All language subtitles for Outer Limits The S03E02

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Original subtitles

Carl... �... um bom...

menino. - Muito bem, Carl.

Mas, lembre-se como fazemos o 'b'?

� uma linha reta para baixo e um c�rculo para a direita. Viu? Tente de novo.

Olhe aqui, Rose. - Voc� terminou a p�gina.

Est� muito bom, Will. - Ela gostou mais da minha.

N�o ligue para ele, Carl. � muito exibido.

� a minha carona.

Rose...

eu fiz isso... � para voc�.

Obrigado.

"Eu te amo, Rose. Case comigo, por favor".

Que gentil.

Eu preciso ir, at� amanh�.

Vamos, Carl. Voc� vai se atrasar no trabalho.

Largue o esfreg�o, Carl. N�o precisa limpar nada hoje.

Me escute com aten��o. Vou te dar uma coisa hoje, Carl.

Uma coisa maravilhosa.

Eu vou te dar uma mente nova.

Voc� continua o Carl. Mas, melhor.

Vai poder fazer coisas que nem sonhava.

Vai ser como ter uma mente a mais.

A minha mente.

N�o precisa mais dela? - N�o.

Na verdade n�o, eu estou morrendo, Carl.

Mas, n�o quero que tudo isso morra comigo.

Eu n�o quero que voc� morra. - Ent�o, me ajude, Carl.

Me ajude a viver atrav�s de voc�.

Isso � bom, Carl. Confie em mim.

Voc� quer ser esperto, n�o �? - Rose gosta quando sou esperto.

Certo.

Veja agora, como ponho a m�quina.

Quando eu terminar, voc� vai p�r ela e apertar o bot�o verde.

Vai doer? - N�o Carl, eu prometo.

Lembre-se Carl, n�o importa o que aconte�a comigo ou pare�a feio,

voc� tem que p�r a m�quina e apertar o bot�o verde.

Vai se lembrar disso, Carl? - Apertar o bot�o, apertar o bot�o...

Adeus, amigo. - O bot�o, o bot�o...

N�o...

Dr. Valerian?

Dr. Valerian! N�o! N�o!

N�o...

Pressionar o bot�o.

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, espere.

� normal sonhar em ultrapassar as pr�prias limita��es.

Mas, e se de repente pud�ssemos ter as qualidades

que vemos nos outros, isso traria uma grande satisfa��o,

ou uma fome que nunca poderia ser saciada?

H� duas marcas de queimadura. Uma em cada t�mpora, quer minha opini�o?

Sabe o que eu acho. Acho que fritou o pr�prio c�rebro.

Vamos ver se entendi. Chegou depois das quatro e ele j� estava morto.

Eu mexi nele, e ele n�o se moveu, Ent�o chamei 911.

Voc� tem id�ia por que ele usou essa m�quina em si mesmo?

Talvez, talvez porque soubesse que ia morrer.

Ele te disse que ia morrer? - O c�ncer do p�ncreas foi se espalhando.

Veja com o m�dico dele, no hospital.

Rose, precisamos conversar. - O que foi, Louise?

O Karl est� esquisito. - Explique melhor?

Est� escutando a m�sica? - � bonito.

� Bach, se n�o me engano. - � o Carl, Rose.

Se est� incomodando, pe�a para baixar o r�dio.

Carl est� tocando a m�sica no teclado, de verdade.

Nossa, eu n�o tinha id�ia de que Carl podia tocar assim.

Ol�, dona Rose.

Ol�, Carl. Sua m�sica � maravilhosa.

Sim. - Para mim, � uma chatice.

Que indelicado, Willie. - Ele est� com inveja.

Eu n�o estou, n�o estou. - Calma, Willie.

Voc� tem um anel, � novo? - Ganhei do meu noivo...

Aposto que ele � rico, deve ter custado milhares de d�lares.

Vai se casar? - � o que parece.

Vamos! � hora da aula.

Vamos!

Mas, quem � voc�? - Sou Carl, trabalho para o dr. Valerian.

O Valerian morreu. - Eu sei disso.

Sou William Talbot. - Eu sei disso tamb�m.

O que vai fazer com esses pap�is? - S� estou pegando o que me pertence.

A voc�? - Quem acha que pagou tudo isso?

Gastei quase meio milh�o com as loucuras daquele doido.

S� me resta salvar o que sobrou.

Talvez possa me ajudar, Carl.

Eu s� limpo aqui.

Seu patr�o estava trabalhando em uma m�quina eletr�nica.

Uma vers�o menor desse prot�tipo.

