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Manual de Treinamento de Agente, se��o 3:
Assunto: S�ndrome de Rejei��o Gen�tica... ou SRG...
Fen�meno ligado ao mercado negro de DNA de fetos humanos...
cujos resultados s�o muta��es tr�gicas e irrevers�veis.
Outro ataque de SRG, Ray.
Do que se trata?
O vigia noturno saiu para fazer a sua ronda
e n�o voltou.
Quando o supervisor encontrou o seu corpo, j� era tarde demais.
Vamos dar uma olhada.
Boa noite, Carolyn.
Detetive Venable.
Morreu a quanto tempo?
Pela temperatura e palidez, de 30 a 45 minutos.
Causa?
Trauma cervical, algu�m muito forte quebrou o seu pesco�o.
- Mordidas e marcas s�o posteriores. - Colheu mostras de tecidos?
J� foram para o laborat�rio.
Voc� � a melhor.
Diz isso para todas.
Renfro falando.
Certo, esperem...
vamos para a�, eles o localizaram.
Vigie as sa�das.
Al�...
Tenha cuidado, Ray!
V� alguma coisa?
Ray!
Ficou maluco? Deixe-o ir!
Ray...
Aguente firme, cara! Aguente, Ray...
Se segure...
Aguente a�!
Ray, aguente a�!
Acertei...
N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.
Pois agora temos o controle da transmiss�o.
N�s controlamos o horizontal e o vertical.
Podemos inserir milhares de canais...
ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.
Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa
que a nossa imagina��o possa conceber.
Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.
Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio
que v�m desde as profundezas da sua mente
para o al�m do inimagin�vel. Por favor, espere.
A cada avan�o da ci�ncia, mais perto ficamos
de desvendar os enigmas da vida e da cria��o.
Mas, o que ganharemos nesse processo...
se perdermos a nossa humanidade?
A suspeita � mesmo um caso de rejei��o gen�tica?
Sim, ela tem SRG.
Mas, pela an�lise do laborat�rio pela marca de dentes e unhas,
pode n�o ser a assassina.
Tenente O'Neill, se n�o foi ela, quem foi?
- Estamos investigando. - Como?
Com sua extravagante 'unidade da SRG' que j� custou
ao contribuinte 500 mil d�lares, at� agora, apesar da sua inefici�ncia?
- Ontem, retiramos mais um das ruas. - N�o o autor dessa atrocidade.
Ele ainda est� por a�... livre para matar de novo.
Cidad�os assustados lotam a prefeitura de liga��es.
A m�dia est� fazendo a festa com a hist�ria de SRG.
O que est� realmente sendo feito para solucionar o caso.
O detetive Venable � o nosso especialista no assunto.
Detetive, por favor, nos explique a situa��o.
N�o sou especialista, mas�
n�o se trata da mesma coisa que surgiu h� dez anos.
Laborat�rios clandestinos usaram drogas para altera��es gen�ticas, com �xito.
Crian�as perfeitas tornaram-se adultos perfeitos...
mas, em alguns casos�
o resultado foram crian�as com SRG.
Tinham apar�ncia assustadora, mau humor e, �s vezes, atacavam.
Muitos foram pegos, e as pessoas se cansaram do caso.
Os sobreviventes esconderam-se
e cresceram.
Seus horm�nios afloraram e a amea�a que representavam
pode ser multiplicada por 100. Temos adultos com SRG...
s�o mais fortes, r�pidos e espertos do que nunca�
e muito mais ousados.
Voc� os tranquilizou mesmo.
O'Neill que ache outro para contar historinhas de fada...
Se eu quisesse mesmo assust�-los�
mostraria isso.
Parece um soro de realce.
- Invadiu um laborat�rio? - Tirei da garota com SRG, ontem.
Por que ela teria isso?
Com o desmonte da engenharia gen�tica, os laborat�rios precisaram
de um novo mercado, trataram de adaptar isso para os adultos.
Alcan�ar quem j� tinha uma dianteira.
Qual a vantagem para quem j� tem SRG?
Funcionam como um estimulante.
Com o sistema alterado, o soro s� potencializa o efeito.
O material que testamos pode ser neutralizado em 72 horas,
se a ingest�o for m�nima. Sen�o, liga-se � cadeia mitocondrial.
Assim ficam permanentemente mut�veis?
Talvez gostem de ser o que s�o.
"Seja tudo o que voc� pode ser".
Olhe, v� discutir direitos humanos na Suprema Corte.
