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Vai, Wexler!
� isso a�.
Legendas Em S�rie legendas.em.serie@gmail.com
2x04 - 15/11/15 And the Cost of Education
Bibliotec�rios:
smoakbia | mayron0612� jluizsd� | parlobrito
Guardi�o: jluizsd
N�o coma nada no campus.
N�o repita nada tr�s vezes.
E principalmente, n�o fa�a contato visual com as g�rgulas.
Esse foi todo equipamento de magia que consegui achar.
N�o � s� a Biblioteca que est� mudando. As coisas tamb�m.
Parece muito para um mascote desaparecido
Todo cuidado � pouco na Universidade de Wexler.
Fundada por Josiah Wexler.
O ocultista renomado?
Algu�m achou a se��o de ocultismo da biblioteca?
Sim, encontrei.
Estava junto com a se��o de culin�ria francesa.
Que ali�s, estava infestada de aranhas.
As aranhas s�o nossas amigas do jardim, Sr. Stone.
Jenkins, elas tinham 90cm de comprimento!
Entendo. Vou pedir um inseticida.
Josiah Wexler, fundou a Universidade de Wexler
em 1813 no leste de Massachusetts.
Dizia ser uma pequena escola de artes liberal,
que ele usava para secretamente coletar arte arcana,
pesquisar juramentos proibidos e realizar rituais estranhos
e perversos. Rituais estranhos e perversos?
� um cara com cabe�a de bode,
ou um bode com o corpo de um cara?
N�o tenho certeza se quero saber.
Coisas super assustadoras.
Sim, e antes da explos�o e morte de Wexler...
Espere, a faculdade explodiu ou ele explodiu?
De qualquer jeito, a escola arcana foi soterrada
mas continua sendo o Tri�ngulo das Bermudas
dos eventos m�gicos. Tudo pode acontecer.
E pior que o verdadeiro Tri�ngulo das Bermudas.
Feiti�os deram errado, monstros, sumi�os n�o resolvidos
o buraco negro de sempre.
Sim, sim!
Tenho estudado a teoria matem�tica
por tr�s de espa�os extradimensionais
ent�o um buraco negro seria extremamente interessante.
Para mim.
S� voc� ficaria feliz em ir para a escola
at� Hogwarts da dem�ncia.
Adoraria ter ido para a faculdade, mas n�o pude.
Jenkins, j� fizemos isso antes.
Escola estranha � parte, � uma busca de desaparecido.
Qu�o longe algu�m vestido de lontra pode ter ido?
Espero que esteja morto em uma vala.
Isso � extremo.
Bem, quer saber?
� a �nica desculpa aceit�vel.
N�o acredito que Peter simplesmente iria sem...
Katie!
M�os para cima!
E bem antes do grande jogo?
Ent�o, Peter, seu mascote, saiu da escola?
Sim, com certeza. Acontece o tempo todo.
Assim como qualquer outra faculdade
um em cinco estudantes da Wexler somem
e s�o transferidos no meio da noite.
O de sempre.
Ali�s, n�o � o de sempre.
Ainda n�o entendi por que Peter foi embora.
Talvez descobriu onde o time de v�lei foi
depois do jogo fora de casa.
Tudo que encontramos foi um �nibus cheio de roupas.
�tima pegadinha.
Pegadinha, um enigma assustador.
E voc� sabe, nem tivemos, tipo,
um surto bizarro de verrugas este ano.
Sabe aquelas verrugas que te d�o pesadelos?
Nada de mais.
E agora a torcida!
Cinco, seis, sete, oito.
Olhe! O diabo! O fogo!
- O qu�? - Olhe!
Licen�a. O que voc�s est�o cantando?
Esse � o lema da nossa escola. Temos entoando-o desde sempre.
E adivinhe?
Vai enlouquecer Michigan essa semana.
Wexler vai jogar com Michigan?
O que, cr�quete?
N�o, futebol americano.
E vamos acabar com eles!
Me deem licen�a.
Jenkins estava certo. Wexler igual � estranho.
Imagino se pensar que sua escola de artes liberais
pode derrotar Michigan � uma ilus�o m�gica
ou uma ilus�o normal.
Olhe! O diabo! O fogo!
Eu quero saber o que elas est�o cantando?
N�o. Voc� n�o quer.
JOSIAH WEXLER "TODOS DIZIAM QUE EU ERA LOUCO"
Ele � uma aberra��o da Wexler.
Aquela fantasia de mascote pode ficar bem fedida, sabe?
Sei. Alguma ideia aonde seu parceiro estava indo?