Ele me mostrou uma vez. Cabe em uma caixa de 50 cent�metros.

Sou s� o porteiro.

Idiota.

Tem que estar em algum lugar, ele s� falava a respeito disso.

N�o devia fazer isso. - Deve estar aqui.

Est� sim. Talvez n�o seja um preju�zo total.

Vou mandar meu pessoal buscar o resto. - N�o, n�o! Pare!

N�o vai me parar! Saia do meu caminho!

Droga! - Pare! � do dr. Valerian.

V� para o inferno. - Vou contar que fez isso...

N�o vou deixar!

Fora, seu idiota!

N�o, n�o...

Eu n�o queria... eu n�o queria...

Eu n�o queria...

Tudo bem, Carl.

Voc� n�o � culpado. N�o � sua culpa.

Talvez, talvez seja o destino.

B�NUS MUNICIPAIS "O portador paga US $ 1.000"

Sim. Ol�, aqui � o Carl Durand.

Eu gostaria de abrir uma conta especial.

A��es, mercadorias. Quero op��es. As que puder conseguir.

Vou pagar com a��es municipais ao portador.

Capital inicial de 100.000 d�lares.

Certo. Eu quero comprar 500 a��es da "Osileytar Technologies."

"Osileytar". Registrada na bolsa, certo.

Ao pre�o de 60 d�lares, expira no m�s.

Mando meu contador � tarde, para acertar tudo.

Vamos fazer algum dinheiro, certo.

Obrigado.

Voc� nem consegue ler isso a�.

T� bom. Voc� nem tem um c�rebro na cabe�a.

Tenho tr�s. Um, dois, tr�s.

Carl, o correio trouxe isso para voc�.

� porn�?

Ol�, Carl. Se tudo deu certo,

estar� vendo isso, como parte de mim em voc�.

Espero n�o ter te incumbido de uma responsabilidade grande demais.

Mas, se minhas teorias estavam certas, n�s dois faremos hist�ria.

Quando chegar a hora, divulgaremos o nosso triunfo ao mundo.

Conto com voc�, Carl, para continuar a registrar

o progresso de nossa experi�ncia.

Se estou certo, voc� levou o equipamento de v�deo para casa.

Como sabe disso.

Experi�ncia, dia 3.

J� seria simplesmente incr�vel documentar

que a m�quina de transfer�ncia de mente � um sucesso.

Mas aconteceu uma coisa que torna a experi�ncia ainda mais not�vel.

Desculpe, dr. Valerian, mas eu assimilei a mente de outro,

de algu�m que voc� conhece... William Talbot.

Odiar nunca teve um sentido mais literal. O sentimento � m�tuo.

Era ele, caso n�o tenha notado.

Como pode ver, n�o foi s� a capacidade mental dele que eu absorvi.

O Talbot surge com frequ�ncia, como voc�, dr. Valerian.

O gozado � que a mente dele foi captada minutos ap�s a sua morte acidental.

Acidental uma ova. O que voc� queria era usar a m�quina em mim.

A capacidade da m�quina de transferir o conte�do da mente

poucos minutos ap�s a morte...

quando as c�lulas do c�rebro ainda est�o vivas...

foi uma coisa que voc� tinha previsto, mas que agora podemos comprovar.

Agora comprovamos que somos tr�s indiv�duos morando em um �nico corpo.

Compartilhamos conhecimento, mem�rias, h�bitos e habilidades.

Na maior parte do tempo eu sei que sou eu.

Que interessante, n�o �?

Tudo isso confere com os resultados previstos da experi�ncia.

Muito bem, Carl. Agora, descanse um pouco.

Sinto que est� escapando, dr. Valerian?

�timo, que tal irmos a algum lugar tomar um drinque e ver

um show de streap-tease e planejar o pr�ximo neg�cio com a��es.

Isso � o ideal. Eu posso fazer os meus trambiques e me esconder no corpo

de um imbecil, n�o �. - N�o! Eu n�o quero.

Eu s� quero a Rose. O Carl ama a Rose.

Quem �? - Carl, � o detetive Landers.

S� um minuto.

Detetive... - Sim, preciso fazer algumas perguntas.

Podemos falar? - Sim.

O que o nome William Talbot significa para voc�?

Ouvi falar, � o negociante encontrado no porta-malas.

Eu vi alguma coisa no notici�rio do canal 6 ao vivo

�s cinco. Tem not�cia o tempo todo. - Claro, certo, isso mesmo.

Ele morreu exatamente como o dr. Valerian.

