Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Baseado em fatos reais
LIVRO NEGRO
Israel, outubro de 1956.
Faremos uma curta parada nos chamados kibbutz.
Voltem ao �nibus em 15 minutos. Aproveitem a visita.
- Tirarei uma foto, certo? - Certo.
Est� atrapalhando a aula. Pode olhar, mas n�o tirar fotografias.
N�o falo hebreu. Mas voc� fala holand�s?
Voc� n�o � Ellis De Vries de Haya?
Ronnie?
O que faz aqui?
- Moro aqui, este � meu pa�s. - � judia?
- Que faz em Israel? - Acompanho a meu marido.
Aquele, o do colarinho.
George. De repente "descobriu a religi�o".
Por causa da guerra, disse o doutor.
Assim: muito Jesus e nada de pecado. � legal e quieto � noite.
O �ltimo homem que vi com voc� n�o era um canadense?
� ele. Ele � meu canadense.
George. Uma amiga da Holanda, da guerra.
Como dem�nios chegou aqui?
Nossa pr�xima parada � Kapernaum.
� onde Jesus realizou sua primeira cura milagrosa.
At� logo querida. Te escreverei. Te enviarei fotos. At� logo Ellis.
Rachel Rosenthal. Estou casada.
Escreva, Rachel Rosenthal. Endere�o?
- O kibbutz Stein. - Shalom. Assim se diz, n�o �? Shalom?
Shalom.
Holanda, setembro de 1944.
E Jesus disse: Luz do mundo,
luz da vida...
Jantje. Stientje. Est�o para cima hoje.
Bom dia, Sra. Tjepkema. Bom dia, crian�as.
- Bom dia, senhorita. - Bom dia, "Raxel".
Prometemos n�o dizer "Raxel" nunca mais, lembram? Nunca.
Est� clareando. Esta noite quero os est�bulos limpos.
Certo, chefe� A seus lugares, vamos.
Pai, pode fazer uma ora��o?
Nossa convidada provavelmente aprendeu um novo texto.
Bom, fechem os olhos.
E Jesus lhes disse outra vez: Sou a luz que ilumina o mundo.
Quem me seguir, n�o caminhar� entre as trevas...
� mas ter� a luz da vida. - Am�m.
Am�m.
Lindo, e sem resvalo na l�ngua. Stientje, d� um prato a ela.
Se os judeus tivessem escutado Jesus�
� n�o teriam que suportar todo este sofrimento. Ent�o�
por favor comecem.
Aqui.
# Sinta o caminho
# a lua est� brilhando, e isto � um bom sinal.
# Abrace-me mais forte e diga que ser� meu.
Ei, voc� a�, garota. A m�sica inglesa est� proibida.
Mas n�o para garotas nuas.
N�o � engra�ado. Assustou-me. Pensei que fosse um alem�o.
Como posso te compensar?
Deixe-me subir no barco.
- Um cigarro como esse, tamb�m gostaria. - Sim, senhor.
- Que est� fazendo esse louco? - Livrando-se do lastro, assim pode subir.
Abaixe-se.
- Que est� fazendo? - Esse � meu esconderijo.
Espere. Veja: alem�es.
N�o pode voltar, venha.
Aproveite sua comida, rapaz.
# Sorri e dan�a, faz com amor.
# Seja feliz enquanto puder.
Ei, tenha calma, rapaz.
# Sempre h� um sob o sol
# que est� destinado a se sentir assim.
Essa voz na grava��o�
- � voc�. - Era eu.
Nos velhos tempos. Antes da guerra.
Primeiro canta, depois deve manter a boca fechada.
Aqui, meu pai conseguiu para n�s.
Que doce da parte dele.
Acender� o fog�o?
- Mas que coisa bonita. - Pode ficar com ele.
- S�rio? - Uma lembran�a para meu salvador.
Que doce.
Obrigado.
- Com um lado de efeito positivo. - O que quer dizer?
Agora n�o tenho que cuspir mais textos b�blicos para conseguir comer.
Sil�ncio�
Um carro. � um motor a gasolina.
Srta. Stein?
Rachel Stein?
Sei que est� aqui.
Os alem�es encontraram seu passaporte na fazenda queimada.
Helmsman Maalderink, os alem�es sabem que voc� estava na vizinhan�a.
Anotaram o n�mero de seu veleiro.
- Quem disse? - Vamos.
Um mais um � dois, at� para os alem�es.
Uma mulher judia escondida desaparece�
� e o �nico marinheiro perto para ajudar � voc�.
- Que faz aqui? - Vim te advertir.
Breve o SD vir� prend�-la para deport�-la � Pol�nia.
E voc� e toda sua fam�lia ir� para pris�o por ajudar judeus.
Como ficou sabendo de tudo isto?
O informe dos alem�es chegou �s m�os da pol�cia de Haya.
- Eles deram a n�s. - N�s? Quem somos "n�s"?
N�s somos "n�s". Anime-se que existam tantos bons policiais na Holanda.
Queria te dizer uma coisa.
Esconda-se. Agora.
Boa noite.
- N�o fui suficientemente claro? - Ajude a Rob e a mim a nos esconder.
"N�s" quer dizer a Resist�ncia. Est� com eles. Ent�o pode nos ajudar, certo?
- Talvez. Mas � perigoso. - Correremos o risco.
Por favor n�o nos deixe. Por favor?
H� uma rota de fuga, via Biesbosch. Posso lev�-los ao territ�rio livre.
Atravessar o pa�s, agora? � uma loucura.
Em poucas semanas os ingleses estar�o aqui e a Holanda ser� livre.
Seus ingleses foram despeda�ados em Arnhem.
Escolha: vem comigo, ou se arrumem sozinhos.
Espera. Iremos com voc�.
Estejam prontos amanh�, �s 2. Virei busc�-los.
N�o tragam muito, mas assegurem-se de ter algo para ag�entar um tempo.
� aqui. Esperarei na esquina.
- Sim? - Venho ver o tabeli�o.
Sou Rachel Stein.
Siga-me.
Wim, h� uma Srta. Stein aqui. Tem um momento?
Meu marido a ver� agora.
- Smaal. - Rachel Stein.
Meu pai me disse para cham�-lo quando eu tivesse problemas.
Qualquer jovem dama pode dizer que se chama Rachel Stein.
Meus pais e meu irm�o mais novo.
Que posso fazer por voc�, Rachel?
Meu esconderijo foi destru�do.
N�o tenho documentos, nada.
Tenho a possibilidade de cruzar uma �rea liberada.
- Mesmo? - Sim.
Precisarei de um pouco de dinheiro para viver.
Quanto?
O suficiente para um ano.
100 grandes?
N�o, isso � imposs�vel.
A metade?
Em d�lares e j�ias, se for poss�vel.
N�o quero ocupar muito espa�o.
Deve assinar o recibo.
Tenho que justificar isto com seu pai depois.
Sabe onde est�o meus pais?
N�o, n�o sei. E n�o quero saber.
- Onde assino? - Aqui.
Espera. N�o quer checar antes?
N�o, confio em voc�.
Rachel�
n�o pode confiar em algu�m cegamente.
Esses tempos j� foram.
Posto de controle. Mostre-me seus documentos.
