Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
N�o � um bom esconderijo...
Mas, um belo lugar para passar a noite.
Vamos peg�-lo, se interessar...
Mas eu prefiro quando ficam sabendo.
A�...
Ah, at� que enfim, chegamos...
Vamos deixar as malas l� dentro...
Hora do show...
Vamos peg�-lo...
Desculpe cara, desculpe, n�o � meu carro...
n�o s�o minhas roupas...
Eu encontrei um cara que me deu tudo isso...
Pra onde?
Fique com tudo que quiser...
Pode levar, pode levar tudo...
Ah, meu Deus!
N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.
Pois agora temos o controle da transmiss�o.
N�s controlamos o horizontal e o vertical.
Podemos inserir milhares de canais...
ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.
Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa
que a nossa imagina��o possa conceber.
Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.
Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio
que v�m desde as profundezas da sua mente
para o al�m do inimagin�vel. Por favor, aguarde.
�s vezes, para descobrir o que est� escondido...
precisamos primeiro que nos mostrem.
Ah, j� est�vamos preocupados com voc�...
Eu n�o perderia isso, temos que dar um show...
Aparentemente, est� tudo em ordem por aqui...
Ah, Donald, onde � que voc� estava?
Tive que dar aten��o a umas f�s ardentes...
Que bom... - Bom, estou aqui...
Est�o todos prontos? - Sim, quase...
J� est� bom...
Pessoal, tranquem tudo muito bem.
Que ningu�m entre ou saia do est�dio hoje, certo?
Aten��o, todos!
Hoje vai ser o grande dia.
Sandra, est� perdendo a forma.
Estou aqui h� um minuto e n�o me pediu o texto.
N�o me importa isso, estou atr�s da c�mera, lembra...
Ponha no auxiliar de textos... - Certo...
Ou�a, Donald, ainda � poss�vel repassar a sua apresenta��o
da instala��o nuclear de Hartford, � s� voc� decidir.
� por isso que n�o se faz mais TV ao vivo.
Bem, como nos velhos tempos, lembra?
� claro, como poderia esquecer?
A vida era mais f�cil. - O emprego ainda est� vago?
Sandra, vamos fazer hist�ria hoje. Precisamos divulgar tudo.
E precisamos que assistam...
V�o assistir...
Vamos ao show...
Quem vai fechar em mim?
Vou verificar o controle, antes de fechar.
Traga para cima por favor...
E... Collin pode me passar para a entrevista 1... em off, por favor.
Tudo bem...
Tudo pronto por aqui, vai entrar no ar...
D� um belo close... Obrigado...
Al�...
Meu amigo, voc� est� a�?
Est� ouvindo? (- Sem d�vida). - �timo...
Como se sente? - Bem...
Nem tanto, n�o �?
N�o me sinto seguro aqui, Donald...
Bom, ent�o melhorou. A �ltima vez que conversamos,
n�o se sentia seguro em lugar nenhum.
O fato desse lugar n�o ser pior do que qualquer outro n�o ajuda muito.
Tem que haver outro jeito.
O seu irm�o tentou outro jeito, lembra?
Foi o que causou um problem�o para ele.
Vai ter que confiar em mim...
E voc� confia, n�o �?
Sim...
Muito bem. Vamos entrar ao vivo em cinco minutos, ent�o...
tem que relaxar e lembre-se para qu� voc� veio...
Eu me lembro...
�timo...
Sim...
� tudo o que eu queria.
Hoje vai ser grande.
Isso mesmo, o texto j� desceu para o est�dio.
Tudo bem...
Eu mesma vou dar os avisos nos intervalos.
Tudo bem... - Verifique a aparelhagem...
e as c�meras dois e tr�s, tamb�m.
Sem problema...
Que estejam prontas para entrar em a��o rapidamente.
J� disse, sem problema...
Sandra, o cara do controle ligou.
Ele reservou essa transmiss�o toda para voc�.
Mas n�o est� muito contente, sabia. - �, eu tamb�m n�o...
