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Testando.
Testando.
Testando, testando.
Por meio deste anúncio,
as pessoas que ocupam os lotes...
localizados entre a Rua 72 e a Rua Províncias Unidas...
no Bairro Colonel Estevez, na cidade de Moreno,
devem ser notificadas de que o 23º Tribunal...
emitiu uma ordem de despejo.
Passa para mim!
Vamos!
Passa direito.
-Depressa, vai buscar a bola! -Olha onde você mandou.
Vai, corre.
O que houve?
Eu não quero jogar mais.
É sempre assim com você.
-O que você quer dizer? -Você é um punheteiro.
O quê?
Repete isso.
Repete!
O que você disse? Peça desculpas.
Desculpa, desculpa.
O que eu sou?
-Nada, está tudo bem. -Não está tudo bem.
As autoridades...
não está funcionando. Testando, testando.
Convocamos ocupantes do local...
a se apresentarem...
a se apresentarem dentro de sete dias.
Testando...
O que devemos fazer, pai?
Vai, vai... vai com sua mãe. Vai!
Portanto, deve ser reiterado que é proibido qualquer tipo de fogo...
e os infratores estarão sujeitos à punição imediata.
Essa merda não funciona.
Olha, eles estão queimando novamente.
Eles estão queimando tudo.
BEM PERTO DE BUENOS AIRES
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Espere aqui.
Venha, vamos.
Tranquilo, tranquilo.
Tranquilo, tranquilo, tranquilo.
Tranquilo. Tranquilo.
Tranquilo.
Tranquilo...
Está tudo bem. Está tudo bem.
Tranquilo.
Tranquilo.
Fique parado!
Cara, agarre as pernas dele.
Agarre as pernas dele!
Caramba, cara, agarre as pernas dele!
Quieto, quieto!
Já foi, já foi. Está tudo bem. Segure-o com força.
Acalme-se, acabou. Acabou.
Para onde você está indo?
-Para o parque. -Entra aqui.
Hoje vai fazer calor.
É, vai fazer calor.
-O que aconteceu? -Eu não sei.
Meu nome é Juan Manuel.
Estou com minha namorada na casa dos meus tios.
-Sim, o que está acontecendo? -O alarme disparou.
Nos acordou e saímos da casa imediatamente.
-Provavelmente acionou sozinho. -Sim, ele não funciona muito bem.
Mas eu gostaria que você desse uma olhada.
Parece que conhece aqui.
Foi o gatilho do alarme.
-O que foi? -Nada.
De novo!
E este calor...
-Bom dia, Teresa. Como vai? -Bom dia, senhora.
Já estou indo.
Seu nome?
Não entendi.
Qual o seu nome?
Roberto.
Não, Roberto, não.
Senhora, por favor, abra a porta. Estou trabalhando.
A proprietária não está aqui. Não posso deixá-lo entrar.
Abra, eu trouxe café.
Me desculpe, eu disse que não.
Senhora, você está me causando um grande problema.
Bem, sinto muito.
Puta.
O que você disse?
Puta!
Por que não vai para a puta que pariu?
Pode me dar umas cervejas com desconto?
Você está bem?
Sim.
Você vai ver os meninos hoje?
Vou esperar por você até meia-noite, 1h, tá?
Tudo bem.
O que há de errado com a TV?
Nada, coloquei assim de propósito.
Estou farta de toda essa porcaria.
Ficam brigando e xingando um ao outro.
Só assisto quando dançam.
Vai ver os meninos?
Sim.
Porra!
Olhe para mim!
Como conseguiu vir?
Menti para a Tati.
O que você disse para ela?
Que estava jogando futebol.
Elevador!
Tem alguém aí?
Isto...
deve ter sido algum animal.
Vou trazer uns caras com umas chapas e madeiras...
para arrumar isso imediatamente.
Vamos cobri-lo, não pode ficar assim.
