Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Jura? O que mais que ele disse? Ele falou que o pai dele é viradinho, sempre
foi. É, mas ele não gosta do meu pai.
Tocou, né, Teca? Claro que não. Minha mãe gosta do meu pai, é louca com ele.
Esperou mais de 20 anos pra casar com ele.
Não já viu outra história?
Se ele não gosta mais dela, tem um anjo que é. Eu não quero a minha mãe
desculpada comigo.
Já acaba virando irmão, Teca. Perde toda a graça.
Ah, e você falou com sua mãe de eu vir morar e trabalhar aqui na pizzaria com
ela? Não aguento mais ficar na casa do irmão de Miriam, Karina. Olha, não falei
mais, eu prometo que vou falar. Por favor, hein.
O meu pai pegou.
Mas eu não estou entendendo.
Você manda chamar as crianças, agora fica aí parado. Me olhando desse jeito,
que está acontecendo?
Não dá.
É difícil, Ana, é difícil.
Quando você começa com essa agressividade, não dá.
Não dá. Babo, Babo, se você deixar, eu explico.
Mas explico.
Explico o quê?
Eu queria saber por que ele levou a gente pra almoçar.
Ah, então é porque tinha mesmo segredinho esse almoço, não tinha? Deixa
Babo explica. Não, não, não, não, eu falo.
Pode ser.
Explica você, meu filho, explica. O Babo levou a gente pra almoçar porque...
Porque ele queria saber o que tinha acontecido com a Karina no colégio. Na
ninguém teve coragem de falar nada. A gente sabia que ele ia acabar brigando
a senhora.
Mas agora é melhor falar e pronto.
A Karina foi expulsa do colégio. Ela fugiu para namorar com o Tonico, filho
Juca. Pronto, falei?
Mas que sacanagem, Sandrinho.
Você foi para o colégio e você não me falou nada.
Eu ia falar, você está sentindo alguma coisa? É que você entrou e está... Isso
por causa de um namorado? O que você tem na cabeça, hein? Vem cá.
Karina, vem cá.
Marcelo, não me bate na menina.
Marcelo, sabe que eu já conversei com ela. O que você fez isso, Sandrinho?
Você não viu a cara da mãe, Júlio?
Se ele fala que vai largar dela, ela morre.
Coitada da Karina, né?
Tinha que entregar ela desse jeito? Não me veio outra ideia.
A gente não pode deixar o Babo fazer isso com a mãe, Júlio. Não pode.
Mas quem foi que te contou isso?
Ah, com quem foi?
Foi o Júlio, né, pai?
Agora, eu achei toda engraçada a história. Quase que eu dei uma risadona
dele, porque ele tava assim, todo jururuzinho, todo tristinho.
Agora, pra você vai ser muito bom, né?
Vem cá.
Quer dizer que o Júlio te conta com uma amiga, um problema dele com a mãe, que o
pai dele tá pra dar um pé nela.
E tu começa a rir. O que você tem nessa cabeça? Espera aí.
Me responde, você tem o que nessa cabeça? Vai, vai, vai. Quer que eu lhe
que você tem nessa cabeça? Não, não, não. Tô com a idade de ficar tomando
tapona. O quê?
Tapona? Vou te dar cascuda, vou te dar o que for.
O teu avô me dá cascuda até hoje e eu não falo nada.
É pra você aprender a respeitar os sentimentos dos outros. Tu quer ver?
aprender desse jeito aqui mesmo. Não vou, não vou. Grátis nenhum.
Vem aqui te dar uma boa notícia. Vem de tapona pra cima de mim. Quer saber de
uma coisa? Quem se dane o senhor, tá? E quem se dane é essa Ana aí.
Fala com teu pai desse jeito não. E outra, hein?
Tô indo embora, hein?
Vem cá!
Não fala assim comigo não, hein? Vem cá!
Ô, Tonico, vem cá! Não fala assim comigo não, hein? Juca, todo mundo já fechou.
Só falta a gente.
Mas vocês fecham também. Ô,
bomba, meu!
O que a gente fez, hein? Tudo bem, deixa pra lá. Ele tá na bronca, se manda.
Deixa pra lá. Vai trabalhar.
Ô, Tonico saiu daqui vendo tudo vermelho?
Não quis nem falar comigo. O que que eu... Tô preocupado com a Ana.
Eu não sei o que fazer.
Acabo brigando com meu filho que não tem nada a ver com o peixe.
É isso que houve.
Fecha o caixa aí pra mim. Quero pedir desculpa pro Tonico.
Não é tudo doido? Ficou tudo doido aqui.
