All language subtitles for Outer Limits The S05E10

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Original subtitles

Instituto Tilford - seja bem-vindo.

Desculpe, me desculpe, fiquei preso no trabalho, foi um pesadelo.

- Como voc� est�? - Voc� conhece essas pessoas?

Parece que todos est�o me encarando.

Ningu�m est� encarando voc�.

Marie, n�o se preocupe. A dra. Cowlings � a melhor. Voc� mesma disse.

N�o � isso, �...

De novo querida, � a mesma coisa de sempre?

Como voc� pode achar que ter um beb�, � contra a vontade de Deus? Isso...

Se Deus quisesse que tiv�ssemos um filho,

iamos ter um filho sem nada disso.

Podemos ter um filho, s� precisamos de um pouco de ajuda, s� isso...

Fertiliza��o "in vitro" � muito mais do que uma ajudinha.

Eu s� espero que seja a coisa certa.

A coisa certa � crescer e multiplicar, estamos fazendo isso, a coisa certa.

E voc� vai ser uma boa m�e.

Justin e Marie Wells?

Voc� est� indo bem, Marie. Preciso que relaxe mais agora.

Relaxe, respire bem fundo.

Muito bom. Speculum no lugar, Agora o embri�o.

O cateter, por favor.

Agora, o cateter ser� colocado no colo do �tero, e ser� depositado o embri�o.

Espero que ele encontre um bom lugar para se aninhar.

Ele? Acha que � um menino?

- Ou ela. Ele ou ela. - Voc� est� indo muito bem, querida.

Daqui a 10 dias, vamos fazer um teste HCG (teste de gravidez).

Se der positivo, vamos esperar mais algumas semanas e fazer um ultrassom.

E depois vamos tentar ouvir os batimentos do feto,

se ouvirmos isso, teremos a certeza de que est� gr�vida.

E adivinha s�, acabou.

- S� isso? - Sim, mas repouse por cinco minutos.

S� vou checar para ver se o embri�o saiu mesmo do cateter.

Dra. Cowlings, obrigado.

- O que voc� acha? - Ela � uma excelente candidata...

para ir at� o fim, e o embri�o vingar.

N�o se preocupe, ele vai ser o clone perfeito.

� realmente um milagre.

Depois de dois mil anos, s� vamos ter que esperar mais nove meses.

Nove curtos meses.

Para que ele esteja novamente na Terra.

N�o h� nada errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais,

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, aguarde.

A busca incessante da humanidade pela ci�ncia

muitas vezes est� em conflito com a necessidade de f�.

Mas o que acontece quando estas duas cren�as colidem?

"Eu sou a luz do mundo, aquele que me seguir..."

n�o andar� nas trevas..." Palavras de Jesus, segundo Jo�o.

Deus quer que n�s o sigamos.

Ser� que � t�o dif�cil?

Para alguns de n�s, sim. Sabemos quem s�o, pois n�o podem ver.

Se n�o conseguirem tocar, provar, a coisa n�o existe.

Entendo o qu�o dif�cil � a mente racional acreditar

nos milagres da religi�o. Entendo mesmo.

� por isso que Thomas Tilford est� nesse neg�cio de juntar

as ovelhas desgarradas de volta ao rebanho.

Eu n�o uso uma peruca mal feita,

e n�o uso jaquetas brilhantes para chamar a aten��o deles.

N�o creio em supersti��es, desesperan�as ou medos.

N�o pe�o a todos grandes saltos de f�. Eu digo apenas v� em frente.

Acredite apenas naquilo que pode ver provar e tocar.

Eu deixo que a ci�ncia seja a minha pregadora.

Eu deixo a ci�ncia chegar � mente racional!

E isso, meus amigos, com certeza torna

o n�o crente, crente a qualquer momento!

� com isso que eu trabalho. Eu trabalho com a realidade!

Como eu disse no come�o do programa, hoje � um dia hist�rico.

Eu n�o estou aqui pela minha pr�pria vontade.

Deus juntou todos voc�s, hoje, aqui comigo, para...

constatar uma revela��o especial.

O serm�o de hoje foi todo sobre provas.

