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Primavera no Parque Nacional dos Voyageurs.
Escondidas dentro das suas densas florestas,
nove crias minúsculas de lobo com apenas quatro semanas de vida.
Para as alimentar, a alcateia tem de caçar muito,
deixando as crias em casa sozinhas.
Há muito tempo para brincar.
Ser cria pode ser cansativo,
mas um jovem está inquieto.
Ele uiva pela mãe.
Num quintal tão grande, será difícil ouvir a sua pequena voz.
O território dos lobos pode ter 78 km quadrados
no Parque Nacional dos Voyageurs.
A mãe não consegue ouvir a cria.
Está ocupada à caça de comida pelo parque.
Uma joia vasta e espetacular escondida no nordeste do Minnesota.
O Voyageurs é um dos segredos mais bem guardados da América.
Há mais de 10 mil anos,
glaciares esburacaram a terra e encheram-na com água do degelo
deixando para trás um incrível mosaico
onde quase 90 mil hectares de água muito transparente
se encontra com mais de 50 mil hectares de floresta.
É uma terra encantada
que acolhe mais de 100 espécies de aves e 50 espécies de mamíferos.
E nove alcateias de lobos.
Eles têm espaço para prosperar e abundância de presas,
incluindo um animal que faz do parque seu.
Há sinais da sua presença por toda a parte.
O castor, o maior roedor da América do Norte.
Vivem cerca de 3000 no parque,
tornando-o a capital não oficial dos castores dos EUA.
Esta família trabalhadora tem andado ocupada.
Na última década, cortaram árvores para construir um dique num riacho.
Ele inunda agora uma grande área,
um oásis de um hectare no meio da floresta densa do Voyageurs.
Estes hábeis engenheiros não ficaram por aí.
Construíram uma casa no meio do lago
acessível por duas entradas subaquáticas.
Uma fortaleza a salvo de predadores
e tem mesmo de ser assim.
Escondidas lá dentro, quatro minúsculas crias
com poucos dias de vida e ansiosas por sair.
Nunca é cedo de mais para começar a lutar para ver que manda.
As crias só sairão quando tiverem um mês de vida.
Fica bem apertado quando os 10 membros da família estão em casa.
Mas na primavera os castores maiores passam mais tempo ao de cima
por boas razões.
Erva verde e fresca é exatamente aquilo por que esperavam.
A margem do lago é a sua horta local.
Os castores são excelentes nadadores,
mas muito mais lentos em terra.
Para se manterem a salvo, têm de estar perto da água
porque a floresta está cheia de predadores.
O apetite do pai leva-o para a zona de perigo.
Um castor seria um saboroso lanche
para um dos caçadores de topo do Voyageurs.
A mãe lança o alarme.
A família de castores retira-se para o seu refúgio subaquático.
Para os lobos, é voltar às florestas luxuriantes do Voyageurs.
O parque é um dos únicos sítios
nos 48 estados contíguos em que viveram continuamente
durante 8000 anos.
Continua a ser um local popular,
casa da população mais densa de lobos do Midwest.
Na primavera, caçam castores, jovens veados e outros animais pequenos,
deixando as suas crias na toca por várias horas.
É muito tempo quando se é uma cria.
Felizmente, os pais estão quase em casa.
Em poucos meses, a alcateia deixará a toca para trás
para explorar o parque em família.
Os lobos são protegidos pelas densas florestas do Voyageurs,
mas as suas águas também proporcionam um santuário
a uma rara espécie dos pântanos.
Há menos de 100 anos,
os cisnes-trombeteiros estavam em vias de extinção.
Agora, as maiores aves do Voyageurs recuperaram.
Mais de um terço do parque está submerso.
É a casa perfeita para cisnes que fazem ninhos rodeados por água.
Muitas vezes acasalam para toda a vida.
Este par reforça os seus laços abanando a cabeça.
Eles são pais de primeira viagem.
A mãe incuba os ovos
enquanto o pai fica de vigia
porque um ninho no parque é terreno muito procurado.
