Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
A gente estava detonando.
Est�vamos vencendo a guerra.
Eu n�o tinha d�vidas.
E ent�o�
Vamos!
Abaixem-se!
Pra baixo!
Merda!
Era como um fluxo sem fim
de tiros.
MEU FILHO FOI MORTO! NO VIETN� PELO QU�? EUA
ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com
EPIS�DIO DOIS REVOLTA
Em 1967, dois anos ap�s o in�cio do conflito,
os Estados Unidos sofreram uma s�rie de grandes reveses.
Mas ainda est�o confiantes
de que sua for�a esmagadora ir� vencer esta guerra.
Estamos progredindo.
PRESIDENTE DOS EUA
Estamos satisfeitos com nossos resultados.
Estamos infligindo perdas maiores do que estamos sofrendo.
Enquanto o presidente promete que a guerra logo ser� vencida,
os estadunidenses n�o sabem
que os vietcongues est�o prestes a lan�ar um enorme ataque surpresa
em dezenas de cidades por todo o Vietn� do Sul.
O mais audacioso de todos � o ataque a Saigon,
a capital do Sul e o centro das opera��es estadunidenses.
SAIGON VIETN� DO SUL
Enquanto guerrilheiros se preparam para a batalha,
eles tamb�m t�m cerca de 4.000 agentes secretos
que se infiltraram secretamente nas ruas de Saigon.
VIETCONGUE
Meu comandante disse:
"V� explorar alvos na cidade."
Ent�o, eu tive que me disfar�ar.
Eu era pequeno,
ent�o me tornei um engraxate.
Eu verifiquei os alvos, as sa�das e entradas.
O ataque ser� lan�ado no dia em que menos se espera.
Dia 31 de janeiro de 1968.
Ano-novo vietnamita, conhecido como "T?t".
Um tempo de tr�gua, onde ambos os lados concordaram em parar de lutar.
31 DE JANEIRO ANO-NOVO VIETNAMITA
Paul Healey faz parte da pol�cia militar em Saigon.
� seu �ltimo turno.
Ele deve voltar para casa em Boston no dia seguinte.
POL�CIA MILITAR DOS EUA
Eu estava em patrulha.
Tudo estava quieto.
De repente, recebi um chamado no r�dio.
H� Victor Charlies na embaixada.
Homem atingido! Temos baixas!
A Embaixada dos EUA estava sendo atacada.
E eles estavam pedindo ajuda.
Os VC est�o dentro do complexo!
EMBAIXADA DOS EUA SAIGON
H� 19 soldados vietcongues dentro do complexo da embaixada.
Eles est�o armados com metralhadoras e granadas.
V�rias equipes de not�cias j� est�o l�.
Eu cheguei � embaixada.
Sou eu, bem ali.
Todos os canais de not�cias estavam relatando aquilo.
Filmando tudo.
Policiais militares foram para a embaixada
e est�o tentando tirar os atiradores�
eles mesmos.
Os vietcongues estavam l� dentro,
atirando em qualquer coisa que se movesse.
Pro ch�o!
Primeiro, Paul Healey percorre o complexo da embaixada
e v� dois soldados inimigos.
Havia dois vietcongues escondidos.
Ent�o, joguei uma granada.
E esse foi o fim deles.
George Jacobson estava no segundo andar e estava desarmado.
O vietcongue estava ao p� da escada.
Paul Healey vai ao pr�dio da embaixada,
onde George Jacobson, um diplomata, est� preso.
Healey faz um plano para resgat�-lo.
Eu estava usando g�s.
Est�vamos tentando subjugar o vietcongue.
Achamos que v�o jogar g�s lacrimog�neo em breve
para tentar tir�-los dessa maneira.
Uma m�scara de g�s!
Ent�o peguei a m�scara de g�s de outro soldado.
Joguei ela para cima.
E eu disse: "Voc�s est�o armados?" E eles disseram: "N�o."
E eu disse: "Pegue."
Ele pegou a arma. Ele a pegou.
Eu ouvi dois tiros.
E ele atirou no soldado vietcongue.
Corri em dire��o �s portas.
Pod�amos ouvir os vietcongues l� dentro.
As tropas invadem o pr�dio
para atacar os soldados vietcongues restantes.
Pro ch�o!
O �ltimo se entrega.
Tinha acabado.
N�o precis�vamos atirar nele.
Fora da embaixada, h� uma coletiva de imprensa improvisada.
