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Original subtitles

Anteriormente...

- Ag�ncia da Normalidade? - � uma secreta de zelotes loucos.

Bem-vindo � nova base de opera��es. Agente Charles Forsythe.

- Quem � o Darren Jones? - Falhou uma miss�o de destrui��o.

Matei a minha m�e.

Tretas!

Grid, autentica imagens.

Uma voz na minha cabe�a acredita no Sr. Ningu�m.

N�o tens mem�rias! Tens programas.

N�o podem saber. Pensam que virei o psicopata. O Grid descontrolou-se.

- E agora? - Desliguei. Tem poder, n�o o travo.

Olha para o meu cotovelo.

- Olha para o meu cotovelo. - Olha o meu pulso!

Vic!

Ol�, Victor. Bem-vindo � Quinta das Formigas.

A QUINTA DAS FORMIGAS

Da� os eventos recentes. Este ataque falhado.

Fracasso na recupera��o do agente Wilson.

O Wilson era um desertor e um traidor.

Mesmo assim, continua � solta. Desapareceu com a Danny a Rua.

Come�amos a questionar a sua capacidade

de executar com efic�cia as nossas prioridades.

O Projeto Dolores.

Uma opera��o de vigil�ncia que come�ou h� anos custou milh�es.

Um dos destacados ficou ferido e sem resultados.

N�o � bem assim.

Por prud�ncia, exclu� pormenores do relat�rio oficial.

A opera��o de ontem resultou em algo bastante interessante.

- Cyborg? - � uma aquisi��o delicada.

As aplica��es s�o ilimitadas.

Pode prejudicar a rela��o com os Laborat�rios STAR e se se souber...

Percebo as preocupa��es. Dependemos dos Laborat�rios h� algum tempo.

Ou fazemos dele uma arma ou tiramos partido das tecnologias,

a intelig�ncia que juntarmos pode tornar essa rela��o redundante.

� um risco, mas com um grande resultado.

General?

N�o podemos chatear os Rabos.

Est� bem, Jones. Tem de nos contar.

Como � que a sua equipa prendeu um Cyborg?

Foi surpreendentemente f�cil.

N�o me podem fazer isto!

Sabem quem eu sou? Sabem quem � o meu pai?

Dos Laborat�rios, Stone.

- Recupera��o nanorob� autom�tica. - Ou�am-me!

N�o h� regenera��o aqui.

Confirm�mos que n�o tem o sistema operativo.

- As fun��es est�o t�o limitadas. - O qu�? N�o sabem peva!

Larguem-me!

Este � o grande Cyborg?

- Foi isto que viste no parque? - Parece mais antigo, mas sim.

- O que �? - A Ag�ncia da Normalidade.

- Com quem lutaram na Danny a Rua? - Sim.

Foi fundada no virar do s�culo como Ag�ncia de Curiosidades.

Era uma divis�o secreta do Governo para investigar o invulgar.

Ap�s a Primeira Guerra, a miss�o mudou,

o foco mudou para a conten��o,

armamento e erradica��o.

- Como sabes isso tudo? - Eu era um dos trunfos.

Durante anos, estudaram-me, torturaram-me.

A n�s.

Larry.

- Onde? - Na Quinta das Formigas.

As instala��es de investiga��o e conten��o. Confidenciais, ocultas.

� como a �rea 51 e o Inferno de Dante juntos.

- Vamos l�, soltamos o Vic... - N�o, n�o vamos. N�o podemos.

N�o h� como entrar e sair da Quinta.

- S� sa�, porque o Niles me tirou. - O Niles desapareceu.

Mas o Silas n�o. Pode saber o que fazer, tem contactos.

- Se algu�m pode tirar o Vic... - N�o!

O Vic n�o quer o pai envolvido. N�o confia nele.

Concordo. O Silas � um parvalh�o. � poss�vel que se resolva por si s�?

O Vic n�o � como n�s! � um cyborg! Um super-her�i.

Pode usar a cena de computador e libertar-se. N�o sei.

- Mandar uma mensagem ao Batman! - Mas sem a cena de computador...

- Ele tirou o Grid. - Porqu�?

Estava avariado. O Vic andava com dificuldades.

O Sr. Ningu�m rebentou com o bra�o e carreg�mos no reset

e o cyber-qualquer coisa controla tudo.

Ele est� a ficar mais m�quina.