Van Gein, das SD, com uma carga de judeus presos.
Dez pe�as.
Pode continuar. Que tenha boa viagem.
Heil Hitler.
Heil Hitler.
Saiam.
Vamos.
Rachel. Rachel.
Max. Esse � meu irm�o mais novo.
- Estamos aqui tamb�m. - Mam�e.
Minha filha.
Sshhh... Sil�ncio, venham, venham.
- Como chegou aqui? - Atrav�s dele.
- Disse que ia cruzar. - Ent�o quisemos ir tamb�m.
Este � Rob. Me ajudou.
Ol�.
N�o empurrem. Com cuidado, andem.
Sigam e sentem-se.
Por favor, sentem-se.
- Depressa, rapaz. - Fez uma cirurgia h� pouco.
Faz quatro dias.
Sinto muito, n�o sabia.
Pode tirar a prancha?
N�o vem com a gente?
N�o, o capit�o os guiar� a partir daqui.
Viagem com seguran�a.
Senhora, tire isso. Brilha demais na escurid�o.
O uso at� quando durmo.
Ent�o cubra o pesco�o. Os alem�es enxergam tudo.
Vamos.
Olhem: p�o de gengibre. Guardei para uma ocasi�o especial. Como agora.
Que houve com voc�?
Apendicite aguda. Ele quase n�o pode vir.
Meu tabeli�o nos conseguiu um m�dico a tempo.
- O operou na clandestinidade. - Em uma mesa de cozinha.
O Sr. Smaal sabia onde estavam?
Claro. Ele quem nos deu o endere�o do esconderijo.
Que estranho. A mim disse que n�o sabia.
N�o, com cuidado.
- Onde voc�s se escondiam? - No s�t�o de um dono de mercearia chato.
- Socialista, mas bom homem. - Mas Bruxelas � melhor.
- N�o nos separaremos outra vez, est� bem? - Est� bem.
- Por que vamos para o leste? - Como percebeu?
Fui timoneiro de um grande navio. Antes da guerra.
Antes da guerra trabalhei na linha Holanda-Am�rica. Fa�o zigzag.
Excelente.
Fora.
Mostre-me o que leva.
Abra.
Mas ela est� morta.
- Tinha uma terr�vel doen�a. - Tifo.
Abram-no.
Fechem-no.
Homem, quase me afogo.
Nunca recebemos queixas.
Menos de um cent�metro de espa�o. Vejam.
- N�o posso fazer maior. Perceberiam. - N�o, me refiro a chuva.
N�o podia manter quieta minha cara.
Venha.
Pode lavar-se ali.
Aqui, pegue isto.
N�o sei como poderia agradecer a voc�s.
- Poderia desatar isto� - V� passear, Joop.
Agrade�a �s pessoas que te encontraram�
por avisar a n�s ao inv�s de avisar � SD.
Pintaremos isso.
Papai.
Kuipers.
Ellis De Vries.
Se acostumar� ao nome. Tem uma boa identifica��o?
Tudo em ordem, pai. Melhor imposs�vel.
Sim.
- Sabe cozinhar? - Sim, fazia em casa, kosher.
Ningu�m pede mais isso.
- Desculpe. - Pode ficar aqui.
Mas ter� que trabalhar.
Quanto mais, melhor.
Toda sua fam�lia foi assassinada pela SS.
Algum dia os faremos pagar, Ellis.
Cinco meses depois.
Ellis, venha aqui.
Precisamos de uma suplente. Voc� pode fazer a troca.
- Trabalho � trabalho. - At� se for perigoso?
Tenho algo a perder?
Sua vida.
- Ela viajar� comigo amanh�? - Sim.
A nova mensageira, Ellis.
- Sou Hans. - Ellis.
Sente-se.
Bem, todos conhecem o procedimento. O grupo Kuipers ocupa-se do lado t�cnico�
� n�s como KP daremos cobertura.
- A que hora ele chegar�? - 7:30.
- Dire��o do vento? - Norte-noroeste.
Ent�o voc� tomar� a frente, Joop: sul-sudeste.
- Vermelho. - Voc� fica a 200 metros, Kees.
N�o posso mais. N�o sou Jesse Owens.
- Azul, Kees. - E eu darei o sinal.
Alguma pergunta?
Ent�o passem o gim.
E qual minha tarefa neste clube de homens?
Pode ser minha noiva. Nos beijamos um pouco.
Simular�o ser um casal. Assim os alem�es n�o prestar�o aten��o.
S� nos beijar? Isso � tudo?
Rapazes.
Pela rainha.
Por Guillermina, Tim. Velho comunista.
Sa�de.
Um minuto. Comecemos.
Est� bem, pode pegar isto?
Chocolate. Faz dois anos que n�o provo isto.
Ellis, voc� levar� isto amanh�. Tenha cuidado. H� equipamento de r�dio l�.
M�sica, bom. Vamos dan�ar?
Um transmissor receptor.
Vou plantar um microfone no escrit�rio central da SD.
- Mas est� bem vigiado, n�o �? - Sou t�cnico da companhia telef�nica.
Os alem�es precisam de n�s todo o tempo. Posso entrar e sair, sem problema.
Tudo est� pronto. S� esperava isto.
- Minhas coisas est�o a� tamb�m? - Aqui.
N�o posso levar isto pela rua.
"Levar com cuidado" diz.
H� ainda algumas maletas no escrit�rio.
Comecem a carregar, rapazes.
M�os para cima. N�o se mexam!
Meu Deus, tiramos cinco vidas. Que fizemos?
Eram eles ou n�s, Theo.
Carreguemos. Temos que ir. Olharei l� fora.
Maldito seja. Hans � t�o frio�
- � um atirador de primeira. - E se errasse�?
Ele nunca erra. Hans foi o melhor atirador de Pro P�tria.
- Que � isso? - Um clube de tiro estudantil.
O clube de atiradores estudantil. Hans, Maartem e eu �ramos membros.
E trabalhamos juntos para ajudar os judeus.
Hans � �timo. Se apoiar� no que seja.
N�o h� alem�es � vista. Estavam trabalhando sozinhos.
Tirem os uniformes deles. Podemos us�-los.
Teremos que dar a eles um enterro crist�o.
� mesmo?
H� muitos buracos profundos aqui, Theo.
Pode atir�-los l� voc� mesmo.
Essa � minha arma. Que pensava.
Que acha que eu estava pensando?
Controle. Tenham a sua identifica��o pronta.
Estamos namorando, est� bem?
Bom� aqui vamos.
Abram todas as maletas.
Vou atirar. Puxe o freio. Saia e corra. � o que pensei.
Afaste-se de mim, seu bastardo imundo.
Bom dia.
- Posso te ajudar? - Obrigada.
Bastante pesado, n�o �?
As mulheres bonitas n�o deveriam carregar maletas t�o pesadas.
Meus discos est�o a�. E meu toca-discos.
- Obrigada. - Gosta muito de m�sica?
� meu trabalho. Era cantora antes da guerra.
- Ellis De Vries. - Ludwig M�ntze.
Abra sua maleta. Documentos.
Empolgante?
Muito empolgante, ao menos para mim.
Ah, selos postais. Eu adorava quando crian�a.