Com o grande jogo essa semana,
Peter estava indo nas festas,
fraternidades o chamavam
para ser seu mascote, animar a galera.
Na noite que desapareceu, era para ele estar
no �mega Theta.
Cara, aquela casa t�m uma hist�ria esquisita.
Com "hist�ria esquisita",
voc� quer dizer que eles davam festas sem cerveja?
N�o. Tipo voc� precisa de um convite por escrito para entrar.
E tem esses rumores sobre rituais no por�o,
sacrif�cios animais.
Peter ouviu tudo do professor Bancroft
na aula de Arquitetura dele.
Professor Bancroft?
Professor Roger Bancroft d� aula aqui?
Est� brincando?
Professor Bancroft �... A autoridade
na arquitetura Colonial Americana, cara.
Voc�s s�o t�o sortudos!
Eu mataria
para ter aulas de...
E voc� n�o d� a m�nima.
Ningu�m d�, amigo.
Mas, eu adoraria saber aonde essa �mega Theta fica.
Minha experi�ncia com fraternidades � limitada,
mas n�o creio que
rituais malignos deveriam soar como uma festa.
N�o teria tanta certeza.
Olhem os emblemas nesses cantos.
C�rculos intr�nsecos de magia e invoca��o.
� espiritismo ocultista do s�culo XVIII.
Aquilo com certeza � magia.
Temos que descobrir a origem desta casa.
Aposto que o professor Bancroft tem algo a dizer
sobre esses s�mbolos.
Dividir e conquistar?
Ezekiel, Cassandra, chequem a casa.
Stone e eu falaremos com o professor.
Admita. Voc� s� n�o quer ir � uma festa de fraternidade.
N�o quero n�o.
Vamos, Stone.
Ent�o o colega de quarto disse
que precis�vamos de um convite para entrar,
ent�o o que quer fazer?
Quer espiar pela porta ou...
Pod�amos fingir que somos entregadores de pizza.
Ou o convite que roubei da mesa do mascote.
Ele n�o a estava usando.
Eu queria te dar uma li��o de moral
sobre roubar uma pessoa desaparecida,
mas sei que voc� n�o escutaria, ent�o...
N�o estou escutando agora.
Espere.
Arbustos est�pidos!
Ol�.
O que est� fazendo nos arbustos?
� onde tenho a melhor leitura.
Quem s�o voc�s?
Espere. Tamb�m procura por magia?
Isso � demais!
Coloquei o an�ncio na net,
mas n�o achei que algu�m viria.
Sou a Lucy.
LuckyLucy713?
Certo, volte para quando disse "procurando magia".
Por isso est�o aqui, certo?
N�o s�o estudantes, certo?
Bem, eu poderia ser.
Eu tamb�m.
Talvez.
Todos sabem que Wexler � um lugar antigo.
E comecei a pesquisar. Depois que o mascote desapareceu,
disse no meu grupo de magia online que investigaria isso.
Eles s�o muito legais no F�rum.
S� mulheres que realmente querem saber de magia.
N�o desconfiadas.
Mas se n�o s�o do meu F�rum, quem s�o voc�s?
N�s somos
da seguran�a do campus.
Estamos checando o lugar. E desculpe incomod�-la.
Mas, ao menos tem uma boa hist�ria para seu F�rum.
Mas s� por curiosidade,
por que procura magia nesta casa em particular?
Por causa disso.
S�o leituras do meu equipamento no laborat�rio
onde construo o acelerador de part�culas.
Nos �ltimos dias ele vem registrando surtos de energia.
Rastreei o �ltimo aqui,
por volta da hora que o mascote desapareceu.
Um surto assim n�o � necessariamente magia, ent�o...
Mas com leituras assim
este pr�dio devia estar no ch�o.
Mas ainda est� ai.
Certo, � dif�cil argumentar com isso.
Por que n�o deixa isso para os profissionais?
Deixe-nos fazer
a seguran�a do campus,
e voc� volta a fazer coisas de alunos?
Tem ca�adores de magia agora?
E que tamb�m sabem o que est�o fazendo.
Convites?
Convites s�o intransfer�veis, meu chapa.
Tenho que bloquear a ral�.
Ral�? Meu chapa, sabe que eu...
Est�o comigo!
- Oi, Justin. - Ei, Lucy.
� s�rio? Eles est�o com voc�?
Sim.
Ele � de interc�mbio e ela da P�s.
- Isso. - Vamos pessoal.
Certo, ali est� ele.
Certo, escute.
A an�lise do Professor Bancroft � bem agressiva.
