All language subtitles for Outer Limits The S05E22

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Original subtitles

Você sempre tem que complicar as coisas, não é?

É, por que estragar a tradição?

Ouviu isso, eles vão chegar logo.

Devia simplesmente me entregar a arma.

Eu acho que não...

Eu vou pegar de qualquer jeito, sempre pego...

Dessa vez, não...

Errado de novo!

Por que estragar a tradição?

- Então...? - Aí, mais uma pra mim...

Tá marcando os pontos, não tá?

Melhor sorte, na próxima vez...

Droga...

De novo, não!

Parado aí, malucão!

Você não entende, não é o que está parecendo...

Vai pro chão e não se mexa...

Ou você morre...

Vá em frente, pode atirar, policial...

não vai fazer nenhuma diferença...

Não há nada de errado com a sua televisão. Não tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmissão.

Nós controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais além.

Podemos adequar a sua visão a qualquer coisa

que a nossa imaginação possa conceber.

Na próxima hora, iremos controlar tudo o que você vai ver e ouvir.

Você está prestes a experimentar o assombro e o mistério

que vêm desde as profundezas da sua mente

para o além do inimaginável. Por favor, aguarde.

A violência nasce no coração ou na mente

se temos que matar para nos proteger

o que isso faz com as nossas almas?

Ei, parceira, achei que ia tirar uma folga.

Não, eu me entendi com o tenente, hoje de manhã.

Três dias sem trabalhar e eles devolvem o seu distintivo.

As sindicâncias não são mais como antigamente.

Você deve saber.

Cuidei daqueles três casos, enquanto esteve fora.

É, eu ouvi dizer.

Se você não se importasse, eu poderia liderar este também.

Obrigado pela atenção.

O que temos aqui?

De acordo com o segurança número 1...

Nome...

O nome dele é Kimble.

Ele estava na guarita da frente quando o telefone tocou.

Era o segurança número 2, da patrulha, ele começou a virar,

porque achou que tinha ouvido ou visto alguma coisa assustadora.

De repente, buum, a linha ficou muda.

Então, Kimble se assusta e liga para nós.

No caminho para cá tem mais um estouro.

Então, encontramos o número 2 morto, ao lado do desconhecido, também morto.

Vocês pegaram o suspeito, não é?

É, pegamos ele tentando deixar a cena do crime.

Ele disse que o outro cara atirou em si mesmo.

O quê?

Pra falar a verdade, ele insistiu nisso.

Sem dúvida.

Tudo bem, então, o sujeito dá de cara com dois bandidos fazendo negócio,

ele tenta ligar pra gente e leva uma bala por causa disso.

Dois bandidos têm uma discussão e começam a brigar...

Até que alguém puxe uma arma e a discussão acaba.

Esse cara que você prendeu estava com alguma coisa com ele

drogas, dinheiro...

Não, nada disso, pegamos ele na hora, não teria tempo para esconder nada.

E, então, por que eles estavam brigando?

Política...

Talvez, religião...

É bem mais controvertida...

Sr. Kimble, o senhor já tinha visto este homem ou o homem que foi preso antes?

Não.

As pessoas vêm aqui com frequência?

Está parecendo isso?

O homem que prenderam, sem testemunha, vão ter que deixá-lo livre, não é?

É difícil dizer a esta altura.

É possível...

Quer dizer sim...

É sempre a mesma coisa com vocês.

Parece que o senhor teve experiências ruins com a polícia.

Desculpe, detetive, é que eu tive uma manhã ruim.

Posso ir embora, agora.

Claro, claro.

Se lembrar de alguma outra coisa, ligue para nós, tá bom!

Certo.

É o que sabemos sobre isso.

É...

Um projeto de engenharia.

Não disse mais do que duas palavras depois que foi preso.

Então, quer adivinhar o que é?

Eu desisto.

O esquadrão de bombas assegura que não é explosivo.

Mas, e a arma?

Dois tiros, impressões demais.

