All language subtitles for Outer Limits The S05E11

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Original subtitles

Londres, 1888

- Jack, voc� voltou! - Eu sempre volto, n�o � mesmo?

"De La Terre � la Lune", de monsieur Jules Verne.

Est� sonhando com a Lua, Jack?

E por que sonharia? Quando chegasse l�, ainda seria eu mesmo, n�o �?

- Prefiro sonhar com uma mulher, agora. - Minha querida,

poderia levar o cavalheiro para cima?

N�o, n�o ser� necess�rio, obrigado.

Como queira.

Acalme-se, eu sou m�dico!

Socorro, pol�cia, assassino! Depressa, depressa. Pol�cia, socorro, me ajudem!

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, aguarde.

Mesmo, nos cantos mais escuros do desespero, existem fachos de luz,

que chamamos de verdade.

Mas e se o resto do mundo estiver cego para esta luz?

Langford, quem � a ruiva? Ela viu mesmo o Estripador?

Tudo ser� revelado a seu tempo, senhores. No tempo certo.

Inspetor!

Srta. Anne Chapman. Ela viu um homem fugindo da cena do crime, senhor.

Sou o inspetor Harold Langford, pol�cia de Whitechapel. Como se parecia?

Era um cavalheiro.

Com roupas elegantes. Bem apessoado, da sua altura. De cabelos claros.

Pode me dizer alguma coisa sobre ele, algo espec�fico?

Ele tinha uma bengala, com uma cabe�a de cavalo.

Se eu fosse a senhora, passaria as noites em casa. Vamos.

- Inspetor, o senhor vai peg�-lo? - Sim, senhora, vou peg�-lo.

Com licen�a, senhores.

O sr. York vai descer logo, senhorita.

Eu j� acordei, obrigado Worthington.

Olha s� para voc�.

Voc� comeu hoje?

- E ontem? - Bom dia.

- Foi �quele lugar de novo, a noite passada. - Por favor, Ellen, sem discuss�o.

- Por que voc� faz isso comigo? - Eu n�o fiz nada.

Me preocupo com voc�. Aquele lugar n�o � seguro.

- Do que voc� est� falando? - N�o ouviu falar?

O qu�?

O Estripador matou ontem, novamente, em Whitechapel.

Jack!

Jack, voc� tem quer jurar que nunca mais vai voltar �quele lugar.

Ellen, por favor!

Voc� � um m�dico. Sabe o efeito do �pio e do absinto.

O seu querido Oscar Wilde � devotado do absinto.

E do �pio, tamb�m. Ou do l�udano, como eu prefiro.

S� queria que isso me fizesse escrever t�o bem como Coolridge.

Ent�o, voc� n�o quer se casar?

� claro que eu quero. Voc� sabe que sim.

Sinto muito.

N�o, n�o, n�o. S� depois de nos casarmos, n�o lembra?

Quer dizer, s� depois de me recuperar da minha desgra�a.

- Eu n�o disse isso. - Foi o que quis dizer.

Quer que eu saia da vagabundagem e volte a clinicar. Mas eu n�o quero.

- Por qu� n�o? - Porque � charlatanismo.

N�o � n�o. Voc� sempre foi e continua sendo um excelente m�dico.

Sabe onde est� a medicina moderna hoje? Sabe, vou te dizer.

Mais de 90% do que os chamados m�dicos prescrevem,

n�o � nada mais do que �gua com a��car. (- Jack!)

N�o, � mesmo. Estamos piores que os curandeiros, com suas ra�zes e ervas.

Pensar de outra forma, � pura arrog�ncia. Acredite, eu sei disso.

Ent�o, seja cirurgi�o. N�o � bruxaria, � trabalho de verdade, voc� estudou isso.

N�o me importo que tenha menos prest�gio.

E matar meus pacientes de infec��o antes que a doen�a os mate. N�o, n�o, obrigado.

Ent�o, voc� n�o quer se casar comigo.

Ellen, querida...

Sua m�e... prefere que se case com um pescador, do que com um cirurgi�o.

Pelo menos, o fedor deles � honesto.

E mesmo que eu retornasse a Harleystreet,

acha que ela ia deixar voc� se casar comigo?

Ela me odeia, Ellen.

Ent�o, por que voc� n�o prova que ela est� errada? A� poderemos nos casar.

E fazer de tudo.

Mal posso esperar.

Promete que vai comer.

