All language subtitles for Stanley Donen - Seven Brides for Seven Brothers 1954

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Original subtitles

Tem mais de 5 kg.

- Quanto vale o castor este ano? -6 d�lares cada 500 g.

Vou trocar por um arado novo, dois tubos de banha...

um barril de mela�o, 12,5 kg de tabaco...

e teria uma esposa debaixo do balc�o? Estou procurando uma.

Alguma prefer�ncia?

Uma vi�va que n�o tenha medo do trabalho.

Tenho 6 irm�os. A casa est� um chiqueiro, e a comida, p�ssima.

Ent�o, pensei: "Quando for � cidade negociar...

...trarei uma esposa". - Que coisa mais feia!

Levar uma esposa como se fosse um saco de comida.

- N�o, eu n�o diria isso. - Vou lhe dizer uma coisa...

nenhuma das nossas garotas ir� com voc�...

para cozinhar, lavar e servir sete caipiras desengon�ados!

H� dez homens para cada mulher aqui.

Se quer uma esposa, ter� de ir para o leste.

N�o h� mulheres solteiras nesta cidade?

- Bom dia, Sra. Bixby. - Ol�, Sra. Bixby.

- Vamos fazer colchas. - Achamos que teria sobras.

Veremos.

- E essas? - Espere a�!

- Qual o problema? S�o casadas? - S�o comprometidas.

- Comprometidas. Voc� me assustou. - J� disse, s�o prometidas!

Uma mo�a pode mudar de id�ia.

N�o liguem para ele. Fred, ponha as coisas dele na carro�a, r�pido.

N�o estou com pressa. Tenho a tarde toda.

N�o vai achar uma mo�a na cidade para se casar com voc�.

Ainda n�o escolhi, mas consigo tudo que quero.

Seja arar 20 acres num dia ou derrubar uma �rvore exatamente onde quero.

Vim achar uma esposa. N�o pretendo voltar de m�os vazias.

Voc�s s�o lindas e jovens. Vou me lembrar de voc�s.

Mas s� vou me decidir depois de olhar todas.

Aben�oado seja o seu esconderijo Onde quer que voc� esteja

Ainda n�o nos conhecemos Mas posso apostar

Voc� � a garota para mim

- Bom dia, senhora. - M�e, o pai est� chamando!

Aben�oado seja o seu esconderijo Voc� � t�o boa quanto inacess�vel

N�o seio seu nome Mas vou arriscar

Temendo que seja vesga

Eu trocaria a minha arma E trocaria a minha mula

Embora quem aceitar Seja um grande tolo

Obrigado, Adam.

Ou pagaria seu curso de culin�ria

Se voc� dissesse "aceito"

- Bom dia, senhora. - Bom dia, senhor.

- Belo dia para um casamento. - �tima id�ia!

Lem! Pensei que nunca iria me pedir!

Aben�oado seja o seu esconderijo Prepare-se para se ajoelhar

E fazer aquele juramento Porque estou lhe dizendo

Voc� � a garota para mim

Bonita e elegante Mas meio magra

Olhos lindos Mas t�o pequenos

Ela deve ser perfeita Para ser minha noiva

Aben�oado seja o seu esconderijo

Onde quer que voc� esteja

Milly, uma d�zia de homens pedindo comida, e voc� cortando madeira!

J� vou!

Bonita e elegante Mas n�o muito magra

Olhos lindos Do tamanho certo

Simples e doce

E bastante atrevida

Aben�oado seja o esconderijo dela

Sim, ela � a garota certa para mim!

- Milly, vamos comer! - Vamos.

- Estou morrendo de fome! - J� v�o comer, calma!

- Me d�em um tempo. - Ningu�m cozinha como Milly.

- Quando vai se casar, Milly? - Semana que vem, Sam.

- Vai se casar comigo, n�o �? - O que sua esposa diria, Tom?

- Quer alguma coisa? - Pode ser...

mas primeiro quero experimentar essa comida.

Harry!

- Desculpe. - Tudo bem, Milly.

Sinto muito.

- O cheiro � bom. - E dizem que o sabor tamb�m.

- Tem ketchup? - Meu cozido n�o precisa disso.

- Bom? - Bom!

Meu nome � Adam Pontipee.

- � um nome diferente. - Tenho uma fazenda na montanha.

- Tem? - � boa e tem uma casa.

Tem madeira, campinas...

ovelhas, leite, vacas, 50 acres de trigo.

S� n�o tenho uma mulher. O que acha?

- De qu�? - Acabei de dizer!

Quer se casar comigo?

Sei que � meio repentino.

No leste, ter�amos nos conhecido depois da missa.

Seis meses depois, eu pediria para acompanh�-la � sua casa.

Por dois ou tr�s anos, eu me sentaria na sala todas as quartas.

Finalmente, eu pediria sua m�o ao seu pai.

Mas aqui n�o h� tempo. Preciso cuidar dos meus animais � noite.

S� volto com meus gr�os daqui a cinco meses.

Vai me deixar esperando cinco meses s� por orgulho?

Preciso terminar minhas tarefas.

Assim que olhei para voc�, soube que era a garota para mim.

Vou me lavar e achar um pastor.

Aben�oado seja o esconderijo dela Onde quer que ela esteja

- Onde � a casa do pastor? - No fim da rua, perto da igreja.

Obrigado.

Ela � a garota para mim!

Vou ser franco com voc�. N�o gosto deste casamento.

- Reverendo. - N�o sei nada sobre voc�...

e me sinto respons�vel.

Milly � como nossa filha. Somos a fam�lia dela.

Desde que cheguei, o senhor insiste para que eu me case.

"Uma mo�a n�o pode ficar solteira. O pa�s precisa ser colonizado. "

Quer�amos que se casasse com um dos nossos rapazes.

