All language subtitles for Colorado (1940) PORTUGUÊS 25

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Original subtitles

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LEAlS AMERlCANOS A vida de nosso pa�s est� amea�ada!

Permane�am firmes com Sr.Lincoln em seus esfor�os para preservar a Uni�o!!

''UNlDOS PERMANECEREMOS, DlVlDlDOS CAlREMOS.''

-� o capit�o Mason do Posto Calvary.

-O que quer dizer?

-Cuidado com o que vai falar.

-Boa noite, capit�o.

� sempre um grande prazer receber um dos grandes defensores da Uni�o...

-Eu sei que este vai ser mais um dos seus belos discursos, Sr.Heynes...

mas eu quero que saibam que todos aqui est�o em sess�o...

trabalhando pela causa dos confederados.

minhas credenciais.

-Eu sinto muito senhor, mas n�o t�nhamos como...

saber que o senhor � um oficial dos confederados...

seu uniforme � usado por muitos Yankees trapaceiros tamb�m.

-Espero poder-mos servir ao senhor! -Voc� pode.

-N�s temos que manter homens aqui para termos refor�os para o ex�rcito principal.

-Precisaremos de um grupo de homens para me auxiliar.

-N�s iremos fornecer os homens.

-E voc�s podem deixar todo o resto comigo.

CAVALARlA FlCA EM COLORADO.

lNVAS�ES DE BANDlDOS CONTlNUAM.

CORONEL GlBBONS TROPAS DA UNl�O.

SERVl�O SECRETO.

-� do seu departamento fazer algo referente � situa��o em Colorado...

est� se tornando intoler�vel...

entre foras-da-lei, �ndios armados e agora simpatizantes confederados...

nossas for�as est�o diminuindo.

-Se n�s perdemos este territ�rio, n�s poderemos at� perder o Texas...

e todas as terras ao longo do Pac�fico.

-Eu acho que h� uma solu��o para o problema, general...

-O que temos que fazer � mandar dois regimentos de Calvary para Colorado...

-Santo Deus, n�o percebe que estes s�o tempos cruciais?

-Soldados n�o nascem em �rvores.

-Eu n�o acho que seja uma quest�o de homens, general...

n�s s� precisamos de um homem...

um homem que possa encontrar a raiz deste problema em Colorado...

uma vez feito, eu acho que est� resolvido.

-E voc� j� tem tudo planejado, n�o tem?

-E agora eu suponho que voc� vai me dizer onde eu encontro este homem.

-E acredito que sei...

-Quem � ele?

-Tenente Jerry Burke...

da intelig�ncia militar.

-Este nome me � familiar...

-Claro, duas vezes condecorado ''Lieutenant of the day''

-� mesmo...

-Eu gostaria de conversar com este jovem.

-Eu vou mand�-lo entrar.

-Burke, entre por favor.

-General, este � o tenente Burke.

-O general tem algo para discutir com voc�, Jerry...

-Correto, Burke.

-Tenente, o que voc� est� sabendo sobre nosso problema em Colorado?

-Bastante senhor. � parte do meu trabalho recolher os relat�rios daquele territ�rio.

-Esta � uma das raz�es pela qual eu o recomendei, general...

ele tem mais conhecimento do que qualquer um de n�s.

-Sua miss�o principal � de limpar o grande territ�rio.

-Acha que consegue?

-Eu gostaria muito de tentar, senhor.

-Eu vou te dar uma chance...

-Voc� ter� autoridade para fazer tudo o que precisar...

e ser� respons�vel pela miss�o sozinho...

quando pode come�ar em Colorado?

-Estarei pronto num instante, senhor.

-Adeus, e boa sorte para voc� tenente.

-Obrigado, senhor.

-Vamos r�pido, Gabby, ficou cantando o dia todo!

-Pois, apresse-se voc� tamb�m.

-Veja se encontra outro homem que morreria por este pa�s.

-Pobrezinho, foi ferido na guerra?

-Ferido? -Eu tenho mais buracos em mim

do que uma peneira e continuo vivo.

-Eu ouv� que voc� se machucou correndo atr�s daquela carro�a que estava dirigindo.

-Hora n�o era nenhuma carro�a, era uma dilig�ncia isso sim...

-Quero dizer, n�o importa o que quer dizer, apronte estes cavalos.

-Aqui est� a folha de pagamento do ex�rcito, tome cuidado. Sim Sr.

