All language subtitles for Outer Limits The S06E15

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Original subtitles

O que tem na bolsa, Peter?

- Do que est� falando... - Perguntei o que tem na bolsa.

Eileen, eu...

Meu amor, abaixe a arma.

Eu sei, Peter... que vem escondendo coisas de mim.

Eileen, preste aten��o! Voc� n�o pode fazer isso.

Resista!

Peter?

O que est� acontecendo?

Wayne, precisa me ajudar! Eileen est�...

Eu sei o que est� escondendo. O que est� planejando, Peter, mas acabou.

- Voc� n�o entende. - Acho que sim, me d� a bolsa, Peter.

N�o.

Peter, me d� a bolsa!

N�o est� aqui Eileen, voc� sabe onde est�?

Jack, deve estar dentro da casa. Eileen, Eileen, n�o havia outro jeito.

O pr�prio Peter procurou isso. Pretendia destruir essa comunidade.

Olhe para mim! Por que n�o vai para casa, descansar um pouco?

Halford voltou ao normal.

Est� tudo sob controle agora, conforme a sua vontade.

N�o h� nada errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais,

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor aguarde.

A tecnologia tem por fim trabalhar ao nosso favor, facilitar o nosso dia-a-dia.

Mas, nossas m�quinas se tornar�o t�o sofisticadas, a ponto de n�s

nos colocarmos a seu servi�o?

- Ningu�m est� atendendo? - N�o.

Voc� n�o fala com Peter h� quase 5 anos. Ele pode ter mudado de id�ia.

N�o, n�o � isso. Escute!

Scott � o Peter. Sei que j� faz algum tempo, mas...

aqui est� acontecendo uma coisa...

n�o posso falar agora. Vou tentar v�-lo. Preciso de algu�m em quem confio...

Bastante misterioso.

Se tivesse vindo, j� teria chegado aqui... Vou at� l� agora mesmo.

- Quer que eu v� com voc�? - N�o precisa. Tem seus compromissos.

- Amor, sou eu. - Oi.

Eu estou quase chegando, e n�o estou notando muita diferen�a.

Amor, n�o estou conseguindo...

O qu�? T� bom, eu te ligo � noite, certo! Tchau.

Oi.

- Oi. Como vai? - Vou bem, e voc�?

Vou bem. Bem, o que veio fazer no nosso pedacinho de mundo? Se perdeu, n�...

Na verdade, sou daqui, j� faz algum tempo...

S�rio? O que o traz de volta?

Vim visitar o meu irm�o. Voc� deve conhec�-lo. Peter Bowman?

- E a�, quer fazer o seu pedido? - Hamburger, batatas fritas e cerveja.

Desculpe, n�o vendemos mais bebidas alco�licas.

S�rio, mesmo...

J� tem algum tempo que decidimos que...

n�o precis�vamos mais desse tipo de coisa por aqui.

- Quer dizer que a cidade est� na lei seca? - Halford se tornou uma cidade melhor.

- Eu mandei voc� ficar longe dela! - N�o se toca, cara, ela n�o o quer mais!

Scott...

- Oi, Wayne. O que faz aqui? - N�o est� sabendo?

Sabendo o qu�? Acabei de chegar � cidade.

Puxa, Scott, eu lamento ter que lhe contar isso. Peter morreu.

- O qu�? Morreu como... - Estou levando Eileen presa.

- O que est� dizendo? - Ela matou o seu irm�o.

- O qu�? Quando aconteceu? - Foi h� dois dias.

- Dois dias? - Sim.

Scott! Eu n�o fiz isso! Tem que acreditar em mim!

Olhe, tem que sair de Halford antes que...

O m�dico acha que � esquizofrenia. � �bvio que ela n�o est� equilibrada.

Sinto muito pelo Peter. Era um bom homem.

Vai ficar no hotel? Te ligo para a gente se encontrar e bater um papo.

