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Dezoito cent�metros na figura de Os�ris, doutor.
Dezoito.
Muito bom.
E a representa��o de Nefertiti, professor?
12 cent�metros.
Excelente.
E a �ltima medida?
Vamos ver.
Hathor tem 11.
O que � isso?
Terremoto!
A parede norte est� caindo!
Professor, voc� est� ferido?
N�o, estou bem. Estou bem.
Deus, um terremoto.
Abdullah, olhe.
TUMBA DO REI TUTANC�MON Isso � inacredit�vel.
� uma c�mara, Abdullah.
Por favor, tenha cuidado, professor.
Abdullah, isso � incr�vel.
O que voc� encontrou, meu amigo?
Ankh Ven Haris.
Ankh-Venharis.
Voc� est� bem?
Isso... Isso me assustou.
H� muitos corpos, Abdullah.
INSTITUTO DE CI�NCIAS DA CALIF�RNIA
Eu vou precisar de pelo menos tr�s de voc�s de cada lado.
Vamos, d� uma m�o pra ele.
Ok, cuidado.
Voc� poderia ir para o outro lado do sarc�fago?
Linda, isso � bastante pesado.
Devemos representar agora?
Rossmore quer um monte de publicidade
para a coletiva com a imprensa deles, amanh�.
- Amanh�? - �.
Parece que n�o temos escolha.
Professor, poderia vir aqui e sorrir para a m�mia?
Bem, esses s�o selos claramente originais.
O que significa que o cara l� dentro
n�o v� a luz do dia h� aproximadamente 3.000 anos.
Ok, pessoal. Um de cada lado.
Levantem cuidadosamente.
Ok, calma.
Coloquem bem ali.
Condi��o perfeita.
Algu�m pode traduzir o nome?
Ankh-Venharis.
Um cognome masculino. Literalmente um nobre viajante.
Significa?
Imagino que era um dignit�rio viajante.
Por que enterrariam um estrangeiro na tumba do Rei Tut?
Essa � uma boa pergunta, Michael.
Talvez encontremos a resposta no pergaminho de dedicat�ria.
Tudo bem, vamos para a tampa interna agora. Com cuidado.
Cuidado, sua idiota.
Desculpe, doutor.
Desculpas n�o v�o ajudar quando voc� quebrar alguma das m�quinas
Pronto pro Raio X, senhor.
Muito bem.
Cuidado.
Algu�m pode me dizer porque os envolt�rios est�o t�o deteriorados?
Um enterro apressado. Prepara��o m�nima.
Sim. Eu diria que � prov�vel.
O que � essa coisa verde? Mofo?
N�o tenho muita certeza.
Michael, por que n�o coleta algumas amostras?
Ok, doutor.
Professor, por que ele teria tido um enterro apressado?
Nem, at� removermos os envolt�rios e examinarmos o corpo,
n�o vamos saber com certeza,
mas minha opini�o � de que Ankh-Venharis morreu de algum tipo de doen�a,
como praga ou var�ola.
O que quer que foi que o desfigurou e matou seus criados.
Susie, me traga um recipiente herm�tico.
Eu quero selar isso at� que possamos lhe dar a limpeza adequada.
Michael?
Est� feito, doutor.
Muito bem.
Muito bem, acho que estamos prontos pro Raio X.
Obrigado por sua ajuda.
E vejo voc�s mais tarde.
Ok.
- Obrigado, doutor. - Tchau.
�timo.
Obrigado.
Por enquanto, Parker.
N�o, eu gostaria que o Sr. Parker ficasse.
Afinal, ele � o engenheiro chefe.
Pronto, apontar, disparar.
Pronto, apontar, disparar.
Pronto, apontar, disparar.
O que voc� est� fazendo, seu idiota?
Doug, olha isso.
Meu Deus, Sharpe.
Um desses malditos garotos deve ter mudado a configura��o.
Voc� tirou Raios X da m�mia da com 10 vezes a dose normal.
Ok. Ent�o vamos come�ar de novo.
N�o vamos.
� radia��o bastante para uma noite.
Entregue essas chapas no meu escrit�rio.
Isso est� um pouco superexposto.
Est� bem.
Que diabos poderia ser isso?
Deve estar bem...
a�.
Temos que combinar a dose.
N�o se preocupe, amigo. N�o vai doer nem um pouco.
Uma combina��o perfeita.
Bem, se eu n�o consigo...
Raios X.
Coloque eles bem ali.
