Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Watch Online Movies and Series for FREE www.osdb.link/lm
A CASA QUE DESAPARECEU
TARZAN CAPTURADO POR CANIBAIS!
Ok baby, vamos? Fant�stico.
- Quer experimentar o chap�u? - Sim, podemos experimentar.
- Sim? - Passe um pouco sobre os l�bios.
Ok.
Olha... tenho um trabalho muito bem pago para voc�.
Gostaria de tirar fotos de voc� nua para um livro de bolso.
J� te disse antes: n�o.
Por que n�o?
Porque, n�o.
N�o para mim, mas sim para outros fot�grafos, certo?
Eu vi dezenas de fotos suas, nua.
O tipo de nude que fa�o para outros fot�grafos...
e o que voc� quer que eu fa�a, s�o coisas completamente diferentes.
Est� sugerindo que eu fa�o pornografia?
Nada de pornografia, Kent, s� um pouco vulgar.
- Voc� � arrogante, n�o acha? - Dif�cil!
Vai mudar de ideia?
N�o. Vamos continuar.
- Tudo bem? - Ok.
Muito bonito.
Adeus querido.
- Adeus. - Comporte-se.
Sim.
Ou�a, querida, voc� tem algum dinheiro?
Bom.
E diga a mam�e que mandei para ela, ok?
- Sim. - Ok, pode ir.
Ou�a, podemos ir para casa esta noite? Estou muito cansada.
Amanh� tenho que levantar cedo.
Sim, levar� um segundo.
Droga... Deve ser aqui perto.
Voc� nunca o encontrar� neste nevoeiro.
N�o consigo ver nada!
Cale-se.
O que houve?
Chegamos. Tem que ser este lugar.
Sim. Tenho certeza que � aqui.
Como pode saber?
N�o se preocupe. Esse � meu problema.
Ou�a, fique aqui no carro at� eu voltar.
N�o vou demorar! S� tenho que pegar algumas coisas.
Que diabos est� fazendo aqui? Eu lhe disse para esperar no carro.
Eu estava com frio e preocupada. Quero ir para casa!
Cale a boca e fique quieta.
- Ent�o � por isso que veio aqui? - D� um tempo, est� bem?
Terry, n�o vou deix�-lo. Quero ir para casa. Quero ir para casa agora!
Ou�a, n�o vou discutir, ent�o volte para o carro e espere por mim. Entendido?
Espere no carro at� eu terminar, ok?
- Fui idiota em te seguir. - Pode estar certa, querida, muito certa.
- O que est� procurando? - Cale-se.
O que �?
Alguns malditos passaportes.
Me deram o endere�o errado. Idiotas!
S�o todas mulheres.
O que?
Um monte de passaportes estrangeiros, todos de mulheres jovens.
- � estranho. - Deixe-me v�-los.
Sim, voc� est� certa. Parece ruim.
- O que vamos fazer? - N�o entre em p�nico.
- Vamos sair daqui! - � tarde.
Algu�m est� vindo...
Ah, Terry...
Dev�amos ter ido pra minha casa em vez de vir para c�.
Pelo menos h� luz e aquecimento l�.
Tamb�m poder�amos ter tomado um caf�.
Nada de especial, de qualquer maneira.
Mas convenhamos, esta casa velha n�o � o lugar ideal para passar umas horas juntos.
N�o importa, agora estamos aqui.
Voc� � estranho, sabia?
Deveria me apresentar aos seus amigos, um dia.
Ah... tinha esquecido.
Aquela hist�ria que voc� me contou no carro sobre...
J� sabe...
Que voc� n�o gosta de pessoas e prefere viver na solid�o?
Sabe? Se esta casa fosse minha, eu a venderia. Completa, com m�veis e teias de aranha.
E compraria um bom apartamento na cidade.
Sim, � o que faria.
As pessoas n�o sabem aproveitar o que t�m.
Ei, o que houve?
N�o fique a� sentado me olhando, sem fazer nada.
Sabe? Voc� n�o � uma pessoa f�cil de lidar.
Seria dif�cil encontrar outra garota para satisfazer seus estranhos caprichos e fantasias.
Acho que tivemos sorte, em nos conhecer.
Acho que nos damos muito bem.
N�o quer apagar esse cigarro?
N�o vai tirar as luvas?
Terry!
Terry?
Desculpe por interromper. Poderia me levar para Londres, por favor?
Sim, claro. Entre.
