All language subtitles for Outer Limits The S05E17d

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Original subtitles

Ora, n�o foi t�o mal assim. - Foi terr�vel.

Eu queria ter conhecido o cara que teve coragem de cobrar dois mil d�lares por

uma pintura chamada "mancha n� 11". - Voc� conheceu ele. (- N�o...)

Sim. O cara de cabelo de barro e sotaque ingl�s.

Eu n�o disse nada horr�vel, disse? - Bem, depende de como ele encarou

a sugest�o de fornecer sacos de gesso.

Voc� me ama, Jacob?

Sim, mais do que toda arte ruim do mundo.

N�o, eu n�o estou brincando.

Eu sei.

N�o quero desperdi�ar isso.

Eu queria n�o ter mandado os convites.

A gente podia viajar a noite toda para uma capela cafona em Las Vegas.

Quem sabe o cara de cabelo ensebado n�o � um pastor registrado.

Vamos embora.

Jacob, olhe.

Mas, o que � isto?

Olhe, parece que...

T� vindo para c�.

Corra.

Jacob?

N�o.

Socorro! Algu�m me ajude!

Meu Deus, meu Deus...

Nossa, o cara levou um tiro e tanto.

- N�o foi bala. De acordo com o relat�rio policial

foi um fragmento de meteoro. - � mesmo?

A noiva e as pessoas da rua testemunharam.

Quando chega a hora n�o tem jeito. - N�o h� ferimento de sa�da.

O fragmento deve estar aqui dentro ainda.

Quer que eu comece o procedimento? - N�o, ainda n�o.

S� quero ver onde o fragmento est� alojado.

Espere.

Estou sentindo. Mas pode ser um fragmento de osso.

N�o � bala? Para mim parece uma bala.

Nunca vi uma assim.

Reflexo post-mortem.

Meu Deus, o que � isso? - � incrivel...

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, aguarde.

Desde o tempo em que os nossos ancestrais olhavam para as estrelas,

imaginamos que segredos elas continham.

Mas, estar�amos preparados quando as respostas fossem reveladas?

Posso ver na sua cara.

N�o acredita em n�s.

No final de um turno longo eu come�o a ver coisas tamb�m.

Uma coisa saiu da cabe�a dele, t� legal.

N�s dois vimos. - �, com um polvo beb�.

Eu descrevi como um tent�culo. E n�o um polvo.

Desculpe. E a luz azul?

O que seria isso? Luz de leitura?

Acha isso engra�ado, tenente? - N�o, realmente n�o acho.

Eu disse que isso ia acontecer.

Um meteoro caiu ontem � noite. - �, todos chamaram a pol�cia.

Suas testemunhas dizem que este homem foi atingido por um fragmento.

Voc� viu o proj�til que eu tirei do c�rebro dele?

Mas n�o estou convencido de que tenha vindo de uma arma.

Ent�o, est� desconsiderando a possibilidade de que alguma coisa...

ou uma contamina��o biol�gica...

tenha entrado no corpo desse homem, junto com este objeto?

N�o desconsidero nada. Meus homens procuram Jacob Hardy, nesse momento.

Procurou na casa dele.

A noiva dele ficou bem confusa.

Primeiro foi declarado morto, agora est� desaparecido.

Se os ferimentos dele s�o t�o severos como disse,

pode ser que j� esteja ca�do em um beco em qualquer lugar.

Quero que registre o meu depoimento.

Ser� registrado.

E se vir mais frutos do mar saindo do c�rebro de algu�m,

n�o deixe de me ligar, entendeu.

Desgra�ado.

Escute, doutor, por que n�o vai para casa?

E descanse um pouco, v� descansar...

N�o precisa voltar aqui. O'Neill pode cobrir o seu turno, se precisar.

Obrigado, estou com o meu bip.

Eu vou estar no "Cruz Sagrada" nas pr�ximas horas.

Voc� n�o fica um dia sem ir l�, n�o �?

Bem, se fosse a sua esposa, voc� tamb�m n�o ficaria.

�, eu entendo o que diz.

Como est� a minha garota, hoje?

Nem me fale, eu sei.

Fofocas de enfermeira s�o sempre a mesma coisa!

Elas nunca d�o uma folga.

E um tubo n�o � substituto para um restaurante fino.

O que se h� de fazer?

Quando eu te levar daqui, vou cozinhar pra voc� um frango chin�s saboros�ssimo.

A receita � sua.

A sua irm� mandou lembran�as.

