Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Anteriormente em Grimm...
Dev�amos fazer isto mais vezes.
- O Nick est� bem? - N�o, onde est� ele?
Eu sei que parece ser uma loucura, mas ele tem que beber isto.
Nick! Nick!
- C�us. - Apanha, Nick!
- Afastem-se! Todos! - N�o!
Como descobriram que ela � um Grimm?
A Trubel entrou quando estavam transformados.
- N�o, n�o estavam. - N�o consegues v�-los?
N�o.
"CONHECIMENTO � PODER."
Capit�o da Pol�cia Sean Renard...
Tr�s ferimentos, lado esquerdo e direito.
Coloca-o na mesa. Em dois, tr�s...
- Ele est� com taquicardia. - Vamos l�.
Deixa cinco litros a postos.
Quando � que ele foi para a cirurgia?
Est� bem. Sabem qual � a gravidade?
Sim, sim. Obrigado.
O Capit�o est� em cirurgia.
S� sabem que ele levou mais do que um tiro.
Tr�s tiros, acho eu.
Ele ia disparar outra vez, mas viu-me e depois eu corri.
- J� o tinhas visto antes? - N�o.
N�o sabia que eu era um Grimm at� ele se transformar.
Ele era um Wesen?
Hundjager. Ele foi surpreendido, por isso consegui agarrar na catana.
Achou que eu era apenas uma rapariga.
Quem me dera ter visto a cara dele antes de a arrancares.
O Capit�o disse o que continha o frasco?
N�o, ele disse para o beberes ou algo muito mau aconteceria.
E que tinha sido a Adalind.
Talvez o que ela tenha feito n�o dure muito tempo.
- Tu n�o a conheces. - Ela � uma Hexenbiest, uma bruxa.
- Em mais do que um sentido. - Eu li sobre elas.
Ela transformou-se para se passar por mim.
- Ela fez o qu�? - Fez o Nick pensar que era eu.
- Porque raio ela... - Para o Nick dormir com ela.
Juro por Deus, vou encontr�-la, e...
- D� a volta. - Temos que lidar com isto.
- Matei aquele tipo. - Em leg�tima defesa.
- V�o investigar a Trubel. - O que digo?
Dizes a verdade, menos a parte sobre a Hundjager.
- E a Adalind. - E o frasco que levaste.
� melhor resolvermos isto.
E se vamos mentir, � melhor dizermos a mesma coisa.
Henry Slocombe era engenheiro-chefe...
Coordenadas dos nossos aliados.
Lawrence � aluno de certifica��o cient�fica.
Sou o director da Smart Censor Technologies.
H� resist�ncia na regional...
Precisamos de prepara��o militar.
Acho que precisamos... Amea�as... Sem precedentes.
Danny...
A Alexandra ainda est� em Paris.
Ela s� chega na quinta-feira.
N�o, n�o estou a divertir-me.
Ao contr�rio de ti, tenho saudades da minha namorada.
Est� algu�m � porta. Posso ligar-te depois? Est� bem.
- Sim? - Henry Slocombe.
- Eu conhe�o-o? - Mais ou menos.
Chamo-me Lawrence Anderson, amigo do Danny Rivera.
Claro, Dr. Anderson.
Trabalha no projecto cient�fico em Arlington.
Sim. Lamento por nunca nos termos conhecido pessoalmente.
Eu tamb�m. O Danny sempre falou muito bem de si.
- Em que posso ajudar? - Lamento incomoda-lo.
Estou na cidade para uma confer�ncia.
Receio ter m�s not�cias.
- O Danny sofreu um acidente. - O qu�?
N�o queria dizer isto pelo telefone.
Meu Deus, eu n�o ouvi nada sobre isso.
Desculpe. Porque n�o entra? Por favor, entre.
- Eu devia ter ligado. - N�o faz mal. O que ouviu?
Qual � a gravidade?
N�o sei dos detalhes...
Foi um les�o qualquer na cabe�a.
O qu�? N�o!
O fragmento da bala atingiu o peric�rdio.
Vemos lacera��o no f�gado.
A bala desceu, comprimindo a medula.
Ele est� a sangrar como um coador.
� uma bala.
- E se me prenderem? - Lembra-te, foi em leg�tima defesa.
E a catana? Como � que ela vai explicar?
Diz que era meu e que eu guardava-o ali.
O Burkhardt e o Griffin chegaram.