Eu�
D� para acreditar nisso?
Um advogado quer ver a garota SRG antes de n�s.
Talvez descubra algo antes que a interroguemos.
N�o, ele quer publicidade por tentar defender uma aberra��o.
S� vim aqui para dizer que tem visitas.
Oi, pai!
Ei, parceiro, que boa surpresa!
Pois n�o devida ser.
Voc� ia levar Jesse ao beisebol, enquanto eu ia visitar minha m�e.
- Lamento, querida, esqueci totalmente. - De novo?
Escute, Jess� por que n�o vai at� a geladeira pegar um refrigerante, certo?
- Certo... - E um para mim...
- Estou indo... - Um diet...
Escute�
sei que foi minha culpa,
mas nesse momento, as coisas est�o muito mal por aqui,
- e n�o tenho cabe�a para... - Tudo bem�
visito mam�e mais tarde.
- Jesse contava com voc�. - Eu sei, vou compens�-lo.
Ray, est�o prontos.
Voc� tamb�m.
Claro...
Deixe-a livre. Eu me responsabilizo.
Voc� � muito corajoso.
Nem tanto.
A corrente nas pernas � eletrificada, se tentar algo, aperto o bot�o.
110 volts?
Eu nem sentiria.
Ent�o, sou mais idiota do que corajoso.
Como se chama?
Deve pensar que sou idiota, detetive. N�o se importa com o meu nome.
Tem raz�o, me interesso mais pela sua idade... de onde vem...
Melanie
Em homenagem � minha av�.
Ela era baixa.
Meus pais me queriam alta.
E aqui estou...
1,73...
O orgulho e a alegria deles.
Vive com seus pais, Melanie?
Voc� s� quer me ouvir falar...
observar meus movimentos,
penetrar em minha mente.
N�o � a mim que est� testando, mas a si mesmo.
Tem boa percep��o. N�o consta dos estudos SRG.
N�o me bajule.
Acha que somos doentes?
Na natureza, o mais forte e mais r�pido � superior.
Quer saber algo mais antes que me exterminem?
N�o precisa acontecer.
Quer saber a diferen�a entre n�s, detetive?
Voc� vive com medo.
N�o vou dar a eles o gostinho.
Sabe que esses SRG s�o doidos.
Quis morrer � sua maneira.
- Sabia o que fariam. - N�o, apenas se divertia comigo.
Era seu modo de dizer que nunca podemos prever as suas a��es.
Meu pai foi policial por 33 anos.
Mas o mundo n�o � mais o mesmo.
Sua vida era lidar com gangues, traficantes de droga e ladr�es.
Agora temos caras espertos como O'Neill, tenente aos 23.
Ser� uma muta��o gen�tica?
Tamb�m temos esses loucos com SRG querendo nos fazer de bobos.
Talvez valha o risco ter um filho melhor que os outros.
N�o haver� mais lugar para humanos normais como n�s.
Pod�amos provar o soro que Ray pegou da garota.
Um coquetel gen�tico no caf� e ser�amos promovidos.
- N�o, um brinde aos velhos, bobos e lerdos. - Sa�de.
Sinto muito, cara.
Sinto muito pela sua colega.
Garanto que morreu r�pido.
Seu bastardo.
N�o, tenho orgulho de ser um leg�timo Venable.
Dylan?
Precisa se esfor�ar mais, se quiser me pegar...
papai...
Ray... n�o vem dormir? S�o quase tr�s horas.
Estou s� terminando um relat�rio. J� vou.
Seu nome � Dylan, veio para voc� h� 10 anos, em julho.
Eu me lembro�
Lembra-se que prometeu que ele
estaria seguro...
e que cuidaria dele?
Voc� prometeu nunca mais contatar a mim ou esta organiza��o.
Me diga� por que est� aqui?
Olhe, sr. Acosta, vou ser franco com voc�...
acho que Dylan est� metido em problemas s�rios.
E quero saber onde esteve, com quem teve contato, e o que fez.
- Nos �ltimos dez anos? - Deve ter registros.
N�o mant�m as crian�as aqui. As leva a algum lugar.
Olhe, veio aqui h� muito tempo, pagou 40 mil d�lares e n�o fez perguntas.
- As fa�o agora. - � um pouco tarde.
N�s o livramos de um problema e voc� retomou a sua vida.
Talvez voc� e sua mulher pensassem ser melhor para o seu filho.
Dormiram melhor � noite.