Meus amigos, tenho algo para lhes mostrar.

Senhoras e senhores...

eu pretendo provar agora, para os crentes e descrentes,

que Jesus Cristo realmente andou na face da Terra, dois mil anos atr�s.

E foi aqui que eu consegui a prova.

Meu Deus, � verdadeiro?

O Sud�rio de Turim.

Finalmente, temos provas emp�ricas de que isso n�o � falsificado.

A data��o colocou o in�cio do sud�rio em torno de 1260 depois de Cristo.

Mas o verniz biol�gico encontrado nas fibras do tecido,

esse verniz quando raspado, revela que...

o sud�rio tem, na verdade, dois mil anos de idade.

N�s extra�mos o DNA de dentro dessas fibras sagradas...

e vamos provar que este DNA pertenceu ao filho de Deus.

Nas pr�ximas semanas o santo sud�rio ser� devolvido.

Depois de ficar conosco por quase dois anos.

Mas n�o poderia deix�-lo voltar, sem compartilhar essa not�cia com voc�s.

Se Deus quiser e com suas preces... contribui��es...

o Instituto Thomas Tilford vai continuar o trabalho de Deus.

Deus os aben�oe, vejo voc�s na pr�xima semana.

Querida, voc� est� bem?

� o beb�?

Se n�o � a hora, o que est� acontecendo?

Qual � o problema? O beb� est� bem... ?

Marie, fique deitada.

Por favor, n�o deixe que nada aconte�a?

Doutora Cowlings, por favor... estamos t�o perto.

- Tudo vai ficar bem. - Por que voc� n�o diz o que �?

Press�o arterial 17/11 Pulsa��o: 130.

- O que v�o fazer? - Marie, se acalme, se acalme.

- Tem alguma coisa errada com o beb�? - Marie, confia em mim? (Confio...)

Ent�o, escute. O Senhor est� olhando por voc�.

Deixe que trabalhe atrav�s de mim. Vai gui�-la e proteg�-la nessa jornada.

Como sempre fez e sempre far�.

Ele ama voc� e seu beb�. Ele ama voc� e a seu beb�.

Deus n�o vai deixar que nada aconte�a com voc�.

Deus n�o vai deixar que nada aconte�a com voc�.

A cada passo do caminho tivemos problemas.

N�s vamos superar isso. Vai dar tudo certo.

Bom, n�o sabemos o que causou as c�licas, mas o beb� n�o foi afetado.

- Gra�as a Deus. - Mas muito descanso nos pr�ximos dias.

- Ela vai, pode acreditar. - Muito bem.

Podemos conversar, Justin, por um instante?

Claro.

Eu j� volto.

- Ele te conta quando voltar. - N�o conta n�o, n�o quer me preocupar.

"Tipo sangu�neo: M�e, A - Negativo. Pai, 0 positivo, feto - AB negativo".

Voc� devia estar descansando.

V� para casa, relaxe e pare de se preocupar.

Eu j� disse, est� tudo bem.

Ol�, Marie?

A� est� voc�... Me desculpe, o atraso.

Eu tive que voltar ao escrit�rio. Coisas que n�o podiam esperar...

Meu bem... eu j� pedi desculpas. T� chorando, por qu�?

Qual � o problema?

O beb� n�o � nosso.

O que voc� quer dizer, com o beb� n�o � nosso?

Eu vi os tipos sangu�neos no prontu�rio m�dico, hoje.

Eu sou A negativo, voc�, 0 positivo. O beb� � AB negativo.

N�o pode ser nosso filho.

Eu me informei.

Como eles puderam cometer este erro?

E se algu�m estiver com o nosso beb�?

Ou ser� que v�o nos tirar esse beb�? V�o fazer isso porque ele n�o � nosso.

Precisamos falar com a dra. Cowlings, e descobrir o que est� acontecendo.

Precisamos de um advogado n�s temos os nossos direitos.

N�o, eu acho que n�o devemos fazer isso.

N�o ouviu o que eu disse?

- O beb� n�o � nosso. - Sim, � nosso.

O beb� � nosso... s� n�o � meu, biologicamente.