Est�s a ouvir-me?
- O qu�? - O Burkhardt e o Griffin chegaram.
Onde estavam?
Num casamento. Com os telem�veis desligados.
- N�o � o carro do Capit�o? - �.
- Quem s�o os respons�veis? - Meacham e Pogue.
- Ou�am. M�s not�cias. - J� sabemos.
O Capit�o foi baleado. Fal�mos com o hospital.
- Est� em cirurgia. - Tem sorte em estar vivo.
Quando o tir�mos de casa, n�o achei que ele sobreviveria.
Eu conhe�o-te. A estudante de criminologia.
- Sim. - A Theresa est� a morar connosco.
Ainda bem que n�o estavas aqui.
- Ela estava aqui. - Ela viu o que aconteceu?
Vi.
Ela matou o atirador.
- O qu�? - Ele foi decapitado.
Ele tentou mat�-la depois de atingir o Capit�o.
� melhor informarmos o Meacham e o Pogue.
Est� bem. Vou estar l� dentro.
Voc�s ficam aqui. Vamos falar com eles primeiro.
Est�s bem?
Mais ou menos.
- Encontr�mos o Capit�o aqui. - E o atirador?
O que resta dele est� l� em cima.
- J� o identificaste? - J�.
Ser� um problema. Ele era agente do FBI.
Weston Steward. Tinha um passaporte canadiano com uma foto,
com o nome Walter Rathenau e muitos euros.
Provavelmente n�o planeava ficar no pa�s.
Ent�o a Theresa estava no quarto de h�spedes?
Sim.
H� buracos de bala na porta.
E encontrei um livro. Um livro estranho.
� dela? � como um di�rio, mas muito velho.
Fala sobre decapita��es.
N�o s�o bem pessoas. T�m nomes estranhos.
O livro � meu.
� uma heran�a muito antiga da fam�lia.
Que tipo de livro �?
S�o s� hist�rias.
E muito estranhas.
- Ol�. - Ol�, Burkhardt.
Hank.
O �ltimo lugar que se esperava haver um caso destes.
- N�o estavas aqui, certo? - Estava num casamento.
- Estavas com ele? - Desde das 15h.
Sabes porque o Capit�o veio c�?
Pode ser sobre um caso nosso.
Sabes algo sobre esse tal Weston Steward, ou porque alvejou o Capit�o?
- N�o. - Sabes quem matou o atirador?
Ele n�o cortou a pr�pria cabe�a.
Foi a Theresa. Ela est� a morar c�.
Foi em leg�tima defesa. Ele tentou atac�-la depois de atingir o Capit�o.
Ela ligou para o 911 e foi-nos buscar.
- Temos que falar com ela. - Tem apelido?
Rubel. E ela est� l� fora.
Talvez seja melhor sair daqui.
N�o, acho que seria pior. Lembra-te do que o Nick disse.
- Ol�, Juliette. - Ol�.
Theresa, detectives Pogue e Meacham.
- Precisam de fazer-te umas perguntas. - Est� bem.
Queremos que refa�a os acontecimentos.
Temos companhia.
- FBI. - J� faziam falta.
FBI?
- O que fazem aqui? - O atirador era do FBI.
- O qu�? - Ele era um criminoso.
Temos de lidar com isto.
N�o podes fugir.
A natureza dos nossos recursos de defesa...
Alexandra.
- Eu conhe�o-o? - Devia estar em Paris.
Henry? Est�s bem?
Quem �s tu?
Quem...
Meu Deus.
Era suposto voltar para casa amanh�.
Sou a Agente Especial Chavez, este � o Agente Especial Rosten.
Os detectives informaram-nos sobre o que aconteceu.
Detective Burkhardt, sabemos que esta casa � sua, e n�o estava durante o ataque.
- Correto. - Mas a Mna. Rubel mora aqui?
No nosso quarto de h�spedes.
Refa�a os acontecimentos.
- � melhor ir contigo. - N�o ser� necess�rio.
Ela consegue, Nick.
E se ela trope�ar nalgum detalhe?
Temos de deix�-los fazer o trabalho deles.
N�o podemos fazer parecer que estamos envolvidos.
Eles v�o querer uma declara��o formal.
Ent�o ter�s que ir � esquadra.
N�o quero que fiques aqui sozinha.
N�o vou sair daqui. � a nossa casa.
Ele abriu a porta, e estava de sa�da...
