All language subtitles for Raising.Expectations.S02E07.Learners.Permit.To.Kill.WEBRip.x264-ION10

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

- Desculpe, eu não sabia

que estávamos em uma demolição.

- Era um buraco, Bentley.

Não consigo controlar buracos.

- Penélope está bem? Ainda está presa?

- Sim, seu violoncelo está bem.

- Você nem olhou.

- Mal posso esperar até tirar sua licença.

- Um, só posso ter a provisória.

E dois, porque eu teria licença?

Você ama dirigir, eu amo ser levado.

é um relacionamento mútuo perfeito.

- Ai!

Fez isso de propósito.

- Desculpe.

- A conta não fecha, mae.

Você me deixa, leva 20 minutos voltando para casa,

e aí 20 minutos de volta; são 40 minutos.

Minha aula só dura meia hora.

- Está sugerindo que eu espere no carro

por 30 minutos?

- Claro que não.

Sabia que fico faminto

depois da aula de caligrafia?

Então, estou sugerindo que me deixe,

vá ao Parmegiano

e compre pãezinhos de peperoni; quando voltar,

só terá que esperar cinco minutos.

- Ai!

- Desculpe!

- Não pare, continue dirigindo, vai!

- O que você viu?

- Nada, mas se chegarmos cedo,

o professor achará que me importo demais.

Vamos dar mais três voltas no quarteirão.

Ai!

Ai!

Ai!

- Desculpe!

- Ele pensa que sou seu motorista.

- Não, eu sou a motorista.

No pior caso, você é o motorista reserva.

- Ah é?

E porque ele me deu isso?

- Isso está indo longe demais.

O Bentley devia ter tirado a permissão

há quatro meses.

- Eu concordo que existe um problema,

mas não podemos invadir o quarto dele

e começar com ultimatos.

- Por que não?

Não somos as autoridades?

Não lembro de abdicar das minhas obrigações.

- Sabemos que o Bentley responde melhor à cenoura

do que à vara.

- Certo. Não vamos usar a vara.

Talvez ele responda melhor a um taco,

um batedor Louisville, assim quando

ele me der um ultimato eu enfio nele...

- Adam! - Não, o Adam tem razao.

Metade do tempo,

nem sei para onde estou levando o Bentley.

Juro, domingo parecia que ele tinha dito aula de Baklava.

- Era aula de Baklava.

Ele está aprendendo sobremesas do império Otomano.

- Viu! é uma aula muito específica para ele ser levado,

que vá sozinho!

- Preciso que vocês sejam os calmos aqui,

porque o Bentley não será.

Adam, seu irmão tem 60Kg de emoções fervendo

em um suéter, então preciso que vocês dois

sejam os homens calmos, fortes e maduros que sei que são.

- Temos que ser?

já o levei por 30km para a hot yoga esta manhã.

- Entre.

Perfeito. As pessoas que eu precisava ver.

Vou começar dizendo que já percebi

que a tensão vem aumentando,

e acho que minhas ideias ajudarão a aliviar isso.

- Viram, estamos tendo progresso.

- Começaremos com uma melhoria óbvia.

Quem me levar deve abastecer antes de me pegar,

porque abastecer não é uma tarefa para dois.

Assim não precisam escutar "vamos logo",

ou, "por que não abasteceu antes de me pegar"...

- Está falando sério?

Porque é uma sugestão válida.

- De nada.

Também notei que às vezes sou meio rabugento no carro,

então achei um jeito de lidar com isso.

Todas as viagens marcadas com um C vermelho

permitem conversas leves,

em todas as outras eu gostaria de silêncio

para me preparar para o desafio do meu destino.

- Sabe do que eu gostaria?

Eu gostaria de pegar uma pá e cavar...

- Usá-la para construir uma ponte de compreensão

para escutarmos todas as sugestões do Bentley.

Estou certa de que o Bentley está acabando.

- Não, mas se estivermos sem tempo

posso pular direto para críticas mais urgentes.

Mãe?

Seus hábitos de frenagem devem ser quebrados.

Não posso me arriscar a chicotear

toda a vez que vê um esquilo.

E tínhamos decidido que o carro

seria uma zona sem perfume.

- Seu pedaço de...

- Ei, ei! Calma...

- Eu vou matá-lo.

- Bentley! Vai tirar sua carta provisória.

Só podemos segurá-la até lá.

- Está tudo bem, estou bem.

- Ei!

- [Paige] Sua besta!

E você escreveu requisitos errado.

Me solta!

- Olha, estou com inveja.

Estou louco para tirar minha licença.

- Com certeza você conseguiria

porque isso foi escrito para criancinhas.