Mas isso tem cabimento, minha filha.
Fugir do colégio para ir a uma festa.
E não me grita com a menina. Não me grita com a menina. Que a gente já
conversou, não foi, Karina? Que ela está tão arrependida, não está mesmo?
Arrependida, mas não pode voltar para o colégio.
A minha filha é expulsa. Isso é uma vergonha. E depois a Karina não tem mais
idade de ficar em colégio interno não, viu, seu Marcelo? Mas a ideia do colégio
interno foi sua, não foi minha, foi sua. Eu sei, eu sei, mas já acabou, passou,
pronto.
Meu Deus do céu.
A gente não tem mais segredo nenhum para os nossos filhos daqui para frente.
Nós vamos ter uma família feliz.
Olha para a mamãe, dá um sorriso. Por que o Sandrinho tinha que me entregar
desse jeito?
Ele está certo.
Ele está coberto de razão. É o mais velho que tem que cuidar de você.
Já falou com o Juca?
Eu não quero saber de namoro daquele filho dele com a minha filha. Já, já
já falei, falei.
Espero que ele já tenha tomado alguma providência.
More do jeito que é. Não deve ter nem falado com o garoto.
E se aquele carinha continuar dando em cima da minha filha, eu boto ele no olho
da rua.
Papo, tu viu que não tem culpa? Tem culpa?
É o irresponsável. Está sempre chegando atrás, andando no trabalho.
Ah, socorro, né, pai? Não é nada disso.
E você, calha a boca. Não me defenda aquele irresponsável. Minha filha, deixa
que eu acabo de resolver isso tudo com o seu pai.
Vem cá, vem com a mamãe. Pai, não fica assim, não. O pior já passou.
É por isso que essas crianças vivem dando problemas.
Você chalera demais todos eles.
Parece uma galinhona.
Com os pintinhos sempre embaixo da asa. É, parece, parece sim. Porque eu gosto
mesmo dos meus filhos, viu? Eu adoro.
E eu?
E eu?
Você vai me dizer que eu não gosto dos meus filhos? Ah, Marcelo, pelo amor de
Deus, não foi isso que eu disse. Eu só disse que, tomara Deus, que todas as
famílias tivessem problemas com os filhos que nós temos.
Minha filha, sossega. Vamos acabar esse assunto lá na sala. Vamos, Marcelo.
Golpe do baú. Para cima da minha filha, eu não vou deixar. E agora você já está
exagerando, hein? Como diz a minha mãe, quem usa, cuida. Vamos para a sala. Vai,
Marcelo.
Espera. O que você quis dizer com isso? Nada, Marcelo. Saiu sem pensar. Sem
pensar coisa nenhuma.
Você está, por acaso, me acusando de ter dado o golpe... Não quero discutir com
você agora, Marcelo. O gerente das pizzarias do Bicica está me esperando
uma reunião e eu estou atrasada. Não, não vai sair, não. Eu tenho muito o que
falar com você. Falamos depois que agora eu estou atrasada. E não vai me pegar
no pé da coitada da Karina que eu já conversei com ela. E você, hein? Não
ter feito o que você fez com a sua irmã.
Eu não consigo falar com ela. Eu não consigo.
Você fez de propósito, não é, Sandrinho?
Não vai adiantar nada.
Eu não falei hoje. Falo outra hora.
Um dia eu falo.
O babo está certo.
Não falou hoje, fala amanhã.
Eu só estou querendo que a mãe não sofra, Júlio.
Que droga.
Desculpa, Carina.
Na hora eu não tive nenhuma outra ideia.
Precisava ter alguma coisa que o Babo se importasse.
Alguma coisa que ele pudesse desistir de falar pra mãe.
Socorro, né, Sandrinho? Justo comigo.
Eu não tive outra ideia.
Depois, mais cedo ou mais tarde, o Babo ia acabar sabendo.
Te juro, Carina, eu não fiz por mal.
Eu fiz por causa da mãe.
Viu como é que ela tava grilada?
Desde que a gente chegou ontem daquele almoço que ela não falhou outra coisa.
Eu só achei que a gente precisava ganhar tempo.
Arrumar um jeito de tirar essa ideia da cabeça do Babo. Cara, a gente não pode
fazer nada. O problema é com eles dois.
Me desculpa, tá?
Você sabe que eu não fiz pra te sacanear.
Mas sacaneou, viu?
Agora o Babo vai ficar implicando com o coitado do Tonico. Vai até tirar o
garoto do frigorífico.
Oh, meu Deus.
