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Anteriormente em NCIS Los Angeles:
O ex�rcito Mashriq s� ataca alvos militares.
N�o consideramos poss�vel, atacarem um museu de embarca��es.
- Terr�vel. - Cuidado!
Est�s bem?
Nelson!
- Quem � ele? - Abbas Jalal.
O Ghulam j� o encontrou, v�rias vezes,
sempre em locais diferentes. Penso que perdi qualquer coisa.
Dev�amos trazer outra pessoa.
O nome dela apareceu quando procurava sobre os Mashriq.
Agente Fatima Namazi.
Se o Mashriq pensou que valia a pena libertar o Jalal,
- ele deve ser importante. - Se o apanharam,
- � porque precisam dele. - Outro ataque.
Estou a ver o Jalal.
Agentes Federais. Afastem-se, todos!
Mostra-me as m�os, Jalal.
Precisam de ver isto.
Estou a monitorizar quando eles ficam on-line.
E acabaram de postar isto.
Voc�s acabaram de sentir a ira do ex�rcito Mashriq.
Ningu�m est� a salvo.
Existem mais 2 sa�das com explosivos.
Est�o a verificar a �ltima, mas tamb�m deve ter.
Acho que n�o v�o sair da� t�o cedo.
Deve haver uma sa�da em algum lugar.
- Elias, dev�amos voltar. - N�o. Deixa-me pensar.
Re�nam-se na entrada.
A pol�cia aconselhou a n�o abrir nenhuma porta.
Vamos para a entrada, agora.
Ouviste-a. Vamos.
N�o dev�amos ter vindo aqui, dev�amos estar na escola.
A m�e vai matar-nos quando descobrir.
Est� bem, vamos. Estou a ver uma sa�da.
Apanhem o que conseguirem.
� tudo de gra�a hoje.
- Qual � a situa��o? - Terceira bomba explodiu
- nos bastidores. - Callen e Sam?
O Sam est� a ajudar os feridos.
O Callen foi verificar a terceira bomba.
- Pode explodir tudo. - � uma possibilidade.
S� sabemos que � nas sa�das
onde as pessoas morrem. Ent�o que fiquem l� dentro.
- O Callen e o Sam tamb�m. - Est� bem.
Nell, fala comigo.
Ningu�m entrou ou saiu desde quando a bomba explodiu.
Entendi.
Espera, penso que ouvi qualquer coisa.
Agente Federal!
Ol�? Ol�! Ajuda-nos, por favor!
- Como � que est�s a�? - Estou bem.
Vou tirar-te da�, est� bem? Chamo-me Callen.
- Podes dizer-me o teu nome? - Eddie.
�s o Eddie? Quantos anos tens?
- 9 anos. - 9? H� mais algu�m a�?
O meu irm�o, Elias. Mas n�o consigo acord�-lo.
- Ajuda-nos, por favor. - Est� bem.
Vou dizer-te o que vou fazer. Vou tirar-vos da�.
Apenas espera um momento, est� bem? Fica calmo.
Sam, o local est� limpo, mas h� duas crian�as presas aqui.
- Precisas de mim a�? - N�o.
- Fica a� com os feridos. - Entendido.
- Sam? - Querido, o que foi?
N�o consigo respirar.
Fique quieto. N�o se mexa.
Dan, a tua clav�cula esquerda est� deslocada.
- Est� a bloquear a tua traqueia. - Ele vai ficar bem?
Vai ficar se conseguir coloc�-la no lugar.
Est� bem.
Agora, Dan, j� chegamos at� aqui,
n�o vou come�ar a mentir para ti agora.
Isto vai doer.
Mas � a �nica maneira, est� bem?
Est� bem, est� bem.
Est� bem, s� mais um. S� mais um.
Est� bem.
Aguente.
Est� bem, d�-me a camisa. D�-me a tua camisa.
Coloca-a no lugar. Segura a�.
Est� bem.
Pronto?
Obrigada. Muito obrigada!
- Obrigada. - Temos de tira-lo daqui.
Ele precisa de um hospital. Morales?
- Sim? - Ajuda aqui.
Sim, Senhor.
- Vamos usar isto como encosto. - Est� bem.
- Pega nos p�s dele. - Est� bem.
Levantamos aos tr�s.
- Entendeste? - Entendi.
Um, dois, tr�s, vamos l�.
Eddie, sabes rastejar como no ex�rcito?
Sim. Aprendemos na aula de gin�stica.
� bom ouvir isso.
Porque preciso de espa�o para tirar o teu irm�o,
e preciso que fa�as o seguinte, abaixa-te e rasteja at� mim.
