua.

Fern, aquelas coisas que disse ontem � noite?

N�o consigo imaginar as loucuras que eu disse.

N�o s�o loucuras. Me fale do Glen, o agente do FBI!

Ele � perigoso. � louco.

Foi atr�s de voc� tamb�m? - Foi, mas...

Claire, eu lhe agradecer pela sua ajuda.

Ontem � noite, voc� salvou a minha vida. Obrigado.

Fern...

voc� viu o beb�?

- O beb�... - Havia um beb�, n�o?

Claro, e ele morreu.

Por que est� perguntando isso?

Ele nasceu vivo, ou estava morto?

Sinto muito, Fern, mas preciso saber.

Claire, podemos conversar?

O beb� da Fern nasceu morto. - Quantos mais morreram?

Eu vi os dossi�s.

Andou falando com o agente Glen do FBI. Mais precisamente, um ex-agente do FBI.

- Como assim? - N�o mencionou isso? N�o me surpreende.

Foi posto em licen�a administrativa h� 6 meses.

Perseguia os meus pacientes. N�o sabia que tinha recome�ado a fazer isso.

- Por que ele faria isso? - Cismou que os beb�s est�o sumindo.

- E n�o est�o? - Claro que n�o.

Suponho que o agente Grant tenha falado com alguma das m�es que

sofrem depress�o e ele desenvolveu uma bizarra teoria da conspira��o.

Vou cuidar para que ele n�o a incomode.

Que bom que voc� veio, Ben. Eu ia mesmo lhe procurar.

Eu deveria ter vindo te visitar antes. Ou pelo menos ter te ligado.

Voc� n�o tem nenhuma obriga��o comigo. - Poderia discutir isso, mas n�o vou.

Ent�o, este tal de Grant, voc� acreditou no que ele falou?

- � convincente, o dr. Diynstan tamb�m �. - Que tipo de m�dico ele �?

Como assim?

Voc� frequenta o grupo de apoio uma vez por semana.

Que tipo de acompanhamento ele faz? Quais os exames?

- Ele n�o faz nenhum exame. - E voc� n�o acha isso estranho?

Sei l�... N�o sei no que acreditar.

Conhe�o uma pessoa, o dr. Chan. Estudou como o meu irm�o no col�gio.

Ele � obstetra. Posso marcar uma consulta, pedir para ele te examinar de manh�.

Pelo menos eu acho que assim voc� vai ficar mais tranquila.

Vamos come�ar com a ultrassonografia!

A primeira coisa incomum que vejo � a enorme quantidade de l�quido.

Est� gr�vida h� quanto tempo? - Sete meses. Alguma coisa errada?

Eu n�o diria errada, mas incomum com certeza.

- H� algum problema, doutor? - Quero ouvir o batimento card�aco do beb�.

- O que tem de errado no cora��o dele? - � dif�cil de determinar...

Alguns nascem com uma cavidade a mais no cora��o, mas n�o produziria este som.

Com g�meos �s vezes se escuta tr�s batimentos por que um � o da m�e.

Mas n�o vejo dois beb�s aqui.

O que eu vejo � que o saco vitelino deveria ter desaparecido h� semanas

mas este est� aqui. Se for isso. - Qual � a gravidade?

Posso parecer alarmista, mas pelo que voc� relatou, eles n�o t�m feitos muitos exames.

E pelo o que eu estou vendo aqui uma amniocentesis � essencial.

Se permitirem, eu gostaria de fazer uma. - Tudo bem.

- Rose, pode me ajudar aqui? - � doloroso?

Vai sentir uma fisgada, quando a agulha � inserida.

Voc� vai ficar bem.

Se o beb� ficar quietinho n�o vai levar mais do que um minuto.

Est� quase l�.

Est� se mexendo, estou sentindo.

N�o deixe ela se mexer!

Meu Deus!

Agente Grant! - Meu Deus!

O que ele est� fazendo aqui? Ben, o que est� acontecendo?

Claire, eu n�o conhe�o o dr. Chan. O agente Grant me procurou h� alguns dias.

Ele disse que voc� tinha que ser examinada por outros m�dicos.

Desculpe, mas precisava ser examinada por um m�dico diferente, que n�o fosse ele.

Que provas voc� quer mais? Diynstan fez algo terr�vel com o seu beb�.

- Me deixe em paz! - Claire, aonde voc� vai?

- Precisamos levar voc� a um hospital! - Me deixe em paz!

Claire, � o Ben. Claire, voc� est� a�!

Responda, s� quero saber se voc� est� bem!

Eu sinto muito, Claire. Eu fiz besteira!

Por favor, diga alguma coisa! - Voc� mentiu para mim!

Juro que n�o sabia que ia terminar assim. Eu estava tentando ajudar.

Me traindo?

Ele me procurou. Disse que voc� estava em perigo. Que tinham lhe feito algo na cl�nica.

- Por que n�o me contou? - Ele disse que voc� estava confusa.

Voc� tem que voltar ao dr. Chan. Grant disse que, se n�o, algo pode acontecer.

