All language subtitles for Volcano Of Pleasure (Italy 1986, Marina Hedman, Denise Dior) (480)

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Original subtitles

Eu quero frevo na praça, cheiro de massa, quero me espalhar.

Eu quero amor, alegria, cair na folia, quero desabafar.

E ver o bloco passando, a gente se namora... Eu sou a nipote. Sim, a nipote

Marina. Mas não, não aquele que se está masturbando. E a praça...

Maníaco como todos aqueles que frequentam esta casa.

Eu estou aqui em vacância, mas devo dizer que me encontrei imediatamente com

todos esses becats da succhiare e algumas figas da lecana.

Segundo você, quando vê um masturbar -se, não lhe faz pena?

A mim sim.

Me sinto obrigada a ajudá -lo.

Eu lhe sugiro de fazer como eu.

É muito agradável, eu lhe asseguro.

Estrape -me a capela.

Obrigado.

A primeira...

. . .

Obrigado.

Eu sei fazer tudo. Não se sabe nunca.

Com a oportunidade, eu convido a nossa verdadeira camiseta a me ajudar.

E não se lhe disse duas vezes.

Certo que nós mulheres somos grandes drogas.

Posso entrar?

Vá, sim. Entra também.

Bom dia, senhor. A colação está pronta.

Espero que esteja em companhia esta manhã.

Vai, Rita, move. Eu te expliquei como se faz a colação aqui nesta casa.

Estai atenta.

Não é um pompino, é toda a vida.

O universo inteiro.

Esta é Jackie, uma vizinha da minha tia. Ela também é uma dos hospitais, mas,

sobretudo, uma grande troia patentada. Ela encontrou uma perfeita entendimento

com o meu tio. Eles chamam -no como Mati. E a tia sabe, e gostamos da outra

troia.

É aquela grande e infinita porca. Está me empacendo. Não tenho a hora de chamar

-lhe. Tito, não te faça sentir. Estão me chamando.

Amém. Amém.

Amém.

Amém.

Concentre -se mais. Eu gosto quando me enlouquece.

Obrigado.

. . . .

Eu tô ponendo pra...

Sim, para cozer como uma garota.

Estou a mim.

A minha tia Marina...

É bem mais forte o meu cantar Meu pensamento é

Nesse momento eu sou Eu sou inteiro, amor Sou

sentimento Me bate a paz do teu conga

E me acalma, ei Espelho d 'água, ei

Reflete a luz que faz bem mais feliz meu viver.

E pelos atalhos do meu coração Então cantei a poesia no sofrer sem fim E

duvidei que o mundo sorrisse pra mim Desembarquei no patamar do sonho da

Pense mais forte, seu amor, nasceu essa canção O teu carinho é frente e mais

perto Nesse mundo aberto pro meu coração

A CIDADE NO

BRASIL

E me perdi pelos atalhos do meu coração Então cantei a poesia num sofrer

sem fim E duvidei que o mundo soubesse pra mim Desembarquei no passado, sonho

ilusão Sentir mais forte o seu amor nasceu essa canção O seu carinho eu

mais perto Nesse mundo aberto pro meu coração O seu carinho eu senti mais

perto Nesse mundo aberto pro meu coração

Fala que me pre...

a dor da solidão

Eu faço, você permite, não é?

Sim, sim, eu permito.

Não havia ninguém em casa.

Agora eu entendi tudo.

Como você se alcança por um instante, se desencadenam.

E depois, eu sou a Troia.

. .

.

.

Que veio de um sonho direto pro meu coração São poesia, ternura, aroma,

doçura Me deixando todo paixão Eu fico louco, barrigo e perco

entendidos E tudo que eu quero é morar Os seus afagos são puros e me tornam

impuro Perdido de tanto pecar

A bela fica de Jackie te vai achar de solto. Vai, caminha, não vá prefeito.

mas não é justo.

Insisto em dizer que não é justo.

Sente, Giuliano, não exagerare. Se é um amigo ou um caro hóspede. Desculpe,

minha nipote, e que coisa vuoi di più?

Acontentati, non é da tutti gararsi una fighetta cosi fresca.

Vero, bella di zio? Non ho ragione?

Per cui, caro amico, non essere triste e goditi questa vacanza qui da noi.

Anzi, ringrazio il cielo che Marina è assente, anche se per poco domani torna.

Lei non ti avrebbe permesso neanche questo. Beh, che vuol dire? Questo che c

'entra? C 'entra, perché se c 'era Marina presente, non ti scopari, minha

nipote. Ti avrebbe tenuto tutto per lei.