Por que eu não deixei a minha boca fechada?
Baby, baby, baby.
O vítima O vítima O
vítima Das suas janelas
discretas
Eu estou
fora.
Olha aqui, se o Diego ficar sabendo de alguma coisa, se você... Pomba, de novo?
Será que você não está me escutando, não?
Para que eu ia contar uma coisa dessa para o Diego?
Eu sou um fotógrafo.
A minha profissão é tirar fotografia.
Está certo, não é? Eu queria ser um Bruce Weber, um Bob Wolfson.
Não deu.
Eu faço o que aparece.
Tem gente que acha que esse tipo de trabalho, de ficar correndo atrás dos
e fazendo fotografia pra detetive, coisa mista. Olha, tá aí, viu?
Eu concordo.
Mas é o seguinte.
A mim, pagou.
Tá valendo. Eu não tô roubando de ninguém.
Bem, eu acho então que a gente acabou se entendendo, né?
Vem cá.
O Diego não faz ideia da perigosa que você é, né não?
Olha aqui.
Você não tem medo. Tá comigo.
Você tá entendendo?
Que isso?
De jeito nenhum.
Eu tô fora.
A vida me ensinou muita coisa.
Com um amigo vidrado numa mulher que nem você, a gente tem que sartar de banda.
Se eu falar alguma coisa, você vai lá, faz a cabeça dele.
E quem perde o amigo, ó.
Sou eu.
Nossa. Sabe que a princípio você não parece assim tão inteligente.
O que você está fazendo aqui, Sabe?
Eu estava te esperando, amor.
Você não chegava nunca.
Aí o Cláudio estava me fazendo companhia.
Tudo bom?
Tudo. Que saudade de você.
Pra que você vai procurar esse fotógrafo, Patrícia?
Pra agradecer, né?
Cara, ficou tão legal.
Ah, tá me de uma coisa?
Bom, eu acho que não precisa, né?
Jefferson, se o cara for legal de trazer as fotos até aqui, bem que ele pode me
dar alguma dica de uma agência onde eu possa levar o meu book.
Gente, você tá falando feito uma modelo mesmo, né?
Ah, sei lá, onde é que eu posso levar o meu book?
Ah, deixa de ser burro. Foi você que me ensinou.
Vai. Você acha que ele pode me ajudar?
Sei lá, acho que pode, né?
Mas toma cuidado, né, Patrícia?
Às vezes o cara, assim, foi legal, trouxe as fotos, mas bem que, sabe,
segundo as intenções... Jefferson, também não sou tão tonta assim, né?
Pô, se tentar qualquer outro lance, percebo.
Depois, com aqueles olhos azuis que ele tem...
Tomara mesmo que ele tenha outras intenções. Ah, eu acho que eu não vou
você falar com esse patógeno sozinho, não. Ah, seu povo.
É o Sandro.
Mãe!
Um amigo dele passou aí de carro e eles saíram. Que amigo?
Aquele que tá sempre junto dele.
Acho que chama Sandra, né? Ele saiu de carro?
E o Gerson? Falou que vai demorar?
Não, não falou nada.
Tô indo pro quarto.
Tinha esse tal de Sandra, hein, mãe?
Ah, é um colega dele da faculdade.
Parece que é um menino muito educado.
O Gerson não tem dado mais aulas pra ele. Ah, aliás, a mãe dele tem até uma
pisaria lá na moca. Uma tal de Lamoma, de Lamoma, sei lá.
Dá mama, mãe.
É uma pizzaria maravilhosa, você não conhece? Eu já levei vocês pra comer lá.
Mas eu não me lembro. A pizzaria é boa. Senta aqui, faz favor, vai.
Olha aqui, ó.
Quero mostrar pra você que não vai ter nenhum problema pra comprar um
apartamento, Fátima. O dinheiro vai dar certinho.
É, mas a gente vai ter que apertar bastante pra dar certo. Sem sacrifício
consegue nada na vida. E sabe o que que é?
Faz algum tempo que eu tô querendo falar uma coisa com vocês dois.
Que coisa?
Eu não gosto quando você fala assim.
Pelo jeito, lá vem bomba. Calma, pai.
Sabe o que é? É que eu tô achando esse fundo muito bonito da gente morar nesse
apartamento maior.
Mas eu também quero dar a minha contribuição.
Eu já sabia.
Calma, pai.
Mas que maior contribuição a senhora quer, mãe? Não tô entendendo. A senhora
lava a roupa pra gente poder trabalhar, faz comida, deixa a casa limpa. Que
maior contribuição do que essa a senhora quer?