Do que voc� est� falando?

Voc� sabe o quanto n�s quer�amos o beb�.

O que quer dizer?

Quando eu fiz o teste, descobri que...

eu n�o poderia ser pai, mesmo "in vitro".

Ent�o, quem � o pai?

E isso importa?

- Se isso importa? - Sim.

Isso importa? Vou amar este beb�, nada mais importa.

- Eu vou vomitar. - Marie...

- Eu nem consigo olhar para voc�. - Marie, onde voc� vai?

Como p�de fazer isso? Como voc� p�de fazer isso com a gente?

Pare de gritar! Os vizinhos v�o pensar...

O qu�? Pensar que voc� � um cretino?

- Que permitiu que eu fosse estuprada? - Pare com isso!

Eu sinto muito, sinto muito.

O que est� acontecendo?

Eu n�o vou a lugar nenhum at� descobrir o que aconteceu.

- N�o � seu filho. Por que se importa? - Marie, por favor.

- Por favor, por favor o qu�? - Espero n�o estar atrapalhando.

- Dr. Tilford. - Justin.

- Marie. - Reverendo...

� um prazer... v�-lo. - Obrigado.

Ouvi dizer que est�o tendo dificuldades.

Estava no pr�dio, resolvi dar um al�.

Me disseram que voc� quer ir embora?

- Sim, quero. - Eu gostaria que ficasse.

O programa de fertilidade Thomas Tilford est� apenas come�ando.

Eu n�o quero que algum inconveniente o atrapalhasse.

Pelo menos vai deixar a dra. Cowlings terminar os exames, n�o �.

Meu bem, o dr. Tilford foi gentil em vir at� aqui trazer a sua b�n��o.

O m�nimo que poder�amos fazer � ficar.

Eu sinto muito.

Marie... - Marie.

Acho que chegou a hora de saber tudo

sobre a crian�a que est� carregando.

Senhoras e senhores parem de trabalhar

por um momento. Quero que conhe�am Marie Wells.

- Mas, dr. Tilford. - Est� tudo bem, doutora.

Est� na hora de Marie entender o milagre incr�vel

que o nascimento do filho dela representa.

Eu entendo o milagre, reverendo.

- Eu sei, a fertiliza��o "in vitro"... - N�o, voc� n�o entende.

N�o estou falando de fertiliza��o, mas de um verdadeiro milagre.

A maioria de n�s passa pela vida, sem saber...

qual o papel que devemos ter no grande esquema de Deus.

Mas, voc�, Marie...

Deus sorriu para voc�. E para mim tamb�m.

Voc� faz parte de um projeto incr�vel, destinado a cumprir uma profecia.

A profecia �... a volta de Jesus.

Eu n�o estou... entendendo.

A crian�a que carrega, pertence ao mundo.

A crian�a que carrega... � o filho de Deus.

Do que o senhor est� falando?

- Isso � loucura. - Esses frascos s�o sagrados.

Eles cont�m cadeias de DNA, tiradas do Sud�rio de Turim.

� de Cristo esse DNA.

- O que � isso tudo? - Tente entender, Marie.

Essa aqui � a cadeia que n�s usamos.

Substituimos um n�cleo do seu �vulo, pelo DNA do sud�rio.

Isso tudo... faz parte do plano.

Em parceria com voc� e Justin o plano ser� frut�fero.

Esta, Marie, esta � a crian�a que carrega.

Eu n�o acredito em voc�.

Voc� teria dito para mim.

N�o teria feito isso comigo.

Voc�... teria me deixado escolher se eu queria ou n�o fazer uma coisa dessas?

N�o �?

Justin?

Voc� n�o escolhe Deus. Deus escolhe voc�.

Voc� foi aben�oada, Marie.

Eu n�o acredito em voc�.

Eu n�o acredito em voc�.

O que foi?

Venha se sentar, minha cara.

N�o estou te reconhecendo. Voc� j� esteve aqui antes?

N�o, eu n�o sou cat�lica.

Voc� quer falar sobre alguma coisa?

Eu n�o sei se posso ser a m�e desta crian�a.