E a�, como est� tudo? - Bem, est�o todos preparados.
O Billy est� pronto para o comando. Mas eu n�o acho o fone...
E nem vai achar. Eu fico no comando hoje.
Algum problema com isso?
N�o. Sabe, Sandra, eu estou preocupado com a seguran�a.
Eu pensei que fosse apenas promocional.
Mas, � verdade n�o �?
Antes n�o fosse...
Olha s�, eu vim aqui para ser rep�rter de TV,
mas... eu posso dar uma de James Bond paralelo.
V�... vamos...
Falta pouco para come�ar.
A minha parte est� toda pronta.
�, estou vendo que hoje tem muito trabalho.
� claro, � um programa especial.
Muito bem, pessoal, faltam s� dez... vamos n�s...
� agora...
Hoje vai ser demais.
Vamos fazer o melhor.
Vamos l�... em cinco, quatro, tr�s, dois, um...
Agora, toda a verdade...
Hoje na edi��o especial de Toda a Verdade...
DNA... engenharia gen�tica,
clonagem,
os avan�os di�rios da biotecnologia s�o impressionantes...
Mas, de que forma afetam as nossas vidas?
E, afinal, aonde v�o nos levar?
Boa noite, sou Donald Rivers...
o que voc� vai ver hoje, vai ser chocante.
Talvez, at� apavorante...
Voc� vai pensar em desligar, ou at� mudar de canal...
esperando, ou rezando para que isso n�o seja verdade.
� minha fun��o, minha responsabilidade,
fazer com que voc� assista, que acredite.
Quantas vezes, nossos pr�prios eleitos nos enganaram. Nos usaram.
Alabama, 1932...
O governo americano nega penicilina aos homens negros com s�filis...
para que os pesquisadores pudessem observar a doen�a.
A experi�ncia de Tosquigue � aplicada nos 40 anos seguintes,
e os cientistas observam os ossos dos pacientes, cora��es e tecidos nervosos
se desintegrando aos poucos. E nada fazem para ajudar.
1946...
Como parte do projeto Manhattan, o governo injeta secretamente...
em 12 pacientes de Rochester, Nova York, ur�nio e plut�nio
para testar o efeito da radia��o em seres humanos.
50 anos depois, o departamento de energia
libera arquivos com detalhes de experi�ncias similares...
em quase 20 mil outras pessoas. Incluindo prisioneiros,
crian�as com debilidade mental e mulheres gr�vidas.
1953...
A CIA come�a com o MK-Ultra, uma s�rie de experi�ncias
com t�cnicas avan�adas de controle de mentes. Incluindo terapia de choque...
e drogas psiquicas em uma grande variedade de pessoas que nada sabiam.
O projeto se espalha por uma grande rede institui��es governamentais
e privadas. E continua em segredo por quase 20 anos.
Muitas vezes, nosso governo confirmou claramente
nossos piores e mais paran�icos temores.
E se isso, eles se dispuseram admitir, imaginem o que resolveram esconder.
Hoje, Toda a Verdade vai apresentar um projeto secreto que o governo
aplicou em v�rias ag�ncias p�blicas e empresas privadas com um s� objetivo:
manipular aos poucos e secretamente o desenvolvimento gen�tico humano,
e consequentemente, o futuro de cada homem, mulher e crian�a neste pa�s.
Como os respons�veis, pessoas de muito poder, fariam qualquer coisa
para podar esta informa��o, nosso programa de hoje � ao vivo.
Todos vieram aqui por vontade pr�pria e eu gostaria de agradecer
aos meus colegas � � rede por sua coragem ao colaborar
com esta transmiss�o ao vivo.
A est�ria come�a h� mais de 30 anos, com uma extraordin�ria experi�ncia
do ex�rcito americano sobre a imortalidade.
Numa sequ�ncia de testes brutais, o dr. Terence Sinclair fez
intensas pesquisas do sangue de uma jovem identificada apenas
como Jade, que parecia n�o dar sinais de envelhecimento.