Mas acha que, por aquele valor, cuidar�amos dele a vida toda?
N�s os mandamos para campos de trabalho fora do pa�s.
O que acontece depois, n�o fa�o id�ia.
Isto n�o � um orfanato, se estiver insatisfeito com o servi�o, chame os tiras.
Venham crian�as! - At� mais.
- Tchau, Jesse. - At� mais...
Estava vendo voc� jogar. Segura o bast�o muito baixo.
Meu pai me ensinou.
Acha que algu�m assim n�o tem pai, n�o �?
Aposto que seu pai sai com voc�.
Joga bola com voc�, n�o?
N�o joga?
Aonde ele o leva?
Aonde?
� casa da vov�...
� praia...
Aonde mais?
Para comer pizza...
Pizza?
Voc� leva uma vida boa?
Jessy, querido, mam�e est� aqui.
N�o quero que fique preocupado.
Tudo vai ficar bem.
Ningu�m pode machuc�-lo aqui. Certo, querido?
- Tudo bem. - Ele simplesmente apareceu aqui?
Sim.
Uns cinco minutos depois de eu falar com voc�.
O que disse?
Que uma pessoa com SRG o pegou.
Ent�o me abra�ou e chorou. - E ele est� bem?
Bem?
Claro que n�o est�!
N�o o viu?
Est� apavorado, traumatizado.
Acalme-se.
N�o me pe�a isso!
Algo est� acontecendo.
Algo que n�o quer me contar. O que �, Ray?
Por que uma dessas pessoas pegaria o nosso filho?
� um de seus casos, n�o �?
Sente-se.
� o Dylan.
Dylan?
Ele apareceu no lugar em que Carolyn Fleury foi morta.
Ele a matou e esperou que eu aparecesse.
Ele fez isso s� para chegar at� mim.
E agora�
Jesse...
Eu me atrasei ao ir busc�-lo porque voc� estava ocupado, e nem
me disse que era Dylan. Como p�de esconder de mim, algo assim?
- Como poderia dizer? - Podia ter matado nosso filho!
Dylan tamb�m � nosso filho.
O que vamos fazer agora?
- Eu vou dar um jeito nele. - Como?
Ainda n�o sei.
E se vier atr�s de Jesse? Ray, temos que contar a algu�m.
N�o!
E a�, Jesse?
Ele me pediu para lhe dizer algo...
Lar � onde o seu cora��o est�.
Prova
Precisa se esfor�ar mais. Voc� vive com medo.
Quer me pegar? Mais forte e mais r�pido...
Os mais fortes e mais r�pidos s�o superiores...
Papai, voc�s vivem com medo.
Vivem com medo, vivem com medo, vivem com medo, vivem com medo�
Preciso ir � Suprema Corte na quarta, o caso �lvarez...
Se n�o consegue uma bab�, sua m�e e eu cuidaremos deles.
Divirta-se.
Checando o trabalho do faxineiro, Ray?
Deixei cair a caneta.
Teve o resultado da amostra de ADN para ver se
as do caso Gadarsi coincidem com as do caso Cornell?
N�o, ainda est�o analisando.
Acabei de falar com o laborat�rio.
Ei...
Terra chamando Ray!
Tudo bem?
Sim, sim, hoje a luz est� diferente aqui?
Parece o mesmo clima de vel�rio.
O que foi�
Laborat�rio
Estava pensando na dificuldade de peg�-lo...
e no que disse Carolyn sobre as habilidades ampliadas dos SRG.
E se v�em o que n�o vemos?
Por exemplo?
N�o sei� trilhas...
Ray, estamos na cidade e n�o no campo. S� h� trilhas no parque.
N�o, falo de algo que mostre onde uma pessoa esteve.
- Como... pegadas? - N�o, mais do que isso, como�
calor, energia, algo que eles emanam, diferente do que emitimos...
e s� outro como eles pode ver e seguir... os rastros.
- Algu�m com SRG acharia outro. - Isso mesmo.
- Acho meio maluco. - Mas tem base cient�fica!
- Sabe como os tubar�es ca�am? - N�o.
Detectam o campo eletromagn�tico de outro animal.
E quando liberam uma vibra��o de medo, eles v�o direto!
Ou c�es de ca�a. Dizem que os ferom�nios da presa s�o mapas!
Ferom�nios? Virou um cientista louco?
Eu li, e acho que encontrei algo.
Mesmo se estiver certo, em que isso nos ajuda?
