All language subtitles for The Boyfriend S02E13 Even if Our Bodies Intertwine DUAL 1080p NF WEB-DL DDP5 1 H 264-RAWR

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Original subtitles

HOJE É DIA DE SAÍDA.

- Isto é difícil. - Estas decisões não são difíceis?

Que se passa?

Também quero ir com o Taeheon.

Resta muito pouco tempo,

mas ficaria feliz se me escolhesses.

É a minha esperança.

Vou com o Taeheon.

Disseste que era a tua vida, por isso, deves decidir por ti.

Disseste que não fazia mal ser mais egocêntrico.

Quando disseste isso ontem, concordei completamente.

Desde que cheguei, nunca tive um encontro a sós.

Portanto, temos de ser nós os dois.

Boa! Está a esforçar-se.

Isto é ótimo!

Meu Deus!

Isto é difícil.

A pessoa com quem quero sair hoje é…

Hoje, gostaria de ir com o Jobu.

Força. Só vocês os dois.

- O Jobu? - Estou a ver.

- Vamos divertir-nos. - E nós os três também.

Seja qual for o nosso grupo.

- O Hiroya queria um encontro. - Ele queria ir.

Sim.

- Que lindo. - Uma experiência na quinta.

- Ena! - Ena, tantas vacas.

São tão fofas.

Ponham comida na palma da mão e tentem dá-la a uma vaca de que gostem.

- E ficaram estes três. - É hora de uma pausa.

Ena!

- É quente… - Quente?

- Quente? - Sim, um pouco.

És mesmo bom nisso.

Aqui tens! Toma!

Desculpa. A culpa foi minha, certo?

A culpa foi minha, certo? Desculpa.

- Força! - Só um pouco…

Desculpa! Aqui, aqui, aqui… Ali!

- É isso! - Boa!

Boa!

Desculpa. Foi a forma como segurei. A culpa é minha. Desculpa.

LAGO KUSSHARO 17 DE ABRIL DE 2025

- Hoje está bom tempo outra vez. - Sim. Mas ventoso.

- As montanhas também são bonitas. - Sabe bem.

Aposto que o Jobu está feliz.

Ele está feliz.

Lindo.

- Boa. - Ena, cisnes ao fundo.

- Estou feliz. - O quê?

- Estou feliz por estarmos aqui. - Estou contente.

Demorei muito tempo a pensar?

Sim. Pareceu-me muito tempo.

Estava a pensar: "Despacha-te e escolhe. Vamos embora."

Mas conseguimos vir juntos.

Sentia-me em conflito.

Certo. Claro.

Dos dois, escolhi o Jobu.

Queria passar tempo a sós com ele para perceber melhor os meus sentimentos.

Queria ver se o que sentia era algo semelhante a gostar de alguém.

- Tu primeiro. - Obrigado.

- É calmo. - É.

Aposto que nunca comeste ochazuke.

- Já. - Ai sim?

Quando me sinto preguiçoso.

Sinceramente, achei que não conseguiríamos estar num encontro destes.

- No início, não. - Sim.

Lembras-te da nossa primeira vez na carrinha?

- Esqueci-me. - Esqueceste-te? Lembro-me perfeitamente.

- Foi um silêncio total. - Silêncio total.

Ainda bem que nos aproximámos.

Mas não sei se deves aprofundar demasiado isso.

Que tipo de incentivo recebeste da tua mãe?

Da minha mãe?

Falámos muito de ti.

- Ai sim? - Sim.

Ela disse-me para… Como posso dizer?

Continuar a perguntar-te até saber como te sentias.

Ela disse que seria uma pena deixar que acabe sem fazer nada.

Entendo.

Acho que foi nessa altura que comecei a querer saber mais sobre ti.

Certo.

O Izaya e o Will tinham saído naquela altura, certo?

Sim.

Perguntei-me que tipo de ligação

tiveste com eles e que te tornou tão…

- Choraste, não choraste? - Não muito.

E também… Sim.

Se a tua mãe se dá ao trabalho de cozinhar

e trazer-te comida até aqui,

é porque o filho dela também deve ser boa pessoa.

Sim.

- Às vezes, ouvimos isso. - Sim.

- É bom ouvir isso, não é? - Sim.

É como se a tua mãe também estivesse a ser elogiada.

- Ena! - Fixe!

Está a sair fumo.

Deve estar quente.