É que eu quero colaborar de um outro jeito.
Eu quero arranjar uma empregada e quero trabalhar fora de novo.
Tá vendo?
Falei que havia bomba.
Como a nossa casa é agradável e acolhedora, Nora.
Aqui é o seu abrigo.
Aqui eu a protejo como se você fosse uma pombinha que eu tivesse salvo das
garras de um falcão.
Amanhã de manhã, você vai ver as coisas de uma maneira bastante diferente.
Logo, tudo vai ser como antes.
Espera. Eu acho que ela dormiu.
Eu vou levar ela para o quarto.
Ué, você estava... Desculpe, Josias.
Desculpe. Mas, escuta, a gente já está abrindo lá para o jantar. Vai lá, vai.
Desculpe, Ana, é que eu vim ver para a dona Ivete e acabei perdendo a hora.
Desculpe, eu já estou indo.
É linda essa peça de teatro. A Casa de Bonecas.
Você conhece?
Não, não conheço, não. Depois você me conta.
Algum problema?
Depois eu te falo, vai. Vai lá para a pizzaria que eu deixei o pessoal lá
sozinho, vai.
Tá, tá bom, eu estou indo.
Tô precisando bater um papo com você, viu?
Tô muito grelada.
Rico, pega mais um pedaço de faixa. Eu comprei especialmente pra você no
mercado. Pega!
Daqui a pouco eu vou acabar estourando. É sempre assim.
Primeiro briga com o coitado do menino, depois quero matar ele de tanto comer
pra ter a compensação.
Já não se mete não, não se mete. Porque o Tonico já falou que você e ele estão
de relação cortada.
Estamos mesmo.
Para mim, pouco que me dá. O que come, eu deixo de comer.
Só não quero que me estoure aqui dentro da casa. Para me sujar todas as paredes.
Depois é escravo aqui que vai ter que limpar.
Essa tia tua aí tem um mau humor, né?
Nada. Você é só da boca para fora. Isso me ama.
Me solta, me solta. Mais amor e menos confiança.
Bom, eu já acabei.
Vou ficar um pouco lá fora.
Vai, filha, vai, vai.
Você sabe alguma coisa lá da Ana, tia?
Não, por quê?
Aconteceu alguma coisa?
Sabia não?
Parece que o Marcelo vai dar um pé na Ana. Olha o jeito de falar, tio. Mais
respeito.
Tudo bem?
Tudo, né?
Tô indo tomar um sorvete no alemão. Tá afim?
Espera aí, Isabela, você falou em testamento?
É, a tia Francisca, antes de morrer, ela fez um testamento no cartório.
O tabelão vinha aqui hoje ler para toda a família, mas não sei o que aconteceu.
Passou para amanhã.
Testamento?
Mas então ela já sabia que ia morrer, pô.
Não sei, não sei.
Mas do jeito que essa família é ligada a dinheiro, eu acho que já estão todas
com seu testamento debaixo da cama.
Até você?
Ah, eu não.
Eu não ligo a mínima para o dinheiro.
Eu quero ser feliz.
Enquanto uma coisa, se a gente morasse num barraco, assim, sem luz, sem água,
você acha que a gente ia ser feliz?
Também não precisa exagerar, né?
Ah, por mim, se você estiver do meu lado, eu topo qualquer sacrifício.
Hum, cheiroso.
Verdade. Mentira.
Eu faço porque...
Admitiu para aquele investigador que tinha visto o advogado abraçando a
da Francesca no aeroporto? O que eu podia fazer?
Isabela que não tinha nada que contar isso para o Diego.
Como era que ela ia adivinhar que o moço tinha a língua solta?
Não, vocês estão fazendo uma tempestade num copo d 'água.
Como é que o moço ia saber que não podia falar?
E a própria Isabela admitiu que ele não fez por mal.
Ah, isso é fácil. Não possamos fazer pior nem entre.
O investigador entendeu perfeitamente que era natural que a gente quisesse
esconder esse incidente. E eu disse para ele que isso não provava nada.
Que a tchesca torceu o pé e que naturalmente o advogado amparou. Foi
Mas você disse que eles estavam conversando antes de ela se apoiar nele.
para vocês, não para a polícia.
Essa história está ficando cada vez mais complicada.
Oi. Boa noite.
Podia eu entrar, mas ele marcou um boliche com os amigos dele.
Por que você não foi junto, menina?
Ah, mamãe.
Eu detesto boliche.
Não, não detesta boliche.
Com licença.
Pode mandar servir o jantar, dona Fenomena?