- De todos esses pa�ses distantes. - Coleciono desde os seis anos de idade.
Provavelmente a raz�o pela qual estudei geografia.
Inspe��o.
N�o v� que estou ocupado? Vamos, ande.
Sim, meu capit�o.
Posso olhar? Prometo ter cuidado.
Pol�nia, Fran�a�
Sempre coleciono os selos dos pa�ses onde estive.
Primeiro Pol�nia, ent�o a Fran�a. E agora aqui.
Voc� parou com nossa rainha.
Os selos de Guillermina das �ndias Holandesas.
Acho que nunca poderei complet�-los.
Capit�o, por aqui.
Isso � meu.
Seria um prazer lev�-la em casa. Assim n�o tem que carreg�-las.
N�o � necess�rio. Vir�o me buscar. Muito obrigada.
Talvez nos vejamos por a�.
Adoraria. At� logo.
- Tem facilidade para flertar. - Sim, homens�
Ele se chama M�ntze. Um cara simp�tico.
Chefe da SD. Por causa dele, muita gente da resist�ncia morreu.
E um homem como esse coleciona selos?
Se ele enfrentar o fuzilamento depois da guerra, eu seria feliz em dizer: fogo.
- Com cuidado. - Sinto muito.
Vejam, encontrou algo.
Saiam.
Sr. Gerben, � nosso carro.
N�o toque nisso.
- Abra. Abra! - Est� presa...
Meu Deus.
Viram as armas.
Saia. Corra.
Eh, pare a�.
- Gerben. - Maldito seja.
Gerben.
- � muito tarde. Te pegariam. - Ele � meu filho.
Se te pegam, estamos todos perdidos. Sabe demais. Tirariam de voc� � for�a.
Sr. Kuipers, n�o h� nada que possamos fazer.
Aqui, pegue todo o Silentium. Ellis, pegue as maletas.
Hans, ligue para eles. Diga a voc�s que h� contamina��o.
Gra�as a esse asno chamado M�ntze, eles agora tem Tim.
Espera um minuto.
Diga a voc�s por favor que o restaurante popular est� fechado.
Conheceu este tal M�ntze no trem, certo?
- E ele gostou de voc�. - O bastardo. A adorou.
Ah, n�o exagere.
Mostrou-me seus selos. Est� colecionando Guillerminas.
O restaurante popular est� fechado.
At� onde estaria disposta a ir com ele?
At� onde?
- Quer dizer: dormir com ele? - � uma forma rude de dizer.
Gosto das coisas claras. � isso o que quer dizer?
At� onde iria? Por Tim. Pelos outros.
At� onde M�ntze queira chegar. Certo?
Pecado mortal: um bom terno para um cad�ver, e o resto com farrapos.
O cliente sempre tem raz�o. Onde ela deixou a maleta?
Ali, no escrit�rio.
Pensa em tudo. E isso para aquele maldito alem�o.
V� embora. Isto n�o � da sua conta.
- Depois do incidente do trem, talvez um pouco? - N�o, nem sequer um pouco.
Muito bem. Venho pela maleta.
Ali.
Droga. Est� toda molhada.
- Se quebrou? - Espero que n�o. � insulina.
H� uma necessidade mortal por isso. Imagine um diab�tico, sem sua insulina�
� pode ir dizendo adeus. - Nem me fale.
Voc� tem isso tamb�m? Nunca notei.
N�o. Sou saud�vel.
Pare de olhar.
No teatro de revista, havia um comediante diab�tico. Se injetava antes da apresenta��o.
Tinha que comer muito chocolate se injetasse demais. Preocupa��o eterna.
Sim, mas melhor que morrer de dor.
Bastardos ingleses. Ao menos a metade est� quebrada.
- O hospital ficar� feliz. - � m�dico?
N�o pergunte, assim n�o revelarei segredos.
Arde, doutor. Arde, arde, arde.
N�o deveria ver um m�dico?
Ent�o ainda sou o primeiro.
Sim?
Wim, a garota est� aqui de novo. Desta vez se parece com Jean Harlow.
Rachel. Voltou?
Nunca fomos al�m de Biesbosch.
E seus pais e Max� Foram com voc�, n�o �?
De repente apareceu um barco patrulha cheio de alem�es e�
Est�pida coincid�ncia.
� estranho. Todos est�o mortos e n�o posso chorar por eles.
- Quem te levou? - Um marinheiro. Tamb�m morto, acho.
Mas algu�m te levou a Biesbosch, n�o foi?
Um homem da resist�ncia.
Quem?
Van Gein se chamava, acho.
Desagrad�vel. Minhas condol�ncias.
No fim tenho que servir � rainha e � p�tria�
� sendo amiga de um alto oficial da SD.
Talvez at� dormindo com ele.
Est� sozinha nisso. N�o posso te ajudar.
N�o.
Mas talvez haja algo aqui que possa me ajudar.
Estou aqui para ver o Capit�o M�ntzer.
Mesmo? E por que?
� sobre a casa real. Rainha Guillermina em pessoa.
Mande-a ao Capit�o M�ntze.
A esperam. Aguarde ali.
Srta. De Vries.
Que surpresa. A que devo o prazer da sua presen�a?
Tenho fam�lia nas �ndias Holandesas. Eles sempre escrevem.
Minha m�e guardou as cartas. Eu separei estes selos para voc�
Com marca d'�gua.
Incr�vel.
Lindo. Muito lindo.
Bom dia.
Ronnie, deixe a�. N�o quero que esses maravilhosos selos se danifiquem.
- Sirvo-lhe mais? - N�o, obrigada. Estou bem.
Deve provar o chocolate. Ingl�s.
O adquirimos por acaso.
Pegue alguns.
Que far� com esses selos?
Nada especial. Estavam numa caixa em casa.
Quase todos os selos de Guillermina que n�o tenho.
Se ver algo que te interesse, pegue-o.
Obrigado. Eu aprecio isto.
Sim.
Feche a porta.
Capit�o, seu carro est� pronto.
J�? Por favor leve meu chap�u e meu casaco.
Lamento, o dever chama. N�o fui capaz ainda de escolher.
Ent�o os deixo aqui.
Obrigado.
Acho que comi muito chocolate. Isso � ruim?
N�o tenho todo dia.
Tenho que ir a uma festa. Haver� muito mais para comer l�.
Que acha de irmos buscar seu toca-discos e seus discos e se juntar a mim?
E se eu mesma cantar?
Melhor ainda.
Sem a SD de Haya todos nossos �xitos seriam imposs�veis.
Sua luta contra o terrorismo � nossa luta tamb�m.
Com o F�hrer lutamos juntos por uma Europa livre.
Heil Hitler.
Heil Hitler.
E agora, m�sica. Franken.
# Hasteando a bandeira
as filas fechadas com firmeza
# As SA marcham a passo firme e decidido
# Camaradas, mortos a tiros por vermelhos e reacion�rios
# Marcham em esp�rito em nossas filas
# Camaradas, mortos a tiros por vermelhos e reacion�rios
# Marcham em esp�rito em nossas filas.
Srta. De Vries?
Ellis?
Ol�?
Tudo bem?
O champagne n�o fez bem.
