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Verifica��o dos sistemas vitais. Os tr�s elementos est�o em modo experimental.
Preciso do status atual do elemento n�mero 3.
Est�gio 5, n�o-REM. Ele est� no abismo.
Os outros dois est�o se aproximando do est�gio 5?
Negativo. Est�gio 1 ou 2, no m�ximo.
Ent�o, vamos nos concentrar no 3.
Manter gera��o de onda delta a 0,2 ciclos por segundo.
Entendido: 0.2.
Ele est� definitivamente "fora do corpo".
�, estamos com um elemento totalmente fora do corpo.
Obtendo resposta m�xima.
3.598.
Aten��o, todos, infelizmente ter�o que parar o que est�o fazendo.
Por qu�?
Acabou de chegar a ordem. Temos que encerrar todas as opera��es.
Encerrar todas as opera��es? Mas n�s estamos perto...
A ordem requer desligamento total, a ser cumprida imediatamente.
O que disseram?
Concluiram que os nossos resultados n�o justificam qualquer recurso adicional.
Mas temos feito progresso!
Eles n�o acreditam que consigamos cumprir o esperado.
Acham o projeto arriscado demais, com v�rios efeitos subsequentes negativos.
Mas, e o tempo e o esfor�o gasto! O que vamos fazer com os indiv�duos de teste?
J� est�o praticamente mortos.
Se n�o tiver est�mago para isso, eu fa�o.
Cancelamento de emerg�ncia acionado.
Terry, insira o c�digo de abortamento.
Afirmativo.
Abortamento ativado.
Ao meu sinal, iniciar cancelamento de emerg�ncia.
Tr�s... dois... um...
Sequ�ncia de finaliza��o ativada.
Perigo, sinais vitais do indiv�duo abaixo dos par�metros determinados!
Perigo, sinais vitais do indiv�duo abaixo dos par�metros determinados!
Perigo, sinais vitais do indiv�duo abaixo dos par�metros determinados!
Eletrocardiograma parado. Nenhum sinal vital.
Hora do �bito, 15h36m24s.
Projeto abortado.
Finaliza��o completa.
N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.
Pois agora temos o controle da transmiss�o.
N�s controlamos o horizontal e o vertical.
Podemos inserir milhares de canais,
ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.
Podemos adequar sua vis�o a qualquer coisa
que nossa imagina��o possa conceber.
Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.
Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio
que v�m das profundezas da sua mente...
para al�m do inimagin�vel. Aguarde.
Atos sinceros �s vezes podem compensar m�s a��es do passado.
Mas o que ocorre quando segredos escusos
voltam � tona, inesperadamente, para reivindicar o seu lugar?
...o fechamento de v�rias de nossas estradas no interior.
Al�m disso, em certas �reas
h� queda de energia e interrup��o do servi�o telef�nico.
Esta tempestade, agora, completa o seu quinto dia...
est� causando muitos estragos e, infelizmente, n�o...
Qual � o problema, Leon?
Ele est� com medo da tempestade. Acha que vai faltar luz.
Ele n�o passa de um bebez�o, � isso o que eu acho.
Se faltar luz, o gerador vai ser acionado.
N�o se preocupe. Vamos ficar bem.
T�, eu prometo.
Algu�m roubou os meus l�pis de cera!
Ser� que n�o os deixou em algum lugar?
N�o, eu juro, algu�m pegou eles. � verdade!
Sabe, eu tenho uma caixa bem aqui, comigo.
Eu te amo, dra. Harris!
Cuide destes, direitinho, hein?
Ao ser indagada sobre a atual crise do tempo... uma autoridade
citou uma passagem da Biblia: "Essas coisas tamb�m passar�o."
Acaba de chegar uma not�cia: H� cerca de 30 minutos, o prof. Benjamin Hayes
supostamente ateou fogo na sala de espera do Hospital Pryer,
e, em seguida, assassinou brutalmente um m�dico de plant�o
que tentava apagar o fogo.
Este pa�s est� indo direto para o inferno!
Quando as autoridades locais iniciaram a persegui��o pelos corredores
do hospital, Hayes atirou-se pela janela do segundo andar e escapou.
A pol�cia realizou v�rios disparos contra o suspeito
avaliando que tenha sido atingido pelo menos uma vez.
Testemunhas afirmam que n�o houve motivo para o inc�ndio
e o subsequente ataque ao m�dico.
Nada! Nenhum sinal.
Desista, doutor, esta tempestade est� parando tudo.
Vai ser uma noite longa e solit�ria.
Est� procurando o qu�?