E voc�s as duas sabiam isto? Porra!

Vic!

- J� dissemos. - O Vic n�o est�.

Foi numa miss�o de super-her�i.

Sei que est�. Excluiu-me, mas recebo alertas do sistema.

O Grid ficou comprometido h� 12 horas neste edif�cio.

Que raio se passa aqui?

- N�o pode ser. - O qu�?

� o Grid.

P�s a cena de computador nesse computador?

Se o Grid est� aqui, onde est� o meu filho?

S� vou dizer que os chibos se lixam.

Na Quinta das Formigas.

Deixem-me sair!

N�o me podem fazer isto!

Amigo, est�s � procura de uma sa�da?

A tentar fugir?

Nunca resulta. Eu sei bem.

- Quem �s tu? - Sou o 722.

- 722? - � o meu nome.

- N�o � o n�mero do teu quarto? - � a mesma coisa.

Amigo, n�o fiques t�o triste. Isto n�o � assim t�o mau.

Recebemos tr�s refei��es por dia e s�o todas sandes.

Quem n�o gosta de sandes?

E servimos o pa�s. E isso � bom, certo?

- Servir o pa�s? - Sim.

De vez em quando v�m buscar-nos e depois sa�mos e...

Bem, e depois...

N�o sei o que acontece depois.

Mas quando voltamos, temos uma regalia � espera.

Eu recebi um cadeir�o e um televisor a cores.

Tenho chinelos de pelo. T�o quentinho.

H� quanto tempo est�s aqui?

N�o me lembro da data exata.

Conheces a novela "Secret Hearts"? Estava na altura da estreia.

Acho que foi nos anos 60...

Algum tempo depois disso. Ou ter� sido antes?

Merda!

SISTEMA A LIGAR-SE

Mas que raio?!

- Isto n�o faz sentido. - O qu�?

O Vic. Estava a fazer um diagn�stico obcecadamente.

- Como se achasse... - Que era pirateado pela tecnologia?

Tecnologia instalada pelo pai autorit�rio?

- Raios! - Pirateado? N�o � poss�vel.

N�o desobedecia aos comandos do Vic?

Algo que vi com os meus olhos e os nanarob�s...

Nanorob�s.

Os nanorob�s n�o tentavam controlar o corpo?

S� se foi ferido. O protocolo de emerg�ncia.

Os nanorob�s, que o Vic e o vosso amigo ligaram,

s� reparam tecidos estragados.

N�o o construiria de outra forma. O Vic sabe disso. Devia saber.

A menos que pensasse que o senhor o queria assim, uma m�quina completa.

Fiz o protocolo para salvar a vida dele.

- Acham que eu... - N�o interessa o que achamos.

O nanorob� n�o assumia o controlo e n�o reparava os tecidos saud�veis.

Tem a certeza disso?

Desliguei-te.

Qualquer deteriora��o ser� revertida.

Est�s a falar de qu�?

O protocolo de emerg�ncia sarou as tuas feridas,

o meu sistema regenerou-se e fui restaurado.

- Estou a reparar a luz do olho. - N�o pode. Nanorob�s saram feridas.

- Eu e o teu pai discutimos isso. - O qu�?

Eu e o teu pai discutimos isso.

Devias estar a bajular-me.

Disseste que devia estar com os meus amigos.

- N�o � custa das tuas notas. - Tretas!

- Para. - Tretas!

- Grid. Para! - N�o �s custas das notas.

Tretas!

Desliga!

Sistema sobrecarregado. A fazer "reboot".

A fazer "reboot".

N�o preciso de te relembrar o que devemos um ao outro. Se puderes...

Sim.

Sim.

Avisa-me se souberes algo.

Foi o �ltimo. Todos os cordelinhos que tinha a puxar.

Os contactos c� fora, DOD, NSA, n�o sabem de nada.

- Ou se souberem, n�o me contam. - O Vic desapareceu.

Deve haver algo que possa fazer. Conhece os sacanas.

Trabalha com eles. � um deles.

T�m o Cyborg. Obtiveram-no de forma ilegal. N�o v�o falar comigo.

E � demasiado valioso para desistir dele.

O meu nome, a minha influ�ncia, n�o significam nada.

- N�o posso fazer isto sozinho. - Fazer o qu�?

- Invadir. - Invadir?

- A Quinta das Formigas? - Consigo?

