All language subtitles for Outer Limits The S03E05

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Original subtitles

A fonte de dados, agora conhecida apenas como a Fonte, foi desenvolvida

h� 50 anos, para que a popula��o da Terra pudesse ter acesso imediato

� rede de informa��o mundial. Suprimento de dados conhecido

como Eddie passa imediatamente para o implante craniano do indiv�duo.

No entanto, a taxa de sucesso atingida na pr�tica foi de menos de 100%.

Descobriu-se que algumas configura��es impedem a transfer�ncia de dados ao c�rebro.

Para os novos indiv�duos com defeitos neurais o acesso � Fonte � imposs�vel.

Imposs�vel para as pessoas com defeito. - Ryan!

Mark, o que �? - O alarme disparou porque algu�m...

est� brincando com algo que n�o devia. - Eu lamento, eu... pensei que...

se acionasse um Eddie, poderia descobrir... - O seu problema n�o � pequeno.

� mesmo de constru��o, Ryan. Voc� � defeituoso.

Eu sei. Eu vou montar isso de novo.

N�o precisa.

A Fonte j� mandou um t�cnico autorizado.

N�o me obrigue a fazer isso de novo, Ryan, t� bom.

Agora, vamos, voc� tem que cuidar de alguns livros. (Certo...)

O conte�do deles j� est� na Fonte.

Pode fazer o que quiser com eles. Tire-os daqui. Precisamos de espa�o.

Certo. Eu sei, Mark, vou fazer isso.

Oi, Cheryl. - Oi, Ryan.

Estou atrapalhando a sua Fonte? - Ryan, isso � imposs�vel.

A Fonte �... - � digital e n�o anal�gica. Foi uma piada.

O que est� fazendo? - Pesquisa para o hospital.

Isso � bem complicado. - Eu sei, que �timo. � �timo.

Ulisses, voc� j� leu esse livro?

N�o. Aguarde um segundo.

ULISSES por James Joyce

Demora um pouco.

Pronto. Tem alguma coisa que n�o entendeu?

N�o.

Eu pensei que fosse uma boa est�ria.

�... tchau. - At� mais, Ryan.

Olha, Stanley, eu sei que Ryan � como um filho, para voc�, mas

ele tem que aceitar as suas limita��es. - Ele tem que aproveitar o seu potencial.

Potencial, potencial para ler livros?

Se tivesse aspira��es mais realistas, at� seria poss�vel educ�-lo.

Talvez para ser zelador... - Talvez se voc� acha que ele s�

serve para isso, talvez voc� � que devesse ser educado.

A Fonte nos d� acesso instant�neo a todos os fatos e id�ias registrados.

Ryan s� quer uma coisa que � normal para n�s.

Apenas aprender.

Voc� poderia ser mais tolerante com ele.

Sabe, houve um tempo que ler era sinal de intelig�ncia.

Ah, �... - Sim...

Ainda bem que esse tempo passou.

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, espere.

N�s examinamos o mundo para aprender...

n�s o dividimos em fatos, n�meros, informa��es.

Mas, at� onde podemos ir, antes de destruir os seus mist�rios.

Conex�es neuro-el�tricas podem ser conseguidas usando-se

um conjunto de trans�stores. Muito interessante. (�...)

Continue.

Vamos ver onde est�vamos: para ligar as conex�es sin�pticas desde que

as incompatibilidades de transfer�ncia sejam compensadas.

Cada palavra.

Nossa, como � isso, ler sem ler de fato?

N�o sei, � uma coisa autom�tica. Nunca pensei muito nisso.

�, eu sei.

Focalizamos as p�ginas, as letras entram na Fonte para reconhecimento,

e voltam traduzidas na forma de dados que podem ser estocados como mem�ria.

Isso � tudo, n�o �?

Acho que seria mais interessante escrever como � de fato a leitura das letras

como elas se convertem em palavras e sons

e memoriz�-las uma por uma...

