All language subtitles for Outer Limits The S04E01

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Original subtitles

Manual de Treinamento de Agente, se��o 3:

Assunto: S�ndrome de Rejei��o Gen�tica... ou SRG...

Fen�meno ligado ao mercado negro de DNA de fetos humanos...

cujos resultados s�o muta��es tr�gicas e irrevers�veis.

Outro ataque de SRG, Ray.

Do que se trata?

O vigia noturno saiu para fazer a sua ronda

e n�o voltou.

Quando o supervisor encontrou o seu corpo, j� era tarde demais.

Vamos dar uma olhada.

Boa noite, Carolyn.

Detetive Venable.

Morreu a quanto tempo?

Pela temperatura e palidez, de 30 a 45 minutos.

Causa?

Trauma cervical, algu�m muito forte quebrou o seu pesco�o.

- Mordidas e marcas s�o posteriores. - Colheu mostras de tecidos?

J� foram para o laborat�rio.

Voc� � a melhor.

Diz isso para todas.

Renfro falando.

Certo, esperem...

vamos para a�, eles o localizaram.

Vigie as sa�das.

Al�...

Tenha cuidado, Ray!

V� alguma coisa?

Ray!

Ficou maluco? Deixe-o ir!

Ray...

Aguente firme, cara! Aguente, Ray...

Se segure...

Aguente a�!

Ray, aguente a�!

Acertei...

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, espere.

A cada avan�o da ci�ncia, mais perto ficamos

de desvendar os enigmas da vida e da cria��o.

Mas, o que ganharemos nesse processo...

se perdermos a nossa humanidade?

A suspeita � mesmo um caso de rejei��o gen�tica?

Sim, ela tem SRG.

Mas, pela an�lise do laborat�rio pela marca de dentes e unhas,

pode n�o ser a assassina.

Tenente O'Neill, se n�o foi ela, quem foi?

- Estamos investigando. - Como?

Com sua extravagante 'unidade da SRG' que j� custou

ao contribuinte 500 mil d�lares, at� agora, apesar da sua inefici�ncia?

- Ontem, retiramos mais um das ruas. - N�o o autor dessa atrocidade.

Ele ainda est� por a�... livre para matar de novo.

Cidad�os assustados lotam a prefeitura de liga��es.

A m�dia est� fazendo a festa com a hist�ria de SRG.

O que est� realmente sendo feito para solucionar o caso.

O detetive Venable � o nosso especialista no assunto.

Detetive, por favor, nos explique a situa��o.

N�o sou especialista, mas�

n�o se trata da mesma coisa que surgiu h� dez anos.

Laborat�rios clandestinos usaram drogas para altera��es gen�ticas, com �xito.

Crian�as perfeitas tornaram-se adultos perfeitos...

mas, em alguns casos�

o resultado foram crian�as com SRG.

Tinham apar�ncia assustadora, mau humor e, �s vezes, atacavam.

Muitos foram pegos, e as pessoas se cansaram do caso.

Os sobreviventes esconderam-se

e cresceram.

Seus horm�nios afloraram e a amea�a que representavam

pode ser multiplicada por 100. Temos adultos com SRG...

s�o mais fortes, r�pidos e espertos do que nunca�

e muito mais ousados.

Voc� os tranquilizou mesmo.

O'Neill que ache outro para contar historinhas de fada...

Se eu quisesse mesmo assust�-los�

mostraria isso.

Parece um soro de realce.

- Invadiu um laborat�rio? - Tirei da garota com SRG, ontem.

Por que ela teria isso?

Com o desmonte da engenharia gen�tica, os laborat�rios precisaram

de um novo mercado, trataram de adaptar isso para os adultos.

Alcan�ar quem j� tinha uma dianteira.

Qual a vantagem para quem j� tem SRG?

Funcionam como um estimulante.

Com o sistema alterado, o soro s� potencializa o efeito.

O material que testamos pode ser neutralizado em 72 horas,

se a ingest�o for m�nima. Sen�o, liga-se � cadeia mitocondrial.

Assim ficam permanentemente mut�veis?

Talvez gostem de ser o que s�o.

"Seja tudo o que voc� pode ser".

Olhe, v� discutir direitos humanos na Suprema Corte.

Eu�

D� para acreditar nisso?

Um advogado quer ver a garota SRG antes de n�s.

Talvez descubra algo antes que a interroguemos.