Como eles entraram no complexo? Voc� tem alguma ideia?
Disseram que havia um buraco na parede.
- Um buraco? - No canto.
- E rastejaram por ele? - Sim.
Sr. Jacobson, fez uma bela fuga no final.
Como isso aconteceu?
Eles jogaram g�s antimotim nos andares onde eu estava
e, com a sorte que sempre tive, eu o peguei antes que ele me pegasse.
Tive 13 mortes creditadas a mim naquele dia.
E todo mundo dizia: "Voc� � um her�i."
N�o me senti um her�i.
Eu disse: "S� fiz o meu trabalho."
General, como avaliaria as atividades de hoje?
O que o inimigo est� fazendo? S�o grandes ataques ou�
O inimigo�
muito trai�oeiramente, tirou vantagem da tr�gua de T?t�
COMANDANTE, FOR�AS DOS EUA NO VIETN�
�para�
criar consterna��o m�xima
no Vietn� do Sul, particularmente nas �reas populosas.
O ataque a Saigon na Ofensiva do Tet
� um alerta de insatisfa��o para o governo americano.
O quartel-general do general Westmoreland relata
que os comunistas planejaram uma ofensiva massiva.
PRESIDENTE DOS EUA
Sabemos que o objetivo era derrubar o governo constitucional em Saigon.
N�o � apenas a embaixada que est� sob ataque,
mas dezenas de alvos pela capital.
Neste exato momento, no centro de Saigon, uma batalha est� acontecendo nas ruas.
H� dezenas de mortos e centenas de feridos.
Para muitos jovens vietcongues,
� uma chance de recuperar seu pa�s do que veem como invasores estrangeiros.
VIETCONGUE
Quando eu tinha uns 16 anos,
um dos meus irm�os foi morto na guerra.
Esta era minha chance de vingan�a.
VIETCONGUE
Quando os estadunidenses invadiram,
eles destru�ram minha cidade natal, matando mulheres e crian�as.
Isso alimentou meu �dio.
Eu sabia que n�o voltar�amos vivos.
Nosso alvo era o Pal�cio Presidencial.
Os americanos nos dizem que est�o vencendo a guerra.
Aqui estamos, bem no centro de Saigon.
Na verdade, bem em frente ao Pal�
Bem em frente ao Pal�cio Presidencial.
Os americanos e os sul-vietnamitas revidam
e os vietcongues n�o conseguem invadir o Pal�cio Presidencial.
Os vietcongues se refugiaram
em um hotel parcialmente conclu�do.
Eles nos rastrearam
at� nosso esconderijo.
N�s nos escondemos no pr�dio em frente ao Pal�cio.
Ouvi tiros.
Eles atingiram meu lado.
Eu gritei: "Gente, fui atingida."
Nghia estava ferida.
Eu disse�
"Eu n�o posso�
ir com voc�s.
Eu s� vou atrapalhar."
Bay Hon disse: "N�o.
Vamos viver juntos ou vamos morrer juntos."
Ele me pegou�
e me carregou.
Depois disso, eles entraram e nos capturaram.
Enquanto os estadunidenses lutam para controlar Saigon,
h� batalhas acontecendo em outros locais por todo o Vietn�.
Os vietcongues atacaram simultaneamente
quase todas as grandes cidades do Vietn� do Sul.
Tudo isto equivale � mais ambiciosa s�rie de ataques comunistas j� armada,
espalhando a viol�ncia em pelo menos dez capitais provinciais.
A luta mais violenta de todas acontece 965km ao norte de Saigon,
na cidade de Hue.
Dois dias antes, era um lugar paradis�aco.
Um lugar onde John Bagwell est� estacionado.
Quando entrei pro ex�rcito�
EX�RCITO DOS EUA
�minha m�e ficou muito chateada.
Ela chorou�
Lembro que quando sa� na esta��o de �nibus, ela me disse:
"Meu Deus. V�o te trazer de volta em um caix�o."
Mas eu imaginei que ficaria bem, porque eu era um DJ.
Bom dia, Vietn�!
Especialista do ex�rcito, John Bagwell, com rock and roll da Primeira Cavalaria!
J� passou um minuto da hora.
Voc� est� sintonizado com o DJ mais popular de todo o Vietn�.
Eu sou o DJ especialista, John Bagwell�
No dia 30 de janeiro,
recebi ordens para ir para o norte, para a cidade de Hue,
basicamente, para come�ar uma nova esta��o de r�dio.
