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DATA TERRESTRE: 19 DE AGOSTO DE 1980 DATA DA NAVE: 19 DE AGOSTO DE 1980
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O PLANETA DOS MACACOS.
DATA TERRESTRE: 14 DE JUNHO DE 3085
"FUGA DO AMANH�"
Atr�s dele, c�o! Atr�s dele!
Atr�s dele, c�o! Atr�s dele!
O que achou, c�o? Voc� o pegou?
Muito bem, c�o. j� basta!
Disse que j� basta!
� s� um humano.
Vamos, c�o.
Abra!
O que foi, prefeito?
- Eu n�o sei. - Preparem suas armas.
Acho que dever�amos entrar.
Posso entrar tamb�m, pai?
- Fui eu quem a achou, n�o foi? - J� disse que n�o!
Vamos, em frente!
Est� morto?
� um humano.
Acho que te disse pra ficar l� fora.
Olhe, havia mais dois.
- Onde eles estariam? - N�s vamos ach�-los.
N�o diga nenhuma palavra sobre isso. Entendeu, Arno?
Por que n�o, pai? � divertido.
� perigoso!
Os humanos sabem qual � o seu lugar.
Se descobrirem que outros humanos
constru�ram e fizeram voar uma m�quina dessas,
poderiam pensar que s�o t�o bons quanto n�s.
Pai, estes humanos devem ser melhores que n�s.
Nunca mais diga isso!
Nem sequer pense nisso!
Enterrem o humano imediatamente!
Se cavalgar r�pido, chegar� a cidade central pela manh�.
Entregue essa mensagem a Zaius, o presidente do conselho. Depressa!
Quero que fa�am uma busca aos outros dois humanos.
Des�a da�!
O dispositivo
direcional que nos levar� � Terra.
Avisei...
Cuidado...
Cuidado!
N�o h� nenhuma fratura. J� examinei.
Muita calma.. Calma... Levante bem devagar.
Como est�?
Que lugar � esse? Como chegamos aqui?
N�o sei, acabei de me levantar.
- Onde est� Jonesy? - Tamb�m n�o sei.
Vamos tentar de novo...
Calma...
� como estar de ressaca sem ter bebido.
Nem sequer me lembro o que aconteceu.
Nos aproxim�vamos de Alfa Centauro.
Encontramos turbul�ncia radioativa e perdemos o controle.
Eu pedi a Jonesy que ativasse o piloto autom�tico.
Ele conseguiu?
Aterrisamos em algum lugar. Poderia ser a Terra.
- Ou qualquer outro planeta. - Espere... Espere...
- Vem vindo algu�m... - Fique quieto!
Trouxe algo para comerem.
Comida?
Comida?
Quem � voc�?
Farrow.
Isso � comida.
Onde estamos? Estamos na Terra, n�o?
- Deixe o falar, Alan. - Aqui � a Terra, n�o �?
A Terra? O que � a Terra?
Como se chama este planeta?
Esta � minha caverna secreta. N�o tem nome.
Havia outro homem conosco. O que houve com ele?
Estava morto.
Pobre Jonesy... Tinha esposa e filho.
Sim, como voc�.
E voc� deve estar t�o longe deles quanto ele.
Talvez n�o.
Olhe essa fruta. J� viu algo assim antes?
Sabe com o que se parece esse lugar?
Com um abrigo anti-a�reo de cem anos atr�s.
N�o existia na Terra naquela �poca.
Eu sei, Pete.
Nossa nave est� longe?
Pode nos levar l�?
Com esta roupa, seria perigoso.
- Poder�amos despist�-los. - Irei � Chalo e pegarei roupas.
- O que � "Chalo"? - Chalo.
A aldeia onde devem viver os humanos.
N�o confio no prefeito. Passo quase todo o tempo aqui.
Encontrei este lugar faz 2 anos...
Mas jamais contei a ningu�m. Aqui estar�o � salvo.
A salvo de que?
dos s�mios, � claro. Voltarei assim que puder.
S�mios?
foi o que ele disse.
Estes dois humanos s�o desconhecidos...
e est�o loucos.
N�o liguem pra eles.
Informem sobre seu paradeiro imediatamente...
Se os verem.
Me lembrava quando era menino, em Jersey City.
