Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Devon!
- O que voc� est� ouvindo? - Escute, escute.
Pode ouvir isso?
Eu s� ou�o... barulho.
N�o, n�o. Tem algum sentido.
A cada intervalo aparece de novo, de novo...
Eu n�o consigo distinguir. Voc� consegue?
N�o...
Tem alguma coisa a�. Eu sei.
Voc� captou isso pelo computador?
Bom, tecnicamente o programa de reconhecimento
diz que � apenas um barulho, mas...
veio da dire��o de Certus. E deve ser alguma coisa. N�o acha?
Eu n�o gosto de discordar de voc�
Devon, mas acho que � a sua imagina��o.
- Pode baixar um pouco isso? - Claro.
Sabe, voc� n�o � o meu primeiro aluno cuja imagina��o
acha que radia��o de fundo ou altera��o atmosf�rica
s�o mensagens de outro mundo.
E � claro como estes alunos desperdi�avam o tempo
valioso no laborat�rio sem ouvir o professor...
eu tive que mat�-los e enterr�-los no nosso jardim.
Voc� ao menos examinou os dados dos raios solares que eu te pedi?
Sim, est�o bem aqui.
Bom, obrigado. Agora...
pode ir para casa.
Sabe, aquele lugar que voc� vai �s vezes, quando n�o est� aqui...
Posso ficar mais alguns minutos, doutor? - Boa noite, Devon.
Ah! Deus!
Devon, pensei que fosse voltar mais tarde.
E se o papai entrasse, voc� devia estar estudando.
Ele vai trabalhar at� mais tarde.
Ser� que voc� pode se vestir?
- Podia bater na porta, n�o � velho? - Moro aqui, Vick, ent�o eu n�o vou bater.
E n�o me chame de velho.
O Vick queria ter certeza que voc� n�o vai contar nada para o papai.
N�o esquenta.
E desculpa se eu interrompi a sua primeira vez.
Eu atrapalhei voc�.
N�o se preocupe com isso.
O que voc� est� ouvindo?
Barulho. Somente barulho.
Eu devo estar ficando louco.
Sabe, o Vick te chamou de velho como cumprimento.
- Porque voc� estava na escola quando... - Eu sei o que ele quis dizer.
- Eu vou para cama. - Certo.
- Boa noite. - T�. At� amanh�.
N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.
Pois agora temos o controle da transmiss�o.
N�s controlamos o horizontal e o vertical.
Podemos inserir milhares de canais...
ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.
Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa
que a nossa imagina��o possa conceber.
Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.
Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio
que v�m desde as profundezas da sua mente
para o al�m do inimagin�vel. Por favor, espere.
H� anos procuramos a resposta a uma pergunta eterna:
Estamos s�s?
At� agora n�o houve resposta.
Ou talvez a resposta s� exista
para aqueles que consigam ouvi-la.
Joyce?
Joyce!
Voc� passou a noite toda aqui? Joyce!
Esta m�sica n�o � linda?
- M�sica? - N�o est� ouvindo?
Que sensa��o maravilhosa.
Escute.
O que voc� tomou dessa vez? Eu sou m�dico, pode dizer.
Seja honesta comigo e n�o ficarei bravo com voc�.
Nada.
Joyce, querida.
- Voc� me prometeu filha. - Papai!
Nada.
Eu peguei no sono ouvindo esta m�sica.
S� isso.
- Que horas s�o? - J� passa das oito horas.
Eu tenho aula, tchau.
Pai?
Sabe...
sua m�e era bem melhor nisso.
Eu encontrei a Joyce sentada aqui ouvindo est�tica no r�dio.
O barulho era t�o alto que eu pude ouvir atrav�s do fone de ouvido.
A pulsa��o dela passava dos cem.
Joyce! A fita � minha, eu a quero de volta.
Joyce!
Droga.
N�o quero que ela fa�a isso de novo.
Pare um minuto. Quero que escute isto. - A gente vai se atrasar.
S� um minuto. Tenho uma surpresa para voc�.
Pronto. Qual � a surpresa?
Feche os olhos.
Nossa!
- Nossa! - N�o � linda?
Deus, Joyce, o que � isso?
� m�sica. Uma m�sica perfeita.
- O pessoal tem que ouvir isso. - Eu sei.
� o que a m�sica quer.