-Aqui, vamos, vamos.

- Eu estou indo para Denver. Tenho tempo para tomar um caf� antes de sair?

- Voc� tem dez minutos madame, s� isso.

- Obrigado, poderia transferir minhas bagagens por favor?

-Ainda com medo de alguma mulher te machucar, n�o � Gabby?

- Que piadinha � essa..

-Tenente Jerry!

- Eu n�o esperava te ver pelo oeste, pensei que voltaria com a tropa desta vez.

- Eles n�o me quiseram de volta depois que acabou a comida dos cavalos...

disseram que n�o tinha chaves suficientes...

o que eles fazem agora, batem nos inimigos ao inv�s de atirar neles?

- Para onde est� indo?

- Para o Oeste, alguns neg�cios para resolver.

- Para o Oeste as coisas est�o ficando mais perigosas...

n�o gostaria de ter algu�m com voc� que atira bem e selar os cavalos?

sabe, algu�m que tomaria conta de voc� como eu fiz quando �ramos soldados juntos?

- Eu sei que me ajudaria bastante Gabby, mas...

voc� n�o teve tempo de se arrumar antes da dilig�ncia sair.

- O que quer dizer com me arrumar?

qualquer hora eu guardo meu casaco no ba�.

- R�pido Tim, o tempo est� passando.

- Hey Parem! Parem! Voltem!

- Para onde vamos, Jerry? - Para Denver

- Para mim est� �timo n�o conhe�o nenhuma mulher l�.

- Diminua, condutor!

-Algo errado, madame?

- N�o eu s� quero pegar a dilig�ncia, j� pode levar os cavalos.

- Tudo certo, condutor.

- Voc� est� sempre pegando dilig�ncias desta maneira, madame?

- Normalmente.

- Este n�o � o lugar mais seguro para galopar, mocinha.

- Se eu perdesse a dilig�ncia eu n�o chegaria a Denver antes de domingo.

-Alguma coisa muito importante deve estar para acontecer...

- Meu casamento! - Casamento?

- Seu casamento vale arriscar o seu pesco�o.

- � o que dizem, eu at� hoje n�o v� uma mulher quebrar o pesco�o por um homem.

- Lylah Sanford, voc� � parente de Hendry Sanford?

o gerente do Denver Price?

- Sim, ele � meu tio. Eu vou viver com ele por enquanto.

voc� o conhece?

- Eu estou indo para l�, ele me contratou para ser sua governanta.

- Voc� deve ser a Oda Mae, da qual ele me falou.

- Estou t�o feliz em te conhecer, agora eu j� tenho uma amiga em Denver.

- Denver hen! Eu acho que vou descer na pr�xima parada.

- N�o quero correr o risco de acordar e me encontrar casado.

-Acalme-se Peppy, Eu te protejo.

- Belo casal.

- Que diabo � isso?

- Todos para fora, com as m�os para cima.

- Me passe a folha de pagamento do ex�rcito.

- Eu j� v� voc� atirar muito melhor do que isso.

- Bem vinda a Denver, minha querida!

- Obrigado, tio Hendry.

- Don!

- Lylah querido, n�o sabe o quanto senti sua falta.

- Parecem dois anos e n�o dois m�ses desde que voc� deixou Kansas city.

-Apenas dois anos? Parecem dez para mim.

- O que foi?

- N�o � nada.

- Feliz querido? - O que voc� acha?

- Eu n�o penso em mais nada a n�o ser que em tr�s dias eu viverei com Don Mason.

-Tem um homem esperando para te ver em sua cabana, capit�o.

- Ele disse seu nome? - N�o senhor, disse apenas que esperaria.

- Ol�, Jerry. - Ol�, Don.

- Eu esperava me visitar a noite.

- Est� surpreso de me ver aqui?

- Eu ouv� que tinha mudado de nome, mas n�o esperava te ver num uniforme azul.

- Voc� sempre vai ser um cara esquentado.

- N�o sou esquentado para me esquecer que n�o sou eu que vim me aparecer.

- Bebe algo? - N�o obrigado.

- Como est� a m�e?

- Ela est� morta a tr�s anos.

- Ela nunca se recuperou ap�s voc� fugir daquele problema em Boston.

- Foi quest�o de honra, certo?

- Eu n�o podia ficar em um local acusado de assassinato.