- Não pode! É seguro? - Está quente.

- Só quente? - Está quente.

Ena!

É como…

- Não… - Isso não vai ajudar.

Aplica-se às partes que queres melhorar.

Realçou o meu visual. Fiquei com pálpebras duplas.

- Não faz isso. - Agora tenho pálpebras duplas.

Depende de ti.

Ena!

Ena.

O Teatro de MOKMOK.

Fantástico.

- Boa. - Ena.

Saúde.

- Ena. - É delicioso.

- É tão bonito. - É lindo, não é?

Sabem como, às vezes, nas lojas de eletrónica há televisões de 8K?

- Sim. - Sabem aqueles vídeos?

É exatamente como ver as imagens em 8K.

TEATRO DE MOKMOK

A sério, falta pouco mais de uma semana, há alguma coisa que queiram fazer?

Estou curioso.

É um pouco embaraçoso, mas quero muito ver o Huwei.

- Claro. - Sim.

- Foi por isso que voltei mais cedo. - A sério?

Ainda não falámos sobre isso,

mas a nossa relação progrediu bastante.

É por isso que quero esclarecer a nossa relação.

Quero falar mais com ele durante o resto do tempo

e definir a nossa relação.

- Certo. - Sim.

E tu?

Acho que já mencionei isto.

Dos rapazes, é no Taeheon que estou mais interessado.

E já lhe disse isso.

Isso é bom.

Vivendo juntos, é com quem posso falar sobre trabalho e coisas.

- A minha impressão dele só melhora. - Entendo.

Mas mesmo que esteja interessado nele, se o Taeheon não sente o mesmo…

Foi assim também na primeira parte. Não posso ter uma relação assim.

Uma parte de mim tem querido saber o que o Taeheon pensa.

- Mas acho que é importante dizer-lhe. - Sim.

Dizer tudo o que penso. Não fugir.

- Acho que isso é importante. - Parece-me bem.

Quero fazer isso.

Ena, ele está mesmo determinado.

- É muito bom. - É tão silencioso.

Dizia que era uma vivenda.

- Esperem, eles vão passar a noite? - Acho que sim.

- Faz o favor. - Obrigado.

- Ena, incrível! - Que bela vista.

Sim, é uma bela vista.

É o quarto.

Ena!

É enorme.

Estou sem palavras.

- Ena, uma fonte termal! - Boa!

Aposto que vão tomar banho juntos. E vão mesmo!

- Foi rápido. - Sim, diretos ao assunto.

Sento-me aqui?

Sim.

É a primeira vez que me sento assim numa sauna.

- Primeira vez? - Sim.

- Não costumas fazer isto, pois não? - Não.

Parece que tenho uma barriguinha.

Aquele ali atrás é o Taeheon?

- Foi o Taeheon que começou, certo? - Sim.

- Que se passa? - Taeheon!

Que ousado!

Isto é sopa feita com caranguejo-peludo de Kushiro.

- Vamos comer. - Vamos comer.

Nunca comi tão bem num ambiente tão fantástico.

- A sério? - Na minha vida. Sim.

Tenho de agradecer àqueles três.

Há uns tempos, vi a primeira temporada.

- Com um amigo. - Sim.

E dissemos: "O Taeheon é tão fixe.

Ele parece tão maduro, adorava conversar com ele."

E agora, estás mesmo à minha frente.

E estou a jantar contigo. É tão estranho.

Isso foi há um ano. Naturalmente, nunca esperei isto.

É uma sensação estranha.

Isto é divertido.

Quero ouvir uma expressão diferente.

Palavras diferentes.

- Palavras diferentes? - Sim.

Nunca pensei estar aqui contigo, tipo… Ao princípio, não.

- A Sapporo? - Também em Sapporo.

Nunca pensei que ficaríamos tão chegados.

E nunca pensei que conheceria alguém como tu.

Nunca pensei conhecer alguém com quem quero estar.

Sim.

Era um mosquito. Já.

Vais deitar-te? Agora?

Não…

- Posso perguntar-te algo? - Sim.

No início, na primeira parte, disseste que estavas interessado no Will.

Sim.

As pessoas podem ter mais de um tipo,

mas não achas que eu e ele

somos muito diferentes?

- De aparência? - E personalidade.

Personalidade? Mas…

O que terão em comum?

Ambos têm lados brincalhões.

- Brincalhão? - São ambos fofos.

