All language subtitles for Outer Limits The S05E14

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Original subtitles

Arthur? Parece meio distante.

Eu...

A reprodu��o das roupas n�o est� muito precisa.

A disposi��o est� boa, Arthur.

Sua apresenta��o est� pronta para amanh�?

Sim, bem, quase, ainda estou tentando conseguir mais dados.

Na verdade, a minha centr�fuga est� funcionando agora.

Ent�o, � melhor descer e ficar de olho nela.

Boa noite, Arthur.

Cheque-mate em seis lances, Paulo.

Ei. Oi, amiguinho. Os outros caras est�o te enchendo, �?

N�o tenha medo.

Prontinho, n�o tenha medo.

Calma, n�o fique com medo.

Vou mudar a sua vida.

Quieto, quietinho. Quietinho.

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, aguarde.

O que nos torna humanos?

Nossos instintos b�sicos ou as nossas nobres aspira��es?

Somos escravos da nossa gen�tica ou donos de nosso destino?

Desculpe...

Basicamente a quest�o se resume a isso: Alguns milhares de anos de civiliza��o

podem desfazer o trabalho de incont�veis mil�nios de evolu��o?

Eu acredito que a resposta seja sim.

Desculpe...

No passado, os humanos ca�avam para comer e matavam para acasalar-se.

Os velhos e fracos, morriam.

Era a sobreviv�ncia do mais forte.

Mas, a sociedade e a tecnologia alteraram este equilibrio.

Os seres humanos, diferentes de outras esp�cies,

constr�em ferramentas para manipular o seu meio-ambiente.

Hoje, ca�ar alimentos � um visita ao supermercado.

E, encontrar um par, � ir a um bar de solteiros.

Nem todo mundo � assim. - Boneca infl�vel n�o conta, Jim.

Com a medicina moderna vivemos hoje al�m do que a natureza previu para n�s.

Cadeias gen�ticas que teriam sido extintas, na natureza,

s�o agora passadas � pr�xima gera��o, fazendo

com que sejamos mais fracos e mais dependentes do que o nosso antecessor.

O mais fraco sobrevive. - Ei, e a� cara, tem um trocado.

Ei, amigo, para onde voc� vai. Vamos l�! Eu sei que voc� tem um trocado.

Sinto muito, eu n�o tenho trocado... n�o tenho...

Preste aten��o, cara.

A pol�cia s� aparece depois que voc� grita.

Tudo bem, tudo bem... - Algu�m acenda as luzes, por favor.

Arthur continue.

Estamos perdendo a nossa habilidade

de competir, de dominar o nosso habitat, e de tomarmos conta de nossas vidas.

Os mesmos tra�os que fizeram dos humanos

uma esp�cie de sucesso no come�o.

Comparando amostras de DNA humano primitivo com a do "homo sapiens"

moderno, eu proponho que seja possivel recriar aquelas sequ�ncias gen�ticas

no homem moderno

e ativar as mudan�as de comportamento basais.

N�s podemos voltar a ser o que j� fomos.

Na verdade, fiz muitos testes em roedores, e os resultados s�o muito encorajadores.

O rato de coleira � o de status social mais baixo.

Ele � ineficaz at� mesmo para competir pela comida.

Mas depois que eu injetei tra�os de domin�ncia gen�tica

ele mudou de posi��o na hierarquia.

Arthur, este � um departamento de antropologia. Se quer brincar

com ratos deveria ter feito psicologia. - Pode nos falar do seu grupo de controle.

N�o... isso n�o existe. Isso � tudo. Ainda est� nos est�gios preliminares.

� tudo o que tem? - Sim.

Obrigado pela aten��o.

Obrigado, dr. Zelar. As decis�es de financiamento ficam para amanh�.

�s cinco da tarde. Isso � tudo.

Ele est� vindo.

Chegou.

O que � isso? Mais um truque com ratos? - Esse DNA foi extraido

de uma esp�cie de "homo erectus". Estou fazendo uma compara��o gen�tica.

Com o qu�? - Com o meu pr�prio DNA.

Uma boa escolha. Tenho certeza que n�o vai

encontrar nada de homem das cavernas em voc�.

Oi, Arthur. - Oi.

Voc� toca? - �s vezes.

Eu tamb�m.

O concerto quatro de Bach.

Equilibra a parte esquerda do c�rebro, n�o �?