Stanley disse que voc� consegue fazer at� aritm�tica.

Isso n�o me impressiona. Eu n�o tenho escolha.

Bem, acho que vou querer aprender um dia.

� como dizer a um aleijado que quer aprender a usar as suas muletas.

Lamento, Ryan. Eu n�o quis...

Desculpe.

Espere. Tem um minuto.

Estou preocupado pelo Stanley. Acho que est� doente.

Claro, vamos.

N�o sei, ultimamente, o Stanley tem se preocupado com coisas triviais.

Detalhes insignificantes. Outro dia, estava perto dos meus livros.

N�o estava lendo, s� olhando para eles, suas cores, sentindo o toque...

A curiosidade � uma caracter�stica biol�gica. Faz parte da Fonte.

N�o � doen�a. - S� foi feito um pedido.

Bem, e o que tem? - Quer que eu anote o seu pedido?

Desculpe, Ryan. Eu fiz meu pedido quando passei aqui. Quest�o de h�bito.

Entendo. Ent�o, precisa ouvir o menu.

Hoje temos um cozido de ostras, sopa de frango...

e salada. - Salada, por favor.

Ryan, nos conhecemos desde crian�a. E nunca me disse como...

Como me tornei incapaz? � s� ver na Fonte.

Bem, eu prefiro ouvir de voc�.

� uma curiosidade profissional? - Sou neuropsic�loga.

Na verdade, nunca vi ningu�m com o seu problema antes.

Espero que n�o se ofenda.

Ao cinco anos tive um acidente de carro. Sofri danos neurol�gicos graves.

Os m�dicos me salvaram, mas...

Eu lamento.

E seus pais? - Morreram na hora.

Stanley me ensinou a sobreviver.

Stanley n�o est� doente. Ele s� quer ser parte da sua vida.

Ele n�o pode ler, por isso se entristece.

Acho que ele s� quer dizer que o que faz � importante.

Obrigado.

Stanley, cheguei.

Stanley. - Estou trabalhando.

Desculpe. - Voc� sabia, que nos �ltimos 61 anos...

o algarismo 7 predomina nos n�meros do Seguro Social?

N�o, n�o sabia...

Stanley...

Voc� tem vergonha de mim?

Ryan, como pode perguntar isso?

Qual a idade do Mark?

Ele fez 15 em 17 de maio, �s 21 horas e doze. Por qu�?

Ele j� sabe mais do que posso aprender. - Mas ser� sempre um idiota.

Ryan, n�o preste aten��o nele. - � que eu passei a minha vida toda

olhando p�gina por p�gina, tentando aprender, enfiar cada informa��o

nessa minha cabe�a in�til, e n�o importa o quanto me esforce.

N�o h� nada que eu saiba, que o Mark ou outro n�o possa puxar em um segundo.

� bom se lembrar de vez em quando que

nada que valhe a pena aprender pode ser ensinado.

Mas eu tenho que ler para aprender.

Desculpe. - N�o, voc� tem raz�o.

Voc� n�o sabe as coisas que eu sei.

Tamb�m n�o sabe, o quanto voc� � especial.

E n�o sabe o quanto a sua fraqueza o fortaleceu.

E voc� se engana quando pensa que n�o entendo a sua frustra��o.

Voc� j� observou algu�m que ama tentar fazer algo que sabe que n�o pode ajudar?

Quando voc� era crian�a eu n�o pude ajudar a aprender o que mais precisava.

Eu n�o pude te ensinar a ler.

Mas voc� n�o precisou de mim para isso, certo.

"Nada que vale a pena aprender pode ser ensinado". Oscar Wilde.

Obrigado.

N�o faz sentido.

N�meros do seguro social deveriam ser aleat�rios.

Stanley, voc� est� bem?

Eu estou bem.

Mas � muito interessante que o algarismo 7 predomine.

124.627.

Stanley, o que que foi, Stanley?

Ryan, eu tenho, tenho 124.627 cabelos.

