All language subtitles for Outer Limits The S07E13d

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Original subtitles

Verifica��o dos sistemas vitais. Os tr�s elementos est�o em modo experimental.

Preciso do status atual do elemento n�mero 3.

Est�gio 5, n�o-REM. Ele est� no abismo.

Os outros dois est�o se aproximando do est�gio 5?

Negativo. Est�gio 1 ou 2, no m�ximo.

Ent�o, vamos nos concentrar no 3.

Manter gera��o de onda delta a 0,2 ciclos por segundo.

Entendido: 0.2.

Ele est� definitivamente "fora do corpo".

�, estamos com um elemento totalmente fora do corpo.

Obtendo resposta m�xima.

3.598.

Aten��o, todos, infelizmente ter�o que parar o que est�o fazendo.

Por qu�?

Acabou de chegar a ordem. Temos que encerrar todas as opera��es.

Encerrar todas as opera��es? Mas n�s estamos perto...

A ordem requer desligamento total, a ser cumprida imediatamente.

O que disseram?

Concluiram que os nossos resultados n�o justificam qualquer recurso adicional.

Mas temos feito progresso!

Eles n�o acreditam que consigamos cumprir o esperado.

Acham o projeto arriscado demais, com v�rios efeitos subsequentes negativos.

Mas, e o tempo e o esfor�o gasto! O que vamos fazer com os indiv�duos de teste?

J� est�o praticamente mortos.

Se n�o tiver est�mago para isso, eu fa�o.

Cancelamento de emerg�ncia acionado.

Terry, insira o c�digo de abortamento.

Afirmativo.

Abortamento ativado.

Ao meu sinal, iniciar cancelamento de emerg�ncia.

Tr�s... dois... um...

Sequ�ncia de finaliza��o ativada.

Perigo, sinais vitais do indiv�duo abaixo dos par�metros determinados!

Perigo, sinais vitais do indiv�duo abaixo dos par�metros determinados!

Perigo, sinais vitais do indiv�duo abaixo dos par�metros determinados!

Eletrocardiograma parado. Nenhum sinal vital.

Hora do �bito, 15h36m24s.

Projeto abortado.

Finaliza��o completa.

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais,

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar sua vis�o a qualquer coisa

que nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m das profundezas da sua mente...

para al�m do inimagin�vel. Aguarde.

Atos sinceros �s vezes podem compensar m�s a��es do passado.

Mas o que ocorre quando segredos escusos

voltam � tona, inesperadamente, para reivindicar o seu lugar?

...o fechamento de v�rias de nossas estradas no interior.

Al�m disso, em certas �reas

h� queda de energia e interrup��o do servi�o telef�nico.

Esta tempestade, agora, completa o seu quinto dia...

est� causando muitos estragos e, infelizmente, n�o...

Qual � o problema, Leon?

Ele est� com medo da tempestade. Acha que vai faltar luz.

Ele n�o passa de um bebez�o, � isso o que eu acho.

Se faltar luz, o gerador vai ser acionado.

N�o se preocupe. Vamos ficar bem.

T�, eu prometo.

Algu�m roubou os meus l�pis de cera!

Ser� que n�o os deixou em algum lugar?

N�o, eu juro, algu�m pegou eles. � verdade!

Sabe, eu tenho uma caixa bem aqui, comigo.

Eu te amo, dra. Harris!

Cuide destes, direitinho, hein?

Ao ser indagada sobre a atual crise do tempo... uma autoridade

citou uma passagem da Biblia: "Essas coisas tamb�m passar�o."

Acaba de chegar uma not�cia: H� cerca de 30 minutos, o prof. Benjamin Hayes

supostamente ateou fogo na sala de espera do Hospital Pryer,

e, em seguida, assassinou brutalmente um m�dico de plant�o

que tentava apagar o fogo.

Este pa�s est� indo direto para o inferno!

Quando as autoridades locais iniciaram a persegui��o pelos corredores

do hospital, Hayes atirou-se pela janela do segundo andar e escapou.

A pol�cia realizou v�rios disparos contra o suspeito

avaliando que tenha sido atingido pelo menos uma vez.

Testemunhas afirmam que n�o houve motivo para o inc�ndio

e o subsequente ataque ao m�dico.

Nada! Nenhum sinal.

Desista, doutor, esta tempestade est� parando tudo.

Vai ser uma noite longa e solit�ria.

Est� procurando o qu�?

Um chiclete. A Loretta sempre tem um por aqui.

Pensei que ela pudesse ter um nas gavetas.