Quero terminar de limpar esse pergaminho.
Ah, Susie.
N�o conhe�o, Ken.
Algum tipo de mofo inativo.
�timo. Tenho susie tratando disso.
Sim, obrigado, Ken.
Ken Melrose na patologia pode come�ar analisando-o imediatamente.
Pode levar pra ele? Se importa?
Claro que n�o.
Talvez ele me mostre seu novo microsc�pio eletr�nico.
Bem, o que tenho que pode competir com isso?
Oh, querida, antes de ir, o que voc� acha disso?
Eu encontrei enrolado no pergaminho.
S�mbolos m�gicos? Diagrama astrol�gico?
Olha o material.
Nunca vi nada assim.
Isso n�o � papiro.
N�o � couro, linho...
Bem, talvez voc� tenha encontrado a primeira civiliza��o a usa poli�ster.
Que pensamento triste.
N�o trabalhe at� muito tarde, doutor.
Desculpe. Te assustei?
Oh, Susie, que horas s�o?
Voc� vai parecer pior do que Ankh-Venharis
na coletiva de imprensa.
Susie, voc� olharia isso?
Observe a estrutura craniana, a linha da coluna vertebral.
Talvez alguma coisa errada com a m�quina de Raio X.
N�o. N�o.
O caix�o saiu perfeitamente.
E olhe isso.
Geralmente os �rg�os internos s�o removidos e preparados separadamente,
mas aqui est�o todos intactos.
Esta m�mia n�o foi preparada de forma padr�o.
O que � isso?
Provavelmente um compartimento secreto para a joalheria pessoal.
Isso n�o � in�dito.
Bem, vamos encontrar.
O que � essa coisa?
N�o toque nisso.
Ache Ken Melrose e diga a ele que alguma coisa aconteceu com o mofo.
R�pido! Vai!
In�til.
In�til? Como assim "in�til"?
Quero dizer que n�o s�o preciosas.
Elas tem 3.000 anos de idade. S�o antigas, cara.
Bem, quem te disse isso? Algum mich� de interc�mbio?
Esque�a.
Palha�o.
� o mesmo fungo.
Mas, definitivamente, n�o est� mais adormecido.
E voc� n�o faz id�ia do que �.
N�o.
E at� descobrimos, n�o deixe ningu�m se aproximar dele.
Isso n�o vai ser f�cil.
Rossmore est� agendado uma coletiva de imprensa pra hoje.
Ele quer apresentar Ankh-Venharis ao p�blico.
Ok, doutor.
Vou ligar pra Rossmore e dizer pra ele simplesmente cancelar.
Obrigado, Ken. Eu apreciaria isso.
Not�cias da tarde.
Esse � o presunto?
Michael, veja se voc� pode encontrar algo para amarrar
o caix�o, por favor.
Susie, tenha certeza de todos ficarem longe do caix�o.
Incluindo voc�.
Doug.
Ele quer falar com voc�.
N�o, n�o temos certeza se isso � perigoso.
Olhe, vou voltar a trabalhar nisso,
e se aprender alguma coisa, eu... Eu te chamo.
Obrigado, Ken. Obrigado.
Leve-o ao hospital do campus. � sala de emerg�ncia.
Ligue pro Melrose assim que voc� chegar l�.
E n�o toque na m�o dele!
Por favor... Sentem-se, por favor.
McCadden, qual � o significado de todo esse tumulto?
Um dos meus alunos acabou de ser queimado por este fungo.
Fungo?
Vamos. Voc� sabe muito bem do que estou falando.
Melrose e eu tentamos avisar voc� sobre isso.
McCadden, voc� sabe que eu realmente me ressenti de ser culpado
pela imper�cia de um de seus alunos.
Agora, se voc� n�o est� disposto a aceitar a responsabilidade por este projeto,
talvez dev�ssemos encontrar algu�m que esteja.
Senhoras e senhores, bom dia.
Meu nome � Wendell J. Rossmore.
Hoje estamos anunciando formalmente a aquisi��o permanente
de um grande artefato do t�mulo e o tesouro de Tutanc�mon.
Quando descobrirmos a m�mia, v�o perceber que os envolt�rios
est�o muito deteriorados e cobertos com uma subst�ncia verde.
Isso pode faz�-lo parecer pouco atraente,
mas, por favor, lembrem-se que ele esteve l� por 3.000 anos.
Cavalheiros, podem remover a tampa interna.
Ei, olha, eu n�o era o �nico no laborat�rio naquela noite.