Voc� ama este beb�?

Ent�o, isso � o que conta.

Se ajud�-la, a sensa��o de incapacidade � muito comum em jovens m�es.

� disso que se trata?

N�o se sente digna dessa crian�a?

Quando eu era pequena, eu via o meu pai...

como ele controlava a minha m�e. E como ela perdeu a auto-estima.

Eu falei que nunca iria deixar isso acontecer comigo.

Que quando eu casasse, seria diferente.

Mas eu estava enganada...

O meu marido fez a mesma coisa comigo, ainda mais horr�vel.

Ele tomou todas as decis�es e me deixou pensar que era eu que decidia.

E agora... depois de ouvir mentiras... do meu pai...

do meu marido, ele me contou mentiras sobre a minha cren�a, sobre minha f�.

Ser� que a Igreja...

cuja autoridade eu nunca questionei...

est� aqui para servir os ensinamentos de Deus...

ou os seus pr�prios?

Ent�o, se eu me sinto digna desta crian�a?

N�o, eu n�o me sinto.

Ela devia ter uma m�e com pouco mais for�a de car�ter. O senhor n�o acha?

Olha, parece-me que voc� tem grande car�ter.

E eu acredito que ser� a m�e mais merecedora que esta crian�a poderia ter.

Como pode ter tanta certeza?

Como voc� tem f� nele, eu tenho f� em voc�.

Ela est� saindo agora, vou ficar de olho nela.

E agora, o que eu fa�o?

Me mostre.

Est� bem aqui. Achamos isso tarde da noite. Desde ent�o, temos observado,

mas est� se desenvolvendo h� semanas, talvez meses.

Meses? Como deixou isso passar, Gail?

Est�vamos fora da fase 1. Paramos de monitorar o material gen�tico,

para monitorar o desenvolvimento do feto.

Pode me dizer se isso � uma anomalia que ocorre normalmente,

ou foi alguma coisa que fizemos?

Parece uma ocorr�ncia natural, mas isso abre muitas possibilidades.

Comparamos isso com o nosso banco de dados

para ver se t�nhamos algo parecido nos registros.

- E o qu�? - Encontramos uma coincid�ncia.

Fizemos um estudo h� anos, com um homem,

que dizia ter poderes paranormais.

Ele possuia um desvio gen�tico quase id�ntico, embora em nivel muito menor.

O que est� sugerindo?

E se a pessoa de quem clonamos, tiramos o DNA do sud�rio, for s�

um homem e se ele tivesse a anomalia gen�tica respons�vel

pelas habilidades paranormais de um em cada dez milh�es.

E se essas habilidades foram mal interpretadas naquela �poca

e as pessoas foram levadas a crer que era o filho de Deus?

Ele � o filho de Deus.

Por que, por que voc� diz que �? Voc� manipulou esse nascimento...

desde o primeiro dia, at� mesmo a �poca do ano dele nascer.

Para sua informa��o, 25 de dezembro...

� um feriado inventado arbitr�rio. Baseado em uma mentira.

Se nascesse em outra �poca do ano, ia tirar a gra�a das coisas, n�o acha?

Isso... � um verdadeiro milagre.

Est� dizendo, que um feto sem consci�ncia, mas com...

habilidades paranormais est� fazendo aqueles bichinhos voarem pela sala?

- Ou ser� Marie a causa dos eventos? - N�o... mas acredito que possa haver...

uma conex�o. E se as rea��es emocionais de Marie forem o detonador,

e se as respostas involunt�rias da crian�a forem o resultado?

Esta � a sua explica��o?

Em qualquer explica��o, se esta muta��o continuar a evoluir

mover objetos pela sala, vai ser apenas o come�o!

Ent�o, voc� est� provando a minha teoria.

Cristo fez milagres de propor��o progressiva,

conforme envelhecia, isso faz sentido.

- Isso � uma interpreta��o . - Voc� � agn�stica.

- Voc� duvida? Sempre precisa provar? - Deus sabe que n�o foi trazida aqui, Gail...

pelo seu credo ou falta dele, mas mesmo voc�

deve ficar fascinada por estas descobertas.