HUE VIETN� DO SUL
Lembro que perguntei � pessoa que me deixou l�:
"� aqui que eu deveria estar?"
E ele disse: "Sim. Esta � a esta��o de r�dio."
E olhei em volta e havia fios do lado de fora.
O guarda americano olhou para mim e disse:
"� para manter os patos longe do p�tio."
E eu disse: "Posso me sentir seguro aqui?"
E ele disse: "Sim! Nada acontece aqui."
A Ofensiva do Tet est� prestes a mudar isso.
Era por volta de duas, tr�s da manh�.
Est�vamos vendo v�rios m�sseis sendo disparados.
Balas tra�antes.
Ent�o, liguei para os militares, e eles disseram:
"Fique parado. Estamos sendo atacados. Enviaremos algu�m para peg�-lo."
Nesse ponto, os militares chamam refor�os.
Ent�o�
Como fiquei sabendo de Hue?
FUZILEIRO DOS EUA
Bem�
L� estava eu, bebendo cerveja �s tr�s da manh�.
Odeio dizer isso, mas eu estava�
comemorando a volta para casa.
Um pequeno soldado entrou correndo.
Ele disse: "Ei, tenente, o coronel quer v�-lo."
E eu pensei: "Ah, n�o! Como assim?"
Ele disse: "Alex, venha aqui.
S� preciso que voc� v� at� um lugar
no Rio Perfume chamado Hue.
Preciso que voc� v� at� l�."
Eu falei sem pensar:
"Mas, coronel, eu n�o vou me voluntariar para mais combate.
Caramba, eu tenho sorte de estar vivo agora!"
Era exatamente isso que ele n�o queria ouvir.
E ele disse: "Tenente�
esteja no maldito helic�ptero �s 1630!"
Est�vamos atravessando o Rio Perfume,
direto para a cidade de Hue.
E vimos um tiroteio acontecendo no solo.
E de repente, toda a maldita cidadela
come�a a atirar em n�s.
E alguns dos tiros atingiram o helic�ptero.
Chegamos ao solo e corremos o mais r�pido que pod�amos.
Come�amos a atravessar as linhas inimigas.
Vai!
Vietcongues invadiram o lugar.
Est�vamos cercados.
E eu pensei: "Senhor, tenha miseric�rdia, acho que este � o fim."
A jornalista Thea Rosenbaum tamb�m est� indo para Hue.
Sou eu. Estou ganhando minhas asas.
JORNALISTA
Naquela �poca, eu ainda era jovem e inexperiente.
Sempre me diziam:
"Voc� � s� a esposa do chefe do escrit�rio da ABC News.
Voc� � s� a Sra. Dick Rosenbaum."
Mas eu queria provar meu valor.
Eu disse: "Vou para o campo."
Ouvimos dizer que havia algo importante acontecendo em Hue.
A reportagem de Thea sobre Hue desempenhar� um papel
em mudar a forma como os EUA se sentem em rela��o � guerra.
A primeira coisa que vi � que estava lotado de pessoas.
E eu olhei para aqueles soldados
e eles olhavam ao redor e ficaram em choque.
Pensei: "Meu Deus.
Algo importante est� acontecendo aqui."
Havia um capit�o e ele disse: "Bem, eles est�o em todo lugar."
Ent�o, de repente�
Bang! O inferno desabou.
Agora, Thea se encontra
no meio de uma das batalhas urbanas mais intensas
da hist�ria militar dos EUA.
Ela documenta a cena em seu gravador.
Fogo do nosso flanco direito�
e fogo do outro lado do rio.
Posso ver pessoas correndo�
na nossa frente.
Elas atravessam a rua, subindo para a direita.
Vai!
Corremos, procurando prote��o em qualquer lugar dispon�vel.
Tudo bem, vamos l�. Fique na retaguarda.
Estamos atr�s de um muro.
As casas na nossa frente
t�m atiradores.
Vi uma bandeira e disse: "Essa bandeira n�o � do Vietn� do Sul.
Essa bandeira � do Vietn� do Norte.
O que est� acontecendo aqui?"
Supostamente, essa guerra � estadunidense.
N�s dever�amos estar vencendo ela.
Esses soldados estavam acostumados a lutar na selva.
Mas, nas ruas? N�o!
Havia um jovem soldado do Kansas.
E eu disse: �Ora, isso n�o � mais o Kansas, �?�
O mais assustador era n�o saber quando eles viriam.
N�s �ramos DJs.