Voc� podia escolher.

Eu tentei. Tentei v�rias vezes.

Quando eu ia aceitar um deles...

sentia uma coisa horr�vel, e n�o conseguia.

Quando disse "sim" a ele, esperei essa sensa��o, mas ela n�o veio.

Eu me sinto bem. T�o bem que at� posso chorar.

Acho maravilhoso! Amor � primeira vista.

- Alice! Que conversa � essa? - Est� decidida, Milly?

- Sim, reverendo. - Ent�o d� um passo � frente.

Segure a m�o dela.

- Repita: "Eu, Adam Pontipee...� - Eu, Adam Pontipee...

"... aceito esta mulher como minha leg�tima esposa. "

...aceito esta mulher como minha leg�tima esposa.

PROCURA-SE COZINHEIRA

- Aonde ela vai? - Nunca gostei desses Pontipee.

Agora sei por qu�.

M�e! Ele conseguiu! Arrumou uma esposa!

� Milly! Que indec�ncia!

Uma mulher com sete caipiras parasitas.

Aben�oado seja o seu esconderijo Onde quer que...

- Nem pare�o uma noiva. - No por�o, h� coisas da minha m�e.

- Se souber costurar... - Eu adoraria.

Gostaria de usar algo que foi da sua m�e.

Minha m�e me deixou isto.

Sementes de um jardim que ela pretendia plantar aqui.

E meu pai me deixou isto.

"Vidas", de Plutarco, e a B�blia.

Aprendi a ler com eles. Espero um dia poder ensinar nosso...

- Quanto falta at� a fazenda? - Uns 20 km.

Imagine... estou indo para a minha pr�pria casa!

Eu me sinto t�o bem que poderia gritar!

V� em frente.

Viva!

� o Desfiladeiro do Eco. N�o grite no inverno.

Pode iniciar uma avalanche.

Gritei com o cavalo em fevereiro, e tivemos neve at� a primavera.

Acham que vou me sentir sozinha...

mas vou gostar, depois da hospedaria.

� melhor dar �gua aos cavalos.

- Meu buqu� de noiva. - Azedinha?

D� uma �tima sopa.

L� na hospedaria, quando ouvia os homens gritando pela comida...

pensava como seria maravilhoso cozinhar e cuidar de um homem s�.

S� um homem.

Agora que aconteceu, nem acredito que � verdade.

Ding-dong, ding-a-lingdong

Os sinos j� tocaram T�o alegremente?

Que dia maravilhoso!

P�ssaros azuis nas campainhas

Cantam uma can��o Para me acompanhar

Que dia maravilhoso!

Embora eu deva confessar

Que j� sou adulta

Parece que estou voando

Para a brilhante, alegre

E et�rea Terra das Fadas

Ent�o voc� vai me perdoar

Se eu me abrire disser

Lindo, glorioso

Celestial, maravilhoso

Que dia maravilhoso!

Nuvens flutuando pregui�osamente

Como margaridas no c�u

Coisas importantes a fazer

Adeus, adeus

Indo, fluindo

Coisas germinando

Um grande amor pelo meu querido

Enquanto partilhamos o que vier

Lindo, glorioso

Celestial

Maravilhoso

Que dia maravilhoso!

- Este � meu irm�o Caleb. - Como vai, mano Caleb?

- Minha esposa Milly. - Sua esposa?

Macacos me mordam!

Eph, Dan, ele conseguiu! Ele se casou!

Estes s�o meus irm�os: Ephraim e Daniel.

Como est�o, mano Ephraim e mano Daniel?

Quem � Ephraim e quem � Daniel?

- Eu! - Eu!

Este aqui � Benjamin.

Como vai, mano Benjamin? N�o me disse que tinha irm�os.

Devo ter esquecido por causa do casamento.

- Voc�s todos moram perto daqui? - Perto, n�o. Aqui.

- Devia ter colhido mais azedinhas. - Esta � a casa.

Nossa! Que sala grande!

Precisa de uma arruma��o, mas agora que est� aqui...

Acorde e conhe�a a sua cunhada. Este � Frank.

- Como vai, mano Frank? - E este � Gideon.

Largue isso. Agora que ela est� aqui teremos comida de gente.

- Mais algum? - N�o, Gideon � o ca�ula.

Vou demorar para chamar cada um pelo nome certo.

Lembre-se do "ABC": Adam, Benjamin, Caleb, Daniel...

Ephraim, Frank e Gideon.

- Nomes bonitos. Nomes b�blicos. - Foi id�ia da mam�e.

O "ABC" foi id�ia do meu pai. Para n�o se perder.

Ele pretendia usar as 26 letras, at� Zacariah...

mas olhou para Gideon, e uma �rvore caiu em cima dele.

N�o me lembro de um dos nomes b�blicos: Frank.

- Frank � um nome b�blico? - N�o � o nome dele de verdade.

� um apelido que demos. O nome dele � Frankin...

N�o ligue. Venha ver a casa. L� em cima � o quarto.

- N�o pode par�-los? - Vai se acostumar. Ent�o...

- Foi algo que eu disse? - Frank n�o gosta do nome.

Como n�o havia nomes com "F" na B�blia...

mam�e o chamou de Frankincense porque ele era cheiroso.

Ent�o, l� em cima � o quarto. Os rapazes dormem embaixo.

Siga-me. Vou lhe mostrar o resto.

Aqui � a lavanderia. Estragamos muita roupa.

Haver� muito que lavar e cerzir. Mas agora que...

Que estou aqui...

Aqui � a cozinha.

Vai achar farinha... a� dentro.

Tem sal ali...

Saiam! Esperam que ela fa�a o jantar com voc�s aqui?

Vamos, saiam daqui! Voc� tamb�m, Gideon!

