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Tudo certo! Manda ver!
Vai!
Maldi��o!
Est� dando certo?
Continua!
Isso n�o vai sair da�!
Desligue isso!
Sim, pode ir.
Isso nem vai se mexer, Garron.
Dennis est� certo. Desista!
Talvez...
O tempo n�o parece bom.
Bem...
... � melhor eu voltar.
Meu jantar j� est� na mesa.
Obrigado mesmo assim.
Voc� vem, Mitch?
Sim. Boa sorte!
Que voc�s engasgem com esse jantar.
Pai!
Sorria.
Pai.
O qu�? O que foi?
A m�e disse que vai chover. Por que voc� n�o p�ra de tirar essas malditas fotos?
Malditas fotos?
S� estou repetindo.
S� repetindo. Entendi.
O que voc� diria?
Eu diria que estou com fome.
- Uma resposta toda sua, novinha. - Haha.
Escute.. diga que vamos daqui a uns 10 minutos, ok?
Ela est� brava com voc�.
Ok, ok. Diga daqui a cinco. Eu preciso ver mais da igreja daqui.
Podemos ir pra casa? Estou entendiado.
Entediado? Como pode estar entediado? Essa � a terra dos seus av�s, lembra?
�, e eles foram embora.
Diga-lhe cinco minutos.
Diga que eu falei s�rio.
Maldito.
Dev�amos te levar pra casa.
Eu n�o sei o que me ocorreu.
Dev�amos nos arriscar nessa chuva?
Foi como se eu estivesse queimando.
Venha.
Posso ajud�-lo?
Espero que sim. Estou procurando o Reverendo Coot.
Falei direito? Coot?
Exatamente. Mas n�o sou eu. Eu sou o vig�rio.
Oh, oi. Eu sou Howard Hallenbeck.
Declen O'Bryan.
Diga-me, esse Coot, ele � bem velho, n�o �?
Desculpe.
Falei com ele algumas semanas atr�s, e ele permitiu que eu desse uma olhada.
Entendo.
� para um livro que estou escrevendo...
... disse que eu poderia tirar algumas fotos...
...talvez ver os obitu�rios.
Ent�o voc� provavelmente o encontrar� na diretoria.
Que fica onde?
L� fora, vire a direita, e estar� bem em frente.
Direita e � frente.
Obrigado.
Ok... um... dois... tr�s!
Rawhead...
Venha, venha!
Ora, vejam s�. Come�ando uma cole��o?
Talvez a tempo.
- Deixe-me ajud�-lo. - Muito obrigado.
Bem, como posso ajudar?
Falamos ao telefone, acho que mencionei que o livro que estou escrevendo...
... � sobre a persist�ncia de terrenos sagrados nesta parte do pa�s.
Desculpe... persist�ncia?
Muitas igrejas foram constru�das em terrenos que eram considerados sagrados.
Pr�-crist�os, voc� diz?
Pr�-romanos at�, mas n�o se aplica aqui na Irlanda. O que estou procurando...
... s�o terrenos do neol�tico, de cultos antigos, por exemplo.
Aqui?
� bem poss�vel, sim.
Intrigante.
O que posso fazer � fotografar o interior da igreja. Particularmente os vitrais. S�o desenhos interessantes.
Claro, est� aberta.
E quanto aos registros obitu�rios? Eu poderia dar uma olhada?
- Podemos conseguir. Declen ajudar� no que precisar. - Ah sim, o vig�rio.
Talvez eu deva falar contigo quando ele j� tiver tudo.
Seria �timo.
87 Onde est� hospedado?
No seu... ahm, pub.
- O Homem Alto? - IO Homem Alto.
Era uma vez um garotinho chamado Rico, e ele percebeu que, que...
Cala a boca!
Estou tentando ler meus quadrinhos!
Mais dois dias aqui e ficaremos loucos.
Do que est� falando? Acabamos de chegar.
J� estamos aqui h� dois meses.
Estamos na Irlanda h� um m�s e meio, na verdade. Nem precisamos ficar tanto...
mas eu ainda preciso ver os obitu�rios da igreja,
Esse � o terreno mais interessante que j� vi.