Ele � um acad�mico bruto.
Ent�o ficarei de guarda pronta.
Isso! Com licen�a, senhor.
Professor Bancroft?
- Sim. - Ent�o... N�s...
Posso come�ar dizendo que sou um grande f�?
De verdade.
Sua an�lise sobre como as resid�ncias americanas
mudaram no s�culo 18...
S�o de enlouquecer.
Isso foi h� tanto tempo, estou surpreso que saiba.
Na verdade escrevi um texto sobre ele.
Oliver Thompson.
- � voc�? - Sou eu.
Acredito que tenha lido.
Sim, foi uma deliciosa reviravolta no meu trabalho.
Obrigado, eu apenas... Queria apenas...
Dei andamento no que estava fazendo, e foi...
Soubemos que estava dando aulas
sobre a arquitetura aqui do campus.
Sim. Eu consegui
as plantas originais dos pr�dios.
Elas mostram arquitetura e materiais fascinantes.
Especificamente pens�vamos sobre a casa da �mega Theta.
E o hist�rico de ocultismo.
Voc� � um desses.
- Desses quem? - Desses que acreditam
nas bobagens sobre o Wexler.
Olha, odeio estragar suas grandes ilus�es,
mas magia n�o existe.
N�o existe na arquitetura,
e certamente n�o existe aqui.
N�o existe a tal magia.
Falei com um dos irm�os.
Ele disse que contratou o mascote, mas n�o apareceu.
Ent�o me pediu para devolver o dep�sito.
- Que frieza. - Pois �.
Tamb�m achei, por isso peguei o rel�gio dele.
Se soubesse tanta riqueza assim estaria � vista na faculdade,
teria iniciado meus estudos mais cedo.
Enquanto fazia tudo isso,
por acaso encontrou outra evid�ncia
da fonte de energia ou o mascote sumido?
Bem, ainda n�o olhei l� em cima.
Imagino se esse riquinhos da fraternidade
deixam os eletr�nicos � vista.
Vai.
Sabe o que estamos procurando?
N�o existe "n�s". Sou apenas eu.
E meu amigo.
E n�o tem como eu dizer que magia existe.
� t�o legal ter uma equipe para trabalhar.
Adoraria ter uma. Ou chamam de esquadr�o?
N�o, n�o chamamos.
Voc� n�o devia fazer os seus estudos
ao inv�s de gastar seu tempo procurando por magia?
Meus estudos est�o bem.
Eu li cada livro do come�o ao fim
antes do semestre come�ar.
Bom, tem muito mais do que isso para ler.
Tem ainda c�micos e festas
coisas da faculdade!
N�o subestime tudo isso.
Nem todos conseguem experimentar isso.
� legal, mas eu percebi umas coisas.
Como os picos de energia no meu acelerador de part�culas,
ou como a teoria de Wintten implica mais
que as tradicionais solu��es de 11 supergravidades dimensionais,.
Espera, voc� leu a teoria do Witten?
Tipo, apenas 10 pessoas no mundo
podem entender aquilo.
Bem, agora s�o 11.
Mas quando noto algo, n�o posso mais ignor�-lo.
Tenho que descobrir tudo sobre aquilo.
Tipo a magia?
Ent�o est� dizendo que magia existe?
- Bem... - Sinto muito.
- Minha culpa. - Isso foi grudento.
Sim, em um dos quartos, com certeza.
Olhe.
- Vamos. - Deve ser o por�o.
Certo, agora tudo est� grudento.
Os rumores sobre os rituais n�o eram no por�o?
Est� certa.
Vamos l�.
- N�s? - Sim.
Espere, n�o dev�amos pedir apoio?
N�o, eu cuido disso.
Sou uma Bibliotec�ria.
Uma o qu�?
Isso n�o � verdade!
Inacredit�vel.
Est� negando a exist�ncia de Stonehenge?
N�o, estou negando as pr�ticas de vudu
atribu�do ao que essencialmente � apenas um calend�rio gigante,
- de conspira��es fajutas! - Ele, o qu�?
Fajutas? Fajutas?
Fajutas!
� nessa hora que voc� o bate com uma luva?
Sabia que os irm�os da fraternidade
tem diamantes de verdade nos aneis?
Parece at�...
Invocamos os mais antigos.
Invocamos nossos criadores.
Isso � t�o estranho.
� como se as paredes fossem feitas de �nix.
Todo o por�o tem isso.
Invocamos nossos deuses.
Os deuses do cheiro da cerveja!
Certo!
Aqui vamos n�s.