Cativantes. Sim, o Will tem um lado muito fofo, sabes? Tipo…

Costuma dizer coisas confusas e é distraído… É um imbecil adorável.

- Entendo. - Ambos têm um lado brincalhão.

São parecidos nisso.

Quer que ele diga que são iguais ou diferentes?

- É difícil. - Anda à pesca de algo.

- Em que estás a pensar? - O quê?

Que isto é divertido.

O quê?

Este momento.

Estou a pensar que é divertido estar contigo.

- Vamos dormir? - Sim.

Parece-me bem.

Boa noite.

O que foi? Que cara é essa?

Já não vejo a tua cara.

Foi por isso que te disse boa noite.

Boa noite?

- Não vias mesmo a minha cara. - Então, não durmo.

- Consegues ver quem é? - Não.

Só se te aproximares.

Que bom! Boa!

Sim!

- Estás perto. - Desculpa.

Estás muito perto.

- Não gostas? - O quê?

Vira-te para aqui.

Vou estar sempre contigo.

Estamos juntos, não estamos?

- Foi fantástico! Do nada! - Maravilhoso!

No auge, estávamos todos assim!

- É uma forma de aproximação. - Sim.

Foi ótimo.

Quando se deitaram, a pensar no que iam fazer,

o Taeheon disse: "Boa noite."

Isso foi ele a perguntar: "De certeza que é boa noite?"

- Foi tão bom! - Foi bom?

Nunca me canso de ouvir isso!

O Taeheon é como uma personagem de uma manga shojo.

Ele não consegue pedir mimo,

ele diz boa noite, dando a dica ao Jobu para puxar a mão mais perto.

Ele dá muitas dicas.

- Certo. - É o que ele mais gosta.

Eu percebo.

O Jobu dizer que está feliz não chega. O Taeheon diz: "Fala mais de mim."

- Ele é uma princesa! - Sim.

O Jobu continua a falar da sua admiração pelo Taeheon.

O que deve deixar o Taeheon um pouco desconfortável.

O Taeheon desliga quando o Jobu fala daquela terrível primeira vez na carrinha.

Talvez ouvir o Jobu dizer: "Gostei de ti na primeira temporada",

faça o Taeheon pensar se o Jobu gosta mesmo dele por quem ele é

ou se só gostou dele na primeira temporada.

Por isso ele quer que o Jobu seja específico.

Ele quer saber se o Jobu gosta mesmo dele ou se é apenas admiração.

Vamos comer.

Mudou alguma coisa

entre antes de virmos e hoje?

Sim.

Quero dizer… mudou, não mudou?

- Alguma coisa. - Alguma coisa.

A nossa relação também se aprofundou.

Pessoalmente,

tive dificuldade em conter-me desde que entrámos naquela casa.

Depois fomos para a cama, e, obviamente, queria dormir com ele.

Posso ter sido eu a ir ter com ele.

No entanto,

ele é que me beijou primeiro.

Foi muito repentino.

Tipo, pumba!

- Tipo, pumba. - Pumba?

Foi como se algo tivesse despertado.

E, de repente, começou.

Não fomos até ao fim.

Mas foi bom.

Eu queria mais de manhã.

Mudou alguma coisa?

Nós os dois podemos falar de todo o tipo de coisas.

E percebi umas coisas. Tipo: "Então ele é assim."

- A sério? - Sim.

Não acredito.

Ótimo.

- Foi divertido. - Sim.

- Bem-vindos de volta. - Estamos de volta.

- Há almoço. - A sério?

É hora de almoço?

- Como têm passado? - Estamos bem!

Tem bom aspeto. Tanta soba.

Muito bem.

- Divertiram-se? - Sim.

- A sério? - Era um sítio tão agradável.

Sinto-me mal por não terem ido.

- A sério? - A sério.

- Não foi incrível? - Ficava num campo enorme.

- A sério? - Sinceramente, muito obrigado.

Ótimo.

Que bom.

"Para o turno de hoje, o Hiroya estará de serviço."

Ora bem!

- É a oportunidade dele. - Não é preciso adivinhar.

O quê?

- Estou a ver! - Agora?

Finalmente.

Pensei em fazermos equipa pela primeira vez.

Estou entusiasmado. Vamos.

- Divirtam-se. - Até logo!

Finalmente.

Mas isto é muito à Hiroya.

A entrar de forma imprudente.

