All language subtitles for Outer Limits The S07E17d

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

- Perdemos o marcador de trilha. - N�o perdemos coisa nenhuma.

- Eles podem ter tirado o marcador. - Estamos bem perto da fronteira.

Acha que eles t�m o conceito de que � a nossa fronteira?

Talvez n�o. Mas j� sabem o que � o n�vel de pulso, a esta altura.

N�o est�o preocupados.

Cercaram a gente.

Vai, corre!

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos moldar sua vis�o a qualquer coisa que nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio que v�m

desde as profundezas da sua mente para al�m do inimagin�vel. Aguarde.

Quando a humanidade chegar �s estrelas...

levaremos conosco nossos valores e as nossas leis.

Mas de que forma estas leis e juizos morais

ser�o aplicados a seres e culturas t�o diferentes.

- Ol�, onde fica o tribunal. - N�s n�o temos tribunal funcionando.

N�o h� tribunal, tem certeza?

Eu disse que n�o temos um tribunal funcionando.

Oleaga deu uma ajeitada em um lugar, mas ainda estamos sem juiz.

O velhote corrupto s� chega a semana que vem.

Velhote?

Dizem que ele � t�o gag� que Oleaga vai molhar a m�o dele com qualquer mixaria.

Onde � o gabinete de Oleaga?

Vire ali na esquina. Quando chegar a um pr�dio que n�o estiver atolado em estrume,

l� � o gabinete dele.

Aqui est� ele! Aqui! O medusiano!

Parece que Jake e seu bando apanharam um medusiano.

Justi�a de rua � h�bito por aqui?

A menos que o criminoso pe�a prote��o a Quince e seu bando.

- Querem que esse animal pague? - Sim!

Ele vai pagar!

� Jake Armstrong. Perdeu o seu irm�o mais novo no ataque.

- Vou dar um fim nessa est�ria agora. - Por qu�?

� o meu dever. Eu sou o velhote corrupto l� da Terra.

Jake Armstrong! Como juiz de Direito dessa comarca,

por ordem da corte, do Quinto Distrito,

eu assumo a cust�dia do seu prisioneiro.

Volte para a Terra! N�o precisamos de ju�zes aqui.

Jake, com �dio, eu jamais matei algu�m.

O problema � que...

n�o estou com �dio.

Bela antiguidade! Mas como vai impedir um linchamento com isso?

Se o medusiano matou o seu irm�o, ser� punido pela lei.

- N�o existe lei em Daedelus. - Agora, existe!

Eu n�o vim parar no fim do mundo pelo clima ensolarado, Finch.

Daedelus � uma col�nia de minera��o comercial.

Mas at� instituirmos um tribunal, estamos sob dominio do ex�rcito.

E isso � ruim para os neg�cios. Por isso solicitei que viesse.

Governador Oleaga, eu respondo � 5� Circunscri��o Judicial,

n�o a pol�ticos locais.

� claro. Eu n�o quis insinuar outra coisa.

Obrigado, e como � a situa��o dos medusianos nativos?

O ex�rcito guarda as cidades,

mas n�o pode se aventurar ao interior da regi�o sem uma escolta armada.

Os medusianos podem ser bastante selvagens.

O fato de terem o planeta colonizado deve suscitar neles as piores rea��es.

Finch, compramos as terras honestamente h� 11 anos, do chefe do povo medusiano.

E com a morte dele este ano, a situa��o se tornou meio cr�tica.

E com rela��o ao medusiano que voc� quer levar a ju�zo...

O caso ser� melhor resolvido por Quince e o ex�rcito.

Governador, se deseja que a corte seja a autoridade moral aqui,

o povo deve respeit�-la.

O que significa julgar os casos graves, como esse ataque medusiano,

e n�o mand�-lo para um pelot�o de fuzilamento.

Minha filha foi ferida nesse ataque.

Os seus tr�s amigos foram mortos. S� ela sobreviveu.

E como pai, eu quero o assassino punido.

E como juiz, eu tamb�m quero. Se ele for culpado.

Mas � claro.

- Mandou me chamar, senhor? - Sim.

Esse � o nosso juiz, sr. Finch, e esse � o nosso promotor, o sr. O'Brien.

- Sr. O'Brien, como vai? - Excel�ncia...