Vamos l�!
Deixe-me explicar algo, certo?
S� porque tem dezenas de diplomas
n�o significa que saiba alguma coisa!
Isso mostra que estudei coisas
que voc� nem sonhava na fazenda.
Gente?
Sou Roger Bancroft, professor distinto.
BA, MA, C. Phil, PhD.
Se vivesse 100 vidas, seu c�rebro rid�culo
- n�o absorveria o que sei. - Gente?
E sei que sua pergunta sobre magia
� a coisa mais est�pida que j� ouvi!
O que foi isso?
Um monstro de tent�culos.
Um grande.
Temos um monstro de tent�culos, sem mascote,
estudantes sondando os mist�rios da magia.
E o que eu disse sobre olhar a g�rgula nos olhos?
� como alimentar um cachorro faminto.
Nunca vai se livrar dele.
N�o fale assim perto do Stumpy.
Podemos focar no monstro de tent�culos
que comeu o mascote, e o professor?
N�o sabemos se foram comidos.
Tecnicamente, eles foram levados
por uma fenda que veio do nada
como normalmente fazem.
Isso com o pico de energia que disse que a Srta. Lyon rastreou,
implica uma cl�ssica invoca��o de criatura
de outra dimens�o. Possivelmente Lovecraftian.
Lovecraft. H.P. Lovecraft?
Am�vel nome, n�o �? Para uma mente t�o problem�tica.
Ele baseia sua universidade fict�cia em Wexler.
Isso seria bom de saber
antes de um monstro de tent�culos aparecer.
Descobrimos em que dimens�o eles est�o,
e os trazemos de volta.
- Super f�cil. - Desculpe. N�o � super f�cil.
Depois de ir a outra dimens�o,
as chances de voltar s�o microsc�picas.
Provavelmente, foram comidos.
- O qu�? - Desculpe.
Fechamos a fenda antes que mais algu�m seja capturado.
Se a criatura foi invocada, significa que algu�m a invocou.
Sim, e criaturas invocadas n�o atacam aleatoriamente.
Tem alvos espec�ficos.
Descobrimos porque os dois foram alvos.
O que eles t�m em comum?
Peter estava na sala do Bancroft.
Estudavam a hist�ria do col�gio.
Pode ser uma conex�o.
E mais, outros estudantes podem estar em perigo.
E a casa da fraternidade... tem funda��es estranhas, certo?
Tipo uma pedra negra.
Com certeza � pesquisa do Bancroft.
Vou at� l�.
E eu vou olhar a sala dele.
Stumpy. Fica.
Bom garoto!
N�o pode ser s�rio, achando que � Dutch Colonial.
Maldito falador.
- Oi. - Oi.
Onde est� o professor Bancroft?
O professor n�o est� aqui.
Ele n�o vir� por um tempo.
N�o � surpresa.
Como toda faculdade, 1 em cada 5 professores
mudam-se ou pedem transfer�ncia no meio da noite,
e nunca mais s�o vistos.
Voc� � o palestrante convidado?
Sou.
� o que vim fazer aqui,
estava tentando descobrir onde ele parou.
N�o sabe o que ele estava ensinando?
Hist�ria da arquitetura de Wexler.
Ele encontrou as plantas originais da escola.
Est�o bem aqui.
Materiais de constru��o.
A casa �mega Theta est� em uma funda��o
de uma rara pedra preta do oceano pacifico.
Bancroft disse que � uma coincid�ncia.
Mais uma prova que Bancroft n�o sabe de nada.
- O qu�? - Os materiais da funda��o...
Teria que se mudar todo o design da arquitetura.
Projeto de classe.
For�a das funda��es.
- Desculpe, qual seu nome? - Mindy.
Pode me ajudar a distribuir isso?
- Claro. - Obrigado.
Pegue um e passe aos outros, distribua a seus amigos.
Para voc�s.
Assumo que saibam como calcular isso.
O que procuramos s�o valores fora do padr�o.
Principalmente baixo coeficiente de Poisson,
e compress�o axial.
Tem que olhar a base para encontrar.
- Tem que ir fundo. - Achei algo.
Vamos come�ar por voc�. O que tem?
- Essa constru��o. - Essa aqui?
- O pr�dio da arquitetura. - Pr�dio da arquitetura.
Est� certo. E conhecemos �mega Theta.
- Constru��es cl�ssicas. - Mostrem-me.
- Bem ali. - Boa, essa est� boa.
Constru��es cl�ssicas.
Esse � pr�dio de ci�ncias.
E o gin�sio.