Se, por um lado, as tentativas de Sinclair para prolongar a vida humana
tiveram algum sucesso, a interfer�ncia de um soldado n�o identificado...
abruptamente p�s essas experi�ncias a perder.
Como veremos numa reconstitui��o dram�tica.
N�o, n�o... n�o...
N�o...
20 de junho, 1.600 horas...
Sou o dr. Terence Sinclair... estou pronto...
para come�ar a segunda bateria de testes no sangue da paciente
para medir a resposta aos t�xicos...
Dr. Sinclair, n�o dev�amos anestesi�-la? - Por favor... n�o...
N�o podemos, isso afetaria o resultado. Segure-a firme.
Por favor...
Por favor, n�o me machuque mais...
Eu n�o vou te machucar...
Por favor, me ajude.
Pelo fato de entrar aqui, eu posso ser punido.
O que est�o fazendo com voc�? - Me ajude, antes que ele volte...
Me ajude, eu n�o posso andar.
� melhor sairmos daqui.
O que estavam fazendo com voc�?
Largue ela!
N�o vou deixar que continue com isso!
� uma ordem, e vou repetir... largue ela!
Olha, voc� n�o sabe o que...
Eu sei, voc� n�o pode tratar algu�m assim!
Ela n�o � algu�m, n�o �!
Eu sou um cientista, eu... sei o que isso pode parecer.
Este trabalho de campo, � muito, muito importante.
Pode significar muito para o resto de n�s.
Bem, soldado, ponha ela de volta na mesa e v� embora!
Oh n�o...
Vamos embora,
agora...
N�o pode fazer isso!
N�o!
N�o atire!
N�o!
Registros obtidos por Toda a Verdade revelam detalhes surpreendentes:
11 de agosto, 2.100 horas...
A paciente mostra alta resist�ncia ao calor e ao frio extremos.
A recupera��o do tecido �, ao menos, oito vezes o normal.
� a fonte da juventude.
O laborat�rio, e praticamente todas as provas do projeto foram destru�das.
Nenhum corpo jamais foi encontrado. Mas este teria sido um caso isolado
ou a primeira pe�a de um quebra-cabe�a maior.
Quando voltarmos, teremos a pessoa respons�vel pela obten��o da prova
e muito mais do que isso. Aguarde.
Na sequ�ncia:
O homem que fez um quadro com aquelas pe�as.
E, agora, toda a verdade.
Quando os nossos l�deres se voltam contra n�s...
a quem apelamos: � pol�cia, �s leis, ou uma arma em casa?
Ou � coragem de um �nico homem armado somente com a verdade.
A fonte de quase tudo que mostraremos hoje, vem deste homem.
Ele � um bi�logo molecular que trabalhou para o Departamento de Defesa,
por isso, tomamos todas as precau��es para manter a sua identidade
e localiza��o secretas.
Agradecemos a sua presen�a em nosso programa.
Obrigado...
Bom, voc� alega que conseguiu juntar provas de um projeto de longo prazo
do governo para alterar o desenvolvimento gen�tico humano.
Sim, � isso... mesmo.
E este projeto foi criado pelo dr. Sinclair?
N�o exatamente. Estas experi�ncias de longevidade do Sinclair
foram s� o ponto de partida.
Mas, muitas da pesquisas atuais se basearam no trabalho dele.
E qual o problema de tentar prolongar a dura��o da vida humana?
Nenhuma. O governo nunca quis que essa pesquisa, que a tecnologia
alcan�asse o p�blico... - Por qu�?
Eles pesquisaram o processo para alterar o ser humano a n�vel celular,
come�ou com uma revers�o da necrose do tecido humano.
Quer dizer, uma forma de reanimar os mortos?
Sim, mas era mais do que isso...
O processo inclu�a refazer as liga��es neurais do c�rebro de uma pessoa
de tal forma, que eles podiam controlar esse paciente.
Na verdade, � o que pretendiam conseguir...