- Achas que consegues? - Sim.
Vamos tentar, est� bem?
Olha para mim, e tenta fazer o que te pedi.
Posso fazer, mas vais ajudar o Elias?
Claro que vou ajudar o Elias.
Mas precisas de ajudar-me primeiro. Est� bem?
- Sim. - Ent�o desce para aqui.
Por aqui.
� isso mesmo.
�s corajoso. Um menino de 9 anos corajoso.
Muito bem. Continua a vir. O caminho todo.
Conseguiste, amigo.
Cuidado com a cabe�a. � isso mesmo.
Ouve, Eddie.
Vais ficar aqui, est� bem?
Vou buscar o teu irm�o.
- Kensi, Deeks, est�o na frente? - Com licen�a.
Sim, estamos aqui, Sam, estamos aqui.
Quando o Callen e eu encontramos o Jalal, parecia assustado.
Faz sentido. Ele sabia o que veio fazer aqui.
N�o, � essa a situa��o. Antes da bomba detonar,
ele parecia...
Parecia o qu�?
Como se quisesse a nossa ajuda.
Achas que algu�m o for�ou a faz�-lo?
N�o sei, mas naquele momento,
acho que a decis�o de detonar a bomba n�o foi dele.
Outra pessoa detonou-a.
- Um detonador remoto. - Sim.
Eles precisavam de uma linha de vis�o.
Eles n�o iam querer estar no cinema.
Eles deviam estar l� na frente em algum lugar.
Ali.
Beale, preciso das grava��es de seguran�a daquele caf�.
- Entendido. O que devo procurar? - Algo depois da explos�o.
Algu�m a agir de forma suspeita.
Ali, faz zoom naquele tipo.
Ele est� muito casual.
� como se soubesse o que ia acontecer.
Pessoal, encontramos um tipo sentado no caf�
que saiu casualmente depois da explos�o.
N�o d� para ver o rosto dele direito.
Sam, temos linha directa de vis�o da entrada.
O Jalal n�o detonou aquela bomba.
Como � que est�s, Elias? O meu nome � Callen.
Vou tirar-te daqui, est� bem?
Onde � que est� o Eddie? Ele est� bem?
O Eddie est� bem. Ele est� ali fora.
A minha m�e vai matar-me se alguma coisa lhe acontecer.
Nada vai acontecer com ele, entendeste?
Vou tirar-te daqui.
Ouve.
Vou precisar de levantar isto para libertar a tua perna.
E depois vou tirar-te daqui. Entendeste?
Vai doer. N�o vai?
� prov�vel.
Mas tu �s o irm�o mais velho do Eddie.
O Eddie est� assustado.
Precisas de ser corajoso por ele.
Vais ser forte pelo teu irm�o, n�o vais?
Sim, Senhor.
Est� bem, est�s pronto?
Sim, Senhor.
Consegui.
Vou pux�-lo.
- Est�s bem? - Estou.
Conseguimos. Tem cuidado.
Est�s a ser t�o corajoso, meu amigo.
- Ainda est�s a�, Eddie? - Estou.
Conseguimos.
- Elias. - Estou bem.
Estou com os dois rapazes.
Bom trabalho, Callen.
O Esquadr�o Anti-bombas limpou as sa�das de oeste da recep��o.
Entendido.
- Sra. Ryland. - Cathy!
Pessoal, temos de ir.
- V�o para ali. - Aguenta, Dan.
Estamos contigo. Vamos. Mesmo aqui.
Est� bem. Pronto. Aguenta, parceiro.
- Muito obrigada. - De nada.
- Obrigada. - Seja forte.
Morales, Bom trabalho l� dentro, hoje.
- Porque � que algu�m faria isto? - Pergunto-me isso todos os dias.
Com licen�a. Ol�, pessoal.
Aqui vamos n�s.
- Cuidado com a perna dele. - Elias.
Sim, Paula, como pode ver,
esta � a cena aterrorizante do lado de fora...
S�o 7 corpos at� agora, mas os outros civis
sa�ram com seguran�a.
O esquadr�o Anti-bombas vai verificar o cinema nas pr�ximas horas.
Olha, sei que est�o exaustos, mas voc�s viram o v�deo.
Esta c�lula terrorista respons�vel,
o Ex�rcito Mashriq, emitiu outra amea�a.
E baseado nas caixas de armas encontradas no armaz�m,
pode ser uma bomba ou um tiroteio.