- At� que enfim. - Voc� tem que tirar c�pia disso.
- Tem que espalhar para todo mundo. - Agora me devolve a fita, Vick.
- Por qu�? - Porque � minha.
E porque voc�s nem sabem o que est�o ouvindo, t� bom?
Agora me d� a fita, Joyce.
- Acho que ele n�o consegue ouvir. - Como n�o, se foi ele que achou.
Eu ou�o muito bem, s� a quero de volta.
N�s n�o vamos devolver, desculpe.
Se voc� ouvisse a m�sica, Devon, n�o ia querer de volta.
O que quer dizer com isso?
Nem � m�sica, tem a� um padr�o ac�stico enterrado no sinal, mas...
N�o, n�o, n�o. � mais do que isso.
- Descreva o que �. - Tem um ritmo...
que penetra na gente. Eu me sinto muito bem com ela,
- temos que mostrar para os outros. - Certo, isto � loucura, t� bom.
Eu disse n�o.
Eu gostaria que pudesse ouvir, Devon. Seria muito bom.
- � melhor a gente n�o se meter nisso. - Venham escutar uma m�sica. V�o adorar.
- Devon, voc� n�o tem aula? - Tenho. Na verdade... estava pensando
se eu podia fazer uma c�pia do arquivo que carreguei ontem no computador.
Demora s� um minuto. No m�ximo um minuto.
Est� bem, eu tiro para voc�. O que � mesmo?
O arquivo beta, deve ainda estar na fila para an�lise.
- Arquivo Beta Certus, � isto? - �, est� bem a�.
Olha, eu sei o que vai dizer, mas eu s� quero fazer mais alguns testes, t�.
- Pode estar acontecendo algo a�. - Est� acontecendo.
Uma atividade solar em massa que jamais foi vista antes.
E, em vez de me ajudar, o meu brilhante aluno
fica ouvindo os ETs.
- Voc� n�o fez uma c�pia? - Fiz.
Mas minha irm� pegou.
E ela...
- pensa que � m�sica. - M�sica?
Certo. �timo. At� mais tarde.
J� pedi para se dispersarem ou vou ter que suspender todos voc�s.
Nada mais disso importa.
Vamos para outro lugar. - Ah, � isso a�...
Al� Kelly, � o Devon.
Finalmente o bonz�o ligou.
- Como vai? - Tudo bem, mas eu preciso da sua ajuda.
Vou te mandar um arquivo de som.
De uma estrela da constela��o de Certus.
Um arquivo de som do espa�o. O que h� nele?
Bom, n�o sei, Kelly, talvez nada, mas...
se notar alguma coisa me avise, t�?
- Voc� vai entender quando ouvir. - Como voc� quiser.
- T�, 'sayonara' Kelly. - At� logo, Devon.
Devon?
Ent�o, voc�...
conversou com a Joyce?
- Sim. - Est� me ouvindo?
Devon. Pode baixar isso por favor?
Tudo bem, desculpe.
- O que �? - Bom...
segundo ela e o Vick � a m�sica mais bonita que eles j� ouviram.
O Vick?
O novo namorado que tem uma kombi.
�, olha... eu... encontrei isso por acaso,
mas era o que a Joyce estava ouvindo ontem � noite.
� um sinal de r�dio de Certus.
- Um sinal de r�dio? - �, bom, n�o � um quasar,
n�o � mensagem em c�digo, mas o som subarm�nico
- � muito complexo... - Devon!
N�o, n�o. Eu mesmo posso ouvir isso, olha...
mas, se h� alguma mensagem escondida no sinal
de alguma forma est� afetando a Joyce.
- N�o pai, isso � s�rio. - �, eu sei que �.
Olha. Por que voc� n�o pega o carro e d� uma volta para relaxar, v� ver algum amigo.
- Acha que eu estou pirado. - Nada disso.
N�o, acho que est� preocupado com a sua irm� e...
est� tentando obter respostas e eu tamb�m.
Mas acho que n�o vai encontrar aqui.
Joyce, Joyce... Joyce...
Desculpe, eu estava procurando a minha irm�.
Joyce! Joyce!
Devon, voc� veio.
- Eu vou te levar embora. - Mas voc� veio.
- Deve ter escutado. - O que est� havendo com voc�?