O pregui�oso do marido dela n�o foi preso ainda.

E nem o motorista que te colocou aqui.

Meu Deus.

Meu Deus.

O trabalho... o trabalho...

Trabalho � trabalho. N�o posso fingir que seja chato.

Daria.

Aconteceu um caso muito estranho, ontem.

Foi como se algu�m tivesse segurado a m�o de Deus.

Sei que parece cafona, mas a coisa foi a mais estranha poss�vel.

Parecia aqueles filmes de fic��o cient�fica que voc� adorava.

Ainda adora.

S� que ocorreu, Daria.

Foi real.

Margaret estava aqui, n�o eu.

Ela jura que o cara estava praticamente morto.

De repente, ele simplesmente se levantou e foi embora.

Tr�s enfermeiros n�o conseguiram segurar ele.

Desculpe, eu n�o quero ser intrometido, mas...

est�o falando de um paciente terminal que fugiu.

Que tipo de ferimentos ele tinha? - Est� preparado, dr. Michaels?

O cara tinha sido atingido por um peda�o daquele meteoro de ontem.

Meteoro? - Acabei de ouvir isso de uma pessoa.

Mas disseram que ele tinha um buraco na cabe�a

grande o bastante para voc� colocar o seu punho dentro.

Ele estava sangrando feito um porco.

Fizeram uma tomografia assim que ele chegou.

O residente disse que ele j� deveria estar em morte cerebral h� muito tempo.

O nome dele n�o era Hardy? Um homem de 28 anos?

Jacob Hardy. - N�o. Sawyer. N�o sei o que... Sawyer.

Acho que disseram que ele tinha mais de quarenta.

O que acha disso dr. Michaels?

Abby, pode me fazer... um grande favor?

Vai me colocar em encrenca de novo?

Meu Deus, Jacob!

Oh, Deus.

Eu n�o acreditei quando disseram. - Ol�, Kara.

A pol�cia esteve aqui. Estava procurando por voc�. Precisamos ligar para eles.

N�o. - Querem saber se est� bem...

N�o!

Olha pra voc�, precisa ir ao hospital. - N�o, estou bem.

Como isso � poss�vel?

Eu vi voc�, aquela coisa entrou na sua cabe�a.

Eu tamb�m n�o posso explicar. Mas est� curando, eu...

estou me sentindo bem.

� um milagre, Jacob.

N�o h� outra palavra para isso. Eles disseram que estava morto.

Tem que me ajudar, Kara.

Eu vou tomar conta de voc�. Farei o que tiver que fazer.

Vamos superar isso. Eu sei que vamos.

Eu tenho que ir embora.

Ir embora?

Como assim? Ainda est� ferido.

N�o se recupera de uma coisa assim, do dia para a noite.

Voc� me ama, n�o ama?

Como pode me perguntar isso? - Voc� me perguntou, lembra?

Se voc� me ama, vai ter que fazer o que eu disser.

Tudo bem.

O que quer que eu fa�a?

Se a pol�cia ou qualquer outro perguntar,

voc� tem que dizer que n�o sabe onde estou, que nunca estive aqui.

Meu Deus. - Kara.

T� bom, vou tentar.

N�o vou dizer nada a ningu�m.

Mas tenho que saber para onde vai.

E por quanto tempo.

Vai dar tudo certo...

...tudo vai ficar bem. Eu prometo. Prometo.

Jacob Hardy, Curtis Sawyer.

Est� com dor, Kelly? - N�o.

Voc�s dois sabem porque estamos aqui, n�o sabem.

Tivemos que vir. - N�o tinha outro jeito.

H� muito trabalho a fazer em t�o pouco tempo.

Seis dias. - E dez horas.

Seis dias, nove horas e quarenta minutos para ser mais exato.

Mas, e se n�o terminarmos a tempo? - Temos que terminar.

Eu estou ansioso para fazer a minha parte. - Somos s� n�s?

Se existissem mais, acho que n�s saber�amos.

O do Jacob est� com as autoridades.

Vamos ter que nos virar s� com esses dois.

�, tudo vai depender s� da gente. Da gente.

Temos um dia cheio hoje. O alpinista que tiraram do monte Hood,

uma v�tima de infarto

e um caso de aids que chegou ontem � noite.

Dr. Michaels?

Desculpe, Ollie.

Encontrei uma outra v�tima. - Do que est� falando?

Pesquisei outras v�timas da noite em que encontramos Jacob Hardy.