Certo, participando via sat�lite, temos o dr. Richard Morgan,
ele � vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento
do laborat�rio Ferritin, uma das empresas envolvidas...
Dr. Morgan, o que o senhor tem a dizer sobre isso?
Bem, as alega��es s�o absurdas.
O laborat�rio Ferritin tem uma hist�ria reconhecida de servi�os p�blicos
e os mais escrupulosos sistemas de pesquisa da ind�stria.
Mas, � verdade que 75% de suas pesquisas s�o para a Defesa?
N�s somos contratados da Defesa.
Os benef�cios de suas pesquisas ficam exclusivamente
para as ag�ncias governamentais por tr�s disso.
Bom, isso � rid�culo... - Ser�?
Temos um v�deo que foi distribu�do para os diretores do Ferritin,
contendo um relat�rio do progresso do seu projeto de reanima��o.
O qu�?
Doutor, por favor, assista ao v�deo!
A press�o est� na faixa normal...
O uso do bio-organizador da estrutura molecular o REM...
a revers�o da necrose foi obtida no processo de quatro etapas.
O processo pretendido vai ser iniciado em seguida...
Todos os sistemas secund�rios est�o em ordem.
Primeira etapa:
Regenera��o fotol�tica.
Utiliza-se intensivamente o raio laser. � fundamental nesse processo.
O REM de energia a laser recupera todas as fun��es dos nervos, �rg�os e tecidos.
Segunda etapa:
Reorganiza��o neural.
O REM estabelece todas as fun��es corticais do c�rebro.
A reorganiza��o sin�ptica � possivel como opcional.
Todos os sistemas prim�rios est�o em perfeita ordem.
Terceira etapa:
Substitui��o de flu�dos.
Todos os l�quidos s�o retirados e substitu�dos.
E a temperatura corporal volta ao normal.
Quarta etapa:
Reativa��o.
O sistema nervoso do paciente � energizado por uma bateria
de impulsos el�tricos de alta frequ�ncia.
Completando, assim, o processo.
Doutor, o senhor gostaria de comentar o que acabou de ver?
Eu acho que a mat�ria est� totalmente fora de contexto.
Por certo, foi modificada, e depois... - N�o ela � aut�ntica...
Bom, esta pesquisa era explorat�ria. E o projeto apenas para provar o princ�pio.
Por�m, jamais o projeto foi pretendido para ser usado na pr�tica...
E se isso incrimina o meu laborat�rio...
Doutor, estamos perdendo o sinal.
Se puderem ter paci�ncia s� um momento,
estamos enfrentando algumas dificuldades t�cnicas...
Por favor, aguardem...
Est�o tentando nos tirar do ar...
Parece que estamos tendo problemas com a retransmiss�o via sat�lite.
N�o sabemos se a interfer�ncia � acidental ou intencional.
Mas, estamos preparados para a situa��o.
Temos equipamentos de reserva para a transmiss�o para o pa�s todo.
Eles v�o ser acionados para nos manter no ar.
� s� aguardar mais um pouco para...
Donald, eles v�m vindo, eu sei que sim...
Eu tenho que sair daqui!
N�o, ainda n�o!
Disse... que muitas dessas pesquisas com fundos do governo
foram deliberadamente suprimidas.
Sim...
Existe um outro exemplo...
O Dayton C composto, criado pelo laborat�rio Metadine.
Trata-se de um regenerador celular.
Uma forma de acelerar mecanismos de autoreparo e, c�lulas humanas.
Era, na verdade, uma cura de ampla aplica��o. Rem�dio maravilhoso.
Mas nunca chegou ao p�blico?
Existe um bom motivo para isso.
Que veremos nessa dram�tica reconstitui��o, baseada
em documentos secretos da Metadine.
N�o prestem aten��o no homem atr�s da cortina!
Muito esperto, Cal!
Invadindo sistemas secretos, transportando-os em seu pr�prio corpo.
O mundo tem o direito de saber, Michael!
O v�rus que corre em suas veias, � propriedade do laborat�rio Metadine.