Voc� n�o pertence a uma fraternidade, Sharpe?
Sim. E da�?
Ei, Pete, fui de uma fraternidade. Eu sei como �.
Noite parada, nada a fazer.
- Umas duas cervejas... - Roubar uma m�mia?
Essa � uma �tima teoria, capit�o.
Tente provar.
Por que, seu...
Ei, escute,
por que n�o pergunta ao Parker aonde ele estava naquela noite?
Eu o vi l�.
Dr. Rossmore, Jack Parker n�o � um suspeito.
O assunto mais importante � que temos que encontrar a m�mia.
Precisamos neutralizar a m� impress�o
gerada pelo desastre dessa manh�.
- Sharpe? - Sim, senhor?
Quero divulgar um comunicado para as fraternidades.
Eu estou oferecendo 24 horas de anistia para ter a m�mia de volta.
Ent�o, se ela n�o voltar,
eu vou fechar todas as fraternidades
e procurar em cada sala desse campus.
Sim, senhor.
Muito bem. Sharpe e Parker, voc�s podem ir.
Capit�o, acho que a pol�cia da cidade deve se meter nisso.
Absolutamente n�o. Anda, vamos.
Isso � um assunto interno.
N�o precisamos deles.
Voc� est� exagerando, Doug.
Aquela m�mia pode ser perigosa. Tem alguma coisa naqueles envolt�rios.
Alguma coisa muito estranha.
J� tem um garoto no hospital.
Qualquer um que tocar naquela m�mia pode terminar do mesmo jeito.
Se for assim, quem tocar naquela m�mia
vai terminar em um hospital cedo ou tarde.
E ent�o vou busc�-los.
E ningu�m tem que saber disso. Nem a pol�cia, nem a imprensa.
Legal.
Melhor acharmos a m�mia antes que mais algu�m se machuque.
Ei.
Ei, o que est� acontecendo aqui?
Capit�o Willoughby, quero que voc� vasculhe o campus.
Vire-o de cabe�a para baixo, se necess�rio, mas ache aquela m�mia.
Sim, senhor. Voc� vai ter isso.
� por isso que estou t�o preocupado.
A estrutura � louca.
O n�cleo � inst�vel,
o padr�o cromoss�mico � confuso,
e as c�lulas est�o se multiplicando a uma taxa t�o r�pida,
que n�o consigo medir.
Sim?
N�s estaremos l�.
Sim, seja o que for, � altamente incomum.
Quebra os tecidos mais r�pido do que tudo o que j� encontramos.
E duplica sua massa reprodutivamente a cada 65 minutos,
desde que tenha comida suficiente.
Comida?
Bem, qualquer tecido org�nico.
Nesse caso, carne humana.
Oi, doutor.
Me desculpe por ter ferrado o seu show.
Tudo bem.
Voc� foi ofuscado pelo desaparecimento.
Quando encontrar aquele cara, quero ser o primeiro a saber.
Voc� vai ser.
Se importa se eu der uma olhada nessa m�o?
Claro, doutor.
Cuide-se, Michael.
Ok.
Dr. Fehr, Dr. Fehr.
Voc� � necess�rio na sala de emerg�ncia n�mero 4.
Por favor, atenda o ramal 75.
Qual o progn�stico?
Bem, n�o h� dano esquel�tico ainda,
mas os nervos, tend�es, musculatura, vasos circulat�rios
est�o virtualmente destru�dos.
Com licen�a, Dr. Hayworth. A sra. Goldstein est� aqui.
Legal. J� irei pra l�.
Com licen�a, senhores, mas vou ficar em contato.
Espere um minuto, doutora.
Sinceramente, o que voc� pode fazer por ele?
Amputar antes de ir mais longe.
Vai...
O que voc� estava fazendo?
Sherri, querida, eu vim para v�-la.
Ent�o, o que estava vendo nela, seu cara de mel�o?
Eu n�o sei!
Sherri!
- Ei! - Eu te odeio!
Escute... Sherri, voc� vai ouvir por um minuto?
Vamos, querida. N�o fique chateada.
Eu te trouxe um presente.
O que?
D� um beijo primeiro.
De jeito nenhum.
Sem beijo, sem presente.
T� bem, cad� meu presente?
Aonde voc� arrumou isso?
Encontrei em uma caixa velha.
Dr. Serrano?
Sim, � o capit�o Willoughby. Sim.
Olha, estou na sala de for�a.