Tem que confiar, Devon, agora eu sei disso.
Eu posso sentir.
- N�o pode ver? - N�o, eu n�o posso.
Ei, o que est� fazendo, cara. O que h� com voc�?
- Ei, me d� a fita. - Voc� estragou tudo.
Voc� n�o sabe o que est� acontecendo.
- Em que posso ajudar? - � uma emerg�ncia.
Voc� vai ficar bem, Joyce.
Como ela est�?
Eu n�o sei. Pode ser envenenamento...
batimentos irregulares e uma quantidade anormal de metais
- pesados na pele e no sangue. - Metais?
Talvez um v�rus isolado.
Por enquanto temos 78 destes casos
todos eles com este del�rio ou como for o nome disso.
Eu... alertei as autoridades.
- Autoridades? - Por precau��o.
- Por favor. Eu n�o consigo ver. Me ajudem. - Acalme-se querida, estamos aqui.
Joyce, Joyce, � o Devon, agora quero que fique calma, t� legal?
Muito bem, levante sua cabe�a, t�?
Isso mesmo.
- Oftalmologia, r�pido. - Sim, Jenkins. � o Taylor.
Minha filha est�
sofrendo uma esp�cie de oclus�o da c�rnea.
Eu n�o sei...
Pai!
a �ris est� mudando.
Voc� pode ver aqui que a �ris se alterou e o...
l�quido que protege a c�rnea tem...
composi��o qu�mica alterada
e n�o temos pista do porqu� disso.
Dra. Rigel este � meu filho Devon. Devon a dra. Rigel
- do centro de controle de doen�as. - Ol�, Devon.
� uma doen�a ent�o? Foi isso que houve.
Bom, n�o sabemos o que � Devon.
Isolamos todas as v�timas e sabemos
que a transmiss�o n�o � pelo ar. Precisamos de mais dados,
por isso � importante tirar
sangue da �nica pessoa exposta � doen�a que n�o a pegou.
T�. Tudo bem, mas o que � que est� havendo com a minha irm�?
Pode ser uma varia��o da chamada
ademona cromaf�bica.
Uma desordem da gl�ndula pituit�ria
que afeta a melanina da pele e causa libera��o de endorfinas.
Endorfinas. Ent�o age como uma droga?
At� aqui todos os afetados s�o adolescentes.
Ou pode ser que estejam tendo uma rea��o
a uma subst�ncia que voc� n�o tomou.
Notou ou testemunhou o uso de drogas?
- N�o. - Nem mesmo ecstasy ou �cido?
N�o, n�o. O DJ n�o o pegou.
Bem, na verdade j� come�ou com os sintomas.
As unhas est�o alteradas assim como a �ris.
Na verdade doutora, n�o sei como ou porque,
mas esta aqui � a causa.
Estavam adorando, nunca se cansavam disso.
Ocorreu algum caso distante?
- N�o podemos relacionar todos os casos... - N�o. Porque eu passei
por e-mail o sinal para minha amiga Kelly em Nagano, no Jap�o.
Se houve um surto l� vai provar a minha teoria.
N�o entendo como um som em qualquer freq��ncia
possa ser a causa de alguma doen�a, mas...
- vamos checar. - �timo, obrigado.
- Enquanto isso, n�s... - Eu quero ver a minha irm�.
Bom, n�o fique assustado, ela est� no bal�o de oxig�nio...
isto alivia a dor.
Doutor Nicholas, dirija-se � cardiologia.
Quem est� a�? Eu n�o consigo ver.
- Est� emba�ado. - Sou eu Joyce.
Devon! Isso d�i tanto.
Eu sei.
- Onde est� o Vick? - Est� aqui no hospital.
Junto com os outros na emerg�ncia.
Por que tirou a m�sica?
Foi preciso, olhe o que ela fez para voc�.
Com ela eu estaria melhor, eu sei.
Por favor, Devon.
- Mas Joyce, eu n�o posso. - Por favor.
V�o descobrir uma forma de te curar.
- O papai est� trabalhando nisso, t� bom? - A mam�e estava assim...
antes de morrer.
Ela deve ter se sentido isso.
Eu n�o sabia que do�a tanto.
N�o fale sobre isso, t�.
- Mas d�i muito. - Eu sei, Joyce.
Eu sinto, eu sinto muito mesmo.