Vai achar madeira l� fora, e a �gua est� em frente � porta.

H� um tri�ngulo. Toque quando o jantar estiver pronto.

- Por que fez isso? - Voc�s!

Atacando a comida assim! N�o podem esperar a prece?

- Nem sabem do que estou falando. - O que houve?

- Veja seus irm�os! - Deve estar bom.

Muito bem!

Se v�o agir como porcos...

podem comer como porcos!

"N�o atireis p�rolas aos porcos...

para que n�o pisem nelas e as destruam. "

Est� na hora de voc�s se deitarem.

Ter�o de arar muito amanh�.

21h. Deviam estar dormindo h� 1 hora.

Voc� tamb�m.

Bom...

eu vou dormir.

- Quem �? - Adam, seu marido.

Entre.

Boa noite, rapazes.

Eu...

...pensei que estivesse deitada. - Pensou?

Foi um dia corrido. Deve estar cansada.

- Isso mesmo. - Devo puxar as cobertas?

Pode, se quiser.

Mas n�o vou me deitar.

Voc� n�o quer uma esposa, Adam.

Quer uma cozinheira, uma lavadeira, uma criada!

Criadas t�m direito a um quarto.

- Acho que sim. - Voc� me deixou falar na carro�a.

Fiz papel de idiota falando de n�s dois.

Devia ter me impedido!

Talvez...

mas foi muito bonito.

E, se eu... tivesse contado, voc� n�o teria se casado comigo.

E eu queria que se casasse comigo. De verdade.

Claro, porque sabia que eu era jovem, forte e trabalhadora.

Em parte � verdade. A vida � dura aqui na floresta.

H� �rvores esperando para serem derrubadas...

terra esperando para ser arada e cercada, animais a alimentar.

Um homem quer uma esposa que trabalhe com ele.

Claro, se...

ela tiver olhos mais azuis que cent�ureas...

cabelo da cor do trigo ao sol...

ele � um homem de sorte.

Vou trabalhar ao seu lado...

mas n�o vou dormir com voc�.

Ela quer �gua. Est� com sede.

Tome um gole.

- O que est� fazendo? - Vou dormir.

O que os p�ssaros v�em nisso?

N�o parece certo um noivo passar a noite de n�pcias numa �rvore.

A id�ia foi sua, n�o minha.

Acho que eu estava zangada.

Eu tinha tantos sonhos. Sonhos sobre amor e...

casamento, essas coisas.

Quando voc� est� apaixonado

Quando voc� est� apaixonado

N�o h� como

Esconder

Quando voc� est� apaixonado

Realmente apaixonado

Voc� deixa seu cora��o

Decidir

Com cada suspiro

Com cada olhar

Com cada batida

Do seu cora��o

Voc� vai querer que o mundo

Saiba tamb�m

Quando voc� est� apaixonado

Como eu estou apaixonada

Por voc�

Sei como � com seus irm�os...

voc� sendo o chefe da casa.

N�o quero que perca a autoridade.

Pensando bem...

seria melhor voc� entrar.

Bacon!

Caf� fresco!

P�o quente! Milly est� cozinhando!

- Adam deve ter falado com ela. - Que cheiro gostoso!

- Que fome! - Parece que n�o como h� anos!

Cad� a minha cal�a?

- Cad� a minha roupa? - Estou procurando a minha!

- Foi voc�? Quem escondeu? - S� tenho as minhas botas.

Bom dia, manos. Se est�o procurando suas roupas...

est�o no varal. Entrei e peguei.

N�o peguei as roupas de baixo. Vou pegar agora.

- Nossa roupa de baixo? - Os pijamas de inverno.

N�o v�o ter roupas nem comida enquanto n�o estiverem limpos...

e barbeados!

Cad� o Adam? Queremos falar com ele!

Est� arando. Tomou o caf� h� meia hora.

Preparei p�ezinhos, bacon torrado, bolo, bifes, batatas...

caf� fresquinho.

V�o me dar os pijamas ou vou ter de entrar e tir�-los?

N�o se preocupem. Ela n�o ousaria.

N�o mesmo?

Tudo bem, vamos tirar.

N�o sabia que tinha entrado para uma fam�lia t�o bonita.

Voc�s s�o muito bonitos!

S�o mesmo. Todos voc�s.

Por que se escondiam atr�s daqueles bigodes?

Medo de que alguma garota fugisse com voc�s?

Por que nunca os vi nas festas na �poca da colheita?

- N�o gostam de garotas? - Quase nunca vemos uma.

Agora t�m uma irm� que vai cuidar disso.

Querem comer?

Muito bem.

Senhor, Tu nos conduziste por desertos, montanhas e florestas...

a uma boa terra. Terra de trigo e ca�a, onde n�o haver� fome.

N�s Te agradecemos, Senhor, pelo Teu amor e Tua bondade.

- Am�m. - Am�m.

Am�m.

- Frank? - Depois de voc�.

Obrigado.

- Aonde vai, Milly? - Preciso ir � cidade, Gideon.

A farinha est� no fim, e acabei com a vassoura e a escova.

- � melhor eu ir junto e ajud�-la. - O que est� havendo?

- Vamos � cidade. - Vou junto para conduzir o cavalo.

Eu conduzo.

Milly vai � cidade!

Vamos com eles!

Fiquem aqui e esperem. Gideon me ajuda.

E cuidado com os modos.

Vejam! Garotas!

R�pido, diga algo!

Querem mascar tabaco?

- O que est� havendo? - Ele nos insultou!

De jeito nenhum! Ele s� ofereceu um...

- � um �timo tabaco. - � mesmo?

Somos n�s!

Minha vitrine!

Pare, Benjamin! Pare j�!

- N�o fiquem a�! Fa�am algo! - Para qu�? S�o s� tr�s.