N�o, ele quer publicidade por tentar defender uma aberra��o.

S� vim aqui para dizer que tem visitas.

Oi, pai!

Ei, parceiro, que boa surpresa!

Pois n�o devida ser.

Voc� ia levar Jesse ao beisebol, enquanto eu ia visitar minha m�e.

- Lamento, querida, esqueci totalmente. - De novo?

Escute, Jess� por que n�o vai at� a geladeira pegar um refrigerante, certo?

- Certo... - E um para mim...

- Estou indo... - Um diet...

Escute�

sei que foi minha culpa,

mas nesse momento, as coisas est�o muito mal por aqui,

- e n�o tenho cabe�a para... - Tudo bem�

visito mam�e mais tarde.

- Jesse contava com voc�. - Eu sei, vou compens�-lo.

Ray, est�o prontos.

Voc� tamb�m.

Claro...

Deixe-a livre. Eu me responsabilizo.

Voc� � muito corajoso.

Nem tanto.

A corrente nas pernas � eletrificada, se tentar algo, aperto o bot�o.

110 volts?

Eu nem sentiria.

Ent�o, sou mais idiota do que corajoso.

Como se chama?

Deve pensar que sou idiota, detetive. N�o se importa com o meu nome.

Tem raz�o, me interesso mais pela sua idade... de onde vem...

Melanie

Em homenagem � minha av�.

Ela era baixa.

Meus pais me queriam alta.

E aqui estou...

1,73...

O orgulho e a alegria deles.

Vive com seus pais, Melanie?

Voc� s� quer me ouvir falar...

observar meus movimentos,

penetrar em minha mente.

N�o � a mim que est� testando, mas a si mesmo.

Tem boa percep��o. N�o consta dos estudos SRG.

N�o me bajule.

Acha que somos doentes?

Na natureza, o mais forte e mais r�pido � superior.

Quer saber algo mais antes que me exterminem?

N�o precisa acontecer.

Quer saber a diferen�a entre n�s, detetive?

Voc� vive com medo.

N�o vou dar a eles o gostinho.

Sabe que esses SRG s�o doidos.

Quis morrer � sua maneira.

- Sabia o que fariam. - N�o, apenas se divertia comigo.

Era seu modo de dizer que nunca podemos prever as suas a��es.

Meu pai foi policial por 33 anos.

Mas o mundo n�o � mais o mesmo.

Sua vida era lidar com gangues, traficantes de droga e ladr�es.

Agora temos caras espertos como O'Neill, tenente aos 23.

Ser� uma muta��o gen�tica?

Tamb�m temos esses loucos com SRG querendo nos fazer de bobos.

Talvez valha o risco ter um filho melhor que os outros.

N�o haver� mais lugar para humanos normais como n�s.

Pod�amos provar o soro que Ray pegou da garota.

Um coquetel gen�tico no caf� e ser�amos promovidos.

- N�o, um brinde aos velhos, bobos e lerdos. - Sa�de.

Sinto muito, cara.

Sinto muito pela sua colega.

Garanto que morreu r�pido.

Seu bastardo.

N�o, tenho orgulho de ser um leg�timo Venable.

Dylan?

Precisa se esfor�ar mais, se quiser me pegar...

papai...

Ray... n�o vem dormir? S�o quase tr�s horas.

Estou s� terminando um relat�rio. J� vou.

Seu nome � Dylan, veio para voc� h� 10 anos, em julho.

Eu me lembro�

Lembra-se que prometeu que ele

estaria seguro...

e que cuidaria dele?

Voc� prometeu nunca mais contatar a mim ou esta organiza��o.

Me diga� por que est� aqui?

Olhe, sr. Acosta, vou ser franco com voc�...

acho que Dylan est� metido em problemas s�rios.

E quero saber onde esteve, com quem teve contato, e o que fez.

- Nos �ltimos dez anos? - Deve ter registros.

N�o mant�m as crian�as aqui. As leva a algum lugar.

Olhe, veio aqui h� muito tempo, pagou 40 mil d�lares e n�o fez perguntas.

- As fa�o agora. - � um pouco tarde.

N�s o livramos de um problema e voc� retomou a sua vida.

Talvez voc� e sua mulher pensassem ser melhor para o seu filho.

Dormiram melhor � noite.

Mas acha que, por aquele valor, cuidar�amos dele a vida toda?

N�s os mandamos para campos de trabalho fora do pa�s.