Voc� tem que tomar conta de Slash. Ele � s� um beb�.
Ele precisa de �gua todo dia.
� claro que vou, eu prometo.
Por favor.
Bem... Nenhum sinal da infec��o.
N�o sabemos porque, mas voc� est� bem.
Agora v� para casa, durma um pouco, volte amanh�.
Eu cuido da Joyce e...
a vis�o dela melhorou.
Ela vai morrer?
O estado � bem grave.
Doutor Taylor, dirija-se � patologia, urgente...
- Sabe que precisa dormir tamb�m. - Quem sabe quando isto acabar.
Eu ligo para voc� se houver novidades.
Ainda n�o h� novidade sobre a causa da doen�a.
Existe especula��o de que seja um tipo de v�rus legion�rio
e ainda n�o foi confirmado pelas autoridades.
Enquanto isso, cientistas a bordo da nave Columbia fizeram medi��es
detalhadas da intensa atividade solar
que dever� afetar os padr�es clim�ticos durante muitos anos.
Desculpe Slash, mas eu sei que voc� � adolescente.
Confie em mim.
� por uma boa causa.
Algu�m pode desligar esse barulho?
- Voc� � Devon Taylor? - Sim, o que houve?
� melhor voc� sentar, rapaz.
- Ei, ei... n�o precisa assust�-lo. - Depois do que ele fez?
Eu quero este equipamento embalado.
Tudo que puderem achar. (- Sim, senhor...) - O que eu fiz?
Ei, toma cuidado com isso.
- Pai, eu... - Voc� tinha raz�o sobre Nagano...
Houve um surto l� pior do que aqui.
E como est� a Kelly?
Foi infectada tamb�m, mas � tudo que sabemos.
Nagano foi completamente isolada
e durante a noite o governo declarou estado nacional
de emerg�ncia aqui tamb�m.
Estamos de quarentena para proteger o resto do pa�s de se infectar.
Est�o levando voc� e tudo que usou de volta para o hospital
para nos ajudar a reagir a partir de l�.
O que foi que eu fiz?
N�o � s� sua culpa, Devon.
Eu n�o quis te ouvir.
Senhoras e senhores esta reuni�o � confidencial...
No momento esta infec��o est� limitada
a esta cidade e a Nagano no Jap�o.
Mas devido � forma de transmiss�o parece dif�cil conter um surto.
Esta doen�a deriva de uma rea��o celular
a certos sons subarm�nicos e certas freq��ncias de r�dio.
De fato, � uma resposta biol�gica ao som.
Se n�o pudermos cont�-lo, o n�mero de pessoas infectadas poderia
alcan�ar milh�es em poucos dias.
Dr. Henglyn, epidemiologia.
� especialmente dif�cil impedir que um som se espalhe.
Posso... O som ou sinal �...
percebido pelos suscet�veis � doen�a...
como m�sica e o ouvinte...
sente uma euforia intensa que...
vicia rapidamente e isto � acompanhado...
por um desejo intenso de divulgar a experi�ncia.
V�rios del�rios coletivos se espalharam pela cidade a noite toda
apesar de nossos esfor�os de impor um hor�rio.
E sabe se o sinal est� vindo... do espa�o?
A resposta quanto a isso... � sim.
V�rios de nossos observat�rios j� o captaram.
O sinal se repete e aparentemente...
- � de origem artificial. - Quem est� enviando?
N�o sabemos.
A composi��o do sinal � muito complexa.
- � extremamente dif�cil interpretar. - Doutores!
Os militares acham que este sinal n�o seja acidental.
� provavelmente um ato de guerra.
S� o que sabemos � que foi emitido por uma ra�a
bem mais adiantada que a nossa.
As melhores cabe�as do mundo o est�o analisando.
E estamos no momento verificando v�rias alternativas
para eliminar os seus efeitos.
Por�m, por enquanto, n�o existe cura.
Ent�o, o senhor n�o acha um grande perigo se expor ao sinal?
N�o para adultos. A doen�a parece afetar
somente as pessoas jovens principalmente os adolescentes.
� isso, e n�o s� as pessoas. Eu expus v�rias plantas
e tamb�m animais aos sinais.
Pelo jeito, quem o mandou
queria atingir uma grande variedade de formas de vida.
Voc� foi o primeiro a captar este sinal, correto?