Pode. Manda chamar o Marcelo que está no quarto.
Bem, eu vou subir e eu posso chamar o Marcelo. Gabela, deixa o que é o freio
sair disso.
Mamãe, que bobagem, mamãe. Eu estou subindo, chamo ele, estão batendo a
eu, hein?
Educa. Educa.
E pode subir.
Ninguém vai subir.
Já estão todos sentados na mesa de jantar.
Sabe que eu não quis nem sair com o Diego.
Eu tava doida pra saber como é que foi.
O que você falou.
Fala comigo, fala. Me conta.
Me conta tudo.
Você terminou com aquela cozinheira?
Ela já tá fora da tua vida.
Conta -me.
Conta -me.
Isabela.
Você não teve coragem?
É isso que aconteceu?
Você não teve coragem?
e elas saíram.
Mas não foi uma questão de falta de coragem, não foi. Foi uma questão de
de oportunidade.
É, faltou oportunidade.
O meu filho mais velho está tentando fazer com que eu não me separe dela.
Não vai adiantar nada.
Eu não falei hoje, falou outro dia.
Você não vai falar nunca.
Será que você não percebe que enquanto você estiver com essa cozinheira, eu não
posso falar aqui em casa que a gente se ama?
É melhor você ir embora.
Vai.
A gente se encontra lá embaixo mais tarde?
Não, eu não vou.
Enquanto você não terminar com ela, você não me toca mais.
O que você acha, hein, Quitéria?
Eu acho que tá certo, viu? Eu acho muito esquisito.
O Marcelo leva os seus filhos pra um restaurante sem você pra saber o que
aconteceu com a Karina. Era só ligar pro colégio se ele não queria falar com
você. Mas foi exatamente isso que eu pensei.
Mas na hora a Karina começou a chorar e foi aquela gritaria e ficou tudo como
tava. Agora, depois que eu vinha vindo ali pela moca, essa ideia ficou me
martelando na minha cabeça.
Mas se não foi isso, alguma...
coisa eles falaram nesse almoço. Isso foi de uma coisa, minha amiga.
Deixa o barco correr.
Deixa o barco correr. Não fique perguntando pros meninos o que foi que
aconteceu, porque se eles quisessem falar, meu filho, já tenho falado. Ah,
Marcelo tá me aprontando alguma, viu? Eu tenho certeza que ele tá me aprontando
alguma. Deixa o barco correr, olha que eu não vou poder tirar a carta pra você
agora, tá?
Ele vai estar quera com as meninas. Ele vai se participar muito bem. É mesmo?
Então vai.
Divirta -se.
Divirta -se, minha filha. Hoje vai ser dureza. É mesmo?
Dureza. Escuta uma coisa. Quando eu fechar a pensaria, dá uma passada pra
mamãe. Ela vai tudo direitinho, mas eu fico tão preocupada. Eu preciso arranjar
alguém pra ficar com ela.
Quando é que você vai me convidar pra me ver jogar basquete?
Quando o tio vier pra cá.
A não ser que você tenha um fim de semana pra Bauru.
Me convida que eu vou.
Vai nada, seu pai não deixa?
Meu pai nem te liga pra mim?
Mentira sua.
Verdade. Tá em casa e parece que eu nem tô. É tudo pro Tunico? Tudo pro Tunico.
É o Tunico que sabe de tudo, é o Tunico que presta... Não tá sendo justo.
Claro que eu tô.
Vai lá em casa um dia espiar.
Ó, se você me chamar pra ir pra Bauru, eu assisto o jogo, volto e ninguém
percebe de nada.
Você tá muito exagerada.
Quer mais um?
Não,
obrigada.
Tava pensando em dar um pulo lá no fliperama, tá afim?
Será magia, miragem, milagre, será mistério.
Clara como a luz do sol, clareira, iluminada nessa escuridão.
Bela como a luz da lua, estrela do oriente e dos mares do
sul.
Gostei mesmo, viu?
Sempre que você vier pra casa da sua mãe e quiser me convidar.
Tá legal.
Me fala um negócio.
Isso de você não querer mais estudar, é pra valer mesmo?
É. Ah, eu não gosto de ir na escola, me dá sono.
Você gosta?
Eu gosto.
Não sei como é que alguém pode ficar sem estudar.
Você pretende fazer o que na vida?
Sei lá.
Trabalhar com seu pai na minha casa?
Olha, até que eu gostava, viu?
Mas aí, meu pai não quer mais que eu vou lá, tem os homens dos oios compridos,
sabe como é?
É, imagino.
Quer que eu leve você até sua casa?