Já vi livros de colorir mais desafiadores.

Contorça seu cérebro com essa.

O sinal vermelho significa,

a: desacelerar, b: continuar com cuidado,

c: parar e d: acelerar.

- Eu sei essa. - Exatamente.

- Mal posso esperar para continuar com cuidado.

Não há nada que você espere sobre dirigir?

- Acho que seria legal escutar

a estação de Músicas Clássicas sem implorar.

Adam! Vou precisar de uma carona amanhã.

- Não. Nao sou mais seu motorista escravo.

Se precisa ir a algum lugar,

pode ir sozinho.

- Vou pegar a permissão.

- Feito.

- Bom. E depois pode me levar para a hot yoga.

- Vale a pena.

- [Voz Sintética] Alerta de intruso! Alerta de intruso!

Alerta de intruso! Alerta de intruso!

- Outro coelho.

Connor!

- [Instrutor do Vídeo] Veja a popular Rachel Smith.

Ela tem uma licença novinha para sair

com o novo namorado, Petey.

- Isso está longe de ser bom como o livro,

e o livro é uma atrocidade.

- [Rachel Smith] Petey! Dirigir é ótimo,

mas estou tendo dificuldades em manter os olhos na estrada

e suas mãos longe de mim.

- Estou tendo dificuldades em manter os olhos nesse filme.

Isso faz Michael Bay parecer Pedro Amal...

Meu Deus!

- [Instrutor do Vídeo] Parece que o corpo sem cabeça

de Rachel não vai à formatura esse ano,

ou nunca.

Lembre-se, só porque você tem uma licença,

ela não te dá licença para matar.

- Olá vizinho!

- [Narrador] Bentley Wayney,

dando uma voltinha no domingo.

- Depois de você, Sr. Esquilo.

- [Narrador] E isso foi um livro didático, Bentley.

Gradual e completo.

- Se não correr me atrasarei para a aula de Baklava.

O que foi isso?

- [Narrador] Essa foi a popular Rachel Smith.

Ela não conseguiu ir à formatura este ano.

- Porque estou batendo em todo mundo?

- [Narrador] Porque você é um mau motorista, Bentley.

E carros são armas letais.

- Recebi sua mensagem, amiguinho.

"Nunca vou deixar meu quarto".

Parece meio dramático, até para você.

O que há com o confete?

- É a minha permissão para aprender.

- Não, nao, não.

Você vai tirar a licença.

- Nunca vou dirigir.

- Isso não vai acontecer.

- Eu decidi, existem os motoristas,

e os passageiros.

Eu sou o passageiro.

- Olhe para mim.

Vê essa cara?

Essa é minha cara de quem não arreda o pé.

- Não pode me forçar a dirigir.

Este é um país livre.

Sei que é clichê mas tenho que acreditar nisso.

- Está certo, é um país livre.

Então somos livres para não te carregar.

- E como vou chegar aos meus vários destinos?

- Tenho certeza que já ouviu falar de transporte público.

- Pai, por favor não brinque assim comigo.

- Não, nao estou brincando.

- Preciso que me leve a aula de Línguas Mortas.

- Isso não vai funcionar comigo.

Preciso ir pegar sua mãe.

Nós vamos ter um encontro hoje,

e não preciso te contar o resto.

- Mas eles iam ensinar Babilônico.

- Você coloca comida lá fora à noite, atraindo vermes.

- Se por vermes você diz coelhos, está correto.

Exceto pelo coelho ser um verme.

- Aquele coelho está disparando meus sensores de movimento.

Está zoando a minha grade de defesa do perímetro.

- Todos zoam a sua grade de defesa do perímetro.

É super-zoável.

- Aquele sistema de segurança está protegendo esta casa

de invasões, ataques terroristas.

- Vou procurar seus sintomas.

Paranoia, surto de rainha do drama,

inabilidade de ir ao ponto...

- Pare de colocar comida lá fora.

- Estamos em um cinturão verde, animal.

O coelho tem mais direito de estar aqui do que nós.

- Então quer ele pulando por aí

encobrindo um condenado que escapou?

- Sintoma adicional: fala português mas parece

que não o entende quando escuta.

- Isso não acabou.

- Também parece não entender quando algo acaba.

- Uau. Está usando agasalho?

- Sou um recluso agora,

me juntei aos sem banho e sem cintos.

- Vai mesmo desistir da vida

só porque tem medo de dirigir o carro?

- O carro?

Que nome gentil e inócuo

para toneladas de metal esmagador de ossos.

Sabia que carros matam mais de um milhão

de pessoas por ano?

O automóvel é o maior serial killer

que o mundo já conheceu.

