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Legendas: Jo�o Ahrens Teixeira
TAMBORES DA MORTE
Esta � Crown City, nascida e constru�da sobre minas de ouro.
Em 1880. o ouro restante estava do outro lado do rio nas proximidades
das Montanhas de San Juan, territ�rio dos �ndios Utah.
As pessoas ficam desesperadas quando perdem seus meios de subsist�ncia.
E eu n�o era exce��o.
Sou o Gary Brannon. Meu pai tinha uma ag�ncia de transportes.
CORREIO Crown City, Colorado
Ralph, Billy!
Diga ao seu irm�o que est� tudo pronto.
O filho de Brannon j� terminou!
Finalmente, depois de semanas de prepara��o.
- Frank? - Sim?
Tenha cuidado, sim?
N�o se preocupe Sue. Todos estar�o bem.
Sr. Marlowe.
- Est� atrasado, Gary. - Estive a carregar o equipamento.
Bem, vamos l�.
Aqui est� o seu cheque.
$500 para Brannon e filho como me pediu.
Obrigado, senhor.
Gary, pai!
Jennie, volte para a cama.
Voc�s v�o... os dois juntos.
N�o vai acontecer nada, Jennie. Vamos em paz.
Ele tem raz�o, Jennie. Vai dar tudo certo.
Voltamos dentro de dias. N�o se preocupe.
Tome conta do pai!
Gary!
N�o vai atravessar o rio com as nossas carro�as.
- Desculpe, pai, est� tudo pronto. - Vai haver problemas, estou-lhe a dizer.
Voc� n�o conhece os �ndios como eu.
Porque n�o vem com a gente? Todos querem que v�.
Fale com o chefe Ouray, ele � seu amigo.
Tent�mos no ano passado.
Os �ndios ainda n�o est� pronto para um acordo.
N�s pensamos que agora est�o. Voltaremos num par de dias.
Engana-se, Gary. As Montanhas de San Juan s�o Territ�rio �ndio.
e todo o ouro pertence aos �ndios. Seja o que for que esses tipos digam.
Walker e Costa Os propriet�rios das minas?
Se eles s�o mineiros, eu sou uma bailarina do ventre!
Aproveitam-se de si, a voc�s tamb�m!
N�o vamos cavar ouro para n�s, Sam.
Queremos salvar a cidade da fal�ncia. Al�m de Lucky Picku,
do nosso lado do rio as minas esgotaram!
O Sr. Marlowe tem raz�o. Devemos fazer alguma coisa.
Somos o �nico transporte da cidade, e n�o temos nada para levar.
Desculpe, pai, mas vamos l�!
Vamos a andar, Sr. Fallon!
Atravessar o rio est� oficialmente proibido!
Talvez o Xerife tenha algo a dizer.
Estas li��es, servem. Mesmo para pessoas decentes e honestas
que tornam-se gananciosos como eu e voc�,
se estiverem desesperadas.
N�o, Frank. Ningu�m pode ser ganancioso como voc�.
Bateram-me a valer e deixaram-me amarrado no meu pr�prio celeiro.
- Fiquei l� horas! - Viu quem fez isso?
Eu sei quem foi. Alguns dos dos homens de Walkerovih!
Espera a�, Sam...
N�o tem que ver para saber que ele est� envolvido. Vou-lhe dizer uma coisa, Jim.
O Walker � um canalha, e trar� problemas para todos n�s!
- N�o pode acusar pessoas sem provas. - Pelo amor de Deus!
Walker e seu bando est�o enganando o meu filho, Marlowe, e toda a cidade!
Eu devia saber que voc� est� de acordo com eles!
N�o estou de acordo com ningu�m.
Ent�o vamos par�-los antes que atravessem o rio!
N�o o posso fazer, Sam.
Quando chegarmos l�, eles j� ter�o cruzado o rio.
Esta minha estrela n�o significa nada nas montanhas.
Desculpe, Sam, � area de jurisdi��o federal, sabe disso.
Est� bem!
Sam!
Eu vou! N�o tenho estrela de bronze que me impe�a!
Algu�m deve ir para investigar a regi�o.
- Walkers, que tal voc� e Billy? - Eu vou.
Prefiro que fique aqui, Sr. Marlowe.