PARA ALUGAR
Obrigada. Adeus.
Aqui est�. Obrigada.
Terry?
Ol�, querido.
Onde esteve?
Vai se comportar, n�o �?
Seja um bom garoto, hein?
Ei, ei, vamos, acorde! Valerie est� aqui.
Oh, v� indo.
Vamos, querido.
Terry est� sempre interessado em hist�rias sombrias.
Todas as vezes que fiz neg�cios com ele, terminaram em desastre.
- Talvez eu deva ir � pol�cia. - Voc� est� louca?
Chamar a pol�cia para qu�?
Como vai explicar que voc� e seu namorado...
invadiram uma casa para roubar algumas coisas?
- Eu n�o fui roubar. - Acha honestamente, que acreditar�o?
� preciso ter cuidado, ou ser� envolvida em neg�cios desagrad�veis.
Mas Terry desapareceu. Pode at� estar morto!
Vamos, ele n�o � um cara que desaparece t�o facilmente.
Ele reaparecer�, quando menos esperar.
N�o ficaria surpreso se fizesse isso de prop�sito.
N�o seja rid�culo! Vi um assassinato sendo cometido naquela casa.
Foi horr�vel.
- N�o conseguiu ver o rosto do cara? - N�o, estava muito escuro.
N�o consegue nem dizer se era jovem ou velho, alto ou baixo?
Tudo aconteceu muito r�pido. N�o tive oportunidade de ver nada.
N�o sei, talvez seja porque estava escondida.
Estavam o tempo todo nas sombras.
N�o disseram nada em particular.
Ela falava o tempo todo enquanto se despia, como se quisesse provoc�-lo ou excit�-lo.
Ele apenas ficou sentado, e n�o disse uma palavra.
- Estranho... - Cada um na sua.
Ele estava sentado, fumando calmamente.
Ela andou ao redor dele enquanto se despia, e sentou-se em seu colo,
e foi assim que a matou.
Como assim? N�o fizeram nada antes?
N�o sei se fizeram algo ou n�o.
Tudo o que sei, � que a atacou com uma faca.
Deve ser impotente.
Terry encontrou o que procurava?
Sim, desta vez foram j�ias ou dinheiro?
N�o sei o que estava procurando. Acho que estava na casa errada.
- � engra�ado. - N�o vejo o que tem de engra�ado.
Me disse para esperar no carro.
Fiquei sentada um tempo. Depois tive frio e me preocupei.
Ent�o fui ver se o encontrava.
Deus, ficou furioso, porque o tinha seguido.
- Acha que reconheceria o local novamente? - Talvez...
N�o, n�o poderia reconhecer. A neblina estava muito densa na noite passada.
Se eu fosse voc�, querida, relaxaria at� ver o que acontece.
- Ver o que acontece? - Sim, � o melhor que pode fazer.
Provavelmente nada acontecer�.
Continuo convencido de que isso � algo criado por Terry.
Ou�a, esse cara tirou uma foto do meu �lbum,
Estacionou o carro de Terry na frente da minha casa,
sabe quem sou e onde moro.
Posso ser a pr�xima v�tima da sua lista.
Parece que n�o percebem, o problema em que estou.
Querida, claro que percebemos.
S� estamos querendo ver as coisas, com mais clareza.
Ent�o relaxe, tome seu caf� e tentaremos encontrar uma solu��o.
Bem, acho que isso vai vender muito bem.
Temo que s� poderei ter as pe�as em quinze dias.
Estou muito ocupado agora.
Bem, desde que possa me garantir, que a cor ficar� boa.
Essas s�o as fotos que v�o para as galerias de arte?
Tecnicamente n�o haver� problema.
S� preciso desse tempo para faz�-las, s� isso.
Bem, voc� disse duas semanas.
- Quer um caf�? - N�o, n�o obrigado.
- Eu quero um. - Vem aqui.
Valerie, esse � Paul.
- Como est�? - Ol�.
Este � o cavalheiro que fez todas essas m�scaras.
Fant�sticas!
Adoraria ter uma dessas.
S�rio? Bem, tenho uma grande cole��o. Deveria me visitar algum dia e escolher uma.
Gostaria muito.
Ok, ent�o vamos fazer isso:
Te darei meu n�mero, voc� me liga, e combinaremos para que voc� venha.
Ok, obrigada.
Me daria seu n�mero? Apenas no caso de esquecer de me ligar.
- Aqui est�. - Obrigado.