- Ele costumava fazer aquilo. - Sim, costumava!

Obrigado por esperar. O seu café de filtro pequeno.

- Muito obrigado. - Obrigado por esperar.

Por favor, volte.

Fim de dia atarefado.

Ena!

Pronto.

- Entra. - Obrigado. Muito bem.

Tenho andado com desejos de ramen destes.

É rico, não é?

Ena.

Delicioso.

Isto é deveras bom!

Nunca tinha ouvido dizerem "deveras" na vida real!

Alguma ideia sobre o que fazer antes de acabar?

Sim.

Acho que lhe vou dizer o que sinto.

Mas há algo que ainda não lhe disseste?

- Foram a Sapporo. - Não lhe disse nada.

- A sério? - Não disse nada.

- Mas deve dar para ver. - Sim, dá mesmo.

- Mas não o disse. - Qualquer um vê isso.

Não o disse em voz alta.

A sério? És do tipo que não diz essas coisas?

Ainda não lhe disse. Espera, como assim?

"Gosto de ti."

Não lhe disse. Também nunca disse ao Will.

Mas não posso dizer "gosto de ti"

a não ser que queira mesmo saber mais sobre alguém ou estarmos juntos.

- Por isso, não lhe disse. - Interessante.

Mas acho que desta vez vou dizê-lo.

- Quero dizer-lhe. Acho que consigo. - Porque não?

- Acho que lhe devias dizer. - Desta vez, o que sinto é mais forte.

Sim.

E tu, Hiroya?

É constrangedor dizer-te isto, mas gosto do Taeheon.

Mas, sabes, tal como na primeira parte,

podes apaixonar-te, mas não podes estar sozinho numa relação, certo?

Sim, é verdade.

- Depende de como a outra pessoa se sente. - Acho que sim.

Quanto a expressar os meus sentimentos,

estou a esforçar-me muito

para fazer o que não consegui antes de vir para a Green Room.

Decidi contar às pessoas se estou interessado nelas.

Acho que também estou a ser assim com o Taeheon.

Vou expressar o que sinto até ao fim sem desistir ou fugir.

Acho.

Entendo.

- Acho que queria que ele soubesse isso. - Talvez.

- Está mesmo a chover. - Sim.

- São bons no jogo Othello? - Não sou.

- Qual é o prémio? - O que queres?

- E o castigo? - Castigo?

- Um pedido. - Um pedido?

- Sim, se ganhares. - Se eu ganhar…

Podes fazer um pedido e eu ouço.

- Ouves o meu pedido? - Sim.

E eu vou ganhar, custe o que custar.

Está bem.

Quem vai primeiro? Pedra, papel, tesoura.

Empate. Pedra, papel, tesoura.

Qual preferes?

Ganhei!

Branco ou preto?

- Preto. - Preto? Está bem.

- És bom. - Olá.

- Vou ganhar. - Devagar.

Espera lá.

- Já volto. - Está bem.

- A tua barba não cresce aqui? - O quê?

- Sem pelos? - O quê?

Não há pelos aqui.

Foi barbeado.

Ali!

Ali, ali, ali.

O quê?

- O quê? - Qual é o plano?

- O quê? - Estás concentrado?

Estou concentrado.

Não me subestimes.

- O Jobu não se consegue concentrar. - Mesmo.

- Boa. - Ele só quer namoriscar.

Quero ganhar.

Não, perdi.

Perdi!

Perdeste, não foi? Eras as pretas.

Não. Ele disse que faria o que eu pedisse.

- Bronzeaste-te e jogaste com as pretas. - Não.

Muito bem, o que devo pedir?

Algo extremo.

Algo radical? Talvez algo insuportável?

Há algo que não suportasse?

Vamos ver.

Tenho praticado culinária,

portanto, cozinho algo.

Comida caseira.

- E quero que comas. - Eu como.

- Mas só nós os dois. - Está bem.

- Amanhã ou depois. - Está bem.

É só isso que ele quer?

Que pedido tão fofo.

Já não temos bananas.

Já não temos bananas?

Comi a última esta manhã.

- O que disseste? - Céus.

É por isso que já não estou inchado.

Imperdoável. Estava à procura delas.

Vou comprar.

- Ryuki! - Bem-vindo de volta.

- Pareces fresco e fofo! - Cortaste o cabelo!

- Ryu-Ryu! - Bem-vindo de volta.