Adorei a apresenta��o de sua pesquisa. Acho uma teoria intrigante.

Muito obrigado. Espero que o professor Stansfield pense a mesma coisa.

Vou ver se dou uma forcinha para voc�. - Desculpe? Mas n�o acho apropriado.

E puxar o saco do Martin o tempo todo.

At� mais.

Nem pense nisso, Arthur. Ela � evolu�da demais para voc�.

Como eu sabia que ia te encontrar aqui.

Me desculpe. Eu tamb�m gosto muito de relaxar com as recrea��es.

Foi uma quest�o ret�rica.

Arthur, eu quero que saiba

que considerei muito a sua proposta.

Mas, no final, acho que nossos fundos v�o ser melhor gastos no projeto de Jim Faynd.

Jim Faynd? - Foi publicado duas vezes no ano passado.

Isso � bom para o departamento.

Ele publicou em duas partes uma retrospectiva de Margaret Mead.

"Contos de fadas" e "hist�ria antiga".

O senhor sabe, minha proposta � de vanguarda.

N�o � esta a quest�o.

Arthur, se eu financiasse o seu projeto,

haveria d�zias de antrop�logos respeit�veis

e bem estabelecidos tentando acabar com o seu trabalho em cada oportunidade.

Se eu achasse que voc� tinha for�a para enfrent�-los

talvez tivesse tomado uma decis�o diferente.

Olha, voc� � muito mais inteligente que Faynd,

mas n�o � um l�der, Arthur.

Apenas tr�s dias ap�s a primeira inje��o,

o indiv�duo testado conseguiu dominar todos os outros ratos

e alterar o seu status social no grupo.

Com inje��es adicionais, espero ver mais progressos ainda.

Embora...

...a falta de fundos possa prejudicar pesquisas futuras

temo que possamos ter que adiar a experi�ncia...

...por causa... por causa...

...do meu fracasso como homem

devido ao fato de eu ser a piada do departamento.

E devido ao fato,

de eu ser exatamente,

um fracote pat�tico, impotente.

Que todo mundo.

Que todo mundo acha que eu sou.

Pessoal, temos um problema. De acordo com isso,

Notard e seu grupo encontraram um esqueleto africano completo,

e eles estimam que seja pelo menos 40 mil anos mais velho que o nosso.

Isso n�o � bom. Nosso esqueleto gera uma consider�vel renda para este

departamento, sem mencionar o prestigio. - Mesmo que a descoberta deles

seja mais antiga, vai demorar pelo menos dois anos para tirar intacto. Os ossos

est�o incrustrados em rocha s�lida. - N�o importa.

Por que Notard j� fez o pedido de an�lise anat�mica comparativa.

E por que dar isso a ele? - O qu�?

Notard n�o vai conseguir fazer nenhuma compara��o

at� que extraia realmente o esqueleto.

Ent�o, por que retiraram os holofotes do nosso mais cedo que isso?

Este departamento sempre manteve uma pol�tica de total coopera��o com colegas.

E n�s vamos colaborar. Quando precisarmos.

E mesmo ent�o, quem sabe? �s vezes as amostras s�o danificadas.

�s vezes at� se perdem no correio.

Arthur, n�o � assim que agimos por aqui. - Talvez fosse melhor mudar.

A menos que n�o esteja querendo fazer de tudo para continuar no topo.

Este departamento est� onde est� por minha causa.

Obrigado pela sua opini�o.

O que foi isso? O novo e melhorado Arthur Zelar,

cientista dur�o e implac�vel? - Cale a boca.

At� agora, os efeitos colaterais parecem ser desprez�ves.

O indiv�duo est� tendo pequenas dores de cabe�a,

alucina��es visuais e auditivas leves.

No entanto, o indiv�duo tamb�m est� exibindo mais autoconfian�a

e tornando-se cada vez mais incisivo.

Baseado nos presentes dados, eu espero que essas tend�ncias se acelerem

com a continua��o do tratamento.

E a�, cara, como � que �. E o dinheiro para o meu almo�o?

Nada, nada hoje! Nem nunca!

Tudo bem, cara. Fique frio, sem problema.

Meu Deus, Laura. Voc� est� bem?

O que voc� est� fazendo? - H� meses que discuto ci�ncia material

com o professor Jacqueline sobre o poder penetrante das pontas de lan�a.