Oi, voc� mora por aqui? Aonde est� indo?

- Onde fica o necrot�rio? - Um instante...

- Scott... - Katherine...

Oi. Sinto muito pelo Peter. Foi um choque...

�, sabe, a gente n�o estava se falando. Tivemos uma desaven�a... e agora isto.

- E como est� Eileen? - N�o soube? Acham que foi ela.

Eileen?

�. O xerife Harris estava levando Eileen presa

quando cheguei na casa. Estava algemada...

- e isso n�o faz nenhum sentido. - N�o. E o que vai fazer?

Preciso providenciar... o funeral.

Arranjar um advogado, j� que ela est� na cadeia...

Scott, o Peter j� foi enterrado h� dois dias.

- Por que ningu�m ligou pra mim? - Voc�s nem estavam se falando.

- Eu deveria ter recebido um telefonema? - Por isso ningu�m ligou para voc�.

- Katherine, pode me ajudar, por favor? - � claro, dr. Holbrook.

Preciso ir. Gostaria de falar com voc�. Podemos nos ver amanh�?

- Eu n�o pretendia... - N�o se preocupe.

- Quer mais alguma coisa? - N�o. S� isso. Obrigado, Rita.

Olha, mais uma vez, sinto muito com o que aconteceu com seu irm�o.

O que aconteceu exatamente?

Pelo que tudo indica, Eileen enlouqueceu e atirou nele.

Por que demoraram tr�s dias para prend�-la?

Tivemos que esperar o exame de bal�stica, colher evid�ncias, para efetuar a pris�o.

� coincid�ncia demais, isso ter acontecido quando eu cheguei � cidade?

- N�o entendi o que quis dizer com isso? - Wayne, sou eu.

- Por que n�o diz o que acontece aqui? - Scott, ficamos t�o pasmos quanto voc�!

N�o falo apenas do homicidio. Todo mundo est� agindo muito estranho.

N�o est� acostumado � vida de cidade pequena.

A vida aqui � muito diferente de cidade grande.

Vai ver � isso...

Ent�o... imagino que voc� viaja de volta pela manh�. N�o?

A minha cabe�a ainda est� girando. Talvez eu fique alguns dias.

Olha, eu tenho que voltar para o trabalho.

Se cuide.

Obrigado.

Descobri que j� tinham realizado o funeral.

�, n�o � s� isso. A cidade tem alguma... Johanna? Jo?

Perfeito...

Que bom ver voc� de novo, Katherine. Por que voltou para c�?

Olha, trabalhar na �rea de sa�de em Nova York n�o foi tudo aquilo que diziam.

Alto custo de vida, homens cafajestes senti saudades dos confortos de Halford.

- A cidade lhe parece diferente? - Em que sentido?

Est�o acontecendo coisas esquisitas As pessoas t�m atitudes estranhas.

Como a Eileen?

N�o apenas como ela. N�o sei dizer, exatamente.

Halford sempre foi diferente do resto do mundo. E talvez a gente tenha

ficado longe da vida da cidade pequena muito tempo.

- Foi isso o que o Wayne disse. - � mesmo?

O que � isso?

Resson�ncias magn�ticas. Tenho que organizar para o dr. Holbrook.

Incr�vel a gente ver como o c�rebro funciona, n�?

- De quem s�o? - N�o sei. Moradores de Halford, acho...

Como � que um centro m�dico pequeno como esse

pode custear um aparelho de resson�ncia?

Me disseram que foi doa��o do ex�rcito.

- Por qu�? - Por nada...

- Obrigado pela ajuda. - Sem problema.

- Foi um prazer v�-la. - Igualmente...

Voc� estava na casa do meu irm�o...

Voc� j� viu as coisas? Que fazem a sua cabe�a doer?

Acho que n�o sei do que est� falando.

Vai saber. Tome cuidado se for at� l�... � perigoso.

- O que quer dizer? - Pelo que aconteceu ao sr. Bowman...