Vai ficar na balística por uns tempos.

Mas, e o outro guarda de segurança, o Kimble?

Ele pode estar mais envolvido do que parece.

Voltamos a ele, depois que falarmos com o atirador.

Quer mesmo ter esta conversa?

Sim.

É todo seu.

Senhor, com licença, quer vir se sentar.

Venha.

Prontinho, sente-se.

Ouvi dizer, que não gosta muito de falar.

Se você vai começar assim esse dia, vai ser muito comprido.

Sabe que a única razão de se falar... é quando alguém está disposto a ouvir.

Que bom, é para isso que estamos aqui.

Vamos começar bem, tem nome?

Nomes demais.

Um só serve.

Vocês começam.

Terry. - Terry.

Vocês sabem que vão ter que me soltar, não é, Terry?

É, porque eu não matei ninguém.

Isso mesmo, por que sua estória é, como é mesmo... ah, sim, o caro se matou... certo?

Que pena não podermos perguntar isso a ele?

Que pena!

Ele era seu amigo?

Não... não, ele era só um conhecido, não era meu amigo.

Que coisa!

Deixe eu entender essa estória.

Você e seu conhecido estão na cena do crime, se desentenderam e lutaram.

O outro cara saca uma arma e atira nele mesmo.

Por quê?

É...

A questão é que de remorso te encheu de porrada, é isso?

Vocês querem mesmo saber?

Não, nós adoramos passar o nosso tempo com pessoas fascinantes como você.

É claro que queremos.

Gosto de ter a mente aberta sobre essas coisas, quero que me conte a verdade.

Então, mande ele esperar lá fora.

Olha, eu não recebo ordens dela e não recebo ordens de safados como você.

Por que você quer que ele espere lá fora?

Acho que o detetive Daniels não vai apreciar o que eu tenho a dizer.

E, além disso, não gosto dele.

Não gosta de mim, então, saiba que não gosto de você.

Frank...

Tá, eu vou dar uma saidinha.

Tchau, Frank.

Eu estarei aqui fora.

Meu nome é Gerrard. - Tudo bem, oi, Gerrard!

Então, me diga, quem é o assassino.

Não é quem, é o quê.

Vai ter que se explicar melhor.

Não é humano. - Eles nunca são.

Não é isso que eu quero dizer.

Eu posso provar, é claro. E tudo o que tem a fazer é olhar nos meus olhos.

Fale sério!

Terry, já houve alguma vez que desejou que alguém só olhasse pra você

e soubesse exatamente o que está na sua mente.

Ou no seu coração.

Não seria bom se as pessoas pudessem ver as coisas como você vê?

Sem fazer suposições sobre depoimento vago ou relatório frio da balística?

Mas, na verdade, vendo os próprios eventos, da forma como aconteceram.

Já desejou isso antes.

Espera que eu acredite que você possa fazer isso?

É claro.

Olha, isso é só um talento que eu desenvolvi ao longo dos anos.

Qual é Terry, o que você tem a perder?

É melhor que isso valha a pena.

Vai valer.

O lugar é Londres, 1888, um homem está desperdiçando a vida, jogando fora

o seu talento e privilégios no álcool e no láudano, o nome deste, Terry,

um nome inútil e sem propósito, até uma noite quando este homem

viu uma coisa. Uma coisa que nunca mais ia se esquecer.

Se acalme, eu sou médico.

Socorro, polícia, assassino, assassino...

Levanta...

O quê...

Droga, levanta, anda...

A desorientação que está sentindo é normal. Vai passar, não está ferida,

eu não feri você.

Por que está com tanto medo, eu nem tentei escapar deste lugar.

O que foi que fez comigo?

Eu transmiti as imagens que você viu, diretamente na sua mente.

Não me venha com essa, como me fez ver aquelas coisas?

São como lembranças, apenas uma forma de comunicação,

é como contar uma estória com figuras.

Escute, eu não sou, exatamente, o que pareço ser.