Eu contei, eu contei... Eu queria saber!

Eu precisava saber, e ent�o contei.

Eu tenho 124.627 cabelos.

Eu sei! Quantos p�los nos bra�os!

Quantos p�los nos bra�os! Eu preciso saber!

Eu preciso saber!

Eu preciso saber!

Socorro!

Stanley, chame a Fonte e pe�a ajuda! Socorro...

Stanley, entre na Fonte! Vamos...

Nos ajude!

Socorro!

Espere, Stanley! Voc� vai ficar bem.

Socorro!

O que, o que houve com ele? - � um v�rus, Ryan.

� uma infec��o? - N�o, v�rus de computador.

Seu c�rebro estava recebendo informa��es mais r�pido do que podia processar.

E eu n�o posso fazer nada por ele. - N�o � verdade, Ryan... voc�

quebrou o seu "Eddie", e avisou a Fonte. Pediu ajuda quando precisou.

Voc� foi esperto. - Apenas reagi.

Ryan, temos as melhores cabe�as da Fonte ajudando o Stanley.

Acharemos uma cura. Eu prometo.

Eu sei.

Os m�dicos fizeram algum progresso? - J� est�o no n�vel 3 dos testes antivirus.

Eu posso fazer alguma coisa? - N�o, n�o v� perturb�-lo, Ryan, t� bom.

Com licen�a.

Eu n�o quero interromper, mas podem me dizer o que est� havendo?

Stanley � o meu guardi�o.

Entendo.

Dra. Arnold, pode dizer a esse jovem qual � a situa��o.

Doutora!

Fizemos 147 verifica��es do antivirus, para garantir a sua seguran�a.

Protocolo de seguran�a pede apenas cem. N�o foi cuidadosa demais?

N�o. Acho que n�o.

Entrei na Fonte de Bond e Melbourne. Acreditam ter um antivirus eficaz para

o caso, mas n�o querem se comprometer clinicamente pois est�o a 6.219 km.

Pe�a que mandem o programa agora. Podemos checar

o diagn�stico em San Francisco e ter uma resposta final dentro de uma hora.

Deixe com a gente.

� claro, que escolha eu tenho.

Podemos come�ar os procedimentos. Vamos verificar se est� tudo em ordem.

Vamos agir com rapidez para estabiliz�-lo. - Pelo que vejo ainda faltam oito por cento.

Vamos introduzir os dados na Fonte. - Dados introduzidos.

Batimento 100 por 50. Pulso em 61.

Parece cr�tico, n�o est� se recuperando. - Doutor, n�veis bons...

Esbilizou.

Vou tir�-lo da Fonte.

Enfermeira, liga��o cortical desconectada.

Sinais? - Estabilizado, doutor. Diagn�stico?

Fun��es corticais m�nimas.

Me mande os dados mais recentes, por favor.

Obrigado, vou entrar.

Administrar antivirus.

Administrar antivirus.

Dra. Arnold est� me ouvindo?

Come�ando a descarregar.

Descarregando 10 por cento... 20, 30, 40...

Est�o descarregando as instru��es do antivirus diretamente em seu programa.

S� leva alguns minutos. - Certo...

Vai ficar tudo bem. - Certo...

Descarregando 75 por cento.

Parece bom.

Espere! Estou vendo atividade sin�ptica no programa. Est� vendo isso?

Sim, mas n�o d� para medir, quando a press�o est� sendo aplicada na unha.

O qu�? - Doutor, o paciente voltou na Fonte.

Isso � imposs�vel. - Mas, o que houve?

N�o sei.

Ele n�o estabilizou. (N�o podemos parar...) - Espessura m�dia, de 2,4.

Dra. Arnold, pare o fluxo. - Espessura m�dia, de 2,4 kg.

O descarregamento tem que ser preciso.

Arnold, pare o fluxo de dados! Imediatamente!

Isso n�o est� acontecendo! O fluxo de dados tem que parar!

Est� a ponto de se romper. - Leve-a daqui, vamos!