Há outros de olho nele.
O pai tem de se impor para defender o seu território.
Ele lança-se para a ação para proteger
a sua família que ainda não eclodiu.
Uma envergadura de mais de dois metros é intimidante.
O rival fica sem sítio para onde fugir.
O pai salva o dia.
Agora, ele pode focar-se em ajudar a mãe
a criar a próxima geração de gigantes do Voyageur.
O início do verão no Parque Nacional dos Voyageurs
chega com um toque de cor bem-vindo.
As temperaturas sobem para uns amenos 26 graus.
Muitas das 400 espécies de flores silvestres ganham vida.
Os insetos apressam-se para comer e acasalar.
Os diques dos castores servem também como pontes naturais
e os seus lagos tornam-se postos de alimentação vitais,
ricos o suficiente para atrair uma criatura reservada cá para fora.
Um alce, um dos maiores mamíferos da América do Norte.
Há apenas cerca de 40 no Voyageurs.
Afinal, há 41.
Esta mãe precisa de uma dose de comida rápida
para produzir leite para a cria.
As plantas aquáticas são quatro vezes mais nutritivas
que as terrestres, mesmo o que ela procura.
Mas os lagos do Voyageurs são um destino de verão popular.
Os chifres deste macho são o tecido que cresce mais depressa
de qualquer animal no planeta,
capaz de aumentar 450 gramas de osso todos os dias.
Os nutrientes extra nas plantas ajudam a ter os maiores chifres,
mostrando que ele é que manda.
A mãe protege ferozmente a cria e não gosta de companhia.
Hora de desaparecer para a segurança da floresta.
A localização extraordinária do parque
coloca-a onde duas florestas diferentes se encontram.
Uma floresta boreal a sul de árvores como pinheiros e abetos
que consegue existir em grandes altitudes e temperaturas frias
e uma floresta de madeiras rijas a norte
de árvores como o bordo-açucareiro e a bétula.
Duas casas diferentes e especiais
para as 50 espécies de mamíferos do Voyageurs.
No início do verão, recém-chegados estão ansiosos
para aproveitar ao máximo as árvores do parque.
Estas três crias de urso-negro nasceram numa toca há quatro meses
e emergiram recentemente com a mãe.
Juntam-se aos 150 ursos-negros do parque,
que não têm medo das alturas.
Estas crias são destemidas e precisam de o ser.
As árvores do Voyageur serão a sua saída de emergência
se estiverem em apuros.
O Parque Nacional dos Voyageurs abriga muitos
dos animais mais icónicos da América do Norte,
embora nem sempre seja fácil encontrá-los.
Num parque do tamanho de 165 mil campos de futebol americano,
há muitos sítios para se esconderem.
Tom Gable e Austin Homkes dirigem o Voyageurs Wolf Project.
Hoje procuram crias.
A equipa já colocou coleiras nos lobos adultos
e tem uma boa ideia donde fica a toca.
Sem adultos por perto,
Tom dá uma olhada para ver se as crias estão lá.
Bolas! Meu Deus!
Aust. Aqui.
Depois cabe a Austin tirá-las de lá.
Com sete anos de experiência,
ele sabe exatamente como extrair as crias de lobo
sem causar danos, mas esta toca é um desafio.
Já te agarrei.
Austin tem de se enfiar por um túnel de 3,6 metros abaixo
para chegar à câmara dos lobos.
Depois pôr as crias num saco tendo apenas uma lanterna na cabeça.
Pronto, vai ser preciso força para as tirar de lá.
Mesmo que os lobos adultos estejam perto,
não colocam qualquer risco para Tom e Austin
e voltarão sempre às crias assim que a equipa terminar.
- Já os tens? - Sim.
Pronto.
Este é gordo.
Coloca-se um microchip às crias...
É mesmo na nuca.
... para a equipa poder seguir os movimentos de cada lobo.
Pronto.
Uma amostra de pelo permite testar o ADN.
Por fim, são pesados para se ver quão saudáveis estão.