Sou t�o respons�vel por esta viagem como qualquer outro.
Eu vou com o Walker.
Vamos l�!
Para tr�s das rochas!
Parem ali mesmo!
Billy, levem as mulas!
- �ndios! - Onde est� o Sr. Marlowe?
- Ficou ali. - Eles o mataram?
N�o sei, mas tinha uma corda no pesco�o.
- Quantos eram? - Vi apenas quatro ou cinco.
Prov�velmente ca�adores.
Gary, fa�a alguma coisa! Diga que viemos em paz.
Diga que o chefe Ouray conhece o seu pai!
Olhe! Porque n�o se senta e e lhes escreva uma longa carta?
- Onde aconteceu isso? - Um pouco acima, ao longo do rio.
Gary!
Gary, o que vai fazer?
Descobrir o que aconteceu com o Sr. Marlowe.
Voc� disse, para provocar os �ndios e come�ar uma guerra.
- N�o disse que fic�vamos no meio dela! - Cale-se, Jeff.
Os tipos de Denver e seus grandes planos...
n�o ficavam aqui, nem por todo o dinheiro do mundo!
Pai, volte! Para tr�s!
Para tr�s!
Vamos l�, filho, mate-o.
Corta-o em peda�os. Alivia o teu �dio.
Afinal o que � que ests selvagens ignorantes est�o a fazer?
- Protegendo as suas terras de intrusos? - J� chega, pai.
- O que houve com o seu rosto? - Isso n�o importa. Onde est�o os outros?
L� atr�s com as carro�as. Todos, exceto o Sr. Marlowe.
E voc� vai matar toda a na��o indigena?
Olhe para si, parece mais um...
Isso n�o aconteceria se os �ndios fossem pac�ficos como diz!
Quando viram um carro cheio de equipamento de minas...
Viram que n�o vieram para abrir um armaz�m!
- N�o entr�mos aos tiros. - Vamos sair daqui.
- Vamos para as carro�as. - O Sr. Marlowe?
- Se o apanharam, v�o mat�-lo! - Se for essa a inten��o, ele j� est� morto.
Parem de atirar!
Est� bem, Sam?
Sam, fale com eles! Diga-lhes que estamos desesperados!
John, eu n�o diria que tenho tempo para o serm�o,
Mas se parar de falar, talvez os conven�a a cessar-fogo.
Parem de disparar, queremos falar!
Eu vou parar este tiroteio.
- O que eles disseram, Sam? - Parece que vamos passar a noite aqui.
Eles enviar�o um mensageiro ao chefe Ouray que decidir�.
Disse-lhes que o trocava pelo Marlowe se estiver vivo.
e concordava em cessar fogo nos termos deles.
Eu digo, para n�o falarmos.
Eu digo, envie um mensageiro ao Fort Haines, para trazer o ex�rcito!
Voc� fala demais, Sr. Walker. Parece ser o problema de todos por aqui.
Os nossos amigos em Denver n�o ir�o gostar muito.
Se o velho Brannon resolver as coisas. N�o haver� guerra por aqui.
O Ex�rcito n�o levar� os �ndios para uma reserva,
e os homens de Denver permanecer�o sem contratos com o governo
de suprimentos para a reserva. Podem concluir que erraram...
em oferecer-nos um peda�o do bolo.
E al�m disso, n�o poder� cavar em San Juan, Frank.
Tem raz�o, Les.
Mas o Brannon ainda n�o resolveu a quest�o, n�o �?
N�o.
Agora, o que est�o tramando?
Quem disse que eles tramam alguma coisa?
Para um jovem com dois olhos brilhantes, voc� v� muito pouco.
Se s�o assim vigaristas, porque o Marlowe est� com eles?
- Ele nunca foi acusado de corrup��o. - N�o, ele � apenas um tolo.
Eu sei. Marlowe � um dos fundadores da cidade,
ainda acha que tem de assegurar a riqueza para sempre.
Bem, talvez n�o seja vi�vel!
Mas n�o � disso que queria falar. Venha c�.
Sabe Gary, �ltimamente passamos o tempo todo a discutir.
Costum�vamos sermos �ntimos.
J� faz muito tempo desde que a m�e morreu.
Ela n�o morreu. Foi assssinada.
- Ainda se corroendo com esse �dio irracional? - E o senhor est� sendo razo�vel?
