All language subtitles for The.Satanist.1968.pob

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Original subtitles

Talvez eu esteja louco.

Talvez voc� possa ajudar a decidir se minha hist�ria realmente aconteceu

ou � o produto de uma mente doente incur�vel.

Tudo come�ou quando me mudei da cidade grande

para uma pequena cidade muito tranquila

por ordem do m�dico.

Enquanto trabalhava em meu �ltimo

romance, sofri um s�rio colapso nervoso

e a receita era repouso absoluto, sem

trabalho e sem vida social extenuante.

Minha esposa e eu t�nhamos alugado uma pequena cabana longe da multid�o.

N�s brincamos sobre esta oportunidade

inesperada para uma segunda lua de mel.

Contra as ordens do m�dico eu consegui me

esgueirar pela minha m�quina de escrever.

Minha esposa Mary era uma garota da cidade e

eu sabia que a vida tranquila n�o a atra�a.

Ela era uma boa esportista e certamente

fez o seu melhor para me distrair

de qualquer pensamento de escrever.

N�s n�o sab�amos mas minha cura no descanso e segunda lua de mel

estava prestes a se transformar em pesadelo.

V�rios dias depois, enquanto dirigia.

Mary e eu tivemos uma coisa muito incomum e uma

experi�ncia assustadora. Meu cora��o quase parou, eu tinha certeza que

tinha acabado de matar a mulher na bicicleta.

Foi como um milagre. A mulher simplesmente se levantou e se limpou.

Ela parecia completamente ilesa pelo acidente.

Ela se apresentou como Chandra, uma vizinha.

E insistiu que a acompanh�ssemos colina acima at� sua casa.

Chandra parecia um pouco exc�ntrica, mas

certamente era amig�vel para algu�m que

tinha acabado de ser atropelada por nosso carro. Ela disse que tinha

nos observado entrando na casa de campo,

embora certamente n�o a tiv�ssemos notado.

A casa dela tinha uma apar�ncia estranha e foi decorada com objetos.

N�o culpei Mary por ficar um pouco inquieta.

Chandra foi muito hospitaleira. Ela disse

que era uma estudante de ocultismo.

Um interesse curioso para algu�m t�o obviamente sofisticada.

Ela parecia saber que eu era um

escritor e me emprestou um livro que ela prometeu

que eu acharia extremamente interessante. O volume antigo

pareceu imediatamente lan�ar um feiti�o sobre

mim. Algo bastante extraordin�rio aconteceu e

eu senti que estava sendo observado.

Deve ter sido minha imagina��o, pois nenhuma das duas garotas parecia

notar que eu realmente precisava de um bom descanso.

Quando nos despedimos, Chandra nos fez prometer

que ir�amos a uma festa que ela estava

dando no sabbath. Ela nos assegurou que encontrar�amos algumas

pessoas interessantes do bairro e que ser�amos seus convidados de honra.

Mary parecia fascinada por esta estranha mulher.

Sentei-me at� tarde naquela noite completamente

absorto naquele antigo livro de feiti�aria.

Ritos negros, feiti�os, transforma��es e po��es do amor

transmitidos atrav�s dos s�culos. Eu

certamente n�o estava preparado para acreditar

no sobrenatural, mas, no entanto, h� muito

sustentava a teoria de que a bruxaria era

simplesmente uma forma de magia sexual, um meio antigo de quebrar os

tabus de uma sociedade r�gida e libertando o esp�rito animal que

est� em todos os humanos.

Minha curiosidade sobre esta mulher estranha

e a vis�o que eu tinha visto no espelho

atraiu-me mais uma vez para a casa dela.

Com meus pr�prios olhos, eu testemunharia

um dos ritos proibidos daquele antigo

livro.

Isso n�o era alucina��o.

Eu nunca vi tamanha maldade em um rosto humano.

Eu tinha certeza que ela ou aquilo tinha

me visto e se Chandra estava ciente

que eu tinha penetrado em seu mundo secreto.

O que ela faria quando eu finalmente ca�sse

de sono naquela noite? N�o foi f�cil.

Eu iria experimentar um sonho muito curioso e er�tico.

Uma passagem do livro antigo ficava se repetindo em minha mente.