N�o estou acostumada a beber �lcool.
Mas j� estou bem.
Devo cantar algo?
General, damas e cavalheiros�
Tenho a honra de apresentar a voc�s Ellis De Vries.
Ela cantar� algo para n�s.
Algum pedido?
Lola. A p�cara Lola.
Sim, Lola, Lola.
# Sou a p�cara Lola,
# o amor que est� na moda. Eu tenho uma pianola, em casa no meu sal�o.
# Sou a p�cara Lola. A mim todos os homens amam.
# Mas minha pianola n�o deixo ningu�m tocar.
Lola, Lola.
# Sou a p�cara Lola, # o amor que est� na moda.
Eu tenho uma pianola, em casa no meu sal�o.
# E quem quiser me acompanhar dentro do sal�o
# deve deixar-me tocar as cordas enquanto lhe acerta no pedal.
Lola.
At� logo.
E?
E o que?
Gostaria de ver seus selos.
S�o muitos.
Tenho muito tempo.
N�o tenho escova de dente para voc�.
Limpos.
Nada mal.
Dos capitalistas, n�s confiscamos.
A pilhagem � para os vencedores.
Exatamente.
Canta muito bem. Onde voc� canta?
Em Berlin. Cabar�, teatro de revistas...
Deveria ter continuado.
N�o h� mais nenhuma necessidade para isso agora.
Seu cabelo � normalmente preto.
Loiro est� na moda agora.
Ou essa moda te ajuda a sobreviver. Por exemplo se for judia.
E da�?
S�o judeus?
S�o judeus?
Loiro tamb�m. Uma perfeccionista.
- Ah, desculpe. - Entre. Garotas s�o permitidas.
Voc� tamb�m deve urinar depois do sexo? Esteve realmente �tima esta noite.
Ele, M�ntze, te contratou? Veio buscar emprego, certo?
N�o, mas estou buscando um. Mas n�o sou membro do partido.
Eu tamb�m n�o, no entanto concordo com eles.
A Holanda � afinal de contas um peda�o de Alemanha.
Todos falamos uma esp�cie de dialeto alem�o.
Ah, legal. Sab�o de verdade.
E boa comida e �timas bebidas. Que mais quer?
Ronnie?
Assegure-se que um alem�o de alto grau nunca te tenha o bastante.
- G�nther. Aqui. - Ronnie?
Est�o brincando entre si?
Falamos de trabalho. Ellis gostaria de trabalhar para n�s.
Algu�m que canta t�o bem em alem�o � contratado imediatamente.
Isso se...
passar na inspe��o.
Se isso n�o � saud�vel, n�o sei o que �
N�o, n�o, est� reservada para o Capit�o M�ntze.
- Onde estava? - No banheiro.
Franken me ofereceu emprego.
Boa id�ia. Pode ajudar com o anivers�rio do F�hrer amanh�.
Vi que � casado. Tem lindos filhos.
Era. Era casado.
N�o mais?
N�o. N�o mais.
G�hring, tinha jurado...
que nenhuma bomba inglesa iria cair sobre a Alemanha.
Christina, estava com as crian�as no esconderijo errado.
E eu n�o estava l�.
No alvo.
N�o ter nada, Ellis� N�o � muito.
Sim, eu sei.
Para voc� este deve ser um lindo som.
Shhh�
N�o nos disse nada.
N�o sei nada. Algu�m mais colocou essas armas no caminh�o.
Voc� � apenas um monte de merda no caminho at� a vit�ria final.
Em poucas semanas, os Russos te lan�ar�o ao mar�
junto com seus carrascos.
Para voc�...
e para seu camarada Stalin.
Bastardo imundo.
Que linguajar mais sujo!
Lavem a boca dele.
Est� segurando a respira��o.
Pra cima.
Dentro de uma hora falar�.
- Estamos s�s aqui? - O resto voltou � Alemanha.
Poderia vir e sentar-se aqui? Assim podemos nos sentar juntas.
Datilografem isto e fa�am 15 c�pias.
Voc� tem manchas em seu uniforme.
N�o � nada, s� �gua. Depressa, h� muito por fazer.
Se voc� ler, eu datilografo.
Tiremos isto. N�o posso datilografar assim.
- S�o de verdade? - Claro, que achava?
Peguei do G�nther. Bonito, n�o �? O cofre dele � um buraco de tesouro.
- Abre-se S�samo. - Sim, isso mesmo.
H� uma caixa cheia de diamantes.
Certo.
Vejamos: 19 de� de 1945. Aqui vamos.
Ellis? Pode come�ar.
O terrorista Timotheus Kuipers deu a seguinte�
Pode ir mais r�pido.
� declara��o.
Sou membro de um grupo de resist�ncia.
Meu pai � o chefe do grupo: Gerben Kuipers.
Chato.
Ellis?
Que voc� faz aqui?
Falar com os alem�es sobre justi�a.
Justi�a, aqui?
Pessoas da resist�ncia n�o tem direitos, mas como advogado, ainda tento ajud�-los.
Com um cara como Franken? Uma perda de tempo.
O microfone de Tim.
Como soube que eu estava aqui?
N�o te subestimo.
Esse tal M�ntze, � agrad�vel, n�o acha?
Poderia me dar uma m�o? Temos que decorar o corredor para o anivers�rio do F�hrer.
Sr. Smaal, voc� aqui. Entre.
N�o, o piano deve ir para l�.
Um pouco mais.
- Obrigado. - At� logo.
Parece �timo.
N�o esque�a de p�r o F�hrer na perspectiva certa.
- Preciso de um refletor. - Capit�o...
A senten�a contra os 3 terroristas.
Amanh� os executaremos. S� assine isto.
Absolutamente n�o. Ningu�m ser� executado.
Mas confessaram. Devem ser fuzilados.
S�o ordens do F�hrer, voc� sabe disso.
Somente eu dou ordens aqui.
Digo que n�o ser�o executados�
Pode se retirar.
Heil Hitler.
Meu Deus, se os alem�es come�arem a brigar entre eles, onde iremos parar?
Em mim. Siga-me.
Ellis?
- Ellis? - Estou indo.
- Que faz aqui? - Levantar seu �nimo.
- A mais bonita � para voc�. - Que doce. Vem comigo?
- Na verdade tenho que ir para casa. - Ent�o n�o vir� esta noite?
Claro que vou. S� quero colocar outra roupa.
Ah, querido�
Meu animalzinho�
Animal� ah�
- Funciona. - Ellis.
Ronnie, Ronnie... - Sim, sim, vamos, vamos�
- Meu Deus, que animal quente. - � s� uma puta suja alem�.
- Daremos o troco depois da guerra. - Enfeitaremos e colocaremos suas cabe�as em alcatr�o.
- E depois disso, os fuzilaremos. - Vamos, n�o sejam t�o primitivos.
N�o � por isso que lutamos.
Droga, o maldito telefone.
N�o pare, continue, continue.
Estou quase l�...
Franken. Sim, mande-o.
Continuaremos � noite. Agora v�.
Cas.
- Bom dia, como est�? - Bem.
Sente-se. Ainda devo o seu dinheiro da �ltima vez.
- Que � isto? - Est� abrindo seu cofre.