Se os ataques foram pagos pelo dinheiro que Jalal roubou
- de Omar Azim... - Ent�o, temos de encontrar o Azim.
O Eric e a Nell encontraram uma morada num cruzamento na zona oeste.
- Vamos verificar. - Wasim Gulam,
o culpado do ataque ao USS Iowa, j� recobrou a consci�ncia.
Gostava que levassem a Fatima convosco.
Vejam se conseguem tirar alguma coisa dele.
H� alguma coisa nesse v�deo, Beale?
N�o, e estou a tentar tudo o que posso imaginar.
Bem, a luz vem quando menos se espera.
O FBI encontrou quatro bombas n�o detonadas
escondidas no cinema.
Se o ataque j� foi horr�vel, podia ter sido muito pior.
Est� bem. Consegui qualquer coisa na busca
de associados conhecidos de Lethabo Khan,
o atirador que o Callen e o Sam derrubaram no armaz�m.
Pelos vistos, esta fotografia foi tirada no Panam�, h� seis meses.
Este � o Khan � esquerda, e a busca facial identificou
o homem � direita como Moswen Basson.
Interessante. O Basson serviu na mesma unidade que o Khan.
E, como o Khan,
foi dispensado em 2009 por insubordina��o.
- Dispensado pelo mesmo motivo? - Parece que sim,
mas os detalhes foram redigidos.
Os registos mostram o Khan a trabalhar como seguran�a
- na Venezuela de 2010 a 2013. - E h� mais.
O FBI marcou o Basson como parte de uma escolta
de protec��o privada na Costa Rica no mesmo per�odo.
Parece que escolheram a rota mercen�ria paga.
Quais as hip�teses de manterem contacto?
Talvez o Basson esteja a trabalhar
- para o EM. - De acordo com a Fatima,
o EM n�o trabalha com pessoas de fora.
Baseado nos eventos dos �ltimos dias,
o Ex�rcito Mashriq est� a evoluir.
Essas crian�as do cinema t�m alguma coisa de especial.
N�o conhe�o muitos adultos que iam segurar a barra assim.
T�m esp�rito guerreiro.
Soubeste alguma coisa do hospital?
O Elias est� em cirurgia.
O m�dico disse que vai ser muito demorada.
Vamos encontrar as pessoas que fizeram isso.
- Callen? - Sim.
Actualiza��o sobre o carro do Omar.
Depois de ter passado pelo cruzamento,
parece que a c�mara de um posto
apanhou-o a cerca de 1,5 km na estrada,
a virar num parque industrial.
- Vou mandar-te a localiza��o. - Entendido.
E pessoal, o Omar n�o est� sozinho.
O v�deo mostra outros dois, no carro.
Entendido.
Wasim. Que bom ver-te de novo.
Tu ajudas os americanos?
Trais o teu pr�prio povo, o teu pa�s e o todo-poderoso Al�.
Usas hijab,
mas n�o �s nada mais do que uma mi�da americana mimada.
Tu matas pessoas inocentes para ganho pessoal.
As tuas ac��es n�o tem nada a ver com Al�.
Diz-nos porque � que o Ex�rcito Mashriq atacou um cinema local.
N�o vou dizer nada.
Calma, tigre...
Come�o a pensar que n�o gostas de mim.
O que � estranho, n�o �? Porque sou muito ador�vel.
Super ador�vel. Penso que o adjectivo mais comum
usado para me descrever � "ador�vel".
- Talvez n�o o mais comum. - Pare. Pare de falar.
� incr�vel como em qualquer cultura neste planeta,
- as pessoas t�m a mesma reac��o. - N�o � o Deeks.
O Wasim � apenas um homem que valoriza o seu espa�o pessoal.
N�o ser apanhado em lugares apertados � interessante,
se considerarmos que a recompensa por tentar bombardear o USS Iowa
� o confinamento na solit�ria.
23 horas por dia numa cela 15x20, sem janela.
� noite, sabes o que dizem? � t�o escuro l� dentro,
que � como estar preso num buraco negro.
Est� bem! N�o posso ficar em confinamento.
Por favor, afastem-se.
- Est� bem. - Est� bem.
Por isso, vou perguntar de novo.
Porque � que o Ex�rcito Mashriq atacou o cinema?
- Do que est�s a falar? - Houve uma bomba hoje.
O Ex�rcito Mashriq n�o ataca cinemas.
Procuramos vingar a morte das nossas fam�lias
e a destrui��o das nossas casas pelo vosso ex�rcito covarde.
Fala-nos sobre Abbas Jalal e o papel dele no ex�rcito.
Jalal s� geria o dinheiro.