O Presidente Rossmore me disse pra te ligar se eu visse alguma coisa suspeita.
Aqui � Linda Flores atendendo seus pedidos essa noite.
Ent�o ligue pra mim no 662-8200.
E agora, para o Brian de Sheilagh,
e para Christy de todos os caras da Delta Psi...
ent�o � aqui que voc� se esconde quando n�o est� tirando fotos minhas, hein?
Aluguel mais barato do campus, logo ao lado do reator.
Oi, eu sou Jamie Reynolds.
E eu tamb�m.
N�o, eu sou Dick Traveland, e essa � a edi��o noturna do 211.
Hoje, aqui no Instituto de Ci�ncias da Calif�rnia,
convocaram uma coletiva de imprensa para mostrar sua nova m�mia,
mas quando abriram o caix�o, imaginem?
N�o era uma m�mia. Era um papai.
Oh, meu Deus.
N�o, n�o tinha nada. O caix�o estava vazio.
Vazio?
Como um t�mulo.
Eu me pergunto o quanto eles pagaram por aquela coisa.
Seja l� quanto foi, foi muito.
Jamie, acho que o instituto est� em s�rios problemas.
Oh, Dick.
Desculpe.
De qualquer forma, tudo come�ou esta manh�
quando Wendell J. Rossmore do Instituto
convocou uma coletiva de imprensa
pra mostrar ao mundo sua descoberta.
Vale mais de cem pratas. Eu poderia deixar voc� ter por, digamos, 50.
Ei, aonde eu vou arrumar 50 pratas?
Ei, qual �, Greg. Eu sei que voc� j� pagou hoje.
Imagine o que a Ellen vai pensar
quando voc� entrar com um presente como esse.
Escolha seu restaurante, nen�m.
Ao nosso amor.
Para sempre.
Isso � legal.
Com licen�a.
Sherri, eu volto logo.
Ei.
Irm�o Sharpe! Imagine encontrar voc� aqui!
�, especialmente nesse escandalosamente
caro restaurante com 9 tipos de garfos diferentes.
omo voc� imagina que ele pode pagar por um lugar desse, irm�o Robinson?
Ei, � dif�cil imaginar, irm�o Vogel,
especialmente porque ele nos deve 25 d�lares
Ei, olha s�. Vamos.
Eu preciso disso. J� pedi a comida.
Tudo bem. N�s pagaremos por isso.
Vamos comerTudo bem. N�s pagaremos por isso, tamb�m.
Olhe, eu estou aqui com a Sherri.
Ok. Vamos comer a comida dela tamb�m.
Ei, eu sei que podemos... dividir a comida.
Escute, temos que sortear a garota.
Coroa t� bom?
Ei.
Como voc�s gostariam de dobrar o seu dinheiro?
D� isso pra uma garota, e ela nunca vai te esquecer.
Ok. Temos um acordo.
Ei, querida.
N�o acorde o beb�.
Eu prometi a senhorita McGinnis que eu seria bem quieta.
Vamos.
A que horas eles v�o voltar pra casa?
N�o at� meia noite.
Essa � Linda Flores na KCIS.
E agora, uma mensagem especial para aqueles garotos e garotas impertinentes
que levaram a m�mia do Instituto.
Aqui est� o meu convidado no est�dio, nosso pr�prio professor Douglas McCadden.
Muito obrigado, Linda.
A quem possa interessar: o fungo nos envolt�rios da m�mia
� extremamente perigoso.
Se voc� teve em contato com ela,
por favor, procure um m�dico imediatamente.
Se voc� encontrar a m�mia, n�o toque nela.
Ligue para a pol�cia ou o Instituto ou at� mesmo pra essa r�dio.
Me deixe saber o que acontece.
Eu prometo que voc� vai ser a primeira rep�rter na cena.
Por um minuto pensei que tinha perdido ela.
Imagino que deve ter ca�do do meu bolso e no ber�o do beb�.
Ele com certeza gostou.
Espero que voc� goste, tamb�m.
Greg, � llindo.
Ei.
N�o estava brilhando assim quando eu comprei.
Oh, est� muito quente.
Droga!
Voc� n�o pode deixar a crian�a chorar?
Ele quer o boneco dele.
Eu volto logo.
Voc� pode trat�-la?
Oh, tenente Hummer,
acredito que voc� conhe�a nosso patologista, Ken Melrose.
- Claro. - Tenente.
E esse � o professor Douglas McCadden do Instituto.
- Como voc� est�? - Professor.