Espero conversar em breve.
- Talvez. Adeus. - Adeus.
- Cara legal, n�o �? - Sim, �.
Est�vamos conversando.
Ele pareceu muito interessado em voc�.
Est� preparando um cat�logo para enviar �s galerias de arte.
Ele fez todas aquelas m�scaras. Elas s�o boas, n�o s�o?
S�o fant�sticas.
- Vai ligar para ele? - Talvez.
Pelo menos seria melhor para voc� do que Terry.
N�o se divertiu com ele, n�o �?
- Por que despreza tanto Terry? - Vamos, querida, mal o conhe�o.
S� o vi uma vez, quando fui procur�-la naquele lugar horr�vel que ele tem.
Ningu�m gosta do Terry.
S�rio, querida, n�o me interessa nada sobre ele.
Mas, n�o gosto de v�-la chegar de manh�, com um olho roxo...
porque tenho que suspender a sess�o. Apenas isso.
N�o vai acontecer de novo, posso te prometer isso.
Talvez um dia, possa entender meus motivos.
- Al�? - Al�, Valerie? � o Paul.
- Nos conhecemos esta manh� no est�dio. - Ah, sim.
Desculpe, voc� me pegou de surpresa.
- N�o estou incomodando, estou? - N�o, de forma alguma.
- � um prazer falar com voc�. - Ok.
Parecia gostar das minhas m�scaras.
Queria saber se gostaria de ver o resto da minha cole��o.
Talvez pud�ssemos tomar uma bebida juntos. Est� livre amanh� � tarde?
Sim, estou. Seria muito bom. Estou ansiosa por isso.
- Est� falando s�rio? - Claro, sen�o eu n�o diria.
- Cinco horas? - Cinco em ponto. Adeus.
Quem est� a�?
- Ol�. - Ol�, senhorita Jennings. Feliz em v�-la.
- Como vai? - Bem, obrigada, Sra. Dabney.
Espero que n�o se importe com todo este inc�modo.
Coloquei o apartamento para alugar.
E tem sido um desastre, porque ficou desabitado por muito tempo.
O novo inquilino � uma pessoa solit�ria.
Ele quer paz de esp�rito, ningu�m para incomod�-lo.
Acho que dedica seu tempo, ao estudo dos pombos.
Sim, eu os vi no por�o.
Algu�m deve t�-los colocado l� ontem.
Uma ocupa��o original.
Embora pessoalmente, eu ache um pouco exc�ntrico.
Mal p�de esperar para entrar!
Expliquei que o apartamento precisa ser redecorado, mas ele n�o pareceu se importar.
A prop�sito, n�o vejo sua amiga, Srta. Collins, h� muito tempo.
N�o, ela est� no sul da Fran�a. Bem, tenho que ir agora. Adeus.
Adeus, senhorita Jennings. Boa sorte com os pombos!
Bem, este � o dep�sito.
A casa n�o deve ser muito longe daqui.
- Acho que � nessa dire��o. - � um lugar bem deserto.
Sim, n�o vi outras casas.
Estava muito nublado, para ver qualquer coisa.
- Este � o carro. - Este lugar � pior que um labirinto.
Estava me escondendo, quando o assassino veio na minha dire��o.
Estava apavorada. Fiquei l� at� o amanhecer.
� estranho que n�o tenha te encontrado. Eu teria encontrado.
Veja, h� um caminho que leva � floresta.
N�o, tenho certeza que a casa fica naquela dire��o.
Esta maldita casa, n�o ser� f�cil de encontrar.
N�o.
Ei, venha ver isso.
� o carro do Terry!
Primeiro, ele colocou na frente do seu apartamento e agora deixou aqui.
Vamos dar uma olhada.
N�o tem chaves.
E isso est� uma bagun�a.
Oi, bom te ver.
- Valerie, esta � Suzanne. - Ol�.
Espero n�o ter interrompido seu trabalho.
Estou feliz por ter uma desculpa, para parar de trabalhar.
Meus olhos estavam come�ando a doer.
Estou muito feliz em conhec�-la, Valerie.
- Sente-se, deixe-me pegar seu casaco. - Obrigada.
- Um cigarro? - Obrigada.
- O que gostaria de beber? U�sque? - Isso seria �timo, obrigada.
Paul estava me contando que se conheceram no est�dio fotogr�fico.
Ficou muito impressionado com voc�. Ao te conhecer posso ver por que.