Um chiclete. A Loretta sempre tem um por aqui.
Pensei que ela pudesse ter um nas gavetas.
- Boa noite, dra. Thornton! - O que est� fazendo aqui, Mike?
O turno do Carl encerrou. E o seu come�ou.
S� vim fazer uma perguntinha para o dr. Strickland. N�o foi?
- Foi. - Estou voltando para a enfermaria.
- Est� querendo consulta por telefone? - N�o est� funcionando.
Ou melhor, d� linha, mas quando voc� tecla, a liga��o n�o completa.
E, no celular, s� est�tica.
Parece que fomos isolados do mundo exterior.
O que foi isto?
C�digo azul! No sagu�o, agora! C�digo azul...
Vamos, vire!
Calma! T� tudo bem, deixe eu ver.
- Leon, voc� n�o pode ficar aqui! - V�rios ferimentos � bala.
A liga��o n�o se completa. Teclo 911, e n�o acontece nada.
- Como ele est�? - "Quem � ele" � a pergunta certa.
- N�o temos como tratar estes ferimentos. - Ele perdeu muito sangue.
Doutora, n�o sei o que fazer aqui!
Me diga o que quer. A press�o arterial?
O projeto se completou...
N�o posso parar o sangue, doutora!
Ol�, Rachel!
Leon, solte ela!
Leon, solte ela!
Coloquem ele no isolamento! Amarrem-no!
Eu nunca vi o Leon agir assim, voc� est� bem?
Eu estou.
Ele est� morto?
Est�.
Droga...
Carl, voc� me assustou!
Eu estou indo para o por�o, vou ligar o gerador.
Era para ele ter ligado automaticamente!
Mas sabe como � que �.
Aquele sujeito que apareceu � nossa porta essa noite n�o era boa coisa, dra. Harris.
Um assassino, matou um m�dico de plant�o do Hospital Pryer.
�, isso � terrivel, mas ele n�o vai mais machucar ningu�m.
J� que est� dizendo...
Estamos quase sem energia...
Sarah?
Senhor, me proteja, agora eu vou me deitar,
e se eu morrer antes de acordar, Deus minha alma ir� levar.
Eu vou me deitar e Deus a minha alma ir� guardar
se eu morrer antes de acordar, Deus minha alma ir� levar.
...e se eu morrer antes de acordar, Deus minha alma ir� levar.
Ore pelos mortos e os mortos v�o orar por voc�.
Tommy! Angela! Comportem-se!
Parem!
- Voc� est� bem? - Estou.
- Que noite, hein! - �...
Viu o David?
N�o.
Eles s�o assim mesmo! Nunca est�o pertos quando precisamos.
Eu encontrei o Carl. Ele ia verificar o gerador.
Pensei que o gerador fosse acionado automaticamente.
Achei que sim, e Carl tamb�m.
Sarah, quero falar com voc�.
- Querida, � importante. Certo? - T� bom.
Lembra que me viu, agora h� pouco, no corredor?
Logo depois que faltou luz?
Tem certeza?
Voc� estava rezando.
N�o se lembra?
Era um prece infantil.
Senhor, me proteja, agora eu vou me deitar...
- Conhece? - N�o, eu n�o conhe�o.
Por que o Carl est� demorando? J� deveria ter estabelecido a energia.
� isso a�, tudo bem!
O que houve?
O que ele est� fazendo aqui?
O encontrei andando pela unidade de isolamento
e ele jura n�o se lembrar de ter atacado voc�, n�o � Leon?
Quem desamarrou ele?
Eu estou achando isso muito estranho...
Ele disse que foi o Mike que o soltou. N�o foi, Leon?
- E ainda tem mais... - Eu j� disse, n�o fiz nada!
Algu�m me deu uma pancada l� embaixo, e danificou os tanques de diesel.
O mesmo diesel que est� em seus sapatos!
Vai acreditar na palavra de um maluco como Leon?
Principalmente depois que o maluco fez com voc� e comigo?
Por que eu iria solt�-lo? Por qu�?
Acredita em mim, dra. Harris?
Eu quero acreditar, Mike.
N�o bastasse o tanque de combust�vel destruido,
a bobina de igni��o foi retirada.
� impossivel usar o combust�vel.
Por que eu destruiria um gerador? Isso n�o faz o menor sentido!
Eu tamb�m achei isso com ele. Dexedrine.
Eu vou dizer a verdade: tenho medo do escuro.
Sempre tive. � por isso que trabalho � noite.
N�o gosto de dormir � noite, eu tenho pesadelos.