- Boa noite, dra. Thornton! - O que est� fazendo aqui, Mike?

O turno do Carl encerrou. E o seu come�ou.

S� vim fazer uma perguntinha para o dr. Strickland. N�o foi?

- Foi. - Estou voltando para a enfermaria.

- Est� querendo consulta por telefone? - N�o est� funcionando.

Ou melhor, d� linha, mas quando voc� tecla, a liga��o n�o completa.

E, no celular, s� est�tica.

Parece que fomos isolados do mundo exterior.

O que foi isto?

C�digo azul! No sagu�o, agora! C�digo azul...

Vamos, vire!

Calma! T� tudo bem, deixe eu ver.

- Leon, voc� n�o pode ficar aqui! - V�rios ferimentos � bala.

A liga��o n�o se completa. Teclo 911, e n�o acontece nada.

- Como ele est�? - "Quem � ele" � a pergunta certa.

- N�o temos como tratar estes ferimentos. - Ele perdeu muito sangue.

Doutora, n�o sei o que fazer aqui!

Me diga o que quer. A press�o arterial?

O projeto se completou...

N�o posso parar o sangue, doutora!

Ol�, Rachel!

Leon, solte ela!

Leon, solte ela!

Coloquem ele no isolamento! Amarrem-no!

Eu nunca vi o Leon agir assim, voc� est� bem?

Eu estou.

Ele est� morto?

Est�.

Droga...

Carl, voc� me assustou!

Eu estou indo para o por�o, vou ligar o gerador.

Era para ele ter ligado automaticamente!

Mas sabe como � que �.

Aquele sujeito que apareceu � nossa porta essa noite n�o era boa coisa, dra. Harris.

Um assassino, matou um m�dico de plant�o do Hospital Pryer.

�, isso � terrivel, mas ele n�o vai mais machucar ningu�m.

J� que est� dizendo...

Estamos quase sem energia...

Sarah?

Senhor, me proteja, agora eu vou me deitar,

e se eu morrer antes de acordar, Deus minha alma ir� levar.

Eu vou me deitar e Deus a minha alma ir� guardar

se eu morrer antes de acordar, Deus minha alma ir� levar.

...e se eu morrer antes de acordar, Deus minha alma ir� levar.

Ore pelos mortos e os mortos v�o orar por voc�.

Tommy! Angela! Comportem-se!

Parem!

- Voc� est� bem? - Estou.

- Que noite, hein! - �...

Viu o David?

N�o.

Eles s�o assim mesmo! Nunca est�o pertos quando precisamos.

Eu encontrei o Carl. Ele ia verificar o gerador.

Pensei que o gerador fosse acionado automaticamente.

Achei que sim, e Carl tamb�m.

Sarah, quero falar com voc�.

- Querida, � importante. Certo? - T� bom.

Lembra que me viu, agora h� pouco, no corredor?

Logo depois que faltou luz?

Tem certeza?

Voc� estava rezando.

N�o se lembra?

Era um prece infantil.

Senhor, me proteja, agora eu vou me deitar...

- Conhece? - N�o, eu n�o conhe�o.

Por que o Carl est� demorando? J� deveria ter estabelecido a energia.

� isso a�, tudo bem!

O que houve?

O que ele est� fazendo aqui?

O encontrei andando pela unidade de isolamento

e ele jura n�o se lembrar de ter atacado voc�, n�o � Leon?

Quem desamarrou ele?

Eu estou achando isso muito estranho...

Ele disse que foi o Mike que o soltou. N�o foi, Leon?

- E ainda tem mais... - Eu j� disse, n�o fiz nada!

Algu�m me deu uma pancada l� embaixo, e danificou os tanques de diesel.

O mesmo diesel que est� em seus sapatos!

Vai acreditar na palavra de um maluco como Leon?

Principalmente depois que o maluco fez com voc� e comigo?

Por que eu iria solt�-lo? Por qu�?

Acredita em mim, dra. Harris?

Eu quero acreditar, Mike.

N�o bastasse o tanque de combust�vel destruido,

a bobina de igni��o foi retirada.

� impossivel usar o combust�vel.

Por que eu destruiria um gerador? Isso n�o faz o menor sentido!

Eu tamb�m achei isso com ele. Dexedrine.

Eu vou dizer a verdade: tenho medo do escuro.

Sempre tive. � por isso que trabalho � noite.

N�o gosto de dormir � noite, eu tenho pesadelos.

Eu tomo algumas c�psulas de Dexedrine, para ficar acordado.

Est� ficando cada vez melhor!