Depois ouvi alguns estrondos, e n�o sabia o que era at� ele cair no ch�o.
O que aconteceu depois?
Olhei para cima e vi um homem armado.
E ele viu-me, ent�o eu corri e ele disparou.
Aquele � o buraco da bala.
J� tinha visto o atirador antes?
N�o.
O que aconteceu a seguir?
Eu subi as escadas, e ele veio atr�s de mim.
Corri para aqui, fechei a porta, e peguei a cadeira.
Coloquei-a contra a porta.
Ele disparou, eu ca�, bati com a cabe�a ali,
e depois ca� algures por aqui.
E quando estava a levantar-me, ele j� estava a atravessar a porta.
- Onde arranjou a catana? - Estava na cadeira.
Ele estava a vir atr�s de mim, empurrei-o para o corredor,
fechei os olhos, e golpeei o mais forte que pude.
Tem sempre uma catana no seu quarto?
N�o � minha, � do Nick.
Do Detective Burkhardt.
H� quanto tempo est� a morar aqui?
H� algumas semanas.
Vamos precisar que v� � esquadra e fa�a uma declara��o formal.
�USTRIA
N�o podemos permitir que ela seja eleita.
N�o importa o custo. Descubra o que puder.
Invente algo se precisar, mas destrua-a.
� algo importante?
Weston Steward alvejou o Sean Renard.
Eu j� ligo outra vez.
- E ele safou-se? - N�o exactamente.
Ele foi decapitado.
- O Burkhardt matou o Steward? - N�o sabemos.
Mas foi na casa dele que os disparos ocorreram.
Portanto, Sean Renard est� morto.
N�o, ele est� no hospital.
N�o consegui obter detalhes excepto que o estado � cr�tico.
Terei que informar o rei.
O meu tio gosta mesmo do filho bastardo.
Se perder um segundo filho, algu�m ter� de pagar.
O que acontecer� se o rei descobrir que o Weston Steward era um dos nossos?
Seria um infort�nio.
Deve conectar o Sr. Steward ao Sr. Burkhardt, em vez de a n�s.
- Porque est�s a ligar? - Tive um problema.
- Temos de abortar. - Acabaste?
- Tenho mais um. - Ent�o n�o podes ir.
- Tu n�o percebes. - Resolve o problema.
Se n�o acabares, ent�o ser� problema meu.
Se isso acontecer, ser� de facto um problema teu.
Isto pode ficar s�rio. Tivemos efeito colateral.
Ent�o vou a caminho
Mas tu n�o vais embora sem acabares.
Podemos retirar o corpo?
Podem.
O que achas da rapariga?
Ela viu um Capit�o da pol�cia a ser baleado,
o assassino tentou bale�-la, e ela decapitou-o?
Se fosse minha filha, seria um caso perdido.
Pois.
A rapariga n�o � normal.
Se ela fosse normal, estaria morta.
- O que � isso? - Nada.
Acab�mos. Desculpe pela confus�o.
N�o.
O que fazem aqui? Deviam estar em lua-de-mel.
- N�o conseguimos. - N�o com o que aconteceu.
Por favor, n�o se envolvam nisto mais do que j� se envolveram.
Achas que �amos a algum lugar com o que est� a acontecer?
- Podiam tentar. - N�o queremos tentar.
Onde est� o Nick?
Teve que levar a Trubel � esquadra.
Foi aqui que o Renard foi baleado?
- Foi. - Meu Deus.
Juliette, isto � horr�vel.
Lamento por isto ter acontecido no dia do vosso casamento.
O Capit�o Renard disse-lhe o motivo de ir visitar o Detective Burkhardt?
Disse que precisava de falar com ele.
Ele disse mais alguma coisa antes de ser baleado?
Eu disse que o Nick estava no casamento, e...
Onde era o evento, ent�o ele saiu e foi baleado.
E voc� disse que n�o conhece a identidade do atirador?
Nunca o vi.
O que fez ele ao entrar na casa?
Acho que ele ia balear o Capit�o outra vez.
Ent�o ele viu-me, e decidiu disparar contra mim.
A hist�ria � consistente.
- Levou o carro do Capit�o? - N�o tive escolha.
Mas fugiu da cena do crime.
Para ir buscar o Nick.
Tudo o que ela diz confere com a cena do crime.
N�o h� liga��o entre ela e o Steward.