- Pare! Est� ouvindo? - Est� bem, Milly.

Parou.

Suba naquela carro�a! J�!

O que eu fiz de errado?

Primeiro: se gosta de uma mo�a, precisa aprender a falar com ela.

Vou mostrar.

Sou uma mo�a. Voc�s me v�em saindo da igreja.

Levantem os chap�us.

- O que foi, Caleb? - Meu cabelo n�o est� penteado.

Agora, digam uma gentileza. Gideon, diga algo.

Bela noite para ca�ar quatis.

Saia daqui! J�!

Est� dando murro em ponta de faca. Eles nunca ser�o finos.

N�o liguem para ele. Voc�s v�o aprender.

E falta um m�s para o baile e o piquenique.

Mas lembrem-se de uma coisa:

haver� muita concorr�ncia.

Cada mo�a ter� cinco ou dez rapazes ao redor.

- Vamos acabar com eles. - Todos eles!

� o que n�o devem fazer!

Se quiserem agir como hienas, deixem.

Precisam estar acima disso.

Precisam ser cavalheiros e... falar bem.

Mostrem �s mo�as que t�m etiqueta.

- O qu�? - Como eu mostrei � mesa.

N�o agarre uma mo�a como se ela fosse uma panqueca!

Espere um pouco. Ofere�a seu bra�o.

Quando estiverem sozinhos, passe o bra�o ao redor dela.

� preciso cortej�-la, cham�-la de "minha querida"...

"meu amor", "meu tesouro", "meu bem"...

Namorar, namorar Faz a gente ficar tonto

Namorar, namorar Preparar-se para ver uma mo�a

� divertido ca�ar e atirar Ou ca�ar um coelho

Mas � bem mais emocionante Namorar

- � assim que voc� diz? - Isso mesmo.

H� muitas coisas Que voc� precisa saber

Diminua a luz da sala

Voc� se aproxima E aperta a m�o dela

Vou lhe dizer Isso � muito bom

Voc� tosse e gagueja um pouco

Ela d� um meio sorriso

Voc� se aconchega Ela se afasta

Ent�o � s� quest�o de estrat�gia

Entendeu?

Namorar, namorar Se achar dif�cil quebrar o gelo

Namorar, namorar Aqui vai um conselho feminino

Vire os olhos e d� um suspiro

Resmungue e gema Como se fosse morrer

Isso � que � mostrar sentimentos Namorar

- E como se faz a corte? - Na sala?

Est� esperando um abra�o?

- Que tal um carinho? - No sof�?

E se ela te der um tapa?

"Bem-aventurados os mansos" Lembre-se de dar a outra face

Logo voc�s estar�o brincando Namorar

- Dan�ar - Dan�ar?

Num baile chique ou minueto

Posso?

Dan�ando, vai impression�-la Com sua etiqueta

Tentem. Vamos.

Homens aprendem a dan�ar?

Veio direto de Paris, Fran�a

Vai ajud�-lo como romance Dan�ar

Agora, sigam-nos.

Virando. Sobe-desce.

Virando. Sobe-desce.

Vamos, por aqui!

Direita. Esquerda.

Um giro.

Agora, tran�ando.

Adoro dan�ar!

Ei, Milly!

Agora, rapazes!

- Continuem dan�ando! - E ca�ando!

E atirando!

- E lutando! - E agarrando!

Porque n�s vamos namorar!

As unhas mais limpas que j� vi.

- O que houve com seu dedo? - Mergulhei na lix�via.

Tirou a sujeira, mas a unha quase foi junto.

Estou t�o orgulhosa de voc�s!

Lembrem-se: cuidado com os modos e sejam cavalheiros.

E nada de brigas. Em hip�tese alguma.

Que demora � essa? Se vamos a um baile, vamos logo!

Vamos!

- Quem s�o eles? - N�o me lembro de t�-los visto.

- Para mim, s�o estranhos. - S�o sete!

- E altos como campan�rios! - � Milly!

- Aonde vai? - Quero ver Milly!

- Adoro Milly! - Vou cumpriment�-la!

Parecem os irm�os Pontipee.

- Milly! - Alice!

MiI, que saudade!

Milly, h� quanto tempo!

Senti tanta saudade de voc�s! Assei algumas tortas.

- � mesmo? - Vamos lev�-las.

- Seria um prazer se permitisse. - Obrigada.

- N�s todos vamos ajudar. - N�o vou deix�-la carregar isso.

- Posso ajudar? - Por favor.

Permita-me.

- Pode me seguir? - At� o fim do mundo.

Lamento, acabou.

Desculpe, acabou.

Posso acompanh�-la?

� a mo�a mais bonita que j� conheci.

- Posso acompanh�-la ao baile? - Podia ter boas maneiras tamb�m.

Para qu�? J� tenho uma esposa.

Venham, todos! Escolham seus parceiros! Vamos dan�ar!

Mais r�pido!

Derrube-o, Dan!

Vamos, Dan!

Vamos, Caleb!

- Vamos, Frank! - Vamos!

- Vamos, Frank! - For�a, rapaz!

- Isso mesmo! - Vai, rapaz!

Vizinhos! Podem me dar sua aten��o?

A todos voc�s que vieram de longe...

Henry agradece por virem ajudar a erguer o celeiro.

- Obrigado, pessoal. - E �s senhoras, pela comida.

Como o celeiro tem quatro lados, ser�o quatro equipes.

Quem acabar primeiro, ganha um novilho.

Henry, mostre Annabel.

Preparem as equipes. Vamos ver quem ganha!

- Adam, ela seria �til na fazenda. - O que acham, rapazes?

Sr. Perkins, n�s sete vamos formar uma equipe.

- Milly diz que gostou de Annabel. - Ouviram? Este � Adam Pontipee.