Com licen�a, senhoritas, procuro por uma mulher ruiva, desse tamanho, bonita...

rosto arredondado, vestido longo azul, jaqueta xadrez, por acaso n�o a viram?

Eu tenho tudo o que ela tem, amor, s� que melhor.

� eu tenho certeza disso, obrigado senhoritas.

Leiam todos, leiam. A cena do crime, bem aqui. O Estripador atacou de novo!

Morre a terceira v�tima. Vermelho � a cor do cabelo dela e do sangue.

Estripador mata duas, em dois dias.

O Estripador atacou de novo. Segundo corpo achado hoje!

Vermelho � a cor do cabelo dela, e do sangue. Leiam tudo sobre isso.

Leiam, leiam...

V� para casa, Jack.

- E para qu�? - N�o consegue esquecer do seu passado.

Voc� cometeu um erro uma vez.

�, um erro fatal.

Uma garotinha morreu por minha causa.

Todos n�s cometemos �s vezes. Somos todos humanos.

Somos mesmos?

Uma pessoa que faz isso, � humana?

O Estripador?

Meu Deus, o Estripador a matou. Annie Chapman?

Ela n�o estava aqui, ontem � noite?

Ela estava?

Sabe por que eu fa�o isso comigo mesmo?

Porque eu me odeio. Odeio ser fraco.

- Ent�o, mude. - Eu n�o posso.

- Ent�o, se entregue. - � o que eu pretendo fazer.

- Lizzy! - Senti a sua falta, Jack!

- Achei que tinha se cansado de mim. - N�o, n�o, eu senti saudades tamb�m.

Eu procurei voc� o dia todo.

Deve me desculpar, Lizzy, � que �s vezes eu me esque�o, sabe!

Eu prometo, Jack, que depois dessa noite, voc� nunca mais vai me esquecer.

Ah, mas que garota safada!

Meu Deus!

- O que voc� �? - Sou velho, Jack!

Eu sou mais velho que voc�. � mais velho do que Londres.

Faz muito tempo que eu ando por a�.

Mas receio que o seu futuro n�o seja t�o cor-de-rosa.

N�o se aproxime mais de mim.

Jack!

Ela � o Estripador, � ela que est� assassinando mulheres!

- Parece que o sr. York se atrasou de novo. - Sim, mam�e.

Recebi uma carta da prima Charlotte hoje. Ela me escreveu de Viena.

Ela foi l� ver um m�dico por causa da histeria.

Mas eu n�o acho que ela seja hist�rica.

Esse � um sinal de total desrespeito.

Tenho certeza que o Jack n�o quer desrespeit�-la, mam�e.

Tenho certeza que ele quer.

O nome dele � dr. Freud. Acho que ele � alem�o ou austr�aco. Algo assim.

Ele jogou fora a fortuna dele.

E agora quer jogar fora a boa vontade que qualquer um queira ter em rela��o a ele.

Agora me lembro, Jack disse ontem que iria se reunir hoje com o seu advogado.

Por isso o atraso. Isso deve ser por causa de dinheiro.

Voc� � uma amiga muito leal de Ellen, Sophie! Mas n�o precisa mentir por ela.

Isso n�o fica bem. Ou pelo menos, aprenda a mentir melhor.

Vou tentar, lady Julia.

Mam�e, tenho certeza que Jack n�o quer desrespeit�-la.

� que desde que...

- Ele anda diferente. - Eu n�o sou uma bruxa malvada, querida.

Eu sei que ele teve uma trag�dia na vida,

que o afetou profundamente.

Mas a vida continua. N�o podemos desistir. Temos que nos tornar algu�m.

Ele � como uma crian�a. E crian�as n�o casam.

E qualquer um de Viena � charlat�o.

Sua prima Charlotte � uma idiota.

Assim como voc�.

Agora, vamos aproveitar o almo�o.

Jack, onde voc� estava? Voc� perdeu o almo�o.

- Sinto muito. - Foi muito desrespeitoso.

Desculpe, escute, eu tenho uma coisa muito importante para te dizer.

- O qu�? - Eu...

Eu tenho que viajar por uns tempos. E quero que venha comigo.

- Do que voc� est� falando? - Eu vou para onde voc� quiser.

Mas temos que partir imediatamente, certo.

O que deu em voc�, alguma coisa errada?

Jack.

O que �?

Jack!

- Com licen�a, senhor! - Sim, o que foi?

O inspetor Langford quer falar com o senhor.

- O qu�? - Sr. York? (- Sim.)

- Sr. John York? - Sim.