Ent�o os homens, pela ilus�o do inferno,

mostrariam dem�nios em suas camas.

Um s�cubo, um dem�nio feminino que veio � noite.

Para drenar a for�a dos machos humanos.

Noite ap�s noite o sonho vinha para mim.

Eu n�o ousei dizer a Mary, que pensava que meus problemas vieram

da minha absor��o naquele livro louco.

Sem dizer a mim, ela decidiu fazer algo sobre isso.

Quando Mary entrou em casa com meus

�culos perdidos. Histericamente me disse

o que testemunhou de Chandra. Foi quase um al�vio para n�s dois.

N�o poderia estar tendo alucina��es. Eu estava tentando me convencer que

n�o estava � beira de outro colapso. Agora eu

sabia que algo estranho estava acontecendo.

Algo daquele livro antigo que

n�o tinha lugar sob a luz l�gica do s�culo 20.

Prometi a Mary que romper�amos nosso

relacionamento com esses vizinhos estranhos

imediatamente. Mas tinha esquecido da promessa de sermos

convidados de honra na festa de Chandra.

A noite na festa nos encontramos mais uma vez na casa de Chandra.

T�nhamos decidido fazer uma breve

apari��o e, em seguida, pedir licen�a.

Bem na porta algo nos disse para voltar.

Mas era tarde demais.

Um estranho grupo de convidados aguardava nossa chegada.

Chandra parecia exercer algum poder estranho sobre n�s dois.

O livro tinha alertado sobre o sabbath negro proibido.

A reuni�o de bruxas para adorar o pr�prio diabo.

Chandra como rainha do sabbath abriu o primeiro ato deste profano

sacramento, chamando seus servos para alimentar

os sentidos.

Oferecendo bebidas para iludir a mente e libertar o esp�rito corporal.

Talvez dos tempos antigos colocados na Beladona.

A dan�a trazida do leste da europa.

Amorosa e obscena para despertar e preparar os fi�is

para a homenagem final ao maligno.

Fiquei fascinado por esta performance das p�ginas empoeiradas do passado.

Mas ao mesmo tempo um pouco da

mem�ria, daquele livro amaldi�oado foi

tentando me avisar.

Percebi tarde demais que Mary e eu est�vamos

destinados a ser mais do que espectadores

nesta cerim�nia bizarra. A chegada do profano

completou o n�mero treze.

Minha bebida deve ter sido fortemente drogada.

Fisicamente impotente para resistir. Minha mente estava livre para

assistir ao segundo ato desta farsa com clareza.

Isso me levaria � beira da loucura.

O livro tinha alertado sobre o esporte do diabo. Onde a esposa

era despida e mostrada nua e sem

vergonha diante dos meus pr�prios olhos.

Mary era a noiva do diabo.

Altar e h�stia se tornaram o pr�ximo ato

desta par�dia maligna sobre a religi�o.

E sobre o corpo prostrado de minha esposa.

Chandra realizava os antigos ritos de

Missa negra.

O �ltimo ato de sacrif�cio simb�lico da carne, antes

da oferta da noiva ao diabo.

Cada homem deveria colocar

a m�scara da fertilidade e ser bem vindo nos bra�os da minha esposa.

E cada um deveria gritar o encantamento

para invocar o diabo na cerim�nia.

Desamparado, eu poderia apenas observar como se estivesse sonhando.

Os adoradores de sangue excitados pelo espet�culo.

E o vinho forte logo provocou um bacanal da carne.

Desde o in�cio do cristianismo, o diabo certamente tinha sido

convocado de seu covil. Pesadelo, loucura, realidade.

O que o homem realmente sabe sobre a for�a das trevas

dentro da alma humana?

A �ltima coisa que lembro foi uma risada zombeteira.

Talvez fosse de mim.

O caminho de volta � sanidade � dif�cil.

Mas com ajuda, finalmente consegui ver

que o que aconteceu foi apenas um pesadelo. Um produto da minha

imagina��o sobrecarregada.

Mary e minha psiquiatra se tornaram amigas �ntimas.

Trabalhavam juntas. At� planejaram uma festa de boas vindas para mim.

No sabbath.

Tradu��o: An�nimo Revis�o: Pok�mon

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