- Sabe, um dia li que o banheiro

pode ser bem perigoso também.

Sabe quem morreu na privada?

Elvis.

- Sério?

Quando sento no vaso, corro o risco de ele explodir

em uma massa flamejante de metal carbonizado?

- Não, mas na próxima vez que eu for ao banheiro

isso é tudo em que pensar.

Aqui, venha comigo.

- Não vou ao banheiro com você.

- Espera, o quê? Não!

Completamente diferente.

O que o faz pensar que eu faria isso?

- Porque estávamos falando...

Esquece. Onde estamos indo?

- Sabe que o objetivo desse jogo

é evitar as pessoas, certo?

E você perde mais pontos batendo em crianças.

Nunca vi isso antes.

Jogador 1 bloqueado?

- Quem liga para o jogador 1?

- Você é o jogador 1.

Até o jogo te acha um mau motorista.

Talvez uma missão onde você só rouba carros.

Espera, tive uma ideia!

Me siga!

- Não vamos roubar um carro, vamos?

- Roubar? Por que faria isso?

Essa coisa de dirigir está zoando sua cabeça.

- Sim, estou sabendo.

E será minha cabeça dirigindo

antes de ser decapitada no caminho da formatura.

- Certo, agora está me assustando.

- O que você fez?

- Não sei do que está falando.

Sintomas: entra nos cômodos fazendo grandes perguntas.

- Os pratos com comida do coelho sumiram.

- Sim, eu joguei fora.

Não precisamos de comida de coelho se não há coelho.

- O que você fez com o George Elliot?

George Elliot!

Você prendeu o George Elliot?

- Tudo bem, relaxa!

Vou libertá-lo, a 100Km daqui.

- Sai da minha frente!

- Não, Connor,

nós sabemos no que isso vai dar.

- Sim, sabemos.

Você vai tentar me impedir.

- E você vai chutar meu traseiro e pegar o coelho

mesmo tendo prometido para a mamãe que nunca mais

usaria artes marciais comigo ou estaria encrencada.

E vou pegar o coelho de volta de alguma maneira.

A propósito, o nome dele é John McClane.

- E então eu disse ao Bentley,

"e o resto não tenho que te dizer".

- O que é o resto?

Ou também não pode me dizer?

- Na verdade não há nenhum plano.

Só disse aquilo para parecer legal.

Então temos que ficar aqui até as 22h.

- Até as 22h? É daqui a muitas horas!

O que vamos fazer nesse tempo?

- Acha que devemos voltar as 21h?

Ele nunca vai acreditar que estávamos em um encontro.

- Tudo isso é para provar algo ao Bentley?

- Sim, para provar que temos uma vida sem nossos filhos;

para provar que não estamos nesse mundo

só para carregá-los por aí.

- Está certo, essa é uma boa forma de fazer isso.

- Deveríamos tirar uma foto.

- Sim, deveríamos.

- Agora espere, temos que...

Aí está, muito bom.

- Abaixe o queixo.

- Está certo?

- Sim, assim. Tire a foto.

- Assim, bem aí, certo.

- Somos tão fofos.

- Eu sei. O Bentley vai entender totalmente

que isso não é da conta dele.

E... enviar.

- Talvez devêssemos fazer algo

que não é da conta dele.

- Oh, alguém tem um plano.

Gosto disso.

Manda ver!

- [Emmett] Vamos, acelere um pouco.

- [Bentley] Fiz isso, não quer ir.

- [Emmett] É o objetivo de dirigir.

- E se eu bater em algo e virar uma bola de fogo?

- Duvido que isso aconteça

com um carrinho de bateria.

Corrigindo.

Mas, você escapou ileso, então...

Acho que está pronto para as grandes ligas.

Vamos!

- É um péssima ideia Emmett.

- Não vai dirigir, só sentar,

sentar nunca matou ninguém.

- Sentar excessivamente causa obesidade, obesidade mata.

- Não peço para sentar até ficar gordo,

só confortável.

Não é tao ruim, é?

Só sentar aqui, não pensar sobre morte...

- Eu não estava, mas agora estou.

- Só vamos entrar e sair da garagem

só para ver como é.

Fiz isso milhões de vezes. - Fez?

- Não conte ao papai.

Agora coloque o pé no freio, e engate o R.

- Se a mamãe soubesse, te mataria.

- Mas o negócio é que o carro nunca matou.

Agora vai recuar lentamente um ou dois metros,

incrivelmente devagar, apenas 1Km por hora.

Nada para bater, nada para matar.

- Algo atrás de mim? Algum gato?

- Nenhum gato, nenhuma velhinha.

Agora tire o pé do freio devagar.

Eu digo quando parar.