Eu não sou um ser humano, Terry, eu sou um ser de energia. Só isso.

Desprovido de qualquer forma física permanente,

precisamente como aquelas coisas lá que eu te mostrei.

Você espera que eu acredite nisso?

Você sabe o que viu, não sabe?

Você leu um livro sobre hipnotismo, grande coisa!

Você não acredita nisso!

Mas devo acreditar que você é um alien.

É...

Me diga uma coisa, qual é a diferença entre você, Terry,

e um corpo deitado no necrotério.

Quimicamente, vocês são quase iguais, então, qual é a diferença?

O que é diferente é a coleção única de campos eletromagnéticos

e os seus padrões de energia que você chama de pensamentos da Terry,

consciência da Terry.

Está falando da alma?

Chame como quiser.

De onde eu vim, isso é o que nós somos.

Este corpo é só um recipiente, um meio conveniente de eu interagir com você.

Houve muitos outros, e muitos outros, vão haver.

O que foi responsável pelo assassinato, também vem do meu mundo.

Mas ele é um assassino psicopata e faz mais de um século que estou atrás dele.

Então, está me dizendo que você é um tipo de policial...

É mais ou menos isso.

Aquele inglês que eu te mostrei, ele é só um de uma longa fila de vítimas inocentes.

Como assim?

Venha até aqui que eu te mostro.

A menos que não se importe com o que aconteceu com ele.

Onde está a sua bengala, Jack, venha aqui!

Surpresa!

O que você é em nome de Deus!

Eu sou o seu pesadelo, Jack!

Você nem é desse mundo, estou certo?

Bravo!

Por que não volta para a sua própria espécie.

Por que você acha?

Escolheu ficar aqui.

Eu devo aplaudir a sua persistência, Jack. Ninguém nunca chegou

tão perto de mim. Me dá um certo frisson de excitação. Excitação.

Existem, existem outros? Outras raças, além da sua, por aí?

Mais do que você possa imaginar.

Mas, por que eu? Por que você me escolheu?

Você é o perfeito bode expiatório.

Eles já têm muitas pistas, para suspeitar que você seja o assassino.

Eu vou continuar me divertindo, até que eles finalmente tenham pistas suficientes

para condená-lo. Adeus, Jack.

Melhor sorte, na próxima vez.

É ela que vocês querem! Me escutem!

É ela que vocês querem, ela não é humana.

Inspetor Langford, inspetor Langford tem que acreditar em mim.

Aquela coisa ainda está por aí...

Receio que isso não seja mais da minha conta, sr. York, vou me aposentar.

O quê?

Vou para a América. Questão de sorte.

Vou acompanhar lady Helen em sua visita ao país.

É a terra das oportunidades. Não se incomode, ela não sentirá nada.

Não!

Agora, me diga uma coisa, Terry, você vai me ajudar, ou vai ficar

parada aí até que o assassino mate outra vez?

Eu preciso pensar.

Pense, eu só recomendo que não conte a ninguém o que você viu

porque, é claro, que eu vou negar tudo.

Não vou deixar os seus cientistas me dissecarem como uma cobaia,

e não se engane, você é que vai terminar em um hospício, igualzinho Jack.

Agora, vá pensar.

Como foi?

O nome dele é Gerrard.

Gerrard, só isso?

Ele vive em um mundo de fantasia, estou pensando em uma forma melhor

de chegar até ele.

Olha, se está com dificuldade...

Vou chegar até ele.

Claro, temos a identificação do cadáver, estava no topo da lista de desaparecidos.

Mark Gerhart, vendedor de seguros, estava sumido há três dias.

O que, o que um vendedor de seguros, com uma casa no subúrbio

uma mulher e três filhos, estava fazendo metido nisso.

Exatamente.

Com licença...

É a detetive Russo?

Sim.

Eu sou Patty Ridle, a mãe de Billy Ridle.

Senhora, sentimos muito pela sua perda, mas não podemos fazer

muito pela senhora no momento. Se quiser...