Três, dois, um, zero.
Esta pesquisa permite uma imagem mais ampla
de quantos lobos vivem no parque, o que comem e para onde vão,
ajudando a equipa a conceber um plano para proteger esta espécie notável
não só no Voyageurs
mas em florestas por toda a América e não só.
Estamos no pico do verão.
Para os castores do parque, está na hora de relaxar
e andar com um pouco mais de calma.
O pai gosta de explorar em busca das coisas mais saborosas para comer.
Os castores preferem a casca interna de uma árvore,
a camada de tecido açucarado,
e ele tem as ferramentas certas para a tarefa:
quatro incisivos que se afiam por si e que nunca param de crescer.
Agora com alguns meses de vida, as crias deixaram a segurança da toca
e estão cada vez mais confiantes.
Embora ainda não estejam prontos para sair de junto da mãe.
Mas a sua paz e sossego está prestes a ser interrompida
por um par de intrusos.
Uma lontra mãe e a sua cria vieram de um rio próximo
atraídas para o lago dos castores com a sua abundância de peixe
preso quando se obstruiu o riacho.
Nestas águas paradas, é fácil comer para estes torpedos acelerados.
Com mandíbulas e dentes poderosos,
mastigam rapidamente as presas com espinhas.
Os castores parecem inabalados pelos invasores.
Como não comem peixe, não há conflito de interesses.
Mas uma lontra macho também chegou ao lago.
É maior que a fêmea
e monta casa por cima da toca dos castores.
O pai não vai tolerar que um invasor barulhento entre em sua casa.
Depois de pôr a lontra no lugar, ele continua as suas tarefas.
O lago é suficientemente grande para todos eles,
mas os castores estavam aqui primeiro.
A relação entre o Voyageurs e castores existe há milénios,
muito antes de ser designado parque nacional, em 1975.
Desde que os glaciares recuaram,
tribos nómadas chegaram e partiram da área
antes dos povos Cree, Monsoni, Assiniboine e Ojibwe
se instalarem permanentemente.
O pelo e carne de castor manteve-os quente e bem alimentados.
Mas foi a visitantes recentes que o Parque Nacional dos Voyageurs
foi buscar o seu nome singular.
No século XVII,
comerciantes chegaram para responder à procura de pelo de castor
na Europa.
Homens de canoa, conhecidos como "Voyageurs",
transportavam as peles através dos cursos de água.
E o nome do parque nasceu.
Hoje, os comerciantes e os homens das canoas desapareceram há muito,
mas um som mágico continua a ecoar pelo parque.
O grito da mobelha-grande.
A fêmea chama o macho para se manterem em contacto.
Chegaram do Golfo do México há seis semanas
em busca de um lugar para criar uma família.
Os lagos do Voyageurs, com as suas enseadas e ilhas,
proporcionam abrigo de predadores.
Ficam à vez no ninho para manter os ovos a salvo e quentes.
Após quase um mês, algo se mexe.
A primeira cria.
E depois outra.
Com menos de um dia de vida
e já ansiosas por dar o primeiro mergulho.
É um início promissor.
Mas com 16 graus, os lagos do Voyageurs são frios para as crias.
Para se manterem quentes, elas precisam de uma boleia.
Subir a bordo é complicado.
Por fim, uma delas consegue.
E a outra segue-lhe logo o exemplo.
O serviço de táxi dos pais não está sempre disponível.
Esta família tem de comer.
Os lagos do parque abrigam milhares de pequenos peixes.
O pai apanhou a primeira refeição delas.
Ainda que seja grande para bicos tão minúsculos.
Uma família de mobelhas famintas
pode comer mais de 360 kg de peixe em apenas três meses.
Uma abundância que atrai outro dos predadores do parque.
Uma cria é um alvo fácil para uma águia-careca.
A mãe põe-se à defensiva.
O pai distrai a ameaça aérea com uma mostra de salpicos
conhecida como dança do pinguim.
Resulta.
Mas as crias têm de se tornar autossuficientes depressa.