Não, não precisa, obrigada.
Então, até outra hora.
Até, né?
Júlio, olha, eu queria te falar que se você...
Bom, eu sei que você não me disse nada.
Mas é que eu estou sabendo desses lances que você falou para o Tonico.
E eu estou querendo... Que lance?
Bom, eu sei que é chato.
Ah, eu nem devia ter falado.
Esses problemas que estão acontecendo na sua casa, do seu pai estar querendo se
mandar. Olha, se você quiser falar comigo, assim, conversar. A gente
porque você é meu amigo e eu... Você disse que eu... Eu não falei nada disso
para o seu irmão estar sabendo.
Ah, socorro, né, Julia?
com o Tonico. Não, agora tudo que acontece de ruim nessa casa, a culpa é
O Sandrinho não podia ter aberto a boca pro Tonico, né? Só pode ter sido você.
Filho, eu nunca mais vi o Tonico.
Desde que você me fez passar aquela vergonha naquele churrasco, eu nunca
olhei pra cara dele.
E não grita comigo, não, que você não é meu pai. Mas que saco!
Eu ainda mato esse Tonico, hein?
Mato ele.
Você me toma cuidado, porque os irmãos dela são tudo grande.
É, não tenho medo de cara feia, não.
É, mas o seu pai também não vai me querer esse romance.
É, deixa o vô chegar aqui e lhe dar um jeitinho no meu pai. Aliás, quando é que
o vô chega, hein?
Quem é que sabe do Zebulacha?
Sempre com aquele caminhão, uma hora no Amazonas, outra hora no Porto Alegre.
De vez em quando aparece, fica uns dias aqui em casa, mas depois bota o caminhão
na estrada outra vez.
Sempre foi assim.
Nunca teve jeito naquela cara de zonda.
Nem quando foi casado com a coitada da minha irmã.
Mas é um cara bacana, né, tia?
A gente sempre bate um papo assim, sabe?
De igual pra igual, como se ele tivesse a mesma idade. Não é que nem meu pai,
não. Cheio de responsabilidade, cheio de não pode, não pode isso, não pode
aquilo.
Como dizia minha irmã, Zé Bolacha é da esbórnia.
O que que isso quer dizer?
Quer dizer que ele é da farra, do chifre furado. Estou dizendo, esse é dos meus.
Tchau, gente.
Tchau, tio.
Tchau.
Tchau.
Só de falar no Zé Bolacha, já te estrago o dia, né?
É, tio.
Não me enche.
Você é que tem que ficar preocupado.
Quando o Zebulacha chegar, você vai ter que devolver a cama pra ele. E aí eu
quero ver onde você vai dormir nessa casa.
É, o que você quer?
Que o seu único irmão vá morar numa favela, é isso?
Tem certeza que você não quer ir comigo no advogado?
Ah,
eu não estou com a menor vontade de conversar com advogado.
Sei lá, eu queria fazer uma coisa mais agradável.
Andar um pouco, ir a um shopping.
Tá bom, você que sabe.
Mas você pode andar, cuidado, hein? As ruas são muito bonitas, muito
arborizadas, mas essa favela aí de trás é um perigo.
É, eu estive olhando a favela com binóculo.
A miséria é uma coisa horrorosa.
O Brasil tá cada vez mais parecido com a Índia, sabia?
Tchau, querida.
Até já. Ah, se você resolver ir de carro, toma cuidado também, tá? Os
sempre queixados.
Principalmente nos cruzamentos.
É.
Já esqueceu que eu morei três anos na África?
A África eu não conheço, mas aqui tá muito pior.
Que horror.
Minha mãe já saiu?
Acabou de sair.
Eu queria fazer uma pergunta para você, Júlia.
Pode fazer.
Quando você resolveu voltar para o Brasil, você já sabia o que tinha
com meu pai?
Sabia, eu tinha lido no jornal brasileiro em Paris.
Mas você sabia também que meu pai e minha mãe estavam para se separar?
Não, não sabia.
Está mentindo para mim? Por que, Júlia?
O que é isso, Irene?
Eu não estou mentindo.
Tá.
Tá sim.
Eu ouvi sem querer você e minha mãe conversando ontem.
Vocês falavam de uns papéis que meu pai mandou ela assinar.
Parece que ela abriu mão de tudo que era seu direito no casamento.
E você sabia disso?
Sabia que a relação deles não estava nada legal.
Eu não estou entendendo você.
Você está me acusando de alguma coisa?
Não.
Eu não estou acusando você de nada.
Eu só estou querendo saber por que mentiu.