Eu preciso falar com você, não vai demorar.

Tudo bem!

Eu ouvi dizer que foi isentada de culpa por ter atirado no meu filho.

Isso mesmo.

Chamam isso de bom tiro, não é?

É...

Bom tiro.

A vida do Billy, começou comigo e terminou com você.

Estaremos sempre conectadas dessa forma.

Você e eu.

Por causa disso, eu quero que você entenda uma coisa.

Quando o Billy era bem jovem, ele começou a andar em lugares ruins.

Com gente ruim, então eu comecei a gritar com ele.

Tem que começar a dar disciplina enquanto pode, não é?

Ele ficava me dizendo que não estava fazendo nada de errado.

Mas eu não acreditava. E continuei gritando, gritando e gritando.

Até que finalmente, ele parou de negar.

Sra. Ridle, o seu filho fumou crack e estava atacando uma garota de 9 anos,

quando eu encontrei ele.

Apontou uma arma para mim, e eu não tive escolha.

Eu sei.

Desculpe.

Eu sei que ele machucou muita gente.

E se não tivesse dado um fim nisso, ele teria machucado mais.

Não estou apontando o dedo na sua cara, mas não posso deixar de pensar

que se eu tivesse acreditado nele quando me dizia que estava sendo bonzinho

quem sabe, não teria virado o que virou.

Porque eu sei que, eu sei que ele foi bom um dia.

Eu só queria que soubesse disso.

Detetive Daniels. Podemos conversar?

Claro.

Responda a pergunta?

Se você é o que me disse que é, então, por que simplesmente não dá o fora daqui?

Duvido que nós pudéssemos detê-lo e se fosse baleado, talvez pudesse

entrar em outra pessoa.

É, é verdade.

No entanto, se eu tentasse escapar muitas pessoas seriam feridas, talvez até mortas,

e a coisa que eu estou caçando não se importaria com isso. Mas, eu sim.

Deixe eu contar uma coisa sobre o meu conhecido.

Sabe que de vez em quando, nós nos deparamos com humanos

com que temos uma afinidade especial.

E é nesses corpos que conseguimos exercitar certas habilidades naturais.

Seria como se você acordasse num corpo de um atleta profissional.

Conseguiria pular mais alto, correr mais depressa do que jamais conseguiu antes.

Depois dos incidentes em Londres, acabei me dirigindo ao Velho Oeste americano,

onde ele encontrou um corpo assim.

Me mostre.

Desculpe, rapazes, já estamos fechados.

Precisamos de cavalos novos e selas.

Voltem amanhã, nós teremos prazer em serví-los.

Melhor não, isso vai servir, experimenta.

Eu vou pegar as rédeas.

Ei, você vai pagar por isso?

Não estava nos planos.

Parado aí!

O homem está querendo morrer, J.P! - É acho que está!

Cuidado, senão alguém morre!

Com certeza...

Seu desgraçado... está vivo!

Esse tipo de homem que eu estou tentando deter.

Então, sim, Terry, eu poderia forçar a minha saída daqui.

Mas eu não quero sangue inocente na minha consciência.

A pessoa precisa de uma razão para matar. E uma razão muito boa.

Se quer que eu acredite em você, vai ter que me contar mais. Muito mais.

O corpo em que está, quem é?

Um indigente, sem amigos, sem família, uma alma perdida, se matando aos poucos

com drogas, com álcool, eu não gosto do que faço, só faço o que tenho que fazer.

Por mais convincentes que as suas imagens sejam, infelizmente,

elas não provam nada. Se quer que outros...

acreditem em sua estória, vai ter que me dar provas concretas.

Seus médicos já completaram a autópsia naquele que se matou?

Eu duvido, por quê?

Quando eles terminarem, vão descobrir que os órgãos internos dele foram,

na falta de uma palavra melhor, consumidos.

Não haverá explicação para isso.

Por quê?

É o efeito colateral da forma como ocupamos o hospedeiro.