Pare os dados e mantenha este homem sedado!

O c�rebro n�o est� funcionando! - Est� ligado ao fluxo! Desligue-o!

O acesso aos sistema nervoso est� bloqueado. N�o posso fazer conex�o.

Stanley! - Voc� n�o pode fazer nada.

Ele precisa de mim. - Ryan, voc� n�o pode ajud�-lo!

Ryan! - � uma hemorragia, o c�rebro n�o d� conta.

Eu estou aqui, Stanley! - Lamento, n�o pode ficar!

Eu n�o vou sair. Eu estou aqui, meu amigo.

J� disse, n�o pode ficar...

Ryan, � o caos.

Eu n�o entendo. - Est� em choque sin�ptico.

Ryan...

voc� est�... diferente. - Sei que estou, eu lamento... amigo...

N�o! Voc� n�o tem o que n�s temos...

ent�o, n�o v� o que vemos.

Est� de fora... de fora, Ryan... lamento...

Stanley, por favor n�o me deixe! - Voc� � a nossa esperan�a.

Temos que insistir.

Eu te amo, Ryan.

Stanley!

Stanley!

N�o me deixe, Stan! N�o me deixe!

Stanley!

Lamento, lamento n�o ter sido o que voc� queria.

Lamento pelo que sou. Lamento por n�o ter ajudado.

Sinto muito. - N�o deveria.

Tudo o que tentamos fazer, foi completamente in�til.

N�o foi sua culpa, Ryan. - Se chegassem ao v�rus mais r�pido...

Stanley era um bom homem.

Por certo, no fim, ele pensou em quanto fui in�til.

N�o. No fim, ele disse o quanto te amava.

Vamos.

Uma transcri��o dos �ltimos momentos da vida de Stanley

foi posta na Fonte.

Na esperan�a que algu�m possa achar uma f�rmula de eliminar o v�rus.

E...? - Pode levar algum tempo.

Para voc� usando a Fonte? - O fluxo de informa��es...

da mente de Stanley era impressionante. Uma an�lise completa levar� semanas.

Mas o conte�do era bem estranho. Perto do fim...

Stanley calculou 197 varia��es da cor vermelha.

Por qu�? Ele odiava o vermelho. - Deve ser por causa do v�rus.

Descobrimos que ele nos torna curiosos, mas leva isso ao extremo.

Voc� sabia que a dra. Arnold foi infectada por ele tamb�m.

Ela ro�a as unhas para testar quanta for�a era necess�ria para romp�-las.

Carregando e descarregando milh�es e milh�es de dados in�teis.

Hoje ela chegou ao limite. - Ela morreu?

O v�rus est� se espalhando, Ryan. A Fonte est� sendo mudada.

S�tima festa de anivers�rio.

At� tr�s. Um, dois, tr�s...

Apague as velas e fa�a um desejo.

Muito bem! O que voc� desejou? - Um presente.

Um presente?

Vamos, r�pido... Voc� n�o tem todo o dia, Ryan.

O que �? - � como uma Fonte, mas ele � todo seu.

N�o quero ter uma Fonte. Eu quero a sua.

Ryan, voc� n�o pode entrar na Fonte.

Talvez, algum dia...

mas, por enquanto vai ter que se acostumar a ficar de fora.

Feliz anivers�rio.

Como funciona?

Eu, eu n�o sei.

Por favor, retornem a seus lares. Por favor, retornem todos.

Por favor, levem o meu filho! Eu tenho que voltar para a praia.

Tantos gr�os de areia. 80 milh�es de metros quadrados de areia.

Vamos � biblioteca para ver como deter esta epidemia.

T�, paci�ncia, fazer o qu�. - N�o podemos venc�-lo, o virus � mutante.

Por isso, temos que elimimar o mal pela raiz. - Ryan?

� o que estamos tentando fazer. - O v�rus n�o � o problema, � a Fonte.