Ele n�o � um soldado da causa.
Ele � de pouco valor para n�s.
A s�rio? Ele � de pouco valor para ti que o manipulaste
para vestir um colete suicida no cinema de Los Angeles.
O Jalal era um medroso.
Ele n�o era capaz de qualquer coisa assim. E mesmo se fosse,
ele n�o pagava o pre�o final pelo Ex�rcito Mashriq.
Bem, ele pagou, por isso diga-nos porqu�.
N�o fa�o ideia.
Por quem Jalal se sacrificaria a n�o ser pela vossa causa?
Por esse homem, Omar Azim.
O Jalal amava-o como a um pai.
Mas o Omar n�o nos aceitava.
Ele menosprezava o Ex�rcito Mashriq
e at� tentou fazer o Jalal condenar-nos.
Por isso for�aste o Jalal a roubar dinheiro
de Bana e Omar Azim?
O Jalal provou-se leal ao Ex�rcito Mashriq.
Mas ele n�o se mataria por n�s.
Encontramos a localiza��o do Omar.
Sem bombas, sem fios. Vamos entrar.
Entendido.
Omar Azim.
A bandeira do Ex�rcito Mashriq.
Foi onde filmaram o v�deo da amea�a.
Ent�o, quem organizou o ataque, ainda anda l� fora.
O relat�rio preliminar do m�dico legista indica a morte do Omar
h� poucas horas atr�s.
Estes dois estavam mortos h� mais de 12 horas.
Bana Azim disse que o Omar desapareceu ontem � noite,
por isso, mantiveram-no amarrado.
Talvez tenham apanhado o Omar para o interrogarem.
- Deve ter alguma coisa a ver com o Jalal. - E esses dois, estripados.
Garganta cortada, nada em lugar algum do pr�dio.
Penso que estavam a usar um tipo de uniforme.
Uniformes que d�o acesso ao pr�ximo alvo.
Temos de identificar os corpos, descobrir onde trabalhavam.
Supondo que o Jalal n�o planeou ou quis realizar o ataque bombista,
e n�o o fez pelo Ex�rcito Mashriq.
O Omar � amarrado e executado,
ent�o n�o for�aram o Jalal a faz�-lo.
- A menos que o tenham for�ado. - Como?
O Jalal gostava do Omar. Era uma figura paternal.
E se algu�m usou o Omar como vantagem contra o Jalal?
Est� bem. Ent�o...
O Omar n�o foi torturado e interrogado.
Foi usado como resgate at� o Jalal executar o plano.
Se o Jalal n�o seguisse a ordem,
eles matavam o homem que ele respeitava e amava.
Temos de encontrar quem est� a dar as ordens,
e depressa.
- Callen? - Podes falar, Nell!
Identifiquei os corpos. Graham Heller e Ray Donner.
Eram carregadores de bagagem do Aeroporto West Harbor.
- Esse � o pr�ximo alvo deles. - Manda a Kensi e o Deeks para l�,
e avisa o DP do aeroporto que estamos a ir.
N�o queremos desencadear nada, antes da hora.
Est� bem, entendi.
Estes crach�s de funcion�rios d�o acesso a �reas restritas.
Isto n�o � bom.
- Pessoal? - Diz.
O chefe do aeroporto disse que o Donner e o Heller eram
da equipa que ficava no terminal principal.
S� vejo seis carregadores de bagagens.
N�o repararam que o Donner e o Heller
- s�o um bocadinho diferentes? - Disseram que o aeroporto
t�m muitas empresas, da� muitos tempor�rios.
As equipas v�m caras novas todos os dias.
Est� bem. Vamos entrar e ver quem est� a usar os crach�s.
E Deeks, diz ao director que vamos estar na pista
a usar macac�es e coletes de mec�nicos.
V�o ficar queridos. Entendido.
Segue o que eu fizer, l� dentro.
Sei que as ferramentas n�o s�o o teu forte.
Ferramentas �teis s�o o meu forte.
Armas, facas, coisas que salvem a minha vida.
Essas coisas que consertam barcos velhos e carros,
n�o s�o ferramentas, s�o brinquedos.
E n�o te incomoda, saber que o teu carro avaria
e n�o fazes ideia qual a ferramenta para repar�-lo?
Nessa hip�tese, todos os mec�nicos do mundo todo j� morreram?
S� estou a perguntar.
Alguns crach�s est�o escondidos, mas estou a mandar as fotografias.
Entendido, Callen.
O que � que exactamente est� a fingir fazer a�?
Quer dizer, � rid�culo.