N�o entende, n�o �? Posso n�o saber em quem confiar, mas certamente n�o � nele.

- Ele mentiu para mim. Diynstan, n�o. - � idiotice. Este fato n�o � culpa do Grant.

- Agora eu sou idiota? - Claire, n�o foi isso que eu quis dizer.

- Voc� precisa de ajuda, isso � anormal. - Nunca achou que eu fosse capaz, n�o �?

Esperou que eu me ferrasse para aparecer e me salvar da minha grande mancada.

Claire, n�o fa�a isso!

Desculpe decepcion�-lo, mas n�o preciso da sua ajuda, nem daquele agente.

Agora v�.

Saia!

Certo.

Mas, por favor, se cuide, Claire!

Ol�, aqui � a Claire. N�o estou em casa, deixe o seu recado.

Claire, aqui � a Donna. por favor, atenda.

Estamos preocupados com voc� querida, est� a�, est� bem!

Por favor, atenda!

O m�dico onde voc� foi, disse alguma coisa sobre o saco vitelino?

O que importa o saco vitelino e esta subst�ncia verde, saindo para todo lado?

- N�o consegue ser mais insens�vel! - Ela sabe o que aconteceu.

Sabia que tinha alguma coisa estranha com este Diynstan.

Estou muito cansada! Muito cansada!

- N�s vamos cuidar de voc�, Claire. - Eu s� quero dormir!

Eu sinto muito pelo beb�.

N�o precisa se desculpar. N�o vamos desistir desse beb�, jamais.

- Agora, descanse um pouco, certo. - Obrigado, obrigado por tudo.

Vamos ajud�-la a superar isso, Claire. Eu prometo.

- Claire? - Alguma coisa se soltou!

Soltou o qu�?

Uma pontada. Est� doendo muito!

- O que podemos fazer? - Me ajudem!

- Vamos lev�-la para o carro! - Mas, para onde?

Para qualquer hospital! Droga, pegue a chave do carro, anda logo!

Aguente firme, Claire! Estamos quase chegando.

CL�NICA "DIYNSTAN"

Por que estamos aqui? Dever�amos estar no hospital.

O seu lugar � aqui, Claire.

- Ol�, Claire. - Socorro!

Vamos coloc�-la aqui.

Precisamos saber o que est� sentindo, Claire? Pode descrever a dor para mim.

Seu monstro! Monstro.

Pode me dizer o que sente?

- Uma pontada. Parece me perfurar. - � um bom sinal, depressa!

O que est� fazendo?

- N�o vou deixar voc� matar o meu beb�. - N�o matamos beb�s aqui.

Isso � paran�ia do agente Grant. - Saiam daqui!

- Claire, n�o fa�a isso. - O seu beb� vai morrer, com certeza.

� isso o que realmente quer? - N�o.

Claire, o tempo � crucial. Precisamos de cada segundo.

Por favor, Claire, me d� o bisturi!

Agente Grant? Aqui � a Emily Bushman.

Pediu para lhe avisar, se visse alguma coisa estranha.

Trouxeram a Claire � cl�nica. Est� tendo o beb� agora, e algo est� acontecendo.

- O que � isto? - Vai ajudar.

Ajudar como?

Como eu me sinto movendo na minha barriga?

Est� tentando sair! - Calma...

Ouvir a sua voz como se estivesse falando para mim.

Ele est� com fome. - Sim.

Vai lhe dar o que comer, n�o �?

Algo assim.

O que est� acontecendo comigo?

O que est� acontecendo comigo?

N�o pode entrar aqui. Por favor...

Eu procuro Claire Linkuud. Onde ela est�?

Est� tendo tratamento m�dico de urg�ncia. Espere na recep��o.

- N�o estou feliz em rev�-lo, inspetor. - Onde Claire est�, ou eu mesmo a acho!

No fim do corredor. Mas chegou tarde.

Agente Grant!

- O que houve, Claire, e o beb� como est�? - N�o houve nada com ele.

Como n�o houve nada com o beb� da Fern.

Na verdade, eles nem eram beb�s.

O que significa isto?

N�o somos como voc�, agente Grant.

N�o damos � luz novas criaturas... somos concebidos dentro de outros seres.

Quando chega a hora, nos alimentarmos.

Comemos tudo, menos a casca.

Ela � muito conveniente.

Escutem aqui!

N�o importa o que fizeram, eu posso ajudar.

Oh, continua preocupado com o que nos fizeram?

Devia se preocupar com o que vamos fazer a voc�.

Acredito que vai encontrar aqui um ambiente muito acolhedor, Debbie.

Por isso temos um grupo de apoio �s m�es de aluguel.

Boa noite, meninas. Quero apresentar a Debbie.

Ela far� parte do grupo, a partir dessa noite. Esta � Rebecca, e ela � quem dirige o grupo.

Ol�! - Voc� vai ver que ter a chance...

O nascimento de uma nova vida pode ser sublime...

a menos que seja �s custas da pr�pria ra�a humana.

�timo!

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