Nenhum de n�s tinha o que eu consideraria um treinamento real de combate.
EX�RCITO DOS EUA
E de repente,
os norte-vietnamitas come�aram a lan�ar foguetes.
E, ent�o, eu me vi em uma janela�
De repente,
eu vi um jovem soldado vietnamita. Ele apareceu do nada.
Ele tinha uma arma.
Uma bala literalmente passou ao lado de uma orelha,
e eu sabia que, se n�o atirasse nele, ele atiraria em mim.
Eu mirei minha arma, puxei o gatilho�
e atirei nele. E ele morreu.
E eu lembro de olhar e�
O ex�rcito te ensina a matar,
mas n�o te ensina a como pensar depois que voc� mata algu�m.
E uma grande tristeza tomou conta de mim por ter atirado em algu�m.
E eu n�o sabia como reagir a isso.
Eu sabia que tinha que correr ou ia morrer.
Os norte-vietnamitas estavam atirando continuamente em mim.
E, de repente, olhei para baixo e vi um buraco,
e percebi que tinha sido baleado.
Enquanto a revolta do Tet entrava em sua segunda semana,
estadunidenses e sul-vietnamitas retomavam o controle da maioria das grandes cidades,
incluindo Pleiku, Ban Me Thuot e Nha Trang.
Mas ainda havia combates intensos no Delta do Mekong e em partes de Saigon.
Estima-se que ainda h� 700 infiltrados vietcongues dentro da cidade.
Isso aconteceu h� cerca de seis, sete dias. Estou lutando desde ent�o.
- Est� lutando no campo? - Sim.
- Qual prefere? - O campo.
Mas, de todas as batalhas travadas,
n�o h� nada como Hue�
onde os norte-vietnamitas t�m 10.000 homens lutando nas ruas.
Os vietcongues atacaram a cidade de Hue t�o repentinamente
que a cercaram e a ocuparam.
Quanto tempo acha que vai levar pra cruzar a cidade?
Vamos acabar ficando por algumas semanas.
Limpando. Vai demorar um pouco para sair daqui.
Por que demora tanto?
H� muitas trincheiras por toda a cidade.
E voc�? Est� ficando cansado disso?
Pode ter certeza.
Do jeito que est�o escondidos, n�o�
Posso perder muito tempo s� correndo pelas ruas.
Mas nunca se sabe.
Qual � a parte mais dif�cil?
A pior parte � n�o saber onde eles est�o.
Andar por a� e correr em esgotos, sarjetas e tudo mais.
Podem estar em qualquer lugar.
S� espero ficar vivo, dia ap�s dia.
Estou cansado disso. Ficarei muito feliz em ir para casa.
N�o sei, � s� que�
� a pior �rea em que estivemos desde que cheguei ao Vietn�.
Voc� acha que vale a pena?
Sim.
N�o sei. Dizem que estamos lutando por algo. Eu n�o sei.
O ex�rcito norte-vietnamita faz uso das antigas muralhas da cidade de Hue,
usando a cidadela, uma antiga fortaleza no meio da cidadela,
como sua fortaleza.
Alex Wells e os fuzileiros agora t�m que tentar tomar a cidadela.
N�o havia sa�da.
Nenhuma porta dos fundos.
Ningu�m imaginava que os vietcongues tinham esse tipo de for�a.
Os desgra�ados iam acabar com a gente.
Queriam convocar ataques a�reos,
mas chuvas torrenciais e tempestades paralisaram a for�a a�rea.
Com o clima desse jeito,
estamos esperando alguma melhora para podermos obter algum apoio a�reo.
Queremos mant�-los longe das muralhas para podermos subir at� elas,
viol�-las e entrar por elas.
Estou dizendo, quando entrei naquele helic�ptero,
pensei: "� por 24 horas. Voltarei bebendo cerveja com o coronel."
No que foi que eu me meti? E o que est� acontecendo?
Como isso pode estar acontecendo?
Ainda estamos agachados no muro,
esperando por ordens.
Estamos no lado sul ou norte do rio?
Estamos no lado sul.
Eu estava deitada no ch�o, na terra.
JORNALISTA
E sendo imobilizada.
Fogo!
Droga. Certo, vamos!
Onde est�o? Sabe onde est�o?
Havia fuzileiros tentando ligar para Saigon.
E ningu�m acreditou neles.
"Hue? O que � Hue? N�o tem nada acontecendo em Hue.
Isso n�o � nada comparado a Saigon."