Ser� que o doutor conhecia ele?

N�o, n�o... que eu soubesse.

Carl.

Achamos este caderno atr�s do laborat�rio.

Ele � seu?

Meu? Est� brincando?

N�o, n�o � meu. - N�o � seu.

Havia algum garoto por perto, eventualmente neto do doutor?

Ou algu�m da vizinhan�a?

Um garoto vizinho, eu estava ajudando na li��o, ele esqueceu isso.

Garoto vizinho.

Quer me contar mais alguma coisa, Carl? - N�o...

Se eu tiver mais perguntas, posso voltar aqui, Carl.

Sim.

Obrigado.

Estes pingentes de esmeralda s�o bonitos. - Rose gostaria desse, � bonito...

Posso saber at� quanto pretende gastar nesse presente?

Tudo isso.

O que est� fazendo aqui? - Trouxe uns presentes bem legais.

Carl, n�o devia fazer isso. Louise disse para voc� onde moro?

Eu olhei no escrit�rio. Voc� n�o vai abrir?

Nossa! Onde conseguiu isso?

Eu comprei, tem brincos tamb�m. S�o de diamantes.

Voc� n�o tem dinheiro para isso? - Tenho sim...

As a��es da "Osileytar Technologies" renderam. Dois por um, e eu ganhei.

Olhe, Carl, n�o sei quem est� por tr�s disso, mas pode devolver tudo.

Mas, mas, eu comprei pra voc�, Rose.

Eu te amo.

Eu tenho um namorado. Pretendo me casar.

E o que voc� sente por mim n�o � amor, � gratid�o, � uma loucura.

Eu... n�o sirvo para voc�, n�o � isso? - N�o, n�o se trata disso.

Ent�o, me diga o que voc� quer? Posso ser o que voc� quiser.

�, eu sei, me ou�a, ent�o... - Eu posso mudar.

Eu posso ser t�o bom como ele. Posso ser ainda melhor...

Pare. Pare. Eu n�o sei de onde tirou isso...

mas n�o quero de forma alguma que tenha problemas por minha causa.

Eu n�o posso. Eu n�o posso viver sem voc�, Rose.

N�o posso parar de pensar em voc�... - Carl, voc� precisa de ajuda.

Vou pedir para algu�m ver voc�. - N�o � o que voc� pensa.

Eu n�o tenho problemas mentais, o meu n�vel de seratonina est� normal.

Eu vou chamar a Louise. Quero que volte para a Casa Kleymar.

Quando eu vou te ver? - Adeus.

J� estamos no fim. S� mais algumas perguntas.

� uma constru��o interessante, Carl. Qual � o nome dela?

Dimetil Hexahidro Oksipin.

Telefone para voc�, Carl. - Quem �?

Seu corretor... de novo.

Obrigado, Carl. � tudo por hoje.

� o meu corretor...

Eu gostaria de examin�-lo ap�s alguns dias.

Enquanto isso, vou conversar com meus colegas

e consultar alguns livros adequados.

Obrigado.

Bem, ela quer acompanhar o Carl de perto, avise se acontecer algo mais grave.

Mais grave do que pular do prim�rio para o superior da noite pro dia...

ou ele aparecer em casa, com milhares de d�lares em j�ias.

Eu n�o mencionei isso.

Louise, ele n�o tem fam�lia nem dinheiro.

Devem ter sido roubadas. - N�o deve concluir isso.

Ele tem contato com um corretor. Pode se tornar um mago das finan�as.

Eu gosto do Carl, tanto como voc�.

Mas tenho que dizer, estou come�ando a ficar assustada.

Experi�ncia, dia 5.

Cada vez fica mais dif�cil tirar o dr. Valerian da minha mente.

A dor de cabe�a continua.

�s vezes parece que a minha cabe�a vai explodir.

Tenho obsess�o para aprender tudo o que posso sobre,

sobre o... futuro marido da Rose.

O nome dele � Thomas Lang Russell...

ele � um grande poeta.

Eu sempre quis escrever.

O monstro de olhos verdes parece que vai me engolir.

O que ela quer? Acalme-se, Carl.

O que ela quer? As palavras martelam os meus ouvidos.

Acalme-se, Carl. Acalme-se.

Se voc� a ama, n�o vai querer assust�-la. - Quieto, velho!

� tudo culpa sua.

O dr. Valerian come�ou esta experi�ncia achando que eu fosse a pessoa perfeita

porque partes do meu c�rebro estavam dormentes.

Eu imagino, se estavam mesmo vazias.