Tenho uma nova lista para voc� em sua mesa.
N�o muito. Ainda vale a pena?
Facilmente um meio milh�o.
Acho que ser� a �ltima viagem.
Conhe�o essa voz.
O que?
- Lembra o homem que nos ajudou a fugir. - Cale-se.
- Merda, o gerador est� falhando. - Vou arrum�-lo.
- Aqui est� sua parte. Pode contar. - N�o � necess�rio.
Quando pode ter pronta a nova carga?
Vivem juntos e perto. Talvez tr�s dias?
� ele. Esse � Van Gein.
Esses judeus ricos sempre v�m dos mesmos c�rculos.
Isso n�o � da sua conta.
Se eu quisesse, poderia encontrar quem � seu informante.
Isso poderia custar sua cabe�a.
Ou salvar a minha depois da guerra.
Depois da guerra, n�o estarei aqui. Vamos, tomemos uma bebida.
Para o pr�ximo carregamento de est�pidos judeus.
Ent�o n�o foi uma coincid�ncia, aquele barco patrulha alem�o.
Foi uma armadilha. Trabalhavam a partir de uma lista.
Que lista?
Judeus com dinheiro. Prometem lev�-los � B�lgica, mas os matam.
- Como voc� sabe? - Porque tamb�m me enganaram.
Porque eu vi minha fam�lia inteira massacrada.
Meu Deus, Ellis� Isto � horr�vel.
- Quem � este Van Gein? - Aparece como algu�m da resist�ncia.
Diz aos judeus que podem fugir, s� assegurem-se de trazer seu dinheiro.
Franken os espera, os mata e finalmente os rouba.
Ent�o agora h� uma nova lista de potenciais v�timas.
N�o podemos deixar que isso aconte�a.
N�o sabemos quem s�o, nem onde est�o.
- E se apenas matarmos Franken? - Sim, parar este bastardo.
N�o, se o matarmos, uns 20 ou 30 ref�ns ser�o fuzilados.
Se n�o matarmos Franken uns 20 ou 30 judeus morrer�o.
E a vida de um judeu � mais valiosa que a de um bom holand�s?
Quem decide, voc�?
Franken n�o ser� liquidado.
Van Gein. N�s o matamos e termina tudo bem...
Sem mortes. Sr. Smaal, fale voc�.
Em nome de Gerben, estou negociando uma tr�gua.
Sem mais atentados e M�ntze promete n�o mais repres�lias. Pode funcionar.
Por isso Franken e M�ntze brigavam.
Gerben, parab�ns. Salvou a seu Tim.
Ele e outros. Algum problema para voc�?
Eu? N�o. Se esses eram os "bons" holandeses�
Chega, Ellis. Gerben � o chefe. Se ele disse n�o, ent�o � o fim.
Bom dia para voc�.
Ellis.
As coisas s�o como s�o. Esse seu microfone, � absolutamente brilhante.
Ellis.
Eu concordo com voc�. N�o podemos deixar judeus serem massacrados.
Gerben tamb�m tem raz�o. N�o podemos simplesmente matar Van Gein.
E se ele simplesmente desaparecer?
Franken saberia. Ele fuzilar� pessoas.
Ou pensar� que Van Gein desertou.
Depois de prometer a ele uma nova lista?
Van Gein est� tratando de cobrir-se para depois da guerra. Ele mesmo disse.
Se desaparecer, Franken pensar� que fugiu.
H� uma coisa. Kuipers e Smaal andam por a� muito tranq�ilos.
Algu�m tem emboscado judeus h� muito tempo.
Van Gein tem um suspeito. Ele nos contar�.
Arrancarei � for�a se necess�rio. Venha. Juntarei meus rapazes.
N�o posso. Tenho que encontrar-me com M�ntze.
S� voc� conhece a cara de Van Gein. N�o podemos fazer nada sem voc�.
Deve vir.
� ele.
Vamos.
Me d� seu xale.
Agora.
Est� vazio.
Theo.
- Atira. Atira. - N�o posso.
- Atira. - N�o posso.
Vagabunda. Maldita vagabunda. Por mil dem�nios�
Maldito.
Blasfemo.
Maldito.
J� chega, Theo. Theo, venha!
Tenha cuidado, homem�
Ferimento superficial, Kees. Teve sorte.
Mas ainda devemos tirar a bala. Ellis, pega o clorof�rmio.
Respira fundo, Kees. Sim, desse jeito.
Ah, Deus, essa merda n�o funciona, idiota!
Vencido em 1941. Meu Deus, isto j� n�o serve.
- Por isso Van Gein n�o desmaiou. - O que pode servir ap�s 5 anos de alem�es?
Escolha: levar uma martelada ou beber algo e morder os dentes.
Beber, idiota.
- Sa�de! - Sa�de.
Kees, pense em algo legal.
Certo.
Entendi.
Obrigado, cara.
Pessoal, comemorem o final feliz.
Van Gein entregou toneladas aos alem�es.
Toneladas? Quer dizer milh�es.
Vamos, Theo.
Malditos holandeses. Mataram meu melhor soldado.
Esse bravo e honrado guerreiro, deu-me milh�es.
E agora est� morto. Assassinado por malditos terroristas.
Eu matei um homem. Sou ruim.
Foi justi�a. Era um assassino. Voc� n�o �.
Claro que sou. Sou t�o mal quanto os nazistas.
Eu disse que n�o, certo? Digo que n�o, est� bem?
O maldito tinha que morrer. Al�m do mais, o que importa?
Que Tim enfrentar� o pelot�o de fuzilamento. Idiota.
Junto com outros 40 ref�ns.
Porque voc�, o her�i da resist�ncia, tinha que matar Van Gein?
Nossa Gerben. 40? Como sabe?
Pelo microfone que pusemos em Franken.
Mataram seu melhor homem. Quer sangue.
Voc� ainda negocia com M�ntze?
Depois do seu ataque, n�o mais.
Tim � homem morto.
Mas os seus judeus est�o salvos...
Ellis, n�o. Eu sou o respons�vel. Ningu�m mais.
Vou me entregar. Enfrentarei o pelot�o de fuzilamento.
Estarei ao seu lado, Hans. Tenho a maior parte da culpa.
- Eu vou tamb�m. - Ent�o todos n�s vamos.
Parem, isso � rid�culo. Est�o todos b�bados.
De uma hora pra outra toda a resist�ncia se render� por causa do gim.
- Entregar-se n�o � uma solu��o. - Ent�o o que?
Resgatem eles.
N�o sair�o vivos dos por�es da SD.
As plantas do escrit�rio da SD, quando ainda era um banco.
Soube isso atrav�s de um amigo.
Aqui estou.
Pensei: ela n�o ir� voltar.
Perdi a no��o do tempo em casa.
E logo depois houve o toque de recolher e tive de correr.
O que temos aqui?
Qu�o idiota voc� acha que sou?
De repente, uma linda mulher entra em minha vida.
Depois, ela vai ao meu quartel...
Acidentalmente tem os selos que procuro.
Por coincid�ncia tem apar�ncia de judia.
E rapidamente come�a a trabalhar aqui.
O melhor espi�o do Franken aparece morto.
Interessante coincid�ncia, n�o �?
