All language subtitles for T1E11 - Episódio 11 - Dupla Identidade online no Globoplay

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Um psicopata não pensa como você, ele não sente como você.

O que você está fazendo?

Estou te olhando.

Edu!

Edu!

Mentira, ele estava aqui comigo. Está inscrito? Acordei com ele aqui no meu

quarto. Como é que ele está detido?

Gatinha, seu pai não pode saber, senão vai me amar.

Beijo.

Pai, avisa para minha mãe que eu tenho um treino depois da aula, tá? Você está

falando que a minha casa está insubstantável.

Eu vou contar tudo para a Celina.

Quer saber como ela morreu?

Será que você pode guardar por um dia?

Uhum.

Eu tenho um mandato de busca, Edu.

Parece sangue.

Como é que eu posso explicar uma gota de sangue numa porta velha? O jogo acabou,

Edu. Nem começou pra gente.

Eu peguei esse livro na casa do Edu. É a mesma imagem, Elda.

Eu tô cuidando da sua mochila, tá?

Te amo.

Também te amo.

... ...

...

... ... ...

Selena, por favor, me diz se a Tati está aí. Está aqui sim, Dias. A Tati está

aqui.

Não, não finge que você não sabe que esse telefone não tem extensão para o

quarto dela.

Eu não estou interessada na sua urgência, Dias.

Eu estou cheia de urgências aqui também.

Selena, eu preciso que você me confirme uma coisa.

A Tati está com alguma mochila que não seja dela.

Ela está com uma mochila que não seja dela.

Sei.

Entendi a dor.

Entendi.

Meu pai descobriu. Tá ligando pra cima da mochila. Tô indo pro shopping pra

poder te entregar de volta.

Você não pode dizer que mochila é essa, não é isso?

Então, eu também não posso.

Não quero.

E não vou me levantar daqui.

Cega! Você está querendo assunto.

Cega!

Merda, eu vou ter que ir em casa. Bora!

Não!

Você vai ficar aqui segurando esse filé de uma puta, sem água e sem pão. Mas o

que que houve?

O desgraçado envolveu a Tati. Lice!

Pediu pra ela guardar uma mochila. Mas o que que tem nessa mochila, Diego? Aí

que tá a pergunta. Nada. Ele só quis provocar. Já sabe que tá preto.

Vai pra casa da dona Celina, hein? Tem certeza que vai junto?

Um cara fiel.

Vai atrás do Diego, Nelson.

Eu acho que ele me pediu uma outra coisa.

Escutar não é seu forte não, né, Vera?

Não,

não. Não é essa a lógica dos psicopatas, Helda.

Tem alguma coisa, tem alguma armação nessa mochila.

Vou mandar cobertura pro Dias. Não vou me preocupar com a Felina, não. Esse é

meu trabalho.

Além da agressão, vou ter que denunciar que vocês estão me negando ao advogado?

O advogado não saiu daqui.

Você não disse que era seu advogado, então.

O advogado, daí.

Conta isso na corrigidoria.

Quem sabe você ganha uma promoção igual o Dias.

Que mochila era aquela que você deixou com a filha dele pra guardar?

O Dias ainda não foi pegar.

Tá bem lento ele.

Se pegou pesado.

Cutucou a onça com a maracorda. Entrar bem no pessoal.

E o que ele fez comigo, né, pessoal?

Eu quero meu advogado, Nelson.

E quero a perícia pra registrar a agressão.

Agora.

Traz o telefone. Ah, tem a água e aquele pão de queijo. Assim você não pode me

acusar de que passou fome aqui.

Fica aí.

Mais aqui!

Dito, isso é invasão! Desce!

Tati!

Estava aqui.

Cadê? O meu carro. A chave. A chave estava ali onde você passou.

Que chave?

A chave do meu carro.

O

que

está acontecendo?

O motorista deve estar localizado.

Coisa esquisita.

É o carro do Dias.

Verão, é o carro do Dias. Dá ré.

Meu bonito.

O que você está fazendo aqui?

Não te interessa. Não me interessa? O que é isso? Verônica, chega essa moça

Calma, calma. Solta.

É minha.

Solta. O que tem nessa moça, Tatiana? Calma. Vera, tem um tic -tac aqui

Não é a lógica. Deixa essa moça aí. Tatiana, vem pra cá agora. Vem pra cá

Tatiana. Para com isso.