Porque � que te incomoda tanto que n�o temos os mesmos gostos?
N�o quero morrer por estares a bater nisso com a chave.
� um bom ponto.
Callen, consegui uma combina��o.
Mercen�rio sul-africano Moswen Basson,
- � o tipo de barba. - Encontrei uma coisa na base de dados.
A �ltima fotografia que enviaste � outro mercen�rio
sul-africano chamado Sanele Chetty.
Ele tem la�os com o Basson h� dez anos,
quando foram presos por contrabando
de explosivos militares na �frica do Sul.
S�o tr�s mercen�rios sul-africanos desde o armaz�m.
O ex�rcito nunca trabalharia com mercen�rios.
Ainda assim, temos dois atiradores
no local que s�o especialistas em explosivos.
Est�o todos a levar os carros, menos o Basson e o Chetty.
Est�o parados no mesmo carro.
Vamos descobrir o que h� nele.
Kens, Deeks, estamos a avan�ar.
Aten��o, por a�. N�o sabemos se t�m atiradores
- no local. - Entendido.
Pessoal?
Esse � carrinho de bagagens com um eixo mau?
N�o h� nenhum problema aqui.
Pessoal, se me mostrarem onde est� o eixo partido,
vou mais cedo assistir � minha luta.
- N�o h� problemas. - Olha, esperei muito tempo
para a divis�o dos pesos pesados.
Por isso, apenas mostrem o eixo partido,
- e podemos todos ir-nos embora. - Por favor!
- Estamos muito ocupados, aqui. - Agentes Federais!
De joelhos. De joelhos.
N�o fa�as isso. N�o fa�as isso.
- Eu apanho o Chetty. - Eu apanho a bolsa.
Nell, temos uma bomba na pista.
Alerta a pol�cia do aeroporto. Estou � procura de antenas.
Entendido, Sam. Aten��o. Aqui � o Centro de Opera��es do NCIS.
Preciso que esvaziem todas as pistas e terminais agora mesmo.
H� um explosivo, no local.
Repito: um explosivo, no local.
Sam, o Chetty est� abatido, mas acho que ele activou a bomba.
Ele activou. Mas penso que posso desarm�-la.
Aten��o, passageiros, por favor dirijam-se para o terminal principal
e saiam pela porta de entrada, em direc��o ao estacionamento A.
Deeks, o zelador tem uma arma.
- Agentes Federais. - Permane�am calmos
e organizados a todo momento.
Agradecemos a vossa coopera��o.
- Agora! - Larga!
Protege a arma.
Sabes que eu ia conseguir, n�o sabes?
- Totalmente. - Est� bem?
Doeu-me o pesco�o neste golpe.
Precisas de ajustar os quadris, as costas,
levantar a cabe�a e atravessar o alvo.
Penso nisso na pr�xima vez.
Callen, Sam, apanhei o tipo do terminal.
Toda a gente precisa de sair. H� uma bomba na pista.
Como vais, parceiro?
40 segundos. Estou quase l�. S� preciso de uns segundos.
Sam, acabamos de saber que ainda restam
11 pessoas nesse avi�o.
- Nell, como � que est� a pista oeste? - O Tr�fego a�reo est� a ser desviado.
A pista particular est� limpa. Podes us�-la.
Sam, est� a acabar o tempo.
A explos�o pode incendiar o tanque.
- Preciso de afastar-me mais. - Sam, precisas de sair da� agora.
Tenho cinco segundos.
- Quatro... - Sam, sai.
- Tr�s... - Sam.
Sam!
Meu Deus!
Est� bem, obrigado.
Est�s bem?
� melhor que n�o veja uma bomba durante algum tempo.
O que queres dizer? As bombas s�o a tua cena.
� como se fosse o teu super poder.
Ou seja, o Sam Hanna sem bombas para desarmar
seria tipo o Aquaman sem o...
Baseado no teu conhecimento em quadradinhos,
estou ansioso por ouvir isso.
- O Aquaman sem o que? - Aquaman sem...
N�o me veio nada � mente.
Acho que o ex�rcito Mashriq n�o est� por tr�s disto.
Penso que os mercen�rios sul-africanos
est�o a trabalhar para algu�m.
Nenhum ataque confere com o que o informador nos contou
sobre o ex�rcito Mashriq.
Eles n�o atacam civis e n�o usam estrangeiros.
Mostraram-nos um v�deo falso para nos deixarem
no rasto do ex�rcito Mashriq. N�o devem ser terroristas.
Eles querem ficar com o cr�dito pelos ataques.