Escolha: ou fique calada...
e te entrego amanh� ao Franken.
Ou me conte tudo agora.
S� se baixar essa arma...
e me beijar agora.
J� te beijei.
Agora diga.
Tire suas jaquetas e trabalhem.
Ligue para todas as pris�es e pergunte...
quantos ref�ns eles t�m...
Pode parar em 40 pe�as, entrega de hoje.
As execu��es ser�o amanh� de manh�, �s 06:00.
Essas liga��es n�o ser�o necess�rias.
Tenente, abra seu cofre.
Claro. Qual documento procura?
Nenhum. Est� sob suspeita de roubar e assassinar judeus ricos.
N�o h� nada contra isso,
mas � acusado de ficar com a pilhagem em benef�cio pr�prio.
Por n�o entregar propriedade judia ao Reich...
arrisca-se a enfrentar corte marcial e pena de morte. Abra o cofre.
A suas ordens, general.
Esvazie r�pido.
E aqui?
Abra, por favor.
De 39, quando iniciamos nossa campanha.
Guardei-o para celebrar nossa vit�ria.
Seu informante parece ter se enganado.
Essa pessoa sempre est� bem informada.
N�o agora.
Minhas desculpas, Franken.
Isso n�o termina aqui.
General...
M�ntze est� negociando com terroristas.
Prometeu a voc�s n�o mais repres�lias.
Inclusive pelo assassinato de Van Gein.
Negocia? Com terroristas?
A resist�ncia deseja render-se e entregar suas armas.
Se pararmos as repres�lias.
Isto � uma viola��o da ordem do F�hrer de 4 de setembro.
- Que se mant�m vigente! - Para que derramar mais sangue?
Os Russos est�o em Berlin. Esse champagne nunca ser� bebido.
- A guerra est� perdida! - Isso � derrotismo, capit�o.
E negociar com o inimigo � uma alta trai��o.
Pol�cia, prenda-o.
Isso significa pena de morte, M�ntze.
E eu comandarei o fuzilamento.
Pronto.
Hans, os documentos para entrar.
E as chaves?
C�pias. Do contratante Zutfenaar.
Que construiu as celas.
O deixei escolher: uma bala agora, ou uma medalha ap�s a guerra.
As entregou com gosto.
Gerben, o que pretende?
N�o deixarei que v� sozinho.
- Eu decido isso. voc� fica aqui. - N�o posso ficar aqui sem fazer nada.
Vou soltar 40 homens. � seu trabalho receb�-los com seguran�a aqui.
Todos t�m algo para fazer, voc� faz isso. As chaves.
Gerben.
Ter� o Tim de volta. Minha palavra de honra.
- Por que n�o est� em seu posto? - M�ntze foi preso.
- Sim, n�s ouvimos. - �timo, os alem�es est�o se matando.
- Libertem M�ntze. - Sobre o meu cad�ver.
Libertem M�ntze ou estou fora.
N�o temos escolha.
- Realmente tem bom conceito deste idiota? - Sim, tenho.
�timo. Tragam-no.
- Ol�. - Ol�.
�timo, uma festa.
N�o te incomoda que tenham prendido M�ntze?
- Onde h� vida, h� esperan�a. - Que esperan�a nos resta?
Que os ingleses cheguem.
Ellis, estamos perdidas.
Trabalhamos para os alem�es.
As fam�lias dos pobres bastardos que Franken torturou vir�o pra c�.
Ou a resist�ncia nos matar�.
Ela n�o matar� ningu�m.
- Como se soubesse. - Sim, eu sei.
Ent�o voc� conhece esses caras?
Ellis... O qu�?
Voc� � uma espi�.
Meu Deus, nunca imaginei isso.
� como Mata Hari, com Greta Garbo.
Madames, esperam voc�s.
Voc� vai primeiro, vou depois.
A Garbo... Ela morria.
Mostre-me os documentos.
Ref�ns e terroristas de Utrecht.
6 homens para a execu��o de amanh�.
Ref�ns.
Certo.
Siga em frente.
Abra.
D� a volta com o caminh�o.
Siga-me.
Guus.
Ellis.
Sim, � a minha melodia com que devo cantar.
Com que devo assobiar e devo dan�ar, e devo pular.
Onde qualquer um entende e com suas pernas, remexer
Sim, essa � a melodia que me faz t�o afortunada.
Quando a escuto, sempre me d� sorte.
Diga-me que adora quando me lembra ser essa minha can��o favorita.
Vamos.
- M�ntze tamb�m? - Prometemos a Ellis
Siem.
Ol�, venha.
Sou eu, Maarten.
Maarten.
Ol�, Tim, grande rapaz.
Dan�o com voc� c�u adentro
No s�timo c�u do amor.
E n�s estamos s�s.
C�u adentro com um amor imenso.
Todos juntos. Refr�o.
Dan�o com voc�...
- C�u adentro... - Depressa, rapazes.
O que est� havendo a�?
Nada que n�o possamos lidar.
Guardas.
Tim.
- Vamos. - Joop.
- O que aconteceu? - Vamos, agora.
F�cil.
Derrube-o.
Ronnie, ajude K�utner. Ellis...
venha comigo escrever um informe.
E?
Uma armadilha. Fracasso total.
E o Tim?
Santo Deus.
Sente-se.
Ellis, fez um grande trabalho.
Estou bastante satisfeito.
Bem, claro, se faz o poss�vel pelo F�hrer.
Sim, mas o resultado superou todas as expectativas.
- N�o pode ser verdade. - Maldita seja.
Foram bem emboscados naquele por�o.
Como ratos em uma gaiola.
Ganhou seu dinheiro honestamente.
A vagabunda nos traiu. Um truque sujo judeu.
- Veja, n�o se pode confiar neles. - Sil�ncio.
Himmler pode vir agora. Voc� pode fazer aquilo.
N�o precisaremos mais deste brinquedo ingl�s.
Meu querido Kuipers, tenente Kuipers, adeus a todos agora.
Ellis, uma �ltima palavra?
Ela ri de n�s. Essa vagabunda ri.
Boa noite e boa vig�lia.
Obrigado por sua coopera��o.
Nunca morda mais do que pode mastigar, querida.
Amanh�, pelot�o de fuzilamento ao lado de seu M�ntze.
Mesmo que seja a �nica coisa que eu fa�a: essa garota morre.
Como ela pode, sendo uma judia?
- Quem sabe sob que press�o ela est�. - Ainda assim...
Que faria se tivesse que escolher entre uma bala ou uma trai��o?
Uma explica��o n�o � uma desculpa. A mataremos, n�o importa mais nada.
Onde for, quando for.
Ande.
Vazio, vazio.
Aqui, venha c�.
Ah, n�o. Meu belo vestido. R�pido, um novelo.
Faz c�cegas.
Faz c�cegas.
Quieta...
Vamos.
Me d� a arma.
Franken nunca nos pegar� com vida. Nunca.
Vamos.
Vamos, r�pido.
Tudo em ordem de novo, Siegfried?
Continuem.
- Andem! - N�o estamos amig�veis hoje.
Muito zelosa. Nunca achei isso.
Aqui est�, pregui�oso. Enxugue isso.
Aconchegante, n�o �?