Procuramos algu�m com SRG, e n�o um tubar�o,
e pela sua brilhante teoria, precisar�amos de um deles,
para seguir essa coisa de trilhas de que tem falado.
Pelo que sei�
n�o h� anormais na corpora��o.
Sullivan tem bastante p�lo nas costas...
Valeu!
N�o posso lev�-lo a lugar nenhum.
Quem pensa que �?
Ray...
Dylan, Dylan, pare?
- Dylan - Ol�, papai...
Onde voc� est�?
Venha me pegar!
Dylan, Dylan, me espere. Dylan...
Est� chegando perto, mas n�o o bastante.
Quer acertar contas comigo, tudo bem.
Mas n�o aqui...
n�o nesta casa.
Ray...
Antes que diga algo, posso explicar.
Seu rosto?
Suas m�os? O que fez? - Tomei realce gen�tico.
- Que tipo de realce gen�tico? - Para me ajudar a fazer o que devo.
A mesma droga que me injetaram na gravidez?
Essa � diferente. Age sobre adultos.
N�o pode estar falando s�rio.
- Veja o que fez ao Dylan - S� assim posso det�-lo.
N�o v� que ele quer nos machucar?
Leve Jesse � casa de sua m�e e me deixe cuidar disso.
Escute, escute, isso est� sob controle, e o processo � revers�vel.
S� preciso me alterar o bastante para det�-lo...
e depois me trato em uma cl�nica
e tudo ser� como antes.
Como deveria ser.
Nada foi como deveria ser...
n�o depois que cometemos aquele terr�vel erro.
Sim, erramos. Quanto teremos de pagar, a vida toda?
- Quer�amos o melhor... - N�o...
era medo de que ele n�o fosse perfeito.
Ele ficou perfeito. Um perfeito pesadelo!
N�o posso voltar no tempo. S� posso tentar consertar.
- Como, fazendo isso a si mesmo? - Confie em mim!
N�o, confiei em voc� daquela vez.
Disse que ajudar�amos a natureza.
Nunca quis fazer aquilo.
Aquilo me assustava.
Voc� disse que daria certo.
Acreditei em voc�.
- Droga, acreditei em voc�! - Marie, por favor�
Afaste-se de mim!
- Eu o segui. Saltou uns 10 metros. - Bebeu?
N�o� mas n�o sei como. - Ele tem alguma pista?
N�o sei.
N�o me parece o mesmo.
Ray � um bom policial, s� est� obcecado com este caso.
- N�o quero que se machuque. - Bem, vou mandar que o localizem.
Senhor�
com todo respeito, ser� melhor que eu v�. - N�o, esse n�o � o procedimento.
Olhe, se os chefes o virem como um anormal,
ser� o fim para ele.
Sabe que ele � o melhor especialista em SRG.
J� tenho um cara a unidade, vigiando-o.
Por favor, me deixe ir...
Me deixe fazer isso?
Est� bem.
Obrigado.
Sr. Acosta, sr. Acosta, est� a�?
Dylan?
- Chega, Dylan - Por qu�?
Finalmente estamos passando algum tempo juntos.
- Ray? - Dale, v�! Est� tudo sob controle!
Negativo, parceiro.
- O que est� fazendo? - Precisa vir comigo.
Ordens do tenente O'Neil.
N�o viu, ele est� l� em cima!
Vamos Ray, est� falando comigo.
Precisa inventar algo melhor do que isso.
N�o, Ray!
Me d� a arma.
Vamos...
Vamos Ray, vai me contar tudo, vamos conversar na delegacia. Vamos...
Fica para a pr�xima vez�
Est� tudo bem.
Tomou o soro esperando virar um super-homem...
mesmo sabendo dos efeitos.
Por que fez isso? Preciso saber.
N�o posso.
Ou n�o quer?
Voc� n�o entenderia.
Por que n�o tenta, droga?
Sou seu parceiro.
N�o.
Se n�o me disser o que est� acontecendo n�o vou poder te ajudar.
N�o preciso, quase peguei o assassino quando voc�s apareceram!
Se quer tanto peg�-lo, me diga quem �, onde est�...
Me diga onde est�, para que possamos encontr�-lo, prend�-lo, certo?
- N�o � o que voc� quer? - Tem que ser eu!
Por qu�?
Voc� n�o est� sozinho aqui!
Ali�s, nem � membro do departamento.
E vou dizer mais.