Pare.

- Oi bebê.

- Você é tão previsível.

- É, bem, você previu isso?

- Connor, não!

Onde está...

Connor, o que está pensando? É um animal selvagem.

Como pode deixá-lo solto em casa?

- É um coelho, não um gnu.

- Não sabe por onde ele andou.

Ele pode ser um hospedeiro, pode ter raiva, certo?

- Derek, é um coelhinho.

Procure estatísticas de mortes por coelhinhos,

e, oh espere, não há nenhuma, é zero.

- [Adam] Ai! Ele acabou de me morder!

- Bentley, precisa levar o Adam ao hospital.

Ele foi mordido por um coelho com raiva.

- Talvez com raiva.

- Entendi, fingem uma emergência

para me distrair para que eu dirija.

- Não, está super inchado e...

Tudo bem, está se sentindo febril?

Isso é espuma ou cuspe?

Também vou levar o coelho,

para provar que é raiva.

Embora eu só precise da cabeça.

- Você não vai cortar a cabeça dele!

- Ele já disse que cortaria a mão do Adam

se precisasse.

- Olha, eu não posso dirigir, Bentley.

Você vai ter que dirigir.

- Por quê, para eu terminar o serviço do coelho?

Eu me tornei a Morte, a destruidora de todos os mundos.

- Posso fazer isso, posso dirigir.

- Eu...

não posso!

- Vamos, você tem a permissão!

- Eu a rasguei, maldição!

- Se você não dirigir,

uma das duas coisas vai acontecer.

Ou o Emmett terá que dirigir,

ou vou começar a morder as pessoas.

- E aí teremos que derrubá-lo.

- O que houve com a garagem?

- O mesmo que vai acontecer com todos nós.

- Não quero perder essa mao,

é a minha favorita, e está começando a pulsar.

Dirige!

- Chegue vivo! Já ouviu isso?

- Onde está indo?

- Garantir que a placa traseira esteja bem visível.

- Se não nos movermos nos próximos segundos,

vou socar a sua cara, com o punho do Derek.

- Tudo bem.

Agora lembre-se, a ré é o R grande.

É o que confundimos antes.

- Talvez um de nós possa ficar aqui

para contar ao papai e a mamãe como vocês morreram.

- Agora volte devagar para a rua.

Agora devagar, devagar...

Há um pequeno solavanco, há uma rachadura,

cuidado, tudo bem, estamos na rua!

É território desconhecido para mim,

então você está sozinho.

- [Adam] Você está bem, só dirija.

Bentley, pode acelerar,

ainda posso ver a casa.

- Pelo menos ele está dirigindo.

- Quietos, estou tentando me concentrar.

- Todos vamos pegar raiva.

- Agora estou preocupada com a velhice.

- Mais rápido. - Sabe como é irritante

quando alguém fica te dizendo como dirigir?

- Viu esse babaca? Inacreditável!

Primeiro ele me corta, depois mostra o dedo.

- Certo Bentley, agora está muito rápido.

- Ah, eu vou cortar esse cara.

- Ei, acabou de perder a saída do hospital.

- Relaxa, vou dar uma lição nesse idiota.

- Sério Bentley, precisa diminuir.

- O que vocês são, um monte de velhotas?

- Tudo bem, é a polícia.

- Está tudo bem, posso dar um perdido.

- Caramba.

Ah não.

- Eu estava certa.

O coelho não tinha raiva.

- E também estava errada.

O médico disse que era possível que ele tivesse raiva.

- Minha mão ainda está infectada.

Aquele coelho era feroz.

- O que fez com o coelho para ele te odiar tanto?

- Tentei coçar sua barriga.

- Coelhos odeiam quando fazemos isso.

- Tão fofo, tao macio, tão mal.

- Bem, foi bom você conseguir dirigir.

- O Adam...

não estava dirigindo.

- O que explica porque o carro foi danificado.

Um pouco.

Não muito na verdade.

- Espera, o carro foi danificado?

- E a porta da garagem.

- A porta da garagem?

- Quem estava dirigindo?

- O Bentley.

- O Bentley dirigiu?

- Que maravilha!

- E sabia que conseguiria amigo!

- Temos que celebrar! Vou pegar um lanchinho.

É um momento muito importante.

- Isso aí cara!

- Bem feito!

- Devo dizer que a polícia

revogou minha permissão por um ano?

- Deixe que eles tenham seu momento.

- [Waine] Estou tão animado.

- Era só uma sugestão.

Você estava usando o freio e o acelerador.

Este não é o meu destino.

Está me forçando a usar transporte público.

Não podem cobrar mais que 25 centavos.

Eles não ousariam.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.