- Matar quem matou o papai n�o � considerado matar.

- Mas h� outro assunto que quero discutir com voc�.

- O assalto da dilig�ncia?

- lsso.

- Eu tenho algumas d�vidas, estava desesperado.

- N�o vai acontecer novamente.

- Fico pensando se voc� um dia vai mudar.

- M� ajude com isto, sim. amarre para mim.

- Devia ter acertado meu cora��o ao inv�s do bra�o, assim eu dormiria a noite.

- Voc� vai me prender?

- N�o.

-Acho que na realidade voc� viu sangue na �gua.

- Pense um pouco no que fez.

mas eu quero te dar isso, caso eu n�o te veja novamente.

- Honra acima de tudo.

-Todos os homens da fam�lia viveram desta forma, todos exceto voc�.

-Acho que toda fam�lia tem pelo menos uma ovelha negra.

- Sabe Don, senhorita Sanford acredita que voc� � o melhor homem do mundo.

- Eu a amo da mesma forma, estou falando s�rio.

- E claro que voc� disse que seu nome n�o � Mason e...

- Ela n�o sabe nada do meu passado e eu n�o acho necess�rio contar para ela.

- E voc� n�o pretende ir em frente com ela?

- Eu quero que voc� cuide dos seus pr�prios assuntos.

com Lylah eu me preocupo, est� entendendo?

- Voc� conhece o caminho de volta para Denver.

- Certo, Don...

olhe seus passos.

- Posso ajudar? - Highball...

copo de vidro, sem gelo, s� um pouquinho de �gua,

um pouco de licor e encha de caninha.

- O de sempre, xerife?

- Venha Mack, quero conversar com voc� no meu escrit�rio.

- Sobre o qu�?

-As armas nas m�os dos �ndios, armas da Uni�o.

- Quem disse isso? - Eu mesmo v� a duas horas atr�s...

Big Creek Canion.

-Agora eu suponho que ir� me mostras as testemunhas.

- Eu n�o preciso de testemunhas.

- � melhor sair deste bar antes de come�ar a ver elefante c�r-de-rosa.

- Esque�a Ned. Mack, vamos !

- Esses locais... �ndios andando armados...

- Mas eu vou com voc�.

- Todos com as m�os para cima!

- Muito mal Fred, eu sabia que voc� estragaria tudo e deixaria Joe vencer.

- Ent�o parece que teremos que eleger um novo xerife...

um que n�o acuse as pessoas sem ter nenhuma prova.

- Eu resolvo o problema de eleger um novo xerife, cavalheiros...

eu mesmo vou escolher um.

joguem suas armas.

- Est� tomando muito para voc�, meu jovem...

quem � voc�?

- Se importa de me apresentar, Gabby?

-Apresento Tenente Jerry Burke como um homem do governo...

e qualquer grupo que se meter com ele ver� que ele � um pistoleiro, briguento...

- Espere Gabby, n�o � o que diz a�...

- Eu n�o consigo ler estas coisas...

voc� o apresenta, irm�.

- Leia em voz alta!

- Para qualquer um que possa interessar em nome do Presidente dos Estados Unidos...

saibam que o Tenente Jerry Burke aqui confiado dos respectivos poderes...

i.e. policial, militar, est� assinado por Abraham Lincoln.

-Acho que agora voc�s sabem quem ele �.

- Seja qual for a evid�ncia do xerife, morreu com ele...

''Sr. lnocente'' eu vou ficar de olho em voc�.

- Vamos Gabby.

- Ol�, Johnny Raip.

- Voc� cometeu um engano, eu sou o Tenente Frank do ex�rcito americano.

do 95� de Calvary.

- Da �ltima vez que o v�, estava no quartel general ex�rcito confederado...

em Atlanta - Georgia seu nome � Tenente Morgan.

- Eu o peguei, Jerry.

- Leve-o para o xerife, Gabby.

-Abra.

- Bom dia! - Bom dia, madame!

- Eu quero ver seus livros e suas correspond�ncias.

- Com qual autoridade?

- Sou um homem do general.

- N�s n�o temos nada aqui do interesse do General.

o que temos � apenas do interesse da causa da Uni�o.

- Eu receio que eu tenha que julgar isto.

- Voc� prendeu Jhonny Raip xerife?

- Ele disse que n�o pode dizer nada.