N�o podia ver as estrelas.
Sonhava com elas.
Sonhava que estava l� em cima, com elas.
Meu desejo se cumpriu, n�o?
Pete Burke, abandonado em um abrigo ref�gio anti-a�reo.
Bom, pelo menos algumas damas sentir�o saudades.
Voltaremos pra casa, Pete.
Por favor, Alan.
Agora, esta � nossa casa.
E quero ver como �.
Voc� ouviu o velho.
Sim, os s�mios.
Surpreendente, n�o? � como a Terra.
Escute.
Poder�amos ter aterrissado num lugar pior.
N�o ir�o muito longe.
Eram s�mios, n�o?
Gorilas.
Que planeta � esse?
� inteligente e divertido, Galen...
Mas, � esse o motivo para ser meu assistente?
Tenho outro requisito, presidente Zaius.
Qual? Qual?
Meu pai � um velho amigo seu e voc� lhe deve um favor.
Verei se meu amo tem uma resposta para voc�.
Voc� � sempre t�o direto?
S� com aqueles � quem respeito, senhor.
Sim?
Uma mensagem do prefeito de Chalo, senhor.
Chalo?
Uma pequeno acampamento humano a 50 km ao sul daqui.
O prefeito � meu primo de segundo grau, por parte de minha m�e.
Vou ver.
Voc� tem amigos em todos os lugares?
Eu tento, senhor. Voc� n�o � s� divertido...
- N�o � poss�vel. - O que houve, senhor?
Alguma vez j� usou correntes pesadas?
Por mais que se tente fugir da destrui��o...
sempre volta a aparecer...
diante de voc�.
N�o compreendo, senhor.
Os humanos s�o pe�es, agricultores e... Serventes.
N�o s�o t�cnicos. Isso � uma fantasia.
A destrui��o n�o � uma fantasia, Galen!
Voc� ainda tem muito que aprender.
- Os s�mios dominam o planeta? - Eu n�o compreendo.
- Queremos saber quem governa. - O prefeito.
Estou me referindo ao governo principal.
Se refere ao Conselho Supremo. S�o muito importantes.
Enviaram um recado ao Conselho Supremo sobre voc�s.
Eu ouvi.
Existem humanos no Conselho Supremo?
Humanos no Conselho Supremo?
N�s humanos n�o somos nada. Nunca temos sido nada.
Salvo nos livros de contos.
Nunca? E como poderia ser de outra forma?
Os s�mios s�o muito mais preparados que n�s.
Exceto por voc�s, suponho. Voc�s s�o diferentes.
Por isso est�o ca�ando voc�s. O que far�o se nos acharem?
Matar�o voc�s.
Sempre matam humanos.
Em que mundo genial fomos aterrisar!
Me matariam se soubessem sobre o livro de contos.
Qual livro de contos?
Eu o achei aqui. Achei muitos outros livros.
Mas n�o sabia ler o que diziam.
Ent�o, os usei para acender o fogo.
Por�m, conservei este, por causa das fotografias...
E gosto de ficar olhando...
Ainda que sejam s� contos.
- Deixe me ver. - Com cuidado. � muito antigo.
Sim, eu sei.
Meu Deus, Pete!
Meu Deus!
NOVA IORQUE - 2503 No ano de 2503?
Esta foto foi tirada...
500 anos depois da nossa partida.
N�o podemos voltar pra casa. J� estamos na Terra.
Outra nave, Zaius? � dif�cil de acreditar.
Como pode duvidar do chefe de seguran�a?
At� que ponto pode confiar no prefeito, voc� o conhece?
- Galen o conhece. - Eu n�o acredito.
Como podem, os humanos, constru�rem uma m�quina assim?
- Quem � esse idiota, Zaius? - Talvez venha a ser meu assistente.
Havia tr�s humanos. Um morreu. Os outros dois fugiram.
- Temos que encontr�-los e r�pido. - Sim, e mat�-los.
N�o! O Conselho Supremo quer interrog�-los.
S�o uma praga! Temos que extermin�-los como fizemos anteriormente.
N�o at� que verifiquemos de onde eles v�m.
H� uns 10 anos aterrissou outra nave com humanos.
Disseram que vinham deste mundo, por�m, de uma �poca anterior.