E ele me disse que n�o havia como o homem primitivo deter

um mamute enorme, com algo assim. Enfim, me ligou hoje de manh�

e me disse que fez novos c�lculos. Me enchi e disse a ele que ficaria feliz

em vir at� aqui para lhe provar que estava errado. Era para ele estar aqui.

Parece que voc� come�ou sem ele. - Eu sinto. Sinto muito mesmo.

Eu n�o vi voc� entrar.

Laura, eu nunca ia querer machucar voc�.

Ser espetada por uma lan�a, n�o estava na minha lista de coisas para fazer.

Acredite, a �ltima coisa que eu ia querer fazer � espetar voc�.

N�o com uma lan�a.

Como � que �? - Desculpe.

Desculpe, eu n�o queria dizer isso.

Trabalhando at� tarde como sempre.

Estou tentando aproveitar ao m�ximo do tempo de laborat�rio que ainda tenho.

Olhe, Arthur, voc� pode apresentar a sua proposta no ano que vem.

�, e pra qu�? N�o vai fazer diferen�a.

Tomou a sua decis�o mesmo antes de ler meu trabalho. Se ao menos tivesse lido.

Arthur, eu sei que est� sob muita press�o.

O seu comportamento est� muito diferente.

Muito pelo contr�rio.

Sabe de uma coisa? Eu nunca me senti t�o bem.

N�o que voc� se importe.

Deve estar ocupado demais com a Laura.

Ela � uma mulher muito bonita.

Se eu fosse voc�, ficaria de olho nela.

Laura me contou o que houve no corredor hoje cedo.

Seu comportamento anda inconstante. Todo o departamento anda falando de voc�.

Ficou com medo? - Medo? Arthur, andei pensando nisso.

Eu quero que tire uma licen�a. - Eu n�o vou deixar a minha pesquisa.

A sua pesquisa acabou. Voc� precisa de um tempo livre.

Mas eu n�o aceito isso. - Mas � assim mesmo que vai ser.

Voc� est� de licen�a a partir desse minuto.

Eu quero ajud�-lo, Arthur.

Mas, seu eu o ver antes do semestre que vem, ser� despedido.

No estacionamento?

Que tarado.

Meu Deus, Martin.

Zelar.

Depois de apenas duas inje��es,

o exclu�do, o mais fraco tirou da frente

os outros que o dominavam e humilhavam.

Beta � agora um Alfa.

Viol�ncia necess�ria foi... surpreendente...

lament�vel, mas a natureza � assim.

Pela primeira vez em sua vida, o Alfa est� realmente vivo.

Sua vis�o, seu olfato,

tudo est� mais agudo,

est� mais claro, n�tido.

�... �, � como se percebesse o mundo

pela primeira vez. Do jeito que devia ser.

E � isso, agora, apenas o come�o.

- � esse, policial, esse que est� vindo a�. - Voc� � Arthur Zelar?

Sou eu, o que houve?

Houve um ataque no campus, ontem � noite.

O professor Stansfield foi espancado.

Voc� est� brincando, e ele est� bem?

Ele est� na UTI, e n�o se sabe se vai recuperar a consci�ncia.

Ele diz que foi voc�.

Sim. Stansfield me contou, depois que voc� o deixou quase morto.

Do que est� falando? Isso � rid�culo.

Mas, s� para constar, onde estava ontem � noite por volta de 22h30?

Eu estava aqui, trabalhei at� tarde.

O professor Stansfield veio falar comigo. Falamos sobre a minha pesquisa,

e ent�o ele saiu. Fui para casa depois disso.

N�o. Est� mentindo. � mentira.

Stansfield, me disse, � quase certo que ouvi. - Est� quase certo?

Eu vi algu�m... - Mas voc� n�o o reconheceu.

Posso ver as suas m�os, senhor? - Minhas m�os?

Quando algu�m espanca outra pessoa com as m�os nuas, como Stansfield foi

espancado, elas devem apresentar cortes, hematomas, mas est�o limpas.

Est�o limpas.

Eu n�o entendo.

Voc� pode ter visto alguma coisa, Jim, talvez tenha visto.

Mas n�o fui eu, Jim. Sabe disso, me conhece.

Eu n�o ia conseguir espancar algu�m desse jeito.

N�o, acho que n�o. - Est� sob muita press�o, ultimamente.

�, bom, se algum de voc�s souber de alguma coisa que possa ajudar, telefone.