Pode ter um explosivo. A Tati está segura? Tá, tá.

Calma, calma. Já está tudo sob controle.

Liga e pede reforço.

Onde é que vocês estão, Vera?

Vera, Vera, só a equipe básica. Gente de confiança.

Tá bem.

Tudo bem, Jesus. Eu tô te esperando aqui.

Cegou o ramo.

Não, não. É o telefone.

Pode instalar ali.

Assiste.

Edu.

Eu estou aqui na delegacia.

Eu fui agredido.

Fui.

Foi a força.

Foi o Dias.

Aliás, eu estou aqui desde cedo, sem água, sem comida. Eles já cometeram todo

tipo de atradidade aqui.

Porque eu só pude ligar agora, Assiste.

Isso.

E pede a perícia também.

Tô com a cara toda arrebentada.

Ganhei até pãozinho de queijo. Diz aí!

Perfeito.

Tô te esperando, então.

Era só vergonha corredora e a sua bad.

Opa! Quer ver a trandela sozinha agora?

Pachucou? É?

Pachucou aonde?

Tá doendo.

Perdeu o malandro.

É, Nelson.

Você não sabe do que eu sou capaz.

É porque eu vou.

É bom que ela tenha vindo embora, Diego.

Esse miserável tentou explodir minha casa.

O que tem ali dentro?

Tem uma cabeça?

Não quero ver isso não.

Por favor, guarda -se. Ai, ninguém quer ver isso. Não quero ver isso não. Não

quero ver isso.

Será que elas vão continuar morrendo? Se a gente não fizer nada, depende da

gente.

Vem, Larissa.

Pra onde?

Vem, escute o final. Vem.

Tá aí, Edu.

Isso é mentira.

Com a queda eu machuquei a cabeça e não a boca. Isso é mentira. É, mas o que a

perícia diz é que essa outra marca pode ter sido consequência da queda também.

É armação, Assis.

Você conhece a polícia melhor do que eu.

É, mas vale o oficial.

Esse laudo aí dá vantagem pra eles. A gente vai ter que entubar essa.

Me deixa no Palácio do Governador. Onde?

Eu vou deixar o cargo, Vera.

Eu não posso denunciar a minha filha.

É você sim que deve assumir o meu lugar.

Ou outra pessoa qualquer que o Governador escolha.

Vamos embora.

O que é isso?

Consegui localizar o número secreto do celular do Edu. E hoje em dia, Jacó

o que essa porcaria está fazendo aqui? Onde o senhor quer que coloque, doutor?

No lixo. Joga no lixo. Vamos em uma parte.

Dias, eu não vou deixar você tomar nenhum tipo de atitude com a cabeça

desse jeito. Já não basta ter dado um soco na cara do Edu.

Se você for conversar com o governador nesse estado, vai ficar muito mais

comprometedor a história da Tati. Tua liquidade é fim da linha.

Pelo amor de Deus, eu não quero ver você assim. Você que é um mago. Posso fazer

um café pra você? São anos e anos de luta, de dedicação pra terminar desse

jeito. Tenho enganado por um vagabundo. Esse desgraçado me jogou no olho do

furacão, bem debaixo do meu nariz. Eu devo ser o merda de um policial para

deixar isso acontecer. Uma besteira, Guia. Por favor.

Serial Killer cansa de enganar especialista. Eu me enganei. Eles

pessoal do FBI até hoje. O que é isso?

Ele estava aqui convivendo comigo.

Abby Kemper foi um serial killer que matou dezenas de mulheres.

Dezenas. Enquanto tomava cervejinha com os policiais que estavam procurando o

matador. Por favor.

Você vai me prometer uma coisa.

Você não vai deixar esse assassino escapar.

Você me deve isso pela nossa amizade, por tudo que a gente já viveu junto. Por

favor. Para de falar desse jeito.

O jogo não acabou, Dia. O jogo acabou, Vera.

Ele envolveu minha filha nessa história.

E agora eu faço parte. Como é que eu vou conduzir uma investigação onde eu faço

parte? Se acalma, pelo amor de Deus.

Eu vou fazer um café bem forte e na volta a gente vai pensar juntos na

maneira de articular sua saída. Mas se acalma, por favor.

Você disse que precisava falar com você?