Ou algo assim, nas pensei que fossem apenas lendas.
N�o pensei que fossem reais.
Isso foi o que queriamos que todos acreditassem.
Esses humanos existiram, Galen, e se diziam chamar...
Como era a palavra, Urko?
Astronautas.
Astronautas.
Sim... Astronautas. Como eram?
Tinham mais conhecimentos e habilidades que nossos humanos.
E tinham sentimentos de independ�ncia e liberdade.
Os humanos?
� fascinante! N�o �, Galen?
� ilegal.
Haveriam fomentado a ilegalidade entre nossos humanos.
Mas eliminamos o perigo. N� os matamos.
- Antes de interrog�-los? - Minha miss�o � proteger...
N�o reunir informa��o in�til.
Toda informa��o � �til!
Devemos investigar como eles pensam, Urko...
Saber o que os diferencia dos humanos que conhecemos.
Quando soubermos como trat�-los...
e a outros que possam aparecer...
ent�o os mataremos.
Ir� com ele e cuidar� para que nada ocorra a esses astronautas.
N�o confio em Urko.
N�o me dar� aten��o, senhor.
Voc� tem a minha autoridade quando vai como meu representante.
Sim, senhor.
Noto certa falta de entusiasmo.
Talvez tenha a oportunidade de visitar seu primo de segundo grau.
Pra dizer a verdade, senhor, jamais senti simpatia por ele.
Senhor, esses... Astronautas...
S�o muito diferentes dos humanos que conhecemos?
Obviamente.
E s�o uma amea�a.
Entretanto...
Os quero vivos...
por enquanto.
� uma pena que tenhamos que mat�-los.
Parecem muito interessantes.
Esta acordado, Pete?
Sim.
Devemos ter dado um salto no tempo.
Podemos ter avan�ado 500 anos no futuro ou 5000.
Todos morreram.
Minha mulher.
Meu filho.
N�o h� nada que possa fazer.
Disse que nos levaria � nave pela manh�.
Se o cron�metro estiver funcionando, saberemos que ano estamos.
O que n�s fizemos?
O mensageiro est� preocupado.
N�o est�?
S� estou confuso.
Sempre pensei que os humanos eram animais insignificantes.
E s�o!
Durma. Quero partir cedo, pela manh�.
Por aqui.
- N�o est� longe. - Para que voc� trouxe o livro?
N�o pensavam que eu o deixaria... Ou pensavam?
Um minuto.
Os s�mios n�o o procuram. N�o precisa vir conosco.
Somos amigos, n�o somos? Vamos.
- Me livrarei dele. - N�o, Farrow.
Alto!
Vi dois dos humanos fugindo naquela dire��o. Vamos.
Vou mostrar.
Vamos! Os dois humanos.
Pode peg�-los.
Estamos em 3.085.
Mais de mil anos no futuro.
Maravilhoso.
Talvez mais... Foi nesse ano que o rel�gio parou.
Teremos que procurar outra forma...
Corram! Corram!
Corram! Corram!
Deixar�o o velho a� jogado?
Depressa! O caminho � longo.
Est�o me ouvindo? Ele morre�...
Ele nos salvou. N�o podem...
Estou me cansando de escutar voc�s, humanos.
Prontos para partir!
Pode se encarregar de nosso amigo?
- Est� morto. - Vamos!
Falta muito?
Alguns segundos.
D� a volta.
Eles poderiam ter matado voc�s por se preocuparem com o velho.
Era nosso amigo.
- Um amigo � t�o importante? - Sim.
- S�o seres humanos muito estranhos. - Estamos muito cansados.
- Queremos dormir. - sim, muito cansados.
� verdade que s�o desse mundo de uma outra �poca?
Sim.
Como isso � poss�vel?
Aconteceu, mas n�o sabemos como.
Podemos falar disso amanh�?
Encontrei um livro perto da nave.
Tinha fotos e mostrava humanos...
Construindo coisas e manejando m�quinas estranhas.
� verdade. Era assim.
- O que diz o livro n�o � verdade. - Sim, �.
Construimos grandes cidades.
Construimos m�quinas que andavan por mar e ar.
E...
Enjaulavam os s�mios?
Por qu�?
Naqueles dias, os s�mios eram animais selvagens.