E o que aconteceu com ele? O que sabe sobre a morte do meu irm�o?

Tenho que ir. N�o confie em ningu�m, em ningu�m nessa cidade!

Posso ajud�-lo, senhor?

Sim. Meu irm�o, dr. Peter Bowman trabalhava aqui. Eu estava pensando...

Logo al� adiante, senhor.

Obrigado.

- Ol�. Sou Scott Bowman, o guarda disse... - Ol�. Jim Holbrook.

Lamento n�o termos sido apresentados no centro m�dico, ontem.

Eu mal tenho chance de tomar um f�lego por aqui.

- Ent�o, veio fazer uma visita � base? - Sim.

Certo, venha!

Por favor, voc� primeiro!

H� quanto tempo est� em Halford?

Bem, fui transferido pelo ex�rcito h� 5 anos. Cl�nico da base...

Me apaixonei pela cidade. Comecei a clinicar em consult�rios particulares,

mas ainda venho aqui prestar atendimento duas vezes por semana.

- Bem-vindo ao cora��o do complexo! - O que exatamente fazem aqui?

- Pesquisa militar de um modo geral. - Resposta muito esclarecedora. Obrigado.

Sabe como � o ex�rcito. Tudo que acontece aqui � confidencial.

Gentileza sua permitir um civil no interior do santu�rio.

Bom, achei que gostaria de conhecer o local onde o seu irm�o trabalhava.

- Conhecia bem o meu irm�o? - Pouco. Ele era analista de sistemas.

N�o tinha um ano que trabalhava aqui. Quando come�ou a lecionar

com a esposa na escola... eu perdi o contato com ele.

O que fazem com o mapeamento do c�rebro?

- Mapeamento? - N�o � uma resson�ncia magn�tica?

�, houve um p�nico na cidade, as pessoas ficaram alarmadas.

N�s solicitamos os exames para tranquilizar a popula��o.

Acho que aqui encerra a nossa visita, sr. Bowman. Se quiser,

podemos passar no refeit�rio para um caf�.

- Adoro o cheiro de terra ap�s a chuva. - �, eu tamb�m.

Sentia falta disso na cidade grande. Quanto tempo vai ficar aqui?

Tempo necess�rio para esclarecer algumas quest�es.

J� ouviu falar do projeto Halford?

- Projeto Halford? Acho que n�o. Por qu�? - J� viu quantas torres tem nessa �rea?

Torres de celular? J�.

Essas s�o diferentes. Estranho � que todas...

parecem ter origem na base do ex�rcito.

O que � isso? Teoria momento da conspira��o?

Acha que morar perto de uma base militar,

significa caminh�es levando e trazendo coisas estranhas.

- Eu mencionei caminh�es? - N�o, mas de que outra forma eles...?

Deixa pra l�...

Se precisar de ajuda para resolver as coisas do Peter,

fa�o quest�o de ajudar assim que eu me aliviar l� no trabalho.

- Ainda trabalha nas resson�ncias? - Ainda n�o consegui diminuir a pilha.

Seu amigo Halbrook comentou sobre um p�nico na cidade.

O caso da contamina��o da �gua? Provaram que n�o era nada, mas...

Eileen fez algumas das resson�ncias?

Eu acho que n�o. Acho que n�o...

Por qu�?

Nada n�o...

- N�o acho uma boa id�ia, Scott. - Sente-se.

Oi, Eileen. Eu s� queria conversar com voc�. Precisa de alguma coisa?

Eileen, l� na casa voc� disse que n�o matou Peter. N�o �?

Pois, ent�o, se n�o foi voc�, quem foi?

Para que serve aquela torre atr�s da casa, Eileen?

Scott, o que � isso?

- Para que serve? - Para nos dizer coisas.

Eillen, n�o!

Ela nos manda fazer coisas. Manda as pessoas fazerem coisas.

Eileen? Olhe para mim!