Sendo t�o amistoso com o chefe Ouray, sempre do seu lado.
Foi um dos seus guerreiro b�bado que desceu das montanhas
e para se divertir, matou-a com uma flecha.
Senti essa flecha como se ela fosse para mim.
Mas Ouray fez tudo o que p�de. Sabe �o bem como eu.
Ele condenou � morte o guerreiro. Os nossos ju�zes n�o fariam melhor.
Essa justi�a serviu para os �ndios, n�o para mim!
Ou�a, Gary. Eu pensei e continuo a pensar...
N�o � justo culpar todos os �ndios pelo atitude de um,
como n�o seria justo culpar todas os brancos pelo que um fez!
Esque�a isso.
Mas diga-me uma coisa.
O que aconteceu ao seu rosto.
Por enquanto, esque�a isso.
Queria saber porque demorou tanto...
a alcan�ar-nos a noite passada, Billy.
Voc� ouviu-o. Disse que foi procurar o xerife.
Esperem, homens! Deixem as coisas seguirem o rumo.
Cuidado com o rifle, Walker. N�o viemos aqui procurar um conflito.
Chefe Ouray est� doente. Aquele � o seu filho, Taos.
- E o Sr. Marlowe? - Est� vivo e bem. Concordam na troca,
Mas t�m que deixar San Juan e ficarem afastados. � o acordo.
Est� bem, Sam! Despache-se, leve-o e vamos atravessar o rio.
- Voc� est� bem, Nathan? - Sim, obrigado, Sam.
Meu pai quer que eu repita, queremos a Paz, mas n�o quebrem a vossa palavra.
Informe ao seu povo que n�o voltem mais � nossa montanha
- ou n�o sair�o com tanta facilidade. - Diga a seu pai que tem a minha palavra.
Stilwelle, � uma emboscada!
Pare! N�o atirem!
N�o, espere!
Eu disse para parar!
Sam foi atingido!
Atr�s de si!
- Mate-o! - Gary!
Acalme-se, pare!
- Voc� est� bem pai, ok? - Est� tudo bem.
N�o est� t�o mau, mas est� perdendo muito sangue.
� melhor acomod�-lo numa das carro�as.
- N�o tinha raz�o para provocar isto, Walker. - O que est� a dizer?
Os arbustos estavam repletos de �ndios!
� estranho. Vejo t�o bem como qualquer outro, e n�o os vi.
Bem Stilwell os viu.
- Eu vi algo Gary. - Claro!
Assim que eles recuperassem o guerreiro...
- eles nos atacariam! - N�o h� tempo para discutir!
� melhor voltarmos � cidade antes que os �ndios apare�am para a guerra.
Vamos, rapazes.
Traga um p�nei �ndio, e ponha o Taos sobre ele.
O que tenciona fazer?
Vou levar Taos ao chefe Ouray.
Vou ter uma longa conversa com ele mbora n�o sei o que vou cnoseguir.
Vou tentar convenc�-lo...
que este trabalho foi realizado por um bando de criminosos...
Filho, se eu n�o fizer alguma coisa, Os �ndios v�o queimar Crown City inteira,
- e quem os pode culpar? - Volte � cidade, pai. Vou falar com o Ouray.
- Filho voc� n�o conseguir� nada. - Eu posso tentar.
Pode mesmo?
Pode se humilhar diante de um pele vermelha?
Poder� suplicar a eles e reconhecer que pessoas brancas como n�s,
n�o s�o melhores que os selvagens?
Poder� esquecer por um segundo, enquanto l� estiver!
que um �ndio matou sua m�e, e que, todos s�o culpados?
N�o, filho, acho que n�o vai conseguir nada...
enquanto o seu cora��o sentir por eles apenas �dio!
- Pode dirigir minha carro�a sr. Marlowe? - Posso.
Est� louco Gary! Nem sabe como � que vai encontrar o Ouray.
Eu n�o sei, mas este p�nei �ndio sabe.
Vim ver o vosso chefe. O chefe Ouray. Quero falar com ele.
Meu pai deseja falar consigo.
Sou o filho de Samuel Brannon.
Vim em seu nome pedir-lhe que n�o comece uma guerra.
Acho que seja tarde demais.