Os terroristas n�o iam atacar um aeroporto t�o pequeno.
Ou um cinema a meio da semana.
Querem alto relevo, alvos f�ceis,
onde possam conseguir mais mortes.
O LAX, o Groove, sabes.
Mais v�timas, mais publicidade.
Isso se n�o se preocuparem com seguran�a refor�ada.
Eles s�o profissionais, ex-militares.
N�o v�o ficar desencorajados por causa da seguran�a.
Os ataques n�o est�o a causar mais v�timas,
mas est�o a causar histeria em massa.
Porque iriam montar este ambiente?
Toda a gente na cidade est� em p�nico.
Est�o a imaginar onde ser� o pr�ximo ataque.
Estes ataques s�o uma fachada para outra coisa.
Alguma coisa mais importante que justifique este esfor�o.
Importante � outra forma de dizer valiosa.
- Pode ser um assalto. - Teria de ser
o assalto do s�culo para justificar isto.
Se n�o est�o a morrer pela causa,
ent�o est�o a tentar sair.
A tentar escapar vivos.
Eric, Nell, estes tipos devem ter um carro para fugir,
- vejam se o localizam. - Alertem a pol�cia
para poss�veis ataques em bancos, joalharias, museus.
Vamos tratar disso.
Desculpe-me por desapont�-la,
mas as suas amea�as...
N�o tem valor nenhum para mim.
N�o s�o amea�as. S�o promessas.
Vai passar o pr�ximo...
"Para sempre" na pris�o.
N�o tenho medo da puni��o que me aguarda.
Isto � uma novidade.
Ele acabou de ignorar uma senten�a de pris�o perp�tua.
H� uma entrada, s� precisamos de a encontrar.
Conta-me mais sobre este Dingane Naidoo.
Como os comparsas do aeroporto,
- ele � da �frica do Sul. - Prestou servi�o militar?
Militarmente, n�o. Pelo tempo, sim.
Mas a ficha dele n�o � nada impressionante.
Foi preso por posse de drogas na �frica do Sul,
uma acusa��o de assalto na Ar�bia Saudita.
N�o � o perfil de um fan�tico religioso.
N�o parece. E n�o se encaixa
no que sabemos do ex�rcito Mashriq.
Sim, parece mais tipo um criminoso comum
a procurar o seu pr�ximo neg�cio.
- Talvez seja isso que ele �. - O que queres dizer?
Bem, talvez esse fosse o pr�ximo neg�cio.
Trabalhar com mercen�rios para fazer explodir o West Harbor
para encobrir alguma coisa.
Ele n�o faria tudo isso sem lhe pagarem.
Se est� disposto a passar o resto da vida preso,
deve ser porque j� foi pago.
Mas n�o d� para gastar dinheiro na pris�o.
O que significa que � para outra pessoa.
Callen, Sam, encontramos o Basson e o Chetty
a chegar ao estacionamento central esta manh�.
Entendi. O que � que eles conduzem?
Uma carrinha cinzenta.
- Pode ter explosivos. - Tu �s o tipo das bombas.
Ent�o, parece que a tua teoria � v�lida.
O Naidoo tem algu�m a regressar da �frica do Sul.
- Quem? Esposa? Pais? - N�o.
Os pais dele morreram, e n�o � casado, mas...
Morou com uma mulher em Joanesburgo,
que agora mora com o filho de cinco anos.
Deixa-me adivinhar. Moraram juntos em 2013?
Sim. E parece que a crian�a � filho do Naidoo.
E o rapaz vai para uma escola privada
que custa o equivalente a 15000 d�lares por ano,
e a m�e trabalha como empregada de bar.
Ela n�o est� a pagar isto sozinha.
O dinheiro que ele ganha como mercen�rio � para o filho,
� por isso que n�o se importa em ser preso.
Encontramos a nossa entrada. Vamos?
Vamos.
- Agente Ross. - Detective Deeks, Agente Blye,
soube que apanharam o Dingane Naidoo
- no West Harbor. - Vamos interrog�-lo agora.
- Quer juntar-se a n�s? - Receio que ter� de esperar.
Preciso de levar o Naidoo comigo.
N�o, n�o. Sei que estamos a trabalhar nisto juntos,
mas o Naidoo � acusado de planear e executar
um ataque terrorista. Temo-lo.
Ele pode ajudar a evitar o pr�ximo ataque.
Se fosse por mim, nem estaria aqui.
Estou de m�os atadas. Isto veio da administra��o.
Tenho pessoal a vir de avi�o.