Est� preso pelos assassinatos de Martha Tabram, Polly Nichols e Annie Chapman

- e Elizabeth Stride. - O que, do que est� falando?

Eu n�o matei ningu�m. Foi o Estripador.

Exatamente, voc� � o Estripador.

Levem ele embora.

N�o seja tolo, eu n�o sou o Estripador.

N�o sou o Estripador. N�o...

- Senhor! - N�o sou o Estripador...

Inspetor Langford, muito obrigado por me receber.

Posso ser �til, lady Ellen?

O sr. York n�o � o Estripador. Eu sei disso, porque, porque...

Por qu�?

Na noite em que Elizabeth Stride foi morta, ele estava comigo.

- A noite toda. - Entendo.

O sr. York lhe disse que o Estripador � um tipo de criatura, que essa coisa pula

de mulher para mulher matando-as e a� as mulheres vomitam biles verdes.

Inspetor, a raz�o do sr. York n�o ter informado de nossa liga��o

� porque ele � um cavalheiro.

Eu, no entanto, discuti o assunto com a minha m�e, a condessa de Avonvrill.

Ela vai falar com o ministro do Interior, que � amigo dela e estudou com o meu

falecido pai. Ele vai falar com sir Charles. Sir Charles vai falar com o chefe

da Inspetoria, Swanson, que eu presumo, fale com o senhor.

Com certeza, ele vai.

Gostaria de ter uma pessoa t�o devotada como a senhorita, lady Ellen.

Tenho certeza que encontrar� algu�m que valha tanto quanto o senhor, inspetor.

Espero que sim.

Eu espero que sim.

- Jack! - Ellen!

Eu sei quem � o Estripador. N�o, me escute!

- Jack, n�o existe a criatura. - Sim, eu eu vou provar isso.

- Por que n�o conta a ele? - Porque... eu...

Porque tinha sangue no pano tamb�m, da mulher e da criatura.

E era s� isso que eles iam notar. E me incriminaria ainda mais.

Mas agora eu sei que n�o � verdade. Eu n�o as matei.

Ellen, tem que acreditar, estou contando a verdade.

- Bebeu absinto ontem de noite, de novo? - N�o, eu...

Ellen, me espere!

- Eu estou dizendo a verdade. - O qu�?

Foi a criatura, eu fui atr�s dela, mas a perdi.

(Ellen!) - Por que insiste nisso? Por qu�? Est� partindo o meu cora��o.

Est� jogando fora a sua pr�pria vida com o absinto, com as suas inven��es.

N�o � real, Jack, a criatura n�o existe.

Eu n�o estou jogando fora a minha vida. Estou tentando recuper�-la.

Voc� n�o entende? Voc� e essa coisa s�o tudo o que existe de real em minha vida.

Se eu puder provar que essa criatura � o Estripador,

a minha desgra�a ter� fim.

Por isso, eu tenho que ir atr�s dela.

Eu tenho que agarrar esta chance de me redimir. Voc� entende isso, n�o �?

Adeus, Jack.

- Aqui est�, do arquivo do jornal, senhor. - Obrigado.

Fam�lia do duque, de luto

Albert, acredita que uma trag�dia pode deixar um homem louco?

Suponho que sim, senhor!

Morre a filha do duque.

Lady Ellen, preciso falar com a senhora. - O que � isso...

Saia daqui, senhorita.

� sobre o Estripador e o sr. York.

- V� embora! - Tudo bem, Withers!

- Voc� quer entrar? - Obrigado, minha senhora.

Isso!

Jack!

Ellen, eu descobri uma forma de detectar a criatura.

- Eu tomei uma decis�o, Jack. - Verdade?

E que decis�o � essa?

- Tinha raz�o. - � mesmo?

N�o existem garantias na vida.

Quem sabe quando ela vai acabar?

A �nica coisa que importa, � voc�...

e eu, temos que agarrar a nossa oportunidade. (� sim...)

Meu Deus, achei que tinha partido para sempre.

Que voc� ia esquecer de mim.

Eu te prometo, que depois dessa noite, nunca mais vai se esquecer de mim.

- N�o! - O que foi?

Fique onde est�! Eu n�o quero machuc�-la, mas fique onde est�!

- Voc� ficou maluco? - Para tr�s!

Eu tenho um detector.

Sei quem voc� �!

Jack, sou eu a Ellen. N�o a criatura.

At� a menor quantidade de biles... brilha... vermelho...

- Mas est� vindo da sua bolsa. - Jack!

