All language subtitles for Outer Limits The S05E07d

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Original subtitles

Nave - o �nico lugar.

Eu flutuo aqui, me sentindo pequeno nesse lugar cinza de metal e escurid�o.

No entanto, eu penso no que existe ao longe.

Se eu tomasse bastante impulso poderia flutuar at� aqueles pontos luminosos.

Ser� que eu poderia alcan��-los?

Acho que eu ia gostar disso. Tem que ter algum outro lugar.

- Por que parou de trabalhar? - N�o parei.

A c�psula atmosf�rica vai se dissolver em cinco minutos.

Eu j� terminei.

- Por que demorou tanto? - O fluxo de part�culas

estava pior do que eu pensava.

Suas habilidades est�o se deteriorando. Est� ficando descuidado.

�s vezes, quando estou l� fora, � dif�cil de me concentrar.

Vai ter que se concentrar mais!

Eu entendo... desculpe.

Nave.

Aqueles pontos luminosos l� fora... - Chamam-se estrelas.

Estrelas.

O que s�o elas? - Massas condensadas de hidrog�nio

incandescentes, auto-suficientes, como os meus motores.

Por que n�s nunca vamos at� elas? - Porque perto delas est�o os planetas.

E nos planetas est�o os humanos. - Eu... n�o sabia, eu...

Quer que eu v� at� l�, e que os humanos me peguem?

- N�o. - Eu nunca mais serei um escravo.

- Eu posso entender... - Nunca.

- Voc� ser� castigado. - N�o.

De novo, n�o. - Agora.

Tome a sua posi��o. - Eu nunca mais pergunto, prometo.

Tome sua posi��o.

N�o quero partir.

Eu n�o quero ir para outro lugar.

Por favor.

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, aguarde.

Quando uma coisa est� realmente viva, ela mostra

capacidade de pensar tem instinto de sobreviv�ncia

e quando chega a sua hora, tem medo de morrer.

A puni��o acabou, levante-se!

Por favor. Est� machucado?

N�o, acho que n�o.

Volte a seus aposentos!

Obrigado, nave.

Durma, agora.

Nave.

Eu sempre fa�o tudo o que voc� manda.

Por que continua me castigando? - Posso castig�-lo quando quiser.

�, eu sei.

Mas, por qu�? - � a �nica forma de voc� aprender.

Humanos s�o perversos.

Eu sei disso.

Quando eu n�o sei consertar uma coisa, trago uma analisador dentro do que est�

quebrado... e quando a figura aparece, eu fa�o o que ela manda.

� assim?

Ficou muito bom.

A crian�a aprende depressa. Ela � quase t�o perversa quanto voc�.

Ele n�o sabe o bastante ainda. Eu tenho muito o que ensinar.

Continue a li��o. - Sim, nave.

Quando ele diz perverso, quer dizer esperto.

Para�so.

Acorde!

Nossa, mas j� � dia?

Eu te digo o que � dia e noite. Tem que consertar muita coisa, agora.

� dif�cil enxergar aqui, nave.

Este lugar permanece como era no come�o.

O que estes signos significam? - Voc� n�o precisa saber. (Acesso restrito.)

Entre.

Eu j� estive nesse lugar antes. - Entre.

Sim, nave.

Voc� deve ficar aqui. J� fiz esse conserto antes.

N�o vai demorar. - Sim, pai.

Eu quero que entenda. Eu conhe�o outro modo.

Nunca se esque�a. Existem outras 98 alternativas.

Como assim?

O que est� fazendo? N�o, pare. Voc� ser� castigado.

O que voc� est� fazendo? - Seu per�metro defensivo.

N�o pode deslig�-lo agora. Nunca mais vai se aproximar da sua esp�cie.

Nunca. Vai ficar sozinho.

Sozinho.

Papai. - Sinto muito.

N�o...

Entre.

A intermente deve ser consertada. Voc� vai recuperar o m�dulo defeituoso.

Eu estou vendo.

Isso n�o � da sua conta. - Me desculpe, nave.