Eu tomo algumas c�psulas de Dexedrine, para ficar acordado.
Est� ficando cada vez melhor!
Por alguma raz�o, eu apaguei esta noite.
N�o sei por que. Quando acordei os meus sapatos estavam cheirando a diesel.
- Eu n�o fiz isso, juro que n�o fiz! - Mike... do que se lembra?
Mike?
A quest�o, Rachel �... do que voc� lembra.
Carl, o que est� fazendo? N�o fiz nada! Dra. Harris, n�o fiz nada!
Carl, por favor n�o me deixe aqui sozinho!
N�o precisava me sedar...
Voc� n�o viu aquilo?
N�o viu como por um segundo, ele se tornou uma outra pessoa?
Est� assombrada com coisas que n�o entende.
Posso ver em seus olhos.
Precisa vir comigo.
O governador amea�ou demitir
a equipe dos removedores de neve...
se n�o retornarem ao trabalho. Segundo ele, este n�o � o momento...
Vejo que voc� tem suprimentos de emerg�ncia.
�, eu nunca desligo a TV. Ela espanta os maus esp�ritos.
Acha que estou brincando.
Mas o que est� enfrentando n�o � uma brincadeira.
Tem alguma coisa errada neste lugar.
Eu tamb�m posso sentir isso.
Eu vou te dar este talism�.
Vai ajudar na sua prote��o.
- Me proteger de qu�? - Kalfu, o esp�rito negro.
Sim, ele est� aqui, eu posso sentir...
Eu sinto.
E, eu sei o que ele pretende.
Ele est� vagando, roubando "gwo-bon-ange."
Almas, dra. Harris. Almas...
Em outra not�cia, foi revelada a identidade do m�dico do Hosp�tal Pryer
cuja vida foi tirada tragicamente hoje...
o seu nome � Terry Collins e era de Woodville.
Ele tinha 36 anos, era casado e tinha dois filhos.
O que aconteceu, Rachel? Qual o problema?
Sabe o m�dico, da emerg�ncia, do Hospital Pryer, assassinado hoje?
Voc� sabe... quem era?
Terry Collins.
- Terry, nosso Terry... - Como soube?
Eu vi a foto dele na televis�o no quarto do Carl.
- Terry estava l� no dia em que n�s... - Eu sei que ele estava l�, e da�?
E da�? N�o acha estranho que Ben Hayes venha at� aqui, esta noite
depois de matar Terry Collins?
� uma estranha coincid�ncia, mas � apenas isso: uma coincid�ncia.
Tr�s homens morreram l�. Um deles estava no est�gio 5, n�o-REM
um abismo, ele estava quase l�. A sua consci�ncia n�o estava no corpo!
Nenhuma vez n�s observamos nenhuma atividade "post-mortem"
em nenhum dos individuos de teste.
Quando ele morreu, a sua consci�ncia tamb�m morreu, � simples assim.
Ben me chamou pelo nome.
Sabe o que est� dizendo? Est� ouvindo o que est� falando?
N�o viu como ele olhou para mim. Sabia quem eu era.
Estou vendo que o seu cora��o guarda uma grande culpa em rela��o a isto.
Quanto a voc�, n�o se sente culpada?
Eu procuro n�o viver no passado.
Rachel, como vou convenc�-la de que aquilo que aconteceu
com aqueles homens n�o foi culpa nossa? N�o t�nhamos escolha.
Talvez tiv�ssemos escolha, Kate.
Talvez pud�ssemos ter feito algo.
Ah, que �timo!
Esp�rito livre.
Olhe, est� al�, bem al�!
Eu n�o entendo, estava nessa parede, h� um minuto,
bem aqui, letras vermelhas, grandes, escrito "esp�rito livre".
- Rachel, voc� precisa se controlar... - N�o sou louca, t�?
� por isso que me d�i ver voc� desse jeito.
Eu lembro o primeiro dia, em que entrou em minha sala,
rec�m sa�da da faculdade, ansiosa para mostrar ao mundo o que sabia.
- E, olha onde viemos parar! - Foi pra onde nos mandaram.
� isso o que ganhamos por gastar dezenas de milh�es de d�lares deles.
Ainda temos um contrato com eles, Rachel.
Se continuar falando de esp�rito livre, vai acabar nos colocando em problemas.
J� temos problemas, Kate.
J� lhe ocorreu que as mesmas pessoas que ordenaram a elimina��o dos nossos
individuos de testes, poderiam fazer o mesmo conosco, facilmente?
Voc� assinou o acordo de sigilo assim como eu.
- N�o deveria ter assinado. - Agora, j� chega!