Invadiram o nosso territ�rio, e pedem tr�guas...
e mataram os nossos guerreiros, sob a bandeira branca.
� verdade que houve entre n�s alguns que queriam a luta.
N�o sabia disso quando partimos, e ainda n�o sei porqu�.
- Mas eles merecem a puni��o. - E quem ir� puni-los?
Ser� que a lei dos brancos far� isso?
Eu acho que n�o.
Eu dediquei a minha vida pela paz entre os nossos povos.
Aprendi o seu idioma, e ensinei ao meu filho...
E a outros da minha tribo que quiseram aprender aprender.
Visitei a sua cidade de Washington.
Apertei a m�o do seu presidente.
Eu e o meu povo sempre desej�mos a amizade.
Sempre?
E quanto a minha m�e? Ainda n�o esqueci como ela morreu.
Nem eu o posso esquecer.
Infelizmente, sofri tanto como voc�.
Agora que estou prestes a morrer...
posso dizer-lhe uma coisa.
Que at� tenho vergonha de dizer ao meu bom amigo, seu pai.
Sua m�e foi morta, pelo meu...
filho mais velho.
Foi a ele que os meus guerreiros arrastaram at� � morte, como castigo.
Lutei contra todos os inimigos da paz, enquanto vivi.
Vou lutar com eles ap�s a minha morte.
Meu pai est� morto. Agora eu sou o chefe.
Seu �ltimo desejo foi que voc� assista ao seu funeral.
E que voltasse para o seu povo a salvo.
O local do enterro � um segredo. S� os mais bravos guerreiros estar�o l�.
N�o sabia que a mulher branca era sua m�e.
Guerreiros v�o viver aqui guardando o t�mulo de meu pai.
Se algu�m o violar, ser� arastado at� � morte pelos p�neis.
Este lugar � sagrado, n�o deve voltar aqui.
Vou trazer-lhe as suas armas, agora.
N�o se engane! N�o fiz isto para salvar a sua vida.
Mas para salvar a palavra de meu pai.
Diga ao seu povo que n�o haver� guerra.
Mas devem ficar longe das nossas montanhas.
N�o me esqueci que mataram os nossos guerreiros sob a bandeira das tr�guas.
Eu tamb�m n�o me esqueci.
ESTA��O DA LINHA OVERLAND Todos as viagens canceladas.
- Estamos prontos para ir, Jennie. - Por favor, tenha cuidado!
Vou ter.
E n�o se preocupe com o Gary, vamos traz�-lo de volta.
Se alguma coisa lhe aconteceu, eu...
Agora v� para casa, Jennie.
Esperem! Esperem um minuto.
- Guardem as armas, eu vou convosco! - N�o est� em condi��es de ir, Sam.
Ningu�m vai sozinho.
N�o faz sentido irmos todos para uma luta, sem saber o que sucedeu ao Gary.
Ele partiu h� tr�s dias, xerife. Use a sua imagina��o.
- Nathan, tem de os parar antes que seja tarde demais.
Desculpe, Sam! Preferimos lutar nas montanhas de San Juan do que aqui na cidade.
Oh, Gary!
Gary...
- Acalme-se. - Est�vamos todos muito preocupados!
Os homens iam lutar com os �ndios!
Gary est� de volta!
- Hey, pai, como est�? - Nunca estive melhor!
Parecem uns idiotas em querer ir lutar com os �ndios, quando n�o h� guerra.
O que quer dizer? O que aconteceu?
O chefe Ouray est� morto. Seu filho Taos � agora o chefe.
Ele prometeu que n�o haver� guerra, se nos ficarmos fora de seu territ�rio.
- Ele prometeu? - Foi isso mesmo.
E tenho boas raz�es para aceitar a sua palavra.
Pode aceitar, rapaz. N�o quer dizer que n�s a aceitemos. Eu digo, para irmos!
Eu digo para n�o ir, Walker.
Pessoal, voltem para casa. N�o s�o guerreiros, mas mineiros.
- E o que me diz do ouro de San Juan? - Fica l� onde est�.
Isso faz parte do acordo. N�o haver� escava��es em San Juan.
Sabe garoto, de repente se tornou muito mand�o.
Acha isso?
Talvez eu n�o permita uma guerra com os �ndios por mais que voc� tente.