Sabe, mais cedo ou mais tarde, o corpo se acabaria, mesmo que ele não

tivesse sido baleado, teria morrido logo, de um jeito ou de outro.

E por que não se transfere para outra pessoa, antes que isso aconteça?

Infelizmente, não é assim tão simples.

Quando nos transformamos em humanos, nos conectamos ao sistema nervoso

deles e a única forma de sairmos deles, é quando o corpo do hospedeiro

apresenta morte cerebral.

Temos que tomar outro hospedeiro em minutos ou deixamos de existir.

Por isso, Gerhart atirou em si mesmo, para se livrar de você.

Pra quem ele se transferiu?

Disso, eu não sei. Eu queria saber.

Aqui é a detetive Russo. Preciso do médico legista.

Obrigado.

Naldorf, como você está?

É muito cinismo seu.

Eu preciso de um favor.

O corpo que chegou hoje de manhã, o 38 no peito.

Não, não, eu estou ouvindo, pode falar.

Como se estivesse queimado por dentro.

Não, não faz sentido pra mim, também.

Obrigado.

Tenho que dizer, estou satisfeito que você tenha feito o interrogatório sozinha,

porque senão teria perdido a chance de conversar com a pessoa mais

insandecida com quem já tive o prazer de falar.

Kimble, o segurança que ligou para nós.

Ele pode estar com raiva por ter perdido a convenção de Jornada nas Estrelas

sei lá, mas ele está aqui, e está convencido que está possuído

por algum tipo de ser de energia alienígena.

O quê?

Meu Deus!

O quê?

Tornou o meu trabalho muito mais fácil.

Vejo que ele causou uma boa impressão em você.

O que é isso?

Ele andou contando estórias de novo, não é?

Mostrando coisas terriveis que eu supostamente fiz.

É uma lista impressionante. - Mostrou a você?

Ele mentiu para você, detetive Russo. Sobre muitas coisas.

Sabe, não sou um assassino psicopata, ele é. Estou atrás dele há tanto tempo

que nem lembro mais.

Então, por que não nos disse a verdade, logo de cara?

Não tinha certeza de que podia confiar em vocês.

Ele sempre teve o dom de fazer amigos, facilmente.

Você é a prova.

Você pegou o corpo de um homem inocente.

Você preferia que eu me transferisse para o corpo de um policial?

Eu tinha muitas opções.

Tudo bem, espere um pouco, espere aí...

Você acredita nele? - Sim!

Gerrard me contou a mesma coisa. Eu acredito nele.

Tem razão pra isso. Ou é só... uma sensação?

Porque é com isso que ele está contando.

Tudo bem, chega dessa porcaria, eu quero saber do que vocês estão falando.

Hank, acredite, você não vai querer saber.

Não venha com essa, parceira. Do que vocês dois estão falando?

Terei prazer em contar.

Antes dele se transferir para o corpo de Gerrard, ele se envolveu

romanticamente com uma jovem agente do FBI.

Ela tinha acesso a uma tecnologia incrível.

Rand Center Station.

Eu tenho que atender. Espere um pouco.

Alô!

Agente Pratt, chamada do diretor, temos um assunto que exige atenção imediata.

Viagem no tempo. Um meio de deter o crime, antes dele acontecer.

Isso é uma piada de mau gosto.

Um lóbulo pré-temporal de um feto pode acabar regulando um campo de energia.

Esse campo se torna uma passagem para o passado. Olhe dentro de si mesma.

Alguma coisa mudou, não está sentindo?

Sentindo o que, dra. Givens?

Sabe por que a NSA estava tão interessada em mim?

Porque eu podia ter feito a minha máquina do tempo funcionar mesmo naquela época.

Mas, eu não queria que eles ficassem com ela.

Não antes de eu colocar as coisas nos eixos.

Dias são como pérolas, um colar de pérolas. Cada pérola é um evento.