Sr. O'Brien, pode acompanhar o senhor juiz at� o tribunal.

Senhor governador...

N�o tem a pompa de uma decora��o de mogno.

� perfeito!

Para um juiz, voc� � muito f�cil de agradar.

O juiz Roy Bean reunia a sua corte em um sal�o de bar, em 1882.

O territ�rio de Montana era uma fronteira escancarada.

Havia um juiz e um delegado em 2.000 quil�metros quadrados.

Sem burocracia, sem pol�tica, sem meios termos.

O juiz s� precisava de bom senso, coragem, e integridade...

E um rev�lver preso � cintura.

Veja bem juiz, Oleaga estava certo. Deixe o caso do medusiano para Quince.

Qual � o problema, senhor promotor? N�o disse que o caso j� estava no papo.

Nem por isso eu vou querer arranjar um servi�o a mais.

Sou pago semanalmente.

O que as v�timas faziam quando foram atacadas?

Um levantamento geogr�fico. T�o amea�ador como a Cruz Vermelha.

- E o que motivou o ataque? - O que motivou o ataque de tubar�o?

O'Brien! - Pois n�o!

Eu sou Quince. Bem-vindo a Daedelus, juiz!

E, parab�ns pela sua t�o... pitoresca chegada.

E parab�ns pela sua!

Vou fazer uma pergunta direta?

Quando soube que mandariam um juiz para Daedelus, fiquei me perguntando,

o que fez este juiz para ser tirado do conforto tecnol�gico da Terra,

e ser enviado a esta pocilga.

N�o sou muito a favor dos confortos tecnol�gicos da Terra.

Eles s� nos deixam gordos e sedent�rios... al�m do mais

o saneamento da Terra � acompanhado de um pre�o

que n�o aguento mais pagar.

- E esse pre�o seria? - Independ�ncia.

Imparcialidade. A capacidade de responder perguntas diretas, diretamente.

� o direto o bastante para voc�?

Dizem que voc� vai levar o medusiano a julgamento.

Segundo a minha experi�ncia o ataque foi mais um ato de guerra.

Se o medusiano recebeu ordens para atacar o grupo, saberemos no julgamento.

- Como vai saber isso, vai perguntar a ele? - Mais ou menos isso.

E se ele n�o responder?

Eu o chamarei para arrancar dele a resposta.

� um homem engra�ado, juiz. N�o temos muitos assim em Daedelus.

O problema � que eles sempre morrem.

Foi um prazer!

O prazer foi todo meu.

Oi, aqui � a Eileen.

Deixe o seu nome e n�mero e eu retorno assim que puder. Obrigado.

Por favor, deixe a sua mensagem agora.

Oi, estou em Daedelus. Uma pessoa sensata sairia daqui no pr�ximo cargueiro.

Mas eu sinto que um cap�tulo da minha vida tem que ser escrito aqui.

� m�stico bastante para voc�?

N�o me admiro que os meus amigos me achem doido.

Ainda penso em voc�.

E sei que ainda pensa na grande decis�o.

Gostaria de dar o conselho certo, mas sou apenas o seu ex-marido.

E, em mat�ria de conselhos, temos menos cr�dito que o beberr�o.

N�o case com ele, Linny!

Joshua Finch Identidade confirmada

Bom dia, juiz Finch.

- Teve um pesadelo? - Mas, quem � voc�?

O desembargador Haffner me enviou da Terra para ajud�-lo.

- N�o recebeu o comunicado? - N�o.

Venha, eu te ajudo a levantar.

Quer que eu fa�a algo para come�ar o dia?

Sim, um quiropr�tico.

Duvido que em Daedelus exista um profissional dessa especialidade.

Era brincadeira.

Haffner a mandou aqui? Por qu�?

Ele n�o sabe se voc� est� � altura da miss�o.

Ele falou isso? Quais foram as palavras exatas?

Eu n�o sei se ele est� � altura da miss�o.

Meu Deus!

- Um artificial. - Sim.

Um humano artificial. Meu nome � Miranda.

Haffner me enviou um artificial!

Ele acha voc�, pouco convencional,

� muito r�pido para abandonar o protocolo judicial.

Vou dizer o que Haffner pode fazer com o protocolo.

E muito exaltado, tamb�m.

