All language subtitles for Maciste nelle Miniere del Re Salomone (Regnoli, 1964) Mp3 ITA DVDRip Ax

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Original subtitles

MACISTE NAS MINAS DO REI SALOM�O

No cora��o da �frica, em tempos j� distantes...

havia uma cidade chamada Zimba.

Ela era protegida por muralhas.

E ao seu redor, uma floresta imensa...

povoada por todos os tipos de animais selvagens...

a mantinha isolada do resto do mundo.

A cidade foi estruturada em torno de um suntuoso pal�cio real...

que, do seu subterr�neo, levava para as lend�rias minas do Rei Salom�o.

Mas a sabedoria do rei Namar...

decretou como proibida a extra��o de tesouros deste local.

Uma est�tua de Beth, a deusa da paz...

obstruia a entrada com a sua massa imponente.

Assim era Zimba...

no dia em que se completava o 20� anivers�rio...

do sereno e feliz reinado de Namar.

Em nome de todos os seus s�ditos, � Namar...

eu me curvo aos seus p�s.

Fa�a com que sua cidade seja lembrada nos pr�ximos s�culos...

n�o pelos imensos tesouros enterrados nos seus subterr�neos...

mas pela qual voc� nos ensinou ser a verdadeira riqueza.

A serenidade do esp�rito.

Que a infelicidade do mundo desapare�a para sempre...

e sucumba perante o bem...

deixando nosso cora��o puro e feliz, cheio de amor ao pr�ximo...

e gratid�o por nossos deuses.

Todo o resto n�o � nada al�m de poeira, como o ouro.

Uma respira��o varreria.

Estou aqui!

Onde voc� se escondeu, Vazmant?

Estou aqui!

Samara!

Agora eu te pego!

- Voc� nunca vai me pegar! - Voc� vai ver!

N�o vai fugir de mim!

Voc� me pegou!

Abukar, quer falar s�rio ao menos uma vez?

Eu vou tentar, mas n�o garanto nada.

Samara, por que est�o cantando?

� porque est�o felizes, e querem agradecer ao seu pai.

Eu tamb�m quero agradecer a ele.

N�o � imposs�vel. Seu pai quer que voc� fique aqui.

Eu nunca vi ningu�m al�m de voc� e Abukar?

N�o, Vazmant. Um dia, voc� poder� fazer tudo o que quiser.

O dia que voc� se tornar o Rei do Zimba.

O Rei de Zimba.

Eu digo que voc�...

Voc�, e n�o Vazmant, subir� um dia naquele trono.

Ser� o rei de um imp�rio constru�do sobre ouro.

Espere at� o meu retorno. Em breve, Zimba...

ser� nossa!

Logo, o seu nome vai mudar.

Se chamar� Ghinar, a deusa da riqueza.

Fracotes!

S�o todos uns fracotes!

Assista-os rastejar como minhocas.

E lembrem-se:

Os homens de Fazira devem ser fortes!

Devem ser corajosos!

Se at� uma mulher consegue bater em voc�s...

n�o s�o dignos de fazer parte do meu bando!

Fazira! Capturamos um estrangeiro!

- Quem �? - Vamos ouvi-lo.

Eu desconfio de todos os estrangeiros.

- Ele parece tranquilo. - Deixe com Fazira.

Ela sempre sabe o que fazer.

Onde voc� o encontrou?

L�, nas redondezas da floresta.

- Voc� � Fazira? - Talvez.

O que voc� quer com ela?

Quero oferecer-lhe um ter�o da minha riqueza.

Fazira vai ouvi-lo.

Levem-no � minha tenda!

Eu sempre sonhei ir at� aquela cidade.

Durante anos, pensei no momento...

que eu finalmente colocaria as m�os naquele tesouro.

Agora seu sonho se tornou realidade.

Ent�o voc� aceita?

Ou�a-me, estranho.

Sem a minha ajuda e dos meus homens...

suas chances de sucesso derreter�o como neve ao sol.

Eu quero a metade de tudo.

Certo, Fazira.

Metade de tudo.

Belal!

�s suas ordens.

Re�na alguns homens. Coloque fogo no acampamento.

Destrua tudo o que nos une no passado.

Voc� entendeu? Fa�a o que eu digo!

Um novo mundo nos espera.

Zimba!

Construiremos nosso imp�rio sobre as suas riquezas.

Sigam-me!