Onde voc� pegou isso?

- Eu peguei... - Onde pegou isso?

Peguei de uma mulher estranha. (Quem?). Ela disse que queria falar algo de voc�.

De mim?

Ela era muito esquisita, e da� pedi para que o mordomo ficasse comigo.

E, depois que saiu, eu encontrei o len�o dela. E lembrei que o inspetor Langford

tinha dito que voc� achava que a criatura cuspia bile verde.

Voc� falou com a criatura? Ela disse alguma coisa?

- Nada demais! - Pense, pense!

Depois de alguns momentos ela saiu. E esqueceu o len�o dela, s� isso.

Achei que tinha perdido voc�.

Escute, n�o resta a menor d�vida, voc� tem que partir.

- Para longe, bem longe daqui. - N�o, n�o!

- N�o vou fazer isso. Vou ficar e ajudar - N�o � mais seguro ficar aqui.

- Fa�a o que eu digo. - N�o, me deixe entrar na sua vida!

Voc� � um anjo!

Vamos resolver tudo isso, juntos.

At� o fim. At� o fim, juntos.

Eu posso ser franca, inspetor?

N�o desejo outra coisa, lady Avonvrill.

Vejo que o senhor � um cavalheiro, de sensibilidade e intelig�ncia.

Por isso, sei que posso contar com a sua discri��o.

Serei breve, minha filha lady Ellen tem apenas 23 anos.

Com todas as fraquezas, ignor�ncias e paix�es que isso engloba.

Ela sempre foi uma menina teimosa.

Achei que tinha dito que iria ser breve.

Sim, � claro, obrigado por lembrar.

Eu vou direto ao assunto.

Acha que o sr. York � o Estripador?

- Ele � um suspeito. - Ele � o Estripador.

- At� descobrirmos mais coisas... - Ele � o Estripador.

E o homem que capturar o Estripador vai receber um t�tulo de nobreza.

- Posso garantir. - Eu s� sirvo a verdade, senhora!

A honestidade � uma d�diva de Deus, inspetor.

Senhora, a nobreza � a �nica virtude.

Vejo que conhece Juven�lt.

Tem uma educa��o melhor do que eu imaginava.

Parece que sim.

Obrigado por ter vindo.

- Sempre me lembrarei disso, senhora. - Espero que sim, e de quem eu sou.

Os assassinatos aconteceram em um raio de um quil�metro de Whitechapel.

Aqui, aqui, aqui e aqui.

Proponho come�armos no meio, e aos poucos irmos aos raios do c�rculo.

Quero tirar fotografias de todas as �reas onde eu vi a criatura

ou onde os corpos foram achados.

Eu modifiquei a emuls�o para que fique mais sens�vel � luz fluorescente.

Espero que, se tivermos sorte, encontremos o rastro.

E, se conseguirmos?

� a�, que a verdadeira aventura, come�a.

Pare aqui, Worthington!

� s� mais esta vez.

Eu n�o vou demorar.

Onde est� a sua bengala, Jack?

- Bem aqui! - Surpresa.

- O que voc� �, em nome de Deus? - Eu sou o seu pesadelo, Jack!

Voc� nem � desse mundo, estou certo?

Bravo!

Por que n�o volta para a sua pr�pria esp�cie?

- O que voc� acha? - Escolheu ficar aqui.

Robinson Crusoe escolheu a ilha dele?

- Est� encalhado? - Bis...

Bis!

Eu admiro a sua persist�ncia, Jack,

ningu�m nunca chegou t�o perto de mim.

Isso me deixa um tanto excitado.

Existem, existem outros? Outras esp�cies, al�m da sua, por a�?

Mais do que voc� possa imaginar.

Por que eu? Por que voc� me escolheu?

Voc� � o perfeito bode-expiat�rio.

Eles j� t�m muitas pistas para acreditar que voc� seja o assassino.

Vou continuar me divertindo at� que eles tenham pistas suficientes para conden�-lo.

Adeus, Jack.

N�o!

Vamos, Jack! Voc� n�o quer me matar.

Somos muito parecidos. Somos dois p�rias. No temperamento e nas escolhas.

Seria como cometer suic�dio.

Voc� se esqueceu de uma coisa: eu odeio quem eu sou!

A prop�sito, a sua noiva sempre anda com aquele mordomo?

Melhor sorte na pr�xima vez, divirta-se...

Jack, o Estripador.

- Ellen, acorde! - O qu�... o que foi?

Tem que sair da cidade, agora!