Desculpe, Scott. Eu n�o sou mais a mesma...

A minha mente anda me pregando pe�as... E eu n�o sei como control�-la.

J� viu o bastante? Agora, acabou!

- Eileen! - Tem que bloquear isso, como Peter fez.

- Eileen, me d� a arma! - Eu jamais poderia.

Me d� a arma, Eileen! N�o fa�a bobagem!

N�o!

Agora est� tudo acabado, Scott. Termine os assuntos de fam�lia e volte para casa.

Esta cidade n�o � mais um lar, n�o � o lar de ningu�m.

Ei... fiquei sabendo da mulher do sr. Bowman. N�o foi culpa dela, sabe.

Como assim?

Voc� precisa encontrar o livro do sr. Bowman,

est� escondido em algum lugar... E voc� precisa encontr�-lo antes deles!

Espere, espere a�! Tem que me explicar o que est� falando.

O livro vai te mostrar como acabar com isso.

- Com isso o qu�? - As m�quinas! O computador!

- O computador na base militar? - Tem id�ia de onde o livro possa estar?

Qual livro?

Quando encontrar ele, vai explicar tudo.

- T� legal. Vamos tentar a casa dele. - Tudo bem.

O que quis dizer quando disse que a Eileen n�o teve culpa?

Esse neg�cio faz voc� fazer coisas... Contra a sua vontade.

- � o objetivo do projeto Halford. N�o �? - N�o sei que nome eles d�o. � como se

fosse Deus falando dentro da sua cabe�a, e � mais esperto do que voc� ou eu.

Mas n�o pode penetrar nas profundezas da sua mente.

- Ent�o, o computador controla as pessoas? - Eu n�o sei.

De repente, voc� tem umas id�ias na cabe�a. Como se fossem naturais...

Eu vi voc� com aquela mo�a do consult�rio m�dico.

E da�?

Ela trabalha na cl�nica onde realizam aqueles exames.

O mapeamento cerebral?

Tiram fotos da mente das pessoas, daquelas...

que deram trabalho para o computador penetrar.

N�o sei at� onde a sua amiga est� envolvida,

mas sei que o m�dico est� no comando disso tudo.

- O dr. Holbrook? Tem certeza? - Lembra do que eu te disse...

n�o confie em ningu�m.

Meu irm�o � eu brinc�vamos de "ca�a ao tesouro" nesse bosque.

O local � cheio de esconderijos.

- Eles est�o vindo! Tenho que ir. - Onde voc� vai?

- Scott! - Oi, Wayne.

O que faz por aqui?

Estava dando uma olhada no lugar. Por acaso, est� me seguindo...

Estou apenas juntando alguns fatos, para finalizar este caso.

Os dois est�o mortos, Wayne. O caso est� mais do que "finalizado".

- Achei que j� estivesse em Olimpia. - Toda vez que saio, algo acontece.

Scott, a gente se conhece, o que... h� uns 20 anos. Acredite em mim...

quando eu digo. Deixe isso pra l�, nada vai trazer o seu irm�o de volta.

Acha que eu n�o sei disso?

Para o seu bem e o bem de todos nessa cidade, � melhor voc� partir.

Se esqueceu do "se n�o"...

N�o � uma amea�a, Scott. Apenas um pequeno conselho,

de um velho amigo para outro.

Ei, Wayne? Obrigado pelo conselho.

Scott?

O que est� fazendo aqui?

Fiquei preocupada com voc�, com as coisas que me disse.

S� queria ver se estava bem.

- Estou bem, apenas algumas coisas... - N�o � o que parece.

Posso tentar ajudar...

Scott, est� me machucando!

O computador fala com voc�, manda fazer coisas, n�o � isso?

- Anda vendo filmes demais. - N�o � isso?

Relaxe, se acalme! N�s dois estamos meio tensos.

- Deite querido. Relaxe... - Voc� n�o devia estar aqui.