Ele disse que sempre consegue o que quer. E quem duvida?

Ele � p�reo duro!

- N�o se preocupe. - Cuidamos deles.

- Isso mesmo! - Temos uma equipe pronta!

- E aqui est� a quarta! - Muito bem. Pegaram os martelos?

Tomem suas posi��es. Assim que erguerem o celeiro, podem comer!

Vamos.

Est�o prontos?

Vamos!

- For�a! Vamos! - Vamos! Vamos!

Desculpe, eu devia ter tirado a m�o.

- O que houve? - Nada.

Caleb, ponha essa t�bua a�.

O que foi agora?

- Bati o ded�o. - Ande logo.

Frank, traga aquelas t�buas.

Machucou-se, Frankincense?

Vamos logo!

- O que h� com voc�s hoje? - Foi s� uma tontura.

- Pare! Calma! - Ele jogou de prop�sito, eu vi!

- Nada de briga! - Prometemos � Milly.

- N�o vamos come�ar uma briga. - Vamos, estamos atr�s!

Ela os fez virarem almofadinhas. Se forem atacados, o que far�o?

V�o se desculpar por viver! Voc�s s�o a desgra�a da fam�lia!

S�o um bando de maricas, covardes e afeminados!

Bem feito! Espero que quebrem o pesco�o de voc�s.

Vamos, Gideon!

Por que est� fazendo isso? Ele n�o fez nada!

Parem de brigar!

Hamam�lis.

L�bio cortado.

N�o sorria por uns dias.

Pr�ximo.

Dois bifes. Frank?

- Um chute nas cal�as. - Pr�ximo.

Um dente mole e juntas inchadas.

N�o sei como ainda t�m dentes. Hamam�lis, por favor.

Desculpe, Milly. Mas quando aquele cara atacou Adam...

Entendo, Gideon. Fizeram o melhor, eu acho.

Boa noite, rapazes.

Boa noite, Milly.

- Boa noite, Milly. - Boa noite, Milly.

Sinto uma coisa estranha, Milly. Aqui.

Se for o que estou pensando, hamam�lis n�o vai ajudar.

Alice � um amor, n�o �?

Boa noite.

O que h� com voc�? Algu�m te deu um chute naquele lugar?

Estou assim desde antes da luta. Desde que vi Alice.

Adam?

Acha que posso estar apaixonado?

Papai dizia que o amor � como o sarampo: s� se pega uma vez.

Quanto mais velho, pior.

Num jovem como voc� � leve.

N�o, acho que n�o.

N�o sei se posso responder �s suas perguntas.

Mas, de acordo com Milly, e ela sabe muita coisa...

Quando voc� est� apaixonado

Quando voc� est� apaixonado

N�o h� como esconder

Quando voc� est� apaixonado

Realmente apaixonado

Voc� deixa seu cora��o decidir

Como saber

O que h� nesse feiti�o?

Como saber at� experimentar?

Espere por aquele beijo especial

E deixe seu cora��o decidir

Quando voc� est� apaixonado

Acho que entendi o b�sico.

Mas eles n�o v�o nos deixar namorar aquelas mo�as.

- N�o depois de hoje. - N�o fique chateado.

Se n�o conseguir esta, haver� outra.

Uma mulher � igual � outra.

Venha, vamos alimentar os animais.

Sou um

Fur�o solit�rio

Solit�rio, triste e infeliz

Porque n�o tenho

Uma f�mea

Jurando a verdade

N�o posso fazer juras

Para um rebanho de vacas

Sou um velho c�o de ca�a

Uivando para a lua

Porque n�o tenho

Uma cadela amiga

Aqui para ouvir minha can��o

Um homem n�o pode dormir

Quando dorme com ovelhas

Sou uma

Velha coruja

Piando nas �rvores

Porque n�o tenho

Uma namorada coruja

Com quem conversar

N�o posso conversar

Com um bando de �rvores

- � bonito, n�o �? - N�o para mim.

J� vi muito disso.

- Eu vou embora. - Por que, Benjamin?

N�o vou passar outro inverno aqui, vendo neve por tr�s, quatro meses.

O que faremos sem voc�? Sentiremos sua falta.

Podem cuidar da fazenda sem mim.

Adam!

- Benjamin disse que vai embora. - O qu�?

Disse que � o inverno, mas sei que n�o �.

Todos est�o sofrendo por causa de garotas.

E por qu�? Mal as viram mais de uma vez.

� o suficiente, se for a certa.

Eu sonhava que morar�amos perto uns dos outros...

com beb�s e crian�as vindo at� aqui no Natal e nos anivers�rios.

Se Benjamin partir, um ir�, depois outro...

Vou falar com ele.

Se voc�s se vissem...

Parecem um bando de bezerros apaixonados!

Se est�o apaixonados, fa�am alguma coisa.

- Por que n�o se casam? - Claro, � muito simples.

Nunca deixar�o que nos casemos com elas.

Ent�o fa�am o que os romanos fizeram com as "sabidas"...

ou sabinas, seja l� o que for.

Estavam na mesma situa��o.

Iam colonizar um territ�rio novo, faltavam mulheres, como aqui.

Havia mulheres "sabidas" na cidade. O que eles fizeram?

Foram at� l� e as raptaram!

Se n�o podem fazer o mesmo que os romanos, n�o s�o meus irm�os!

Mas, como o Oregon � um territ�rio temente a Deus...

ter�o de raptar um pastor tamb�m.

Esses romanos foram os que colonizaram o Norte?

N�o, isso foi antigamente. Li num livro da Milly.

- Um livro! - � Hist�ria! Aconteceu mesmo.