- Um c�rculo? - N�o.
Um c�rculo de invoca��o. Simbologia m�gica
cravada no pr�prio design da faculdade.
Os picos de energia...
Registrei os picos quando o mascote desapareceu,
tamb�m registrei pequenos picos
no laborat�rio de ci�ncia e no gin�sio.
Aposto que houve picos
no pr�dio cl�ssico e no de arquitetura.
O c�rculo � como um circuito.
A magia precisa ser alimentada em um dos pontos.
Vamos separar e investigar.
Vimos o de arquitetura e a fraternidade.
- Lucy e eu vamos ao de ci�ncia. - Esperem.
Lucy, tem ajudado muito,
mas acho que � hora de assumirmos.
Espere.
Ela seguiu as pistas at� a fraternidade sozinha,
e tem equipamentos bem legais que podemos usar.
O que isso d�i?
Est� bem. Vou ao cl�ssico, e vou avisar
o Ezekiel para olhar o gin�sio.
E o Stone vem depois da aula.
Capability Brown mudou o jogo.
Certo? Por qu�?
Foi o primeiro a enfatizar o naturalismo.
Primeiro a enfatizar o naturalismo.
Ele fez as constru��es parte da paisagem.
Em vez de algo sentando em cima dela.
Porque afinal
arquitetura � a arte
em que vivemos.
Escrevam isso.
Certo.
Tem o emblema.
E tem um pico constante vindo do pr�dio
mas sem evid�ncias de atividades m�gicas.
Pode ser o sistema de conten��o de fantasmas que est� no por�o.
Sei que est� brincando, mas diga que est�.
Estou brincando.
Queria que tivesse mesmo. Isso explicaria tudo.
Talvez a viagem n�o seja de toda in�til.
Quer ver meu acelerador de part�culas?
Claro que sim!
As pessoas ainda falam assim?
Provavelmente n�o.
Temos nosso espa�o para trabalhar, pensar,
e nas sextas, pedimos sushi.
Se eu tivesse isso, eu nunca...
Eu nunca sairia.
Sabe como a magia funciona?
Ta certo.
Venha. D� uma olhada.
Acelerador de part�culas.
N�o deveria ser, tipo, 1 quil�metro maior?
O real vai ser maior, mas n�o muito maior.
Estou trabalhando em um com campo fixo
alternando o design gradiente.
� meu modelo de trabalho. Veja.
Eletro�m�s?
Eles n�o movem part�culas t�o r�pido nesse tamanho.
Essa � a parte estranha.
Constru� usando novas equa��es te�ricas
que estive trabalhando.
E n�o tenho certeza como, mas,
as part�culas aceleraram mais r�pido do que imaginei.
N�o � poss�vel.
Deixe-me pegar todos os dados. � demais.
Certo.
Esses resultados precisariam de 90 metros de pista,
o que significa
que o c�rculo � maior do que parece.
Lucy, o que voc� fez?
Eu n�o queria, juro. N�o sabia que era magia.
Est� tudo bem.
Eu respeitosamente descordo que est� tudo bem.
Por isso temos a Biblioteca
para manter a magia longe de m�os n�o treinadas.
Vamos manter o foco.
Lucy, o que precisamente voc� fez?
Eu n�o sei. As equa��es surgiram para mim.
� uma varia��o de feiti�o de compress�o.
Essencialmente, ela construiu o acelerador
em um espa�o compacto.
E usando magia nesse local, ativou o c�rculo de invoca��o.
Meu deus! Matei duas pessoas!
N�o sabemos se est�o mortas.
Eles foram capturados.
Espero que sirva de li��o
para manter sua curiosidade guardada.
Jenkins!
Coronel, se ela n�o estivesse brincando com magia,
ela nem teria a imagina��o para trope�ar nas novas equa��es
para o acelerador.
Bem, acho que � nossa culpa tamb�m.
Tudo que fazemos � trancar a magia
e dizer a todo mundo que ela n�o existe,
poder�amos ter um lugar onde os outros
pudessem vir por resposta e sabedoria
e treino.
N�o � isso que a Biblioteca faz.
Certo. Obrigado, coronel.
Voc� n�o est� certo tamb�m! A magia est� por ai!
Mais pessoas est�o entrando em contato com ela.
N�o podemos continuar bombeando, imaginando que � um g�s.
Temos que bolar uma estrat�gia para lidar com isso.
Como lidamos com isso?
Vamos fazer isso. � nossa responsabilidade.
Mas � minha culpa.
Preciso saber como consertar isso.
