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- Vou te mostrar um vídeo que vai te chocar
e assustar, imagens reais do que acontece
quando crianças são atraídas para uma casa assombrada
sob pretextos falsos.
Eu fui uma dessas crianças.
- Ola, Wayníacos.
É assim que chamo meus fãs agora.
O Halloween está chegando.
Vejamos quais novas definições de terror
descobriremos esse ano na Casa do Horror de Anderson!
- Isso aí, siga por ali.
Boo .
Sou um fantasma e bem-vindos à Casa do Horror de Anderson.
Por favor, permaneçam no caminho iluminado o tempo todo.
- Ótimo, está iluminado com o sangue de uma vítima
de um ataque de assassinato?
- Não, nao, não, ninguém foi morto aqui, ninguém.
Eu nem sou um fantasma.
Sou funcionário da Casa de Horrores de Anderson Ltda.,
e espero que eu não te assuste de maneira nenhuma.
Tome, por favor, pegue essas velas.
- Milho doce?
Você tem de se desculpar por isso.
Quer dizer, é mesmo?
- Desculpa, é o único doce hipoalergênico que temos.
Há uma terapeuta no final da nossa excursão,
se você tiver alguma experiência traumática
sobre a qual precise conversar.
- Qual é, que mico!
Não estou com medo, nem estou ansioso.
- Sabe o que é mais assustador?
Pais, e suas leis.
Por favor, cuidado onde pisa,
e certifique-se de usar o corrimão das escadas.
- Espero que queira dizer o corrimão dos sustos.
- Não.
- [Conner] Por favor, chega, não aguento mais isso.
- Desliga isso, desliga isso.
- Isso é um mico.
- Você pode desviar o olhar, se quiser, mas saiba
que a menos que façamos algo,
isso vai acontecer com outras crianças.
- Temos de fazer algo a respeito disso.
Devemos isso ao mundo, ou ao menos aos nossos vizinhos
fazer uma casa assombrada de verdade.
No estilo Wayney.
- Quando você diz no estilo Wayney, quer dizer
intelectualmente assustador ou assustadoramente intelectual?
- Nenhum dos dois.
Costumávamos usar nosso talento, inteligência e
excepcionalidades para fazer uma casa assombrada tão
assustadora que faria as crianças se mijarem.
- Espera, podemos assustá-las até
elas molharem as calças?
Porque eu não quero ninguém molhando as calças aqui.
- Oh, oh, podemos usar espaguete como cérebro.
- Não, nao tipo coisa de criancinha, assustador de verdade.
- Tudo bem, não quero fazer parte disso, Emmett, tá bem?
Seus planos sempre dão muito errado, além do mais, estranhos
enrrando e saindo dessa casa?
Como podemos proteger esse perímetro?
- Está com medo de molhar as calças, Derek.
- Quer saber? Foi só uma vez num acampamento, ok?
E o grilo pulo na minha mão, na minha mao.
- Pense por esse lado, Derek: Se eu não tivesse enfrentado
meu medo do escuro quando eu estava lá,
eu ainda estaria dormindo com uma lanterna.
- Um dia pode ser você também, Derek.
- É uma lanterna de segurança, tem um diferença.
- É, tipo, todas as lanternas de segurança têm estrelas
e luazinhas felizes nelas.
- Não, nao vou ao Beelanders.
Odeios festas de Halloween, odeio me fantasiar,
e odeio fantasias.
- Você não odeia todas as festas à fantasia.
Deixe de ser o Scrooge do Halloween.
- Eu prefiro ser o Grinch.
Ser o Scrooge indicaria que eu teria uma epifania
e me tornar amigo dos meus funcionários, o que não sou.
E quem dá uma festa de Halloween num domingo mesmo?
- Bem, tá bom, você pode ficar aqui
e ajudar as crianças com a casa assombrada.
- Bem, podemos pelo menos ir como a gangue gangrena?
Eu tenho aquela roupa de banho verde,
e estou praticando meus acenos de gangue, Wayne Wayney.
- Não, eu odeio trocadilhos, odeio fantasias de trocadilho.
- Tá bom.
Vou fantasiado de "o cara que não fez a barba".
- Não, já temos as nossas fantasias.
Tã-da.
- [Wayne] O que é isso, um foguete?
- Não, é uma agulha hipodérmica gigante.
- E você vai fantasiado de que?
- [Paige] Eu vou de enfermeiro.