- Ent�o vamos ver as correspond�ncias.

- Jerry aqui tem algo que parece uma evid�ncia importante.

- O que �, Gabby?

- Material sobre um forte ou algo assim.

- Claro que esse papel � importante.

- Hey!

- Procure por endere�os.

-Tenente Burke aqui tem alguma coisa.

-O que � ?

- Do escrit�rio confederado do Texas sugerindo capit�o Mason.

- Capit�o Mason? - lsso mesmo.

- Me deixe ver isto.

- Veja, detalha todos os movimentos.

quando se escondem de dia, para quem entregam os suprimentos...

- Era o que eu pensava.

- Este lugar � uma casa para processamento de informa��o...

- Leve-os com voc� xerife, venha Gabby.

-Certo.

- Eu sei que isto vai magoar a senhorita Sanford...

mas eu n�o posso fazer nada a n�o ser enviar as provas para o Coronel Gibbons.

- Naturalmente, voc� deve estar surpreso.

- �timo, � assim que voc�s agem...

eu com o bolo j� pronto, o frango pronto para ir para o forno...

para o casamento amanh�.

- Nenhum homem pode ser confiado, nenhum deles.

- Sempre andando por a� partindo os cora��es das mulheres.

- Voc� n�o vai conseguir me fazer amar voc�...

voc� est� tentando o tempo todo.

- Do que voc� est� falando seu velho f�ssil?

- Voc� me d� um peda�o extra de torta s� por esta noite?

- S� um minuto, s� um minuto.

- Eu n�o sei como informar a senhorita Lylane, Sr.Burke.

- Eu mal posso acreditar conhecendo o Sr. Mason...

- No que voc� mal pode acreditar, tio Hendry?

- O que � Sr. Burke?

- H� uma chance do capit�o Mason ser preso por trai��o.

- Eu imagino que voc� tenha como provar tal acusa��o.

- Eu receio t�-la.

- Eu n�o acredito. Vou descobrir por mim mesma. Vou falar com Mason.

- lsto � muito s�rio.

- Se for verdade, � assunto para a c�rte marcial.

- Coronel Gibbons se eu n�o ouvir dos l�bios do capit�o Mason, eu n�o acreditarei.

- Naturalmente...

bem, temos baixas militares tamb�m.

- Don, eu n�o acredito.

- Lyla, qual � o problema?

-Sr., como voc� explica esta carta?

- Assim! Para tr�s todos voc�s!

- Ou�a Lyla, apenas acredite em mim e espere por mim. Jerry...

- Peguem-no.

-Ache D.Cailland, e o traga aqui. - Sim senhor.

- Ele te chamou pelo primeiro nome...

por qu�?

-Acalme-se Lyla, querida...

tudo vai ficar bem.

- Eu estou perdida, Oda Mae...

Don era tudo no mundo para mim.

- Voc� vai ver que tudo vai ficar como deve ser...

agora n�o chore, querida...

ele n�o merece, nenhum homem merece.

eu sei, meu homem n�o era bom tamb�m...

erajogador. Agora enxugue os olhos...

n�o est� fazendo as malas para ir embora, est�?

-Sim...

n�o tenho muito para que voltar, mas...

tamb�m n�o tenho motivo para ficar aqui, ent�o...

- Oh seu tio Hendry quer que voc� fique...

ele vai sentir sua falta se voc� for...

e eu tipo que... eu nunca tive uma filha minha...

- Voc� tem sido maravilhosa comigo Oda Mae eu at� quero ficar mas...

eu temo que n�o irei suportar as pessoas apontando para mim, rindo de mim...

- � s� isto que te preocupa, ent�o voc� fica e...

apenas deixe algu�m tentar rir de voc�...

s� os deixe tentar.

- � um dos nossos.

- Eu achei que encontraria voc�s reunidos aqui hoje.

- O que est� fazendo aqui, Mason? O que voc� quer?

- Gostaria de tratar de uns neg�cios com voc�s, s� isso.

- N�s n�o temos neg�cios com um homem procurado.

traidor do seu pa�s.

- Por que voc� n�o p�ra de julgar?

- Eu nunca mencionei seus nomes por um m�s, todos voc�s.

ent�o parem de enrolar e vamos aos neg�cios.

- Eu n�o sei do que voc� est� falando?

Quer falar sobre isto?

desde que estou servindo ao Sul, estou entrando em problemas em..

que voc�s est�o todos envolvidos...