Por isso, temos que fech�-la, destru�-la. - Isso � um absurdo.

Milhares de pessoas est�o infectadas. E quer que a gente elimine

a �nica coisa que pode nos dar a solu��o.

N�o, a Fonte � o problema, por isso n�o podem bloquear o virus.

O problema � s�rio, Ryan, mas � s� um virus. Ele n�o pensa.

N�o precisa, ele enxerga voc�s. - Pare de incomodar, nem sabe o que fala.

N�o podem pegar algo que v� voc�s chegando. - Algu�m tire ele daqui.

Precisam destruir a Fonte!

Precisam destruir a Fonte! T�m que me ouvir! Precisam destruir a Fonte.

O que se pode esperar de um retardado?

Ryan, sei como se sente. Sempre teve inveja dos que se ligam na Fonte.

E com a morte do Stanley...

� normal que esteja ressentido com a Fonte, dando-lhe qualidades humanas.

N�o � nada disso. - Ryan, ou�a a si pr�prio?

Voc� est� sugerindo, est� atribuindo intelig�ncia a uma coisa.

Veja isso, leia, vamos. - N�o consigo processar escrita a m�o.

Toda vez que tentaram parar o virus, ele fez algo inesperado.

Est� sempre um passo � frente. Quais as chances disso acontecer?

Uma em um milh�o, seiscentos e... - T�, t� legal, � impossivel, isso mesmo.

Voc�s n�o compreendem, a Fonte criou o v�rus

o desenvolveu para a sua pr�pria preserva��o.

Ryan, a Fonte tem fun��es de autodiagnose, auto-reparo em todos

os seus programas, inclusive ao virus. Isso n�o � instinto de sobreviv�ncia.

Voc� acha que essa distin��o importa para a Fonte?

Voc� fala com se ela fosse uma pessoa.

A Fonte n�o pensa e n�o sente. Ela n�o � viva.

N�o, mas ela aprende. Voc�s a fizeram gostar do conhecimento.

N�o, n�o � conhecimento, s� informa��o. Ela tem fome, est� usando todos voc�s

para lhe dar o m�ximo de informa��o, independentemente da sua utilidade.

E como n�o � viva, ela n�o se importa com voc�s.

A Fonte s� vai se saciar, quando souber tudo, tudo.

Mas, voc�s n�o sabem tudo. N�o poder�o saber de tudo.

Voc�s v�o morrer, tentando. - Podemos deslig�-la quando quisermos.

N�o, n�o podem. Mesmo se quisessem.

Do que est� falando?

N�o percebeu, n�o �? Ela est� fora de controle.

Tudo o que voc�s t�m, todo conhecimento ou id�ia, � puxado dessa coisa.

Ela n�o vai deix�-los destru�-la.

N�o vai deixar que queiram isso.

Como pode saber, como tem certeza?

� que eu estou de fora.

Eu n�o acredito...

A resposta de emerg�ncia contra o desligamento foi criada

pelas instru��es b�sicas da Fonte como autodefesa.

A primeira demonstra��o ap�s a sua ativa��o, ela cortou todos os acessos

externos aos c�digos de desligamento... a partir de uma coisa que n�o sei...

Os c�digos de desligamento ser�o impressos em mais de 700 publica��es.

Mas, n�o nestes. Em nenhum destes. A resposta se perdeu...

S�, se...

ele n�o devolveu?

Cole, Cole...

N�o devolveu o livro, sr. Cole.

Perdemos o dr. Kevingtan. � pior do que pensava.

N�s vamos ter que agir.

Oi, como vai? - Cheryl?

Ainda bem que me procurou primeiro. Vamos.

Aonde? - Ao centro, distrito financeiro.

Por qu�? L� s� existem pr�dios abandonados e lixo.

E respostas.

Ryan, voc� conhece a express�o: perder a viagem?

� exatamente isso que vai acontecer. - N�o me trate como paciente seu, Cheryl.

O v�rus n�o pode me atingir, lembra. - Ryan, s� estou tentando ajudar, certo.