E ent�o?
E a� poderemos ir para Dublin.
- Vamos, pega. - Eu quero minha boneca.
Me d�!
Eu vou. Eu vou ficar louca.
Ei, fiquem quietos!
Essa � uma viagem a trabalho pra mim, se lembra?
Sabe, voc� tamb�m tem uma fam�lia.
� por isso que tem crian�as aqui. Eu estava pensando...
Achei que se sentisse em casa aqui.
Em casa?
Pais irlandeses, tudo o mais.
� um rumor venenoso que a minha m�e inventou.
Sua m�e � mesmo venenosa.
Mais um dia?
Dennis.
O qu�?
A porta do celeiro n�o est� fechada.
Mas eu tranquei.
Bem, est� aberta agora.
Vixe, eu podia jurar que tinha trancado.
Quem est� a�?
Quem t� a�?
Eu perguntei quem est� a�.
Dennis! Dennis!
N�o! N�o!
V� embora!
Ouviu isso?
- Voc� est� mudando de assunto... - Ou�a!
Acho que � s� um trov�o.
Por que t�nhamos que vir na temporada de chuvas?
Eu gosto desse lugar. Eu poderia viver aqui.
� quieto, elegante ...
... e morto.
O que voc� esperava de um historiador? Eu prefiro coisas mortas.
Oh, e eu n�o sei?
Com algumas exce��es.
Diga uma.
Hm, e a outra?
Voc� n�o me beijava assim h� tempos.
Voc� tem olhos muito safados. Algu�m j� te disse isso?
Praticamente todo mundo.
Ela vai se lembrar de n�s na pr�xima.
Estranho.
�.
O olhar dela...
O que tem?
Ela me lembra algo... algu�m.
Talvez seja sua parente.
Voc� est� certa, est� ficando doida.
Obrigada.
Vamos voltar ao hotel.
Mas que diabos...?
Dennis. Jenny. Est�o a�?
Dennis?
Dennis? Jenny?
Jenny. O que est� aconteceu?
- Voc� cuida disso, ok? - Apenas um instante, ou�a...
v� com a v�tima e ou�a qualquer coisa que ela diga, qualquer coisa mesmo...
... entendeu? � muito importante.
S� encontramos a Jenny.
O que leva o marido...
Dennis.
Eles tinham algum h�spede?
Acho que n�o, posso checar.
O que me espanta � como a mo�a sobreviveu.
Est� claro que ela se escondeu. O guarda-roupa revirado, o sot�o.
N�o acho que Conroy saiba disso.
N�o devem ter tido um assassinato aqui antes.
Voc� est� assumindo que o marido morreu?
O estado da casa, o sangue. Sim, acredito que sim. Uma vingan�a, talvez.
N�o parece combinar com a localidade.
N�o sei. Ressimentos surgem em todo o lugar.
Precisariam de muitas pessoas para causar este tipo de estrago.
- Howard? - Sim, estou aqui.
Algo errado?
- N�o ouviu as sirenes? - Sirenes?
Algum acidente nas colinas.
Volte para a cama.
Vou dar uma volta. Tomar um ar. Me ajuda a dormir.
Sabe, voc� estava falando dormindo.
Estava?
Quem � esse tal "Big Jake"?
Quer conhec�-lo?
Mantenha-se aquecida, ok?
Volto logo.
"Big Jake".
Leve seu casaco.
Est� frio l� fora.
Por que n�o assiste o filme, hein?
J� vi.
- Ent�o mude de canal. - J� vi todos.
- Est� sendo ego�sta. - Nem tente.
Seu moleque ego�sta.
Vamos.
Fique esperto, isso vai ter volta, babaca.
Voc� tamb�m.
Seu porco.
Espere pra ver.
Est� frio aqui.
Voc� � um bastardo.
N�o. Nem tente.
Sai daqui.
Andy, preciso falar com voc�.
Claro.
Eu preciso falar s�rio.
Podemos falar s�rio, mas vamos indo..
Me deixa sair!
Maldito! Seu maldito!
Estou dizendo, um dia ainda mato esse moleque, eu mato.
N�o sei se � uma boa id�ia...