- � uma acusa��o muito s�ria, rapaz. - Que eu vou provar.
- Se me quer impedir, agora � a altura. - Gary!
- Esperem um minuto, voc�s os dois. - Isto � entre mim, e o Walker, Xerife.
Ent�o?
Hoje n�o estou disposto para um duelo.
Eu e os meus homens, vamos sair disto.
Mas para seu bem, garoto, espero que esteja certo sobre esses �ndios.
N�o gostava de ter o massacre desta cidade na minha consci�ncia.
N�o haver� massacre, prometo-vos! Todos v�s ide para casa.
- N�o entendo, Frank. - Cale a boca, Jack.
Teve a chance de mat�-lo. Porque n�o o fez?
Tenho um plano melhor.
LUCKY PICK MINE A� est� a sua resposta.
- Impediu-os, Gary! Estou orgulhoso de si. - Obrigado pai.
O �nico problema � que agora n�o vai ser muito popular na cidade.
Vamos ser impopulares juntos.
V� l� agora. Eu levo os cavalos.
Frank!
Temos o direito de saber o que se passa.
- Os Brannon deixaram-nos de m�os atadas. - Eles ser�o os �nicos de m�os atadas.
Aqui est� o nosso assunto Les, voc� acaba de ouvir...
que os Brannon conclu�ram um contrato particular com os �ndios.
Voc� e o Billy encarreguem-se de que toda a cidade fique sabendo disso. Ao trabalho.
- V� at� ao Red Bank e encontre o Morgan. - O Morgan?
- Sim, traga-o c�. - Est� bem.
Ralph, encontre a Sue e diga-lhe que v� para o seu quarto.
- Aquele alto � o Jim Decker. - Eu conhe�o-o.
Est� sempre com uma garrafa no bar.
Como sabe Decker tem que levar o seu carregamento at� Twin Falls.
- E ent�o? - Prov�velmente v�o esperar por esse dia...
para ver se o filho do Brannon estava certo em rela��o aos �ndios.
- Depois, ir� enviar o ouro. - Entendo!
Quer saber quando o Decker o enviar�.
Isso mesmo. Quando e como.
- Estou contando consigo, Sue. � importante. - Eu tamb�m conto consigo, Frank.
Quando tudo isto acabar e voc� partir de Crown City...
- espero que me leve tamb�m. - Como poderia deix�-la?
Mas cuidado, assegure-se que nunca o esquecer�.
Agora tenho outro assunto... Sr. Decker.
Denver, Omaha, St. Louis... O que mais quer que fa�a?
Pode tentar Santa F� e San Francisco.
Nova York e New Orleans e Timbuktu!
Ou�a, ningu�m tem nada contra Frank Walker.
S� porque n�o simpatiza com ele, n�o significa que seja um ladr�o.
- Porque n�o o esquece? - Voc� pode esquec�-lo, eu n�o.
- Oi, Dave. - Xerife, ouvi dizer que est�...
procurando algu�m para levar a dilig�ncia.
A dilig�ncia vai partir?
J� se passaram quatro dias e n�o houve problemas com os �ndios.
Come��mos a pensar que possa ter raz�o sobre os �ndios.
Decidimos fazer uma remessa at� Twin Falls.
Pai?
Rapaz, teve a honra de conhecer um bom amigo meu.
Seu nome � Morgan. Se acha que � r�pido com os punhos,
- espere at� v�-lo com um rev�lver. - Vou v�-lo novamente!
N�o fique t�o ansioso. Ele matou tr�s em Abileneu e dois em Dodgeu.
N�o seja o primeiro em Crown City. E agora tenho uma tarefa para si.
Para si n�o fa�o nada, Walker. Nem me batendo vai consegui-lo.
Se ainda tiver que bater, n�o ser� voc� a levar.
Les e Jed Water v�o levar o seu pai numa pequena viagem.
Est� tudo bem.
Se ele vai voltar ou n�o, s� depende de si.
Voc� e eu ficaremos juntos.
Ao amanhecer partiremos na sua carro�a, com um carregamento.
Sei que n�o me vai criar problemas. N�o �?
J� chega!
Despache-se, filho. Enervo-me f�cilmente.
Gary!
- Gary, espere! - Pare antes que ela acorde a cidade toda.