O que acontece depois, n�o fa�o id�ia.

Isto n�o � um orfanato, se estiver insatisfeito com o servi�o, chame os tiras.

Venham crian�as! - At� mais.

- Tchau, Jesse. - At� mais...

Estava vendo voc� jogar. Segura o bast�o muito baixo.

Meu pai me ensinou.

Acha que algu�m assim n�o tem pai, n�o �?

Aposto que seu pai sai com voc�.

Joga bola com voc�, n�o?

N�o joga?

Aonde ele o leva?

Aonde?

� casa da vov�...

� praia...

Aonde mais?

Para comer pizza...

Pizza?

Voc� leva uma vida boa?

Jessy, querido, mam�e est� aqui.

N�o quero que fique preocupado.

Tudo vai ficar bem.

Ningu�m pode machuc�-lo aqui. Certo, querido?

- Tudo bem. - Ele simplesmente apareceu aqui?

Sim.

Uns cinco minutos depois de eu falar com voc�.

O que disse?

Que uma pessoa com SRG o pegou.

Ent�o me abra�ou e chorou. - E ele est� bem?

Bem?

Claro que n�o est�!

N�o o viu?

Est� apavorado, traumatizado.

Acalme-se.

N�o me pe�a isso!

Algo est� acontecendo.

Algo que n�o quer me contar. O que �, Ray?

Por que uma dessas pessoas pegaria o nosso filho?

� um de seus casos, n�o �?

Sente-se.

� o Dylan.

Dylan?

Ele apareceu no lugar em que Carolyn Fleury foi morta.

Ele a matou e esperou que eu aparecesse.

Ele fez isso s� para chegar at� mim.

E agora�

Jesse...

Eu me atrasei ao ir busc�-lo porque voc� estava ocupado, e nem

me disse que era Dylan. Como p�de esconder de mim, algo assim?

- Como poderia dizer? - Podia ter matado nosso filho!

Dylan tamb�m � nosso filho.

O que vamos fazer agora?

- Eu vou dar um jeito nele. - Como?

Ainda n�o sei.

E se vier atr�s de Jesse? Ray, temos que contar a algu�m.

N�o!

E a�, Jesse?

Ele me pediu para lhe dizer algo...

Lar � onde o seu cora��o est�.

Prova

Precisa se esfor�ar mais. Voc� vive com medo.

Quer me pegar? Mais forte e mais r�pido...

Os mais fortes e mais r�pidos s�o superiores...

Papai, voc�s vivem com medo.

Vivem com medo, vivem com medo, vivem com medo, vivem com medo�

Preciso ir � Suprema Corte na quarta, o caso �lvarez...

Se n�o consegue uma bab�, sua m�e e eu cuidaremos deles.

Divirta-se.

Checando o trabalho do faxineiro, Ray?

Deixei cair a caneta.

Teve o resultado da amostra de ADN para ver se

as do caso Gadarsi coincidem com as do caso Cornell?

N�o, ainda est�o analisando.

Acabei de falar com o laborat�rio.

Ei...

Terra chamando Ray!

Tudo bem?

Sim, sim, hoje a luz est� diferente aqui?

Parece o mesmo clima de vel�rio.

O que foi�

Laborat�rio

Estava pensando na dificuldade de peg�-lo...

e no que disse Carolyn sobre as habilidades ampliadas dos SRG.

E se v�em o que n�o vemos?

Por exemplo?

N�o sei� trilhas...

Ray, estamos na cidade e n�o no campo. S� h� trilhas no parque.

N�o, falo de algo que mostre onde uma pessoa esteve.

- Como... pegadas? - N�o, mais do que isso, como�

calor, energia, algo que eles emanam, diferente do que emitimos...

e s� outro como eles pode ver e seguir... os rastros.

- Algu�m com SRG acharia outro. - Isso mesmo.

- Acho meio maluco. - Mas tem base cient�fica!

- Sabe como os tubar�es ca�am? - N�o.

Detectam o campo eletromagn�tico de outro animal.

E quando liberam uma vibra��o de medo, eles v�o direto!

Ou c�es de ca�a. Dizem que os ferom�nios da presa s�o mapas!

Ferom�nios? Virou um cientista louco?

Eu li, e acho que encontrei algo.

Mesmo se estiver certo, em que isso nos ajuda?