Voc� est� dispensada do turno. Quero que descanse um pouco.
- Pegue, eu quero que tome isto. - Ora, Kate, vamos!
Pegue!
Vamos, beba isso! - T� legal!
�timo. - Pronto!
Quando estiver melhor, e depois de se acalmar
quero a sua ajuda, na enfermaria. - T�!
Mas, por favor, n�o fale de esp�rito livre! - N�o!
Acabou, assunto encerrado!
Agora, v� descansar.
A prop�sito, Carl, o meu nome n�o � Kalfu.
Rachel... Rachel... Rachel...
Depressa! O dr. Strickland est� ferido! Ele precisa de ajuda! R�pido!
Aqui embaixo, no por�o!
Sarah?
Aqui dentro, Rachel! Depressa! Venha!
Sarah!
Pare, Sarah! Isso n�o tem gra�a!
Agora eu vou me deitar, e Deus a minha alma ir� guardar,
se eu morrer antes de acordar, Deus a minha alma ir� levar.
- Reze pelos mortos... - Os mortos rezar�o por voc�.
Aqui dentro, Rachel! Depressa!
Rachel...
Sarah! Onde est�o os m�dicos e as enfermeiras?
Com certeza vai encontr�-los enfurnados em algum lugar.
O que aconteceu, Rachel? Teve pesadelos?
Eu sei tudo de pesadelos.
E sei muito bem como coloc�-los em sua cabe�a.
Eu posso fazer isso de novo, de novo, e de novo, pelo resto de sua vida.
Quem � voc�?
Mark Gregory... Alex Hanover... Kevin Lockwood...
N�o!
Kate! N�o!
Pensou que ficaria impune, n�o �!
Mas estou aqui para dizer que n�o se livrou.
E a�, Carl!
Kate!
Est� morta.
O Carl fez isto?
Venha aqui, calma...
Me deixe ver. Ele te machucou?
Temos que coloc�-lo no isolamento antes que acorde.
N�o importa para onde leve. Ele vai possuir outra pessoa.
N�o estou brincando, David. N�o foi o Carl.
Essa entidade s� estava usando o corpo dele, como fez com Mike e Sarah.
Fale alguma coisa!
Est� pedindo para eu acreditar na exist�ncia de um fen�meno
que vai contra tudo o que eu acredito como m�dico.
A consci�ncia humana pode existir fora do corpo.
Kate e eu provamos.
Quer dizer que esta coisa pode estar em qualquer um?
Em voc�, em mim, em um enfermeiro, ou paciente?
� exatamente o que eu estou dizendo.
Como sabe que esta coisa n�o est� em mim, agora?
Apenas sei.
�...
Olha, ele tem uma forma de falar, de olhar para mim...
e talvez ao causar o desmaio do Carl, voc� o tenha deixado inconsciente.
Certo, ent�o quando o Carl despertar, essa coisa vai acordar...
vai se transportar para o corpo de outra pessoa, e vai possu�-la.
Pelo visto, � o padr�o.
Me desculpe, mas sabe a loucura que est� dizendo?
- Me desculpe... - Sei que parece loucura, David, mas...
- O que o Leon est� fazendo aqui? - N�o sei.
Leon? Leon, o que foi?
Isso n�o � bom, n�o � nada bom... Olhe!
O que � isso...
Todos os funcion�rios.
Est�o mortos?
N�o, est�o vivos, mas est�o sedados.
- Est� nos liquidando um a um... - Rachel, por favor!
David!
- Sara, o que est� fazendo com a faca? - Pensando em arrancar o seu cora��o.
Tarde demais, David. Estou em Leon, agora.
O que acha, Rachel? Devo possuir David, for��-lo a cortar os pulsos?
Ou quem sabe um prov�vel inc�ndio com a idiota da Sarah!
Ningu�m jamais suspeitaria que foi Sarah.
Posso ser quem eu quiser. Levar pessoas a fazerem o que eu quiser que fa�am.
Talvez, agora, David acredite em voc�. O que voc� acha, David?
Vamos, Rachel, venha!
Tenham uma �tima noite!
Pode falar, estou escutando. O que est� acontecendo?
Kate e eu trabalhamos no laborat�rio da Cryo Syinc, em pesquisa voltada
para o desenvolvimento de uma importante tecnologia,
em que o ex�rcito tinha interesse.
Uma nova gera��o de agentes da intelig�ncia. Seres et�reos, sem massa
ou forma, com a consci�ncia de outros indiv�duos, silenciosos, invis�veis.
O espi�o perfeito!