Cortaram a cerca, você viu? É muito perigoso.
Pare! Para trás!
O que houve? Tenente Varela, o que houve?
-Nada, senhor. -Identifique-se, soldado!
Nós não sabíamos que era você, senhor.
Tenente Varela.
Você precisa mostrar sua identificação, senhor.
Pare! Para trás!
Tenente Varela, o que houve?
Identifique-se, soldado!
Identifique-se, soldado!
Nós não sabíamos que era você, senhor.
Tenente Varela.
Me ouve, Central?
Central, está ouvindo?
Deve ter sido o calor.
E cansaço também.
Sim.
Ela deve beber muita água, sabe?
Pode trazer um pouco de água para ela pela manhã e à tarde?
Não responde?
-Ele é assim. -Não fala?
Sim, fala.
Você pode vir, não pode?
Sim.
Você precisa estar por perto.
Eles não vão mover um dedo.
-Você está trabalhando agora? -Sim.
Precisam de dinheiro?
Carlos!
Carlos!
Não sei o que está acontecendo.
O que você quer que eu faça?
Não sei! Fale com os guardas, descubra! Olhe isso!
Olha essa imundice, está tudo queimado!
Anda!
Tenha cuidado.
O que você está fazendo?
O que você está fazendo com essa arma?
Você não pode andar assim com uma arma, você vai assustar todo mundo.
Mas...
-os cães... -Quê?
-Os cães são perigosos. -Os cães o quê?
Eles podem morder alguém.
Esta é a sala 4?
Não, aqui não é. Deve ser lá em cima.
Olá.
Olá!
Tem alguém aqui?
Ei!
Corre, Polaco, que merda!
O que estamos ouvindo?
Música.
Olha, agora você vai abaixar a cabeça.
Quê?
Abaixe a cabeça. Vamos passar em frente ao clube.
No caso de alguém te ver. Isso aí.
Abaixe a cabeça.
Abaixe a cabeça!
Abaixe a cabeça!
Já foi.
Viu como fazemos as coisas?
Você não ficou bravo, né?
Não, não fiquei bravo.
Certeza?
Sim, com certeza.
-Anda logo! -Espera.
Vamos, Tati.
-O que você está fazendo? -Nada, respondendo uma mensagem.
-Você gosta daqui? -Sim...
Como está a água?
Boa. Quer entrar?
-Não. -Entre!
Não, está suja. Olhe para isso.
Entre, vamos lá.
Só até ali. Não mais.
Cuidado.
Já é o bastante.
-Venha. -Não, é nojento. Olhe para isto.
-Venha. -Não, não, não.
Cuidado com o que vai fazer.
-Venha. -Cuidado. Não.
-Venha. -Eu disse que não. Eu disse "não"!
-Venha. -Eu não quero.
Por que você não vai sozinho? Eu não quero.
Você está me machucando, solta!
Me solta! Eu não quero!
Vinte pesos. Uma lanterna, vinte pesos.
Uma lanterna, vinte pesos. Não precisa de pilhas.
Lanterna, vinte pesos. Não precisa de pilhas.
Com licença, obrigado.
Vamos lá, cara!
O que houve?
Não sei.
Agora podemos ouvir alguns tiros, de armas pequenas.
De onde vem esse calibre 22?
Bem em frente a nós. Impressionante a chuva de balas.
Bem em frente da gente, daquela varanda.
Eles começaram novamente.
Está ferido? Com o que estão atirando?
Com todos os tipos de armas. Me escuta.
Quantos atiradores?
Eu não sei, está uma bagunça.
Me escuta.
Mulheres, crianças e todos tentam fugir daqui.
Uma fuga impressionante. Senhora, anda logo!
Uma senhora gorda... algumas crianças.
O que ela está vestindo?
Uma camiseta, eu não sei. Está normal.
O que ela está vestindo?
Não me lembro em detalhes. Uma camiseta...