Por alguma raz�o, eu apaguei esta noite.

N�o sei por que. Quando acordei os meus sapatos estavam cheirando a diesel.

- Eu n�o fiz isso, juro que n�o fiz! - Mike... do que se lembra?

Mike?

A quest�o, Rachel �... do que voc� lembra.

Carl, o que est� fazendo? N�o fiz nada! Dra. Harris, n�o fiz nada!

Carl, por favor n�o me deixe aqui sozinho!

N�o precisava me sedar...

Voc� n�o viu aquilo?

N�o viu como por um segundo, ele se tornou uma outra pessoa?

Est� assombrada com coisas que n�o entende.

Posso ver em seus olhos.

Precisa vir comigo.

O governador amea�ou demitir

a equipe dos removedores de neve...

se n�o retornarem ao trabalho. Segundo ele, este n�o � o momento...

Vejo que voc� tem suprimentos de emerg�ncia.

�, eu nunca desligo a TV. Ela espanta os maus esp�ritos.

Acha que estou brincando.

Mas o que est� enfrentando n�o � uma brincadeira.

Tem alguma coisa errada neste lugar.

Eu tamb�m posso sentir isso.

Eu vou te dar este talism�.

Vai ajudar na sua prote��o.

- Me proteger de qu�? - Kalfu, o esp�rito negro.

Sim, ele est� aqui, eu posso sentir...

Eu sinto.

E, eu sei o que ele pretende.

Ele est� vagando, roubando "gwo-bon-ange."

Almas, dra. Harris. Almas...

Em outra not�cia, foi revelada a identidade do m�dico do Hosp�tal Pryer

cuja vida foi tirada tragicamente hoje...

o seu nome � Terry Collins e era de Woodville.

Ele tinha 36 anos, era casado e tinha dois filhos.

O que aconteceu, Rachel? Qual o problema?

Sabe o m�dico, da emerg�ncia, do Hospital Pryer, assassinado hoje?

Voc� sabe... quem era?

Terry Collins.

- Terry, nosso Terry... - Como soube?

Eu vi a foto dele na televis�o no quarto do Carl.

- Terry estava l� no dia em que n�s... - Eu sei que ele estava l�, e da�?

E da�? N�o acha estranho que Ben Hayes venha at� aqui, esta noite

depois de matar Terry Collins?

� uma estranha coincid�ncia, mas � apenas isso: uma coincid�ncia.

Tr�s homens morreram l�. Um deles estava no est�gio 5, n�o-REM

um abismo, ele estava quase l�. A sua consci�ncia n�o estava no corpo!

Nenhuma vez n�s observamos nenhuma atividade "post-mortem"

em nenhum dos individuos de teste.

Quando ele morreu, a sua consci�ncia tamb�m morreu, � simples assim.

Ben me chamou pelo nome.

Sabe o que est� dizendo? Est� ouvindo o que est� falando?

N�o viu como ele olhou para mim. Sabia quem eu era.

Estou vendo que o seu cora��o guarda uma grande culpa em rela��o a isto.

Quanto a voc�, n�o se sente culpada?

Eu procuro n�o viver no passado.

Rachel, como vou convenc�-la de que aquilo que aconteceu

com aqueles homens n�o foi culpa nossa? N�o t�nhamos escolha.

Talvez tiv�ssemos escolha, Kate.

Talvez pud�ssemos ter feito algo.

Ah, que �timo!

Esp�rito livre.

Olhe, est� al�, bem al�!

Eu n�o entendo, estava nessa parede, h� um minuto,

bem aqui, letras vermelhas, grandes, escrito "esp�rito livre".

- Rachel, voc� precisa se controlar... - N�o sou louca, t�?

� por isso que me d�i ver voc� desse jeito.

Eu lembro o primeiro dia, em que entrou em minha sala,

rec�m sa�da da faculdade, ansiosa para mostrar ao mundo o que sabia.

- E, olha onde viemos parar! - Foi pra onde nos mandaram.

� isso o que ganhamos por gastar dezenas de milh�es de d�lares deles.

Ainda temos um contrato com eles, Rachel.

Se continuar falando de esp�rito livre, vai acabar nos colocando em problemas.

J� temos problemas, Kate.

J� lhe ocorreu que as mesmas pessoas que ordenaram a elimina��o dos nossos

individuos de testes, poderiam fazer o mesmo conosco, facilmente?

Voc� assinou o acordo de sigilo assim como eu.

- N�o deveria ter assinado. - Agora, j� chega!

Voc� est� dispensada do turno. Quero que descanse um pouco.