Os pais deixarão o parque quando o outono chegar,
dentro de cerca de três meses.
Os jovens ficarão para fazer a sua própria viagem para sul
algumas semanas mais tarde.
O Parque Nacional dos Voyageurs tem mais de 30 lagos
e uma diversidade de lagos e charcos mais pequenos.
E, para uma espécie,
proporcionaram um refúgio vital durante milénios.
Escondida, uma relíquia pré-histórica faz uma pausa.
As tartarugas-mordedoras quase não mudaram
em mais de 200 milhões de anos.
São mais velhas que muitos dinossauros.
Nas águas pouco fundas, ela consegue chegar à superfície para respirar
estando assente no fundo.
O pequeno-almoço é apenas um jogo de espera.
Tem mordedora no nome
e a sua natureza comprova-o.
Não precisa de se mexer muito para ter tudo o que precisa.
Mas isso muda hoje.
Há seis semanas, ela acasalou neste lago
e agora está pronta para partir para pôr os seus ovos.
Ela verifica se a costa está livre.
Não há muito no Voyageurs que a possa ameaça,
mas nunca é demais prevenir.
Ela percorre o mesmo trajeto fixo de cinco quilómetros.
Os investigadores acham que estas tartarugas
podem ter uma forma incrível de navegar
usando o sol e os campos magnéticos da Terra,
o seu próprio GPS.
Este é o seu destino final,
uma das extensões com mais areia no Voyageurs
ideal para cavar um ninho em forma de taça pouco fundo
com as suas poderosas patas traseiras.
Ela põe até 40 ovos do tamanho de bolas de pingue-pongue.
Em menos de três meses,
a próxima geração de tartarugas- mordedoras do parque deverá eclodir.
Mas só se chegarem até aqui.
Até 90% dos ninhos são destruídos por predadores,
muitas vezes durante a primeira noite.
Os ovos que singrem assegurarão o seu antigo legado.
Trabalho feito.
A mãe começa a sua longa viagem a solo para casa.
A tartaruga-mordedora sobrevive hoje
porque a sua vida esteve relativamente intocada
pelo mundo moderno graças ao parque.
O Voyageurs é um dos parques nacionais menos conhecidos da América
com apenas um quarto de milhão de visitantes por ano.
A forma mais fácil de explorar é pela água.
Canoas para os mais aventureiros,
casas-barco para quem prefere algum conforto.
Há sempre algo surpreendente para descobrir,
de dia ou de noite.
Porque, neste parque,
pode-se testemunhar um dos maiores espetáculos de luz da Terra.
As auroras boreais.
Estas colisões de partículas carregadas e gases
têm uma longa ligação ao primeiro povo que viveu aqui.
As tradições dos Ojibwe ensinam que, quando uma pessoa morre,
passa para o próximo mundo como espírito
para se juntar aos seus antepassados e dançar no céu.
Crê-se que estas luzes incríveis, conhecidas como Waawaate,
são essas celebrações celestiais.
O outono chega ao Parque Nacional dos Voyageurs,
belo e breve.
O inverno nunca está longe nesta grande extensão selvagem da América.
Folhas coloridas são mais que um espetáculo vibrante.
Cada uma contém nutrientes vitais.
O Voyageurs tem a humidade certa e condições frescas
para as fazer decompor no solo.
Um mundo perfeito para fungos prosperarem.
São tão abundantes que ninguém conseguiu contar
quantas espécies existem dentro dos limites do parque.
Estes cogumelos são só a parte dos fungos que vemos.
É por baixo que a magia acontece.
Longos filamentos semelhantes a fios
crescem e espalham-se debaixo do solo.
Micélios decompõem detritos, criando um solo fértil
para as 50 espécies de árvores e arbustos do Voyageurs.
Mas o trabalho ainda não está terminado.
Outro tipo de fungo, a trufa,
vive entre as raízes para ajudar as árvores a absorver nutrientes.
Há só um problema.
Vive debaixo do chão e não consegue dispersar facilmente esporos
e multiplicar-se.