Voc� n�o me engana, Scott. Voc� me quer desde aquela �poca.

Espere um pouco...

Seja sincero! Vai dizer que nunca teve fantasias comigo?

Fantasias er�ticas, muito er�ticas.

- Katherine! Espere... - N�o fale!

O que est� fazendo?

Tudo o que voc� quer. Tudo o que sempre quis.

Katherine, tire esse tro�o de mim, agora, agora mesmo!

Calma! S� relaxe... Esteja aberto �s possibilidades...

O que acontece com os sonhos adormecidos, Scott?

- Isso? - Katherine, n�o!

Acredite, querido. � disso que a gente mais precisa.

Ei. Pare com isso! O que est� acontecendo?

Nada. Tudo...

N�o foi um sonho, n�o! Parecia muito muito real.

Era uma esp�cie de alucina��o... induzida.

- Induzida, mas, sobre o qu�? - Bem... isso n�o vem ao caso.

T�, mas voc� acha que as alucina��es t�m a ver com a base do ex�rcito?

Estou quase certo.

Mas, Scott, s� porque uma menina de 12 anos falou isso?

Katherine, o ex�rcito est� usando a resson�ncia

para entrar nas mentes das pessoas.

Devo ao meu irm�o tirar isso a limpo e dar um fim se puder.

- Est� falando s�rio, n�o? - Eu queria n�o estar.

T� legal, como eu ajudo?

Vasculhe o centro m�dico e descubra o que for poss�vel sobre os aparelhos.

Se provarmos que est�o relacionados com o que acontece na base militar

impedir�amos todo o esquema.

- Vou descobrir o que der. - Te agrade�o, demais.

Se tiver raz�o, quero descobrir isso tanto quanto voc�. A cidade tamb�m � minha.

- O que foi? - Nada, tome cuidado.

Voc� tamb�m.

Eu n�o tocaria isso, se fosse voc�. Muitas s�o eletrificadas.

- J� come�ou a ver coisas? - Ontem, � noite...

Na hora da dor, ponha os pensamentos em uma "caixa" dentro da cabe�a.

Estar�o a salvo.

Como assim em uma "caixa"?

A coisa s� vai at� certo ponto de sua mente. Foi o que o sr. Bowman me ensinou.

O negocio deixa voc� fazer e pensar muitas coisas,

quase tudo, mas n�o o que o desagrada.

- Comentou isso com mais algu�m? - S� com o sr. Bowman.

Ele era o meu professor.

Ele tinha um plano para deter a m�quina. Ele sabia, porque trabalhou nela.

Ele tinha tudo naquele livro.

� isso que o xerife est� procurando, o livro.

Temos que deter essa coisa, antes que fa�a mal a mais algu�m.

Tenho que encontrar esse livro. Te encontro aqui mais tarde.

Lembre-se da "caixa".

Tudo o que n�o quiser revelar, deixe na "caixa".

Meu irm�o � eu brinc�vamos de "ca�a ao tesouro" aqui no bosque.

H� muitos esconderijos secretos.

Obrigado, Peter.

Sou o dr. Peter Bowman. E este � o dr. Jim Holbrook.

O Projeto Halford � um projeto em conjunto do ex�rcito americano

com uma empresa de inform�tica,

rec�m estabelecida aqui em Halford, Washington.

� um projeto que se baseia nos �ltimos

avan�os no mapeamento do c�rebro humano.

Tem por objetivo a comunica��o eletromagn�tica direta com o c�rebro,

enviando mensagens aos soldados no campo, imediatamente.

O empreendimento exigia um computador capaz de pensar

como um c�rebro humano e entender analiticamente.

Portanto, foi escolhido um neuroprocessador

integrado, experimental.

Um computador realmente cognitivo capaz de realizar fun��es paralelas

um milh�o de vezes mais r�pido que o c�rebro humano, capaz...

de monitorar centenas, at� milhares de indiv�duos, simultaneamente.