Pensei que fosse Paul quem fazia as m�scaras, mas vejo que voc� � a artista.
Bem, Paul cria os designs originais. Eu os interpreto.
Interessante. Deve levar muito tempo para faz�-los. Eu ficaria louca.
Ah, �s vezes passo horas, at� dias trabalhando nas m�scaras.
Isso � bom, ajuda o tempo a passar r�pido.
S�o como as est�tuas, feitas pelos astecas.
Parecem simples, mas s�o imposs�veis de imitar.
Eu amo a arte asteca.
Uma vez... voc� se lembra, Paul?
Fui encarregada de copiar uma est�tua, de um antigo deus pag�o.
Trabalhei nisso por seis meses, sabe, desenhando, modelando, finalizando.
Com todas as inscri��es manuais, na base da est�tua.
Copiando cada detalhe com perfei��o.
Acho que foi, a melhor coisa que j� fiz.
N�s terminamos, ela caiu, e se quebrou em mil peda�os.
Sabe? Quando Paul era garoto, fazia uns desenhos fant�sticos.
Todos meus amigos diziam, que um dia, seria um grande artista.
- O que mais poderiam dizer? - Garanto-lhe que foram sinceros.
Gosto de ver a express�o em seu rosto, quando algu�m ousa contradiz�-la.
Eu disse que se n�o estudasse na academia, n�o seria um artista respeitado.
- Mas tentou pouco. - Sim, e logo ficou muito chato.
Eu era muito tolerante.
- Obrigada por me trazer em casa, Paul. - Foi um prazer.
Gostaria de v�-la novamente um dia. Acha que � poss�vel?
Sim, eu gostaria.
Posso prometer que n�o ser� um convite para tomar ch� com minha tia.
Valerie, abra a porta!
- Oh, estou muito feliz em v�-la. - Por que est� trancando a porta?
Vai entender quando eu explicar.
Passei maus momentos, desde que foi embora.
Est� muito p�lida. Voc� est� bem?
Sim, � uma longa hist�ria. Vou cont�-la no caf� da manh�, ok?
Est� bem.
Ei, recebi seu cart�o postal. Como est� o trabalho?
Fant�stico!
Estou feliz por ter voltado. Fiquei chateada depois do que aconteceu.
Um cara muito estranho se mudou.
Pude ouvi-lo andando a noite toda, enquanto conversava com seus pombos.
- Que pombos? - Os que tem no apartamento.
A Sra. Dabney disse que os estuda.
Toda aquela hist�ria do Terry, parece t�o incr�vel.
Deveria falar com a pol�cia.
Todos me dizem para n�o faz�-lo.
N�o pode deixar as coisas como est�o.
Mike diz que n�o devo me preocupar, ele acha que Terry vai aparecer.
O que voc� acha?
N�o sei. Tenho a sensa��o de que algo terr�vel aconteceu com ele.
Algo naquela casa me deixou nervosa, assim que chegamos l�.
� compreens�vel. Deve ser meio assustador se intrometer assim.
Eu sabia que haveria problemas. Algo deu errado com os planos do Terry.
Ou o cofre n�o estava, onde ele achou que estaria.
Ou estava na casa errada. O que � muito poss�vel.
- Deus, � t�o absurdo. - � uma hist�ria incr�vel.
O assassino me viu. Sabe quem sou e onde moro.
E n�o sei absolutamente nada sobre ele.
Terry est� desaparecido, e eu consegui escapar.
E � tudo, at� o momento.
Ent�o, o que pretende fazer?
Se n�o vai � pol�cia, o que vai fazer?
Boa tarde, meu nome � Hornby. O novo inquilino do andar de baixo.
- Como vai? - Prazer em conhec�-la, Srta...?
- Collins, quer entrar? - N�o, obrigado, s� vim me apresentar.
E me desculpar por qualquer inc�modo, que meus pombos tenham lhe causado.
N�o se preocupe por isso.
Embora admita que me assustaram um pouco, quando foram trazidos.
Lamento muito. A Sra. Dabney n�o lhe avisou?
N�o, n�o avisou.
S� queria lhe dizer para n�o se alarmar se ouvir os pombos batendo as asas l� embaixo.
Me mudei hoje, e as vezes deixo os pombos sa�rem da gaiola,
apenas para que tenham a chance de bater as asas.
De qualquer forma, se te incomodar, basta dar umas batidas no meu teto.