Procuramos algu�m com SRG, e n�o um tubar�o,

e pela sua brilhante teoria, precisar�amos de um deles,

para seguir essa coisa de trilhas de que tem falado.

Pelo que sei�

n�o h� anormais na corpora��o.

Sullivan tem bastante p�lo nas costas...

Valeu!

N�o posso lev�-lo a lugar nenhum.

Quem pensa que �?

Ray...

Dylan, Dylan, pare?

- Dylan - Ol�, papai...

Onde voc� est�?

Venha me pegar!

Dylan, Dylan, me espere. Dylan...

Est� chegando perto, mas n�o o bastante.

Quer acertar contas comigo, tudo bem.

Mas n�o aqui...

n�o nesta casa.

Ray...

Antes que diga algo, posso explicar.

Seu rosto?

Suas m�os? O que fez? - Tomei realce gen�tico.

- Que tipo de realce gen�tico? - Para me ajudar a fazer o que devo.

A mesma droga que me injetaram na gravidez?

Essa � diferente. Age sobre adultos.

N�o pode estar falando s�rio.

- Veja o que fez ao Dylan - S� assim posso det�-lo.

N�o v� que ele quer nos machucar?

Leve Jesse � casa de sua m�e e me deixe cuidar disso.

Escute, escute, isso est� sob controle, e o processo � revers�vel.

S� preciso me alterar o bastante para det�-lo...

e depois me trato em uma cl�nica

e tudo ser� como antes.

Como deveria ser.

Nada foi como deveria ser...

n�o depois que cometemos aquele terr�vel erro.

Sim, erramos. Quanto teremos de pagar, a vida toda?

- Quer�amos o melhor... - N�o...

era medo de que ele n�o fosse perfeito.

Ele ficou perfeito. Um perfeito pesadelo!

N�o posso voltar no tempo. S� posso tentar consertar.

- Como, fazendo isso a si mesmo? - Confie em mim!

N�o, confiei em voc� daquela vez.

Disse que ajudar�amos a natureza.

Nunca quis fazer aquilo.

Aquilo me assustava.

Voc� disse que daria certo.

Acreditei em voc�.

- Droga, acreditei em voc�! - Marie, por favor�

Afaste-se de mim!

- Eu o segui. Saltou uns 10 metros. - Bebeu?

N�o� mas n�o sei como. - Ele tem alguma pista?

N�o sei.

N�o me parece o mesmo.

Ray � um bom policial, s� est� obcecado com este caso.

- N�o quero que se machuque. - Bem, vou mandar que o localizem.

Senhor�

com todo respeito, ser� melhor que eu v�. - N�o, esse n�o � o procedimento.

Olhe, se os chefes o virem como um anormal,

ser� o fim para ele.

Sabe que ele � o melhor especialista em SRG.

J� tenho um cara a unidade, vigiando-o.

Por favor, me deixe ir...

Me deixe fazer isso?

Est� bem.

Obrigado.

Sr. Acosta, sr. Acosta, est� a�?

Dylan?

- Chega, Dylan - Por qu�?

Finalmente estamos passando algum tempo juntos.

- Ray? - Dale, v�! Est� tudo sob controle!

Negativo, parceiro.

- O que est� fazendo? - Precisa vir comigo.

Ordens do tenente O'Neil.

N�o viu, ele est� l� em cima!

Vamos Ray, est� falando comigo.

Precisa inventar algo melhor do que isso.

N�o, Ray!

Me d� a arma.

Vamos...

Vamos Ray, vai me contar tudo, vamos conversar na delegacia. Vamos...

Fica para a pr�xima vez�

Est� tudo bem.

Tomou o soro esperando virar um super-homem...

mesmo sabendo dos efeitos.

Por que fez isso? Preciso saber.

N�o posso.

Ou n�o quer?

Voc� n�o entenderia.

Por que n�o tenta, droga?

Sou seu parceiro.

N�o.

Se n�o me disser o que est� acontecendo n�o vou poder te ajudar.

N�o preciso, quase peguei o assassino quando voc�s apareceram!

Se quer tanto peg�-lo, me diga quem �, onde est�...

Me diga onde est�, para que possamos encontr�-lo, prend�-lo, certo?

- N�o � o que voc� quer? - Tem que ser eu!

Por qu�?

Voc� n�o est� sozinho aqui!

Ali�s, nem � membro do departamento.

E vou dizer mais.

Se ele matar de novo, com voc� ocultando dados, ser� c�mplice.