Porque olha, nem eu, nem a sua mãe, queríamos que você ficasse com uma
ruim do seu pai.
É duro para uma filha.
Que gostava do pai como você gostava do Hélio.
Descobri que ele não era um exemplo de virtudes.
Ele estava enganando a sua mãe.
O Hélio era um antifogado da melhor categoria.
Mas nesse caso, ele estava advogando em causa própria, Irene.
Ele obrigou a sua mãe a assinar papéis absurdos.
Quem estava tratando a separação era ele.
Ia deixar sua mãe sem nada.
Eu não acredito.
Depois eu vou te provar.
Vem comigo.
Está aqui.
Finou na confiança. Foi enganada.
Não sabia que estava sendo roubada. Está aqui.
Eu não compreendo.
Se ele mandou que elas nasçam daqui... É porque ele devia ter um plano.
Eu posso mostrar isso para o meu professor?
Não sei.
Vai lá.
Sim.
É que a sua mãe não queria que você pudesse de nada.
Mas já que você está achando que nós duas somos as vilãs dessa história toda,
acho melhor que tudo fique esclarecido de uma vez.
Eu vou levar essa fila para a faculdade.
Julia, desculpa se eu fui rude com você. Não foi minha intenção, viu?
Esquece.
Que de boa eu me livrei.
Agora é só a senhora assinar aqui embaixo, por favor.
Tem que trazer meus filhos aqui ou posso levar as procurações para eles
assinarem em casa? Não, a senhora pode levar.
Eles assinam, depois eu mando alguém pegar.
Como eu estava lhe explicando, isso é um processo bastante fácil.
Tem uma complicação.
Com as procurações, eu vou encaminhar o juízo formal de partilha e mais o
intervento de abertura do inventário.
Mais ou menos em 30 dias estará tudo resolvido.
Nem acredito.
Até aqueles documentos que a senhora assinou inadvertidamente, sendo a
meia, despertem o valor.
O senhor já me explicou.
Mais alguma coisa para eu assinar, não?
Ah, perdão.
Ainda tem mais esse aqui.
Não acredito.
Não. Eu nunca imaginei que seu pai fosse tão quadrado assim.
Mas ele não é quadrado. Quer dizer, ele é quadrado, mas acho que ele é muito
mais ciumento que quadrado, sabia?
Você está querendo me dizer que seu pai não deixa sua mãe trabalhar fora por
causa de ciúmes?
Ah, não. Eu não acredito. Eu vou te explicar. Quando o papai começou a
mamãe, ela já trabalhava fora.
Ela era a secretária executiva. Mas você sabe como é que é.
Mulherão, bonitona. Os caras...
Você sabe como é que é isso. Ah, Sidney, não. Isso é ridículo. Mas eu também
acho. Mas eu falei isso pro meu pai. Ontem mesmo, ele tava comentando com ela
seguinte. Se você for trabalhar fora, você vai ver o que vai acontecer. Eu vou
desistir da compra do apartamento.
Bom, a respeito da compra desse apartamento, você já sabe muito bem o
penso.
Mas ficar do lado do seu pai, faz a mão.
De jeito nenhum.
Isso aqui, classe.
Eu acho que essa história ainda vai dar muito pano pra manga, sabia?
Você vai ficar sem falar comigo muito tempo?
Eu não tô sem falar, só não tenho assunto.
Eu te conheço muito bem.
Desde que você levantou, você não abriu a boca.
Falar sobre o quê? Faço o dia inteiro trancado nessa casa, que assunto que eu
posso ter? Você quer que eu fale sobre o quê?
Sobre o que eu vou fazer pra almoço? O preço do sapolho? Fococa de vizinha? É
isso? Por que você tá fazendo isso comigo, hein, Fátima?
Não diz que você não sabe de nenhum assunto.
Você é uma pessoa que lê jornal. É uma mulher muito bem informada. Ah, leio
jornal, sim. O jornal que você compra. O jornal que você gosta.
Meu pai, Celeste, se o problema é esse, a gente compra dois jornais. O meu e o
que você quer ler. Ela até parece que é sobre isso que eu estou falando.
Não se faça de desentendido.
Eu passo o dia inteiro aqui nessa casa. O nosso assunto é preço de sapolha,
papoca de vizinha e essa coisa toda. Você não percebe que eu estou cansada
coisa? Eu estou frustrada de ficar o dia inteiro trancada nessa casa, droga.
A gente fala nisso depois. Depois não.
Toda vez que eu toco nesse assunto, você foge. Nós vamos falar sobre isso e
agora.