O passado parece imutável, sólido. Mas, volte no tempo e mude o evento

e você desfaz cada pérola que se segue. Você muda todo o colar.

Não sei do que você está falando, mas eu acho que devo ler os seus direitos.

Eu fiquei adiando e adiando, e agora não tenho mais tempo.

Está acabando comigo.

Solte esta arma. Dra. Givens, eu quero que solte esta arma.

Se isso fosse possivel mesmo, por que alguém faria uma coisa dessas?

Uma chance de matar os assassinos antes que possam matar!

O que há de errado nisso?

Dra. Givens, precisa de ajuda.

Sinto muito que pense assim!

A tal máquina do tempo.

Encontramos o projeto dela com Gerrard, quando o prendemos.

É porque ele o roubou. Matou a agente que estava usando o dispositivo.

Ele estava tentando reconstruí-la sozinho.

Por quê?

Para que ele pudesse viajar para onde e quando quisesse.

Para caçar pessoas por toda a história.

E escapar de mim para sempre.

E é exatamente o que ele vai fazer.

Se não me ajudar a pegá-lo.

O FBI só confirma que a agente Jane Pratt foi dada como desaparecida

há algumas semanas. Foi vista pela última vez com o namorado.

Não.

Não querem comentar sobre a missão dela. É confidencial.

Quer dizer que estes caras podem estar dizendo a verdade, mesmo?

Isso é maluquice, sabe que isso é maluquice.

Máquinas do tempo, seres de energia alienígenas, espere lá, o que vamos fazer

chamar a Nasa aqui?

Se chamarmos, provavelmente, vamos acabar na Área 51, dentro de um plástico.

Se não formos parar em um hospício antes.

Algum progresso?

Nada definitivo.

Mas temos o dobro de suspeitos do que tínhamos de manhã.

Então, o que você acha?

Precisamos de mais tempo, tenente.

Não me deixem em suspense, por muito mais tempo.

Tá bom? - Tá...

Ouça, um desses caras tem que estar mentindo.

Kimble veio aqui por conta própria. Um homem culpado não faria isso.

Eu sei. Mas Gerrard não está mentindo.

Como tem tanta certeza?

Não tenho. - Tá...

Quero ver como ele reage ao que Kimble disse.

Tá bom.

Ele está aqui. Está nesse prédio. Nós sentimos quando o outro está por perto.

Você já sabe quem ele é?

Você já o prendeu?

Por que, suas alegações?

Ah, já entendi.

Deixe eu adivinhar. Ele disse que tudo que eu contei era mentira.

Na verdade, ele confirmou quase tudo o que você disse,

só que ele diz que ele é o policial, e você o assassino.

Isso não é verdade.

Ele nos mostrou a sua máquina.

A minha máquina?

É, a máquina pela qual você matou a agente do FBI.

Eu tive que matá-la, Terry, eu não tive escolha.

Era a única forma de não deixar que ele ficasse com o dispositivo.

Eu não sou o criminoso, ele matou centenas.

Terry, por favor, tem de acreditar em mim, não sabem com quem estão lidando.

Eu sei o que você está pensando?

Eu já vi isso.

Nós temos a mesma vibração, ele e eu, quer ver o que eu vi?

Eu te mostro.

Pelos olhos dele.

Já terminamos. - Ainda não?

Gerrard admite que matou a agente do FBI.

Mas, o que eu não entendo é, por que ele confessa um assassinato

e depois conta mentiras sobre o resto?

Pode ser exatamente o que ele quer que você pense.

Detetive Daniels, você tem uma decisão simples a tomar.

Você vai prendê-lo ou não?

Não sei se vamos conseguir acusá-lo de alguma coisa, você entende?

A detetive Russo acredita que ele seja inocente, não é?

E sabe que ela está cometendo um erro.

Ou acredita mais no julgamento dela do que no seu.

Acredito mais no julgamento dela do que no seu.

Quer provas do meu julgamento?

Estes filmes mentais não constituem provas de nada.