N�o h� motivo al�m de leg�tima defesa.
Acho que ela est� a dizer a verdade.
N�mero do voo e hora da chegada?
Certo, obrigado.
- Eu pedi caf�? - N�o.
Nick, tens que te acalmar.
- N�o queres parecer nervoso. - Pare�o nervoso?
� o segundo caf� que n�o pedi.
Senta-te. N�o bebas mais caf�.
Descobri onde est� a Adalind.
Embarcou no voo 4582 para Viena, com escala em Frankfurt.
- Est� de volta � realeza. - Faz sentido.
- Pensa que t�m o seu beb�. - Devem ter feito um acordo.
Sim, envolvendo-te.
Ela vai ficar muito irritada quando souber que n�o t�m o seu beb�.
P�ra de beber caf�, est� bem?
Por enquanto, � s�. A hist�ria � consistente.
N�o h� motivos para acus�-la.
Ela est� a lidar com isto muito bem.
Para algu�m que decapitou um homem.
Se eu soubesse que algo assim iria acontecer, nunca a deixaria sozinha em casa.
J� que est� aqui...
Sabe porque o seu agente baleou o nosso Capit�o?
Weston Steward desapareceu h� v�rias semanas.
N�o tivemos contacto.
N�o sei para quem trabalha ou o porqu�.
Portanto se tiverem alguma teoria, estamos � disposi��o.
Manteremos contacto.
- Ela estava a encarar-te? - Pois, parecia.
- O que ser�? - Talvez algo que a Trubel tenha dito.
- Como correu? - Tudo bem.
- Podemos ir embora agora? - Voc�s v�o.
- Vou ver o capit�o. - Diz o que descobrires.
TRANSFER�NCIA DE DADOS DETECTADA
Kent, � melhores vires aqui.
Qual � o problema?
Acho que o Dr. Slocombe entrou na opera��o cient�fica.
- A senha est� correcta? - Sim, mas acho que ele n�o est� c�.
- Queres que reporte isto? - Deve ser acesso desde casa.
Desde que a senha esteja certa, n�o me preocupo.
Deixa-me ver o que ele est� a fazer.
TRANSFER�NCIA DE DADOS COMPLETA
Ol�. Voc� ligou para o Dr. Henry Slocombe.
Por favor, deixe mensagem.
Ele n�o atende.
Ele acabou de desconectar.
O que sabes?
Ele est� em cirurgia h� mais de tr�s horas.
Lembras-te que disseste que havia coisas que vias, e n�o conseguias explicar?
Sim.
Talvez eu s� esteja cansado, mas...
Aquele livro na casa do Nick n�o era normal.
Tinha figuras, e os desenhos pareciam-se com os que pensei ter visto naquela vez.
E pelo que estava escrito,
tive a impress�o de que esses monstros
estavam dentro das pessoas, como se estivessem possu�das.
Estou a fazer algum sentido?
Monstros vivem dentro das pessoas.
- Lidamos com eles diariamente. - Isto � diferente.
Acho que quem o escreveu viu realmente o que desenhou.
Quando me disseste que vias coisas, o que querias dizer?
Estava s� a dizer que as pessoas ficam zangadas,
fora de controle, a express�o facial muda.
Como se nem fossem humanos, algo assim.
Eu n�o sei.
Ningu�m v� o mundo da mesma maneira.
E n�o podes explicar tudo.
Ainda tenho pesadelos.
Wu...
Tenho que te dizer uma coisa.
No ano passado, tamb�m achei estar a enlouquecer, at�...
- Sargento. - Sim, doutor.
Este � o Detective Griffin.
Queria ter not�cias melhores. O capit�o saiu da cirurgia,
mas perdeu muito sangue, e h� muitos danos.
Os rins podem parar.
� melhor contactarem os familiares dele, e traz�-los o mais r�pido poss�vel.
- Obrigado. - Obrigado.
O capit�o levou algo para o Nick beber.
� o que havia no frasco que se partiu, certo?
- Sim. - Obrigado.
Temos de descobrir o estava l� dentro.
Aposto que o capit�o sabe. Mas n�o nos pode dizer.
A Adalind saberia.
N�o acho que ela se voluntarie a nada.
Gostaria de lhe perguntar, e n�o educadamente.
Como correu?
Nenhuma acusa��o, estamos bem.
Monroe, Rosalee, n�o deveriam estar aqui.