Talvez, eu tenha encontrado sem querer o local da consci�ncia.

Talvez, at� da alma.

De que outra forma, eu teria ido t�o fundo?

O que foi? Divaga��es de um poeta?

Se quer saber, eu estava pensando nisso.

Que profundo.

Uma mente suja � uma terr�vel perda de tempo.

Desde quando ele est� aqui? - Desde a morte da tia, h� tr�s anos.

Ele ficou por conta do nosso governo. De in�cio ficou em uma institui��o, e

quando estava pronto para mudar, foi trazido para a Casa Kleymar.

Voc� reconhece isso? - Sim, � o caderno de Carl.

Mas, sinceramente, ele o ultrapassou. - Acha que o Carl pode se cuidar?

� exatamente isso que ele quer. J� pensa em ter a sua pr�pria casa.

Ele pode se sustentar? - De fato, Carl est� se saindo muito bem.

J� opera com um corretor da bolsa. - � mesmo?

L� vem ele, Carl.

Isso n�o adianta. Est� me dando a mesma informa��o que tive ontem.

Eu preciso mais do que isso. - O capit�o quer saber

se fizemos algum progresso no caso da morte do dr. Valerian e do outro.

Diga que estamos investigando. - Tenente, linha dois para voc�.

Uma pessoa diz que tem informa��o sobre o caso Talbot.

Certo. Landers. - Quer saber como o Talbot morreu?

Me encontre na rua atr�s do bar Kastuey, 1.130.

Ol�?

Mas, o que eu estou fazendo? O que estou fazendo?

Meu pai sempre dizia: "Conhe�a o seu inimigo."

"Livre de toda lembran�a, o som de vidro quebrando recortou trechos da mem�ria.

Dissolvendo sonhos e o sil�ncio

penetrou no abismo e se espalhou como luz na escurid�o.

Exalando um h�lito quente de boca em boca.

Aliviando o grito pungente do �nico amor, o amor eterno.

Escravo da dor... "

Droga. - � bonito...

Como pode dizer isso?

Como posso confiar na cr�tica que dorme com o artista.

Eu sou um grande idiota.

Me perdoa.

Que beijo gostoso.

Quando vamos oficializar isso? - Quer oficializar o qu�?

Estou falando s�rio, Tom.

O livro sai em um m�s.

Marco em seguida. - � verdade?

Talvez seja a minha �nica verdade.

Por que eu me sinto preocupada?

Acha que eu vou desistir.

Eu n�o aguentaria isso de novo.

Termine o vinho.

Ser� que ela me ama.

Ela n�o me ama.

Ela n�o me ama.

Ela ama o Tom. - Ent�o, desista, idiota!

Minha cabe�a... est� ficando muito cheia aqui. Me deixa pensar...

As notas, Carl. A minha experi�ncia.

Experi�ncia, dia 8.

A ansiedade, o estresse, a fadiga.

O terceiro c�rebro. - Qual � o total? Tr�s e meio?

Voc� exagerou, idiota. Matou um policial.

Sabe o que vai acontecer, seremos presos por sua causa.

Alguns de n�s deveriam ser presos. Vamos fazer o melhor poss�vel, certo?

Estamos vivos agora, e � tudo o que importa. Sobreviver, Carl.

Se surgem problemas, d�-se um jeito. - N�o sabe o que est� dizendo.

Ele mente, Carl. N�o ou�a o que ele diz. - Eu deveria ter prendido voc�s dois.

Eu s� quero que a Rose me beije do jeito que ela beija ele.

Esque�a a Rose, ela n�o te ama. Al�m disso mulheres como ela custam barato.

N�o ligue para o que ele diz, Carl. - Eu o mataria.

Voc� j� fez isso. - � a sua vida... sua vida...

Voc� pegou as nossas vidas, seu grande idiota.

Se surgem problemas, d�-se um jeito. - Experi�ncia, dia 8...

Besteira. Quem se importa.

A experi�ncia... - Acalme-se, Carl. Se acalme...

Uma coisa por vez, um pensamento por vez. Vamos resolver os problemas.

Se surgem problemas, d�-se um jeito. Qual � o problema?

Qual � o problema, Carl? Qual � o problema, o inferno?

Thomas...

Thomas.

Thomas.

Thomas Lang Russell.

O homem que a Rose ama.

Ela nunca vai amar outro.

N�o, ela n�o gosta do Tom, mas o jeito dele que ela ama.

E a poesia dele.

E a sua mente.

Al�? - Thomas Russell? (Sim...)