Vamos embora.

Sem ressentimentos, Jim. - Claro.

Obrigado.

Olha, me escuta, eu s� quero dizer que sinto muito.

Entendo, est� triste, com medo.

Precisa de algu�m para conversar... - N�o, tudo bem, vou ao hospital.

Martin precisa de mim.

Vacina obrigat�ria contra a gripe, amanh� �s onze horas.

Agora que o Alfa provou a sua capacidade de lideran�a,

ele sente a necessidade de transmitir os seus genes para a pr�xima gera��o.

A f�mea mais apropriada para isso, no entanto, n�o quer cooperar...

mas pode ser arranjado.

Eu nunca gostei de aplicar vacina contra a gripe, sozinha.

Agrade�o muito sua ajuda, dr. Zelar. � muito gentil.

N�o por isso. � como reviver meus anos de escola de medicina.

Vi voc� conversando com o dr. Faynd. Ele gosta de voc�.

� eu sei, ele gosta muito de mim. Ele � um pouco...

O qu�? Um pouco �vido? Isso, minha cara, � ambi��o.

Est� subindo no departamento, se dando bem.

O senhor acha mesmo?

Com toda certeza.

Pronto.

Oi, Arthur - Oi, como vai?

Tudo bem. Voc� colocou lente?

N�o, n�o coloquei n�o.

Pronto para isso? - Sim, eu acho.

Tem medo de agulha? - Um pouco.

N�o tenha medo. Eu sou muito bom nisso.

Olhe para l�, feche os seus olhos.

Pense em lugares distantes.

Isso n�o d�i.

Pronto. - Obrigado.

N�o sentiu nada, n�o �?

Boa noite, dr. Zelar. - Boa noite.

Boa noite. Faynd?

O qu�? Eu n�o fiz nada. - Cale sua boca, olhe para mim, vire-se.

- �, quando quiser. - Convide-a para sair e ela vai concordar.

Como sabe disso? - Eu cuido bem das pessoas

que trabalham para mim, certo?

Sim.

Tudo bem?

Estou um pouco cansada, acho. - �..

N�o tenho dormido bem, ultimamente. - � mesmo?

N�o. Passo a maior parte do tempo com Martin. (- Ah, �).

E como ele est�? - Est� melhor, j� saiu da UTI.

Ele ainda n�o tem certeza do que aconteceu naquela noite.

Voc� est� bem?

Sim. - Deve ser uma rea��o � vacina.

Vamos l� para fora, para voc� tomar um pouco de ar fresco.

Vamos.

Voc� � muito cheirosa. - Obrigado.

Eu sempre imaginei como seria estar assim com voc�.

Pensei muito nisso. Eu pensei... pensei muito em voc�.

Arthur... - Eu sei que voc� Martin est�o juntos,

mas isso pode mudar. Deve mudar. - Isso n�o � da sua conta.

Eu me sinto t�o estranha. Isso n�o est� certo. N�o deveria estar aqui.

Devia sim. � exatamente onde deveria estar.

Confie nos seus instintos, Laura. Siga seus instintos.

As pessoa mudam. Eu mudei.

Eu n�o sou como era antes. - Desculpe, Arthur, n�o me sinto bem.

Pode me levar para casa? - Mas � claro.

� claro que posso te levar para casa.

Esta n�o � a minha casa. - Tudo bem. A minha casa � mais perto.

Venha, sente-se aqui.

Pronto. Prontinho.

Est� tudo bem.

Eu quero dormir, tenho que dormir. Eu estou estranha? O que eu tenho?

Pare, pare.

Pare! Me solte!

Espere, Laura!

Espere, Laura!

Me ajude, Laura.

Por favor, me ajude, Laura.

O que aconteceu com voc�? Se transformou em uma coisa.

Tratamento. Terapia gen�tica. Para chegar a este ponto.

Est� fazendo a terapia em voc� mesmo? Por qu�?

Porque eu sou nada.

Porque a minha vida � nada.

Porque na minha vida inteira, sempre fui um fraco.

Sempre tive medo na vida.

Sinto muito.

Sinto muito. Sinto muito por ter lhe magoado.

Me desculpe. Sinto muito.

Me desculpe, me desculpe.

Arthur, seu c�rtex cerebral est� encolhendo.

Tamb�m est� passando por anomalias nos ossos e no esqueleto.