Computador, destranque a porta...
C�digo de seguran�a, McKendrick, 5775... - Este c�digo foi eliminado...
Por favor utilize novo c�digo de seguran�a.
McKendrick, droga, 5775!
Agora, fique sabendo Cal... est� despedido!
Este c�digo foi eliminado.
Pra qu�,
para voc� eliminar o v�rus?
Eliminar, n�o?
Restringir, que nada?
S� as pessoas que eu quiser, v�o receb�-lo.
E... e o que � que voc� vai fazer comigo, Michael?
Vai me matar?
Todo o tecido vivo vai ser vaporizado...
Todo tecido vivo...
Isso inclui voc�... - 8...
7... - Abra a porta...
2... 1...
Abra a porta...
Em seguida, o que est� por tr�s disso:
Como essas pesquisas, aparentemente diferentes,
est�o, na verdade, interligadas.
Estudos da longevidade. Programa��o neural, regenera��o celular.
A primeira vista, todos esses assuntos podem parecer
�reas distintas na pesquisa.
Mas, segundo o senhor, n�o s�o!
N�o, n�o s�o...
Sabe, todos esses assuntos t�m por base a altera��o f�sica do material gen�tico.
Ent�o, a chave � a transforma��o?
Sim. Tornar uma coisa, uma coisa humana... em outra coisa.
E, a raz�o para isso... - S� um minuto... por favor...
N�s, n�s ficamos sabendo de que existe uma outra transmiss�o captada
por v�rias... grandes redes nesse momento.
Estamos captando-a e... podemos apresentar...
Certo, vamos ver...
E eu reitero que a nossa ag�ncia � apenas uma filial
da corpora��o da rede e n�o estamos envolvidos na programa��o di�ria.
Entretanto, estamos estarrecidos que permitam tal sensacionalismo ir ao ar.
N�o seria um golpe publicit�rio?
Vamos, pessoal, apesar do nome dado ao show,
Donald Rivers est� apenas interessado numa coisa, no seu ibope.
S� mais uma, por favor... Frank...
Pode falar alguma coisa sobre o entrevistado dele?
Ficamos sabendo de fonte fidedigna que aquele entrevistado n�o passa
de um d�bil mental que est� sendo usado da pior maneira poss�vel.
Este � o tipo de coisa que hipnotiza o p�blico.
E pode levar pessoas a fazer loucuras.
Por enquanto, isso � tudo, obrigado.
Informe isso, por favor... - Obrigado...
A minha produtora acabou de informar que v�rios de nossos telespectadores
est�o tendo problemas com a recep��o da nossa transmiss�o.
Que v�rias esta��es retransmissoras receberam ordens de seus donos
de pararem a transmiss�o.
Estou solicitando �s nossas filiais que continuem firmes, nos mantendo no ar.
Porque dependemos de voc�s para divulgar a verdade.
Sabem, nesses anos todos, fiz mais de cem reportagens e apresenta��es
e com certeza, desenvolvi um instinto para saber as coisas
que est�o certas ou que est�o erradas.
Frequentemente, o povo depositou a sua confian�a em mim.
E essa confian�a tem motivo de ser.
O que estou apresentando a voc�s, hoje, � a verdade.
Pe�o que confiem em mim mais uma vez.
Sempre v�o existir aqueles que querem esconder a verdade.
Que v�o tentar envenen�-la. Mat�-la. Mas, hoje, n�o vamos lhes dar esta chance.
Est� certo isso? - Bem, est� certo...
Tenho a honra de apresentar a minha fonte.
Dr. Avery Strong. Seja bem vindo, doutor!
Este � o homem que o governo est� tentando desacreditar.
Mas n�o v�o conseguir, pois sabemos exatamente como pretendem fazer isso.
Como planejaram jogar o seu nome na lama.
Vamos enfrentar as acusa��es de cara... e desmascar�-los.
Est� pronto?
Sim... - �timo.
Por favor...