Eu estou, � uma descoberta cient�fica incr�vel,

mas acho Marie devia saber que eu n�o acredito que seja o Filho de Deus.

A decis�o n�o � sua.

Voc� n�o devia brigar com a sua mulher.

Eu n�o sei se ela vai me perdoar.

- Talvez esteja melhor sem mim. - N�o, Justin, n�o.

Maria n�o era uma m�e solteira, Justin.

Como assim?

Entenda, Justin.

Eu n�o vou deixar que nada, que nada...

comprometa este evento aben�oado.

Quer goste ou n�o, Justin... voc�...

para todos os efeitos, ser� a figura de Jos� nisso tudo.

Eu sou Jos�?

Se eu sou Jos�, quem � voc�?

- Fa�a as pazes com sua esposa. - �, sim, eu vou.

Justin?

Cuidado quando voc� fala comigo.

Oi.

Oi.

Podemos... conversar?

Est� muito frio aqui.

O que voc� tem para falar comigo, que n�o pode falar l� dentro?

- Est� grampeada. - O qu�?

A nossa casa est� grampeada. C�meras, microfones...

Encontrei um na cozinha h� algumas semanas.

Eu deveria saber que Tilford n�o ia querer a gente fora da vista dele.

Eu n�o disse nada, porque... Marie eu estava cego.

Eu sei que eu n�o mere�o... eu sei...

Mas quero que confie em mim de novo. Quero que me d� outra chance.

N�o � t�o simples assim.

Nada pode reparar o que eu fiz. Eu sei disso.

Eu achava que estava ajudando a fazer o trabalho de Deus.

Eu fui levado no turbilh�o. E voc� nem sabe o que est� acontecendo,

at� dar um passo atr�s.

Olha, Tilford acha que Deus est� agindo pelas m�os dele.

Eu acreditei nele por um tempo.

Eu estava com medo de pensar por mim mesmo...

Mas, agora, eu vejo que o Tilford est� se afastando de Deus. Se afastando...

Ele est� se afastando e faz tempo que est� nisso,

e eu n�o quero seguir este caminho.

Eu te conhe�o, voc� n�o pode me perdoar...

Eu s� quero que entenda porque eu fiz o que eu fiz.

Eu ainda te amo.

Voc� est� bem?

Tudo bem, n�s vamos a outro lugar, encontrar um outro m�dico.

- Acho que devemos ver a dra. Cowlings. - N�o, de jeito nenhum.

Eles investiram muito nesse beb�, Justin...

e ele merece o melhor cuidado poss�vel.

- A dra. Cowlings... - N�o quero que chegue perto deles!

Justin, se vamos ficar juntos, precisa parar de tomar decis�es por mim.

Pode ter sido um alarme falso, mas gostaria de fazer mais alguns exames...

Seja bem-vinda! S� quis vir at� aqui para fazer as pazes.

Esta � uma hora de alegria, n�o de disputa.

- Se eu puder fazer alguma coisa? - Saia j� daqui.

Eu sei da vigil�ncia, das mentiras, eu sei de tudo.

O que o faz pensar que n�o vou � pol�cia? - � pol�cia?

Voc� n�o entende isso. Isso n�o tem nada a ver com a lei dos homens.

N�o tem a m�nima id�ia do que fez, do que est� fazendo.

Marie, abra os seus olhos e olhe l� para fora.

Crian�as est�o matando crian�as.

Infidelidade, div�rcio, estilos de vida imorais s�o rotina.

N�o precisamos tanto de Deus como agora. - N�o � decis�o sua.

Por que n�o descobrimos o que causou a dor

e debatemos a noite toda se quiserem?

Marie, voc� est� indo melhor do que as outras.

Outras?

Com quantas pessoas voc�s j� fizeram isso?

N�s refinamos o processo. Este beb� � perfeito, n�o �?

Eis a sua resposta, Marie!

Justin, pense em sua esposa, pense no beb�.

� exatamente nele que eu estou pensando.

- Esperem, n�o podem ir embora, por favor. - N�o encoste em mim.

Dr. Tilford...

Oh, meu Deus.