Algu�m al�m de Cassandra sabe sobre f�sica de part�culas?
E o que exatamente voc� sabe sobre c�rculo de invoca��o?
Por isso precisamos trabalhar juntos.
Agora, precisamos de Lucy. Ela criou o dispositivo.
Olha, se tirarmos a magia do acelerador,
isso desativaria o c�rculo?
Vai tirar o poder mas n�o fechar.
Precisamos de um ritual, e o ritual requer,
precisamente daquela criatura invocada.
Certo, voc� trabalha nisso.
Cassandra e eu vamos trabalhar
no acelerador com a Lucy.
Cuidado, coronel. Magia em m�os n�o treinadas...
"Est�o de volta!"
N�o tenho nada cara. Tenho muito.
Existem muitos c�rculos nesse texto.
As notas originais de Lovecraft n�o s�o iluminadoras tamb�m.
N�o podem existir tantas dimens�es alternativas
para pesquisar.
Multiplique um milh�o por um milh�o,
e n�o estaria nem perto. E o que est� fazendo?
Pesquisa. N�o no estilo de velhos.
Estou pesquisando a imagem do emblema.
Isso � bem inteligente. Certo, Stumpy?
"Sim, Ezekiel. � bem inteligente.
Mais inteligente que o Jenkins ou Stone poderiam ser."
Continue falando, cara.
Bancroft estava falando algo parecido com isso
quando foi comido!
O que disse?
- Stumpy falou isso. - N�o, n�o voc�.
- Sr. Stone. - O qu�?
Disse que o Bancroft dizia
que ele era melhor que voc� antes de ser...
Isso.
Chamaria ele de arrogante, atrevido, prepotente?
- Chamaria de idiota. - E o mascote,
o maior f� de Wexler, cheio de orgulho?
Delirante com isso, supostamente.
Certo.
O monstro � um Hybristic.
N�o, cara, isso n�o �... Eu n�o vi isso.
- Eu vi um tent�culo saindo. - Isso � bom,
ver a besta inteira deixa qualquer um louco.
O Hybristic foi invocado em tempos antigos
para levar aqueles que achavam ser melhores que os mestres.
� atra�do por demonstra��es de orgulho, arrog�ncia, ego.
Parece que quando o ego aparece
ele o devora.
Primeiro, dever�amos desligar a energia.
Coronel, por favor apague aqueles 3 interruptores.
Vermelho, azul, vermelho.
Vamos resolver isso.
Eu sei, porque eu vou resolver.
Sou Lucy Lyon, e vou resolver isso.
Isso deve dar.
Mas n�o deu. Continua ligado.
� como se tivesse sendo ligado por algo que n�o vemos.
� a fenda dimensional.
Agora que est� aberta, est� mais forte.
� um ciclo de auto alimenta��o.
O acelerador mant�m a fenda aberta,
e a fenda alimenta o acelerador.
- Vamos acelerar. - Acelerar?
Voto contra! Vamos ligar para o Jenkins.
Vai ser t�o r�pido, que n�o existir� diferencial.
Vai transformar corrente alternada em direta.
Sem diferencial de carga, os im�s n�o v�o se alimentar.
Mas tirando mais for�a da fenda, temos o risco de deixar
um buraco permanente entre os dois mundos.
� muita coisa ruim numa s� frase.
Vai funcionar, e vai ser �pico.
Lucy? Precisa pensar nisso.
Mesmo que n�o abra um buraco, vamos liberar tanta radia��o
que teremos que jogar na atmosfera.
Por que est� tentando me parar?
Porque est� mexendo com magia,
e n�o entende o quanto � perigoso.
Talvez eu entenda. Afinal, eu que fiz magia.
Talvez dev�ssemos nos acalmar, sair um pouco,
- ir a um c�rculo de tambores. - C�rculo de tambores?
N�o sei. Fui para a academia militar.
N�o, vou resolver isso e salvar toda a escola.
Sei matem�tica, ci�ncias. Sei at� magia!
Vou ganhar um pr�mio Nobel, ent�o posso fazer isso.
Lucy? N�o!
N�o! Baird!
Lucy!
- Temos que traz�-la de volta. - Trazer quem?
- Lucy, foi pega pelo monstro. - Lucy foi levada?
Ativamos a fenda,
entramos l�, e a pegamos de volta.
Ningu�m vai entrar em uma fenda dimensional.
Vai usar isso?
- N�o. - Certo.
O problema de abrir a fenda agora
� que a prepara��o est� acontecendo no gin�sio.
� um dos pontos do mapa.