N�o eram inteligentes como agora.
- Isso n�o � verdade. - Sinto muito, amigo, mas � verdade.
N�o � verdade. S�o todas mentiras.
Os s�mios sempre governaram o mundo!
Revise suas cordas.
Assegure-se que n�o escapem.
Meu amo se enfurecer� comigo por deix�-lo pegar isso.
e eu me enfurecerei se n�o o fizer.
Os inimigos do Estado devem ser executados.
Eu lembro ao Supremo que essa � nossa lei.
- Deve ser obedecida. - Por que somos inimigos?
- N�o fizemos nada. - Por suas ambi��es e suas id�ias.
Como se chama? Hitler? Stalin? Mussolini?
Sil�ncio!
Pensam que os humanos e os s�mios s�o iguais?
- Nesse mundo ou em nosso mundo? - Em qualquer mundo.
Em outro mundo, n�o sei.
Mas todos os seres inteligentes deveriam aprender...
a viver e trabalhar juntos como iguais.
Sil�ncio!
Se condenaram sozinhos, Zaius.
Quer que essa heresia se propague entre os demais humanos?
Claro que n�o, Urko.
Interrogando-os aprenderemos a evit�-lo.
Aprender� a evitar a destrui��o?
Que destrui��o? N�o planejamos destruir nada.
S�o humanos, n�o? Um s�mio haveria criado algo assim?
N�o tinha o direito de pegar isso.
Essa � a amea�a! Esse � o perigo!
Muito bem, Urko.
O objeto que voc� roubou do meu arm�rio...
Resultou na melhor forma de demonstrar...
a import�ncia de conservar esses humanos com vida...
At� sabermos como causaram semelhante destrui��o...
e assim podermos evit�-la...
Se no futuro encontrarmos outros como eles.
Estou de acordo. Est� certo.
Interrogaremos mais.
Estou certo de que nem voc�, o grande Urko...
pode se op�r � essa decis�o.
Me oporei a qualquer coisa...
Que mantenha vivo esses humanos.
J� sabe o que espero que fa�a.
Depois que o sol se p�r.
Sim?
Existiu alguma �poca...
� qual os humanos controlaram o mundo e...
os s�mios viviam enjaulados?
Disse que tinha muito o que aprender, mas n�o me referia � heresias.
Talvez eles tivessem raz�o, Zaius.
Talvez o mundo seria melhor...
Se nenhum controlasse o outro, se todos f�ssemos iguais.
Poderia te mandar para a pris�o, por isso.
N�o respondeu minha pergunta.
Jamais ouvi sua pergunta!
- Humano. - Sim, senhor?
O que sente por ser um humano?
O que se sente, senhor?
N�o importa.
Sim, senhor.
Tudo o que vi no livro era verdade, n�o?
J� falamos que sim.
- � dif�cil de acreditar. - Diga isso a mim!
Sempre nos ensinaram que os hu...
� t�o...
Em seu mundo, todos os humanos s�o t�o inteligentes como voc�s?
Neste momento, acredito que eram mais do que n�s.
Diga-me.
Tem humanos neste mundo que tenham constru�do m�quinas?
E o que me diz dessa granada?
A que Urko fez explodir.
- Quem sabe de onde veio? - Zaius, suponho, Por qu�?
� uma boa pergunta. Que import�ncia tem isso?
Os registros de datas de v�o ainda est�o na nave.
Tudo o que se passou desde que partimos...
At� que aterrisamos est� no disquete.
Temos que examin�-lo em um computador...
analisar a falha e reverter o processo.
- E poder voltar pra casa. - Voc� est� louco.
O que � um computador?
Talvez os humanos que fabricaram a granada ainda estejam aqui.
- e talvez saibam... - O qu�?
Construir uma nave espacial e um computador?
Sim, talvez.
O que � um computador?
Voc� gostaria de visitar nossa �poca, n�o?
Eu.. Eu, n�o sei...
Seria interessante, n�o? Mas acho que n�o quero.
Nos ajude a escapar. Mas...
Mas � claro que n�o!
Ter interesse em falar com voc�s...
n�o significa que cometerei uma trai��o.
De acordo.
Me perdoe.
Gostaria de continuar falando com voc�s sobre esse livro.