- Pegue, eu quero que tome isto. - Ora, Kate, vamos!

Pegue!

Vamos, beba isso! - T� legal!

�timo. - Pronto!

Quando estiver melhor, e depois de se acalmar

quero a sua ajuda, na enfermaria. - T�!

Mas, por favor, n�o fale de esp�rito livre! - N�o!

Acabou, assunto encerrado!

Agora, v� descansar.

A prop�sito, Carl, o meu nome n�o � Kalfu.

Rachel... Rachel... Rachel...

Depressa! O dr. Strickland est� ferido! Ele precisa de ajuda! R�pido!

Aqui embaixo, no por�o!

Sarah?

Aqui dentro, Rachel! Depressa! Venha!

Sarah!

Pare, Sarah! Isso n�o tem gra�a!

Agora eu vou me deitar, e Deus a minha alma ir� guardar,

se eu morrer antes de acordar, Deus a minha alma ir� levar.

- Reze pelos mortos... - Os mortos rezar�o por voc�.

Aqui dentro, Rachel! Depressa!

Rachel...

Sarah! Onde est�o os m�dicos e as enfermeiras?

Com certeza vai encontr�-los enfurnados em algum lugar.

O que aconteceu, Rachel? Teve pesadelos?

Eu sei tudo de pesadelos.

E sei muito bem como coloc�-los em sua cabe�a.

Eu posso fazer isso de novo, de novo, e de novo, pelo resto de sua vida.

Quem � voc�?

Mark Gregory... Alex Hanover... Kevin Lockwood...

N�o!

Kate! N�o!

Pensou que ficaria impune, n�o �!

Mas estou aqui para dizer que n�o se livrou.

E a�, Carl!

Kate!

Est� morta.

O Carl fez isto?

Venha aqui, calma...

Me deixe ver. Ele te machucou?

Temos que coloc�-lo no isolamento antes que acorde.

N�o importa para onde leve. Ele vai possuir outra pessoa.

N�o estou brincando, David. N�o foi o Carl.

Essa entidade s� estava usando o corpo dele, como fez com Mike e Sarah.

Fale alguma coisa!

Est� pedindo para eu acreditar na exist�ncia de um fen�meno

que vai contra tudo o que eu acredito como m�dico.

A consci�ncia humana pode existir fora do corpo.

Kate e eu provamos.

Quer dizer que esta coisa pode estar em qualquer um?

Em voc�, em mim, em um enfermeiro, ou paciente?

� exatamente o que eu estou dizendo.

Como sabe que esta coisa n�o est� em mim, agora?

Apenas sei.

�...

Olha, ele tem uma forma de falar, de olhar para mim...

e talvez ao causar o desmaio do Carl, voc� o tenha deixado inconsciente.

Certo, ent�o quando o Carl despertar, essa coisa vai acordar...

vai se transportar para o corpo de outra pessoa, e vai possu�-la.

Pelo visto, � o padr�o.

Me desculpe, mas sabe a loucura que est� dizendo?

- Me desculpe... - Sei que parece loucura, David, mas...

- O que o Leon est� fazendo aqui? - N�o sei.

Leon? Leon, o que foi?

Isso n�o � bom, n�o � nada bom... Olhe!

O que � isso...

Todos os funcion�rios.

Est�o mortos?

N�o, est�o vivos, mas est�o sedados.

- Est� nos liquidando um a um... - Rachel, por favor!

David!

- Sara, o que est� fazendo com a faca? - Pensando em arrancar o seu cora��o.

Tarde demais, David. Estou em Leon, agora.

O que acha, Rachel? Devo possuir David, for��-lo a cortar os pulsos?

Ou quem sabe um prov�vel inc�ndio com a idiota da Sarah!

Ningu�m jamais suspeitaria que foi Sarah.

Posso ser quem eu quiser. Levar pessoas a fazerem o que eu quiser que fa�am.

Talvez, agora, David acredite em voc�. O que voc� acha, David?

Vamos, Rachel, venha!

Tenham uma �tima noite!

Pode falar, estou escutando. O que est� acontecendo?

Kate e eu trabalhamos no laborat�rio da Cryo Syinc, em pesquisa voltada

para o desenvolvimento de uma importante tecnologia,

em que o ex�rcito tinha interesse.

Uma nova gera��o de agentes da intelig�ncia. Seres et�reos, sem massa

ou forma, com a consci�ncia de outros indiv�duos, silenciosos, invis�veis.

O espi�o perfeito!

O projeto foi chamado "Esp�rito Livre".