- Sim. - E ent�o, como n�o foi afetado?
Mas eu fui.
Devon est� no limite da adolesc�ncia e da idade adulta.
Assim ele p�de ouvir alguma coisa do sinal
e n�o sofrer seus efeitos de imediato.
Entre as idades de 20 e 24...
a doen�a parece progredir bem mais lentamente.
Acima dos 24 anos as pessoas parecem
- totalmente imunes. - Ent�o o que est� dizendo � que...
que est� tentando atingir os nossos jovens?
� o que parece.
Senhoras e senhores. O tempo est� passando.
Vamos trabalhar antes que se torne uma pandemia.
- Papai! - Oi.
Como se sente? Os rem�dios para dor...
- ajudaram voc�? - Lembra quando a mam�e disse chega?
Sim, eu me... lembro.
Joyce.
Tem uma coisa que queremos tentar.
- Uma revers�o do sinal. - Pai, eu n�o quero chegar a este ponto.
Por favor.
- Prometa que n�o vai fazer isto comigo. - Joyce.
Vai se sentir melhor.
Vai parar os efeitos que o sinal tem sobre voc�.
N�o. Eu s� quero a m�sica de volta, sei que vai ficar tudo bem.
Voc� foi infectada mais tempo que todos.
Ent�o quer�amos tentar isso com voc� primeiro.
Fizemos testes em animais e vai doer muito.
Mas vamos fazer o poss�vel para controlar a dor.
Voc� n�o entendeu.
Querida eu sei que tem muito medo.
N�o vou a lugar nenhum eu vou estar aqui.
- Press�o 14 por 9. - Joyce.
Est� queimando. Parem.
Comece com morfina, j�.
- Por favor. - Press�o 18 por 12, pulso irregular.
- N�o parem a m�sica, por favor. - S� mais um pouco.
N�o fa�am isto comigo...
Papai!
- Est� parando. - C�digo azul, pare isso.
Devon, saia do meu caminho.
Dois, tr�s, quatro, cinco.
Um, dois, tr�s, quatro...
cinco.
Um, dois, tr�s, quatro, cinco.
N�o est� reagindo.
Estamos perdendo-a. Adrenalina.
- O que est� fazendo? - � o que ela precisa.
- Voc� n�o sabe de nada. - Confie em mim, pai, � o que ela precisa.
Viu? N�o podemos impedir a mudan�a.
- Temos que deixar acontecer. - Acontecer o qu�?
Est� tudo bem agora. Pode desligar a m�sica.
Joyce.
Agora est� tudo bem, papai.
- E a dor. - Parou.
Acabou.
- E eu j� estou pronta. - Pronta, para qu�?
J� sei o que est� havendo.
Devon, toda a comunidade cient�fica est� estudando o problema...
- e ainda n�o p�de descobrir nada. - � que n�o podem ouvir o que eu ou�o.
Quanto mais eu escuto, mais bonito � o som.
E mais eu aprendo a v�-lo como a Joyce.
Devon.
Olhe para voc� mesmo, filho.
Voc� tem que parar de ouvir.
- A doen�a come�a a afetar a sua cabe�a. - Mas e se n�o for uma doen�a?
Pai, n�o � verdade que os �nicos a morrer foram os que voc�s tentaram curar?
- Sim. - Ent�o, viu?
O sinal n�o quer nos prejudicar.
S� quer nos mudar. Todos os seres vivos...
quanto mais eu escuto mais eu ou�o isso.
- Eu sinto. - � o efeito da endorfina, � como �pio.
N�o. � s� para tornar a mudan�a menos dolorida.
Mais f�cil de aceitar. A Joyce n�o disse que...
estava pronta? Certo?
Em seu �ntimo, ela j� sabia.
Seu corpo j� sabia que era hora de mudar.
- Que tipo de mudan�a? - Olhe...
eu bombardeie tudo nessa mesa com altos n�veis de radia��o
ultravioleta, o bastante para matar uma planta ou um animal.
Os �nicos que conseguiram sobreviver...
foram os que eu expus ao sinal.
Estamos mudando. N�s estamos sendo mudados...
por algum motivo.
At� onde quer que eu volte?
O mais longe poss�vel.
- Sessenta anos? - Sim.
- Meu Deus, Devon. - O que estamos vendo?