Washington pensa que ser�o mais eficazes.
Lamento muito. Vamos.
- Isto realmente aconteceu? - Sim. Aconteceu.
Sem fios, sem explosivos.
- Parece estar vazio. - Parece.
Cuidado.
- O que � que conseguiste? - Passaporte com fotografias
do Khan, Naidoo, Basson e Chetty.
Nomes falsos.
Eles planeavam sair do pa�s quando tudo isto acabasse.
A Fatima, confirmou com a LAPD alguma amea�a contra bancos
- ou outros locais grandes? - Nada, Callen.
A LAPD ainda est� em alerta, mas nada de suspeito at� agora.
O FBI levou o Naidoo da casa dos barcos.
Est�o a tratar do interrogat�rio agora mesmo.
Reconhe�o que estamos na mesma equipa,
- mas isto... - � aborrecido.
Demos o filho do Naidoo ao FBI,
e agora arriscamos outra bomba explodir
enquanto fazem um interrogat�rio a�reo.
Disseste "a�reo"?
Sim, porqu�? Em que � que est�s a pensar?
O Sam e o Callen encontraram passaportes,
o que significa que os 4 planeiam sair do pa�s.
Mas os aeroportos est�o fechados.
- Ningu�m entra ou sa�. - E os voos privados?
Nell, h� algum voo privado a sair do LAX ou West Harbor?
N�o, nada. Todos os voos que estavam planeados
para aterrar no LAX ou no WH foram para os regionais.
Desembarcaram todos, excepto um voo n�o comercial
vindo de Bangkok com apenas 4 passageiros.
Mas esperem. Esse voo est� a transportar
um preso para extradi��o. Um traficante da �frica do Sul.
Jandre Els.
Ele � de alto escal�o e muito bem financiado.
Est� prestes a passar um tempo preso,
ent�o teria de encontrar algu�m disposto a ajud�-lo a fugir.
Ou melhor ainda, um grupo. Talvez, mercen�rios africanos.
Arrisco-me a dizer que eles estavam a ajud�-lo.
Isto nunca foi um roubo.
- O Jandre Els � o alvo. - Os US Marshals estavam a planear
transferir o Els directamente para Chicago,
onde seria julgado. Mas v�o lev�-lo para a pris�o
at� que os voos voltem ao normal.
Por isso queriam os voos parados.
Assim o Els n�o sairia de LA.
Ele fica muito mais vulner�vel numa rota para a deten��o,
por ser uma transfer�ncia improvisada.
Mas Khan, Basson, e Chetty est�o mortos,
e Naidoo est� a caminho de Washington.
Mas n�o encontramos as armas do armaz�m.
Pode haver uma segunda equipa pronta para o transporte.
O voo do Jandre Els aterrou no aeroporto de Torrance,
e um carro do US Marshals acabou de sair de l�.
Meu Deus. Esses militares devem estar desarmados.
Callen, n�o conseguimos contacto com eles. Est�o off-line.
Entendi. Avisa a LAPD que podemos ter atiradores
- na �rea com armas grandes. - Entendido.
A equipa da SWAT est� a 15 minutos.
- Estamos a 1,5 km de dist�ncia. - A Kensi e o Deeks a cinco minutos.
Diz-lhes que precisamos deles dentro de dois minutos.
- � o Ross. - O Ross est� envolvido.
Encontramos os Marshals. Atiradores no local.
Ross. Aquele filho da m�e!
Vou mover-me!
Kens, Deeks, qual � a vossa localiza��o?
- Presente. - Antes tarde do que nunca.
Isso nunca soou t�o bem.
N�o tenho um tiro limpo. Vou mover-me.
Mexe-te!
Ross, larga a arma.
A recarregar.
Sam, fique a�.
Ross, larga a arma.
A� est�s tu. Estava � tua procura.
Desculpa. N�o devia estar aqui?
N�o, est� tudo bem.
S� estava a procurar um local para...
Entendo. Geralmente fico na cozinha.
Fizeste um �ptimo trabalho, Fatima.
Tu fazes isto?
O que acabamos de fazer, fazes isto sempre?
N�o, nem sempre.
Quero dizer, �s vezes.
Talvez mais do que �s vezes, na verdade.
E se o Callen e o Sam n�o chegassem ao cinema?
E mais pessoas morressem com aquela bomba?
Ou se n�o descobr�ssemos que eles iam atacar o aeroporto,
e a bomba explodisse num terminal repleto?
N�o, n�o. N�o entres no jogo do "e se".
N�o fui feita para isto.
- N�o sou como tu. - Achas que fui feita para isto?