- Onde vai, Gary? - A Twin Falls. Trabalho, Sra.
- � isso. - E onde est� o seu pai?
Foi chamado com urg�ncia a Denver.
- Devemos ir. - Vejo-a em breve, Jennie.
Sua namorada?
Bonita!
Sabe, isto aqui � bonito.
O que se passa, filho? N�o gosta do passeio?
N�o do passeio, mas da companhia!
N�o � f�cil enganar-me, filho.
Por isso n�o o repita de novo, ou juro que acabo consigo!
Um dia vamos ajustar as contas. N�o vai ser � sua maneira!
� claro. Agora pegue as r�deas e siga em frente.
Vamos l�!
Quanto tempo ainda vamos ficar por aqui?
Porque n�o fique quieto e aprecia o sol?
A carro�a fica onde est�. N�o me apresse.
O que h� consigo seu louco! podia ter-nos morto!
Retire a carro�a da estrada, Gary! Temos um hor�rio a cumprir!
�ndios!
Nunca desiste, n�o �?
Ainda a portar-se mal, n�o?
J� o teria morto uma centena de vezes, se voc� n�o precisasse dele.
- Ei, Frank! - Sim!
A mercadoria est� aqui.
Bem! Traga o guindaste e coloque o cofre na carro�a.
Vamos, rapaz. Ainda temos um transporte a fazer.
N�o vou levar esse cofre a lado nenhum.
Vai lev�-lo onde o Morgan disser.
Walker, pode-me matar aqui se quizer, mas n�o vou sair daqui.
N�o digo que que n�o me daria prazer em mat�-lo.
Mas preciso que nos cubra no caso de aparecer algu�m pelo caminho.
N�o irei!
Jad!
Vai esperar por ti no fim da viagem, se te portares bem.
Mant�m-no contigo at� � estrada de Sand Creek.
Depois pode ir para a Fazenda do velho Russell s�zinho.
Walker quer a guerra com os �ndios.
Quando souberam disto em Crown City, ele ter� uma.
Sim, al�m de todo aquele ouro.
Sabe, d� f� a um homem a ser desonesto. Vamos, filho.
Pare.
- Conhece-os? - Acho que � o Ed Crockett, Xerife de Twin Falls.
Tenha cuidado, filho.
- Oi, Gary. - Ed.
A dilig�ncia tem duas horas de atraso em Twin Falls.
- Viu-a na estrada? - N�s n�o vimos,
Viemos pela passagem ao sul da minha casa. Sou o Morgan.
- Mudei-me para c�. - Escolheu uma m� altura, Sr. Morgan.
- Ningu�m sabe o que �ndios podem fazer. - Bem, n�o me assustam.
Um pesado guindaste, Gary.
Vamos buscar uns equipamentos pesados a Twin Falls.
� melhor depacharem-se.
- Parece que vem a� tempestade. - Sim, parece que sim.
Foi um prazer conhec�-lo xerife. Espero que esteja tubo bem com a dilig�ncia.
- Como vai o seu pai, Gary? - Ele est� bem Ed.
- Melhor seguirmos em frente. - Vejo-o mais tarde.
Est� sendo f�cil para mim. Todos confiam em si.
Vamos!
Saia da estrada e pare em Sand Creek.
Eu disse, Sand Creek. Ainda n�o cheg�mos l�.
H� algo com aquela mula.
Est� bem, resolva-o.
Queria uma luta justa, filho. Vamos l�, ser� um prazer.
V� apanhe-o.
Chama isso de uma luta justa? Assim que tentar pegar o rev�lver...
Isso mesmo. Acabar consigo. Mas � assim que prefiro.
N�o gosto de riscos est�pidos.
Ou�a, Morgane...
Onde est� o meu pai?
- Como est� ele? - Ainda est� inconsciente.
O Gary jurou que os �ndios queriam a paz.
Mandei um telegrama para Fort Haines. Eles dizem que Washington ordenou...
que retirassem os �ndios para a reserva. A cavalaria estar� aqui em dois dias.
�ptimo.
- � trabalho deles, n�o nos vamos meter. - Tudo bem, Jim.
- Viu hoje os Brannon por a�, Nathan? - N�o!
Jennie disse que esta manh� viu Gary deixar a cidade com um estranho.