Para resultar, preciso de voc�s. De todos.

Est� a brincar! S� pode!

N�o podem estar a considerar isto! Jane?

Depois de tudo o que o Vic contou, confias as nossas vidas nele?

Cliff?

Larry. De todas as pessoas, tu...

Queres voltar ao Inferno de Dante?

Devo estar a enlouquecer.

Como vamos invadir?

Preciso de ver os arm�rios do Niles.

- Fa�o mais um diagn�stico? - N�o.

- Fa�o mais um diagn�stico? - N�o.

- Fa�o mais um diagn�stico? - N�o falas a s�rio!

- Fa�o mais um diagn�stico? - N�o.

Ele j� disse que n�o quer outro diagn�stico!

722, ouviste isto?

- Sim, porqu�? - Como?

Podemos falar depois? Estou a ver um programa.

Como �s real?

Fa�o mais um diagn�stico?

N�o. Para. N�o podes ser real!

C�us!

Fa�o mais um diagn�stico?

- Como �s real? - Fa�o mais um diagn�stico?

Elinore! Elinore! Elinore! Elinore!

Como disse, ele est� assim h� horas e s� piora.

E n�o temos peva dos procedimentos dele?

Nicles? N�pias? E o mi�do est� completamente inst�vel?

Porra!

Eu percebo. Tamb�m n�o quero voltar.

Mas o Silas tem um plano. Temos de fazer isto pelo Vic.

- � isto? - Bem localizado.

Estacionamento amplo.

E s� pessoal superior sabe operar isto.

Larry?

Est� tudo bem.

Hora de nos equiparmos.

N�o viram a "Guerra das Estrelas"?

Agarrem-se.

Mas que raio?!

Vou vomitar!

- Mas que merda? - Estamos quase.

Manuten��o no setor A.

- Est�o todos bem? - Defina bem.

Por aqui.

Est� tudo bem. Estamos bem.

- Que raio s�o aquelas coisas? - Operadores. N�o olhes.

- Parem! - Mas que merda?!

Bem-vindos.

- Ainda bem que puderam vir todos. - Mas que...

Jane!

- Sacana! - Pronto, amigo.

Se houve altura para lutar...

N�o fazes ideia como foi satisfat�rio.

Levo-te ao teu filho?

Mas que... Judas de merda!

E se o Niles souber que nos deste os brinquedos?

N�o sabes? O Niles desapareceu. N�o pode fazer muito.

O Silas frio. Podemos tirar o homem daqui...

Vamos esclarecer uma coisa. Tu e os teus destru�ram este s�tio.

Acredita, eu sa�.

Prepara-te.

- Como �s real? - Victor.

Pai?

- Pensava que n�o vinha ningu�m! - Estou aqui.

- N�o. N�o, Grid, para. - O que te fizeram?

N�o fizemos nada. Encontr�mo-lo assim.

Silas, eu sei o que est�s a pensar, mas n�o.

N�o podes voltar atr�s no acordo.

Acordo? Que acordo?

� um prazer estar contigo de novo, Trainor.

Nem acreditei quando me contaram. Macacos me mordam!

- Forsythe, o que fizeste? - Ent�o, tu sentes.

Uma sensa��o de membro fantasma excedente.

Est�s a falar de qu�?

Podes ter sa�do daqui prematuramente.

Mas n�o em esp�rito. Perdoa-me o trocadilho.

Nunca par�mos de trabalhar em ti.

O que me v�o fazer? Torturar? Cirurgias? Reprograma��o?

Deixa-me dizer, passei por muito.

Por bastante! Hordas de nazis, olho do mal gigante,

uma cidade engolida, matei um crocodilo pela minha filha.

Caixa de �culos, podes vir. Eu n�o cedo!

- Design primitivo. - O qu�?

Soldadura fraca. Circuito el�trico rudimentar.

- Fun��o motora limitada. - N�o, n�o.

Sou um c�rebro humano num rob�. Quantas vezes j� viste um?

Uma dezena. A BON ficou maluca nos anos de Nixon

a p�r c�rebros em tudo.

Temos uma torradeira sarc�stica que usamos com novatos. � divertido.

Uma torradeira?

O sujeito para o programa de reciclagem.

Reciclagem? N�o me ouviste? O crocodilo? Os nazis?

- Sou uma for�a impar�vel! - Par�mos-te com um �man.