Ele e Curtis Sawyer n�o foram os �nicos a serem atingidos por aquele meteoro.

Um gar�onete tamb�m foi, de nome Kelly Reisly.

Que tipo de ferimentos? - O mesmo dos outros.

Trauma cerebral agudo. Uma cirurgia cerebral explorat�ria

estava marcada para �s sete horas da manh� seguinte ao acidente.

E ela saiu andando do hospital? - Exatamente.

Que diabos est� acontecendo aqui? - Eu n�o sei, n�o sei mesmo.

Aquilo que caiu do c�u naquela noite,

colocou pelo menos tr�s pessoas � beira da morte.

No caso de Jacob Hardy, matou mesmo.

E depois trouxe todos de volta.

Isso � muito estranho, estranho demais.

Olha, eu tenho uma c�pia da tomografia de Curtis Sawyer.

Ele saiu do pronto-socorro do "Cruz Sagrada".

Isso est� um pouco fora da minha al�ada, doutor.

O cara estava, basicamente, em coma.

O mesmo coma profundo em que Daria est�?

E ele saiu do coma.

Isso � s� por causa dela, n�o �?

Acredita em destino, Ollie? - Nossa, est� brincando?

Depois do que houve aqui nos �ltimos dias, nem sei mais no que acredito.

N�o sei porque, mas acredito que Jacob Hardy

veio parar em minha vida por uma raz�o.

E eu preciso descobrir por que.

Devo isso a minha esposa.

J� vi jogadas antes, mas isso deve ter batido recordes, sr. Hardy.

Duas se��es de especula��o no mercado de commodities e o senhor

transforma 4.600 d�lares...

...em 293 mil d�lares e uns quebrados?

O poder do mercado financeiro.

Qual o pr�ximo passo?

Coloque o dinheiro nessas a��es.

Tenho que lhe dizer que esse neg�cio com a soja

vai contra o conselho dos nossos analistas.

O senhor n�o quer ler o relat�rio? - Seus analistas podem

multiplicar o dinheiro dos seus clientes 70 vezes em 48 horas?

Ent�o, quer que eu... - Execute como foi descrito.

Acho que nunca a vi na biblioteca antes. - � a primeira vez que venho aqui.

"Curva de resist�ncia em metais n�o ferrosos".

"Compara��es de for�as de tens�o em ligas de tit�nio".

Leitura muito interessante.

� para suplementar o material que encontrei na internet.

Imagino que seja estudante de metalurgia.

� um hobby, na verdade. - Hobby?

Nada melhor do que ir para a cama com um bom livro sobre minerais.

Como � que �?

Nada.

- Oi... - Oi, desculpe, Kara Delaney?

Voc� � da pol�cia? - N�o, n�o...

Trabalho em um departamento de medicina legal. Eu posso ajudar.

Posso? - Entre.

Se est� procurando pelo Jacob n�o vou poder ajudar.

Ele n�o fez contato com voc�?

N�o.

Eu sou o legista, que trabalhou com Jacob, quando ele...

...saiu do coma.

Ian Michaels. - Doutor, chamo doutor?

Ian... � melhor.

Ian,

Jacob veio at� aqui me ver

s� para pegar as coisas dele. - Falou com a pol�cia?

Ele me fez prometer que n�o diria. Nem sei porque estou lhe contando isso.

� que estou desesperada.

Jacob falou pra onde ia? - N�o, isso � verdade.

Eu n�o sei onde ele est�.

S� que saiu de carro com uma mulher que eu nunca vi antes.

Era esta mulher? - Meu Deus.

�, eu n�o consegui ver direito

mas tenho quase certeza de que era ela.

Quem � ela? - � uma longa est�ria.

Posso perguntar como Jacob agiu quando ele veio aqui?

Estava diferente. N�o s� porque disse que tinha que ir embora. Estava distante.

N�o pode imaginar como � dificil

ver a pessoa que voc� mais ama nesse mundo

lutando entre a vida e a morte.

Acho que posso, Kara.

Oi, Abby. - Dr. Michaels.

Tentamos ligar para o senhor.

Sua esposa teve uma parada respirat�ria grave.

Tiveram que fazer uma traqueotomia.

Daria?

Daria. Sou eu, Ian.

Tudo est� bem. Tenha calma. Se acalme.

Enfermeira!

Enfermeira, algu�m venha at� aqui!

N�o, Daria.

Sawyer, Curtis W. 41.