Exatamente o que eram, estas entidades, literalmente.

Levamos tr�s indiv�duos � beira da morte, para obter o efeito et�reo desejado.

E funcionou!

Por curtos per�odos de tempo.

At� descobrimos que os humanos

n�o foram concebidos para lidar com a separa��o da mente do esp�rito.

Eles come�aram a ter alucina��es.

�s vezes se contorciam desesperadamente ou gritavam por horas...

- O que houve com os individuos de teste? - Morreram todos.

Como morreram?

Quando puxaram a tomada do projeto, puxaram a dos indiv�duos.

Em vez de os mandarem completamente loucos para as suas fam�lias,

a corpora��o enviou as esquifes e os cheques do acordo.

Informaram que os homens fizeram uma coisa t�o cr�tica como o Projeto Manhattan,

que foram her�is que morreram bravamente a servi�o da p�tria.

E esta coisa � um deles?

De alguma jeito, a consci�ncia dele sobreviveu fora do corpo.

E como vamos det�-lo?

Eu n�o sei.

- Est� dando linha! - Mesmo assim, talvez n�o complete.

Mas que droga!

Rachel, corra!

Vamos, chame!

Isso!

Servi�o de emerg�ncia.

Sou eu, sou eu.

Foi embora. Foi embora.

Consegui chamar a pol�cia. J� est�o chegando.

N�o sei se v�o poder ajudar.

V�o. Eles v�o ajudar. � s� a gente esperar.

Me desculpe, por n�o ter acreditado em voc�.

Depois do que aconteceu esta noite...

e se esta entidade for o que pensa que �, ela est� atr�s de vingan�a.

Deve ter gostado quando voc� puxou a tomada.

Quem deu a ordem?

A corpora��o que financiava o projeto.

N�o, n�o, quem de fato apertou o bot�o?

Kate.

Sabe, voc� n�o � uma boa mentirosa.

E isso com certeza. Afinal, eu estava l�.

Kate foi apenas a mensageira. Voc� foi a executora.

Sabe quem sou eu, agora?

Lockwood.

Kevin Lockwood.

Indiv�duo de teste n� 3. A �ltima cobaia sobrevivente, em carne e osso.

Ali�s, a carne de David, melhor dizendo, por enquanto.

Por que agora, depois de quatro anos?

Eu aprendi r�pido.

Sabe, a mente humana n�o � t�o dif�cil de se controlar, depois que se pega o jeito.

Se sabe como fazer, por que n�o pega algu�m que tenha dinheiro?

E volta para a sua familia, e vive o resto da sua vida?

Infelizmente, eu n�o tenho como possuir um corpo por muito tempo.

Ent�o, voc� n�o � t�o poderoso assim.

Aposto que adoraria p�r as m�os naquilo, n�o �?

E me mataria outra vez.

Eu n�o queria matar ningu�m.

Mas isso n�o a impediu de cumprir a ordem, n�o �?

A culpa � horr�vel, n�o?

A culpa vem roendo o meu cora��o h� quatro anos.

Ent�o, eu deveria sentir pena de voc�?

Voc� me convenceu a ser volunt�rio no projeto!

Me falou que embarcar�amos em uma grande aventura juntos!

Eu fiz tudo ao meu alcance para impedir.

N�o, n�o fez, voc� nem tentou!

Voc� poderia ter se rebelado contra eles, mas n�o!

Poderia impedir que nos matassem!

Mas, fez um trato e se salvou.

N�o, n�o foi desse jeito.

Cale a boca!

Continua fazendo a mesma coisa.

Continua mentindo para mim, como fez no primeiro dia do projeto.

Voc� imagina ao que me condenou?

O que � que voc� quer que eu fa�a?

Eu quero que voc� sofra junto comigo.

Ent�o, fa�a isso! Pode me possuir!

Fa�a eu me matar!

Isso n�o! Eu deixei voc� por �ltimo.

Antes de executar sua senten�a, tem uma coisa que quero compartilhar com voc�.

Quer saber o que �?

Voc� sabe quem matou a Kate?

Surpresa!

Vamos, voc� consegue! Est� dentro de voc�.

Largue a arma!

Tirem ela, tirem ela de cima de mim!

Largue a arma, agora!

Foi ela que matou a dra. Thornton!

Ol�, Rachel!

Reze pelos mortos, e os mortos rezar�o por voc�.

At� logo!

Se n�o escutarmos a nossa consci�ncia...

os nossos piores juizos morais inevitavelmente retornar�o

para nos assombrar.

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