All language subtitles for Outer Limits The S04E08

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Original subtitles

Vamos, vamos...

Deixe isso pra l�...

Oi, Shal...

Eu acho que � a Shal...

M�e...

M�e...

M�e...

M�e...

M�e...

Droga...

M�e...

Calma, calma...

- Quando as dores come�aram? - Depois do almo�o.

- Est� piorando... - � porque chegou a hora...

Sim...

Sim, se acalme...

- M�e... - Logo vai passar...

Tente respirar normalmente...

Assim � melhor.

Est� quase conseguindo...

Isso mesmo, Shal, est� nascendo, for�a... for�a... for�a...

Est� indo bem, isso mesmo, for�a, j� posso ver...

Isso...

M�e?

Fale, Roan?

M�e, o que � isso?

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, aguarde.

Tr�s meses mais tarde

Sim, estou vendo, o que � isso...

O mais importante para n�s � a comunidade, sua felicidade...

Por toda a hist�ria,

o homem tem procurado por sua origem...

para determinar, se ele � resultado de um plano divino,

ou meramente a soma de todos os seus passados.

Mas, o que acontecer�, se ao final de sua busca,

ele descobrir que n�o � nenhum dos dois?

� bem parecido...

Mas tem uma forma que ela j� n�o tem.

O corpo retornou � forma anterior, agora que ela j� n�o carrega a crian�a.

Eu n�o sabia...

J� faz um tempo que ela foi embora...

- E ela vai voltar logo? - Talvez...

Mas primeiro, ela tem que estar bem, o suficiente para voltar.

- Mas voc� disse que ela estava bem... - Ela est�...

Mas, o parto exigiu, esgotou o corpo dela.

No obelisco, poderemos tomar conta dela e do beb�.

- Ent�o, me deixe ir at� l�... - N�o...

Teria que deixar a comunidade.

� muito longe e perigoso para voc�.

Quando crescer, ele vai ficar como n�s? - � claro...

Voc�s dois o criaram.

Sim, mas n�o nos parecemos com voc�.

- E foi voc� que nos criou. - Isso porque somos Vorak...

Eu j� lhe falei sobre isso antes, v�rias vezes,

n�o � necess�rio que os pais se pare�am com os filhos.

Chega dessa conversa...

Eu trouxe K�ren comigo.

Eu n�o quero outra companheira.

N�s decidimos que � melhor para voc� e para a comunidade que tenha uma.

- Voc� disse que Shal ia voltar. - E vai, um dia...

Enquanto isso, K�ren ser� uma �tima companheira para voc�.

Eu j� vi voc� olhando para ela.

- N�o � a mesma coisa... - Por que n�o?

Ela n�o o atrai?

H� alguma coisa de errado com ela?

Alguma coisa que eu n�o entendo?

N�o, n�o, claro que n�o...

Ent�o, aceitar� nossa decis�o.

Voc� est� sozinho h� muito temp, Brav...

N�o, n�o estou...

Me desculpe...

Mas, a m�e disse�

Ela n�o pode me obrigar...

- Olhou a sua cara? - Talvez o ajude...

Vamos Roan, se concentre...

A m�e est� errada.

Ele n�o reage a comandos mentais.

Vamos, pegue o graveto.

N�o sei porque tem que morar com a gente.

N�o importa o que eu fa�a�

fica sentado, me olhando...

Ele se esqueceu dos limites, Roan pare!

Shal...

� bom ver voc� de novo...

� bom ver voc�, tamb�m...

Eu senti tanto a sua falta...

- O que foi? - Eu n�o posso ficar...

Eles ficaram com o nosso filho, Brav...

Eles o tiraram de mim.

E eles querem deix�-lo no obelisco at� ficar mais velho.

Como n�s...

Talvez achem que n�o possa cuidar dele. - Est�o enganados...

Vou peg�-lo de volta.

- Por qu�? - Porque � importante para mim...

Mas�

ele n�o est� no obelisco...

Isso significa que teria que cruzar o limite de novo.

Sua pulseira n�o deixaria...

Eu sei como tirar a pulseira...

- Como? - Eles usam uma ferramenta.

Est� na casa deles.

Eu fiquei com eles por um tempo, pude observ�-los...

Posso entrar na casa deles sem que percebam.

Posso pegar a ferramenta e tirar todas as pulseiras.

Por que ir�amos querer fazer isso?

Esta � a nossa casa, estamos seguros aqui...

Eu n�o quero ir.

Eu n�o sei...

Brav...

� meu companheiro...

- Preciso da sua ajuda. - Para isto?

- Se fizer, ela vai se zangar... - N�o me importa...

Pois deveria...

Entrar na casa da m�e, tirar uma coisa que � dela...

Deixar a comunidade sem dizer nada a ela...

- N�o � certo! - Levaram nosso filho, isso n�o est� certo...

Por que voc� n�o entende isso?

Por que ningu�m de voc�s entende isso?

Isso significa que vir� comigo?

Me senti muito sozinho enquanto voc� n�o estava aqui.

N�o quero passar por isso de novo.

Mesmo que tenha que deixar a comunidade.