Toca a acordar e a levantar!

Querem que fa�a uns testes contigo. Alguns Rorschachs.

Vamos tentar?

O que v�s?

A cabra que me partiu o bra�o.

A cabra que me partiu o bra�o.

E...

...a cabra que me partiu o bra�o e vai pagar.

V�s o vidro de observa��o?

Subornei o tipo. N�o h� testemunhas.

N�o te preocupes. Sou um cavalheiro.

Prometo ir com cuidado e devagarinho.

Desculpa, vers�o reles do Dexter. Disseste alguma coisa?

N�o podem fazer isto! Sou mais do que uma m�quina. Sou uma mente!

Salvaram-me o c�rebro porqu�? Sou um g�nio!

- Est� bem, g�nio. Dois comboios. - Comboios?

Comboio A, a 112 km, sai de Westford para Eastford, que fica a 420 km.

Devagar.

Comboio B, a 95 km, parte de Eastford para Westford.

- Quando se encontram os dois? - Disseste dois comboios?

- Matem�tica do liceu. - N�o sou um matem�tico! Convencida!

Pare�o um Frankenstein de metal de lixo, mas tenho pensamentos, desejos.

A minha cabe�a � um arquivo de caras e de lugares

e publicidades que n�o me esque�o, sou uma alma, uma mente, uma pessoa!

Frankenstein � o nome do cientista, n�o do monstro. Idiota!

Uma bomba humana que fala e anda.

�s a ferramenta e a energia capaz transcender espa�o e tempo.

Um ativo dividido em dois.

Pensa s� nas aplica��es!

Este ser de energia devia ser um motivo de orgulho da ag�ncia

nas pr�ximas d�cadas.

E tu, com as tuas propriedades radioativas, tamb�m nos serves.

Mas nesta fase, a tua sobreviv�ncia � mais...

..."esperar para ver".

- Trocaste-os? Porqu�? - Tive de o fazer.

- �s um monstro! - �s tudo o que tenho!

Tudo parece mal agora, mas prometo-te, vai correr tudo bem.

Vai ficar tudo bem.

Ent�o, vamos ser apanhados de prop�sito.

E torturados. Certo? Aqueles psicopatas v�o desfazer-nos.

Vai haver tortura, f�sica e psicol�gica.

Apanhados e torturados. Grande plano!

- � um pedido enorme, mas... - � a �nica forma.

E espera que eles confiem neste plano e em si?

A Quinta das Formigas � impenetr�vel e perigosa.

- E querem o Larry. - Esse � o objetivo.

Imaginemos que os consegue fazer entrar

e o plano rid�culo funciona.

- Como � que os salva? - Por acaso, Miss Farr,

� a� que entra.

� o elemento fundamental.

Rita, hora do espet�culo!

Gra�as a Deus! Tira-me daqui!

N�o aguento mais.

Cliff, foi excruciante!

As entranhas cheiram a bid�o velho e gordurento!

N�o fui eu! Foi a ratazana dentro de mim!

Disse ao Vic para p�r um ambientador.

- Desvia os olhos. N�o espreites! - O qu�? Claro.

- Usas hidratante? - Cliff!

Pronto! R�pido antes que a cientista tola e sabichona venha.

- Bruxa! - Rita! P�e-me no ch�o.

- Vamos procurar os outros. - Tu, pequeno, tolo e in�til?

N�o �s in�til!

Ol�!

V�s, Cliff? �s muito �til.

J� percebemos, idiota! Viste o "C�es Danados".

Faz-me um favor e corta-me as orelhas para n�o ouvir mais

essa porcaria dos Ace of Base! - Est� bem.

Vamos para a parte em que te corto!

Porra!

N�o.

N�o! N�o! N�o!

Meu Deus! � a minha m�sica!

Agora � a nossa m�sica!

Livro preferido.

- Pronto? Um, dois, tr�s. - Um, dois, tr�s.

"A Culpa � das Estrelas".

Meu Deus!

� isso, estamos destinados. �s perfeita.

- Tu � que �s perfeito, Doug. - � Dirk.

Foi o que eu disse.

- Karen? - Meu Deus!

- Riri! - Mas que raio?!

- N�o � do plano! - Est�o a chatear-te?

Est�o mesmo, cachorrinho.

Queres tratar deles, por favor?

Acredita, n�o te queres meter, bronco!