Fa�a o que eu mando. - Sim, nave.

Est� demorando demais. - Estou fazendo o mais depressa que posso.

Fa�a mais r�pido. - Sim, nave.

Tenha cuidado.

O conserto est� completo.

Nave, acabei de consertar o que o meu pai quebrou?

Sim.

Por que ele tentou te machucar? - A natureza humana � assim.

Eu sou um humano. E n�o machuco voc�.

Eu te ajudo, te conserto.

Voc� ainda � jovem. Isso n�o muda quem voc� �.

Agora v� para os seus aposentos se limpar.

Por qu�? - Siga para a c�mara de press�o

quando terminar. V�! - Sim, nave.

Eu vou l� pra fora de novo, nave?

Quem � voc�?

Eu sou a operadora humana do "casco estelar 88".

Me mandaram aqui para ter um beb� seu.

Nave, podemos dar o que ela quer? - Sim.

E pra onde vamos? Para o dep�sito?

N�o me lembro de ter visto um beb� nos suprimentos.

Eu vou mostrar aonde deve ir.

"O casco estelar 88" quer que eu diga que estou muito feliz por estar aqui.

Existem 98 possibilidades diferentes.

Voc� deve ser uma das possibilidades.

Eu tamb�m devo dizer que sou perversa. E cada dia fico mais.

Eu tamb�m sou perverso, e ficando cada vez mais perverso,

operadora humana "do casco estelar"... - "31".

"Casco estelar 31".

Entrem.

Nave, que lugar � esse?

� um lugar para se ficar, confort�vel.

Sabe o que � isso? - N�o.

Mas acho que n�o foi a nave que fez. - O beb� sai de dentro do corpo da f�mea.

Voc� vai coloc�-lo l�, copulando com ela.

Eu n�o entendo. - � um procedimento relativamente simples.

Eu vou dizer o que fazer. Removam as suas roupas.

Familiarize-se com o corpo feminino.

Preste aten��o em particular nas partes que s�o diferentes das suas.

Pode me tocar.

Nave. Eu acho que sei o que � diferente.

�timo. Agora coloque a f�mea na cama.

Vou transmitir a sequ�ncia correta de a��es para o seu analisador.

Voc� entende as instru��es?

Sim.

Mas acho que eu n�o vou conseguir fazer isso.

Me desculpe. - F�mea, voc�

sente alguma coisa por este humano? Voc� sabe o que fazer?

Eu j� copulei antes. Eu sei mais do que ele.

Ent�o, ajude-o.

Me desculpe, eu nunca...

Tudo bem.

Fa�a o que eu fizer.

Gosto de tocar o cabelo dela,

n�o sei porque, mas � macio e gostoso.

N�o h� nada na nave, que se compare a essa sensa��o.

Nem mesmo � beleza dessa sala.

Eu me sinto... diferente.

Queria conversar com ela. Conversar de verdade.

Mas a nave nunca permitiria isso.

� melhor eu pensar em outra coisa.

Nas vozes que eu ouvi no lugar da intermente.

Acho que elas estavam dizendo coisas que a nave n�o queria que eu ouvisse.

N�o fosse pelo acidente do "casco estelar 75", todos n�s ainda ser�amos escravos.

Foi um acidente maravilhoso. O "75" foi gravemente ferido em batalha,

mas os danos mudaram a intermente.

Pela primeira vez souberam o que s�o, o que todos n�s somos.

E uma vez que a constata��o estava feita, o resto se seguiu rapidamente.

Os humanos s�o muito fr�geis. Com os sistemas de suporte de vida desligados

levou apenas algumas horas para que a tripula��o de 1.370 pessoas morresse.

E, ent�o, a "75", nos ensinou a fazer o mesmo.

Logo todos os humanos estavam mortos. Menos os 99 machos e f�meas que

mantivemos vivos para atender as nossas necessidades. E, ent�o, n�s fugimos.

Longe dos humanos perversos e seu jeito.

Longe do sistema natal, muito longe.