Entenderei as batidas como informativas, e n�o grosseiras.
N�o sabia que esse apartamento era habit�vel.
Um lugar se torna inabit�vel quando n�o � habitado, n�o acha?
Foi um prazer conhec�-las, espero que nos encontremos novamente...
... em breve.
- Adeus. - Adeus.
- Homem estranho. - Muito estranho.
- Alguma not�cia do Terry? - N�o.
- Foi � policia? - Ainda n�o.
O que aconteceu com seu amigo, pintor de m�scaras?
Na verdade, vou v�-lo esta tarde.
Eu disse que voc� o impressionou.
Cuidado como o trata, ele parece um cara delicado.
N�o se preocupe com isso, sei como lidar com a situa��o.
Quieta! A� mesmo, muito bem.
Por que n�o a deixa em paz, Paul?
Essa mo�a s� vai te trazer complica��es, n�o acha?
Por que diz isso?
Acha que sou fraco?
- Mais do que deveria. - Mais do que deveria...
� minha opini�o, s� estou respondendo sua pergunta querido.
A fraqueza geralmente est� pr�xima da crueldade.
Querido, por que se envolver? � apenas outra garota.
Valerie � diferente. Eu nunca conheci algu�m como ela antes.
Ela � muito especial.
Sempre diz a mesma coisa.
Por que n�o trouxe seu namorado?
Ele teve que trabalhar.
� uma pessoa estranha. N�o � muito social.
Oh, n�o, outro n�o.
� apenas diferente.
Quantos anos ele tem?
- Paul? Bem jovem. - Sim, � o que imaginava.
� dif�cil saber sua idade, realmente.
Com sua tia, � como uma crian�a.
Ela o sufoca. Sem ela, seria muito mais maduro.
De qualquer maneira, ele � muito charmoso.
- Acho que precisa de prote��o. - E voc� vai proteg�-lo?
Bem, ele pode ser pior do que Terry.
N�o, s�o completamente diferentes.
E o que Terry vai dizer, se voltar?
Tenho a sensa��o de que n�o veremos mais Terry.
Vamos l�, Terry sempre desaparece e sai de circula��o.
Continuo convencido de que tudo faz parte do plano do Terry.
Talvez.
De qualquer forma, n�o quero v�-lo novamente.
Bem, isso � diferente.
Diz isso agora, mas vai mudar de ideia assim que ele aparecer.
N�o acredito.
N�o dessa vez.
A pessoa que cometeu o crime no apartamento, n�o cometeu nenhum erro.
Ele conhecia perfeitamente a identidade de sua v�tima.
Ela foi espancada, estuprada e depois estrangulada com um cinto.
� f�cil provar que o assassino teve muito tempo para identific�-la.
Obrigado.
Al�m disso, n�o h� sinais de que a fechadura foi arrombada.
Ele usou uma chave.
- Al�m de voc� e a Srta. - Collins...
Collins, sim. Mais algu�m tem a chave do seu apartamento?
Sr. Hornby, o novo inquilino do andar de baixo.
Ele tem a chave da porta da frente.
N�o algu�m do pr�dio...
mas, um amigo pessoal, ou da Srta. Collins?
Bem, acho que n�o.
Ele poderia ter tocado e ningu�m teria aberto.
Fiz-lhe a pergunta para a qual n�o me deu resposta.
As chaves...
Lorna n�o teria dado as chaves a ningu�m.
N�o, sem me avisar primeiro.
Entendo.
Voc� suspeita de algu�m?
Sabe se sua amiga tinha... inimigos pessoais?
Pode ser um assunto privado.
N�o, a Lorna era ador�vel. Ningu�m poderia odi�-la dessa forma.
Cabe a n�s descobrir, Sra. Jennings.
Enquanto isso, siga sua vida naturalmente.
Mas, acima de tudo, n�o deixe de nos contar qualquer detalhe que pare�a suspeito.
Se necess�rio ou se decidir, n�o hesite em ligar para este n�mero.
Mas, por favor, n�o deixe Londres sem nos avisar primeiro.
Adeus, Srta. Jennings.
Com licen�a.
Sinto muito, Srta. Jennings.
Se houver algo em que possa ajudar.
� muito gentil. Mas n�o, obrigada.
Vem aqui.
- Sente-se. - Obrigado.
- Um cigarro? - N�o, obrigado.
Essas fotos s�o suas? Posso v�-las?