- Você pode ir como uma pessoa e eu tenho de ir
como uma coisa da qual as pessoas têm medo?
Oh, alerta de epifania, eu acho eu amo Halloween.
- Isso não vai doer nada.
- Muito bem, galera, precisamos de algo que vá nos
diferenciar do resto do pessoal.
Algo que seja assustador de verdade mesmo.
- Mmm, um vírus armado até os dentes.
- Algo que possamos ver de verdade.
- E algo que não nos ponha na cadeia
pelo resto das nossas vidas.
- Que tal um cadáver?
- Estou ouvindo.
- Não um corpo morto de verdade.
Sabe que estou pegando as aulas de colocação
avançada na universidade?
- Sim, Adam, sabemos que está pegando aulas de colocação
avançada na universidade.
- Sim, bem, o hospital universitário tem três
cadáveres falsos que parecem gente de verdade.
- Tem órgãos de verdade e tudo o mais.
Os estudantes de medicina treinam com eles,
então eles precisam parecer totalmente autênticos.
- Mas esse cadáver é completamente pelado.
- É claro que eles não vão desperdiçar tempo
implantando milhares de folículos capilares.
- Tem um código de barras.
- Podes simplesmente dizer que é uma tatuagem hipster.
- Não sei, isso é assustador demais.
- É isso o que dizem na Casa dos Horrores de Anderson,
assustador demais.
Na Wayney dizemos que um cadáver é assustador o suficiente.
- É.
- [Adam] Desculpa te incomodar.
- Não, nao, não incomoda nada.
Não, que brincadeira é esse?
É tão legal ter gente viva com quem conversar.
Sabe, aqui, os cadáveres são só os meus colegas de trabalho.
- Ok, eu sou Adam Wayney, sou um estudante colegial
e estou pegando aulas de colocação avançada
na faculdade aqui duas vezes por semana.
Minha mãe é Paige Wayney, ele é professora aqui.
Tenho minha ID do campus, carteira de motorista, nascimento.
- Tenho certeza que você está bem.
- Isso é um passaporte válido.
- Tenho certeza que você é muito bom.
- E um relatório de desempenho e prova recentes,
Sou um aluno de colocação avançada.
- É, na verdade, você já mencionou isso.
Então, o que você precisa?
- Só suas coisas básicas, na verdade,
uma proveta, luvas de látex, cadáver sintético,
lâminas de microscópio, uma máscara cirúrgica.
- Ah, sabe, a maioria dessas coisas podemos pegar
no armário de suprimentos bem ali.
- Ah, ótimo.
- Mas o cadáver sintético, é um item muito grande.
São centenas de milhares de dólares.
Quer dizer, não podemos simplesmente deixar alguém pegá-los.
- Oh.
- Você assinar a retirada.
Aqui está, e deixe a sua carteira de estudante.
- Sim, claro, aqui, obrigado.
- E o relatório de desempenho.
- É, aqui está.
- Mantemos os cadáveres naquela sala no final
do corredor, que diz: entrada absolutamente proibida.
Ou, como gosto de chamar, a sala da festa.
Espera, espera, espera, espera.
Sabe, como um bom aluno,
eu acho que você vai gostar disso.
Quando comecei a trabalhar na segurança aqui,
eram cadáveres de verdade.
É, 100% corpos em decomposição .
- Eca, acho que os tempos mudaram,
e eu realmente preciso ir ajudar meu irmão.
- Oh, ei, eu tinha um irmão.
Bem, ele está morto agora.
Ele não está na sala da festa, não se preocupe .
Engraçado, foi assim que ele morreu, farreando pesado.
É, gostava de jogos de azar e me mandava as contas.
Na verdade, foi assim que ganhei essa cicatriz estranha.
Quer falar de coisas estranhas, isso é animal.
- Eu acredito em você, eu acredito.
Agora, o equipamento médico.
- Ah.
Sabe, antigamente, essa faculdade tinha
alguns corpos de calouros de todo o país.
Daí começaram a encomendar esses sintéticos.
Esse corpos reutilizáveis, e são bem realistas.
Muito realistas, só lhes falta o carisma
de uma pessoa morta de verdade.
- Bem, acho que é o progresso.
Eu tenho mesmo que ir.
- Claro, sabe, ainda temos alguns cadáveres de verdade.
Só que, seus dias são contados,
e seria uma festa de aposentadoria triste para eles.
E não vou mentir pra você.
Eu vou chorar.