Eu deixei o tenente Plummer a par de tudo.
Doutora, e quanto a Ellen?
Bem, estou consultando por telefone com o Dr. Cunningham
do Centro de Controle de Doen�as de Atlanta.
Oh? Voc� espera uma epidemia?
N�o, mas se algu�m sabe
alguma coisa sobre doen�as incomuns, � Atlanta.
Enviamos amostras pra eles.
Eles tem todos os nossos dados agora.
E o que eles encontraram?
At� agora, nada.
Eu entendo que houve uma testemunha deste acidente envolvendo a garota.
Sim, o namorado dela... Greg hauser.
Ele est� aqui no hospital agora.
Ok, Hauser. Descreva o agressor.
Ele era negro? Branco?
Anda, vamos ouvir isso agora! N�o fique sentado! Fale!
J� chega, Willoughby.
Ei toco a partir daqui.
Ei, Plummer, esse garoto viu o cara que fez isso.
Estou tentando conseguir uma descri��o, mas ele n�o quer cooperar.
Isso ser� tudo, capit�o Willoughby.
Greg, esse � o tenente Plummer do departamento de pol�cia.
Ele quer fazer algumas peguntas, � isso.
Greg, n�o �?
Ok, Greg. Me diga o que voc� viu.
Um rosto...
horr�vel.
Rosto de quem, Greg? De quem era o rosto?
M�mia.
Olhem, ele ainda est� em choque.
Acho que � melhor mant�-lo em observa��o por umas horas.
Greg, venha comigo.
Como est� o Michael Goldstein?
Tiveram que amputar. Mas acho que conseguiram.
Ken.
Como est� a Ellen essa manh�?
Dr. Hayworth quer tentar uma cirurgia a laser,
para queimar o fungo,
assim que tiverem certeza de que n�o tem nenhum osso quebrado ou...
Eu dei uma olhada nesses raios X que voc� me mandou.
O que voc� achou?
Voc� tem raz�o. A estrutura oss�a � anormal.
Clav�cula prolongada, esterno sobredimensionado,
processo mast�ide deslocado...
Doug?
- Oi, Ken. - Oi, Susie.
Ken, quero que voc� escute isso. Acho que consegui algo.
Essse pergaminho basicamente conta a hist�ria dos soldados do Rei Tutanc�mon
descobrindo um estranho no deserto. Tudo bem?
Devido a sua apar�ncia incomum,
os eg�pcios assumiram que ele era um deus,
enviado para aconselhar seu pr�prio deus rei.
Ent�o, o Rei Tut vai cumprimentar esta divindade,
que ele chama de "Ankh-Venharis".
Agora, escute isso.
"O s�bio Tutanc�mon atingido pelo toque do cansado viajante
foi gravemente queimado
e afligido por uma doen�a que consumia sua carne."
Assim como todos os servos que colocaram suas m�os suaves sobre o menino rei.
Todos morreram, salvo o estranho visitante,
que se encontrava pr�ximo da morte e sem for�as,
mas que n�o passou para o p�s mundo."
Ent�o eles simplesmente o selaram vivo em um canto da tumba de Tut,
juntamente com todos os servos acometidos.
Me diga uma coisa.
Est� sugerindo que o nosso fungo � a mesma doen�a
que matou Tut e seus servos?
E isso est� adormecido por 3.000 anos?
E agora n�o est�?
Suponha que seja verdade. S� suponha.
O que ter�amos que fazer?
Temos que descobrir como isso foi estimulado a sair da dorm�ncia.
Ent�o, podemos saber como par�-lo.
Ent�o?
Mas, Doug, isso � um conceito inacredit�vel.
O que mais temos?
Caralho! Viram isso?
Parecemos rid�culos. N�s fomos vistos em todos os canais.
E olhe isso.
"Cad� minha m�mia? Uma festa de fraternidade de sab�do a noite.
Por favor, usem fantasias."
� tudo o que precisamos.
PARE CUIDADO MATERIAIS RADIOATIVOS
Oh.
Chame o Dra. Hayworth.
� uma emerg�ncia. Impe�a-a!
Diga pra n�o fazer raios X de Ellen Winters.
N�o fazer raios X de Ellen Winters.
Dr. Hayworth, ligue pra operadora.
Meu Deus.
- Oi, Susie. - Oi, Stanley.
Podemos conversar um minuto?
N�o agora, ok? Estou com muita pressa.
O que � isso?
Voc� ainda est� saindo com o professor McCadden?