Gostaria de ficar assim para sempre.
Podemos, se ficarmos juntos.
Para sempre.
Mas n�o aqui na Holanda.
Eles achar�o que sou uma traidora. Ir�o me procurar.
Temos que endireitar isto. Sabemos o que houve na verdade.
Otimista. Acha realmente que te deixar�o explicar, um oficial da SD?
N�o temos outra escolha.
Interrompemos esse programa para a seguinte informa��o:
O comando alem�o acordou a rendi��o...
das for�as alem�s na Holanda, no noroeste da Alemanha e Dinamarca.
Para o comandante chefe do 21� ex�rcito.
A guerra acabou, meu amor. A guerra terminou.
Isso inclui tamb�m todos os barcos da marinha.
Para n�s acabou de come�ar.
Nunca imaginei ter medo da liberdade.
Tenente Franken.
Tenente,
Solte as cordas.
- Determinou um curso? - Sim.
- Em 6 horas, estaremos em Hamburgo. - Muito bom.
D� uma olhada l� embaixo.
Joseph, o que houve?
Joseph?
Joseph?
Realmente acha que deixar�amos voc� escapar?
- O que faz aqui? - Voc� e seu tesouro.
Ellis.
Ellis. Aqui, no Jeep.
- Roonie. - Ol�, Ellis. Junte-se a n�s.
- Como voc� chegou aqui? - S� ficar na frente.
Rindo e com jeitinho.
Olhe, meu novo namorado. Tem tudo o que uma garota quer.
Meias de Nylon, chocolate e u�sque. Ah, eu o amo!
- Venha comigo. - N�o, n�o tenho tempo.
Certo, te vejo em breve.
- Tchau. - Tchau.
Um momento. J� chegamos.
Venha, Wim. Os canadenses chegaram.
N�o. Voc� ainda est� viva?
Sim, estranho, n�o �? Com todas essas pessoas tentando nos matar.
Pensei que Franken havia te fuzilado.
Por certo ele te disse que escapamos?
Franken? Dizer a mim?
Nos escondemos por semanas. Chegamos em casa faz meia hora.
- Quem disse que n�o est� tentando partir? - O que quer dizer?
Falo a respeito de ser pego pelos militares canadenses.
�timo, ent�o te acompanharemos.
- Esperaremos em seu escrit�rio. - Ludwig, o que h� com voc�?
V� j� para dentro!
Sente-se.
Ent�o acha que sou culpado pelo desastroso ataque?
Sim, e pela extradi��o de seus clientes judeus.
Como ousa. A maioria deles o conhecia h� anos. Eles eram amigos.
Em que me beneficiaria?
Roubar o que te prometeram. Voc� e o Franken.
Voc� disse a ele onde o microfone estava.
A id�ia do assalto foi dele.
Deixou Hans e seus homens serem massacrados.
Espere, espere um minuto.
Eu n�o era o �nico. Kuipers sabia muito bem disso.
Mas ningu�m deixaria seu pr�prio filho morrer.
Todo homem possui seus mist�rios.
Posso lhe mostrar algo?
Enquanto est�vamos escondidos, minha esposa e eu tentamos por as coisas em perspectiva.
Examinei minha agenda.
E chegamos a uma radical conclus�o. N�o � mesmo querida?
E o que foi...?
Deve vir conosco at� � pol�cia canadense.
Apenas me diga.
Como um advogado, n�o posso.
Devo manter-me imparcial.
Esses devem ser os canadenses.
Todo suspeito merece um julgamento justo.
At� mesmo o maior dos bastardos?
At� mesmo eles.
Chegamos. Voc�?
Wim?
Fique aqui.
- Veja. - Droga, � o M�ntze. Pegue-o
M�ntze, temos o M�ntze.
Temos o M�ntze
Sim.
Droga. L� est� Ellis de Vries. Venha comigo.
Ellis de Vries.
Por aqui.
Te peguei, vagabunda.
- Capit�o M�ntze. - Tire as algemas, John
Por favor, sente-se.
Neste relat�rio se descreve uma colabora��o entre...
M�ntze e um certo, Sr. Kuipers.
Por que este homem est� aqui, Coronel?
O General K�utner se ofereceu gentilmente para arrumar esta desordem.
- Quem � este Kuipers? - Um Stalinista de corpo e alma.
Ele e M�ntze conspiraram nos �ltimos meses.
Para evitar o derramamento de sangue.
Negociavam com os comunistas, Coronel, nossos futuros inimigos.
K�utner.
Considero M�ntze um mentiroso, que far� tudo para salvar a pele.
Com certeza, quem n�o faria?
Chegaremos ao fundo disso. John, leve-o para sua cela.
Se me permite.
John.
Isso � uma senten�a de morte.
M�ntze foi sentenciado � morte por alta trai��o.
Decis�es de tribunais militares alem�es n�o me concernem. S�o nulas e inv�lidas.
Est� desinformado. A lei militar brit�nica reconhece a jurisdi��o...
dos tribunais alem�es no campo de batalha.
Inclusive depois da capitula��o.
Artigo 153, para ser mais exato.
Sugere que fuzilemos uma testemunha?
Seu general, Foulkes, emitiu uma ordem
que nos autoriza a disciplinar nossos homens.
Pode ligar para ele e perguntar.
Se recusar-se a executar a senten�a, levarei uma queixa ao General Foulkes.
O que sem d�vida lamentar�. Sabe como s�o os generais.
Pol�cia Militar.
Retire-o daqui.
Aten��o.
Apontar.
Fogo!
Acordem, tem que ir � Igreja.
Vamos, tragam seus baldes de merda.
- Vamos, ande. - A Igreja � escada acima.
Vamos.
Vagabunda, a merda ali.
Anda. Puxe. Depressa.
Escutem a voz de Deus. Talvez possam mudar suas caminhos.
Olhem para frente.
Ei, sil�ncio.
Sil�ncio.
Viemos ver traidores. Levantem a cabe�a, deixem-me v�-los.
- Olhe para eles. - Caras podres e sujas.
- Talvez o resto ofere�a algo. - Tirem a roupa.
- Tirem suas cal�as. - Mostrem os traseiros.
Todas as mulheres nuas. Quero ver alguns seios.
Sim.
Isso tamb�m.
Tire.
Cantava para os alem�es.
Certamente cantar� para n�s.
- Cantar para voc�s? Nunca. - Claro que far�. Todos cantam.
"Dias felizes, aqui est�o."
Cante: Os c�us est�o limpos de novo.
Voc� est� brincando comigo?
Quer me envergonhar?
De jeito nenhum, vagabunda alem�. Puta imunda.
Bata nela. Bata nela.
Proteja-se, afastem-se da mo�a.
Droga, isso fede.
Algu�m tem perfume?
Puta fedorenta. Puta fedorenta e imunda.
Deixem o bombeiro passar.
Afastem-se de minha mangueira.
- Enrole isso. - Soldados n�o dizem nada aqui.
Sou eu quem manda aqui.
Sou o comandando Akkermans, da equipe do Pr�ncipe.
Isso � um esc�ndalo imperdo�vel.
� uma desgra�a. S�o t�o maus quanto os nazistas.
Dentro de 24 horas, estar�o fora.