- Bem, temos que ir.
Obrigado.
- Espere.
Você são bem-vindos aqui sempre que quiserem.
Mortos ou vivos, são sempre bem-vindos .
- Vamos, meu chapa.
- Ei, seu pai e eu vamos para a festa agora.
- Sério, vamos vai deixar a casa assim?
- Assim como?
- Eu sou um enfermeiro registrado.
- A casa assombrada foi um sucesso, já estou apavorado.
O que você é, um termômetro retal?
- Não, sou uma agulha hipodérmica.
Não parece nada com um termômetro retal.
Tenho uma agulha na extremidade, um pistão na outra,
e minha marcas medem volume, não temperatura.
Isso é muito mais legal que um termômetro retal.
O que você deveria ser mesmo?
- Sou um fulano obscuro da Broadway que morreu
sob circunstâncias misteriosas, e agora eu e meu
irmão-também-defunto estamos buscando vingança.
- Pfft, só vi cerca de 30 outros cara
com essa mesma fantasia.
- Onde, onde eles estão?
- Calma, querido, eu estava brincando, só brincando.
O que há de errado com ela?
- Vamos.
- Esse lugar está muito bom, mas
eu acho que esse é o toque final.
É, mandou bem.
- Não levante o lençol tão rápido.
Muito assustador.
- Desculpa, acho que tô assistindo filmes de terror demais.
- Só me avise da próxima vez.
- É, tão realista.
- Eu sei, escolhi o melhor que pude achar.
Sinta esses cabelos.
- Cabelos?
- É.
- Não deveria haver nenhum cabelo.
Ou impressões digitais.
Por favor, diz que há uma tattoo código de barra no ombro.
Oh, meu Deus.
- Isso é uma tatuagem de arame farpado?
- Emmett, você tinha uma tarefa.
E era conseguir um cadáver falso e careca.
- Porque você não me ajudou?
Estava escuro e assustador e eu não consegui ver.
- O guarda noturno não parava de falar,
e eu não queria ser rude.
- Que faremos agora?
Porque não vou voltar àquele depósito de cadáveres.
- Mas precisamos, tem um cadáver de verdade lá.
Muito bem, temos de levá-lo de volta agora mesmo.
Oh, isso é muito contra a lei.
- A galera está aqui.
- Então, um, tenho certeza que estamos na rua rua,
mas se você pudesse retornar minha ligação,
eu ficaria muito grato, obrigado, tchau.
- Sabe, não é tarde demais para ir pra casa.
Poderíamos ir lá em cima e brinca de médico.
- Talvez tenha sido aquela última rua.
- Ei, minha agulha está torta?
- Oh, eu te disse para tirar sua agulha
quando você entrou no carro, aqui.
- Você consegue consertar?
- Apenas se incline.
- Eu não consigo me inclinar.
- Bem, ajoelhe-se.
- Eu não consigo me ajoelhar.
- Ok, aqui, fique aqui, aqui, não se mexa.
- Ok, está bom. - Está bom?
- Sim, perfeito.
- Sabe, a única coisa que me motiva é o potencial
de ganhar como melhor fantasia original e a promessa
de biscoitinhos de abóbora em forma de tumba.
Oh, eu gosto de abóbora.
- Oi
Oh.
Ok.
Ok, obrigado.
Tchau, é, até logo, tchau.
Bem, acontece que você está certo.
Ninguém faz festas de Halloween num domingo.
Foi ontem.
- Tá de brincadeira?
Alguma ideia de onde estacionou o carro?
- [Paige] Nenhuma.
- [Wayne] Oh, perfeito.
- Curtindo sua performance?
- A julgar por esse membro do público,
eu diria que estamos arrasando essa noite.
- Galera, por que vocês não estao fantasiados?
- Bem, sabe, tem um probleminha.
- É, queríamos que nossa fantasia fosse tão boa quanto a
sua, Sherlock.
- Bem, na verdade, eu não sou tecnicamente Sherlock.
Eu sou o fantasma de Allen Pinkerton, o detetive original.
Mas obrigado.
Sabe, tenho de admitir, todo esse lance de casa assombrada,
acontece que que não é a pior ideia do mundo.
E qual o lance daquele cadáver falso
que torna tudo tão mágico?
- Caras, aquele cadáver falso é fantástico.
Nossa casa assombrada está muito comentada.
Hashtag selfie com o cara morto.
- Não, porque?
Oh.
Meu marido.