Por que n�o? N�o tem nada de mal. Est� com frio?
Sim.
Vamos, deixa eu te esquentar.
- N�o, Andy. - Vamos, Kathrina.
Voc� disse que pod�amos conversar.
Ouviu isso?
N�o.
Meu deus....
Jesus, Neil.
Shawn! Shawn!
� o pequeno Neil.
Minha nossa! O que houve?
O que houve, cora��o?
O que foi, filho?
Fala! O que �?
O que aconteceu?
Tem algu�m aqui, Andy.
Ou�a. N�o vamos brincar e parar de novo, vamos?
- Eu quero voltar para o carro. - Voltamos j�, j�.
Eu disse que quero voltar!
Merda.
Mas que diabos est� havendo?
S� deus sabe. O garoto acabou de aparecer na minha porta.
Ele n�o fala uma palavra sequer!
Ei, Kathrina! Pode me esperar?
- Me desculpe. N�o est� brava, est�? - N�o, � que...
S� estou cagando de medo, s� isso.
Meu beb�zinho.
Eu te esquento.
ESt� quentinha?
Corre!
Vem!
- O que foi? - Algo... eu n�o... Andy...
N�o se afastem demais.
Fiquem lado a lado.
Ele deve voltar logo.
- O que est� havendo l� fora? - Tem algo acontecendo nas colinas.
Fiquei preocupada.
Por isso voc� ainda est� de p�?
Algu�m brigou?
- N�o sei. - Tem sangue?
Eu n�o vi, ent�o n�o sei.
Ok, querida. Acabou a festa.
Papai est� bem. Est� tudo bem.
Ai meu deus!
Algu�m chamou a pol�cia?
Vou verificar.
Quem � esse? N�o � o garoto do Johnson?
S� deus sabe.
Aqui!
Jesus Cristo! � um massacre!
Sem mais quadrinhos, Robbie. Vai estragar seu c�rebro.
- Aqui est� a Eeky. - Brigada.
Boa noite, durma bem.
Est� morto h� quanto tempo?
Diria umas 24 horas.
Pelo jeito, ele estava tentando mover esta pedra.
Testemunhas?
Dois vileiros, estavam ajudando. Quando o deixaram, ele ainda estava bem.
Este � o terceiro.
Dia.
Quem � esse?
Com licen�a, queria falar sobre algo que eu vi ontem a noite.
Sim, � �ltima porta a direita.
Algu�m quer falar com o comandante.
Pe�a para esperar.
Pode esperar um pouco?
Megoldom... Hogyne... obrigado.
- Algu�m quer... - Eu ouvi! Entre.
- Este � o Sr. ... - Hallenbeck. Howard Hallenbeck.
Inspetor Gissing. O que posso fazer por voc�?
Ouvi sobre os assassinatos de ontem,
acho que vi alguma coisa.
Eu n�o tenho certeza do qu�.
Estamos procurando por mais de um criminoso, sr. Hallenbeck.
O que eu vi n�o era humano.
Desculpe?
Digo, n�o acho que era.
Ele era muito alto. Muito maior que um homem.
Qu�o grande?
2 e meio... 3 metros.
Eu n�o tenho tempo a perder.
Eu vi. Me deixe contar, ok...
eu vi... ou melhor, ele me viu...
essa coisa estava me observando...
im�vel, com aqueles olhos bem vermelhos.
Olha, eu sei como isso soa, eu sei,
mas eu vi.
Isso foi na estrada?
N�o, eu estava na estrada. Ele estava numa colina.
Voc� viu um boi.
N�o era um boi, Jesus, seu sei como um boi se parece!
A escurid�o pode pregar pe�as.
Eu vim aqui pra lhes dizer algo.
Eu vi algo, e eu n�o sei o que era.
Mas estava l�, e est� l� fora agora mesmo. E o que voc� quer fazer?
Bem, se quiser registrar isso com o oficial Conroy...
Esque�am. Apenas esque�am.
Senhor, talvez dev�ssemos considerar....
- Ch�? - N�o, obrigado.
Eu estou curioso sobre os obitu�rios.
� estranho, parece que eles n�o est�o mais nos registros.