Quando eu cheguei de carro, eu vi que tinha uma praça logo ali.
Fica muito longe? Não, é uns três ou quatro quilômetros daqui pra cima.
Tá brigada, né?
A senhora vai a pé?
Andar é um ótimo exercício, sabia?
Olha, senhora, toma cuidado com essa favelona aqui do lado, tá? Todo cuidado
pouco. Não se preocupe.
Espera aí.
Ai, Júlia, eu falei tanto pra você tomar cuidado, né? E você andando por aí como
se você estivesse do Upper East Side, Nova York. Mas, Júlia, tudo você se
conformar em me ver enjaulada. Mas eu me sinto muito protegida, assim. Se não
for desse jeito, eles invadem, roubam, estupram, sabe Deus mais o que, né? Ai,
meu Deus do céu, você não fala isso como se fosse uma coisa muito natural.
Júlia, você tá fora do Brasil há muito tempo.
Aqui ninguém respeita mais ninguém, não.
Se você não tomar cuidado, você é capaz de levar uma bala perdida assim,
atravessando uma rua, num sinal, em pleno meio -dia. Ah, e você se conforma
viver assim?
O que é que eu posso fazer, Júlia? Eu não acredito.
Eu não acredito.
Pois pode começar a acreditar.
Pode começar a acreditar, porque os seus documentos, o seu passaporte, nunca
mais vai aparecer.
E o seu dinheiro já deve estar na mão de algum trombadinho aí, comprando cola
pra cheirar, tá bom?
América do Sul, viu, Júlia?
Brasil. Isso aqui é Brasil.
Mas o que é isso, Isabela?
Você veio aqui para me pressionar?
Não.
Eu vim aqui para ver o meu noivo.
Mas passando pela sua porta, eu me lembrei que a gente tem um compromisso.
Você me prometeu que ia terminar de uma vez com aquela cozinheira.
Aí eu me lembrei de te dizer também que eu não aguento mais ficar esperando.
Eu detesto ser pressionado.
É?
E eu detesto que me faça de idiota.
Eu não estou lhe fazendo de idiota, Isabela.
Mas é difícil.
Não se pode acabar uma relação assim de uma hora pra outra.
Não, Marcelo. Se você quiser, você já tinha terminado.
Só você...
Entra. Com licença, tem um rapaz aqui fora, o Sandro. Esqueça o seu filho.
O Sandro?
Ele está aí?
Isabela é a minha sobrinha.
Sandro, o meu filho mais velho. Como vai? Tudo bem? Tudo bom?
Eu vim aqui porque... Bem, eu já estava de saída.
Tchau. Tchau, filhinho.
Tchau, Isabela.
Babu, eu vim aqui porque... Você não pode largar a mãe, Babu.
Não pode.
Espera aí, Isabela.
Você não pode fazer isso. Você ficou louca. Você não tem medo.
Eu sei muito bem o que eu tenho que fazer para acabar com essa história de
vez por todas.
Espera, Isabela.
Faz o seguinte.
Fala para o Diego que eu tinha que sair correndo e que você tentou procurá -lo,
não achou. E depois eu invento uma mentira, tá bom? Vai, vai, vai logo.
Sim, foi isso.
Ah, eu tenho exceção, porque não vai dar nada certo.
E aí, Paulinho, como é que é? Está gostando da pizza?
Mesa para um.
Eu acho que você vai ter que esperar um pouquinho.
A senhora me conhece?
Não, você já veio aqui?
Não, só quando eu era muito pequena, mas eu tinha vontade de voltar.
Não mudou muito, né?
É, não.
No ano passado nós fizemos uma reforma lá no pátio. Sim, a minha mãe vem muito
aqui. A minha filha é a dona daqui.
Dona?
A sua patroa.
Dona Filomena Filomena.
Escuta assim.
A dona Filomena é minha tosse.
Eu acho que você está é muito enganada, viu?
Sabe o quê?
Eu não entendo. Eu não entendo como é que o Marcelo passou todos esses anos
você. Teve filhos e tudo.
Mas o que é isso?
Mas o que você quer comigo, hein?
Eu quero que você saiba que não adianta você ficar fazendo chantagem pra cima
dele. E botando seus filhos contra ele.
Você tá entendendo? Não adianta.
Mas do que você tá falando, hein?
Eu tô falando que ele não suporta mais olhar pra sua cara.
E que agora?
Agora eu sou mulher da pedra. Mas o que?
E que pra você...
Acabou. Acabou. Acabou. Acabou.
Acabou.
Vítima da sua janela
indiscreta.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.