- Traduza, Comandante Akkermans - Sim, senhor!
Malditos fascistas, estar�o fora daqui em 24 horas.
E esses v�ndalos a�, fora daqui, agora!
- Cuide dessa pobre garota. - Senhor...
Ellis, acabou. Venha. Acabou, venha.
Quero ir embora.
Venha, querida, acabou.
Um momento Srta. de Vries, seus pertences pessoais.
Pode chec�-los?
Smaal?
A� vai o doutor. Esse � o Dr. Akkermans.
Esteve na resist�ncia. Vida longa ao doutor.
Chocolate. Chocolate.
N�o d� tudo a eles. Os suprimentos s�o escassos.
Quero te mostrar algo.
- Como conseguiu isto? - Franken quis escapar com isso.
Tudo o que roubou dos judeus assassinados.
Ganhei isto do meu pai, por minha primeira apresenta��o.
Maldito Franken, tentou te fazer c�mplice, n�o �?
Falarei com Kuipers sobre isso. Ou diretamente com o Pr�ncipe.
Explicarei a eles.
Nunca acreditar�o em voc�.
Tudo ficar� bem. Um final feliz. Uma bebida?
Mais uma coisa. M�ntze foi preso. Gostaria de v�-lo.
- N�o ficou sabendo? - O qu�?
- � muita loucura. - O que aconteceu?
Um canadense imbecil permitiu...
que os alem�es cumprissem com a senten�a de morte dele.
Isso nunca acabar�?
Ellis?
Isso te acalmar�.
Vamos, deite-se.
Se sente melhor?
Doutor, doutor...
Insulina, insulina demais.
Isso te far� dormir. Para sempre.
Dr. Akkermans. Dr. Akkermans.
O "her�i" tem que aparecer.
Fique aqui. Logo ver� sua fam�lia outra vez.
E talvez, quem sabe, M�ntze tamb�m.
Doutor, doutor...
Peguem-na.
Ela � uma paciente, est� doente. Peguem-na.
Ellis. Ellis.
Saia do meu caminho.
Peguem-na. � perigosa.
Deixem-me ir.
Peguem-na. � perigosa.
Deixem-me ir. Droga, deixem-me ir!
Vou te pegar, puta.
Deixem-me ir! Idiotas! Deixem-me.
Anel dourado, n�mero 23.
O encontramos.
Gerben, acho melhor voc� ir.
Nossa pr�pria gente faz isto? N�o quero que alem�es toquem nele.
Voc�s, parem.
Rapazes, atendam. Por Gerben.
- Senhor, uma dama quer conversar. - Ellis de Vries?
Espere, Sr. Kuipers. Acalme-se, por favor, Sr. Kuipers.
Ela possui informa��es, nomes.
sobre essas pessoas mortas, incluindo seu filho.
Voc� ir� ouvi-la?
Sim.
Ellis?
Sabe quem �?
- Que tem para dizer a respeito? - Isto.
Isto diz tudo.
A partir de 1942, Hans e seus amigos ajudaram os judeus a se esconderem.
Em geral, seus pr�prios pacientes.
E clientes de Maarten, o banqueiro. E Kees, que era advogado.
Hans sabia quanto dinheiro tinham e onde se escondiam.
Veja. Os nomes que Smaal escreveu: Weiszman, Goud, Van Witsen...
Todos esses homens o contataram por dinheiro para fugir � B�lgica.
De acordo com a Cruz Vermelha, nenhum deles conseguiu.
Foram levados enganados � Biesbosch e ent�o assassinados e roubados.
- Aqui, meus pais. - Eram pacientes de Hans?
N�o, mas meu irm�o teve uma apendicite aguda.
Eles pediram ajuda a Smaal, que os enviou ao Dr. Hans.
Aqui diz: "Dr. A. visita Stein"
Nosso bom-samaritano at� fez a cirurgia.
Nada mal, nem sequer era cirurgi�o.
Depois chamou Franken e os entregou.
Franken enviou Van Gein e 2 dias depois estavam mortos.
Eu n�o entendo. Hans...
- Sabia que ele foi preso ano passado? - N�o?
Gra�as a Deus, os alem�es sempre faziam 15 c�pias de tudo.
Esta � a ata oficial da pris�o. Veja.
Dr. H. Akkermans, preso em 19/02/1944.
Assinado: G. Franken.
3 semanas depois, Smaal escreveu: Dr. A. saiu, por falta de provas.
Ele fez um acordo com Franken.
O bastardo.
- Fez com que matassem sua pr�pria gente. - Kees, Maarten, todos eles.
Assim nenhum poderia perguntar onde estavam seus clientes judeus.
- O prenderam? - N�o, ele escapou.
Evaporou. Sua casa est� vazia.
Viemos de l�. As maletas com a pilhagem n�o est�o.
Gerben?
Sim.
Devemos voltar. Enviei a licen�a de Hans aos pontos de inspe��o.
Capit�o, Ficarei com Gerben.
O primeiro esquadr�o, a primeira experi�ncia da Rainha.
Olhe, � o Jeep de Hans.
O rabec�o n�o est�.
- Esta tentando fugir. - At� onde pode ir?
B�lgica, imagino. Mas o capit�o disse que est�o averiguando tudo.
Voc� dirige.
Chamarei a pol�cia militar.
N�o � t�o longe daqui. N�o, obrigado.
Um rabec�o foi visto perto de um bloqueio em dire��o � Hollands Diep.
Aqui, vire � direita.
- Documentos. - Mas acabaram de me revistar.
Mostre.
Solte.
Willi?
- R�pido, para tr�s. - Willi, o que est� acontecendo?
O que est� acontecendo?
Quem � voc�? Ellis? Ellis, � voc�?
N�o fa�a isso. Maldita seja.
Que droga, deixe-me sair. Ellis?
Ellis, por favor, n�o. Ellis!
Deixe-me sair Ellis, por favor. Podemos conversar sobre isso?
Ellis, olhe.
Tudo para voc�. J�ias. Tenho mais. J�ias, ouro.
D�lares americanos. Pegue-os.
Apenas abra o caix�o, Ellis.
O que est� fazendo?
Ellis? Maldita!
Ellis, o que est� fazendo?
O que est� fazendo? Ellis?
Ellis? N�o fa�a isso. Ellis.
N�o fa�a. N�o tenho nada a ver com isso.
Abra. Droga. Deixe-me sair. Que droga.
Eu quero... N�o fa�a isso... N�o.
Droga.
Ellis? N�o.
Ellis...
Deixe-me explicar, querida.
Deixe-me.
Maldita. Puta imunda.
Vou te pegar, vagabunda. Puta imunda alem�.
Irei te pegar. Vai morrer.
Dever�amos abrir o caix�o, agora.
Sim, dever�amos.
O que fazemos com o dinheiro?
- N�o � nosso. - N�o � de ningu�m.
Pertence aos mortos.
Se calou. Finalmente.
Pareceu uma eternidade.
M�e.
Ol�, queridos.
- Onde estava? - Estava aqui.
- Sobre o que pensava? - Sobre o passado.
KIBBUTZ STEIN
Fundado com fundos dos judeus v�timas da II Guerra Mundial
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.