� a estrela de onde partiu o sinal de r�dio
como era em 1937.
Era uma estrela amarela parecida com o sol.
E esta � a estrela como � vista hoje.
- Ela est� azul. - Eu n�o estou entendendo.
- O sol deles mudou. - Mudou mesmo.
Para ultravioleta.
- E o sol est� para fazer o mesmo. - Aumento da atividade solar, manchas...
eram sinais de aviso.
- Nem mesmo vimos chegar. - Mas eles sim.
Pois aconteceu com eles.
Para sobreviver tiveram que se adaptar, mudar.
E est�o nos oferecendo a mesma mudan�a.
A m�sica n�o � um ato de guerra.
� um ato de piedade.
Est�o tentando nos salvar.
Tivemos confirma��o internacional do que descobrimos.
Embora ainda mal se possa detectar...
o espectro do sol come�ou a mudar em definitivo
para o ultravioleta.
As autoridades fizeram uma recomenda��o oficial.
Sempre que poss�vel devemos encorajar a transforma��o.
Para tanto, o tratamento hormonal j� est� sendo desenvolvido,
para permitir que todos acima de 20 anos
tamb�m possam ouvir a m�sica.
Em vistas destes avan�os, o presidente emitiu a seguinte
instru��o v�lida de imediato:
Todas as instala��es da defesa civil incluindo o sistema
de emissora de emerg�ncia v�o come�ar a transmiss�o cont�nua
do sinal. Acreditamos que a exposi��o ao sinal
seja a �nica forma de assegurar sobreviv�ncia em vista da mudan�a solar.
O presidente ordenou colocar sat�lites em �rbita
para retransmitir o sinal em ondas curtas
para alcan�ar �reas pouco densas desse pa�s
e para os pa�ses menos desenvolvidos, incapazes de cuidar desta exposi��o.
Senhoras e senhores para melhor ou pior este
� o momento de mudan�a radical para todos os povos do mundo.
E por esta adversidade recebemos esta chance de amigos
que est�o t�o longe.
De presenciar uma nova era.
Devon?
Desde que a m�sica parou...
eu n�o sei mais quem sou.
Eu comprei meu vestido de formatura, pois combinava com o meu cabelo.
Oi, papai!
- Eu fiquei horr�vel. - Nunca...
Joyce, em breve eu serei o de apar�ncia estranha.
Sabe, quase todos se decidiram pela mudan�a.
At� a dra. Rigel.
Voc� tinha que ver, ela est� elegante,
mas voc�, voc�...
sempre ser� a garota mais bonita da formatura.
- Ent�o, porque n�o fez a mudan�a? - Bem, tenho pensado muito em sua m�e...
e se ela teria feito esta mudan�a.
O que vai acontecer com voc�?
Eu tenho que ficar em recinto fechado o resto da minha vida,
mas n�o ficarei s�.
H� milh�es de pessoas que decidiram n�o fazer a mudan�a.
Muitas da minha gera��o.
O que importa � o futuro. O seu futuro.
E, al�m disso, a sua m�e vai me reconhecer no c�u.
Seria bom se tivesse escutado a m�sica como n�s.
Eu nunca vou esquecer.
Eu fico com a m�sica dos anos 60.
Aquilo sim era m�sica.
Com licen�a.
� hora de ir. A pr�xima mudan�a est� marcada para hoje � tarde.
Tudo bem, vamos te deixar em casa, pai.
�, vamos.
E para os milh�es que decidiram n�o mudar
esperamos que este novo come�o,
o Ano Um... da segunda era do homem,
traga um novo senso de prop�sito para nosso planeta.
Eu acabei de saber que a mudan�a final vai ocorrer a qualquer momento.
Repetimos, aqueles que n�o quiserem a mudan�a...
devem ficar dentro de casa.
A exposi��o direta ao sol vai matar em poucas horas.
Aqui � Marcus Filbert para a IBS...
na v�spera de um novo mil�nio.
N�o � bonito?
Com certeza. Feliz ano novo, Joyce...
Dizem que a m�sica � uma ponte universal
que cruza barreiras de cultura,
idade e idioma.
Algum dia, pode ser que ela tamb�m venha ultrapassar
as barreiras do tempo
e do espa�o.
Brunks der Preu�ischen
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.