Vou falar sobre as "sabidas" Que viveram na �poca dos romanos

Parece que foram nadar enquanto Os homens foram pastorear

Uma tropa romana estava passando E as viu todas molhadas

Eles as levaram para secar Ao menos � o que Plutarco diz

As mulheres chorando, chorando Eram f�ceis de amarrar

Todos os m�sculos pulsando Pulsando, como cavalgar

Elas choraram e beijaram E beijaram e choraram

Por todo o territ�rio romano

Ent�o n�o se esque�am Quando arrumarem uma noiva

Chorando � f�cil amarrar Na hora de cavalgar

- E o que aconteceu? - Venham aqui. Vou contar.

Eles nunca devolveram o saque O vencedor fica com a pilhagem

Eles as levaram para casa Redondas, pequenas, mas bonitas

E voc�s nunca viram, � o que Dizem, tamanha obedi�ncia

Com um beb� romano em cada Joelho: Claudius e Brutus

As mulheres choravam Choravam, durante a noite

Enquanto os romanos sa�am Para arrumar brigas

- � mesmo? - Elas se ocupavam costurando togas

Para os pimpolhos

E dizendo:"Um dia As mulheres ter�o direitos"

- Passavam as noites Costurando

- Enquanto os romanos lutavam - Ou�am isto!

Quando os homens foram busc�-las As mulheres n�o quiseram ir

Quando os romanos raptam

- Elas querem ficar - Que assim seja, porque � verdade

Uma li��o para voc�s

Sejam duros como os romanos Ou elas achar�o que s�o doidos

As mulheres choravam Choravam rios de l�grimas

- Que tristeza! - Por causa do cavalo velho

- Elas os irritaram - E isso n�o � tudo

- Elas pareciam bravas e chateadas - Mas no fundo estavam alegres

Lembrem-se disso quando levarem Os bezerros para o curral

Coitadinhas!

O que est�o esperando? Vamos rapt�-las!

As mulheres choravam Choravam sem parar

Mulheres choronas

Lembrem-se do que Robin Robin Hood teria feito

Mulheres choronas

Seremos como os homens felizes E as faremos felizes de novo

E, embora elas chorem por algum tempo

N�s faremos As choronas sorrirem!

Parado!

V�o. Em sil�ncio!

Espero voc�s aqui.

Dan! Eph!

H� duas aqui.

Elas est�o saindo.

- Boa noite, Liza. - Boa noite.

Ei, voc� pegou a minha!

- E meu beijo de boa noite, Sarah? - Carl, voc� � t�o insistente.

- Vamos, s� um beijo. - Bem, talvez um beijinho.

Feche os olhos.

Oh, Carl!

Frank, o que est� fazendo? Frank, me larga!

Muito bem!

R�pido.

E Gideon?

- Ouvi a gata l� fora. - Vou ver, Sra. Elcott.

Coitada, l� fora numa noite assim.

Ande logo!

- Parece que Pansy est� doente. - Vou olhar nos fundos.

Est� tudo bem. Ela est� aqui.

Dorcas! Dorcas?

Pai, venha r�pido!

Muito bem, Gideon!

- Cad� o Benjamin? - N�o sei.

Mantenham-nas quietas.

Vamos! Vamos!

Vamos!

- Sarah Kines sumiu! - Alice tamb�m!

- Ruth Jebson tamb�m. - Cad� a Dorcas?

Foram os Pontipee. Os sete me derrubaram.

Vamos peg�-los!

Vamos!

Quietas! � o desfiladeiro. Se n�o pararem, haver� uma avalanche!

Vamos l�. Prendam a respira��o.

Mantenha-a calada!

R�pido, Adam! Eles est�o perto.

Deixem-nas gritar!

L� vai!

Por causa do cavalo velho Elas os irritaram

Muito bem, em fila! Milly! Milly!

- O que voc�s fizeram? - Eles nos seq�estraram!

- Pe�a para nos levarem de volta. - Levem-nas de volta j�, ouviram?

- N�o d�. - Houve uma avalanche.

Ter�o de esperar a primavera.

- A id�ia foi sua, n�o? - Eu diria que foi sua.

Saiu daquele livro sobre as mulheres "sabidas".

Que tipo de homens s�o? S�o animais, para fazer algo assim?

- Seq�estrando inocentes! - S�o apenas rapazes apaixonados.

N�o disse que queria v�-los todos casados?

Eu quero a minha m�e!

N�o chore, Alice. Lamento, mas � o �nico jeito de nos casarmos.

- Adam! - O qu�?

Esquecemos de trazer o pastor!

N�o se preocupem. V�o para a cozinha. N�o vai acontecer nada.

Animem-se. Conseguiram, n�o foi? Vai dar tudo certo.

- Certo, Milly? - A casa � das mo�as.

Voc�s n�o entrar�o enquanto elas estiveram aqui.

Voc�s v�o comer e dormir no celeiro com os animais.

Agora v�o embora. Que vergonha!

V�o, rapazes. V�o.

- Milly... - Voc� tamb�m!

Voc� est� exagerando.

Dar� tudo certo. Eu e os rapazes traremos um pastor.

Acha que as mo�as se casariam com eles agora?

Porque conseguiu uma esposa t�o f�cil...

porque n�o o fiz me cortejar, acha que � s� isso?

Eu disse "sim" porque me apaixonei assim que o vi.

Pensei que voc� tamb�m.

- Milly... - Acha que uma esposa � uma criada.

Voc� n�o entende nada. N�o tem sentimentos!

Como p�de fazer uma coisa dessas?

Quando penso nessas mo�as amedrontadas...

e nas fam�lias preocupadas...

n�o posso olhar para voc�!

N�o foi assim que planejamos passar a noite. No celeiro!

- O que vai fazer? - Vou embora daqui.

Vou para o chal� esperar o inverno passar.

N�o pode fazer isso. N�o pode ficar l� sozinho.

- H� suprimentos para seis meses. - N�o v�. Ela se zangou conosco.