Se ele matar de novo, com voc� ocultando dados, ser� c�mplice.
Falando nisso, O'Neil acha que voc� matou o cara no armaz�m.
Tem o sangue dele em suas m�os, e o DNA dele bate com o seu...
mesmo com essa sua encena��o de dr. Jekyll.
O que acha?
Sinceramente, acho que perdeu a cabe�a, Ray.
A �nica boa not�cia � que seus n�veis est�o baixos.
Temos tempo para injetar o ant�doto em seu sistema...
e faz�-lo voltar ao normal, certo?
"O mais forte e mais r�pido � superior".
Do que est� falando?
O assassino n�o vai parar. Quer que eu v� atr�s dele.
Sem o soro, n�o tenho nenhuma chance,
e enquanto discutimos, est� escolhendo a pr�xima v�tima.
Sabe que n�o posso deix�-lo ir.
Ent�o fa�a uma coisa por mim.
V� � casa da m�e de Marie
e veja se a minha fam�lia est� bem.
Droga!
A sogra...
- Algum sinal de Marie ou Jesse? - N�o, s� as coisas deles.
N�o h� sangue. Devem estar vivos.
Sim, por enquanto.
Tudo bem.
Solte-me, ele pode mat�-los!
Calma Ray, isto � prioridade m�xima.
Vamos encontr�-los, certo.
- Vou injetar o reagente. - Se acalme, Ray.
Tem sorte, detetive, mais uma dose ou duas e n�o poder�amos neutralizar.
- Vamos l�, Ray... - N�o...
Calma, � s� uma inje��o...
s� vai levar um minuto. Vai acabar logo.
- O que est� havendo, doutor? - Est� tendo um ataque.
- R�pido, fa�a algo. - Segure a cabe�a, a cabe�a dele!
Temos que impedir que engula a l�ngua!
Abra a boca e coloque isso.
Vamos, vamos doutor, vamos logo!
Aguente firme, Ray, se acalme.
Vamos doutor, fa�a algo!
O estresse est� ativando o soro no sangue!
Detenha-o!
Preciso ir�
s� assim posso salvar a minha familia.
Ol�, papai...
Bem-vindo ao lar, vejo que entendeu o meu recado.
A velha casa.
Onde o cora��o est�?
Ao menos o meu cora��o.
Fazer o qu�? Eu sou sentimental.
Onde eles est�o?
Surpresa.
Estamos todos reunidos.
Solte-os, Dylan...
Ir�o gostar daqui, n�o acha?
Eu gostava, era um lugar �timo onde crescer.
At� que�
se livraram de mim e se mudaram daqui... para n�o ach�-los mais!
E o que voc� quer?
Quero isto.
Uma familia.
Todos juntos, como deveria ser.
Sabe quantas vezes fugi para c�, procurando por voc�?
Acredite ou n�o, fizemos aquilo por voc� tamb�m.
Viver assim nos destruiria.
Ent�o, fui descartado como o lixo?
Lavaram as m�os e recome�aram.
Tomei a decis�o. Desconte em mim e deixe-os ir, Dylan!
Venha busc�-los.
- Jogue fora a seringa e eu vou. - S� se jogar a arma.
Tenho outra surpresa para voc�.
Tomei o soro. Posso fazer tudo o que for preciso.
Nada do que faz me surpreende. Somos muito parecidos.
Herdei isso de voc�, sabe?
- Herdou de um tubo de ensaio ao nascer. - N�o, da SRG!
A raiva, a ira. Me levaram a um lugar... quando eu fugi,
me estudaram, e sabe o que descobriram?
O gene da viol�ncia n�o foi alterado. Veio direto de voc�, papai!
Somos farinha do mesmo saco.
O conhe�o melhor do que voc� mesmo.
Sei que teve vergonha quando comecei a mudar�
e que tomou o soro s� para proteger a sociedade de mim.
Estava cobrindo o seu rastro...
evitando que descobrissem o seu segredinho nojento.
Mas, agora, todos v�o saber.
A verdadeira surpresa�
� que fiz tudo isso para que voc� tivesse de tomar o soro.
Agora voc� � como eu...
e isso n�o tem volta.
Jes� Jesse...
Marie, fale com ele, traga-o de volta.
Ele tem mais medo de voc�, do que de Dylan.
E eu tamb�m...
A coisa mais poderosa que transmitimos aos nossos filhos,
pode n�o estar nos genes...
mas na alma.
Brunks der Preu�ischen
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