Eu disse: "Precisam me tirar daqui." Porque eu tinha �timas hist�rias.
Parecia que ser�amos invadidos.
Eu n�o fiquei com medo. Peguei o maldito r�dio e disse�
"Atirem nesse alvo."
Ap�s 14 dias, o tempo melhora
e os bombardeiros americanos entram em a��o.
E esses caras estavam atirando continuamente.
Matamos centenas.
N�s os explodimos.
N�s avan�amos.
Eu estava l� em cima para uma miss�o de 24 horas
que acabou durando 14 dias.
Quatorze dias
de puro sangue, tripas, morte e destrui��o.
Foi assim que aconteceu.
Baleado na perna, John Bagwell agora estava perdido
nos campos fora de Hue.
Eu rastejei pelo arrozal.
Eu estava sangrando por todo o lugar.
E ent�o, de repente, vi uma base militar americana.
Uma sensa��o calorosa tomou conta de mim.
Eu descrevi para outras pessoas como:
"Panquecas quentes com calda quente e manteiga."
Senhor, temos algo aqui.
N�o sei dizer se � uma vala ou o que �.
H� algo se movendo na base daquele muro ali fora.
Conforme me aproximei da base,
pulei e disse: "Eu sou americano! N�o atirem!"
Ele disse: "Eu reconheceria essa voz em qualquer lugar.
Bagwell! N�s pensamos que voc� estava morto."
E eles me receberam bem.
Percebi que eu poderia sobreviver.
E percebi que havia muito mais em mim do que eu pensava que havia.
E, se eu consegui passar pelo Vietn�,
consigo passar por qualquer outra coisa neste mundo.
Enquanto isso, Thea Rosenbaum est� determinada a sair de Hue
e registrar sua hist�ria.
Ainda h� atiradores por todo lugar.
Eu sabia que essa era a maior hist�ria de todas.
E eu disse: "N�o � uma hist�ria se eu n�o puder sair daqui e registr�-la."
Havia um piloto e um copiloto.
Eu disse: "Oi, rapazes, podem me dar uma carona?"
E eles disseram: "Bem, tudo bem."
E eu disse: "Isso!"
Ent�o, registrei minha hist�ria sobre Hue.
Eu queria mostrar algo de mim.
Eu disse: "N�o sou a esposa do chefe.
Eu sou Thea Rosenbaum."
Acho que quando a reportagem come�ou a sair,
o p�blico nos EUA percebeu o que tinha acontecido em Hue.
Os vietcongues provaram que s�o capazes de�
Acho que o que mais me deixa furiosa � quando ou�o:
"Apenas 68 dos nossos homens foram mortos esta semana."
O que eles querem dizer com "68"?
S�o 68 fam�lias que est�o destro�adas.
Espero que saibam o que est�o fazendo.
Se n�o souberem, estamos em apuros.
Voc� se pergunta: "Vale a pena?"
A Ofensiva do Tet eleva os mortos americanos para mais de 23 mil.
FEVEREIRO DE 1968 BAIXAS DOS EUA: 23.280
As perdas de vietcongues s�o ainda maiores.
Houve 50.000 mortes em apenas quatro semanas.
Tet foi uma grande vit�ria,
mas tivemos que sacrificar muito.
Bay Hon e Vu Minh Nghia foram ambos condenados � morte.
Mas Bay Hon escapou,
e Vu Minh Nghia foi poupada como parte de uma troca de prisioneiros.
Hoje, no anivers�rio da Ofensiva do Tet,
eles prestam suas homenagens aos seus camaradas ca�dos.
Bay Hon e seus camaradas salvaram minha vida.
A Ofensiva do Tet mostrou aos EUA o que estavam enfrentando.
O vietcongue � fisicamente forte.
Ele � astuto. Ele � um inimigo a ser respeitado.
Eu daria qualquer coisa para ter 200 deles sob meu comando.
S�o os melhores soldados que j� vi.
A resposta dos EUA seria convocar mais tropas,
e a Ofensiva do Tet � apenas o come�o.
O ano de 1968 ser� o mais sangrento de toda a guerra.
NARRADOR: ETHAN HAWKE
Todas as imagens de arquivo desta s�rie s�o reais
e foram filmadas durante a Guerra do Vietn�.
Nos casos em que a filmagem de um evento espec�fico n�o estava dispon�vel,
usamos material que ilustra momentos compar�veis na guerra.
Legendas: Carla Piccoli
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.