Eu sei. Deveriam estar de lua de mel.
- Nick. - Honestamente...
Ficar�amos na praia com o que est� a acontecer aqui?
Sinto muito por estragar o vosso casamento.
N�o sabia que todos eram...
Trubel, fizeste o que tinhas de fazer pelo Nick.
O que temos de fazer agora � encontrar a Adalind.
Isso n�o vai acontecer. Ela est� num avi�o para Viena.
Ela voltou para Viena?
Como est� o capit�o, afinal?
Nada bem. Ele pode n�o sobreviver.
Tinha nas m�os o que precisavas.
Deveria ter ido logo at� ti.
A Adalind fez isso, n�o tu.
- Temos de descobrir como. - Ela dormiu com o Nick.
O qu�?
- N�o � o que pensam. - Bem, � bom saber.
Porque o que estou a pensar � horr�vel.
- N�o era a Adalind. - N�o?
Era a Adalind, mas n�o parecia a Adalind.
De alguma forma, ela fez parecer-se com a Juliette.
- Oh n�o! - Isso n�o pode ser um bom "Oh n�o!".
Espero que n�o seja um Verfluchte Zwillingsschwester.
- Um qu�? - Uma Maldi��o de g�meo entrela�ado.
Fazem uma confus�o.
O melhor lugar para limp�-las � a loja de especiarias.
Nick, n�o deixaremos a Adalind fazer isso contigo, est� bem?
Sim.
Olha, meu.
N�o quero que estragas a tua vida por minha causa.
Meu, eu nem teria uma vida para estragar se n�o fosses tu, est� bem?
Ent�o p�ra de reclamar.
Talvez dev�ssemos ir � caravana.
- Talvez haja... - N�o, hoje n�o.
Temos todos de descansar.
Est� bem.
Acho que nos vemos amanh�.
Sentes algo diferente?
Podes falar comigo?
N�o sei. Aconteceu t�o r�pido.
Isto est� tudo estragado.
E tu sabes que eu nunca teria feito aquilo.
N�o sabias mesmo que a Adalind n�o era eu?
N�o.
Ela parecia e falava exactamente como tu.
Acho que ela n�o estava interessada em conversar.
Eu durmo no sof�.
N�o vamos fazer isso outra vez.
CRIMES ANTERIORES: FURTO INVAS�O DE DOMIC�LIO
Encontrei algo interessante sobre o Weston Steward.
A �ltima chamada feita foi para um n�mero em Roterd�o.
Ind�strias GQR.
- Descobriste a conex�o? - Estou a trabalhar nisso.
Encontraram o carro do Steward perto da casa do Burkhardt, com uma mala pronta.
- Onde est� a mala? - Acabaram de traz�-la.
Vamos l� ver.
O teus olhos. Alguma coisa est� mal.
Est�o normais. Consegues ver-me?
- Est�s transformado? - Meu Deus.
Vais usar isso no casamento?
A n�o ser que algu�m o tire primeiro.
- A s�rio? - Sim.
Toda esta hist�ria de casamento deixou-me numa onda rom�ntica.
- Eu apoio isso. - Apoias?
Queria que os nossos amigos se casassem mais frequentemente.
Perguntava-me a onde estarias.
N�o queria que acordasses com isto assim.
Devias voltar para a cama.
N�o, deixa-me fazer isto
N�o sozinho.
N�o sei.
- Talvez seja uma coisa boa. - O que queres dizer?
Para n�s.
Eu j� n�o ser um Grimm.
Tr�s pares de boxers, seis pares de meias.
H� aqui alguma coisa.
Euros, d�lares canadianos, pesos, rublos...
Passaportes da Alemanha, Fran�a, Reino Unido.
Estava pronto para partir.
Parece que o Sr. Steward trabalhava n�o s� para o FBI.
Precisamos de ver contas banc�rias, registos telef�nicos.
Descobrir tudo.
Quantos corpos?
Alguma testemunha?
Est� bem. Posso chegar a� em 15 minutos.
Est� bem.
- Conseguiste dormir? - N�o muito.
Ficar�s bem?
Eu n�o sei. � estranho, sabes.
J� n�o ser estranho, ser apenas um pol�cia normal.
Eras muito bom antes.
Vamos ver se ainda sou.
Adeus.
- Bom dia. - Bom dia.
Est�s bem?
- Estou a trabalhar nisso. E tu? - O mesmo.