Viu como se lembra? Você está escondendo coisas.
Não vai funcionar.
Não esconda, fale.
Como é a camiseta?
Eu não lembro da camiseta em detalhes. Acho que era verde, com uma estampa...
Uma calça...
E o que acontece com eles?
Correm, assustados.
A barriga da senhora balança porque ela é gorda.
Eles fogem em direção à câmera.
Ela está sozinha?
-Não, com algumas crianças. -Você foi ao cabeleireiro hoje?
-Você foi ao cabeleireiro? -Não.
Não minta.
Eu não estou mentindo. Não fui. Eu penteei meu cabelo.
Fui ao salão ontem.
O que isso tem a ver?
Como as pessoas eram?
Pessoas comuns...
Como eram suas caras?
Como você chegou aqui?
De ônibus.
Que linha?
160.
Estava cheio?
Sim, como sempre.
Como eram suas caras?
Outra.
Outra.
Outra.
Outra.
Outra.
Ouça.
Camilo.
Quê?
Agora vamos comer...
brindamos e voltamos.
Está bem?
Sim.
-O que é isso? -O que está fazendo?
-Ele está nu. -Espere. O que ele faz?
O que ele está dizendo?
O que eu faço?
-O que eu faço? -Espere, se acalme.
Me diz! Me diz o que fazer!
Abra, piranha! Abra!
Por favor!
Julian, de novo? De novo?
O que está errado, mãe?
Eu disse para não jogar bombinha na piscina.
Estávamos dormindo e de repente ouvimos uma grande explosão.
Janelas e vidro por toda parte. Eu pensei que era uma bomba.
Ficaram sem nada.
Havia feridos.
Meu Deus.
Foi sério.
Que desastre!
Pobrezinhos.
E ainda por cima, o idiota do prefeito apareceu.
Ele disse que eram mentirosos, que estava farto deles.
Que tinham inventado essa história de meteoros...
apenas para se candidatar à habitação gratuita.
Então as pessoas ficaram furiosas.
Pularam em cima dele e bateram nele.
-Mataram ele? -Não...
Acho que não.
Isso é loucura, vamos sair daqui.
Vamos jogá-los em outro lugar, por favor.
E estava muito quente. Um calor enorme e sufocante.
E eu estava um pouco nervosa,
embora eu não conhecesse ninguém que estava vindo para a piscina,
-por causa do tempo e... -A que horas foi isso?
Eu não sei. Foi estranho.
Foi durante o dia, mas não tinha... não tinha muita luz.
Agora, nas férias, as crianças ficam na piscina o dia todo.
Carlos, a deixe terminar.
O fato é que eu estava lá e o cão apareceu.
-Como foi isso? -Estranho.
Um cão preto, feio. Um cão sem dono.
Ele se virou e olhou para mim.
Havia algo estranho em seu olhar.
Algo estranho, como não era olhar de um cão.
Como um olhar humano?
Sim. Sim, eu juro. Tinha algo perverso.
Mas o que acontecia?
O cachorro chegava perto de mim e me mordia.
Eu sentia que o cão ia me morder...
mas ficava completamente paralisada.
-Claro, por causa do medo. -Eu estava apavorada.
Eu sei, você fica paralisada,
tenta se mover, mas não pode, seus músculos ficam tensos...
Sim, não podia fazer nada.
Então ele te mordia, e...?
Ele me mordia com força, muita força.
Mas onde ele te mordia?
Me mordia na bunda! Na bunda!
Ele me mordia com tanta força...
Horrível.
Horrível é o que aconteceu com Edith.
O que aconteceu com você?
Nós quase atropelamos um homem nu na estrada.
-Foi um sonho? -Não.
Foi agora, no caminho para cá.
Ele se jogou no carro. Apareceu do nada.
Ficou olhando para nós. Estava segurando uma bolsa.
Ele veio até o carro, tentou abrir a porta.