Eu sei, o que quer dizer?
N�o disse isto a ningu�m, Nathan. Espero que o Dave recobre os sentidos.
Van e eu visit�mos o local e vimos mais do que tra�os de �ndios...
onde a dilig�ncia foi queimada.
Vimos vest�gios de rodas de carro�a e marcas de mulas.
Dave voltou a si!
Dave diz que Gary Brannon bloqueou a estrada com a carro�a
para que os �ndios pudessem atacar a dilig�ncia!
- Poupou-me o trabalho de a procurar. - Deixe-me ir!
N�o antes de me dizer onde o seu namorado tem o meu pai!
N�o sei do que fala.
Hey, Brannon e as mulas!
Morgan est� morto, e voc� vai-me levar ao Walker.
N�o o levo a lado nenhum.
Deixa-a ir, Brannon!
Tentei gritar, ele impediu-me!
Mencione o Frank, e nunca mais ver o seu velho.
Lembre-se que eu tenho aquele ouro.
Vamos apanh�-lo!
Tirem as m�os desse homem. Ele est� preso.
- Preso? - Por assalto � m�o armada e homic�dio!
Espere xerife...
Pensou que eu estava morto?
Bem, n�o estou. E s� porque posso testemunhar contra si.
Se houver um julgamento.
Meu pai e eu n�o temos nada ver com essa emboscada, e os �ndios tamb�m n�o.
- Ent�o quem foi? Onde est� seu pai? - S� posso dizer que n�o foi ele.
Nem os �ndios. Dave n�o viu �ndios.
Vi as flechas que atravessaram o Hank.
Vi-o a si e ao seu amigo disparar sobre n�s pelas costas!
Eu nem tinha um rev�lver!
N�o? Bem, pergunto-me em quem o povo vai acreditar de n�s os dois.
- Gary! - Jennie, este n�o � o seu lugar.
Como pode pensar que o Gary tem algo a ver com isto?
Quando se trata de ouro, o homem � capaz de tudo.
Xerife...
Se quer pendurar esse homem legalmente,
apresse-se com o julgamento antes que perca a testemunha principal.
SALA DO TRIBUNAL
O julgamento n�o foi justo, Pai! Todos estavam de cabe�a quente.
Foi justo, Jennie. Havia muitas provas contra ele.
N�o pai! N�o acredito que ele seja culpado!
Voc� o ama. N�o acreditava mesmo que o visse fazer.
Por favor, Jennie. Est� tudo acabado. Voc� tem que esquec�-lo.
Apenas alguns minutos, Jennie.
Vim assim que eles me deixaram. Gary, n�o disse tudo no julgamento.
N�o pode esconder. Tem que lhes dizer.
- Gostava de poder. - Porque n�o pode?
- Se eu falar o meu pai vai morrer. - O seu pai?
- Sim. N�o posso dizer mais nada. - Mas Gary...
Como podem deixar que seja enforcado, sem dizer uma palavra?
Ainda n�o fui enforcado. Mas preciso de sua ajuda.
- O que voc� quiser, Gary, sabe disso. - Far� o que eu disser, sem perguntas?
- Se assim o desejar - Procure a Sue Randolph.
A Sue Randolph?
Ela trabalha no bar. Ela que diga aos seus amigos...
se quiserem que eu me cale sobre o ouro, melhor que me tirem daqui.
- Ouro? Voc� tem o ouro da LuckyPick? - Eu disse, sem perguntas.
Confie em mim e fa�a-o.
Est� bem, Gary. Eu digo-lhe.
- Ele contou a ela sobre n�s? - N�o, sou a �nica que sabe.
Ele disse a ela, se quer que ele fique calado, deve tir�-lo da pris�o.
Ele ir� ficar calado. Enquanto tivermos o pai dele.
Frank, ficar calado no julgamento, � uma coisa, mas com uma corda no posco�o � outra coisa.
- Talvez... - Nada de "talvez", ele vai falar.
Que fale. Ainda ter�o que nos encontrar.
E aqui ningu�m nos vir� procurar.
- E o ouro? - Que tem o ouro?
� muito ouro.
Jed, o ex�rcito vem a�. Temos o que queremos.
Os nossos amigos em Denver v�o ficar satisfeitos, e generosos!
Acho que � uma estupidez abandomar aquele ouro.