Ent�o, me ajude. Venha comigo.

Mas, posso perguntar pra qu�? - Para acessar a Fonte.

Isso se faz em qualquer lugar. - Isso n�o. Muito bem, certo...

Me diga o que quer saber? - T� bom, assim que eu descobrir.

� isso a�. Bem, chegamos - A lugar nenhum.

T� legal, vamos.

O que exatamente quer encontrar? - Um objeto bem pesado.

Quis dizer em sentido amplo.

Voc� n�o quer me ajudar?

Sabe que eu tinha uma queda por voc�?

�...

E por que nunca me disse nada?

Porque n�o me sentia digno de voc�.

E por que disse agora? - Porque resta pouco tempo... para todos.

Perfeito.

Sabe, voc� disse no passado. - O qu�?

Que tinha uma queda por mim. - Eu disse... (�...)

Talvez apenas um deslize, Cheryl. Uma coisa comum nos seres humanos.

� mesmo, �? - Nada escapa a sua aten��o, n�o �?

Isso... pode ir...

O que estamos fazendo aqui? Isso � loucura. Sabe disso, n�o �.

Quer ir embora, Agora � a hora.

Ainda n�o disse porque estamos aqui. - Este � o �ltimo ref�gio.

Sabe, algumas vezes, n�o consigo te entender.

Estou aqui, porque � o escrit�rio do Jesse Cole, e voc� porque � curiosa.

Quem � esse Jesse Cole? - O gerente desse lugar...

e talvez o homem mais esperto que j� existiu.

Pra que todos esses livros?

Como pode saber se era inteligente ou se usou a Fonte?

Pelos arquivos dele na biblioteca. Gostava de ler livros.

Durante trinta anos, ele verificou todos os livros da biblioteca.

Bem-vinda ao �ltimo ref�gio do conhecimento. Desde a �poca...

de Jesse Cole, todo o material foi publicado na Fonte por lei, e os livros

considerados perigosos, destru�dos. - �, mas para a nossa seguran�a.

Algu�m disse que um crime maior do que queimar livros era n�o os ler.

Algumas informa��es n�o deveriam cair em m�os erradas, Ryan.

Quer dizer, nas cabe�as erradas. Voc� sabe quem decidia o que ficava

e o que deveria ser destruido? - A Fonte, ela...

A Fonte, exatamente. E ela decidiu que qualquer coisa...

que pudesse deslig�-la, seria verdadeiramente o maior perigo.

E aqui est�, de instru��o de procedimentos.

Jesse Cole podia ser muito esperto, mas tamb�m irrespons�vel, por sorte.

Retirou esses livros da biblioteca, mas n�o devolveu nenhum deles.

A Fonte n�o pode destruir uma coisa que n�o tem.

E neste livro tem o programa. Vai us�-lo, para deslig�-la.

Eu... acho que n�o.

Ah, n�o!

Vamos. Vamos... - A Fonte sabe onde est�, Ryan,

e sabe o que pretende fazer. Acabou.

N�o, ainda, n�o, vamos.

Vamos, cerquem o pr�dio. Vamos.

Ryan, enquanto eu estiver com voc�, eles saber�o onde exatamente est�. Desista.

Salvei a sua vida, vamos! - N�o est�o atirando em mim!

Vamos! - N�o vai querer entrar a�.

Tem alguma outra id�ia? - Parados! N�o se mexam!

Esta passagem vai ser fechada. N�o tem como abri-la, vamos sufocar!

�, talvez...

N�o tem ar aqui dentro. - Lamento fazer isso com voc�.

Ryan, n�o posso ir a lugar nenhum. Isso n�o � necess�rio.

Quanto tempo vai demorar para nos achar? - Como posso saber.

Porque eles sabem. - Chega, Ryan!

N�o pensava que estar�amos sozinhos, n�o �.

A porta tem tr�s camadas de a�o refor�ado.