O que quer dizer? Roubados?
Assim parece... francamente, n�o saberia dizer o porqu�.
Perdoe-me por n�o poder ajud�-lo mais.
Obrigado mesmo assim. Adeus.
Me d� um sorriso.
A Morte...
... anda...
... com medo.
... nunca se torna... si mesma...
A Morte teme...
... o que n�o pode ser.
... tem medo...
... do que n�o pode ser...
Desculpe, me desculpe.
Oh, que pena.
Por que fez isso?
D� o fora daqui, caralho! N�o tem nada aqui para voc�!
Seu filho da ...
Eu vou dar o fora daqui. E voc� vai me agradecer.
Um presentinho pra voc�, seu man�aco...
Aleluia! Demorou pra voc� decidir ir embora.
- Ir embora � sempre um evento. - Est� bem.
Para onde, querida?
Bem, tive problemas lendo o mapa.
Que incr�vel! Sua m�e tendo problemas para ler um mapa!
Papai est� sendo rude de novo.
Rude? Estou sendo sincero.
Eles tem McDonalds em Dublin?
� prov�vel.
Estamos chegando?
N�o, pela quinquag�sima vez.
Estou com fome.
Voc� � s� come, Robbie.
M�e, o que � um "po�o sem fim"?
Meu deus!
O qu�?
Tem algo ali no campo.
Quer voltar e ver?
O que � um "po�o sem fim"?
Por que estamos voltando?
Sua m�e acha que viu algo.
- � um espantalho. - Sim.
O que achou que era?
Eu n�o sei, � esse maldito lugar...
Maldito lugar? Voc� parece mais irlandesa a cada dia. Hora de ir mesmo.
Posso ir, madame?
- Sim, por favor. - Voc�s est�o prontos pra ir?
Seu entusiasmo me anima.
- Senhor. - Qu�?
Conseguimos algo.
- A jovem Nicholson? - N�o. Ela n�o consegue falar, est� traumatizada.
- Ent�o o qu�? - O garoto, Neil Johnson.
- Ele falou? - N�o exatamente.
- Ent�o o qu�? - Conroy foi ao hospital, falei com os pais.
O garoto n�o falava nada, ent�o Conroy deu-lhe algo para brincar, papel e caneta...
- E? - E o garoto come�o a desenhar.
Meu santo deus.
Talvez o cara estivesse certo. Talvez haja alguma coisa l� fora.
- Precisamos parar. - Por que, querida?
Tenho que fazer pipi.
N�s n�o vamos voltar.
Mas eu tenho.
Devia ter feito antes de sairmos.
Esqueci.
Como pode esquecer? Que estupidez.
Estamos longe da pr�xima parada. Ent�o vamos parar.. bem aqui.
- Quer ir com ela? - Ela sabe ir sozinha.
- Pode ir, Minty. - Onde?
Na mata, ningu�m vai te ver.
Vamos, querida. N�o temos o dia todo.
Eu vou com ela.
- Ela consegue. J� � crescidinha. - Eu sei, eu sei.
Est� vendo aquela folhagem? Fa�a ali atr�s, ok? R�pido, querida.
- Voc� vai olhar! - Eu n�o vou olhar. Vai, vai!
A� mesmo!
Tudo bem, querida. N�o foi nada..
- O que aconteceu? - � s� um coelho morto.
S� um coelhinho?
E como est� a mam�e?
Est� tudo bem, corvos s�o bichos muito ruins.
Robby...
N�o, n�o...
N�o!
Robby!
Sem coment�rios.
H� alguma conex�o entre as mortes?
Sim. Eles est�o todos mortos.
Por que voc�s n�o d�o o fora daqui?
O que �, detetive? � animal, vegetal, ou mineral?
Vai l�, conte pra ele! Porque n�o conta tudo?
- Animal, vegetal ou mineral? - Estamos fazendo o que podemos.
Tarde demais! Tarde pra cacete!
Agradecemos a sua ajuda.
Eu dei tudo o que precisavam. Cada detalhe. Mapas, desenhos...
� o mesmo que o garoto viu.
O que � isso, meu deus?
A escurid�o prega pe�as!