As trufas precisam de ajuda.
Que vem de um dos animais mais esquivos do Voyageurs:
o esquilo-voador.
Ele só emerge sob o manto da escuridão.
Planando cerca de 45 metros
e usando uma membrana peluda especializada chamada patágio.
Com 25 cm de comprimento, é um alvo fácil
para os predadores do parque
e por isso passa a maior parte da vida nas árvores.
Trufas são das poucas coisas que tentam este voador até ao chão.
É um sítio perigoso para ele.
Mas a promessa de uma trufa é boa de mais para resistir.
O seu perfume natural é irresistível.
Compõem 90% da sua alimentação.
Jackpot!
Ela depositará esporos de trufa por toda a floresta como desperdício
ajudando as árvores do Voyageurs a florescer e prosperar pelo parque.
Todos os outonos, os castores colhem os benefícios
da jardinagem noturna dos esquilos.
É a sua altura mais movimentada do ano,
quando uma reserva saudável de árvores é mais importante que nunca.
Há tanta coisa para fazer:
juntar mais troncos para fortalecer o dique
para aguentar as tempestades de inverno,
forrar a toca com lama e galhos
para criar um selante rijo como cimento para proteção
e recolher o máximo de ramos possível
para construir uma despensa subaquática que dure todo o inverno.
É um trabalho cansativo
e é necessário uma sesta revigorante de tempos a tempos.
0Mas, com toda a família a ajudar, o trabalho torna-se mais leve.
Eles prepararam-se o melhor que podem,
embora algumas coisas estejam fora do seu controlo.
Não chove há semanas no Voyageurs
e a água do lago está perigosamente baixa.
Se o inverno chega antes da chuva,
o lago congelará até ao fundo,
prendendo os castores na sua toca.
Há sinas de esperança no horizonte.
A chuva chega por fim.
Os níveis da água aumentam mesmo a tempo.
O inverno chega cedo no Voyageurs
quando o ar frio e seco do Ártico flui do Canadá.
No fim de outubro,
uma espessa camada de neve cobre o parque.
As temperaturas podem descer aos 40 graus negativos.
A toca dos castores quase nem se vê
e o lago está completamente congelado por cima.
É pouco provável que fique sem gelo durante seis meses.
Está calmo e desolado à superfície, mas, por baixo do gelo,
a vida continua a mexer.
O castores não precisam de hibernar.
O seu frigorífico improvisado significa que podem passar o inverno
sem ter de ir ao de cima,
capazes de nadar debaixo de água por 15 minutos seguidos
para recolher comida.
No interior, a temperatura está vários graus acima de zero
enquanto no exterior está bem abaixo de zero.
As crias têm agora seis meses
e podem juntar-se à família para onde quer que vão.
Graças a um pelo incrivelmente espesso,
uma zona de pele de castor do tamanho de um selo
está coberta com 126 mil pelos,
mais do que numa cabeça humana.
Mas precisa de cuidados e atenção.
Espalhar óleo das glândulas pelo corpo usando os pés como pente
mantém a pelagem do castor bonita e impermeável.
Eles trabalham juntos para sobreviver
ao longo inverno do Voyageurs.
Acima do chão,
o Parque Nacional dos Voyageurs transforma-se
numa terra encantada de inverno de tirar o fôlego,
as condições perfeitas para um predador especializado.
A coruja-lapónica não observa em busca de sinais de vida.
Ela põe-se à escuta.
A sua audição é até 10 vezes mais apurada que a dos humanos.
Mesmo escondido pela neve, o Voyageurs continua a sustentá-los.
O Parque Nacional dos Voyageurs é um mundo de água antigo
à espera de ser explorado.
Um santuário remoto para as espécies mais icónicas da América,
que possui horizontes sem fim e vistas mágicas.
Os parques nacionais da América inspiram-nos a pensar em grande
e a salvaguardar o mundo natural dos desafios que o esperam,
ajudando a proteger o habitat por agora
e para o futuro.
Legendas: Sandra Oliveira
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