Tu �s t�o calma e controlada. Quero dizer,
- sabes separar as tuas emo��es... - Fatima,
eu mal consigo aguentar na maioria dos dias.
N�o, certamente n�o fui feita para isto.
Quando comecei, este trabalho era muito estranho.
Quero dizer, nunca sonhei ter um emprego como este.
Ent�o, porqu�?
Bem...
Porque acredito no trabalho que fazemos aqui,
e...
Eu gosto mesmo de fazer parte desta equipa.
Esta equipa � muito radical.
� a mais radical.
Falei com a esposa do Omar, a Bana.
Meu Deus, ela deve estar devastada.
Vou tomar um caf� com ela amanh�.
- Ela passou por muita coisa. - Safa. Isso � muito porreiro.
Muito bem. Preciso de saber.
�s mesmo uma mi�da rica de Beverly Hills?
Nascida em Mashhad, criada em Beverly Hills.
Esta mi�da do meio-oeste tem tantas perguntas.
Madeo para comida italiana, Murat para roupas.
E pizza?
- Da Mulberry. - Claro.
- Louis. - Sra. Subsecret�ria.
Dias infernais para a tua equipa aqui na Cidade dos Anjos.
Sim. Foi mesmo, minha Senhora.
- Mas, n�o � a minha equipa. - Mesmo assim. � um grande feito
expor um Agente corrupto do FBI,
especialmente um t�o especializado como o Ross.
O Ross era esperto. Ele sabia que se o foco ficasse
no Ex�rcito Mashriq, ningu�m localizaria
os passos dele para libertar o Jandre Els.
Foi quando o Abbas Jalal entrou.
Enquanto os Agentes Nelson e Yim tivessem o Jalal sob cust�dia,
o Ross teria o disfarce.
Ele s� precisava de avisar os mercen�rios.
Eu n�o sabia que vinha para Los Angeles.
Eu tamb�m n�o, uma coisa levou a outra,
e agora estou aqui, a marcar uma aula de ioga
enquanto bebo um sumo de couve prensada.
- Sou quase uma nativa. - N�o � uma coisa para cobi�ar.
J� est� aqui h� algum tempo.
Por isso, vamos directos ao assunto.
Esta equipa deve ser desfeita ou n�o?
Quer saber h� muito tempo se esta equipa � perigosa,
a agir fora das regras,
a colocar cidad�os e a nossa organiza��o em risco.
Quase resumiu tudo.
Enviou uma longa lista de pessoas para obter essas respostas.
Algumas, mas apenas h� duas em quem confio.
Obrigado.
Est� supondo que estava com o almirante Kilbride na lista.
Sabe, eles formam uma boa equipa.
Eles s�o mais do que bons. Eles s�o da elite, o topo.
Eles s� s�o assim por um motivo.
Qual?
Henrietta Lange.
Nunca vi tanta lealdade numa organiza��o como esta.
Ela escolheu-os a dedo.
Um deles, ela praticamente criou-o desde a inf�ncia.
Mas, o meu sumo de 10 d�lares est� a aquecer.
Qual � a sua recomenda��o oficial?
N�o os separe.
Deixe-os fazerem o que eles fazem.
Eles podem actuar sem a Hetty.
E sem ti?
Muito bem.
Louis, eu...
Agrade�o muito por assumir esta tarefa.
Sei que o momento n�o foi o ideal.
Como � que est� a Mariana?
N�o sei.
Ela parou de deixar-me ajud�-la h� um m�s.
Eu lido com a depend�ncia na minha fam�lia.
Se puder fazer alguma coisa por si ou pela sua filha...
Sabe qual � a pior parte?
Quem eu mais quero ajudar neste mundo,
n�o o posso fazer nem o m�nimo.
Est� na hora de ir para casa, Louis.
Passaram no hospital?
Passamos. A cirurgia do Elias foi perfeita.
As sequelas v�o ser s� algumas cicatrizes.
Ele � um rapaz duro.
J� est� a falar em voltar a lutar.
O Jandre Els colocou esta cidade no inferno pela liberdade.
N�o s� isso. Ele fez o Ross disfar�ar a fuga
como um ataque terrorista isl�mico.
A cidade est� dividida. Ele sabia que outro ataque
seria lenha na fogueira. Ele n�o se importou.
O fogo e a fumo da cidade a arder iam esconder a fuga.
S� que a cidade n�o ardeu.
N�o ardeu mesmo.
Tradu��o - PtBr - The Marines Adapta��o e sincronia PtPt - Arodri
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