- Se � dinheiro o que quer Mason, fico feliz de te dar se n�o deixar esta parte do pa�s.

- Eu n�o pretendo deixar esta parte do pa�s, Sr. Carter...

quanto dinheiro eu posso conseguir por aqui? Muito dinheiro!

- E agora eu vou pegar a minha parte dele.

- Ent�o voc�s podem me deixar entrar, ou ter�o oposi��o.

- Fui claro?

- Est� falando muito bonito Mason...

- Eu tenho dinheiro o suficiente para cobrir minha fala...

v�rios desertores, prontos a se juntar assim que eu disser uma palavra.

- Ent�o cavalheiros o que vamos fazer?

Cooperar ou cortar a gargantas uns dos outros?

- Bem, desde que possamos usar voc�, ser� mais esperto se trabalharmos juntos...

sente-se.

- Seu primeiro trabalho � distrair o problema com os �ndios...

e Coronel Gibbons e suas tropas ter�o as m�os ocupadas pedindo por refor�os...

- Sua id�ia � causar problemas em todo o territ�rio?

- Certo, diga para ele o que estamos financiando.

- E quando o pa�s estiver a beira da ru�na,

vamos tomar as grandes minas e os ranchos...

tudo... - Tudo ser� legalizado.

-A lei vai tomar este curso.

- Vai ser uma honra ver isto.

-Ajusti�a ser� feita, cavalheiros.

- O que acha disso, Mason?

- �timo, eu me declaro com vinte porcento de tudo que conseguirmos.

- Vinte porcento?

- � uma grande parcela para quem n�o est� investindo nada.

- Eu estarei fazendo todo o trabalho.

- De acordo, Mason...

apenas um conselho de amigo...

n�o fique muito ambicioso.

- Voc� quem manda.

COLONlZADORES ATACADOS POR �NDlOS.

AGRESSORES USAVAM RlFRES.

- Posso fazer algo por voc�, Burke?

- N�o, eu s� passei para uma visitinha...

como v�o os neg�cios?

- Devagar no bar, mas a livraria est� indo bem melhor.

- Como v�o as coisas com voc�, Macland?

- Ficarei melhor quando este problema dos �ndios terminar.

- Vai terminar bem r�pido quando eles pararem de receber armas.

- Ent�o terminou, n�o tem ningu�m por aqui vendendo armas para �ndios.

- � mas eles n�o est�o conseguindo as armas uma por uma.

- Eles est�o recebendo d�zias.

- Se voc� tiver um jeito de parar com eles, fico feliz em cooperar.

- Macland telegrama de sua propriedade em Sandy.

- N�o se preocupe em falar do que se trata, depois continuamos a conversa.

- � o beb� daquela minha irm�...

saiu tudo certo.

-Agora, voltando ao nosso problema, Macland...

algu�m tem trazido armas, e talvez voc� saiba quem � esse algu�m.

- Eu fa�o parte da comiss�o ind�gena, Burke.

- Voc� pode n�o ficar na comiss�o ind�gena por muito tempo.

- Pense nisso Macland.

- Ol� Sr. Burke. Posso ficar um pouco? Espero uma mensagem.

- Fique � vontade.

- Como est� indo senhorita Sanford?

- Estou bem Sr. Burke Como est� voc�?

-Me chamou, tio Hendry?

- Pode dar uma olhadinha no escrit�rio por uns minutos, Lylah...

eu j� volto.

- Voc� gostou do passeio esta manh�?

- Bastante...

eu n�o acho necess�rio ter um homem me seguindo.

- Ent�o voc� me viu?

- Eu n�o queria que voc� notasse que era observada.

- Eu espero que voc� n�o tenha nenhuma suspeita de mim.

- lsto nunca me ocorreu.

- E por qu� me seguia?

- Este � um pa�s muito perigoso agora...

eu acho que ficar� mais segura se algu�m ficar de olho em voc�.

- Eu acho que precisa de mais de uma li��o para aprender que homens n�o prestam.

parece que ela vai passar por tudo de novo.

- N�o se preocupe, ele � muito esperto, nunca vai...

deixar uma mulher amarrar uma corda nele...

ele � como eu.

- Quem quer voc�?

- V�ria mulheres querem me conquistar.

- Ent�o deve ter algum problema com elas mentalmente.