Talvez eu volte essa noite.
Como quiser.
Obrigado. Sim. Abra.
Eu sinto muito.
Bela tentativa.
Sim.
Bela tentativa.
J� era hora.
Ainda tenho fome.
Disse que ainda estou com fome!
� uma armadilha.
De qualquer forma, morreremos.
Cuidado!
Do que o acusam?
De assassinar meu tenente, de trai��o e de ajudar os humanos a escapar.
� verdade?
N�o quis matar o tenente.
Mas eles planejaram a fuga.
- Queriam assassinar os humanos. - Isso � verdade?
Absolutamente, n�o!
Se conhecia o plano, porque n�o me informou?
- N�o havia tempo. - � um mentiroso e um herege!
Deixou cair este livro.
Voc� sabe...
Que a mera posse deste livro implica em pena de morte?
Porque, Zaius?
Porque a verdade � ilegal?
Sinto muito, Galen. N�o posso ajud�-lo.
Sabe onde mora um s�mio chamado Zaius?
- Voc� sabe? - Ainda acho que voc� est� louco.
Muito bem, nos levar� at� l�? Levar�?
Deseja comer algo, senhor?
V� dormir, Alvin. Eu vou ler um pouco.
Pare.
N�o tente fugir ou o farei voar em peda�os.
Se cooperar o deixaremos aqui amarrado.
O que querem? Onde encontrou isso?
- De um humano. - Quem?
Morreu antes de me dizer seu nome.
- De onde veio? - N�o sei.
- Estou avisando... - Eu sei.
ou ir�o acabar comigo...
como uma vez a sua esp�cie acabou com o seu mundo.
- De que est� falando? - A sua ci�ncia e as suas m�quinas.
Poucos conhecem a sua hist�ria...
E muito poucos a conhecer�o.
E tamb�m as suas cidades.
Morte e destrui��o. N�o queremos isso!
Nem sequer queremos lembrar.
Meu Deus!
Sim.
Foi isso o que fizeram...
E voltariam a fazer.
Acharam aquele humano tentando entrar na cidade...
Mas � claro, eu ordenei que o executassem...
Como executarei voc�s...
E como devo executar ao pobre do Galen.
A peste que voc�s carregam � fatal.
Muito bem, agora.
S�o uns tolos. Poderiam ter sa�do da cidade.
Ele nos salvou. Achou que o deixar�amos morrer?
Voc�s s�o muito estranhos...
Chega! Agora!
- De novo! - Ainda podem escapar...
Outra vez!
Sou o presidente Zaius. Abra a porta.
Para tr�s.
Para tr�s.
Preciso de ajuda aqui.
- Alan, as chaves n�o est�o aqui. - Procure de novo.
Quem �? O que est� havendo?
- Quem tem a chave da sua cela? - O que faz aqui?
- Quem tem a chave? - Suponho que o Urko.
- O que fazem aqui? - N�o encontrei a chave, Alan.
Muito bem.
Esconda-se, de frente pro ch�o e cubra a cabe�a.
- Porque? - N�o importa, apenas fa�a!
Mas...
Est� louco se acredita que o registro de v�o nos levar� para casa.
- Quanto falta? - Uns 5 ou 10 minutos.
Quando abandonar� esse sonho imposs�vel?
Quando ver minha fam�lia.
Vir�o nos buscar, n�o sei por que ainda n�o vieram.
J� passou uma semana, Galen. Talvez desistiram de nos ca�ar.
Jamais fariam isso.
Nunca.
Voc� est� bem?
Sinto muito.
Voc� sabe...
Eu tamb�m tinha uma fam�lia.
Tamb�m tinha amigos.
Ainda tem amigos.
Eu sei, mas...
- O qu�? - Cavalos... Cavalos!
Somente os s�mios montam. Est�o vindo!
N�o h� mais tempo!
Apenas... Apenas...
Aqui est�.
Vamos, Alan, vamos embora!
Verifiquem que estiveram aqui e depois destruam a nave.
A nave?
Temo que sim.
Certo. E agora pra onde, Galen? � seu mundo.
Tamb�m � seu mundo.
e o seu.
Muito bem.
Comecemos a caminhar.
Tradu��o: SOL ANgel
Revis�o: Capit�o
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