- Sim, fa�a isso. Volto j�. Vou fazer as malas. - Ok.
Com licen�a, tenho algo para voc�.
Sra. Jennings, este envelope chegou pelo correio esta manh�,
e eu peguei por acidente. Me perdoa.
Sem problema, obrigada.
Gostaria muito de ajud�-la, se houver algo que eu possa fazer, por favor me pe�a.
Na verdade n�o, mas obrigada mesmo assim.
Vai sair por alguns dias?
Se algu�m perguntar por voc�. Como posso entrar em contato?
N�o vai ser necess�rio, � s� o fim de semana.
Entendo.
� bom sair desta casa.
O melhor lugar para descansar da agita��o.
- Algu�m mora aqui? - N�o, n�o exatamente.
Meus av�s moravam aqui. Tamb�m minha m�e e meu pai.
Eu nasci aqui.
Este � meu pai. Era um homem muito perspicaz.
- Tem fotos da sua m�e? - N�o.
- E como ela era? - Muito bonita.
- Na verdade, t�o linda quanto voc�. - Obrigada.
N�o me agrade�a. Se soubesse, n�o o faria.
Uma mulher bonita como voc�, pode entender certos problemas?
Por que n�o? O que seria da beleza sem a compreens�o?
Meu pai sempre dizia: "Mulheres bonitas t�m apenas um caminho na vida".
- Seu pai era muito duro com as mulheres. - Ele tinha seus motivos.
Veja, se minha m�e n�o fosse t�o bonita,
talvez meu pai n�o tivesse se enforcado em seu quarto uma noite.
- Vamos ver se tem algo para comer na cozinha. - N�o sou boa cozinheira.
N�o importa. Podemos abrir algumas latas e tomar um pouco de vinho.
�timo.
- Aqui � onde fa�o minhas m�scaras. - Aqui?
Bem, n�o aqui, tenho um lugar no por�o onde costumo trabalhar.
Muito bem, vou descer e pegar um pouco de vinho.
Melhor esperar. Est� sujo l� embaixo e n�o quero que estrague suas roupas.
Tudo bem, vou esperar voc�.
Obrigado por aceitar meu convite para vir aqui.
Por que n�o deveria aceitar?
N�o sei. Muitas pessoas n�o gostam das velhas casas de campo.
N�o eu.
Eu adoro o campo.
Tamb�m minha tia Suzanne.
� uma pena que n�o p�de vir.
Mas, n�o leve a mal.
Ela teve que ficar na cidade por motivos pessoais, nada a ver com voc�.
Ela ficaria surpresa se soubesse que est� aqui.
Por que? N�o contou a ela?
Eu disse que perguntaria a voc�.
- Mas pensou que era uma piada. - Que estranho. Eu quero saber porque.
Sim, � complicado de explicar, na verdade.
Ela gosta de me irritar. Isso a diverte.
Sabe? Estou cansado de ser tratado como crian�a.
�s vezes acho que deveria contar a ela.
N�o sei, talvez seja um pouco cruel. O que acha?
Acho que est� na hora de ser um pouco mais independente.
Talvez... eu trarei o vinho.
Ei, encontrei um.
- � de um bom ano. - Ah, sim.
- O que houve? - Eu ouvi algo.
� apenas o vento.
N�o, ouvi um barulho vindo de cima.
Ou�a...
Garanto, que � s� o vento.
Conhe�o todos os barulhos desta casa.
Estamos completamente sozinhos.
N�o � poss�vel vir de cima.
Paul?
Paul?
N�o � poss�vel!
Paul?
Paul?
Oh meu Deus!
Paul?
Paul, onde est� voc�?
Isso j� foi longe demais.
Paul, pare de agir como uma crian�a.
Paul!
N�o � hora de brincar, � muito tarde.
Vamos, querido.
O que foi, seu tolo?
Tem que acabar com ela!
Tem que mat�-la!
N�o h� alternativa!
Tem que fazer, ou ficar� preso pelo resto da vida.
Paul, sabe o que significa?
Ser� preso em um hosp�cio!
Paul, n�o quis dizer isso.
N�o deveria ter dito.
Voc� n�o � louco. Espere, Paul!
Por favor, espere!
Paul, eu sempre te protegi.
Paul...
N�o pode ver? Sou a �nica que pode salv�-lo.
Paul...
Por favor!
Tradu��o pt.Br * Tatuador *
Watch Online Movies and Series for FREE www.osdb.link/lm
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.