Pareces mais velho?

- É do corte de cabelo. - Estás a sorrir tanto.

- Pareceu uma eternidade. - Voltei. Finalmente vos vejo.

O quê? Quem falta?

O Huwei teve de ir à Tailândia.

Ele está na Tailândia? Tailândia.

- Prendas. - Perguntamos?

P…

Não, esqueci-me de comprar.

- A prenda do Ryuki foi a sua presença. - Foi a prenda dele.

Desculpem.

- Hu-Hu! - Voltaste!

- Bem-vindo. Não é isso. - Enganaste-te.

- Voltei! - Porque disseste aquilo?

Tive saudades tuas.

- Hu-Hu! - Finalmente, estamos todos.

Tinhas uma t-shirt com elefante dessa cor?

- É de outra cor. - Certo.

Estou tão feliz.

- Tive saudades de todos. - Tive saudades tuas.

- Bem-vindo. - Obrigado.

- Estava à tua espera. - Todos.

Durante muito tempo.

Pois é, eles desencontraram-se.

- O Ryuki também acabou de chegar. - A sério?

- Tenho uma prenda para todos. - Não era preciso!

Não era preciso!

O quê? Não devias.

Estavas só a olhar para mim enquanto dizias isso.

Apercebi-me que não tinha dado algo para o Ryuki provar.

Especialmente para o Ryuki?

É durião…

Durião liofilizado.

Nunca comi durião.

- Porquê eu? - Porque disseste que não gostavas.

Porque te deste ao trabalho?

- Céus. O Bomi está com ciúmes? - Ele tem ciúmes?

- É o rei dos frutos, por isso, é bom. - O quê?

Isto é horrível.

A tua prenda… Desculpa. Espera, acho que não consigo.

- Prova. - Prova um. Não.

- Prova! - Eu decido depois de ver a tua reação.

- Espera lá. - É uma prenda.

Uma prenda? Obrigado.

A prenda que não nos compraste.

De uma só vez.

- Não consigo mastigar. - Como assim?

Não consigo mastigar. Não consigo mastigar isto. Provem.

- Não consegues mastigar? - Porque cheira mal?

Provem.

Envelheceste de repente?

Que sabor é este?

É durião.

Estranho.

- Mas é bom. - Sim, o sabor mantém-se.

- Sim, sabe ao durião normal. - É durião normal.

Aqueles três costumam comer durião, certo?

Aqui está.

"Eis o anúncio de quem está de serviço hoje.

Para o turno de hoje, o Ryuki estará de serviço.

Ryuki, escolhe uma pessoa com quem queres trabalhar.

Muito bem.

- O Taeheon. - O Tae-chan é tão popular!

- Vamos a isso. - Vamos.

- Divirtam-se. - Está bem.

- Boa sorte. - Bom trabalho.

- Até logo. - Até logo.

- Será que ele quer conselhos? - Pode ser uma das razões.

Ótimo.

Ele deve estar feliz.

Então…

- O que fizeste na semana passada? - Aconteceu muita coisa.

Primeiro, fomos a uma quinta.

Vacas?

Alimentámos vacas.

Foi uma espécie de encontro.

- O Jobu escolheu o Taeheon, certo? - Certo.

E o Hiroya também escolheu o Taeheon.

Certo.

Mas o Taeheon escolheu o Jobu.

Foram numa viagem com pernoita

e fomos a uma quinta alimentar vacas e a um café com um vulcão ativo.

O quê? Parece divertido.

Gostava que tivéssemos ido.

- Eu também. - Juntos.

Gosto deste que muda de retrato para paisagem.

Fofos.

Ena!

Tive saudades tuas.

- Nada. - O quê?

- Disse-o tão casualmente. - Sim.

Tive mesmo saudades tuas…

… sabes.

Tive saudades tuas.

- Tive saudades tuas. - Sim.

O Huwei voltou!

Estou nas nuvens.

Mas tenho sentimentos contraditórios em relação à prenda.

Pensei: "É para o Ryuki?"

Se gostas de alguém, pensas nele e dizes: "Acho que vai gostar disto."

Mesmo que seja algo pequeno, é a intenção que importa.

Quero perguntar ao Huwei quão fortes são os seus sentimentos.

- Ele quer mais. - Sim.

Está tão bom tempo, não está?

Sim, está ótimo.

- Olá! - Olá!

Quer um café?

Que fofo!