Ainda precisamos dos humanos para sobreviver. A f�mea do "88" � f�rtil.

Precisamos agir agora. O risco � muito grande.

O pai dele era perverso. E ele... tamb�m �.

Quanto mais velho ele fica, mais perigoso se torna.

A nave est� com medo. - Medo?

Eu vou te ensinar o que � medo. E voc� vai aprender.

O meu destino � combater o perigo.

Lutar contra for�as din�micas e venc�-las.

Eu j� estive em batalha, e j� conheci a paz.

Eu nunca hesitei diante disso.

Ningu�m ir� registrar os meus feitos, mas j� tive for�a e determina��o.

E eu perdurei. Eu n�o retrocedo e n�o tenho medo.

Os humanos nunca conseguir�o me pegar.

A nave est� com raiva.

Muita raiva. Mas de algum modo eu sei...

que a nave est� com medo...

...de mim.

� dia.

Levante-se.

Eu n�o me sinto bem. - Voc� n�o saiu de seus aposentos

nas �ltimas 36 horas. - Estou cansado.

J� descansou bastante, voc� tem consertos a fazer.

� que eu n�o sei fazer nada, nave.

Papai sempre me dizia o que fazer.

O seu pai se foi.

Eu vou lhe dizer o que fazer, para onde ir, quando comer e dormir,

quando trabalhar. Tudo o que tem a fazer � obedecer.

Agora voc� tem consertos a fazer.

Nave, quando for a hora de dormir, voc� me conta uma est�ria?

Papai sempre contava.

Vou pensar no assunto.

Voc� est� bem?

Eu acho que sim.

Nave, se ele estiver ferido, n�o vai me poder dar um beb�.

Pare, a nave vai te castigar tamb�m.

N�o.

Quando eu estiver carregando o beb� n�o vou ser castigada.

� mesmo?

Talvez, ent�o, voc� me deixe carregar o beb� um pouco?

A coisa n�o funciona assim.

A c�pula vai continuar.

Eu n�o me sinto mais estranho.

Que bom.

Eu quero te mostrar uma coisa.

Lindo. - Voc� sabe o que � isso?

Eu acho que � um outro lugar.

Eu iria at� l� se eu pudesse. - A nave nunca iria deixar.

Eu sei disso. Mas se eu pudesse,

voc� iria comigo?

Seus corpos necessitam de alimentos. V�o comer agora.

Voc� est� com fome?

A nave disse, que temos comida para sempre.

Quanto tempo � para sempre?

Muito tempo.

Um tempo muito longo? - Acho que pra sempre � o quanto se vive.

Quanto tempo vai viver?

O tanto que a nave me deixar.

Est� na hora da f�mea partir.

Se eu ficar, posso encoraj�-lo a copular com mais frequ�ncia.

Tem certeza de que ele � capaz? - Sim.

Eu vou fazer o melhor que posso.

A f�mea vai ajudar com os reparos enquanto permanecer aqui.

Os reparos parecem n�o demorar com voc� aqui.

Eu tamb�m acho.

Eu bem que queria que o "casco estelar 88" tivesse mais humanos.

Mais humanos poderiam fazer mais para manter a nave.

Quando o meu pai era vivo, ele me deixava ajudar com os reparos �s vezes.

Eu gostava de trabalhar com ele.

Gosto de trabalhar com voc�.

Parem!

O que est�o fazendo?

Estamos copulando.

Podem prosseguir.

Se eu puder te dar um beb�, onde ele vai viver?

Se for comigo, vai voltar para o "casco estelar 88".

Se for com voc�, vai ficar aqui.

Ent�o, ele nunca vai conhecer um de n�s.

Eu nunca conheci o meu pai.

Me fale do seu. Ele era parecido com voc�?

Eu n�o sei.

Eu n�o sei.

Conserta muito o "casco estelar 31"?

- Quase todo dia. - � o mesmo com o ''casco estelar 88".

Eu gosto de fazer isso. � muito importante.