Muito bem, eu vou por aqui.

Você está aqui? Por favor.

Acho que aqui a gente fica mais à vontade.

Aquilo que você disse, de não saber sempre onde que o Edu estava,

como... Como eu achava que sabia.

Não posso te dizer todos os dias que as mulheres foram assassinadas. Eu te

garanto que ali não estava coisa.

Me fala como vocês começaram a namorar.

Foi no mesmo dia que eu vim aqui.

Que eu vim reconhecer o corpo da Mariana.

Tô tão chocada com aquela história que aí eu fui pra praia desanuviar um pouco.

Ele tava lá jogando bola.

E aí a bola caiu perto de mim. Ele foi pegar.

Ficou me olhando e chegou.

Foi assim, foi desse jeito.

Então a Mariana frequentava essa praia?

Não. Nunca vi a Mariana lá.

Nem o Edu.

Nunca tinha visto o Edu antes desse dia.

Ele estava lá por acaso, estava encontrando os amigos, sei lá.

Será que nunca tinha visto o Edu antes em lugar nenhum? Nunca?

Não. Ah, eu conheci numa festa na casa de um grande amigo meu.

É assim que eu cheguei no Rio.

Obrigada. Nada.

A gente meio que namora tem uns quatro anos e meio. Nada muito sério.

Por quê?

Não foi por acaso.

Ele não estava ali por acaso?

Vera, deixa eu te perguntar uma coisa.

Me fala a verdade, por favor, seja ela qual for.

Nessa investigação aí que vocês estão fazendo da vida dele, você...

Por acaso.

Descobriu. E ele tem outra.

Você descobriu se ele tem outra? Você ouviu o que eu te falei?

Não foi por acaso.

Ele não estava naquela praia por acaso. Eu não sei de que jeito ele sabia, mas

ele já sabia que você ia pra lá.

Ele se aproximou de você, Rayane, com um intuito perverso. Ele não vai me

responder se ele tem outra. Eu não fiz esse link.

Eu não acredito que eu deixei isso passar.

Você não vai sair fora agora.

A gente dá um jeito dessa história da cabeça.

A gente pode ter encontrado essa cabeça em qualquer lugar. Sei lá, no carro de

alguém. Não, Nelson, não. Se for o cara, a gente some com a cabeça.

Que diferença que vai fazer? Essa morte vai cair na conta dele mesmo, porra. Eu

já disse que não, Nelson.

A imprensa não sabe de nada. A equipe que estava lá é a nossa parceira. Vai

ficar de boca calada. Eu acho que isso tudo já não passou pela minha cabeça. É

claro que passou. Fiquei tentado, sim. Mas existem limites morais que não se

pode romper, Nelson.

Pelo menos eu descobri que eu não posso. Eu não posso ultrapassar essa linha.

A minha necessidade moral não chega tanto, eu tô fora.

Você vai arregar pra esse vagabundo disso. Tudo que eu quero agora é pensar

maneira pra salvar minha filha de tudo que vem pela frente.

E pra começar, eu só peço que segurem até amanhã pra divulgarem essa história.

Notícia boa, hein?

O que foi?

Isso aqui pode ter alguma notícia boa hoje. Fala.

A gente conseguiu coletar o DNA do sangue da bota do Edu.

É de uma das vítimas.

Cassiana Maia.

Tinha que ter me evitado antes, Edu.

Quando eles deram a batida na sua casa, eu teria evitado esse deslumbramento

todo.

Não te amei porque não ia responder pergunta nenhuma de vocês.

Eu já pedi e já ganhei o direito de não ser interrogado pela polícia. O que não

te livrou dos punhos do delegado, não é?

Vamos embora daqui, Edu.

Esse vai ser meu último ato como delegado, mas vai valer a minha carreira

inteira.

Você tá preso, Edu.

Agora

a

gente tem uma ligação entre ele e uma vítima, Nelson. Renan, não mente.

Sua mão tá presa? Tá, meu amor, mas vai ficar tudo bem, tá?

Cadê sua mãe?

Tá chato.

Telefonizinho. Você não pode falar com ele agora não, tá?

Qual é o seu nome?

O que vocês vão fazer com o Edu?

É, vem cá aqui com o tio Cícero na sala dele, tem um monte de comida. Vem cá,

vem, vem.