V� para Avonvrill, e n�o volte at� que eu mande lhe chamar.

- O que houve? - Era ela, Ellen! Eu falei com ela.

Uma mulher com vestido bege.

Worthington, por favor, leve Ellen para casa.

N�o, espere, temos que falar com o inspetor Langford.

Por qu�?

Ele n�o saberia o que tem nas m�os!

Foi por causa da arrog�ncia que matou aquela garotinha.

N�o discuta comigo.

N�o percebe, n�o quero voc� por perto? Eu n�o quero voc�.

- Voc� n�o pode estar falando s�rio. - Falo sim!

Voc� e as suas roupas bobas de Paris, e a sua id�ia idiota de me ajudar.

� como ficar com uma crian�a no meu p�.

N�o tem id�ia de como as pessoas reais vivem. Nem suas paix�es s�o reais.

N�o chega ao d�cimo de uma mulher de verdade. Voc� nem sabe beijar.

Worthington me leve para casa.

Leve-a para casa.

Que Deus me perdoe!

Foi encontrada uma hora atr�s, senhor.

John Crecy Vilmorin...

York.

Jack , o Estripador.

- Preciso de um relat�rio completo r�pido. - Sim, senhor.

Inspetor Langford, preciso falar com o senhor em particular.

- Com licen�a. - Por favor, sente-se.

Eu n�o estava com o sr. York, na noite em que Elizabeth Stride morreu.

Eu sei. (Mas se sabia...) Mas n�o t�nhamos provas suficientes, mas agora, sim.

O rel�gio do sr. York foi encontrado na m�o de outra v�tima.

- Essa noite? - Sim, a julgar pelo corpo, sim.

Lady Ellen?

Esta noite est�vamos procurando pela criatura, na rua.

E nos separamos.

E ent�o, quando o encontrei de novo.

Ele disse que a tinha visto, e que tinha se aproximado dele.

Lady Ellen, o sr. York � um homem doente e perigoso.

Sim, doente, mas n�o � perigoso.

Ele n�o mataria ningu�m. Precisa de ajuda.

O Estripador matou cinco mulheres.

Ele as abriu e deixou sangrar at� a morte. Ele � um monstro.

Mas, compartilho da sua opini�o.

Nem uma pessoa l�cida poderia fazer uma coisa dessas.

Nem um demente pode ser responsabilizado, mas deve ser detido.

- N�o vai tentar mat�-lo? - N�o, tem que confiar em mim, lady Ellen.

Worthington!

Worthington!

Por que voc� voltou?

Voc� o detectou, e suas experi�ncias s�o primitivas como voc�,

mas est�o muito pr�ximos do alvo.

A �ltima coisa que preciso, � que provem que eu estou por aqui.

Morra!

- Prendam-no. - Morra!

N�o, n�o, n�o.

� ela que voc�s querem. Ela � o Estripador. Ela � o Estripador e n�o eu! Ela �!

Ela � o Estripador. N�o eu! � ela que voc�s querem! Me escutem!

� ela que est�o procurando.

Ela � o Estripador, e n�o eu! Ela � o Estripador! Ela � o Estripador!

Ellen! Gra�as a Deus.

- Obrigado... - Oi, Jack.

Voc� veio para me soltar, n�o �?

N�o, n�o, eu posso provar tudo.

Tudo o que tem a fazer � consertar a c�mera.

Eu vou viajar por uns tempos, Jack.

O qu�? N�o, voc� n�o pode. Voc� tem que convenc�-los.

- Ele ainda est� por a�. - Jack.

Eu ainda gosto de voc�. Muito.

- Mas eu n�o aguento mais isso. - Por favor, n�o v�.

- Adeus, Jack. - N�o v� embora! Ellen!

Ellen, Ellen. Ellen, n�o v�!

Inspetor Langford. Inspetor Langford...

voc� tem que acreditar em mim. Aquela coisa ainda est� por a�.

Receio que isso n�o seja mais da minha conta, sr. York. Vou me aposentar.

- O qu�? - Vou para a Am�rica. Quest�o de sorte.

Vou acompanhar lady Ellen em sua visita ao pa�s.

� a terra das oportunidades.

N�o, n�o, n�o. N�o, n�o, n�o...

N�o se preocupe, ela n�o sentir� nada.

N�o!

O universo � um labirinto t�o grande e misterioso, e aqueles que escolhem

mergulhar em suas profundezas, podem acabar perdidos para sempre.

N�o!

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