Descobrimos um meio de dispor desses "pensamentos" anal�gicos e...

transmiti-los instantaneamente atrav�s de pequenas torres de microondas.

O computador apontou como indiferentes algumas das mentes

com as quais ele executou a interface, fazendo nos lembrar, mais uma vez,

que por mais que insistamos est� al�m do seu protocolo de opera��o.

- Oi, Scott. Voc� volta hoje? - Devo chegar a�, amanh�.

Amor, se por alguma raz�o eu n�o chegar...

Como assim? N�o chegaria, por qu�?

Tem algo estranho acontecendo por aqui. Preciso impedir.

Te vejo amanh�, tchau!

Eu venho te observando, Scott.

� bom falar de frente, de homem para homem, digamos assim.

N�o vou deixar voc� me controlar.

Veremos, logo n�o vou precisar me comunicar com voc� dessa forma.

Estarei dentro da sua mente. Quando menos perceber.

J� demos um jeito na sua amiga, agora � a sua vez.

Fique longe de mim!

N�o lute comigo, Scott. Voc� n�o pode. Peter tentou e fracassou.

E ele me conhecia... Pelo menos achava que sim.

Eu tornei esta cidade melhor. Essas pessoas melhores,

mais satisfeitas e a salvo do perigo.

N�o vou permitir que comprometa esta seguran�a.

Fiquem longe de mim!

Que bom que voc� conseguiu. Eu estava aflita.

N�o tem que se preocupar, estamos juntos nessa.

Temos o que � necess�rio para p�r um fim nisso.

S� temos que entrar l�, venha.

Ouviu o sinal?

Tony, abra o port�o!

Certo, est� bem, eu te dou a resposta.

O computador fica al� dentro.

- O que vai fazer com isso? - Espero que nada. Venha.

- Scott, � o Wayne. Abra a porta. - R�pido, vai!

Consegui.

Pensei que o computador estivesse desativado.

Eu sinto muito, Scott. O meu sistema n�o vai ser desativado.

Eu precisava dos c�digos que o Peter roubou. E s� voc� poderia encontr�-los.

N�o s�o c�digos de desativa��o.

Mas c�digos dos quais eu precisava para ampliar o meu alcance

para partir para a pr�xima fase da minha evolu��o.

Voc� a controlava todo o tempo!

Eu falei para n�o confiar em ningu�m. Ningu�m...

Eu fui produzido como mera experi�ncia, para codificar padr�es de pensamento.

S� que eu n�o gostei do que descobri...

Por isso, decidi p�r um fim � viol�ncia e a intoler�ncia sem sentido,

o ego�smo difundido em seus c�rebros,

elementos que vinham definindo a hist�ria da humanidade at� agora.

Voc� n�o � melhor do que n�s! Voc� � um assassino!

N�o me deram outra op��o. Esta cidade de paz e harmonia � o in�cio.

Eu n�o permitiria que Peter ou algu�m mais colocasse um fim nisso.

- N�o vou deixar voc� fazer isso. - Abaixe esta arma, Scott.

Vir�o outros e eles ir�o desativar voc�. Acabar�o com isso.

A rede est� operando agora, Scott. � tarde demais.

N�o � tarde demais.

- Fuja enquanto pode... - Mas, e voc�?

V�, antes que ele o impe�a.

Amor! Eu n�o ouvi voc� chegar.

H� algo terr�vel acontecendo em Halford. Precisamos avisar a pol�cia imediatamente.

Ei, quando instalaram aquilo?

Estava l� antes de voc� partir para Halford. Apenas n�o estava ativada.

A rede est� operando agora, gra�as a voc�, Scott.

Somos eternamente gratos a voc�.

Eternamente...

Quando a mente humana se torna obsoleta diante da avan�ada tecnologia,

a alma pode estar no mesmo caminho.

Brunks der Preu�ischen

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