Eu disse provas, uma coisa tangível, uma coisa real.

Não, não, não...

Não...

por favor...

Não...

Você nunca vai saber onde eu estou, amigão.

Eu fui muito cuidadoso.

Andei procurando um hospedeiro limpo, por toda parte.

Eu tenho que dizer, eles são muito difíceis de encontrar.

A dra. Emmett, aqui, é a minha última chance.

Ela é muito boa, e quando estiver apodrecendo na cadeia, eu vou ter

que parar de procurar.

Assassinatos em série. Atos de brutalidade. Simples e cruéis.

Ele gosta disso.

Ele me provoca com isso. E toda vez que chego perto, ele sempre acha um meio

de escapar, e agora só depende de vocês, são os únicos que podem detê-los.

Como, colocando uma bala na cabeça dele, esperando que não pule

em outra pessoa. Você não está me dizendo nada de novo.

Burnes vai matar de novo.

Eu o segui até aqui, quando estava no corpo de Gerhart.

Encontrei ele construindo o dispositivo. E foi aí que ele me pegou bisbilhotando.

Ele atirou em mim, quando eu tentei fugir.

Se isto não constitui uma prova, não sei de mais nada.

Não está terminado?

Não, mas está quase.

Parece que você deteve Gerrard, bem a tempo. Sem trocadilho.

Eu não teria feito isso, sem o senhor.

Não deixe de mencionar isso para a tenente Bates

e para a minha parceira, se não se importa.

Vamos trazer os rapazes do laboratório, aqui, para ver isso.

Na verdade, tenho uma idéia melhor.

O quê?

Veja... vou te mostrar.

Vire de costas.

Vamos levá-lo para a central. Eu mesma vou levá-lo.

Deixaram ele ir.

Não podíamos prendê-lo. Ele não estava sob custódia. Você está.

Espere!

Eu disse que podíamos nos sentir. Eu sei onde ele está. Veja.

Eles voltaram para o depósito. E ele enganou o seu parceiro.

Agora, me diga uma coisa, se ele é realmente quem ele diz que é:

por que acha que ele ia ligar a máquina do tempo?

Mas, como eu posso detê-lo?

Não vai conseguir isso, sozinha.

Ótimo!

Sabia, que viriam.

Frank, onde o Kimble está?

Saia de perto dele, está do lado do cara errado.

Aquele não é mais o Daniels.

Eu disse para sair de perto dele!

Não é ele, Terry!

Terry!

Não...

Acho que eu venci!

Meu Deus!

Como assim, você venceu?

Não, não, não, eu venci!

Não, ele acreditou em mim, atirou em você.

E, daí!

Eu a convenci o bastante para ela atirar no próprio parceiro...

Tá bom, tá bom... como está o placar?

Sei lá eu, já perdi até a conta. E da próxima vez, me mato primeiro, tá bom!

Nem pensar, nós lutamos por isso, como sempre fazemos, amigão!

Eu não acredito nisso!

Você é um grande jornalista!

Sou!

Isso tudo foi só por diversão, algum tipo de jogo!

Olha, eu vou te explicar. Quando se vive para sempre é um saco.

Quando não se morre nunca, é um saco.

Fazemos isso para aliviar o tédio.

E Terry, com suas credenciais da polícia, vai ser muito mais fácil

completar a máquina do tempo.

E daí, a gente vai se divertir pra valer!

Vai logo, o seu corpo já era!

Para onde e quando nós escolhermos.

Vai, pega ela e acaba com isso!

Tudo bem, a gente vai se divertir muito, juntos.

Acabe com tudo, Terry.

Espere aí, ela é minha!

Mas, e eu? - Que se dane!

O corpo dela me pertence!

E pra onde é que eu vou?

Lugar nenhum!

Nunca mais. Nenhum de vocês.

Melhor sorte da próxima vez!

Na luta entre a vida e a morte

às vezes, a sobrevivência

não é a única forma de vencer.

Brunks der Preußischen

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