Ele bateu no carro e, em seguida, ela arrancou. Ele estava nu.
-Onde foi isso? -No pedágio.
-Você o viu também? -Não, não, não.
Coisas estranhas estão acontecendo ultimamente...
com as pessoas da área.
Ao lado estão queimando lixo e todos os tipos de coisas.
Sim, e a fumaça vem daí.
-É um desastre. -Fomos falar, nós tentamos...
Demos coisas para eles.
Em seguida eu achei as coisas espalhadas por todo o lugar.
Quando ouvimos o barulho, acordamos.
O telhado estava caindo.
Perguntei ao meu marido: "Quem jogou algo no telhado?"
Você vai sair?
Não sei.
Não sei se estou a fim.
Você está sempre calado. Nunca fala.
As pessoas não gostam dos calados.
Nunca se sabe o que estão pensando.
Nem o que querem.
Você nunca diz nada.
Nesta noite de festa gostaria de enviar saudações àqueles que me conhecem.
Pessoas que não vejo há muito tempo.
Quero aproveitar esse vídeo para cumprimentá-los...
e mandar um beijo enorme.
Muito bom.
Eu não!
Eu não, por favor!
Camilo, por favor, não. Por favor, não.
A carne chegou.
Abram espaço.
As crianças não vão comer?
Não, estavam aí fora jogando umas bombinhas.
-Então, mandei-os para longe. -Ficam entediados aqui.
Eles devem estar fazendo alguma travessura.
-Vamos comer nós. -Obrigada.
Quer um?
Só um pedaço.
Quer que a gente jogue um jogo?
Jogos após a refeição.
É um jogo que podemos jogar agora.
-Sério. -Que tipo de jogo?
Chama-se "o que você gostaria de fazer e ter?".
-É bobo, mas é divertido. -Como é que se joga?
Assim, cada um diz, hipoteticamente, o que gostaria de fazer e ter.
Não há limites, você pode dizer o que quiser.
-Isso não é jogo. -Sim, é um jogo.
Quem ganha?
Essa é a parte divertida.
Você entende enquanto joga.
Vamos jogar ou não?
Tudo bem... Eu.
O que você gostaria de fazer?
-Ajudar. -Mentira.
Eu gosto de algo que tenha a ver com os outros.
Ajuda humanitária.
Tá, eu faria para viajar, também.
Estou falando sério, essas coisas são muito gratificantes.
Além disso, dão algum significado para tudo.
-Isso. -O que você gostaria de ter?
Nada material, sou feliz com o que tenho.
-Você, Mariana? -Não, eu não.
-Vamos lá! -Eu não quero jogar.
-Por que não? -Eu não quero.
Nem eu.
Tá, eu.
O que você gostaria de ser?
Uma atriz.
Eu sempre quis e não pude.
-O que você gostaria de ter? -Ter?
Mais tempo.
Mais tempo, para não ter que correr o tempo todo.
Marcelo?
Já sei como se ganha.
Vamos ver? Como?
Pode escolher ser você mesmo?
Sim, pode.
É assim que se ganha.
Escolhendo você mesmo e tendo o que você tem.
Não se ganha assim.
Eu escolheria isso: ser quem eu sou...
ter o que eu tenho.
Meu marido é chato mesmo quando fantasia.
Estou falando sério.
É sua vez, Amália.
Mãe, estamos jogando um jogo. Um jogo do Camilo.
Você deve dizer o que você gostaria de ser ou ter.
Mas não jogue, se você não quiser. É uma bobagem.
Eu sei o que estamos jogando. Quero jogar.
Estou pensando.
Você ainda pode ganhar.
O que você gostaria de ser?
Eu não posso acreditar!
Que merda!
O que houve?
Temos que esperar. Só isso. Se acalme.
Não podemos ver nada.
Eu estou dizendo isso por causa dos meninos.
Está tudo bem, não se preocupe.