Eu não estou acreditando.

Você deixou essa menina sozinha lá embaixo pra vir conversar comigo. A sua

preocupação aqui na conversa era saber se o Edu tinha outra mulher.

Eu não estou acreditando, viu?

Peraí, você está me criticando.

Você está dizendo que eu não sei cuidar da minha filha? Você sabe?

Você não me conhece, fica aí falando. O que você está falando?

Você sabe tanto que eu ralo?

Você sabe que eu perdi meu emprego, que eu arrumo qualquer bico aí pra poder

pagar as minhas contas pra não faltar nada pra minha filha?

Sou que nem você não, minha filha, que tem aí motorista, empregada,

acompanhante, babá. Não sou assim, não. A minha vida é diferente, tá bom? Essa é

a minha real.

Eu sou sozinha nessa vida, eu e Larissa.

Tem ninguém pela gente, não. Quer dizer, até tinha, né? Até você começar a

perseguir o Edu, eu tinha... O que é que tá me pegando?

O que é que tá me pegando?

Você vai me pegar agora, é isso?

O que é que você quer ver? É isso aqui?

É isso que você quer ver?

Me desespero, sim. O que tem?

Me desespero, sim. Eu fico louca, eu tenho crise de pânico e eu me corto. O

tem? Eu me corto porque essa dor que eu sinto aqui apaga a dor que eu sinto aqui

dentro. O que tem?

Para eu me criticar também?

Me corto para me sentir viva. É isso que eu faço.

Pode me criticar.

Vamos lá.

O Edu está preso.

Preso? O Assis acabou de ligar.

O DNA do sangue que acharam dentro da casa do Edu bateu com uma das vítimas. O

juiz deu a preventiva.

O Assis acha que é a armação do Dias. Mas até que se comprove. Até que se

comprove. fazer nada?

O que você quer que eu faça? Que eu vá da prisão? Que eu tire ele de lá forte?

isso? Que eu desanque o juiz? Não, não faça nada. Eu vou fazer.

Você não vai fazer nada.

Você não vai a lugar nenhum. Você não vai se expor.

Você não vai se desmandar em público.

Diante da imprensa inteira que já deve estar lá.

O que você quer?

O que você quer, Silvia?

Você quer acabar comigo de vez? É isso?

É esse o seu intuito? Foi pra isso que você ficou?

Pra jogar a última patical da minha candidatura, da minha carreira política.

ele continuar na cadeia, você e sua carreira política vão pro espaço.

Você tá tendo um caso com esse rapaz, é isso?

É isso, Silvia? Não me diga que agora nós vamos começar uma cena de ciúmes,

Otto.

Se é pra perder o prumo, que perca aqui dentro.

Dentro de casa, pelo menos não prejudica ninguém.

Não sei não, seu Otto. Não lembro. E aquelas noites que eu tinha reunião do

partido, que eu viajava, você não viu o Edu aqui?

Só quando ele vinha buscar a Dona Silvia pra sair.

Senador,

eu tava lendo aqui sobre o seu suplente, ex -suplente, sei lá, o menino que foi

preso. Chega, Júnior, chega.

Por hoje, chega, Júnior.

Chega.

Você passa a noite com a modelo?

No que ela vai embora, o seu suplente mata.

E é isso mesmo.

Essa história é o quê? É coincidência? É acaso? O que é? O Edu não matou

ninguém, Júnior.

Pegaram esse rapaz pra boa de piranha. Não conseguiram me acusar.

E foram em cima dele.

Edu.

Tá que pago. Será que você não quer comer alguma coisa? Posso pedir alguma

pra você comer? Pra você ficar mais tranquilo.

Eu só quero ir embora.

Traga minha filha, por favor.

Posso pedir para alguém te levar para casa?

Vou ficar mais tranquilo se for assim, pode ser?

Cícero, traz a Larissa, por favor.

Dá para você checar.

Claro que eu fico com medo do Edu ter feito isso tudo mesmo.

Nesses dias aí, café.

Você falou que ele fez, que tem hora que... Que eu não entendo, ele faz um

de coisa que ninguém imagina que ele faz.

Como que é?

Ele roda.

As roupas de marca todas que ele usa, ele rouba de loja.

Nossa, tem coisa chique aqui. Só roupa cara, roupa de marca. Olha isso aqui.