Motorista de t�xi, estava estacionado perto de uma casa perto do porto quando

um fragmento de meteoro perfurou o seu cr�nio, em cima do olho direito.

Foi levado �s pressas para o pronto-socorro do "Cruz Sagrada."

E, como voc� disse, ele se mandou antes que eles o pudessem operar.

E onde ele est� agora? - Eu vou chegar l�.

Na manh� seguinte a tudo isso, ele arrumou

um emprego de consultor na "Tecnologia Caldwell."

de toda a hist�ria da empresa. - Ele era motorista de t�xi.

Parece que ele se informou sobre toda a tecnologia avan�ada e depois sumiu.

E sobre a mulher? - Kelly Reisly.

V�tima do fragmento do meteoro tamb�m.

Sem emprego fixo. Gar�onete na quinta e no s�bado

ela coloca a m�o em d�zias de livros de alta tecnologia e jornais,

todos relacionados com metalurgia. - E onde ela est�?

N�o sei, ela n�o foi para casa.

Mas, ligou para os pais, e no trabalho para dizer que n�o se preocupassem.

E depois, tem o seu amigo, Jacob Hardy.

O velho Jacob est� arrebentando no mercado de commodities.

Conseguiu ganhar quase 500 mil d�lares.

N�o descobri mais com a noiva dele do que voc�.

Ent�o, n�o encontrou nenhum deles?

Voc� me pediu para seguir estas pessoas, e eu fiz o que pude.

Quantas pessoas est�o trabalhando nisso?

Est� olhando pra elas. S� que hoje

vou voltar ao meu servi�o normal.

Que � investigar homicidios. - Voc� n�o acha estranho

que tr�s pessoas foram atingidas por peda�os do mesmo meteoro

e ao inv�s de morrer,

elas se tornam g�nios em alguma �rea?

Estranho, sim. Anormal, com certeza.

Mas, o que isso significa?

Cara, estou t�o por fora, como voc�.

Espere, espere, espere... E se estiverem trabalhando

em conjunto, por que s�o dirigidas por alguma coisa?

Doutor, nenhuma dessas pessoas fez nada que se pudesse considerar ilegal.

Ent�o, acabou? Voc� vai desistir?

Me mostre que alguma lei foi violada.

Alguma nave espacial em fila dupla. Qualquer coisa, e eu entro em a��o.

Mas, se quer saber o que realmente penso, acho que isso tudo n�o vai dar em nada.

N�o vai dar em nada. - � s� a minha opini�o.

Santo Deus.

Configura��o completa.

Como ficou?

Est� pronto para o teste.

Jacob.

Pronto?

Continue.

Excelente. - Est� na hora de juntar as pessoas.

Uma a uma.

� novo aqui? - Eu entrei de volunt�rio essa semana.

N�o arruma outro emprego?

N�o. Sou m�sico. Trabalho � noite.

Eu tocava piano bem pra caramba. - � mesmo?

� bom pra conhecer garotas.

Agora n�o d� para fazer muita coisa com essas m�os.

Gosta daqui, sr. Sanborn?

Eu s� tenho dois meses. Talvez menos.

N�o foi assim que eu imaginei terminar.

E se tivesse a chance de ir para um lugar melhor?

Como assim, "melhor?" - Onde pudesse tocar piano de novo.

Depende se as garotas de l� forem bonitas.

Quer dar um passeio, sr. Sanborn?

Fica muito aqui? - Fico toda vez que tenho que operar.

Aposto que �s vezes d�i, n�o �.

Tudo bem.

Voc� gosta de aventuras, Shana? - Como em uma montanha russa?

Como numa montanha russa, sim. - Antes de eu ficar doente,

fui em uma montanha russa onde a gente se virava de ponta cabe�a.

Nossa, que corajosa.

Voc� quer uma aventura melhor?

Acho que eles n�o v�o deixar.

Tudo bem.

Alguma coisa est� errada. Me diga o que �?

Ela n�o est� bem, dr. Michaels. O que a mant�m viva � apenas a m�quina.

Domingo

� o nosso quinto anivers�rio.

N�o � justo.

Al�? - Oi, sou eu.

Jacob, onde voc� est�? - Olha eu... s� quero que saiba...

que estou bem. N�o queria que se preocupasse.

Pelo amor de Deus, me diga onde voc� est�?

Eu te amo.

Dr. Michaels?

Encontrou Jacob Hardy? - Queria poder dizer isso.

Preciso de sua ajuda, doutor.