Talvez se alegre em saber que o resto da corte discordou.

A minha presen�a � para lhe permitir o trabalho.

Ent�o, mandassem uma pessoa e n�o um artificial.

Haffner sabe que eu odeio tudo que est� relacionado com a tecnologia.

- � mesmo? - N�o se sinta ofendida.

Por que eu me sentiria ofendida, por que me odeia pelo que sou?

Por que voc� n�o quer me dar a m�nima chance

de eu demonstrar o que posso fazer?

Eu pe�o desculpas.

N�o, juiz, eu � que pe�o. Sinto muito que a minha exist�ncia o constranja.

�timo, desembargador Haffner!

Ponham-se de p� para o dign�ssimo juiz, Jerome Finch.

A primeira corte territorial de Daedelus est� agora em sess�o. Sentem-se!

Para futura refer�ncia, meu nome � Joshua Finch.

- O que eu falei? - Jerome.

Desculpe!

Ponham-se de p� para o dign�ssimo juiz, Joshua Finch.

Por favor, sentem-se.

Merit�ssimo, eu sou Kra'dok, advogado de defesa.

Antes de come�ar, devo dizer que n�o posso representar o meu cliente.

- Por qu�? - Eu n�o falo o medusiano.

E por que isso s� chegou ao meu conhecimento agora?

At� hoje, eu s� lidei

com disputas de limites de propriedade e quest�es de imigra��o.

Est� bem. Oficial, precisamos de um int�rprete.

Algu�m aqui fala medusiano?

N�o haver� contesta��o, excel�ncia. O medusiano se recusa a participar.

Excel�ncia, a acusa��o solicita um julgamento sum�rio.

Se deseja um julgamento sum�rio sem evid�ncias

a minha decis�o ser� "inocente, caso cerrado".

- Mant�m o seu pedido? - Eu retiro.

Vou apresentar uma declara��o de "n�o culpado" em seu nome. Ele entende?

Com licen�a!

Quer ser notificado dos seus pequenos erros de procedimento � medida

que ocorrerem ou anoto para passar-lhe no fim do dia?

No fim do dia.

- Ele disse: "Como quiser." - Eu vou considerar um "sim".

A corte est� suspensa at� o julgamento.

Desculpe o inc�modo, juiz Finch.

- Tudo bem. - N�o h� quarto vago na cidade.

Eu sei que em breve haver�.

Obrigado pelo travesseiro.

N�s podemos dividir o espa�o por alguns dias.

- Teve uma �tima atua��o hoje na corte. - Obrigado, Miranda.

Na verdade, as suas pequenas falhas quase n�o se fizeram notar.

- Falhas? - Pequenos erros de procedimento.

Ah, �...

Tomei nota e deixei uma c�pia sob a sua mesa.

- Gostaria de ver? - N�o, na verdade, acho que vou dormir.

Boa noite! - Boa noite!

- Quer um cobertor? - N�o.

- Um copo d'�gua? - N�o, obrigado.

- Certo, ent�o, at� a manh�. - At� amanh�.

Bom sono!

- Voc� vai dormir? - N�o durmo muito.

E o que isso significa?

Bem, varia cada noite, depende do que eu fiz durante o dia.

E quanto deve dormir esta noite?

48 minutos. Provavelmente antes do amanhecer.

Maravilha!

Obrigado, desembargador Haffner!

Lavinia nos falou que eles foram atacados na �rea da fronteira leste

ent�o foi por onde eu levei o destacamento.

Ach�vamos que t�nhamos chance de resgatarmos os nossos homens

com vida, considerando o que sabemos sobre os medusianos.

- Refere-se ao m�todo de tortura? - Sim.

- O mais lento poss�vel. - Protesto! S�o boatos.

Prossiga.

J� observou pessoalmente os medusianos praticarem tortura?

Sim, n�s os seguimos

e os encontramos do outro lado da fronteira territorial.

Vi o Matt amarrado a uma esp�cie de suporte de madeira.

Foi queimado vivo.

N�s atacamos, mas foi demasiado tarde. Apareceram mais medusianos.

Tivemos que retroceder. Mas pegamos esse a�.

- Sem mais perguntas. - Deveria ter deixado eu terminar o servi�o.

Deveria ter deixado eu enforcar ele.