Olha isso, Edu. Só coisa cara.

Você rouba, Edu.

Se você falar isso de novo, eu torço o seu pescoço.

Teve um dia que você falou... Eu vou tentar aqui.

Que eu lembro.

Bem que foi um dia que ele ia colocar a aliança no meu dedo e ele

sumiu.

Tchau,

mulher. Obrigada.

Onde você encontrou a Tati, Celina?

Tá, naquele shopping. Mas ela te falou alguma coisa?

Tá, saiu de carro. O que mais?

Dias, já não basta que ela tenha saído por aí dirigindo sem carteira. Que o meu

carro tenha sido rebocado.

O que está acontecendo, Dias? Tudo, Celina. Está acontecendo de tudo. Depois

gente conversa. Mas por enquanto é não deixar a Tati sair para lugar nenhum.

Entendido?

Sob hipótese alguma.

Cadê minha bagagem?

A Dra. Vera mandou levar para o apartamento dela.

E aí, Tati?

Ele me prendeu só porque eu tô namorando com ele.

Namorando? É.

Meu pai descobriu tudo e agora fica falando um monte de besteira sobre ele

internet, achando que ele é aquele serão que ele vai matar.

Esse Edu?

Esse Edu que você tá namorando? Esse Edu que a polícia tá perseguindo? É, que a

polícia tá perseguindo. Que o meu pai tá perseguindo, é?

Você enlouqueceu, Tati. Você vai ficar em casa assim nem que pra isso eu tenha

que amarrar você.

Se vocês tão achando que vão conseguir me separar dele, não vão.

Você nunca lhe briga, hein, gente?

Júlia. Júlia.

O que é que estão fazendo com você, menino?

Como é que você entrou aqui, Júlia?

Eu não fiquei casada com o Otto durante todos esses anos pra não aprender nada,

não é?

Você é uma linda senhora.

Você é uma mulher maravilhosa.

Como é que o senador não enxerga você, meu Deus?

Como é que ele não consegue ver uma mulher como você?

Eu é que não enxerguei nada quando me casei com aquele louco.

Perdão.

Perdão.

Perdão, perdão. Eu não tenho que me dominar.

Eu não posso.

Eu não posso.

Eu não tenho que me dominar, não.

Eu não vou tentar sacrificar em

você. Eu não vou.

Viu?

Vai embora, vai. Aqui não há lugar pra você. Vai embora.

Eu vou pegar minha bagagem.

Entre, diz.

Não.

Eu tenho que achar um hotel pra mim, preciso dormir. Amanhã eu tenho uma

cedo com o governador. Ótimo. Você vai contar pra ele todos os passos que você

deu até concluir essa investigação, certo? Tá brincando. Não, não tô

não.

Certamente é isso que ele tá esperando desse encontro. Principalmente agora que

a prisão do Edu tá em todos os noticiários.

A assessoria dele deve ser chamada toda a imprensa pra fazer fotinho de vocês

dois. Ou você não conhece essa hipocrisia, não? O que você quer que eu

Que eu peço meu afastamento pelo telefone? Por favor, Dias, a sua filha é

vítima. Eu sei que a minha filha é vítima.

Não trate essa história como tal.

Não tem como, a Tati não tá envolvida nisso.

Agora você tem que se adiantar. Se você não quiser que o Edu acuse de

cumplicidade, saia na frente e conte a verdade. Ninguém vai acreditar no que

esse bandido fala. Deixa de fingir, não, Dias. As pessoas não estão nem aí pra

verdade. As pessoas escolhem a melhor versão, você sabe disso.

Para, para, Vera, pelo amor de Deus. Para, não estou conseguindo raciocinar.

estou querendo só te ajudar a raciocinar. Se você quer mesmo preservar

sua filha, não peça o afastamento do caso.

E sim, acuse o Edu de mais esse crime.

O que eu vou fazer amanhã cedo, quando eu sair do gabinete do governador e

minhas passagens que deixei reservar numa agência de viagem e pegar a Tati e

tirar ela desse país?

Decisão tomada.

Ah, a gente acredita no que a gente quer acreditar.

Vem o bonitão como o Edu, fala as coisas que você quer muito ouvir, você não

filtra, acredita.

Todo mundo já caiu nessa um dia. Se não caiu, vai cair. Por mais inteligente,

por mais esperto que seja.