E questo lo sai benissimo. O zio ha ragione.

Sim, razão, razão. Ah, razão ou não razão, caro Giuliano, te aconselho a se

contentar com o que a minha casa te oferece. E lembre -se, é melhor o ovo

que a galinha amanhã.

Ah, eu sei que é uma frase frita e frita, mas faz muito bem a ideia.

Por isso, aproveite esses dias de vacância e descobre que é carne fresca.

pense em Jackie, se permita aquela, mas eu a descobro.

Tá bom, eu entendi, não precisa que faça um comício.

É bom, Giuliano, eu tentei, aqui você. De acordo, de acordo, mas me sinta bem.

que podemos fazer, segundo você, para matar o tempo?

Não tenho ideia.

Bem, de fato, suponhava, mas já está tudo organizado.

Prepare -se para uma grande e agradável surpresa.

Pessoal, vamos dançar, dançar e dançar.

Que não gosta de pentear Quando passa na base do tubo O negão começa a gritar

Olha, venga do cabelo um duro Que não gosta de pentear Quando passa na base do

tubo O negão começa a gritar Pega ela aí, pega ela aí Pra quê? Pra passar

de cor de violeta Na boca da rucheira Pega ela aí, pega ela aí Pra quê? Pra

passar batom de cor de cor azul Na boca e na boca do céu Venga do cabelo um duro

Que não gosta de pentear, quando passa na base do tubo. O negão começa a

olha a nega do cabelo duro. Que não gosta de pentear, quando passa na base

tubo. O negão começa a gritar, pega ela aí, pega ela aí. Pra que?

Pra bater batom de couro.

Violeta, na boca e na bochecha. Pega ela aí, pega ela aí. Pra que? Pra bater

batom de couro.

Que não gosta de pentear, quando passa na baixa do tubo O negão começa a

olha a nega do cabelo duro Que não gosta de pentear, quando passa na baixa do

tubo O negão começa a gritar, pega ela aí, pega ela aí E a quebra da Amazon

ficou de violência

Que não gosta de pentear, quando passa na base do tubo. O negão começa a

olha a viga do cabelo duro. Que não gosta de pentear, quando passa na base

tubo. O negão começa a gritar, pega ela aí, pega ela aí. Pra que essa sabatão

ficou de violeta na boca, na bochecha?

Fico que não fechou a lona pra ilusão.

Hoje eu sou a canção

da onda que se instalou na praça do coração.

distrair aquelas lágrimas que eu já derramei por ti

amei e não fui feliz mas eu vou deixar de amar

para não chorar cantando assim eu vivo

sorrindo vou me distraindo morreu

a minha alegria minha

. .

.

. .

Eu fico sorrindo, o povo me diz que ainda não

morreu. A minha alegria, minha

companheira de oxira, mas morreu.

Morreu.

A minha alegria, minha companheira de oxira.

Oi, parceiro, vamos lá pro Salgueiro agora.

É, malandro, vamos mudar de clima. Lá também tem samba da melhor qualidade.

Particular, ela é particular.

Particular, ela é particular.

Livros tão caros, tanta taxa pra pagar. Meu dinheiro...

Alguém teve que emprestar.

O meu dinheiro.

Alguém teve que emprestar.

O meu dinheiro.

Alguém teve que emprestar.

Morei no subúrbio. Andei de trem atrasado. Do trabalho ia pra

aula. Sem jantar e bem cansado.

Mas lá em casa meia noite.

Tinha tempo pra me esperar.

Um punhado de problemas e criança pra criar.

Para criar, sou criança pra criar.

Para criar. Felizmente, eu consegui me formar. Mas da

minha formatura, não cheguei a participar.

Falta dinheiro pra beca e também pro meu anel.

O diretor Careca entregou o meu papel.

O meu papel, meu canudo de papel.

O meu papel, meu canudo de papel.

E depois de tantos anos, pra decepções e enganos, dizem que sou um

burguês muito privilegiado. Mas por que estão vocês...

de um pobre coitado e quem quiser ser como eu vai ter que penar um

bocado um bom bocado vai penar um bom bocado

um bom bocado vai penar um bom bocado

um bom bocado vai

. .

.

. . . . .

E lá que a burama vai com a justiça Pois não há ladrão e é boa polícia Na arte é

clareza e com essa é bacana Se leva o bagulho e se deixa a grana Não é como

ambiente pesado Que você me trouxe para ser roubado

. .

.

. . .

Dona do...

E isso não foi apenas o início.

Fizemos sete dias e sete noites. Fizemos do desejo e do gostoso.

Que maravilha! Eu lhe contarei em breve.

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