O que foi? - Nas �ltimas 36 horas

houve mais de uma d�zia de relatos de pessoas desaparecidas

de hospicios, cl�nicas e hospitais.

Todos diagnostificados como terminais. - E o que tem a ver com Hardy e os outros?

Temos provas fortes de que Hardy, Kelly Rise e Curtis Sawyer

s�o respons�veis pelos sequestros. - O que querem com pacientes terminais?

Experi�ncias humanas, droga, eu sei l�.

Estou com doze homens no caso.

O que quer que saiba

por mais louco que pare�a,

quero que me diga.

O que � que est� me escondendo?

Um dos pacientes que eles levaram...

Deus, n�o. Daria? - O hospital estava tentando encontr�-lo.

Sinto muito, dr. Michaels.

Eu estou a caminho de l�, agora mesmo.

Vamos fazer tudo o que pudermos para ach�-la.

Conversamos mais tarde.

Ian Michaels. - Oi, � Kara Delaney.

Voc� se lembra de mim? - Alguma not�cia de Jacob?

Sim. Ligou, e eu sei onde ele est�.

Olhem em volta.

N�o � o mundo, que j� foi um dia.

� dificil deixar tudo isso para tr�s?

Quem quer ir primeiro?

Tem certeza de que � aqui? - Eu tenho uma amiga na telef�nica

que disse que a liga��o foi feita daqui.

Pare!

Kara. - Jacob.

Voc� n�o pode fazer isso, solte essas pessoas!

- Eu sei que � dificil aceitar. Acabei de ver um homem morrer queimado.

Vaporizado, voc� o matou.

N�o, ele n�o foi morto. Ele foi salvo.

Eu sabia que viria aqui, dr. Michaels.

Daria.

Jacob, alguma coisa aconteceu com voc�. Alguma coisa aconteceu com voc�s tr�s.

� isso mesmo, recebemos um dom.

Isso n�o passa de manipula��o. - Olhe. Por que voc� n�o deixa

estas pessoas irem, e voc� nos conta tudo com calma?

Ningu�m aqui est� contra a vontade.

Jacob est� se aproveitando deles, est�o morrendo.

Esperan�a falsa � melhor do que nenhuma esperan�a?

� isso? - Vou deixar que julgue isso.

Mas, e as crian�as? N�o pode esperar que compreendam.

Voc� subestima a sabedoria delas. Elas t�m a vida pela frente.

Com toda a certeza n�o pediu a permiss�o para a minha esposa.

O senhor estava quase tirando os aparelhos dela, dr. Michaels.

Esta a��o seria t�o diferente da nossa?

Kara, um dia, tudo isso ficar� claro.

Voc� vai entender. - Eu queria que voc� entendesse.

Esta tecnologia, esta m�quina

de onde elas v�m? - De um mundo dominado pela doen�a.

Precisam de sangue novo para a reconstru��o.

Vida nova para repovoar o planeta moribundo.

Por qu�?

Por que escolheu os pacientes terminais?

Por respeito. Defer�ncia.

Para dar alguma coisa em troca pelo que eles est�o recebendo.

Eles oferecem a vida...

...pela vida.

N�o pode acreditar neles.

Voc� n�o viu o que eu vi.

O que vai acontecer com essas pessoas? - As doen�as, as enfermidades

v�o desaparecer.

Voc� n�o v� que isso � uma loucura?

Todos ficaram malucos.

Malucos? Kara, olhe para mim.

Voc� sabe que n�o estou louco.

Quem quer ser o pr�ximo?

O tempo est� no fim, dr. Michaels. A janela est� se fechando.

A escolha est� em suas m�os.

Se eu errar,

que Deus me perdoe.

Meu Deus. Saiam de perto dessa coisa.

N�s tentamos det�-los. - Todos voc�s, m�os para cima.

Dr. Michaels, saia de perto dessa coisa. - N�o pode me deter, tenente.

Vai ajudar esses malucos de miolo mole a incinerarem a sua esposa?

Isso n�o � eutan�sia.

� assassinato.

Eles podem curar algo que eu n�o posso. - Disso voc� n�o sabe, Ian.

Como pode ter certeza?

F�.

� tudo o que me sobrou.

Ian, n�o! - M�os para cima!

� o �ltimo aviso.

Jacob!

Est� em nossa natureza, temer o prop�sito sombrio que n�o compreendemos.

Mas o mal verdadeiro pode estar mais na ignor�ncia

do que na suspeita.

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