Posso levar a tua bicicleta hoje?
Claro. N�o tens de pedir.
- Tem cuidado. - Terei.
O que quis dizer �...
�s a �nica Grimm na cidade agora.
Tens de ter cuidado.
A empregado chegou cerca das 8:30.
A casa pertence ao Dr. Henry Slocombe.
Trabalha na Corpora��o Sitre em Portland.
- Contratista militar, n�o �? - Sim.
A empregado encontrou o corpo, e ligou para o 911.
N�o viu ningu�m entrar ou sair.
A porta estava fechada e trancada.
Verific�mos o per�metro, sem sinal de invas�o.
Temos a identifica��o da v�tima?
Alexandra Hahn, namorada do Slocombe.
Onde est� o Slocombe?
Quando chegamos, ele estava nas escadas, fora de si.
N�o conseguia ou n�o queria responder a perguntas incluindo quem ele era.
Tinha quatro les�es na cabe�a. Mand�mo-lo para o hospital.
Algum registo de viol�ncia dom�stica?
N�o. Nenhum registo.
Ap�s 10 minutos de termos chegado, a vizinha, Sra. Sellers, apareceu.
Disse que ouviu um grito, e viu o Porche do Dr. Slocombe a sair � pressa.
Assumiu que fosse uma discuss�o at� nos ver.
Podia estar a eliminar evid�ncias.
Sabemos a que horas voltou o Slocombe?
O carro n�o est� aqui, nem na rua.
Se ele saiu com o carro, como fez para voltar?
Pode ter-se livrado do carro, e voltado de t�xi.
E se havia mais algu�m aqui?
- Anotaram a placa do carro? - Anotamos.
Acho que queres abrir uma pesquisa.
- Sim. - Est� bem.
� melhor irmos ao hospital, ver se o Dr. Slocombe lembrou-se de algo.
Ele sofreu um trauma severo.
Tem quatro les�es na parte de tr�s da cabe�a.
A tomografia e a resson�ncia
mostraram incha�o no hipocampo e t�lamo,
onde o c�rebro armazena a mem�ria.
Isso significa o qu�?
Que n�o me surpreende ele ter dificuldades em lembra-se de qualquer coisa.
Tem ideia do que causou as les�es?
N�o. Mas tirei fotos.
Nunca vi nada parecido.
Como encontraste este lugar?
Uma amiga da Juliette � agente imobili�ria.
Disse que queria terras de dif�cil acesso e de dif�cil localiza��o.
N�o tem endere�o, nem tem o meu nome.
- Algu�m a encontrou. - � a bicicleta da Juliette.
Est�s � espera dela?
Desculpem. N�o sabia se eram voc�s.
O que est�s a fazer?
Percebi que devia aprender o m�ximo que puder, agora que tudo mudou.
Vieste de bicicleta at� aqui?
S� demorou duas horas. N�o foi muito mau.
O que fazem voc�s aqui?
Temos um caso que n�o entendemos.
Relacionado a um wesen?
Desculpa. Como saberias?
Eu n�o quis dizer dessa forma.
- Est� tudo bem. - Est�?
N�o, n�o est�, mas temos que lidar com isso.
Estou feliz que estejas aqui, precisamos da tua ajuda.
O que estamos � procura?
Um wesen que te penetra na nuca e n�o consegues lembrar-te de nada.
O tempo est� a acabar. Tens de entregar.
Tudo o que precisas est� aqui, ent�o p�ra de me amea�ar.
Temos que provar ao cliente que o que roubas vale o que estamos a pedir.
D�-lhes isto.
Isto � algo fundamental do projecto cient�fico.
Cumprimentos de Henry Slocombe.
Conta-me sobre o dano colateral.
A namorada do Slocombe. N�o consegui evitar.
- Deixaste tudo limpo? - Claro.
Eles n�o me podem ligar a nada.
S� falta livrar-me do carro e conseguir outro.
A menos que tu gostasses de me comprar um novo.
Despacha-te e vai ao Vickers.
E n�o ligues novamente at� estar feito.
E livra-te desse carro.
Senhor, pare onde est�.
Deixe suas m�os � vista.
- Fiz algo de mal? - Temos de ver a sua identifica��o.
� o dono deste ve�culo?
N�o, ele pertence a um amigo. Henry Slocombe.
Emprestou-me pelo fim de semana. H� algum problema?