� mais que isso. Algo bem mais profundo.

E se voc� adoecer ou quebrar uma perna...

...enquanto estiver l�? - Os lobos est�o famintos.

Ser�o uma boa companhia depois do que tenho suportado.

Nada como uma x�cara de ch� uma hora dessas.

Milly, sou eu, Gideon. Preciso falar com voc�.

- Milly, n�o! - N�o abra a porta!

- O que �? - � sobre Adam.

Ele vai embora para o chal� nas montanhas.

- Voc� est� me ouvindo? - Estou.

Pe�a para ele n�o ir. Por favor, Milly!

Ele precisa aprender que n�o se trata ningu�m assim.

Eph, vamos come�ar aqui.

Est�o com medo de bolas de neve?

Bolas de neve com pedras!

"Coitadinhas, chorando rios de l�grimas. "

"E quando foi dado o sinal, ergueram as espadas e, aos gritos...

raptaram todas as filhas dos sabinos. "

Quem �?

Sou eu. Caleb.

- O que voc� quer? - A noite est� muito fria.

Preciso de mais um cobertor.

Pode pegar um.

"At� hoje, existe o costume da noiva...

n�o entrar pela porta da casa do marido sem ser carregada...

para lembrar o rapto das sabinas. "

Quem �?

Benjamin.

O que voc� quer?

Minha perna est� doendo. Preciso de ung�ento.

V�, mas seja r�pido.

Sim, Milly.

"Alguns tamb�m dizem que o h�bito de repartir...

o cabelo da noiva com a ponta de uma lan�a... "

- Estou com o pesco�o duro. - Chega dessa bobagem.

- N�s s� quer�amos... - Olha, Milly...

Voltem pro celeiro. V�o dormir, ou tranco a porta.

"... era lembran�a do casamento delas. Come�ou com guerras...

e atos de hostilidade, e ent�o... "

Aqui neste lugar s� neva?

Houve nevasca todos os dias nos �ltimos dois meses.

Vou ficar maluca, trancada nesta casa!

Alice, por que n�o l� para n�s?

J� lemos esse livro tr�s vezes!

Vamos. Leia sobre as mulheres "sabidas".

- Por favor. - N�o ag�entamos mais.

Ent�o vamos consertar o vestido que ganhou.

- Para que, se ningu�m vai ver? - Ningu�m?

Gostei! Somos "ningu�m".

- Cad� a Milly? - No celeiro, pegando ovos.

Eu queria pegar ovos. Adoro pegar ovos!

Qual deles ser� que dormia nesta cama?

Dorcas Galen!

O que foi? Nunca pensaram nisso?

Que est�o dormindo na cama deles?

Eu nunca pensei nada disso!

Liza, Alice! Saiam j� dessa janela.

� indecente ficarem onde eles podem v�-las.

Notei que voc� espia bastante quando acha que ningu�m v�.

- Nunca! - Eu vi!

- Eu tamb�m. - Retire isso, ouviu?

Como ousa dizer uma coisa dessas sobre Martha?

E o que voc� fazia ontem � noite perto da lenha?

- Voc�! - Garotas!

Parem j�!

Alice, levante-se! N�o briguem. N�o agora que preciso de voc�s.

Conto com todas voc�s para me ajudarem...

porque vou ter um beb�.

Milly, sente-se! Est� confort�vel?

- N�o vai fazer mais nada. - Cuidaremos de tudo.

Faremos suas tarefas. Vamos limpar, cozinhar, tudo.

- N�o. Seria bobagem. - Aonde vai?

- Tenho coisas a fazer. - Para quando � o beb�?

- Precisam ter paci�ncia. - Para quando?

Para a primavera.

- Queria que fosse eu! - Dorcas!

Sempre quis ser uma noiva de junho e ter um beb� em seguida.

Na primavera.

Dizem que quando Voc� se casa em junho

Voc� � uma noiva A vida toda

E o noivo que se casa em junho

Tem uma esposa doce

Casamentos no inverno Podem ser alegres

Como f�rias de Natal

Mas as noivas de junho Ouvem a can��o

De uma primavera Que dura todo o ver�o

� luz do luar prateado

Voc�s v�o para casa Lado a lado

Como eco da m�sica De Mendelssohn

Nos seus cora��es Enquanto seguem

Porque dizem que quando Voc� se casa em junho

Voc� sempre ser� uma noiva

O dia do casamento � um dia Que ela vai lembrar para sempre

A igreja cheia de flores Ch�s-de-cozinha s�o antiquados

O noivo espera no altar L� vem a noiva

Os dois v�o prometer Amare obedecer

O padrinho est� comemorando Todas as damas esperam para ver

Qual delas vai pegar o buqu�

Porque dizem que quando Voc� se casa em junho

Voc� sempre

Sempre

Ser� uma noiva

Em novembro A neve come�a a cair

Se amontoando at� os tornozelos

Em dezembro chega aos joelhos

Mas uma noiva continua Sendo uma noiva

Janeiro ainda est� no auge

Pelo peitoril da janela da sala

Fevereiro acha uma brecha

E uma tempestade Que parece nunca acabar

Mar�o vem como um le�o O que mais?

E a neve n�o derrete

As chuvas de abril vir�o � o que dizem

Mas n�o v�m, e � maio

Voc� est� prestes a esquecer tudo

De repente, um dia

� primavera!