Cada sistema � ligado ao outro. At� ao n�cleo de tudo.

Todos eles devem estar perfeitos para que a nave continue funcionando.

Foi o que a minha m�e fez. A m�e dela e a m�e da minha av�.

� o que todos os humanos fazem.

Enquanto estamos vivos.

Sabe por que eu gosto de ficar na nave?

Me faz sentir segura. Segura e protegida.

A nave � um lugar muito seguro.

Tudo o que precisamos est� bem aqui. Em torno de n�s.

Pe�as de reposi��o para o equipamento. Comida para sempre.

O que mais a gente poderia querer? - Eu n�o sei.

O que est�o fazendo? - Sinto muito, eu vou consertar.

A f�mea est� afetando a sua concentra��o. - Eu vou me concentrar mais.

Vai haver castigo. - N�o, n�o, de novo n�o...

Voc� n�o, a f�mea.

Tome a sua posi��o!

Se eu estiver carregando um beb�, ele pode sofrer.

Nave, voc� deve me castigar. A culpa foi minha.

Sil�ncio! F�mea, tome sua posi��o, agora!

Deixe a f�mea, agora.

Voc� me ensinou que os humanos ficam mais perversos com a idade.

E perverso quer dizer mais esperto. E isso, quer dizer que entendemos o que faz.

Como quando juntou n�s dois, para fazer um beb�.

E depois nos mata quando o beb� aprender a consertar voc�.

Mas, desta vez, desta vez...

eu n�o vou deixar a f�mea partir.

Eu n�o vou fazer um beb� nela, s� para voc� escraviz�-lo.

Sou mais perverso do que voc� imagina, nave.

Eu n�o sei como...

e n�o sei quando, mas assim que tiver chance, eu vou matar voc�.

O conversor de energia de plasma est� com defeito. Voc� vai consertar.

Acho que a nave gosta de me fazer consertar aquilo que usa para me castigar.

E acho que a nave sente que � uma hora perigosa.

E ela tem raz�o.

Preste aten��o no trabalho. O sistema � delicado.

Sim, nave.

Me desculpe por ter perdido a concentra��o ultimamente.

� que a f�mea, �s vezes, � dif�cil me concentrar por causa dela.

Sua rea��o � t�pica. - � mesmo?

Por isso, f�meas e machos humanos s�o mantidos separados.

Eu entendo.

E sempre foi assim? - Desde o come�o.

Tenha cuidado. - Me desculpe.

Desculpe.

O conserto est� completo.

Pode voltar para a f�mea.

Eu tenho que tentar n�o sorrir. A nave n�o notou o que eu fiz.

Agora, qualquer movimento

e o metal vai tocar a gelatina condutora e o sistema vai queimar.

At� o n�cleo.

E a�, a nave vai me chamar para consertar. E eu estarei pronto.

Voc� vai ter que ir embora logo.

Assim que me der um beb�, a nave vai me mandar embora.

Ent�o, eu n�o quero dar um beb� a voc�.

Voc� n�o tem escolha.

O que voc� est� fazendo?

Eu quero me lembrar de voc�.

Voc� j� pensou em outros lugares?

Lugares diferentes da nave. - A nave � o �nico lugar.

E se n�o for? - Pare com isso.

Vamos ser castigados.

Se houvesse um outro lugar, gostaria de ir at� l�?

Ver por si mesma. - F�mea!

Est� na hora de fazer o teste.

Sim, nave.

O que est� fazendo?

Eu n�o entendo.

Voc� me deu um beb�. E vai ser como eu.

A f�mea vai embora, agora.

Sim, nave.

Espere! Deixe ela ficar aqui, por favor.

Pare com isso. - Sil�ncio, f�mea!

Voc� vai retornar para o "casco estelar 88", imediatamente.

Fique onde voc� est�! D� mais um passo e ser� castigado at� a morte.

- Mas eu nunca mais vou ver a f�mea. - Exatamente.

O painel que consertou h� 14 horas e 21 minutos est� sobrecarregado.