H� luz, mas n�o h� fogo, como isso � poss�vel?

Os Vorak t�m muitos segredos.

- O que s�o estas coisas? - N�o sei, mas n�o gosto delas...

Depressa...

Conhece o caminho para o obelisco?

H� um caminho, igual ao do descampado,

mas n�o � f�cil andar por ele.

Aqui est�...

Shal...

A m�e disse que � perigoso passar dos limites.

- Que n�o � o nosso lugar. - Voc� acreditou nisso?

E voc�, n�o?

N�o como acreditava antes de me levarem.

Brav, veja isto...

S�o imagens...

Como as que a m�e faz de n�s.

Mas estas pessoas�

Nunca as tinha visto antes...

Eles disseram que n�o havia outras...

Tem alguma coisa errada nisso tudo, sempre nos mantendo aqui,

levando os nossos filhos�

N�o confio mais neles.

Tirei...

Quanto falta para chegar ao obelisco?

Eu n�o sei. Esta caminhada est� demorando mais do que imaginava.

Quando escurecer n�o vai dar para ver o caminho.

Acho que a gente devia voltar...

Se voltarmos agora, nunca mais nos deixar�o sair.

- N�o vamos ter outra chance... - Mas deve haver um outro jeito...

N�o h�, perguntei � m�e se podia lev�-lo comigo

para a comunidade, ela n�o permitiu.

Brav, n�o gosto disso tanto como voc�...

O que foi?

Shal...

- Voc� est� bem? - Acho que ele me feriu...

- Tem algo em sua perna... - Consegue tirar?

- Eu n�o sei, vou ver... - N�o consigo suportar a dor...

Tire, tire, por favor...

N�o posso...

Tire isso de mim...

- Eu vou cortar... - Corte, corte...

Acho que a caverna continua, mas n�o d� para ver no escuro...

Tivemos sorte em estar perto da trilha. - Eu � que tive sorte...

por voc� estar aqui... e me ajudar...

Obrigado...

Eu nem sabia o que estava fazendo...

Fiquei imaginando� o que poderia ter acontecido...

Por um momento, pensei�

que ia perder voc� para sempre...

Estou bem agora.

Bom, se voltarmos... pelo menos vimos o mundo al�m daquilo...

Mas, n�o vamos voltar, Brav...

N�o importa o que aconte�a, n�o vou voltar sem meu filho...

Voc� pensa nele, Brav?

Como assim?

Sente falta dele...

Nosso filho precisa de n�s.

De n�s dois...

Olha, Shal...

o que eu sei dele, sei atrav�s de voc�...

Eu s� o segurei uma vez, quando nasceu...

Mas, nem consigo lembrar como ele era...

Est� diferente...

ele mudou.

Ele era t�o pequeno, t�o fr�gil...

Quando eu fui ao obelisco voc� sentiu a minha falta.

� assim que me sinto sobre ele.

N�o sente a mesma coisa?

Nem um pouco?

Eu n�o tenho certeza se eu sinto.

Eu entendo...

Brav...

Brav...

Estou aqui...

Pegue a minha m�o...

Olhe...

Que lugar � este?

N�o fa�o id�ia...

Parece um tipo de casa...

De quem?

Eu n�o sei...

Isso n�o � dos Vorak...

Brav...

S�o como a gente...

O jeito que o seguravam...

Era o filho deles...

Estavam tentando proteg�-lo...

de alguma coisa�

alguma coisa terr�vel...

e n�o conseguiram...

- Igual �s minhas estatuetas... - Quem acha que eles eram?

Devem ser as pessoas que estavam nas imagens que vimos.

As pessoas que n�o conhecemos...

Talvez sejam os nossos pais...

E n�o os Vorak...

Acha que eles estavam se escondendo dos Vorak?

Se escondiam de alguma coisa.

Ou estavam escondendo o filho deles, talvez explique

porque n�o usavam pulseiras de monitoramento.

Ou ent�o, talvez tivessem tirado como n�s fizemos,

para que a m�e n�o os achassem...

Talvez...

Talvez tenham tirado o filho do obelisco e os Vorak se zangaram.

Eu n�o sei...

Isso n�o faz sentido...

Sabe, eles sempre nos protegeram, nunca nos machucaram...

A n�o ser quando tentamos cruzar os limites.

Quando quisemos deixar a comunidade.

Veja, veja... me lembro disso quando me levaram ao obelisco.

Estamos perto, eu sei que estamos.

� aquilo que me feriu?

Um parecido...

Tome cuidado, n�o se aproxime demais...

Tudo bem, acho que est� morto...

Venha...

fique perto de mim...

Deve ter mais por aqui...

Escute...

parece que est�o conversando...

Onde est�o...

Est�o nos cercando...

� melhor ir...

Eu n�o posso...

Me d�i muito.

Eu n�o posso correr.

N�o temos op��o...

Brav, n�o posso ir t�o r�pido, como gostaria...

Continue correndo...

Estamos perto, estou sentindo, vamos v�-lo assim que passarmos as �rvores.

Vamos Shal, n�o pare...

Brav, est�o nas �rvores, eles est�o nas �rvores...