- Eu estava errado, te garanto. - Oh, obrigado.
Acredite, vamos encontrar quem matou seu filho.
Temos oficiais procurando pelo campo.
Eu aposto que existem esconderijos que voc� nem imagina. Sabe por que?
- Me ilumine. - Eu acho que ele � daqui.
� a sua casa. Desde muito tempo.
Se este � o seu territ�rio, ele vai voltar. Cedo ou tarde.
Tudo o que temos que fazer � esperar.
Esperar? Esperar pelo qu�? Mais erros? Mais matan�as?
Sr. Hallenbeck, entedemos como se sente...
Voc� n�o faz id�ia de como me sinto!
Sua estupidez maldita � a raz�o pela qual meu filho est� morto.
Entendeu?
- Nem que eu tenha que ir sozinho. - Sr. Hallenbeck...
V� pro inferno!
Eles o enterraram vivo.
O qu�?
Um dem�nio.
Colocaram-o bem fundo na terra.
Acharam que tinha morrido. Acharam que podiam esquecer dele.
Mas os seres das trevas sempre voltam. Eles sempre voltam.
- Este vitral... - � in�til lutar.
O que ele representa?
Nada! � o dem�nio.
V�? N�o resta nada para defend�-lo.
Acabo de saber sobre seu filho. Minhas condol�ncias.
Essas janelas... quando foram colocadas?
As janelas est�o a� desde que eu me lembro.
Quando foram colocadas?
Foram feitas refeitas v�rias vezes.
A igreja foi quase destru�da em 1860. O vidro foi trocado.
� como um quebra-cabe�a.
N�o foi um trabalho muito bem feito.
Alguns fragmentos foram...
Isso n�o � s� pesquisa, �?
Pode apostar que n�o �. Aquela coisa matou o meu filho.
Eu estava l� e o vi faz�-lo.
Aquilo n�o � humano.
Seu eu fosse seu amigo, Declan, eu diria que � um dem�nio.
Mas voc� n�o acredita no dem�nio.
N�o, eu n�o acredito no dem�nio. Mas algo come�ou o rumor.
� isso. Eu sabia. Ele n�o encaixava.
O qu�?
Aquela � a pe�a que falta. Olhe! Aquilo n�o encaixa ali.
Veja. S� h� uma m�o.
E aqui est� a outra.
E?
Acho que este homem na imagem j� derrotou a criatura uma vez.
Isso � paganismo.
Apenas veja, est� na sua cara.
Aquilo � o que eu vi. Aquilo � o que levou meu filho...
... e est� l� fora agora mesmo, pronto e esperando.
- Virgem santa, voc� est� alterado.. - N�o me venha com essa!
Sr. Hallenbeck, esta � a casa de Cristo.
N�o foi sempre dele. Foi?
N�o pudemos ver bem. Nem mesmo com as tochas.
Mas eu j� fa�o id�ia do que acontece.
O qu�?
- Cheiro de sangue. - S�rio?
Certamente.
Ele tinha um cheiro amargo que n�o se pode esquecer.
- Jesus, o que foi aqui? - Shh. Continue.
A� encontramos o corpo.
Protejam-se!
- Parecia um terremoto... - Cad� a porta?
Abaixem-se.
- Ent�o? - Deixe-me ouvir, senhor.
- Onde? - O parque de trailers.
- Prepare os carros. - Certo.
� territorial, como eu disse. Onde pensa que vai?
- Eu vou com voc�. - N�o vai, n�o.
- Voc� n�o pode me impedir. - Conroy, detenha esse homem.
- Sr. Hallenbeck... - Howard, por favor, fique conosco.
Santo deus!
Foi para l�! Foi para o mato!
- Vamos. - Certo!
Quer volta para o hotel?
Elaine, quer volta para o hotel?
N�o.
Ficaria mais confort�vel l�.
S� se voc� vier.
N�o, eu tenho que falar com Gissing.
Deixe-o fazer o trabalho dele...
Quero que ele pergunte de casa em casa. Esse povo sabe de algo.
Do que est� falando?
Essa coisa j� esteve aqui antes.
J� o derrotaram antes, veja.
Os vitrais da igreja.