O que vamos assistir agora, � um v�deo feito h� dois anos no pr�prio Pent�gono.
Vejam:
Senhor Randall Strong, bem vindo!
Senhor, senhor ministro... obrigado...
Eu... sou grato ao comit� por me ouvir nessa audi�ncia.
Senhor ministro,
nos �ltimos anos, eu tenho feito muitas pesquisas e cheguei � inevit�vel
conclus�o que... os Estados Unidos e talvez o mundo todo est�o invadidos
por alien�genas. Acho que a maior amea�a que vamos enfrentar como na��o.
Temos que agir.
Agir imediatamente. Antes que seja tarde demais.
� paran�ico... - N�o senhor...
O senhor anda muito estressado. - Enxergo uma amea�a quando ela existe.
� sua imagina��o. - O que est� dizendo, senhor?
A audi�ncia acabou...
At� logo!
Dr. Strong, o que... o que isso tem a ver com o senhor?
O homem no filme, o que atirou no ministro... era o meu irm�o Randall.
Ele foi encarcerado ap�s se apresentar �quele comit�.
E nunca mais disse uma palavra.
E obtivemos registros m�dicos do ex�rcito, indicando que seu irm�o
era um desequilibrado. Que sofria de ilus�es paran�icas.
E outros dist�rbios graves.
Ele tinha os seus problemas, n�o era segredo.
E o senhor tem registros semelhantes, sabe disso.
S�o falsificados. Est�o tentando me transformar num lun�tico.
Para que as pessoas pensem que tudo que digo...
n�o passe... de uma tentativa s�rdida de vingan�a de um louco
que culpa o governo pela perda do seu irm�o.
Certo, se n�o � vingan�a, qual � o motivo de suas afirma��es?
Por causa do que eu vi.
Eu participei de uma pesquisa militar. Um projeto...
para transformar pessoas em alien�genas.
Quando diz alien�genas, est� querendo dizer extraterrestres?
Sim...
No princ�pio, isso era s� te�rico. Todos consideravam como se fosse
uma piada. Mas a� deixou de ser engra�ado.
Bom, n�s temos um video da c�mera de seguran�a
do Departamento de Defesa. Vamos ver isso.
Recebemos amostra do DNA alien�gena.
E, implantamos o material gen�tico em um volunt�rio.
Pelo menos, acho que era um volunt�rio.
Ele come�ou a mudar.
De in�cio, foi mudando aos poucos.
Depois, acelerou...
N�o...
Sentia muita dor...
Eu n�o matei ningu�m. Est�o me ouvindo...
N�o podem aprisionar a minha alma... entenderam...
Ele quase morreu...
Mais de uma vez...
Pronto?
Pronto...
Ap�s um tempo,
era dif�cil at� olhar para ele.
Sargento, sou o dr. Strong, vim aqui para testar...
- A acuidade sensorial... - Voc� me ouve, que incr�vel!
Por que n�o nos falou sobre isso?
Nunca mostre a sua vantagem ao inimigo...
N�o somos...
n�o sou seu inimigo...
Tenho um motivo por tr�s disso.
Tem de haver...
Temos tarefas a cumprir.
E qual � a sua?
Nunca nos disseram por que faz�amos isso, ou pra qu�.
E, ent�o, pediram que... esquec�ssemos tudo.
Sim, bom, � claro...
Mas o senhor n�o esqueceu?
Eu n�o conseguia me livrar da imagem daquele homem.
Eu queria saber...
Eu tinha o crach� de seguran�a, ent�o comecei a procurar.
At� em lugares onde eu n�o deveria entrar.
Levou alguns anos para montar tudo, mas estou convencido
de que este projeto era mais um passo no aperfei�oamento
de t�cnicas de transforma��o de seres humanos.
O terr�vel motivo disso tudo, em alguns instantes.
O senhor pode nos explicar tudo, doutor?
Bom, tudo come�a com o material gen�tico vivo ou at� morto...