O terreiro est� ocupado em agita��o

E o motivo �bvio � por causa da esta��o

A M�e Natureza � l�rica Com seu milagre anual

Primavera, primavera, primavera

Os pintinhos est�o nascendo Enquanto os galos vasculham

Para assegurar a sobreviv�ncia De cada rec�m-chegado

Todos os ninhos est�o agitados Est�o todos cuidando de beb�s

Primavera, primavera, primavera

� uma cheia de rebentos e vidas

Todas as fam�lias t�m planos

At� mesmo no riacho A vida subaqu�tica

Est� soprando bolhas tamb�m

Todos os campos est�o Enfeitados de margaridas

Todos os p�ssaros Mostram suas roupas juntos

O sol est� mais brilhante Para mostrar a beleza

Primavera, primavera, primavera

L� de cima, a �guia Com seu olho de �guia

Olha abaixo do seu bico de �guia

E achando sua dama Com seu olhar agudo

Grita:"E se marcarmos A data para esta semana?"

Sim, senhor, a primavera � tudo que se espera

� um leito de rosas, caudas Abanando, narizes esfregando

Todo dia � Dia das M�es O pr�ximo � outro dia

Quando o amor � rei

Frank, Dan, Ben, Caleb! Todos! Milly vai ter o beb�!

Liza, Martha, Ruth, r�pido!

R�pido!

Eu sou tio.

Adam! Adam!

Gideon!

N�o ag�entou mais o celeiro?

Vim busc�-lo para lev�-lo comigo.

Milly teve um beb�. Nasceu anteontem.

N�o acredito.

- � verdade como... - N�o acredito!

- � um truque para eu voltar. - Truque?

Viveu com Milly como marido e mulher, e n�o a conhece!

Ela tem orgulho e � corajosa. N�o me pediria para vir busc�-lo.

Estaria perdendo tempo.

- N�o pretendo ir. - Nem para ver o beb�?

- Seu sangue? Sua filhinha? - Uma menina?

Eu deveria ter imaginado.

Volto quando o desfiladeiro abrir. Ficarei at� acabar a ca�a.

Adam?

Voc� � meu irm�o mais velho.

Sempre o respeitei, tentei imit�-lo...

mas hoje estou com vergonha de voc�.

Sei que pode me bater, me dar uma surra...

mas n�o me consideraria homem se n�o mostrasse o que sinto.

Agora v�!

O desfiladeiro est� aberto! O desfiladeiro est� aberto!

Todos os homens, dirijam-se ao templo!

Tragam os rifles, facas, armas, machados, qualquer arma!

O desfiladeiro est� aberto!

Est�o prontos?

- Vamos! - Vamos!

Vamos libertar as mo�as!

Gideon!

O que est�o olhando?

Eu disse que voltaria quando o desfiladeiro abrisse.

- O desfiladeiro? - Milly, eles vir�o os matar!

Subam, garotas, r�pido!

Vamos pegar as armas.

- Mande prepararem a carro�a. - Carro�a?

Coloquem cobertores e palha. Ande.

Como ela se chama?

Estava pensando em algo como Hannah, Hagar ou Hephzibah.

Para continuar de onde sua m�e parou.

Hannah.

Hannah.

Fiquei pensando l� na montanha...

pensando sobre o beb�.

Sobre como eu me sentiria se algu�m a levasse embora.

Eu o enforcaria numa �rvore, atiraria nele como numa raposa.

Pensei em voc� tamb�m enquanto eu estava l�.

N�o consegui tir�-la da cabe�a.

"Quando voc� est� apaixonado...

realmente apaixonado... "

A carro�a est� pronta.

Certo.

Chame as garotas. Vou devolv�-las. �s fam�lias delas.

Voc� tomar� cuidado?

N�o vamos deixar que as leve.

J� conversamos e concordamos. Elas n�o v�o!

Agora elas s�o nossas.

Vou devolv�-las. Ainda sou o chefe desta fam�lia.

- Acho que ter� de me mostrar. - Tamb�m acho.

Vou precisar socar bom senso nessas cabe�as duras?

S� as ter�o se as levarem de volta!

- A cidade toda vir� at� aqui. - Que venham! Vamos enfrent�-los.

Claro. Claro que v�o. E com quem v�o lutar?

Com os parentes das mo�as?

Algu�m pode se ferir, um pai, um irm�o, talvez.

Elas se casar�o com voc�s depois disso?

Adam tem raz�o.

Fico com Adam.

N�o fique muito perto.

Adam, as garotas sumiram! Elas fugiram!

- V�o busc�-las! V�o! - Ruth!

- Dorcas, volte aqui! - Sarah, cad� voc�?

Dorcas, volte! Vai se machucar!

Fa�am sil�ncio. Podem nos ouvir daqui. Vamos surpreend�-los.

- Alice! Por favor, Alice! - Martha, cad� voc�?

Volte, Martha! N�o fuja.

Eu n�o vou voltar! Eu n�o vou voltar!

- Quero ficar com voc�! - Tem de voltar! � o �nico jeito!

� Alice!

Venha, Ruth!

L� est�o elas!

Solte-me!

Solte-me!

N�o, vai atingir Dorcas!

N�o. Isso n�o!

Agarre o vestido dela, Ben!

Peguem uma escada!

Minha filha! Ruth!

Por favor!

- Papai! - Venha c�.

Filha!

Solte-a!

O que vai fazer com ele?

Vamos enforc�-lo com os outros na �rvore mais pr�xima!

Esperem um pouco!

Antes, h� uma coisa que precisamos saber delas.

Garotas! Garotas!

- Reverendo, o que quer saber? - Somos todos pais aqui...

e amamos voc�s. N�o temam responder.

H� pouco ouvi um beb� chorando. De quem �?

De quem �? N�o tenham medo de dizer.

Meu!

Alice, Ruth, Martha, Liza, Sarah, Dorcas...

aceitam esses homens como seus leg�timos esposos?

Aceitamos.

Benjamin, Caleb, Daniel, Ephraim, Frankincense, Gideon...

aceitam essas mo�as como suas leg�timas esposas?

- Aceitamos. - Eu os declaro maridos e esposas.

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