O que quer dizer?
Bom, identificamos o monstro.
� atra�do � demonstra��es de ego.
E todos esses garotos
acham que podem vencer o Michigan?
Ser� um banquete!
Seria a maior loucura abrir a fenda neste momento.
Temos que fech�-lo. E fech�-lo para sempre.
Voc� pode fech�-lo?
Achamos um ritual. Envolve s�lvia...
N�o.
� a coisa respons�vel a se fazer.
N�o me importa.
A dist�ncia � diferente de todos os outros.
Cassandra, se abrirmos a fenda,
colocamos em risco a escola inteira.
Olha, sei que quer encontrar a Lucy,
mas n�o podemos colocar em risco a seguran�a de todos os alunos.
E eu disse: "N�o."
Sinto muito, mas n�o � decis�o sua.
Sabe a coisa mais importante que aprendi sendo Bibliotec�ria?
� que existe diferen�a
entre fazer o que � o melhor e o que � correto.
E uma vez eu fiz o que era o melhor,
e estava errada.
Ent�o desta vez, quero fazer o que sei que � correto.
Eve, sou uma Bibliotec�ria.
E n�s vamos atr�s da Lucy.
Estou com voc�.
Isso.
Como se n�o fossem ficar em apuros sem mim.
Ent�o...
Precisamos de um plano.
Certo.
Lucy disse que detecta surtos de energia
todas as vezes que o monstro aparece.
Nestes cinco locais.
Ent�o estes s�o potenciais pontos de acesso.
Ent�o n�s invocamos o monstro,
e em teoria eu conseguirei usar o acelerador
para perfurar um buraco na dimens�o dele.
E ent�o vamos peg�-la.
E como invocar um monstro que se alimenta
de ego?
O que foi?
Se eu serei a isca,
por que estamos num carrinho de golfe e n�o numa Ferrari?
Porque temos que chegar bem perto, certo?
Baird, est� pronta?
Sim. Esperem meu chamado.
Certo. Este � o �ltimo.
Colocando eles num c�rculo eu criei um campo magn�tico
no ponto mais fraco da barreira dimensional.
Stone usar� o espectr�metro para obter a assinatura de energia
do monstro e eu o usarei para entrar na dimens�o correta.
Enquanto mantiverem o monstro l�,
a fenda ficar� aberta.
E v�o distrair o monstro o tempo suficiente.
E eu voltarei com a Lucy.
N�o. Eu vou.
O qu�? N�o! Eu que devo ir l�.
Baird, preciso de voc� aqui para fazer o que eles n�o podem.
O que eu n�o consigo fazer.
Se eu n�o voltar, preciso que jogue o acelerador na fenda.
Isso vai interromper o c�rculo.
Se fizer isso, voc� n�o pode voltar.
Eve, voc� � a Guardi�.
� a �nica pessoa que confio que far� a coisa certa.
Realmente � uma Bibliotec�ria.
Sim.
Estamos prontos.
Certo.
Vamos.
Fa�a o que costuma fazer.
Fa�a aquilo. Fale de voc�, cara.
Ezekiel Jones!
Fale de... Fale de voc�!
Eu n�o fa�o isso tentando ser o gostos�o!
Certo! Certo!
� que parece
que fica tentando ser o melhor ladr�o que existe.
- Exato. - Pois �.
- E eu sou. - Exato.
Sabe o que se precisa para entrar no Fort Knox?
Eu tamb�m n�o, mas eu consegui.
� um talento natural. Sou assim, simplesmente demais.
Come�ou!
- Vamos! - Certo, obrigada, Stone.
Pode me agradecer tamb�m!
Fa�a o que fizer, fique longe do gin�sio.
Tem certeza sobre isso?
N�o.
S� se certifique que o monstro n�o pegue as crian�as ou eles.
E fa�a o que tem que fazer.
Prometa-me.
Eu prometo.
Encontre a Lucy.
Lucy?
Ol�?
Baird!
Ela entrou.
Simplesmente sou fant�stico!
Certo. Diga para ela ser r�pida,
pois assim que a prepara��o come�ar,
nem mesmo o ego do Jones manter� todos l� a salvo.
Eu me visto muito bem.
E me visto muito melhor que todos voc�s.
Sou excelente dan�arino. E meu cabelo?
N�o fa�o nada nele. Ele simplesmente...
Solte-me!
Para onde ele foi? Ele foi embora.
Continue! Voc� � demais! � demais!
Eu j� falei tudo que podia falar de mim.
- Ladr�o! - Sou at� super modesto.