Tiveste saudades, bonit�o?

Fuga de conten��o.

Setores A e A1, por favor, sigam o protocolo de encerramento.

- Despachem-se e deem-me respostas. - Chefe.

- O que �? - � o general.

- O que foi? - N�o nos deixem aqui!

Victor, ouve-me. N�s temos um plano. Os teus amigos est�o a soltar-se.

Mas tu �s a �ltima pe�a. Precisamos da tua ajuda para sair daqui.

ENGANO DETETADO

Devias ter ficado no lugar. Ficavam todos e eu tirava-vos.

O Silas disse, sou o elemento principal.

Di-lo � loura psicopata dentro de mim.

Vamos procurar o Larry.

Era isto que nos preocupava! Prometeu que estava tudo controlado!

Garanto, est� tudo controlado.

Larry!

Cliff.

- Est�s bem? - N�o sei.

Vamos!

- Aquilo �... - �.

Tu vens comigo.

- Como encontramos o Vic? - Ala de alta prioridade. Por aqui.

Esperem! E o resto?

Podem ser centenas. Esquisitoides como n�s.

N�o os podemos deixar.

- Raios! Outra vez? - Que grande trapalhada!

Rita Farr.

A minha mulher era f� dos teus filmes.

Fez um jantar com o tema dos anos 50. Os teus filmes foram a inspira��o.

Uma refei��o caseira, a mesa posta na perfei��o.

Quase posta na perfei��o.

A porcelana estava toda.

Mas havia um garfo, uma aberra��o dissonante com cabo de pl�stico.

O �nico na mesa toda.

Peguei no garfo e espetei-o no olho dela.

Repetidamente.

Se n�o protegermos o que � normal, o que nos resta?

Que tarado!

Eles est�o soltos!

Os Rabos est�o soltos!

Merda!

N�o!

Fogo!

N�o!

- Sim? - General. Os Rabos est�o � solta.

Compreendo. Deus esteja convosco.

Meus senhores, foi uma honra.

Temos de ir.

- Vic. - Que raio � isso?

- � o Grid. - O Grid?

Precisamos do Cyborg.

Recuperar imagens de arquivo. Laborat�rios STAR, janeiro 2014.

Instalar gatilho de emerg�ncia, o "reset", pode salvar-lhe a vida.

- O que � isto? - O qu�?

Se algo acontecer em campo, pode gerar membros completos.

Membros cibern�ticos.

Vic, temos de ir j�!

- N�o! Que raio � isso?! - J� disse, � o Grid!

- Est�s a mentir! - Porque mentiria?

N�o sei o que se passa, mas corremos perigo!

Porque me fizeste isto? Tu fizeste-me assim, um monstro.

Salvei-te. E estou a tentar salvar-te agora.

- Afasta-te! Juro! - Precisas disto!

Preciso que confies em mim!

- N�o vou dizer como ser pai. - N�o!

Pensou nas poss�veis ramifica��es?

Em certas condi��es, os nanorob�s podem virar-se.

O Vic pode ficar cibern�tico, uma m�quina.

N�o restaria nada do seu filho.

Onde queres chegar?

Vic?

CONSEGUISTE!

Conseguiste, Vic.

Que obra de arte!

Vamos esquecer a caixa preta e vamos para a Broadway.

A conclus�o assombrosa da hist�ria das origens do Cyborg.

- O que fizeste? - Eu? Tu � que lhe bateste.

N�o, foste tu, Victor.

O Silas p�s o bot�o de reset e o Cliff carregou nele.

Mas foi o teu c�rebro pressionado que assumiu o volante.

O Grid a assombrar-te com v�deos do teu pai

a dizer as piores coisas que poderias imaginar.

A �ltima nem sequer foi real! Foi um especial do Sr. ningu�m! De nada!

Vic, acreditaste!

Eu disse-te quando nos conhecemos para n�o me vires procurar!

Mas voc�s, super-her�is brilhantes e radiantes, s�o todos iguais!

Ansiosos para se provarem, para apanharem os maus. V� o que fizeste!

N�o.

Pai!

Pai! Pai!

� t�o triste. Sabes, n�o sabes?

Por detr�s de todos os espinhos da conversa negativa e deprimente,

o querido Silas Stone amava o filho.

Ele s� queria o melhor para ti.

Pai!

Pai, acorda.

Pai! Pai!

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