N�o acho que isso seja da sua conta, Stanley.
Se voc� me desculpar, eu tenho uma agenda muito ocupada.
Bem, olhe, me desculpe.
Essa conversa n�o foi como eu esperava.
Aqui, pegue isso.
N�o posso aceitar isso.
Tome isso, pense em mim, e talvez eu te veja em algum momento.
Stanley!
Eu n�o vi nada.
Vamos sair daqui.
O que foi isso?
Nada al�m de uma maldita porta.
Continue olhando. Algu�m deve ter entrado.
� o fungo.
A m�mia anda!
Pare! Ei!
M�mia precisa de amor. M�mia estava na caixa por muito tempo.
Se afaste de mim!
Ei, olha, cara, eu... Eu s� estava brincando.
Oi, Jack. Como eu estou?
Vamos.
Como Cl�opatra diria, "at� mais pessoal."
Ele te machucou?
N�o. Eu estou bem.
Obrigado por estar l�.
Seu idiota!
Peter! Cres�a. S� cres�a.
Juro que �s vezes, voc� � um idiota.
Ot�rio.
Ei, nen�m.
Quer quer eu banque um m�mia pra voc�?
Eu sou Cle�patra! Eu juro...
Ei, esperem.
Ouviram falar da garota que se perdeu na tumba do Rei Tut?
Nove meses mais tarde ela era uma "m�emia".
Ei, Peter, pensei que voc� viria fantasiado.
Adorei sua roupa, Bill.
Obrigado.
Amei seu colar. � t�o �nico.
O que voc� fez? Arrumou uma carga dessas coisas?
Com licen�a.
Chega dessa babaquice.
Escute aqui, seu pervertido.
Se voc� n�o desaparecer, vou chutar seu traseiro enfaixado.
Quem �?
Algum babaca da fraternidade.
Ei, viram a Sarah? Eu tenho um presente pra ela.
N�o. Acho que ela t� l� fora.
Valeu.
Sarah?
Sarah?
Sarah, � voc�?
N�o, n�o � a Sarah! E eu tenho certeza.
Quer desaparecer daqui?
Sarah.
Bill.
Jeff.
Pronta, Sarah?
Ei, Sarah, o que est� acontecendo?
Desculpe, amigo. Esse s� tem dois assentos.
Ei, Sarah, o que aconteceu?
Caralho!
� isso a�. Acabei com as mulheres.
Eu vou ser padre.
- Ol�! - Oi.
- O que est� rolando? - Como voc�s est�o, mo�as?
- Vestido bonito. - Gostei de voc�. Eu volto logo.
- Aonde voc� vai? - Volto logo.
- At� mais. - Tudo bem.
Ei!
Olha, eu tenho que ir ao meu escrit�rio verificar isso.
Posso ir junto?
N�o, n�o. Eu volto logo.
S� quero ver se h� algum tipo de dreno de energia.
Tenha cuidado.
Tranque a porta e mantenha trancada.
Isso estava no muro bem ali,
ent�o quem roubou a m�mia deve ter escondido ele aqui.
Oh, olha quem est� aqui.
Veio trocar uma l�mpada, Parker?
Na verdade, eu vim para explodir o reator.
Ei, voc� precisa de ajuda?
Ei!
Ei, Bill?
Ele est� morto.
Al�?
Sim, � ele.
� o momento oportuno?
O que?
J� vou para a�.
Ah, professor.
Achei que voc� estaria interessado nisso.
O que aconteceu?
Bem, n�s encontramos isso.
Definitivamente � do inv�lucro da m�mia.
Parece que algu�m est� fazendo uma brincadeira muito doentia.
Fique longe da coisa verde se houver alguma nele.
Isso � muito perigoso. Pode ser fatal.
Eu n�o acho que o fungo o matou.
Tudo bem, o que foi?
Parker matou.
- Imposs�vel. - Por que?
Parece que todos os ossos do corpo desse rapaz est�o quebrados.
N�o h� uma marca nele.
N�s achamos que ele bateu naquela parede com uma for�a incr�vel.
Bem, Jack Parker � bem forte.
Ningu�m � forte assim.
Eu te conhe�o, Rossmore,
e essa n�o � a primeira vez que voc� tenta esconder alguma coisa
porque voc� n�o quer que o cheiro ruim vaze pra imprensa.
Me desculpe, tenente.
Voc� est� se dirigindo ao presidente de uma universidade qualificada.
N�o interfira nesta investiga��o.