Aqui � a pol�cia, tenente Landers. Uma mo�a chamada Rose Ciro

sofreu um acidente. Ela pediu para te avisar.

Meu Deus, ela est� bem? - Uma ambul�ncia est� a caminho...

parece que voc� est� perto, pode chegar antes deles.

Esquina da Quarta com Pomerans, estacionamento de uma f�brica.

J� estou indo...

Rose!

Que Deus nos perdoe a todos.

"Um ser entre serafins, envolto em inoc�ncia.

Um sussurro de gl�ria, um toque de lil�s pincelando sete alvoradas.

E um crep�sculo lento, todos a pronunciar s� um nome...

o seu... Rose ". - Thomas, Thomas...

"Come�a a al�ar v�o..." - A esperan�a eterna, cores espalhadas.

Reflexos de um cora��o terno, um cora��o perfeito.

O seu cora��o, Rose.

Voc� � a tristeza do profeta.

A sentinela irrequieta do cora��o e da alma.

Controlar acesso de desejo, um vazio que n�o pode ser preenchido.

Mas por um amor perfeito, seu amor, Rose."

Case comigo, Rose.

Carl, isso � loucura. - O que quer dizer?

N�o gostou do meu poema? - O poema n�o � seu, � do Thomas.

N�o entendo, eu escrevi. - Chega, Carl!

Eu o escrevi, cada palavra disso. - Eu conhe�o a letra do Thomas.

Pelo amor de Deus, ele escreveu, e voc� achou.

N�o, n�o foi isso que aconteceu! - Voc� foi longe demais!

Se voc� voltar aqui de novo, eu vou chamar a pol�cia!

V� embora agora! - Eu quero que voc� se case comigo!

Eu vou mudar... Voc� pode me amar, Rose.

Se voc� puder entender, descobrir... - Descobrir o qu�?

Quem n�s somos... quem eu sou.

Saia daqui!

Eu quero que v� embora! Pelo amor de Deus, saia!

Eu vou agora, Rose. - Carl...

Me escute!

Eu nunca quis magoar voc�.

Vou perdoar voc� por isso. Vou te ajudar, se permitir.

A Rose vai me ajudar. A Rose vai me ajudar.

Ela disse que pode. Pode me amar A Rose pode me amar.

Cacofonia. Tambores batendo. N�o h� salva��o ou esperan�a.

Cacofonia. Tambores batendo. N�o h� salva��o e nenhuma esperan�a.

Cacofonia. Tambores batendo. Tambores batendo sem piedade.

Batendo sem parar...

Rose Ciro? - Sim?

Sou da pol�cia, tenente Kodiak.

O que foi? - Lamento, mas n�o tenho boas noticias.

Mas ela disse, Thomas? Ela disse que me ajudaria.

Feche a porta, ela apagou a luz. Pare de resmungar.

N�o precisamos da Rose. Nem de ningu�m, j� temos tudo.

Dinheiro, poder, sabemos fazer c�lculos. Sempre h� esperan�a.

Um dia, talvez. Se acalme, Carl. Pense. Pense.

Ela pode te amar, Carl. Destrua a m�quina.

Ela n�o devia ser usada. Salve-se, Carl. A vida � um dom precioso.

A vida � uma maldi��o.

Uma noite sufocante e eterna. Uma noite sufocante e eterna.

Ela apagou a luz e fechou a porta.

Ela apagou a luz e fechou a porta.

Eu lamento, senhorita. Ele est� morto h� mais de 12 horas.

O legista acha que bateu no parapeito quando caiu.

Ele pulou?

Estamos verificando isso. O corpo estava a cem metros da ponte.

Deus, Thomas! N�o!

N�o! N�o! N�o!

N�o. Eu n�o quero morrer. Pod�amos dar um jeito.

Podemos pensar em algo. Sempre h� esperan�a.

N�o! Por favor!

Por favor! Por favor! Eu pe�o!

Eu estava muito empolgada.

Pensei que pudesse salv�-lo.

Pensei que o nosso casamento ia resolver tudo.

Eu quero viver! Eu quero viver!

Ele j� tentou algo assim, antes? - N�o viu as cicatrizes no pulso dele?

Que seja, Carl! - Ele j� tinha tentado o suic�dio.

Tr�s vezes, s� no ano passado. - Adeus, meu amor.

Desprezamos facilmente o que o destino nos reserva...

e sonhamos com o que n�o temos. Antes de rejeitarmos o nosso destino,

seria prudente lembrar que os sonhos

podem, facilmente, se tornar pesadelos.

Brunks der Preu�ischen

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