- � assim. Quando eu n�o era t�o velho e tinha meu cabelo arrumado...

eu parecia outra pessoa.

- E nunca se casou?

- Maldi��o de mulher encrenqueira.

- Burke, tenho a c�pia do telegrama, mas n�o faz sentido para mim...

- Sue n�o pode viajar, por isso o tio Joe est� chegando

com um carregamento em Barley Hay.

- Me pergunto por que Sue n�o pode viajar?

- N�o me pergunte. - Que � esta Sue?

- Eu gostaria de saber.

- Talvez o operador tenha cometido um engano, talvez n�o seja em Barley Hay.

- N�o acho que o operador tenha errado e estou certo de que seja em Barley Hay.

- Vamos xerife, temos muito trabalho a fazer.

- Espere! N�o temos tempo para isso, onde est� Jim Macland?

- Ele n�o p�de vir, mas me mandou te pagar.

- Muito bem, eu vou dar uma volta e retorno em meia hora.

- Certo companheiros.

- O que voc� trouxe desta vez, Weaver?

-Assuntos do ex�rcito.

- Quero que dois venham comigo.

- Des�a Weaver.

- Fiquem em sil�ncio, est�o todos cercados.

- Joguem as armas e fiquem com as m�os para cima.

- Entregue o dinheiro. - Que dinheiro?

- N�o vou pedir novamente, Weaver.

-Aqui est� a prova, Ferguns.

- Gabby encontre Macland.

- Eu te v� entregando os vinte mil d�lares, por que continua mentindo?

- E voc� n�o sabe de onde veio o dinheiro?

- Eu n�o sei de nada, eu disse. Eu s� fa�o as entregas.

- Para quem trabalha? - N�o trabalho para ningu�m.

- Voc� tem vendido armas para Macland e ele as repassa para os �ndios.

�timo neg�cio, Sr. Weaver.

- Voc� n�o pode provar nada.

- Hey, est� me procurando Burke?

- Sim, voc� conhece o Weaver aqui, n�o?

- N�o, acredito que n�o. Por qu�?

-Ah, conhece sim, voc� tem comprado armas dele.

- Eu quero que voc� prove isto Burke, n�o vou me repetir.

- Eu vou provar sim, na c�rte.

- O senador me indicou para a comiss�o ind�gena e eu n�o acho que voc�...

- Voc� est� preso Macland, n�o tem mais trabalho nem posi��o.

prenda-o xerife.

- Est� se dirigindo para uma queda Burke...

uma grande.

- O que est� havendo, Lylah? - � Don Mason e seus homens.

- Se afaste dajanela, pode se machucar.

- Oda Mae! Oda Mae!

- � ele, n�o pode mentir?

- Vou cuidar para que ele n�o fale.

- Macland nunca me deu uma chance, aquele porco...

ele teme que eu fale.

- Poderia ter se salvado se tivesse falado antes.

- Eu vou falar agora...

em Relant

Mason...

conseguiu uma carga...

vai entregar muitos...

rifles, �ndios..

- Ele tem mais duas. - Traga o equipamento.

- Vamos come�ar atr�s de Mason e Macland, assim que encontrarmos o rastro.

- Muito espertos, os dois pegaram o mesmo caminho quando passaram aqui.

- Vamos pegar o rastro novamente, vamos achar Mason e Macland...

mesmo que tenhamos que ir em todas as cidades da regi�o at� achar os dois trastes.

Vamos para a cidade mais pr�xima e chegar l� primeiro.

- Seu plano parece muito perigoso, Lylah...

por que n�o espera o senhor Burke voltar e v� o que ele tem a dizer ?

- Gary esteve perseguindo Mason por uma semana e mesmo assim n�o o pegou...

estou convencida, tio Hendry.

- Por favor n�o tente querida, se algo te acontecer...

- Eu preciso, Oda Mae...

eu n�o odeio Don Mason mas se eu puder fazer algo para par�-lo, eu tenho que tentar.

- Voc� vai pedir para ele se render!

-Acha que ele vai ouvir seu apelo? - Sim.

- Eu n�o acho que encontrar� Mason, e se o fizer estar� com problemas.

- Eu n�o tenho medo de tentar.

BANQUElRO DE ST.LOUlS VAl SE CASAR.

- Certo Macland, ent�o estou louco!

- � o mesmo que eu faria.