Olá. Estás bem?

Quer um café?

- Da Coreia do Sul? - Sou da Coreia do Sul. Sim.

- E eu sou de Osaca. - Entendo.

- Desculpa. - Que fofo!

- Que fofo! - Fofo.

- Para onde foi? - Encontrei.

Está tudo bem.

- Obrigada. - Obrigado.

Tão fofo. Adeus!

Por favor, volte.

Muito obrigado. Adorável.

Se tiver um namorado, quero que tenhamos um cão juntos, como o Kazuyuki.

Mas é triste quando morrem.

Não é triste quando morrem?

Como assim? O Kazu?

Ele não. O cão, quero dizer o cão!

Não estou a dizer que não sinto falta do Kazu.

Acho que fizemos mais de 5 mil.

Acabou tudo bem.

- Sentamo-nos aqui? - Está bem.

A neve está a derreter.

- A estação está a mudar. - O sol também.

- Queria perguntar-te algo. - Sim?

Sobre teres-te assumido.

Sim.

Vou assumir-me depois de sair daqui,

por isso, é a mesma situação em que estiveste. É por isso que, tipo,

quero saber como os teus sentimentos mudaram antes de partires.

Custou-me muito e questionei-me muitas vezes

se afinal não me devia assumir.

Certo.

Pensei muito nisso.

Mas ainda bem que conheci todos na Green Room

e criei laços fortes com eles.

Porque me fez sentir como se não estivesse sozinho.

Como extremo, pensei que, mesmo que os meus pais não me aceitassem,

podia considerar todos na Green Room como família,

o que me fez ter menos medo.

Foi assim que me senti.

Claro que participar nisto

significava ter de me assumir.

Eu coloquei-me naquela situação.

Mas ao passar tempo com todos,

enquanto passo os meus dias aqui, essa perspetiva começou a mudar.

Em vez de sair com relutância, pensei:

"Quero falar com eles como deve ser e dizer-lhes."

Há todo o tipo de perspetivas.

O Ryuki deve querer o conselho do Taeheon sobre a vida depois do The Boyfriend.

O Ryuki deve ter vindo com a intenção de se assumir perante o pai.

Mas ele ainda não ganhou toda a coragem,

o que é totalmente compreensível.

Deve ter sido por isso que ele tinha umas perguntas para o Taeheon.

Sim.

O conselho do Taeheon não é só conversa empolada.

- É baseada na realidade. - Sim.

Não é assim tão difícil?

Ser realista e convincente.

É um verdadeiro testemunho do caráter dele.

- Sim. - Tens toda a razão.

É um contraste forte do seu modo de princesa!

Quando está em modo romance, é alguém completamente diferente.

- O amor é assim. - As pessoas são assim.

Por outro lado, o Jobu não disse mesmo "gosto de ti", pois não?

Apesar de ele ter dito aquilo tudo, é basicamente o mesmo que dizê-lo.

Talvez tenha sido por isso que o Taeheon disse: "Diz algo diferente."

Talvez seja porque o Jobu não disse "gosto de ti".

- Entendo. - Descobrimos isso.

- E depois o Hu-chan voltou. - Sim.

- E o Ryuki voltou. - Maravilhoso.

O Hu-chan cronometrou o "tive saudades tuas" imaculadamente.

Tão fofo.

Pela primeira vez, ver um telefone não causou drama!

- É verdade. No The Boyfriend… - É verdade!

Certo?

- Céus. - Bom dia!

Jobu, estás bem?

- Estou bem. - Estás bem?

- Estou bem. - Ótimo.

Vou tentar fazer o jantar.

- Não para todos, só para ele. - Para ele?

Força.

Prometi-lhe que faria algo.

- Estás a falar do Taeheon? - Sim.

Nunca cozinhei para ninguém.

Fui comprar os ingredientes.

O que gostarias que fizéssemos?

Podem fazer o jantar para todos, como sempre, exceto para mim e o Taeheon.

Não vão comer connosco?

- Não. - Está bem.

- O que está ele a fazer? - O que será?

- Precisas deste fogão? - Não.

- Está bem. - Isso.

Não, não preciso. Só do forno.

Ver o Jobu a preparar uma surpresa para o Taeheon hoje…

Sim, senti que eu e o Jobu

nos movemos a ritmos diferentes ou assim.

Claro, outra grande diferença é ter o apoio do Taeheon ou não.