A Vera não quis me dizer não, mas eu já entendi muito bem.

Você tá só me usando mesmo?

Porque ele tem outra.

Tem outras até.

E eu aqui fazendo jantarzinho pra ele, trazendo ele pra minha casa, botando ele

junto com a minha filha. Ainda bem que você acordou.

Conferi tudo, olha aqui.

Todos os dias que a Vera me falou.

Todos os dias que as garotas morreram.

Todo dia que a Edu não tava aqui, que a Edu sumiu, que não atendeu o celular.

Ai, fico lembrando as coisas estranhas que eu vi na mala do carro dele.

Só porque eu tô com desejo de comer seu sanduíche, é isso, né?

Pisona, Edu.

Você é uma geral nesse carro.

Que isso.

De lixo, ferramenta. Que louco. A gente nunca sabe quando vai precisar de um.

Eu sou prevenido.

Na hora eu não vi maldade nenhuma, não. Mas agora que estão suspeitando dele...

Você contou isso tudo pra policial, né?

Não.

Mas amanhã eu vou contar.

Olha o que eu encontrei na casa do Edu.

Assim que eu cheguei aqui, que eu pedi pra olhar as fotos das primeiras

eu vi que aqueles corpos não estavam sendo deixados ali. Dizem que eles

sendo deixados em pose.

Foi esse primeiro rastro também que o dedo deixou pra mim.

E ali eu vi que era um criminoso organizado, muito sofisticado. Você não

ter esperado pela busca na casa dele, não. Você tinha que ter se metido lá

sozinha, Vera.

Isso aqui não chegou oficialmente. A gente pode eliminar isso do caso.

Mas e se ele tivesse eliminado vários outros vestígios dos crimes? Como ele

Porque o que vocês encontraram foi bem pouco, saiba você.

Como bem pouco? Nós encontramos sangue no porta -malas do carro.

Certamente, e é muito mais coisa do que isso, Dias.

Seria o que ele gosta de juntar, troféu das vítimas, pequenos vestígios, recorte

de jornal, matéria que saiu nas revistas sobre o crime.

Deixa eu te mostrar uma coisa.

A página está marcada, Dias.

Olha a foto da vítima.

Ele é um artista.

Acredita em mim. Sou inocente. Te amo.

Calma. Calma, Dias.

Calma, só tá amanhecendo.

Pensou no que a gente falou?

Eu vou sair daqui com a certeza que eu tô fazendo a coisa certa.

E você?

Você acha que é uma boba? Você vai conversar com esse delinquente hoje.

Isso é o meu trabalho, Tia.

Tentar entender essas mentes perigosas.

Eu não sei quando que eu vou te ver de novo.

Se a gente vai se ver de novo.

Se você vai estar aqui no Brasil quando eu voltar.

E de que adianta saber?

não leva em conta os planos que a gente faz.

Por favor, eu conheço ela, deixa eu entrar.

Qual que é o horário de visita? Quer pro Galho? Eu preciso falar com esse menino

hoje. Que hora que a gente vai querer entrar? Pelo menos alguém que possa dar

muita informação.

Se você entrar e falar com ele, quer pro Galho pra mim?

Não. Não vem.

Era essa a intenção?

A gente fala a mesma língua.

E parece que a gente tem o mesmo gosto artístico também.

Se eu soubesse que você gostava tanto... Teria te dado de presente?

Por que essa página está marcada?

O que te atrai nessa imagem?

Vai tirar o gelo, por favor.

Vamos falar sobre isso?

O governador está esperando, doutor.

Dias!

Então, pegamos o homem.

Muito bom.

Parabéns. Você vai ver, nós vamos ter retorno disso na próxima pesquisa de

tensão de voto.

O senhor sabe o quanto eu me dediquei para esse caso, né?

E quanto era importante pra mim esse cargo de secretário de segurança. Eu

eu vou anunciar seu nome hoje mesmo.

Meu querido, você se tornou um trunfo pra minha reeleição.

Governador, eu vim aqui pedir o meu afastamento do caso.

Eu posso só te fazer uma pergunta, cara?

Todo mundo... que tem esse livro na biblioteca. Esse pintor,

ele também é suspeito.

Eu tive o trabalho de compará -lo.

Elas estão exatamente na mesma pose.

Estou esperando.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.