- Voc� acha que � uma armadilha?

-Eu vou tentar...

vou ter uma conversinha com ela...

ela n�o vai me fazer de bobo.

- Voc� n�o deveria deixar o est�bulo com tanto por fazer.

-Talvez esteja certo, mas eu n�o posso deixar a Sra. Layla entrar em encrenca sem segu�-la.

- N�o � um assalto, todos para fora exceto a senhorita Sandord.

- Hi, cai fora!

-Andando.

-A �ltima vez que te v�, eu pedi para esperar...

e n�o demorou muito para encontrar outro.

- Don, eu n�o vou partir, eu queria este encontro, sou honesta com voc�.

- Voc� ainda me ama.

- lsto � o que eu quero te ouvir dizer, Lylah...

vamos deixar esta parte do pa�s esta noite, vamos para o Texas ou Calif�rnia...

eu te dou o que quiser, eu tenho como conseguir...

- N�o � o que eu quero, Don.

- E o que voc� quer?

- Eu quero que voc� se renda, que se entregue.

- Est� louca, n�o vou dar-lhes a chance de me enforcar.

- N�o Don, eu prometo usar toda a minha influ�ncia com as pessoas em Denver.

- O que foi Sam?

- Parece que estamos sendo seguidos...

eles se aproximam r�pido.

- Bom trabalho, Jerry Burke descobriu.

- R�pido.

-Don meu �nico problema.

- Poupe seu f�lego, tem uma boa corrida em frente.

- Corram afastados e n�o os deixem pegar, eu vou cortar pelas colinas.

- Entendi.

- Eles n�o me deixaram ver, n�o me lembro de nada at� o xerife chegar...

- Ent�o de quem foi a id�ia? Deixaram uma trilha para tr�s.

onde aconteceu?

-H� umas quinze milhas em Taylor's Mountain.

- Montem nos cavalos, Gabby vamos para Taylor's Mountain.

-Algo errado? - Ol�...

- Tem um grupo de pessoas fugindo a cavalo...

se quiserem segu�-los v�o nesta dire��o.

- Martin voc� vem comigo, o resto de voc�s v�o com o Gabby.

- Hey espera a�, eu vou com voc�!

- Voc� tem que guiar os rapazes, voc� conhece a trilha dos �ndios.

- � mas eu quero dar uns tiros no tal de Mason, vou dar uma li��o nele.

- Eu cuido do Mason, v� em frente.

- Eu nunca ganho de voc� em toda minha vida.

- Coloque este em um cavalo.

- Claro que ir� me pegar se puder, vivo ou morto.

- E eu? - D� na mesma, vou salv�-lo n�o � tarde.

o veneno n�o se espalhou muito.

- Ele est� atr�s de voc�, acha que vai perdo�-lo?

- lsto � um problema particular meu.

-Ainda est� inconsciente. Don...

-A pulsa��o est� boa...

ele vai ficar bom num instante.

-E voc�...

voc� provou que ainda pode fazer a coisa certa.

- E provavelmente � a �ltima vez que serei tolo o suficiente para fazer.

- Diga para todos que vamos sair daqui agora.

- Quem disse que vamos sair daqui?

- Eu disse. - Por qu�?

- Porque eu acho que � melhor.

-Sam, vou retornar ao grupo em San Carlese, voc�s v�o...

para Durango e esperem l� por uma semana ou dez dias...

-Sim senhor. -E leve Macland com voc�.

- � melhor voc� voltar para Denver e conseguir alguma ajuda.

cuide bem dele Lyla e...

entregue este anel...

ele vai entender.

-Adeus.

- Desde quando voc� come�ou a me dar ordens?

-Desde agora.

- N�o exagere, eu ainda sou o chefe por aqui.

- N�o mais, eu estou assumindo agora e daqui em...

diante eu ganho a maior parte do que conseguirmos.

- Voc� acha que pode ir adiante com isso? - Cale-se!

- Quando eu entrei nessa eu pensei que seria honesto comigo...

mas voc� mentiu, pegou o que eu ofereci e n�o deu nada.

- Eu pego o que eu quero.

- Est� se sentindo melhor, n�o?

- Gra�as a minha enfermeira e a comida de Oda Mae.

- Eu estou quase como novo.

- Eu vou dizer o que penso de voc�.

-As coisas que voc� pediu, Oda Mae...

caf�, farinha, feij�es...