N�o retenha informa��o.
E n�o banque o detetive.
E a m�mia?
Bem, procure voc� por sua m�mia, doutor.
Eu procuro um assassino.
Susie e eu temos pesquisado topo tipo de teorias.
Em primeiro lugar, eu quero avis�-loa,
que vai parecer bem inacredit�vel, mas por favor, tenham paci�ncia comigo.
Eu sei que n�o pode ser provado, mas esse fungo,
acho que todos concordamos que n�o � como nada que j� encontramos.
Tenho que concordar com isso.
Suponha que foi porque n�o veio da Terra.
De onde mais teria vindo?
Muito bem, Ken, voc� viu os raios X da nossa m�mia.
Voc� disse que n�o era um ser humano normal.
Suponha que ele n�o fosse um ser humano.
Doug...
Eu disse que pareceria loucura.
Lembrem do pergaminho.
Dizia, "todos que tocaram o cansado viajante ficaram doentes
e morreram, exceto Ankh-Venharis."
Porque ele era imune.
Porque ele n�o era humano.
Todos concordamos que estamos lidando com alguma coisa desconhecida,
mas n�o posso, por mim mesma, dar um salto qu�ntico no sobrenatural.
Desculpe professor mas com todo o devido respeito,
temos que ter alguma base de fato.
Tenho o melhor equipamento dispon�vel � minha disposi��o,
e eu estive... eu... n�o encontrei absolutamente nada.
Quero dizer que isso simplesmente n�o existe.
Olhe, Doug, a linha mestra �:
O que quer que seja,
ainda temos que encontrar quem pegou e onde est� agora.
Do contr�rio, mais pessoas v�o se machucar.
Gra�as ao McCadden, estamos com graves problemas.
Dois de nossos doadores retiraram suas doa��es.
500 mil d�lares jogados pela janela.
Talvez haja uma maneira de transformar tudo isso.
Como, Bruce? Como?
- E se ele roubou a m�mia? - H�?
Ele n�o estava pronto para desvendar essa m�mia,
ent�o ele roubou e escondeu aonde pudesse trabalhar em particular.
E ent�o, quando ele estiver pronto para encontr�-la e revel�-la,
ele vai encontr�-la e sair como um grande her�i.
N�o.
Eu n�o acho que esse cen�rio vai segurar a enxurrada, Bruce.
Eu acho. E acho que posso provar.
Voc� n�o acha que isso vai funcionar por si s�, acha?
Tem alguma coisa l� fora!
- O que? - Est� na sala!
Vamos, Doug. Acorde.
Que horas s�o?
Voc� dormiu o dia todo.
Voc� deve estar bem cansado.
Doug, olhe.
De onde isso veio?
Meu bracelete.
Susie, isso parece exatamente igual ao diagrama
que eu encontrei dentro do pergaminho.
Isso n�o pode ser coincid�ncia.
Susie, aonde voc� conseguiu esse bracelete?
Bem, foi um presente de um cara chamado Stanley.
Voc� sabe de onde isso veio?
N�o.
Susie, pode ligar pra ele?
- Agora? - Sim, querida. Isso � importante.
Aquele diagrama e este cristal tem o mesmo padr�o.
Eles devem estar relacionados.
Eu j� vi esse padr�o antes, sei que vi.
Ou qualquer coisa assim.
Quando voc� me perguntou no seu escrit�rio eu n�o me lembrei, mas...
O que, querida? O que?
Eu conhe�o.
Meu irm�o costumava construir r�dios,
e acho que ele tinha diagramas parecidos com esse.
R�dios?
R�dios.
Talvez Parker saiba.
- Isso estava no sarc�fago? - Sim.
� incr�vel. Parece algum tipo de esquema de fia��o.
Como para fazer r�dios?
Certo, mas o que isso estaria fazendo em um caix�o de 3.000 anos de idade?
Jack, isso poderia ter alguma coisa a ver com isso?
Talvez. Os cristais poderiam ser usados como transmissores.
Jack, olhe isso.
O que est� acontecendo, Doug? Deve haver uma conex�o.
Se isso pertencia a Ankh-Venharis, pra que ele usaria isso?
Quer dizer, ele n�o poderia estar construindo r�dios no antigo Egito.
Susie, eu quero que voc� v� para o centro de astronomia,
ver o que mais pode encontrar nos fen�menos antigos.
Mas tamb�m, confira os boletins informativos da NASA
sobre comunica��o de longa dist�ncia.