Voc� regenera c�lulas, refaz o tecido, acelera o crescimento,
d� a forma que voc� quiser...
e, ent�o reprograma as vias neurais.
E o que resulta? - O substituto de quem voc� quiser.
Humano... como um clone, mas melhor, pois voc� pode fazer
com que ele pense, aja e fale como voc� quiser...
Prossiga...
O governo est� tentando h� algum tempo, substituir
indiv�duos poderosos com essa t�cnica. L�deres mundiais...
com c�pias exatas e sob o seu controle total.
Perfeitos para a espionagem.
Ou desinforma��o, propaganda.
Ou manipula��o... de gente cr�tica em momentos cr�ticos...
Considerem o caso de Mason Stark, presidente da empresa Agen Fase,
contratada do Departamento de Defesa, cujos desentendimentos p�blicos
com o Pent�gono, foram recentemente e inesperadamente resolvidos...
Nesse filme exclusivo sobre a experi�ncia feita num laborat�rio abandonado
do governo, n�s temos o sr. Stark cara-a-cara com o que s� podem ser
clones dele mesmo.
Ol�... ol�...
Ei, o que � que � isso? O que � que est� acontecendo aqui?
Isso aqui � uma loucura! Eu queria que tudo isso fosse um pesadelo!
Queria acordar em uma realidade normal. Vejo muitas pessoas iguais a mim.
Isso aqui tem que ser um pesadelo! � melhor morrer!
Ah, n�o. N�o...
O sr. Stark atual, ser� mesmo o que parece ser.
Por enquanto n�o podemos responder isso, j� que n�o obtivemos
nenhum retorno das nossas liga��es ao sr. Stark.
Toda a Verdade entregou c�pias desse filme �s autoridades
para maiores investiga��es.
A seguir, vamos examinar outras poss�veis a��es de clones.
Pessoas que tenham fun��es importantes mesmo...
Ainda estamos no ar?
A transmiss�o continua...
A energia deve ter ca�do. Tentem os... - Abra a porta. (- O que est� acontecendo?)
Eles n�o v�o me levar com facilidade, n�o vou acabar como o meu irm�o...
E n�o v�o...
ainda n�o terminamos! - Vamos, fora daqui, r�pido...
Vamos sair depressa, usem os t�neis, r�pido...
Vamos aguentar firmes, fiquem conosco... fiquem conosco...
R�pido, Donald, r�pido... - N�o temos muito tempo...
Usem o que ainda tem...
Vamos... - Vamos...
Passem para o remoto... - Controle remoto... (- Pronto...)
- Venha, Donald, - Tem que ser muito r�pido...
Quem vem comigo agora? R�pido...
Organizem tudo, e n�o esque�am que o Avery tamb�m vai...
J� t�nhamos previsto esta possibilidade...
Tamb�m precisamos de seguran�a extra...
Senhoras e senhores, n�o sabemos quem est� tentando interromper
a transmiss�o, nem quanto tempo ficaremos no ar.
Mas, mas, continuaremos enquanto for poss�vel...
e tamb�m n�o sabemos quanto tempo ainda temos, mas...
fiquem conosco, vamos... vamos ver o que acontece...
Ainda temos informa��es importantes para voc�s.
Voltaremos logo...
Problemas t�cnicos, aguardem...
Voc� est� assistindo: Toda a Verdade.
Desculpem se nosso programa n�o est� como de costume, hoje.
Mas, estamos transmitindo ao vivo e desconhecemos no momento,
qual � a exata situa��o de nosso est�dio.
�... aparentemente, n�o estamos sendo seguidos. N�s pretendemos...
N�o vemos ningu�m, mas n�o quer dizer que n�o estejam l�...
Ah, sim, � verdade...
Vamos mostrar o v�deo da c�mera escondida que foi conseguido
com grande risco pelo dr. Strong.
Vamos ver as instala��es secretas de clonagens do governo.
Sandra, por favor...
Havia... milhares de beb�s...
Clones, em v�rios est�gios de desenvolvimento. Em toda parte.