Em casa, isso acontece o tempo todo.
-Vai acabar em 5 minutos. -Coma, a comida esfria.
-Por que não brindamos? -Agora?
-O que tem? Vamos brindar. -Mas não podemos ver nada.
Tati, você pode me passar uma garrafa? Se não, eu vou.
-Quer que eu corte a carne? -Não, eu não estou comendo.
Boa ideia, com seu celular.
-Me ajuda abrir. -Vai passando.
Aqui está.
Está vendo?
Sim, eu tenho que tirar o arame.
Cuidado, a rolha está saindo.
-Cuidado com a faca. -Está bem.
-Está apagado, liga. -Eu sou tão idiota!
-Pronto, cuidado. -Cuidado, cuidado.
Oh, meu Deus!
Felicidades.
Obrigado por nos convidar.
-Felicidades. -Saúde.
Ao futuro.
-Saúde. -Saúde.
Saúde, meu amor. Eu te amo.
Olhe para as estrelas.
Vocês nunca pensam no fato de que estamos flutuando...
em um pontinho azul, no meio do universo infinito...
e misterioso?
Que caralho tem lá, bem no fim do Universo?
Marcelo, cale-se.
Carlos, o que fazemos com os meninos?
Devem estar muito assustados.
Sim, devemos procurá-los.
Vamos esperar alguns minutos até que a luz retorne.
Não podemos ver nada!
Sim, depois. Vamos ficar um pouco tranquilos.
O que você acha, Carlos?
É melhor irmos para dentro da casa.
Não estão atendendo.
Não podem abandonar o posto assim!
Já disse mil vezes!
Temos que procurar os meninos.
-Temos que nos organizar... -Você fica aqui, mãe.
Camilo e eu vamos. Tá?
Marcelo, você fica aqui.
-Fique calmo. -Camilo.
Vamos.
Cuidado.
Eu não posso ficar aqui.
Quero ir também.
Quando foi a última vez que os viu?
Estavam ao lado da piscina. Eles devem estar por perto.
Vamos.
Vamos.
Vamos juntos. Não nos separemos.
-Tati, você pode cuidar da mãe? -Sim.
Espere, não dá para ver nada.
Onde eles estão indo?
Onde eles estão indo?
Porque eles saíram? Onde eles estão indo?
Porque eles saíram? Me responde, garota!
Eu sei, devemos esperar aqui.
Veja! Os guardas!
Vamos com ela. Venha!
Lá.
Onde?
Não, não sei onde.
Eu pensei que tinha visto duas pessoas.
-Lá. -Mas onde?
Lá. Olhe. Lá!
-Tem certeza que são eles? -Não.
Os meninos, os meninos...
-Aqui! Estamos aqui! -Mariana, cale-se!
Não sabemos se são eles! Cale-se!
Eles estão entrando no bairro.
Marcelo, desligue a lanterna!
Vamos ficar aqui, quietos. Em silêncio.
Vamos esperar aqui.
Por favor.
Meninos, estão me ouvindo?
Olá?
Meninos!
Eu não sei por que está tão lamacento por aqui.
Camilo!
Carlos!
Camilo!
Onde você está?
Meninos!
Onde você está?
Alguém está me ouvindo?
Carlos!
Tati.
Oh, meu Deus!
Não, não, não, não. Calma!
Não, não. Acalme-se.
Não, não. Calma, calma, eu vou explicar.
-Temos que fazer alguma coisa! -Não, acalme-se, me escuta.
Temos que fazer alguma coisa, estão entrando na casa!
Não, não, não! Acalme-se!
Aclame-se! Sua velha de merda!
Tenho que encontrá-los.
Tenho que encontrá-los.
Outra.
Mais uma.
Cara de apaixonado.
Cara de árvore.
Cara de louco.
Cara de velha.
Cara de adulto.
Cara de vergonha.
Cara de ódio.
Outra.
Cara de medo.
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