E isso � ruim? - Arthur, o tratamento mudou seu corpo.

E quando fica com raiva ou excitado, essas mudan�as tendem a acelerar.

Mas estou melhor do que me sentia antes. Estou desbloqueando o meu potencial.

Procure entender. Na sua �rea cerebral, a parte mais primitiva de sua mente

est� crescendo.

Seu corpo involuindo, se tornando menos humano.

Estou melhor do que jamais estive antes. Estou mais forte,

agora as pessoas gostam de mim. Voc� gosta de mim agora.

Arthur, eu gostava de voc� como era.

O tratamento pode ter de deixado mais forte, mas n�o melhor.

Mas, forte � melhor. - Eu sei que acha isso,

mas as coisas que voc� acha que n�o tem, agress�o e domin�ncia,

podem te atrapalhar mais do que ajudar.

Se voc� quiser, pode mudar, mas n�o precisa de tratamento gen�tico.

Mas, eu preciso sim.

Precisamos encontrar um modo de reverter o tratamento j� feito.

Mas, s� vamos conseguir se voc� me ajudar.

Voc� vai ter que me entregar tudo o que sobrou do soro.

Ainda est� com medo de mim? - Um pouco.

Ent�o, por que est� perdendo o seu tempo?

O mundo j� tem muitos animais. Se tivesse mais gente como voc�,

seria um lugar melhor. Me encontre � noite no laborat�rio.

�s 22 horas. Vamos estar sozinhos.

Agora, descanse.

Palavras.

Arthur, onde voc� foi? Estava preocupada.

As mudan�as f�sicas continuam.

Mesmo sem as inje��es. - Ent�o n�o v�o parar.

Tome, pegue isso.

O que � isso? - Meus v�deos. N�o veja agora...

assista mais tarde. S� para garantir.

Vamos, temos muito trabalho.

� muito trabalho para t�o pouco.

Este retrovirus deve reverter os efeitos do seu tratamento.

Pronto?

Est� na hora de trazer voc� de volta.

Para recordar.

Voc� est� bem?

Como se sente?

Quase como me sentia antes.

Isso n�o � ruim.

Voc� precisa acreditar em si mesmo.

Voc� n�o acreditou em mim at� eu come�ar este tratamento.

S� acreditou em quem eu me tornei. - Isso n�o � verdade.

Por isso eu tive que fazer voc�...

Me fazer o qu�?

Arthur, o que fez comigo?

Eu tornei voc� parte da minha experi�ncia.

O qu�? - No dia que sa�mos para passear

voc� disse que n�o se sentia como antes � porque n�o era mais como antes.

Os gens de submiss�o?

A vacina de gripe?

Voc� me injetou o seu tratamento? - Desculpe, era a �nica forma

de voc� gostar de mim, Laura. - E s� agora me diz isso?

Depois de eu te ajudar? - Desculpe, n�o queria mago�-la.

Seu desgra�ado!

Me desculpe...

Voc� n�o pode me ajudar. Eu sou um animal!

N�o pode me ajudar!

Unidade 12, recebemos informa��es de um maluco perto do laborat�rio de ci�ncias.

Pode ser o man�aco que espancou Stansfield. Verifique.

Vou ver.

Arthur...

Oh, meu Deus!

Arthur, precisa ir ao laborat�rio. - N�o.

De volta aos seus livros, m�sica, ci�ncia.

N�o, eu n�o quero voltar.

Era dif�cil demais.

N�o quero pensar mais.

Eu s� quero sentir...

...e voc� pode ficar comigo. Ser como eu.

Laura, � uma sensa��o boa. - Arthur, me deixe ajud�-lo.

Fique comigo. - N�s podemos reverter isso.

Seja como eu. - Eu prometo a voc�.

N�o precisa fazer isso. Nunca precisou. - Eu preciso de voc�.

Isso, Arthur.

Volte.

Volte para esse mundo.

Volte. - N�o.

N�o... - Vamos.

N�o... n�o... n�o...

Ei, voc�, voc�! Mostre o que tem na m�o, agora mesmo.

N�o. Eu n�o quero. - Voc�, vire-se.

N�o... - Solte, ou eu vou atirar!

N�o... n�o... n�o...

N�o!

Talvez nunca possamos escapar completamente de sermos os animais

que j� fomos um dia, mas com nossas mentes e nossos cora��es

sempre podemos lutar para nos mantermos humanos.

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