J� chega, sr. Armstrong!

� uma narc�pita. Tem uma hiberna��o di�ria de duas horas.

Intervalo para o almo�o!

O seu julgamento n�o � bem aceito entre os habitantes.

Acham que voc� vai simplesmente condenar o medusiano.

Mais um cart�o de Natal que eu n�o vou receber.

Observe aqueles dois al�.

Aquele da esquerda est� prestes a roubar do vizinho.

Por que voc� n�o o prende?

Por que o vizinho roubou dele primeiro.

Vai aprender muito em breve, amigo.

A criatura n�o quer jurar sobre a B�blia.

Excel�ncia, o livro n�o tem significado para eles.

Ele n�o respeita os nossos rituais.

Por que ele deveria nos demonstrar algum respeito?

Que respeito demonstramos a ele!

- Pode tir�-lo da jaula? - Senhor, ele � muito perigoso.

E n�o possu�mos espa�o de campo de for�a como na Terra.

Deveria estar defendendo o r�u, sr. Kra'dok.

- Sim, mas eu � que ficarei ao lado dele. - Guarda, traga uma cadeira!

Senhor juiz, o procedimento em julgamento de homic�dio

requer a utiliza��o de barreira entre o acusado e a corte.

O r�u est� algemado e temos dois guardas armados.

- Exato, mas norma dita claramente que... - Oficial!

Por favor, retire o r�u da jaula e o ponha sentado � mesa da defesa.

Podemos ver isto mais tarde.

O senhor reconhece a mulher na galeria?

Sim, era a l�der do grupo.

O que aconteceu aos outros humanos?

Eles foram mortos e...

Excel�ncia, n�o h� tradu��o para a palavra.

Foi como o sr. Armstrong descreveu?

Sim.

Voc� estava presente quando foram mortos?

Sim.

Voc� mesmo matou algu�m?

Sim, um deles era para mim.

Seu desgra�ado, voc� matou eles! Todos eles!

Ordem!

Senhor juiz, ele passou aqui ap�s a audi�ncia para falar sobre o caso.

O que ele poderia saber sobre o caso?

Direto na garganta, t�pico ataque medusiano.

Eles t�m o h�bito de eliminar qualquer um que colabore com os humanos.

E como um medusiano entrou na cidade sem ser visto?

S�o como baratas, se arrastam por debaixo da porta.

Perfura��o, ele n�o foi ferido por um medusiano.

N�o sabia que a sua assistente era uma especialista.

Ensinei a ela tudo o que eu sei.

Medusianos rasgam com as suas garras.

Os ferimentos indicam movimento de perfura��o.

Como se tivesse usado a garra medusiana como faca.

Garras decepadas de medusianos n�o s�o coisas que as pessoas t�m em casa.

Eu conhe�o uma pessoa que tem. Quince.

Sargento, quero que prenda o general Quince.

- Sargento, fique onde est�! - Quince, estou ordenando...

Governador... qual � a acusa��o?

- Homic�dio. - Homic�dio. De quem?

- Do hmong. - Encontramos a arma no seu escrit�rio.

- Chega de conversa, pode prend�-lo! - Eles me devem obedi�ncia.

E tamb�m ao alto-comando militar da Terra.

Se n�o cumprirem a minha ordem,

ser�o levados � corte marcial.

Vai arriscar o futuro deles s� para se salvar?

Sargento, cumpra a ordem!

Voc� tem uma nova mensagem.

Eu me casei, Josh.

Eu sei que � o que n�o queria ouvir, mas � a coisa certa...

no seu �ntimo, voc� sabe.

�...

Eu sempre vou te amar, mas queremos coisas diferentes.

�s vezes o amor n�o � suficiente. Me desculpe, n�o posso mais falar.

Est� aberta.

Ol�!

- O seu n�vel de �lcool est� em 0.21. - Isso tudo?

Repetindo mensagem nova.

Eu me casei, Josh.

Juiz Finch?

Voc� est� bem?

em seu �ntimo, voc� sabe.

Eu sempre vou te amar, mas queremos coisas diferentes.

�s vezes o amor n�o � suficiente. Me desculpe, n�o posso mais falar.

Nossa!

- Bom dia! - O que est� fazendo aqui?