Sim. Não consigo deixar de ficar impressionado com o Jobu.

- Boa. - Ótimo.

- Romântico. - Vão comer aqui? Que bom.

- Bem-vindos de volta. - Estamos de volta.

Bem-vindos de volta.

- Vamos comer lá fora hoje. - Lá fora?

Só nós. Fiz o jantar.

- Hoje somos só nós. - Ai sim?

- Sim. - Lá fora?

Lá fora. Mas ali.

De que lado preferes? Deste lado?

- Deste lado? - Está bem.

Fiz o jantar.

O que fizeste?

- Lasanha? - Fiz lasanha.

Obrigado.

- Lasanha? - É lasanha.

- Não sei como está. - Trabalhaste muito.

Saúde.

- Bom trabalho. - Bom trabalho.

- Vamos lá. - Está bem.

Está quente?

Não sei.

Não provei.

Está cozinhada? Está fria por dentro?

- Está boa. - Está boa? Que alívio.

- É um alívio. - Sim, está boa.

Estava ansioso ao fazê-la. Fiz algumas asneiras.

Deve ter levado muito tempo a fazê-la.

Só cerca de uma hora e meia.

- Tanto tempo? - Cerca de uma hora e meia.

Obrigado.

- Trabalhaste muito nisto. - Arrisquei.

- Ena! Uma família de veados. - Fofos.

- Fofos. - Repararam em nós.

Ainda assim, é bom ter o jantar pronto quando voltas do trabalho.

- Sim. - E feito só para ti.

Mas quando ganhaste o jogo,

porque escolheste ter o trabalho

de cozinhar?

Eu queria fazer algo. Tentar fazer algo.

E eu queria que fôssemos só os dois.

- Só nós os dois? - Queria comer a sós contigo.

Não sabia se ia correr bem.

Mas quando falo contigo, é como…

É diferente de falar com os outros.

O meu coração acelera quando falo contigo.

E é divertido.

Mas, às vezes, tenho de ter cuidado.

O meu corpo também fica muito quente.

Desde o dia em que nos conhecemos…

… até agora…

… que gosto de ti,

Taeheon.

Eu quero

saber mais sobre ti e quero que saibas mais sobre mim.

É o que sinto agora.

Há muito tempo que não dizia isto.

Sinto-me envergonhado.

O que foi?

- Estou feliz. - Estás feliz?

Também quero que saibas mais sobre mim.

E também quero saber mais sobre ti.

Sim.

Mas, no outro dia, no encontro com pernoita,

se eu fosse sincero sobre o meu desejo… Desejos?

Na verdade, eu queria falar sobre muitas coisas.

Claro, falar das coisas que aconteceram aqui…

Sobre como as coisas eram no início e como mudaram…

Sim, quero dizer, são as nossas memórias

e é muito divertido olhar para trás.

Mas quando percebi que não conseguimos falar sobre qualquer outra coisa,

comecei a sentir-me desconfortável.

Sempre que tentava ter uma conversa séria,

fazias-te de parvo ou rias-te.

Não me parece

que possamos avançar para a próxima etapa

só porque nos sentimos atraídos um pelo outro.

Certo.

Estamos finalmente a começar a ver o que o Taeheon está a pensar.

- O Jobu tem andado a repetir-se. - Exatamente!

"No início, era assim…"

"O nosso primeiro encontro foi assim, mas…"

Talvez seja demasiado simplista.

O Taeheon sentiu que faltava algo nas conversas deles, não foi?

De que é que ele quer falar?

- Sobre o futuro, não? - O futuro.

Como a visão dele?

- Não quero ser presunçosa, mas… - Certo! Isto é a área dela!

- De facto. - Lamento.

De certeza que sentiram o mesmo quando foi o Izaya.

O Taeheon está à vontade para discutir o futuro pouco a pouco,

partilhar algumas ideias sobre o tipo de família que ele quer.

- Estou a ver. Certo. - Salvaste-me.

- Sou uma representante! - Desculpa.

- Esqueci-me. - Estou a ver.

- Ele foca-se na visão do futuro. - Isso mesmo.

- Sobre o futuro. - Ele quer ser específico.

Ele discutiria de bom grado qualquer assunto que surja.

Mas mesmo discutindo coisas diferentes, pouco a pouco,

uma visão pode surgir.

Espera, és uma IA?

Legendas: Carla Chaves

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