O projeto foi chamado "Esp�rito Livre".
Exatamente o que eram, estas entidades, literalmente.
Levamos tr�s indiv�duos � beira da morte, para obter o efeito et�reo desejado.
E funcionou!
Por curtos per�odos de tempo.
At� descobrimos que os humanos
n�o foram concebidos para lidar com a separa��o da mente do esp�rito.
Eles come�aram a ter alucina��es.
�s vezes se contorciam desesperadamente ou gritavam por horas...
- O que houve com os individuos de teste? - Morreram todos.
Como morreram?
Quando puxaram a tomada do projeto, puxaram a dos indiv�duos.
Em vez de os mandarem completamente loucos para as suas fam�lias,
a corpora��o enviou as esquifes e os cheques do acordo.
Informaram que os homens fizeram uma coisa t�o cr�tica como o Projeto Manhattan,
que foram her�is que morreram bravamente a servi�o da p�tria.
E esta coisa � um deles?
De alguma jeito, a consci�ncia dele sobreviveu fora do corpo.
E como vamos det�-lo?
Eu n�o sei.
- Est� dando linha! - Mesmo assim, talvez n�o complete.
Mas que droga!
Rachel, corra!
Vamos, chame!
Isso!
Servi�o de emerg�ncia.
Sou eu, sou eu.
Foi embora. Foi embora.
Consegui chamar a pol�cia. J� est�o chegando.
N�o sei se v�o poder ajudar.
V�o. Eles v�o ajudar. � s� a gente esperar.
Me desculpe, por n�o ter acreditado em voc�.
Depois do que aconteceu esta noite...
e se esta entidade for o que pensa que �, ela est� atr�s de vingan�a.
Deve ter gostado quando voc� puxou a tomada.
Quem deu a ordem?
A corpora��o que financiava o projeto.
N�o, n�o, quem de fato apertou o bot�o?
Kate.
Sabe, voc� n�o � uma boa mentirosa.
E isso com certeza. Afinal, eu estava l�.
Kate foi apenas a mensageira. Voc� foi a executora.
Sabe quem sou eu, agora?
Lockwood.
Kevin Lockwood.
Indiv�duo de teste n� 3. A �ltima cobaia sobrevivente, em carne e osso.
Ali�s, a carne de David, melhor dizendo, por enquanto.
Por que agora, depois de quatro anos?
Eu aprendi r�pido.
Sabe, a mente humana n�o � t�o dif�cil de se controlar, depois que se pega o jeito.
Se sabe como fazer, por que n�o pega algu�m que tenha dinheiro?
E volta para a sua familia, e vive o resto da sua vida?
Infelizmente, eu n�o tenho como possuir um corpo por muito tempo.
Ent�o, voc� n�o � t�o poderoso assim.
Aposto que adoraria p�r as m�os naquilo, n�o �?
E me mataria outra vez.
Eu n�o queria matar ningu�m.
Mas isso n�o a impediu de cumprir a ordem, n�o �?
A culpa � horr�vel, n�o?
A culpa vem roendo o meu cora��o h� quatro anos.
Ent�o, eu deveria sentir pena de voc�?
Voc� me convenceu a ser volunt�rio no projeto!
Me falou que embarcar�amos em uma grande aventura juntos!
Eu fiz tudo ao meu alcance para impedir.
N�o, n�o fez, voc� nem tentou!
Voc� poderia ter se rebelado contra eles, mas n�o!
Poderia impedir que nos matassem!
Mas, fez um trato e se salvou.
N�o, n�o foi desse jeito.
Cale a boca!
Continua fazendo a mesma coisa.
Continua mentindo para mim, como fez no primeiro dia do projeto.
Voc� imagina ao que me condenou?
O que � que voc� quer que eu fa�a?
Eu quero que voc� sofra junto comigo.
Ent�o, fa�a isso! Pode me possuir!
Fa�a eu me matar!
Isso n�o! Eu deixei voc� por �ltimo.
Antes de executar sua senten�a, tem uma coisa que quero compartilhar com voc�.
Quer saber o que �?
Voc� sabe quem matou a Kate?
Surpresa!
Vamos, voc� consegue! Est� dentro de voc�.
Largue a arma!
Tirem ela, tirem ela de cima de mim!
Largue a arma, agora!
Foi ela que matou a dra. Thornton!
Ol�, Rachel!
Reze pelos mortos, e os mortos rezar�o por voc�.
At� logo!
Se n�o escutarmos a nossa consci�ncia...
os nossos piores juizos morais inevitavelmente retornar�o
para nos assombrar.
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