Venha...

Eles pararam...

Talvez tenham um limite, assim como n�s...

Brav, olhe...

conseguimos...

Estamos no obelisco.

� o extremo do mundo, Brav...

O que ser� que est�o fazendo?

Est�o sempre escavando coisas...

Eu ficava observando quando estava aqui.

Nunca me contaram por que...

Voc�s n�o deviam estar aqui...

Seu lugar � na comunidade...

- N�o � seguro deix�-la ir... - N�o era seguro ficar...

N�s vimos o que fizeram com nosso povo...

- Eu n�o entendo - Vou ficar com o nosso filho...

Isso � imposs�vel, ele deve ficar conosco.

Ele n�o pertence a voc�s, � nosso... seus pais, sua ra�a...

- N�s somos seus� - N�o s�o nada...

Nem nossos pais, nem amigos, nada...

Mentiram para n�s a vida inteira...

Vimos o resto de nossos pais, e o que fizeram com eles...

N�o fizemos nada...

Pensem no seu filho, por que arriscar a sua vida?

Como conseguiriam proteg�-lo l� fora? N�o podem...

- N�o podem cuidar dele como n�s. - Podemos cuidar dele...

- Eu n�o posso permitir... - Solta ela!

Corra...

Saia daqui, agora...

N�o posso deixar voc�!

Vou em seguida... v�...

Voc�s n�o entendem...

Voc� deve estar com fome...

Por sorte, voc� esqueceu uma coisa...

Sen�o, n�o ter�amos encontrado voc�.

Shal...

Pensei que estivesse ferido...

Temia n�o poder te ver mais...

S� me fizeram dormir um pouco...

E o nosso filho?

O levaram.

Talvez queiram nos castigar...

Por que levamos o nosso filho?

Porque eu feri um deles.

O que disse?

Estava tentando te proteger...

n�o sabia o que fazer...

Eu pensei que�

eles iam te machucar...

e ferir o menino,

ent�o, usei o meu cortador... - N�o...

Eu n�o consegui me controlar...

Eu nem conseguia pensar...

Me sinto t�o mal por ter feito aquilo.

Seus cora��es est�o pesados...

Deixar a comunidade foi dif�cil para voc�s.

Era um peso do qual eu queria proteg�-los.

Como o medo, a culpa, o �dio�

Nunca imaginamos que voc�s fugiriam para descobrir por si mesmos.

Fomos procurar o nosso filho...

e o encontramos...

� um mundo sem piedade para os seus filhos, Shal...

Certamente, a sua jornada at� aqui lhes ensinou isso.

Venham...

Ele � t�o importante�

e, ao mesmo tempo, t�o fr�gil...

Mas, n�o podemos mant�-lo longe de voc�s.

E n�o podemos manter o mundo longe de voc�s...

Significa que podemos ir embora?

Que ir� devolver nosso filho?

Continuaremos vigiando voc�s...

Como saberemos que n�o v�o nos machucar�

como fizeram com nossos pais?

N�s somos os seus verdadeiros pais, Brav...

N�s criamos voc�s, educamos voc�s,

amamos voc�s, como filhos da nossa pr�pria esp�cie...

O que mais poderia pedir de um pai?

O que importa se n�o somos t�o parecidos com voc�s?

At� a crian�a nascer, voc�s e o restante da comunidade eram tudo o que existia.

Mas, vimos as imagens�

que mostravam que havia gente como n�s...

E vimos o que restou deles na caverna, onde estavam os rastejadores...

Estas pessoas desapareceram h� centenas de anos.

Muito antes de n�s chegarmos...

Tudo o que sobrou deles s�o peda�os e destro�os

que retiramos do solo...

e do grande bloco de gelo.

- Eles eram como n�s? - Sim...

eles eram...

Tudo o que voc�s s�o.

Tudo o que voc�s t�m � uma r�plica do que eles foram.

Encontramos imagens que mostravam a sua cultura.

Usamos o nosso conhecimento gen�tico,

para cri�-los a partir de peda�os deles que encontramos.

De certa forma�

eles s�o os seus pais...

Mas, o que aconteceu com eles?

N�o temos certeza, talvez um desastre natural ou�

uma das suas pr�prias cria��es...

Quem eram eles?

Pelo que descubrimos,

eram seres que desconheciam o valor das formas de vida,

diferentes das deles...

E um dia, eles aprenderam�

Ao final da sua hist�ria, eles ressuscitaram algumas esp�cies

que tinham levado � extin��o...

Algo parecido com a nossa miss�o de restabelecer a vida�

onde ela desapareceu...

Acreditamos que qualquer esp�cie capaz

de corrigir uma falha t�o terr�vel e finalmente...

aprender a apreciar a beleza que existe na diversidade�

merece uma segunda chance...

� isso que voc�s s�o�

um novo come�o...

Voc� tinha raz�o...

ele precisa de n�s dois...

Toda vida tem um destino desconhecido,

uma jornada de trag�dias e triunfos...

que nos permite descobrir, n�o s� o nosso mundo,

e o que � mais importante�

a n�s mesmos...

Brunks der Preu�ischen

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