Falando nisso, O'Neil acha que voc� matou o cara no armaz�m.

Tem o sangue dele em suas m�os, e o DNA dele bate com o seu...

mesmo com essa sua encena��o de dr. Jekyll.

O que acha?

Sinceramente, acho que perdeu a cabe�a, Ray.

A �nica boa not�cia � que seus n�veis est�o baixos.

Temos tempo para injetar o ant�doto em seu sistema...

e faz�-lo voltar ao normal, certo?

"O mais forte e mais r�pido � superior".

Do que est� falando?

O assassino n�o vai parar. Quer que eu v� atr�s dele.

Sem o soro, n�o tenho nenhuma chance,

e enquanto discutimos, est� escolhendo a pr�xima v�tima.

Sabe que n�o posso deix�-lo ir.

Ent�o fa�a uma coisa por mim.

V� � casa da m�e de Marie

e veja se a minha fam�lia est� bem.

Droga!

A sogra...

- Algum sinal de Marie ou Jesse? - N�o, s� as coisas deles.

N�o h� sangue. Devem estar vivos.

Sim, por enquanto.

Tudo bem.

Solte-me, ele pode mat�-los!

Calma Ray, isto � prioridade m�xima.

Vamos encontr�-los, certo.

- Vou injetar o reagente. - Se acalme, Ray.

Tem sorte, detetive, mais uma dose ou duas e n�o poder�amos neutralizar.

- Vamos l�, Ray... - N�o...

Calma, � s� uma inje��o...

s� vai levar um minuto. Vai acabar logo.

- O que est� havendo, doutor? - Est� tendo um ataque.

- R�pido, fa�a algo. - Segure a cabe�a, a cabe�a dele!

Temos que impedir que engula a l�ngua!

Abra a boca e coloque isso.

Vamos, vamos doutor, vamos logo!

Aguente firme, Ray, se acalme.

Vamos doutor, fa�a algo!

O estresse est� ativando o soro no sangue!

Detenha-o!

Preciso ir�

s� assim posso salvar a minha familia.

Ol�, papai...

Bem-vindo ao lar, vejo que entendeu o meu recado.

A velha casa.

Onde o cora��o est�?

Ao menos o meu cora��o.

Fazer o qu�? Eu sou sentimental.

Onde eles est�o?

Surpresa.

Estamos todos reunidos.

Solte-os, Dylan...

Ir�o gostar daqui, n�o acha?

Eu gostava, era um lugar �timo onde crescer.

At� que�

se livraram de mim e se mudaram daqui... para n�o ach�-los mais!

E o que voc� quer?

Quero isto.

Uma familia.

Todos juntos, como deveria ser.

Sabe quantas vezes fugi para c�, procurando por voc�?

Acredite ou n�o, fizemos aquilo por voc� tamb�m.

Viver assim nos destruiria.

Ent�o, fui descartado como o lixo?

Lavaram as m�os e recome�aram.

Tomei a decis�o. Desconte em mim e deixe-os ir, Dylan!

Venha busc�-los.

- Jogue fora a seringa e eu vou. - S� se jogar a arma.

Tenho outra surpresa para voc�.

Tomei o soro. Posso fazer tudo o que for preciso.

Nada do que faz me surpreende. Somos muito parecidos.

Herdei isso de voc�, sabe?

- Herdou de um tubo de ensaio ao nascer. - N�o, da SRG!

A raiva, a ira. Me levaram a um lugar... quando eu fugi,

me estudaram, e sabe o que descobriram?

O gene da viol�ncia n�o foi alterado. Veio direto de voc�, papai!

Somos farinha do mesmo saco.

O conhe�o melhor do que voc� mesmo.

Sei que teve vergonha quando comecei a mudar�

e que tomou o soro s� para proteger a sociedade de mim.

Estava cobrindo o seu rastro...

evitando que descobrissem o seu segredinho nojento.

Mas, agora, todos v�o saber.

A verdadeira surpresa�

� que fiz tudo isso para que voc� tivesse de tomar o soro.

Agora voc� � como eu...

e isso n�o tem volta.

Jes� Jesse...

Marie, fale com ele, traga-o de volta.

Ele tem mais medo de voc�, do que de Dylan.

E eu tamb�m...

A coisa mais poderosa que transmitimos aos nossos filhos,

pode n�o estar nos genes...

mas na alma.

Brunks der Preu�ischen

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