Querida, se voc� n�o encontrar nada, volte logo.
Ok.
Em que foi impresso? Isso n�o parece papel.
A an�lise n�o deu resposta.
N�o corresponde a nenhum outro material, seja natural ou sint�tico.
Como mais nada, hein?
� como o fungo.
E Ankh-Venharis.
Cad� todo mundo?
Pesquisa de campo.
Foram todos para o observat�rio.
Pra ver um cometa ou sei l� o que.
Obrigado.
Definitivamente tem uma conex�o entre os dois.
Isso � l�gico, mas n�o sei o que significa.
Deixa eu dar outra olhada naquele cristal.
Susie!
N�o!
Socorro! Socorro!
Socorro! Socorro!
Socorro! Me deixem sair!
E o que me lembro a seguir � de acordar aqui.
Ok.
Agrade�o por ter respondido essas perguntas, senhorita Fuller.
Se pensar em algo mais, me ligue, ok?
Tenente Hummer,
voc� ainda n�o acredita que isso � uma piada de fraternidade, n�o �?
N�o. N�o, acho que esse � um indiv�duo muito doente.
- Mas, tenente, isso �... - Tente dormir agora, ok?
Caralho!
Susie, o que aconteceu?
Doug, voc� me conhece. N�o sou do tipo hist�rica.
Mas era ele.
Era Ankh-Venharis.
Ele est� vivo.
Ele n�o queria me machucar. S� queria o meu bracelete.
Meu... O cristal do meu bracelete.
Estava brilhando.
E ele... Ele tinha um cristal como esse no peito.
Ellen n�o estava usando j�ias? Algum tipo de colar?
Sim.
Ent�o, foi o Bill Vogel, de acordo com o legista.
Susie, voc� sabe se h� mais desses cristais?
N�o, n�o sei.
Vou voltar ao meu escrit�rio e verificar esse esquema novamente.
Vai nessa. Est� tudo bem.
Jack.
Vamos, Doug. N�s o pegamos.
PERIGO TRANSFORMADOR DA ARQUEOLOGIA INOPERANTE
Ele estava aqui.
O que � isso?
Como isso chegou aqui?
Um, dois, tr�s, quatro, cinco.
- Cristais? - Sharpe.
- Ei! - Aonde voc� conseguiu aqueles cristais?
Que cristais?
Os que voc� andou vendendo pros seus amigos.
Eu... Eu... Eu os consegui numa troca.
Sharpe, n�o minta pra mim.
E esses?
Ellen Winters e Bill Vogel est�o mortos.
Por causa daqueles cristais.
E Susie Fuller est� no hospital.
Eu n�o queria que ningu�m se machucasse.
Aonde est�o os outros?
Tem um na minha gaveta ali em cima.
Eu dei o outro pra minha namorada.
- Sherri? - Sim.
Oh, meu Deus. Ela divide apartamento com Jennie.
Muito bem. Ligue pra sua namorada agora.
Ela est� no trabalho.
Ligue pra ela.
Suponha que ele esteja construindo um dispositivo de comunica��o de longo alcance.
Ele tem o circuito, ele tem o transformador el�trico,
ele tem a maioria dos cristais.
Do que mais ele precisa?
Uma fonte de for�a.
Encontrou ela?
Sim, mas ela n�o o tem.
Est� em casa, arm�rio do banheiro.
Jennie!
Ocupado!
Eu vou pra l� agora.
Tudo bem. Te encontro no reator.
Ok, m�e.
Um beijo pro pai.
Eu te amo, tamb�m.
Tchau.
N�o.
N�o. Por favor. N�o.
Linda, aqui � o professor McCadden.
Pegue sua c�mera e venha para o pr�dio do reator.
Linda, agora.
Jennie! Jennie!
Jennie.
Ele tocou em voc�?
N�o.
Ele pegou o cristal.
Obrigado, Douglas.
O que voc�s est�o fazendo aqui?
Provando minha teoria.
Eu sabia o tempo todo que voc� pegou aquela m�mia
e agora eu sei aonde voc� escondeu.
- O que? - Oh, chega disso, professor.
Voc� n�o percebe o que tem acontecido aqui?
Sim, assim como o fato
de que voc� est� se safando de um assassinato.
Bem, o jogo acabou.
E assim que eu ligar pro tenente Plummer,
voc� estar� a caminho da cadeia, e ser� o que merece.
Jack?
Atire!
N�o!
O cristal!
N�o!
CONTINUA...
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