Por que ele tinha que morrer?
- Porque você me contratou pra isso.
Mas eu estou.
- Emmett, temos de contar a eles.
- Não, devíamos ter contado a Conner antes dela ter casado.
- Emmett? - Sim
- Trouxemos um cadáver para a nossa casa.
- É, eu sei, eu estava lá quando fizemos isso.
- Temos que nos livrar dele.
- É, eu sei.
Pare de dizer coisas que eu já sei.
- Você nunca avaliará Andre Delacroix negativamente de novo.
Você é o único tipo bom de crítico.
- Morto.
- Ok, ok, ok, ok, ok, ok.
Acho que isso está começando a se tornar ilegal.
- Você acha?
Acho que deveríamos arrumar todas as nossas coisas,
e mudar para outra cidade.
- Você quer dizer, quando sairmos da cadeia?
- Para de falar em cadeia.
- É, você está certo, provavelmente deveríamos guardar
algo para ter assunto na cadeia.
- Senhoras e senhores, depois de testar e inspecionar
o corpo, eu determinei.
- É assassinato!
Ok.
- Nosso irmãos estao brincando com um corpo de verdade.
Temos de contar a eles.
- Não, nao, não, isso os assustaria permanentemente.
- Quer dizer igual a como estamos assustados pra sempre?
- Sim, você e eu, estamos acabados.
Nunca esqueceremos isso.
Mas se Derek, Bentley e Conner nunca conseguirem descobrir
a verdade, eles podem ir viver vidas normais.
- Muito bem, olha, precisamos fechar esse lugar
e evacuar todos.
- Mas como?
Criamos o Hall da Fama do Hockey das casas assombradas.
- Mas nossos visitantes não querem sair depois de 5 minutos.
Eles querem ficar e dar um rolê com o cara morto.
O que faremos?
- Acho que tenho um plano.
- Estou ouvindo.
- Queria ter usando um uniforme de enfermeiro de verdade.
Tênis ortopédicos são tão mais confortáveis.
- Pelo menos sua fantasia é sexy.
A minha é desconfortável e estúpida.
Pareço o homem de lata com um código de barra gigante.
- Só vamos pra casa.
- Se formos agora, os caras vão achar que somos perdedores
que foram a uma festa na noite errada.
Podemos também fazer gostosuras ou travessuras.
- Somos um pouco velhos pra isso.
- Não tem limite de idade.
Se você aparecer de fantasia,
os moradores são obrigados a te dar doces.
- Não quero doce, quero uma bebida.
- Então vamos fazer bebedeiras ou travessuras.
- Podemos apenas ir a um bar.
- Uma enfermeira e uma agulha hipodérmica entram num bar?
- Tem razão, parece a resposta
para uma piada muito ruim.
- Ou, podemos ir pra casa, tomar uma bebida na cama.
Você tá bem atraente nesse uniforme de enfermeira.
- Sempre achei o homem de lata o amigo mais gato da Dorothy.
- Ooh, se prepare.
- Ok, a festa acabou, pessoal.
- Esse é o seu plano?
- É.
- É brilhante, certo, hora de ir pra casa.
- Nada para ver aqui.
- Exceto um cadáver, que é falso.
- Claro que é falso, por que você traria um cadáver
para a nossa casa, não somos monstros.
- Qual é, acabei de chegar.
- Desculpa, você tem de ir.
- Qual é, eu nem tirei uma selfie com ele.
- Tem que ir, tem que ir, desculpa, foi mal.
Certo, vamos pegar aquela coisa de volta.
- Não, é muito arriscado, vamos só enterrar no quintal.
- Não, temos que levá-lo de volta, Emmett.
O guarda noturno está com meu passaporte, certo,
qual é o seu problema?
- Desculpa, é difícil me preocupar com seus planos
de viagem internacional quando tem um corpo de verdade.
- Vamos só fazer isso.
Oh, onde está, Emmett, onde está o cadáver?
- Talvez ele esteja vivo.
Bem, espero que não esteja vivo, mas se estiver morto
não está aqui, o que o torna um zumbi.
- Temos que encontrá-lo.
- Ou podemos nos mudar para um país
no qual não celebrem o feriado do demônio.
- Não podemos, eu não tenho passaporte.
- Talvez esteja aqui dentro.
- Quem traria um cadáver para a cozinha?
- Um chefe canibal?
- Não está aqui dentro.
Só tem uma lugar no qual não olhei.
O porão.