Deus, voc� poderia ser o maior ladr�o da hist�ria!
Talvez at� pudesse me vencer numa briga.
Sim, nunca pensei nisso.
Mas certamente poderia.
- Sim. - Sim, quero dizer,
tenho uma direita poderosa.
Podemos ver como isso terminaria...
Eu sou lindo, muito lindo.
Lindo, certo, est� indo bem.
Acho at� que a Baird sinta algo por voc�.
Sabe, eu sempre achei...
� ele!
Lucy?
� voc�?
Lucy?
Lucy!
O pequenino leva alimento para o companheiro, como oferenda.
Estamos na �rea de ca�a.
Nada do mascote ou do professor?
N�o mais.
Certo. N�o atravessei o tempo e espa�o hoje para ser comida.
Vamos.
Eu canto muito melhor que voc�.
O qu�? Cuidado!
Stumpy! O que est� fazendo?
Stumpy!
N�o!
Stumpy!
N�o se preocupe. Estou com voc�.
No meio do espa�o e tempo.
Quem s�o voc�s?
Apenas pessoas. Mulheres.
Escolhidas, como voc�.
Esperamos por voc� h� muito tempo.
Quando voc� aprender a andar entre mundos,
se provar� pronta para fazer parte do nosso c�rculo.
C�rculo?
Ci�ncia e magia.
H� muito tempo, n�s do Lago percebemos
que essas duas pr�ticas um dia se tornariam uma.
O Lago?
O f�rum online do Lago.
Est�o procurando por pessoas que entendam de magia.
E agora convidamos voc� para aprender conosco.
Estudar. Crescer.
Obrigada. Mas j� tenho um emprego.
Se � isso que deseja, Cassandra Cillian.
Mas se a mar� mudar,
seu lugar conosco estar� esperando.
Lucy!
- Onde est� a Cassandra? - Ela estava bem atr�s de mim.
Jogue na fenda! Agora!
Sumiu. Elas conseguiram.
Stumpy?
A maioria das pessoas quase comidas por um monstro
se afastaria da magia para sempre.
Mas n�o Lucy Lyon.
Voc� me conhece. Quando sei de algo, n�o consigo ignorar.
Ent�o vou aprender tudo sobre magia.
Largando os estudos?
Acho melhor estar em algum lugar
onde n�o possa abrir fendas dimensionais por acidente.
N�o est� s� largando a faculdade.
As coisas nunca mais ser�o normais.
Voc� desistiu da normalidade ao virar Bibliotec�ria,
e � quase comida toda semana.
Sim, mas eu nunca tive uma vida normal.
Essa n�o � voc� de verdade.
Essa Cassandra aventureira, legal e fodona...
� quem voc� realmente �.
�s vezes se tem que entrar de cabe�a. Voc� me ensinou isso.
Obrigada.
M�o n�o se preocupe.
Se eu invocar outra criatura de outro mundo,
sei para quem ligar.
Tchau.
Oi.
Terminou o seu ritual?
Queimou a s�lvia
e fechou o c�rculo de invoca��o para sempre?
Terminei.
O que voc� fez, entretanto, foi muito mais perigoso.
N�o consegui convencer a Lucy a ficar longe da magia.
Sei que discorda disso, mas eu a acho corajosa.
Isso n�o se trata da Lucy.
Havia tr�s mulheres. E elas te levaram para o Lago.
Isso � complicado.
Presumo que voc� percebeu que elas pararam o tempo.
Como Morgana Le Fay.
E que agora voc� atraiu a aten��o delas.
Preciso admitir,
fiquei tentada pela oferta delas.
Elas n�o t�m medo como n�s.
A Biblioteca sempre foi prudente.
Prud�ncia n�o � medo.
Mas prud�ncia n�o est� funcionando, Sr. Jenkins.
A magia est� saindo por a�. A Biblioteca n�o pode impedir.
N�o podemos mais escond�-la.
O Lago...
At� mesmo a Lucy...
Elas n�o t�m medo das mudan�as.
Srta. Cillian...
Cassandra.
Voc� n�o est� errada.
O mundo est� mudando.
E h� um debate mais velho que o tempo
sobre a melhor forma de lidar com a magia.
O Lago...
Elas sempre foram ambiciosas.
Voc� precisa se precaver para o que ir� acontecer.
O que ir� acontecer?
Seja l� o que acontecer,
por favor, lembre que escolhi ficar.
Sabe,
pela primeira vez, sinto que escolho a minha vida,
em vez de ir atr�s da escolha de algu�m.
Gosto mais assim.
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