Corte com ma�arico levar� 2h27 minutos. - � tempo demais.

Vamos l� pessoal.

Eles v�o conseguir entrar.

Eu sei.

O bloqueio � autom�tico. N�o tem como acessar o mecanismo.

Certo. Acenda o ma�arico.

Sabe, mesmo nos seus padr�es voc� � um fracasso.

Com licen�a, mas estou tentando ler.

Poderia ter se livrado de mim e fugido, mas preferiu entrar em um lugar sem sa�da,

sentar para ler um livro, por duas horas. - Eu n�o estava fugindo.

Vamos ver isso.

O que ele est� fazendo l�, afinal? - Ele est� lendo.

Lendo, o qu�? - Eu n�o sei, Cheryl n�o p�de ver direito.

Mas, ela tem que ver.

Sabe que n�o pode vencer.

Nada � imposs�vel. Nada � certo.

S� se for programado.

Voc� n�o entende nada mesmo?

Eles v�o te matar, Ryan!

Voc� quer me matar? - N�o, � claro que n�o.

Mas quero parar voc�, antes que prejudique a todos n�s.

N�o h� humanidade neles, nem em voc�.

Por que acho que voc� est� errado? - N�o, � porque todos acham.

E ningu�m diz nada contra, ningu�m. � humano discordar e cometer erros.

N�o cometemos erros. Temos as informa��es perfeitas.

� humano cometer erros, mesmo com as informa��es perfeitas.

Como, quando se quer muito uma coisa embora

todas as informa��es indiquem que voc� nunca ter� o que quer.

� s� um programa, Ryan, s� uma ferramenta

que torna as nossas vidas melhores.

Ela controla as suas vidas.

Sem vontade pr�pria, n�o se consegue viver...

se torna uma parte da m�quina.

Voc� n�o sabe como �?

E voc�, nem sonha.

N�o se pode sonhar, se n�o se tem desafios.

A Fonte tirou todos os seus sonhos, e nem deu conhecimento em troca.

S� informa��o, informa��o sem sentido.

Sem compreens�o, sem contexto...

In�til.

Ele a enganou. Ela est� lendo as ordens de desligamento e est� mandando � Fonte.

Cheryl, n�o olhe! Pare de transmitir...

Qual � o problema? N�o quer ver o meu livro?

Voc� � que n�o quer, ou � a Fonte que n�o quer?

Leia! - Voc� me usou.

Leia!

Ryan, sabemos o que est� tentando fazer.

Ent�o, prove pra mim que ainda resta um pouco de humanidade em voc�.

Prove que ainda est� viva. Leia os comandos. Fa�a essa escolha!

Arriscou sua vida esperando que eu desligasse a Fonte.

Eu nunca farei isso.

Por que fez isso?

Porque em alguns segundos eu vou estar morto.

Eu quis fazer isso a minha vida toda.

Vamos agora, ele vai ter o que merece.

Mark, por favor! - O momento esperado!

Podemos prosseguir, ent�o? - Mate-o!

Desligando o Sistema

Ordem j� dada, programa terminado. Programa da Fonte sendo desligado...

O que est� acontecendo, o que aconteceu com a Fonte. Isso nunca aconteceu antes.

O que aconteceu? O que foi que houve?

Fizemos uma escolha.

Ryan... Ryan... que bom.

G-a-t-o.

G-a-t-o. Gato.

Gato. - Perfeito.

Eu me sinto uma idiota. - N�o.

S� vai levar algum tempo.

Certo, vamos come�ar o alfabeto de novo. A primeira letra � "A". (A...)

Agora, 'A' de abelha... Agora, 'B'... depois, 'C'...

Fazemos m�quinas para aumentar as nossas habilidades...

melhorar os conhecimentos, atingir nossas aspira��es.

Mas, n�o podemos deixar que nos dominem.

Porque se n�o houver diferen�a entre a m�quina e o construtor...

quem vai permanecer para construir o mundo.

Brunks der Preu�ischen

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