- Oh, não, nao vou procurar um cadáver no porão.
- Tá bom.
Fique aqui.
Sozinha.
- Estou indo.
Acenda a luz.
- Acabei de acender, não está funcionando.
- Olha, eu não acho que esteja aqui embaixo.
Vamos voltar lá pra cima.
- Ei, volte aqui!
Alguém desatarraxou todas as lâmpadas.
Alguma coisa me pegou.
Me solta.
- Eu não quero.
- Me larga.
- Olha, honestamente, eu não estou vendo.
- Eu não entendo onde mais poderia estar.
Procuramos em todos os lugares.
Oh, vou ser expulso da minha aula avançada
na universidade, nunca irei à faculdade,
vou para a cadeia, e isso não é nem
a pior parte, porque quando saímos da cadeia,
eu vou ter de me registrar como um ladrão de cadáveres.
Isso significa que vão me pôr numa lista.
Vou ter de ir de porta em porta dizendo às pessoas
não deixarem seus cadáveres do lado de fora.
- Ha ha ha ha, te pegamos.
- Isso é um cadáver de verdade.
- Você devia ter visto a cara que fez.
- Não, na real, é um cadáver de verdade.
Não um de mentira.
- Só olha pra ele.
- Por que toda essa gritaria?
- É um cadáver de verdade.
- [Adam] Socorro.
- Por favor, diga que você não matou alguém, finalmente.
- Desculpa, eu achei que podia dar conta disso.
- Ok, bem devagar, alguém me dia que não estou
olhando para o que acho que estou olhando.
- Bem, é
é um cadáver, se é o que está perguntando.
- Claro que é isso que estou perguntando.
O que mais eu estaria perguntando?
- O que aconteceu?
- Adam e Emmett pegaram um cadáver na universidade.
- É onde estou fazendo aulas de colocação avançada.
- E achamos que seria hilário.
Desculpa.
- Meu chape, esse é um daqueles momentos quando qualquer
coisa que disser vai me enlouquecer.
- Entendo.
- Eu disse algo.
- É, Emmett e eu achei que estávamos
pegando um daqueles corpos falsos.
- Do hospital universitário?
Então, você assinou a retirada?
- Claro.
- Ok, bom, isso significa que a culpa é da universidade.
Eu poderia usar isso.
Ok, vamos colocá-lo no carro.
- Segura, só segura.
- Eu vou explicar tudo no carro.
Só me ajuda a levantá-lo.
Rapazes, entrem aqui.
Você também.
- Eu sinto que deveria estar filmando.
- Não, nao quero registros disso.
Vamos ter uma conversa muito longa
quando voltarmos e então nunca falaremos disso de novo.
- Levante pelas costas.
- [Paige] Qual é, por força nisso,
vamos, vamos.
- Então, isso é política da universidade agora,
ou isso é só algum tipo de coisa doentia de Halloween?
Entregar cadáveres a crianças.
- Eu achei que eles tivessem levado o boneco.
- Oh, então admite que não fez o seu trabalho?
- Esse aqui me distraiu.
- Foi você que estava me contando todas suas histórias.
- E você é que era um bom ouvinte.
- Meus filhos poderiam ficar traumatizados
porque você não fez o seu trabalho.
- Eu sinto muito.
- Sente mesmo, cadáveres sintéticos falsos.
Meus filhos, formulários de retirada.
- Eu cuido disso, querido. - Ok.
- É o seguinte:
Leve isso e esqueceremos que aconteceu.
- Eu nunca vou esquecer isso.
- É, cara, eu ainda sinto sua presença.
- Ele está presente.
- Oh.
- Fechado.
Com uma condição.
- Qual?
- Bem, envolve cadeiras.
Sabe, antigamente quando usávamos
cadáveres de verdade, era muito mais divertido
ser um guarda noturno aqui.
Você podia ver o caráter nos rostos daqueles cadáveres.
Havia uma camaradagem, uma amizade,
você se perguntava: como eram suas vidas?
Eu não sei, eles estao mortos.
Querem ver minha cicatriz?
- Então criei uma casa assombrada tão assustadora
que eu me assustei.
Mas no final, conseguimos levar Bob,
foi esse o nome que demos ao cara, de volta pro laboratório.
Mas o Derek, não tenho tanta certeza que ele tenha superado.
Olha pra ele, ele está assustado demais pra dormir sozinho.
- Não, nao tô.
Não, de verdade, nao.
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