- Eu tamb�m! - E eu!
N�o se pode ter tudo.
� engra�ado, Frank! Sempre disse que se podia.
Sempre o apoiei, Frank.
Mas isto � dinheiro que sabemos que temos. O resto n�o sabemos quando!
Tome, precisa de for�as.
- N�o acha que precipita as coisas, Lew? - Alguns dizem que n�o � suficiente.
Se tem algo a dizer, Gary, diga agora. N�o tem muito tempo.
A cavalaria chegar� em beve, haver� derramamento de sangue.
Se sabe alguma coisa...
Xerife, est� a cometer um grande erro! Pare com isto.
Fiquem em fila ou faz�mo-los em peda�os!
Vamos, vamos!
Baixem as armas ou muitos v�o-se magoar!
Agora quero o meu filho!
N�o h� mais d�vidas. Brannon e filho por tr�s disso!
- Traga os cavalos! - N�o conseguiremos apanh�-los...
A chuva apagar� os rastos.
Temos que tentar!
Desmonte! A Dinamite est� pronta?
Suficiente para explodir um cofre e um extra em caso necessidade!
Vai levar-nos ao ouro.
N�o, meu filho, de qualquer maneira v�o nos matar!
Jed vai tratar bem dele, at� que eu volte.
- Liberte-o e levo-o. - Primeiro vai nos levar.
Como sei que o vai libertar?
� melhor despachar-se, ou vai cavar-lhe a sepultura.
OK. � bom trazer essa p�, vai precisar. Est� enterrado.
- Onde? - Nas montanhas de San Juan.
San Juan?
Sabe de um lugar mais seguro?
Vamos l� busc�-lo.
Voc� vai primeiro, no caso de encontrarmos alguns dos seus amigos �ndios.
Um lugar agrad�vel. Mas n�o vejo tra�os de carro�a.
Vim do outro lado. � melhor para a carro�a, mas � mais longe.
Em frente �quelas rochas, no sop� dos penhascos.
Desamarre-me e lhe mostro onde cavar.
Vai ficar aqui comigo. Os rapazes v�o encontr�-lo.
Andem rapazes!
� aqui o lugar!
� melhor que esteja l�, rapaz.
Seu trai�oeiro...
Este � um lugar sagrado! Disse-lhe para n�o voltar!
Desculpe, Taos. N�o tinha outra escolha.
Aqueles s�o os homens que mataram os seus guerreiros.
- Ainda mant�mo o meu como ref�m. - E aquele que fugiu?
Tenho que o apanhar, � importante!
N�s vamos ajud�-lo.
A cavalaria est� perto das nossas terras.
As tropas est�o a duas horas a partir do rio!
D�-me um rifle. Talvez o ex�rcito n�o atravesse o rio.
Se apanhar o Walker vivo, ele vai falar.
Ele leva uma boa vantagem. N�o o vai apanhar.
Posso tentar.
Acho que sei para onde ele vai.
- E quanto � cavalaria? - N�o ser�o atacados, se n�o nos atacarem.
Caso contr�rio, todos os guerreiros estar�o prontos!
Apanhe-o!
O que aconteceu! Onde est�o os outros?
Diga-lhe para parar de atirar, ou rebento-lhe a cabe�a. Diga!
Frank!
Gary, no s�t�o!
- Frank est� morto, ele o matou? - Eu sei!
- Ele vai mat�-lo tamb�m! - Anda da�!
Porque n�o entrega a sua arma e continua vivo?
Vamos para os cavalos!
Seu pai nos servir� de escudo!
Pare, Sue.
Largue-me!
Largue-me...
Afogo-o se n�o me disser tudo o que quero ouvir!
N�o!
- Certo. Vou dizer tudo o que quizer... - Os nomes e tudo!
Sim...
Vou-lhe dizer dos homens de Denver e sobre os contratos de fornecimento.
O Sr. leve-o a Crown City e diga ao xerife o que aconteceu.
Eu irei at� ao rio. Vou tentar deter aquela cavalaria.
Parece que Crown City espera por dias melhores, Sr. Marlowe.
Taos est� pronto para discutir troca o direito da pesquisa de ouro
em troca do direito de ca�ar do nosso lado.
Bem, j� n�o precisam mais de mim.
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