Estava disperso. Precisava ser confortado,

para que pudesse se concentrar no caso e trabalhar com a m�xima efici�ncia.

Ser confortado, do que est� falando?

S� um minuto!

N�o saia da�!

Eu lamento incomodar,

mas achei que deveria saber, est�o organizando outro destacamento.

- Por qu�? - Como! Ningu�m lhe contou?

Houve uma fuga de presos.

Os medusianos soltaram alguns dos deles e colocaram dois dos nossos no hospital.

- E o Quince? - Sumiu!

Acho que foi levado pelos medusianos. Eles deixaram uma mensagem.

Espere a�... vista a roupa!

Est� em medusiano. "Ponto Khartouf. Sozinho."

Quando aprendeu falar medusiano?

N�o falo, apenas sei ler. Minha laringe tem dificuldades

ao reproduzir as vogais deles, principalmente...

Os medusianos querem um encontro. Provavelmente em seu territ�rio.

O combust�vel de tr�tio � o nosso principal produto de exporta��o.

Muito dif�cil de extrair, mas muito lucrativo.

Por�m, eu nunca tinha visto um tijolo igual a este.

O que � esta �rea colorida?

O territ�rio medusiano. Eles est�o em cima de uma enorme reserva.

As �reas de tr�tio medusiano est�o mais ao longo da fronteira.

Por que acha que demoramos tanto para chegarmos a um tratado de paz?

A fronteira fica no cora��o dessa �rea.

� al�, "ponto Khartouf". Vamos!

Nada disso, a mensagem dizia sozinho.

Os medusianos me capturam quando tiraram o sacerdote da cadeia.

- Sacerdote? - S�o mais inteligentes do que pens�vamos.

Ficou bem claro que o seu r�u fala muito bem a sua l�ngua.

- Eu me livraria dessa arma, se fosse voc�. - Por qu�?

Por que v�o cortar voc� ao meio, do contr�rio.

Veja pelo lado bom, poderiam nos matar na floresta.

Teria sido melhor. Gostam de torturar as v�timas... lentamente.

Olhe, aquele al�, � o nosso r�u!

Como Armstrong falou.

Mas, por que est�o torturando um medusiano morto?

Nascimento... e morte.

Um ciclo sagrado.

- Este ritual reverencia os mortos. - Um rito f�nebre.

Os seus companheiros humanos morreram em nosso ataque. Trouxemos

os seus corpos aqui para reverenci�-los, como fazemos com os nossos.

Mas, por que voc�s mataram os humanos?

O tijolo de tr�tio.

Est� aberta a sess�o!

Como pode esperar conduzir um julgamento sem a presen�a do r�u?

- Atirem, atirem nele! - N�o, pode parar!

Calma, sargento. Vamos ouvir o depoimento primeiro.

N�o d� ouvidos ao Quince! Ele foi preso por homic�dio.

O general Quince est� aguardando o julgamento em liberdade.

Que neg�cio � este?

Se chama julgar um caso segundo as evid�ncias.

Sr. Kra'dok, chame a testemunha.

Os humanos v�rias vezes entraram em nosso local sagrado.

N�s s� os capturamos na �ltima vez.

- Voc�s os mataram! - Permane�a em sil�ncio, sr. Armstrong!

Senhor juiz, essa coisa matou o meu irm�o, e o senhor o trata como...

Um r�u, Jake.

Agora, sente-se e cale a boca, sen�o o coloco para fora.

Continue, senhor Kra'dok.

O que aconteceu dessa �ltima vez, da qual os capturou?

N�s os atacamos, tr�s deles... morreram.

Por que voc�s os mataram?

Eles roubaram os tijolos de tr�tio da nossa aldeia.

Voc�s os mataram por causa de tijolos?

Os tijolos de tr�tio s�o para os nossos filhos.

Sem a energia que eles fornecem os nossos filhos n�o podem nascer.

O tr�tio deve ser extraido a cada tijolo cuidadosamente processado.

Quando vi que tantos tijolos haviam sido roubados,

centenas deles, n�o havia tempo suficiente para produzir mais

e evitar a morte dos nossos futuros filhos.

Ent�o, voc�s atacaram os humanos para salvarem os seus filhos.

- Chega, j� ouvi demais. - Sente-se, governador!