Venham ver este. O Gedachtnis Esser?
Parece um tipo de devorador de mem�ria.
Isso explicaria o estado da nossa v�tima.
"N�o se sabe como este wesen remove as mem�rias das v�timas.
S� que ele pode.
Suponho que tenha algo a ver com cargas el�ctricas no c�rebro.
Depois do ataque, a v�tima tem dem�ncia avan�ada.
Entrevistando as pobres almas, entendi o porqu�.
Este � um dos wesen mais cru�is que j� encontrei.
Eles roubam a vida da v�tima roubando o passado dela,
e deixando-a sem qualquer conex�o humana.
Devastador para a fam�lia, deixa a v�tima sem conseguir
se lembrar do ataque ou quem a atacou.
Justi�a dentro da lei �, portanto, imposs�vel. "
Burkhardt.
Quando?
Est� bem, entendi.
Apanharam um suspeito a conduzir o carro da v�tima.
Deve ser o wesen Gedachtnis, certo?
Vamos precisar que venhas connosco.
Dr. Forest, marque 118.
- C�digo azul na UTI. - Com licen�a.
- Qual � o problema? - C�digo azul na UTI.
- D�-me um respirador. - Est� limpo.
N�o tenho pulso. Estamos a perder press�o.
- Paragem cardiorrespirat�ria. - Afastem-se.
Sem actividade card�aca. Estamos a perd�-lo.
Nada. N�o tem nenhum sinal.
Afastem-se.
Conheci o Henry Slocombe por um amigo comum, Danny Rivera.
Acho que foi em 2007.
Quando viu o Dr. Slocombe pela �ltima vez?
Ontem � noite.
A namorada dele, Alexandra, tinha acabado de voltar mais cedo de uma viagem.
Eles estavam a discutir, e eu senti-me desconfort�vel e sa�.
Acho que era pouco depois das 19h.
Ele emprestou-me o carro para ir at� a um hotel.
- Qual hotel? - O Lucia, na Broadway.
Registei a sa�da hoje, ia devolver o Porsche,
quando fui trazido para c�. Podem dizer-me o motivo?
O Dr. Slocombe foi atacado ontem � noite, e a Alexandra foi assassinada.
Meu Deus.
Meu Deus!
Isso � terr�vel. Est�o ambos mortos?
O Dr. Slocombe ainda est� vivo. Est� no hospital.
Isso � inacredit�vel.
T�m alguma ideia de quem fez isso?
Esper�vamos que voc� tivesse.
Agora entendo porque estou aqui.
Devo ser um suspeito.
Como posso ajudar?
Precisamos que escreva tudo o que se lembra de ontem � noite.
Claro.
Voc� disse que o Henry est� no hospital.
- Ele est� bem? - A les�o foi bem s�ria.
- N�o conseguimos falar com ele. - Gostava de v�-lo.
Estou preso?
N�o, senhor.
Obrigado pela sua coopera��o.
- Apanhaste alguma coisa? - N�o.
N�o que isso signifique alguma coisa.
Talvez ele esteja a dizer a verdade.
O carro n�o foi dado como roubado.
Mesmo que ele esteja a mentir, ser� dif�cil lig�-lo ao crime
sem impress�es digitais ou testemunhas.
N�o temos sequer um motivo.
S� h� um tipo de wesen que deixa aquele tipo de marca,
e se n�o for ele, estamos a perder tempo.
- S� temos uma forma de descobrir. - Vamos trazer a Trubel.
Isto � tudo o que consigo me lembrar.
Est� livre.
Mas o Porsche pertence ao Dr. Slocombe.
- Ele fica connosco. - Claro. Eu entendo.
O sargento devolver� os seus pertences.
Senhor, acompanhe-me.
Que diabos est� a fazer?
Bem � frente da esquadra!
Idiota.
- � ele. - Um Gedachtnis Esser?
Sim, ele transformou-se.
E tenho que dizer muito feio na vida real.
- Tens de segui-lo. - Tens o novo telem�vel?
- Sim. - Certifica-te que est� ligado.
Est�. Eu trato disto.
- Cuidado. - Sim, sim.
Afastem-se. N�o � suficiente.
N�o responde.
- Afastem-se. - Ainda n�o responde.
- Nada. - Est� bem, vou declarar.
Hora da morte, 13:34.
BrowSubs PT-PT
www.tvsubtitles.net
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.