Era como gado, mat�ria-prima... era horr�vel...
Vamos nos deslocar at� estas instala��es agora mesmo.
E uma vez l�, vamos verificar se as pessoas encarregadas,
de fato, nada t�m a esconder de n�s.
Vamos fazer um intervalo, continuem com a gente, por favor...
Est� desligado...
Nunca v�o nos deixar entrar l�...
Ent�o, que se expliquem para uma audi�ncia nacional de televis�o.
Sim...
N�o � simula��o de aut�psia de um alien�gena. � real.
Por favor, afaste isso, deixa as pessoas muito nervosas.
� essa a inten��o.
� o tipo de atitude que acabou com a vida do seu irm�o...
Randall fez o que achava que devia, eu tamb�m...
Voc� est� nervoso, por favor, n�s todos estamos...
Me desculpem...
Desculpe...
Estamos longe do laborat�rio?
J�... dever�amos ter chegado.
A rede vai nos tirar do ar em menos de 15 minutos.
Ora, v�o querer nos cortar quando estivermos no meio disso...
V�o ter que nos cortar ao vivo quando estivermos l�...
Vamos passar mais um comercial. Vou mandar avisar as autoridades...
Ei, cuidado, o que foi que aconteceu?
Donald, perdemos o sinal do sat�lite.
E como pegamos de volta? - Eu n�o sei...
Tudo parece em ordem! - Espere um pouco...
Eu acho que o problema n�o est� aqui...
Acho que tem alguma coisa errada aqui...
Espere, espere a�...
Pegamos, pegamos... - Ent�o, vamos l�...
Em cinco, quatro, tr�s, dois... um...
Como prometemos, a nossa transmiss�o vai continuar...
Escuta, este n�o � o nosso sinal... - O qu�?
Senhoras e senhores, aconteceu uma coisa terr�vel em nosso programa...
o dr. Avery Strong mentiu para mim. Ele mentiu para todos n�s...
E tudo o que ele disse... e tudo aquilo que ele mostrou... para n�s...
n�o passa de uma inven��o... de uma piada...
Tudo o que viram, tudo o que ouviram... � uma tremenda farsa...
Voc� fez o tape? - N�o...
Eu nunca gravei nada disso. - Ele n�o � uma pessoa normal...
Ele � um perturbado, e tem uma mente doentia...
Ele deixou, deixou tudo por escrito. O dr. Avery Strong est� morto. E...
Ele... se suicidou. Foi tudo muito r�pido.
Ele ficou totalmente louco. Come�ou a dar tiros.
Ele... acabou matando a minha produtora, e o meu pessoal...
s� eu e o motorista escapamos...
E toda a... toda a responsabilidade por esta trag�dia � minha. Assumo isso.
Eu notifiquei as autoridades, e eles devem chegar logo...
E... eu pe�o desculpas... por ter sido cr�dulo em acreditar nele...
Eu, eu devia ter percebido...
sou um profissional... e... eu... pe�o perd�o... a voc�s...
todos os meus telespectadores...
Eu pe�o... perd�o...
Quem est� a�?
Quem � voc�?
N�o pode ser, o meu irm�o...
N�o, n�o, n�o fa�a isso...
Ah... meu Deus!
Voc� disse a verdade!
Sem ressentimentos!
Tem muitos mais, de onde ele veio...
Ah, voc� foi um rep�rter e tanto, Donald,
esta seria a bela hist�ria de uma vida...
N�o importa o que vai fazer conosco agora, as pessoas viram.
Elas viram tudo... - Ah, mas n�o viram o suficiente...
A partir de amanh�, elas v�o come�ar a esquecer...
Afinal, sei que voc� � importante...
e que seu programa � muito famoso...
No entanto, � s� um programa de TV.
Voc� foi substitu�do...
Confiamos em quem nos passa as informa��es...
mas a sabedoria n�o pode ser ensinada.
Temos de enxergar a verdade...
por n�s mesmos...
Brunks der Preu�ischen
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.