N�o temos que ouvir um assassino.

Se quiser sair, saia.

Mas acredito que o sr. Kra'dok v� chamar a sua filha ao banco de testemunha...

N�o � isso, sr. Kra'dok?

Ningu�m vai a lugar nenhum sem a permiss�o do juiz.

Pode fazer o que quiser, sr. Oleaga... ap�s o julgamento.

Agora, sente-se!

Tudo o que aquela coisa falou � mentira. Est�vamos fazendo mapas.

Fomos atacados sem motivo.

Est� me dizendo que nunca visitou o campo medusiano?

Eu jamais colocaria os p�s em uma zona proibida.

Centenas daqueles tijolos pesariam toneladas.

Acha que eu conseguiria carregar isto?

- Voc� reconhece isto? - N�o.

Tem o seu nome escrito. O juiz encontrou no campo medusiano.

- Voc� reconhece isto? - N�o tenho certeza.

� um equipamento para extra��o de tr�tio. E foi encontrado na sua bolsa.

- Lembra-se dele agora? - Protesto! A testemunha...

n�o est� sendo julgada.

N�o a estou acusando de nenhum crime.

Estou apenas determinando as circunst�ncias atenuantes desse caso.

Prossiga!

O tr�tio � muito leve. Uma tonelada do min�rio produziria apenas 50 kg.

O que quatro pessoas carregariam facilmente.

Continua negando que foram roubar tr�tio dos medusianos?

Mesmo que roub�ssemos, isso n�o lhes daria o direito de nos atacar daquela forma.

Mas voc� ouviu o depoimento dele.

A prole medusiana precisa de tr�tio para sobreviver.

Isso eles disseram. Mas podem estar dizendo para justificar o assassinato.

Ainda acha que o meu cliente estava tentando mat�-la naquele dia?

- Eu sei que ele estava. - E por que n�o a matou?

- Eu tive sorte. - Vamos ver, ent�o.

Uma esp�cie fisicamente superior elimina 3 veteranos que portavam rifles de pulso.

Para o seu pr�prio bem, � imbativel, imortal e mesmo assim, ele n�o

conseguiu encontrar uma �nica mulher desarmada,

a tr�s metros de dist�ncia. Por qu�?

Talvez tivesse saciado o seu desejo de sangue.

Ou talvez ele os tenha matado para os impedir de levar o tr�tio

necess�rio para salvar a sua prole.

Depois que pegou a sua mochila ele a deixou ir.

Ele n�o deixou?

N�o deixou?

Ponham-se de p� para o dign�ssimo juiz Jerome... Joshua Finch.

Podem sentar!

O r�u confessou o assassinato de tr�s homens.

A lei aqui � bem clara. O homic�dio aconteceu quando o r�u

tentou impedir um crime:

o homic�dio da descend�ncia de sua tribo, na verdade.

Segundo a lei, o ato configura homic�dio justificado.

A lei tamb�m tem como fun��o prevenir futuros crimes.

Acredito que este crime come�ou com a ignor�ncia.

Assim, para prevenir futuros incidentes

eu determino que o r�u cumpra cinco anos

como colaborador medusiano na col�nia Daedelus.

Isso � um ultraje!

Essas coisas n�o s�o humanas! S�o subumanas, selvagens!

Quem se importa com os filhos deles?

Quanto a Lavinia Oleaga,

ela ser� processada sob a acusa��o de viola��o de fronteira e roubo.

Finch, n�o pense que isso vai ficar assim!

Corte suspensa.

E agora?

Enfrente a audi�ncia que tem, e depois o julgamento.

Por que eu iria matar o hmong? � claro que quiseram me incriminar.

Ent�o, ser� revelado no processo.

Acha que eu matei?

� contra as normas do juiz Finch fazer coment�rios antes da audi�ncia.

Ela tem raz�o.

Mas, c� entre n�s, eu n�o beberia com um assassino

mesmo morrendo de sede, nem que fosse a �ltima cerveja da gal�xia.

- Eu pago a cerveja! - Pensei que n�o convidaria.

Ei, espere a�, eu sei o que voc� acabou de fazer!

Juiz Finch!

Somente transpondo a escurid�o da ignor�ncia e do preconceito

poderemos alcan�ar a verdadeira justi�a.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.