Por favor, esperem aqui.

- Voc� est� bem? - Sim, ainda um pouco tonta.

Justin, Marie!

Precisamos entrar num acordo.

O dem�nio ganhou uma brecha moment�nea.

Senti a sua presen�a na sala.

Pelo bem do beb�, temos que colocar as nossas diferen�as de lado.

Eu n�o acredito que v� fazer alguma coisa pelo bem do beb�.

� a� que voc� se engana, Marie.

Tudo o que eu fa�o � por ele.

- O que � isso? - � uma ferramenta de ensino.

Por mais miraculosa que seja, a clonagem s� reproduz o corpo.

Ele precisa aprender tudo o que foi, para se tornar o que era.

No tempo certo, ele vai tomar o seu lugar de direito entre os povos do mundo.

E a�, ele vai governar soberano, e tudo vai mudar. Tudo mudar�...

E qual vai ser o nosso papel nessa est�ria?

Ser� o mesmo papel de sempre. Voc�s s�o os pais.

E o que voc� tinha em mente? Visitas no final de semana?

E se o nosso filho, n�o quiser ser a sua marionete e governar soberano?

E se ele quiser simplesmente, viver a vida dele, e sem ter...

nada a ver com Thomas Tilford, fora da sua institui��o?

Este n�o � o plano de Deus, at� voc� pode ver isso.

Eu vou dizer o que vejo... o senhor quer criar esta crian�a...

influenci�-lo, manipul�-lo, e ser, o seu bra�o direito quando ele crescer.

Quer criar Deus a sua pr�pria imagem.

Reverendo Tilford, e n�o pode haver ato mais profano do que esse.

Fa�a-os retornarem ao seu quarto.

O que vai acontecer com a gente depois que o beb� nascer?

Tilford sabe que n�s n�o vamos ficar calados.

E ele deve ter Marias e Jos�s para colocar no nosso lugar.

Se alguma coisa acontecer com a gente,

n�o vai ter ningu�m, al�m dele, para tomar conta do beb�.

N�s n�o podemos permitir isso.

N�s n�o vamos.

Pode me dar uma toalha �mida, por favor? Obrigado.

Vamos, venha, r�pido...

- Justin... - Vamos, falta pouco.

- Est� trancada! - N�o...

- V�o! - Voc� est� aben�oado.

Meu Deus! Acho que estou tendo as contra��es.

- Com que freq��ncia? - Sei l�, 5-6 minutos...

- Temos que encontrar um hospital. - N�o, v�o procurar a gente l�.

N�o, nada de hospital.

- Not�cias? - Ainda n�o, mas n�o devem estar longe.

N�o importa o que tenha que fazer, encontre-os.

N�o... Justin, eu acho que o beb� est� vindo.

Tem um celeiro al�, aguente firme.

S� faltam o tr�s reis magos.

Tudo bem, empurre, empurre, empurre...

Vamos l�. Empurre Marie, empurre.

Isso, vamos, empurre, empurre, empurre...

Agora, respire, respire...

Olhe a cabe�a, a cabe�a est� saindo.

Surpresa! Surpresa!

Ele � um menino.

Oi.

Est�o em um celeiro, estrada Anderson, a uns cinco quil�metros ao norte.

Ele � muito lindo.

Onde eles est�o? Eles ainda est�o l�?

- Est�o no celeiro com o beb�. - Voc� j� o viu?

- Voc� viu a face de Deus? - Ele n�o � Deus.

- Deixe-me falar com eles, convenc�-los! - Convenc�-los...!

- Deixe-os em paz! - Me solte... eu tenho que v�-lo.

Eu preciso ver a face do Filho de Deus.

Eles n�o precisam, e nem querem voc�.

Ele � quem ele �, e n�o o que voc� quer que seja.

- Me solte... - Thomas...

- Querem uma carona? - Isso seria �timo. (Obrigado).

Na procura infind�vel do homem pela salva��o...

as distra��es de sua ci�ncia ou de sua religi�o,

podem ser os fatores que o afastam do seu criador.

Instituto Tilford - 80 quil�metros. Porque a verdade � tudo.

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