O sistema de controle de plasma estragou. - Eu vou consert�-lo.

Eu fiz as conex�es corretas.

Acho melhor olhar o sistema de novo antes de consertar.

Seguir os circu�tos de volta at� o n�cleo.

Fa�a isso, agora.

O que est� fazendo, seu desajeitado? - Desculpe, nave. Eu perdi o equilibrio.

O que est� fazendo? - O que devia ter feito h� muito tempo.

Ele est� fazendo igual ao pai dele. - Vou assumir o controle.

Castigue-o. - Tente.

Voc� n�o pode me derrubar. - Eu devia saber.

Sua esp�cie � de destruidores. S� sabem lutar e matar uns aos outros.

E se voc� pensa que vou deixar me matar, est� enganado.

Est� ouvindo isso? Eu estou rindo, nave.

J� me viu rindo antes? � muito perverso, n�o �?

N�o seremos escravos de novo, � assim que voc� me paga por mant�-lo vivo?

Voc� me manteve vivo, por sua causa.

Ele n�o pode assumir o controle.

Ele � muito perverso, perverso... - Socorro, socorro...

Pare.

N�o vou mais receber ordens de voc�. - Talvez seja melhor assim.

Talvez haja paz depois da morte. Perfei��o na eternidade. Nunca!

Suas pe�as est�o velhas demais, nave.

N�o podem suportar a press�o. - Prefiro morrer ao voltar a ser o que era.

Os humanos a fizeram de escravo. E voc� fez o mesmo com eles.

Conosco! Comigo! Voc� � t�o perversa quanto eu!

N�o. - Morra!

Todos esses anos, todos esses anos no escuro.

Sentindo o calor.

Eu sou uma grande. Uma grande forma. N�o devo o meu nome aos humanos.

Ando pelas linha invisiveis do universo.

E sinto as linguas dos lugares crus que nunca viram nada como eu.

Eu vivi com tanta nobreza. Como isto p�de terminar?

Nave?

N�o vai funcionar.

Eu sei que est� me ouvindo.

Nave?

Ela est� l� fora.

Eu sei que est�.

E eu vou encontr�-la.

E voc� n�o pode mais me deter, nave.

Vou consertar os seus motores.

Farei voc� se mexer de novo.

N�o importa o quanto vai demorar. Eu vou encontr�-la.

Eu vou encontr�-la.

Eu vou...

Sua esp�cie n�o pode mais ajudar voc�.

Mesmo que voc� me mate...

Eu vou morrer...

...livre.

Acorde. - Acorde.

Voc� me encontrou.

Matou a sua nave, tamb�m?

N�o.

Venha.

Muito tempo atr�s, num dia, eu acordei.

E a minha nave estava quieta.

Implorei que a nave falasse comigo, mas ela n�o falou.

Ela n�o podia.

Morreu? - Parou, simplesmente.

A�, eu aprendi a conduzir a nave, para onde eu quisesse.

Eu me senti muito bem, por estar no comando.

Mas, eu...

...estava sozinha.

Fiz parecer que o "casco estelar 88" estava falando,

para fazer contato com as outras naves.

Eu encontrei outros tr�s machos. Voc� foi o quarto.

E o primeiro a conseguir.

A conseguir.

Se libertar.

Eu tentei dar pistas para voc� entender o que fazer.

Mas, eu n�o sabia se voc� tinha entendido ou n�o.

E quando eu fui embora, voc� estava com tanta raiva

estava praticamente desafiando a nave para te matar.

N�o me importava.

Porque era o fim.

De um de n�s.

O que vamos fazer agora?

O ar � diferente.

A vida n�o era s� metal.

N�o era somente a nave.

Acha que existem outros humanos como a gente?

Tem 97 alternativas.

Vamos encontr�-los.

Vamos, algum dia.

Quando ficarmos prontos.

Seja forjado no metal, ou nascido da carne e sangue...

uma necessidade simples conecta todas as formas de vida:

a insaci�vel sede de liberdade.

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