- Voc� disse que ia me trazer aquele p�o rosado.

- Eu n�o me preocupei em passar meus anos mais dif�ceis em Denver...

sendo quase cortado ao meio...

mas se voc� acha que eu vou parar em qualquer loja e perguntar por p�o rosado...

esteja certa que eu sou um ''pomo loco''.

- Quais as novidades em Denver, Gabby?

- Jerry! o j�ri est� convencido da venda de armas para os �ndios...

e agora eles ter�o pris�o federal, sim.

- lsso � bom, n�o temos mais problemas com os �ndios...

ouviu algo quanto ao Mason e seu bando?

- Sim, h� uma semana ele teve uma grande briga com uns vigilantes...

alguns dos homens do Mason morreram outros se reuniram.

- O que houve com Mason?

- Nada, ele fugiu e conseguiu mais homens.

- Que cara esperto este Mason.

- Seu trabalho ainda n�o terminou Jerry.

- Eu sei, Mason deve esperar que uma grande tropa v� atr�s dele.

- Eu espero que outra pessoa v� atr�s dele, que n�o seja eu.

- � por causa do significado deste anel?

- Don Mason � meu irm�o.

- Estamos indo para Denver amanh�.

- E da�? - E vou para Durango.

- N�s j� vimos cavaleiros muito mais selvagens.

- Eu os avisei que se mexessem com Mason iriam dormir pelo resto de seus dias.

- Certo, vamos entrar e mostrar �s garotas como se festeja.

- Corra Don, � uma armadilha !

-Al� est� o rastro novamente.

- Ele est�o vindo nas palmas de nossas m�os.

- Quando eu atirar, comecem a atirar pra valer.

-O que est� vendo, Jerry?

- Parece o brilho do sol vindo dali.

- Se abriguem, rapazes!

-Segure-os o m�ximo que puder...

Sam e eu vamos tentar cerc�-los pelo outro lado.

- Mason est� louco? N�o temos chance se formos pelo outro lado.

- N�o vamos tentar, quero que continuem

at� termo uma chance de fugirmos para o deserto.

- Mason e Sam n�o est�o aqui.

- Esperem um minuto l� v�o eles!

- � prov�vel que eles voltem para a cidade. Perkin...

Gabby, vamos seguir Mason.

- � melhor voltarmos para pegar suprimentos primeiro, o deserto � assustador.

- S� � assustador por causa do Mason.

- Mason tem alguma �gua no seu cantil?

- N�o estou sem desde manh�...

continue, vamos conseguir com o que temos...

- Veja, ainda est�o nos seguindo.

- N�o achei que viriam t�o longe.

- Est�o t�o cansados quanto n�s, vamos.

- Ele ainda est� vivo?

-A bala pegou de rasp�o, Gabby traga aqui este cantil.

- Eu preferiria que me matasse ao inv�s de me levar para Denver.

- Voc� ter� um julgamento justo, Don.

- Claro, eu sei...

eu posso ter um julgamento justo onde serei julgado culpado e depois...

sentenciado � forca...

n�o que eu me importe de morrer, eu n�o me importo, voc� sabe disso...

mas ficar sentado numa cela esperando...

at� a manh� em que colocar�o aquela corda no meu pesco�o.

eu morreria um pouco a cada dia...

e ainda teria que esperar.

- Sabe que no M�xico eles tem uma maneira de livrar os presos de tudo isso...

quando v�o ser execultados eles...

d�o uma chance de correr e atiram enquanto ele tenta escapar.

- � um bom jeito de morrer.

- Eu sei.

- Eu conhe�o o v�o raso.

- � isso...

o v�o raso.

TENENTE BURKE RECONVOCADO PARA COMANDAR WASHlNGTON

- Sr. Hendry, obrigado por me acolher por este tempo!

- Se precisar de mim sabe onde encontrar!

- Sempre vou me lembrar disso, Gabby.

-Adeus, querida. -Adeus.

-Adeus. - Boa sorte!

- L� vai mais um homem bom ser amarrado com uma corda, n�o adiantou avisar...

eu sei que ela vai conseguir na primeira vez em que ela perguntar.

- Melhor olhar por onde anda Gabby, voc� pode ser o pr�ximo.

- Que horas s�o Gabby?

- N�o espere por mim, olhe voc� mesma.

- Hey condutor, espere por mim!

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