Ele foi preso por... o que quer que seja que a m�o est� segurando.
Parece uma pedra, mas � um peda�o de vidro que falta.
Essa � a pe�a que foi parar em outro lugar.
Ela segurava uma faca, ou uma espada... ou algo.
Era uma arma.
- Arma? - Sim.
Se eu conseguir encontr�-la...
... e deter aquela coisa.
Pare o carro.
- Onde est� ele? - Devemos t�-lo passado.
Nunca fomos t�o longe antes.
- Droga! - O que faremos?
- D� a volta. Vamos voltar. - Sim, senhor.
Jesus!
Sim...
- Senhor Hallenbeck. - Gissing j� voltou?
- Ele est� ocupado agora. - Ou�a, � muito importante...
Senhor, seus sentimentos est�o bem claros. O inspetor o ver� quando puder.
- Posso traz�-los uma x�cara de ch�? - Por que voc� n�o vai se foder?
- Eu passo a sugest�o. - Fa�a isso.
Voc� veio!
N�o estou consigo entender.. Quem est� falando?
- Vem pra c�! - Quem �?
- Revendo, � voc�? Onde?
Na igreja, Jesus!
Controle para inspetor Gissing.
O inspetor Gissing est� a�?
- N�o h� sa�da! - Fique quieto, ele est� bem ali.
Voc� acha que eu n�o sei? Eu vejo o que ele v�. Ele o quer.
- Ele quer batiz�-lo. - Voc� perdeu a cabe�a?
N�o! Eu apenas vejo a luz.
Declan, voc� ensina a palavra de deus...
Deus?
Ele � deus!
Os registros da par�quia.
Ele estava aqui antes de Cristo, antes da civiliza��o.
Aqui, ele era o rei!
- Gissing foi procur�-lo... - Ele atacou o reverendo na igreja...
O qu�?... na igreja?
Ele est� na igreja. Estamos indo.
Rawhead! � como o chamavam!
Rawhead!
Fique aqui.
Declen, por favor. Pense!
Ele n�o liga pra voc�!
Quando ele tiver terminado, o que far� contigo?
Ir� me matar... eu espero!
Declan, pelo amor de deus!
Suba as escadas, desgra�ado.
N�o posso deixar deus esperando!
Voc� fez isso?
Tive de destruir tudo.
Ele quer que eu a derrube tijolo por tijolo!
Voc� n�o ousaria!
Ele n�o teme!
Por que ele n�o entra, e destr�i por conta pr�pria?!
Eu acho que seu deus tem medo.
- N�o. - Sim. Medo de entrar na casa de deus!
554 N�o!
Seu pat�tico rebanho n�o o det�m. Nem eu!
Eu reconhe�o meu verdadeiro mestre quando o vejo. E voc� tamb�m!
- Entramos na igreja? - N�o, esperem.
Este lugar.. � terreno sagrado!
Terra de deus!
Jesus!
Afaste-os! Tire-os da linha de fogo!
N�o atirem.
Matem o maldito!
- Atiramos no filho da m�e? - Poder�amos acertar o velho.
- Ele j� est� morto, veja. - N�o, ele ainda se mexe.
N�o!!!
Preparar!
Fogo!
Por voc�!
Por voc�! Por voc�!
N�o posso ficar aqui esperando. Tenho que fazer alguma coisa.
Howard, n�o.
Aqui!
Ele est� sangrando demais.
- O que ele disse? - Cale-se!
O altar... ele teme, algo.. no altar..
- Volte � central. Minha fam�lia est� l�. - Cuidarei delas.
Que voc� quer, porra? D� o fora, caralho!
Caia fora daqui!
O que ele tem medo?
Ele chegou ao altar. N�o pude imped�-lo.
Voc� pode mat�-lo.
Ali est�!
Vamos, queridinha. Vamos l�.
Certo, fa�a.
Vamos.
Fa�a.
Mate o maldito!
Ai meu deus!
Sai! Sai daqui!
Howard!
Uma mulher. Tinha de ser uma mulher.
Tudo bem. Est� tudo bem.
Acabou agora.
Legendas por: Alphankh www.naoleia.com.br
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