Vazmant!

Meu filho!

O templo est� por tr�s dessa porta.

Temos que ser cautelosos.

Vamos!

Avante!

Por todos os deuses! Pare, Riad!

Saia do meu caminho!

Por que n�o est� liderando meus homens?

Traidor!

Maldito seja por toda a eternidade!

Leve este menino, r�pido!

Venha comigo!

O que est� acontecendo?

Depressa, Samara! N�o h� tempo a perder, voc� precisa fugir!

- Fugir? Mas para onde? - Precisa atravessar a selva.

Sei que � quase imposs�vel, mas voc� precisa tentar!

Uma vez que chegar do outro lado da floresta, procure por Maciste.

E diga-lhe simplesmente que Abukar precisa da sua ajuda.

Ser� o suficiente. Venham.

Por aqui, depressa!

- Abukar... - Voc� tem que ir.

Renda-se, Abukar! N�o h� escapat�ria!

Venha!

Onde est� o meu filho?

Eu n�o sei, senhor, eu juro! � verdade!

Ele est� vivo! Ele est� vivo!

O plano funcionou! N�s vencemos!

Riad!

A cidade est� em nossas m�os! N�s vencemos!

Viva!

N�s vencemos!

V� devagar, Vazmant!

Que animais estranhos! Qual o nome deles?

S�o girafas.

- Est�o dan�ando? - N�o, est�o fugindo.

- Por qu�? - Porque se sentem amea�adas.

Veja, Samara!

� engra�ado, n�?

Tem raz�o, � muito engra�ado. Venha.

Cuidado!

Veja!

Olha, Samara, est�o se beijando!

Existem escudos que andam sozinhos!

Samara, o que foi?

Nada, est� tudo bem.

- Voc� precisa dormir. - N�o estou com sono!

Vamos, seja bonzinho.

Vazmant!

Vazmant, me responda!

Vazmant!

Vazmant, onde voce est�?

Vazmant!

Vazmant!

Venha aqui! Venha, n�o v� embora!

N�o tenha medo!

Peguei voc�!

Te peguei!

Bonzinho!

Quer brincar comigo?

N�o fuja!

Voc� � t�o bonitinho!

Onde voc� est�? Se machucou?

Ouviu esse barulho?

O le�o deve ter ca�do na armadilha.

Pare!

Venham todos!

N�o � um le�o!

� um menino branco!

� bruxaria!

Aparentemente selvagens e ferozes...

os Mei-Dong, habitantes da floresta em torno de Zimba...

eram, na verdade, um povo gentil e de tradi��es ancestrais.

Dividido em v�rias tribos, dedicavam-se exclusivamente � ca�a...

de onde tiravam todo seu sustento...

e onde davam demonstra��es de sua grande bravura...

e sua for�a incomum.

Eles comparavam-se apenas aos animais mais ferozes e astutos...

que ca�avam por meses a fio...

deixando as pequenas aldeias sob o cuidado das mulheres...

criaturas doces, trabalhadoras e submissas.

N�s o encontramos. Cuide ele.

Est� bem. Venha aqui, rapaz.

Beba um pouco de leite, vai te fazer bem.

Ent�o, estava bom?

Obrigado.

Venha.

Tente descansar e dormir um pouco.

Voc� precisa descansar.

Voc� est� cansado.

Nem sempre as aldeias eram t�o tranquilas e desertas.

Os Mei-Dong costumavam voltar para casa...

para celebrar a captura de alguma presa importante.

As horas passam...

como Vasma dormia,

a tribo de Bambara estava celebrando a morte...

de um velho le�o devorador de homens...

que h� meses fugia deles.

Parem! Parem, temos um visitante!

- O que voc� quer, Maciste? - Eu quero ver Bambara.

Venha comigo.

N�s temos um convidado!

Vamos homenage�-lo!

Seja bem vindo!

O que deseja?

Venho pedir sua hospitalidade para esta mulher que est� doente.

Abukar...

Abukar...

Maciste...

Onde voc� est�, Maciste?

Abukar precisa de voc�.

Depressa...

Depressa...

Abukar precisa de seu amigo Maciste, ele deve estar em perigo.

Cuide da mulher branca, Bambara. Eu vou at� Zimba.

Que seus deuses o protejam!

V�.

Adiante!

Andando!

Mais r�pido!

Deixe-o onde est�!

Levante-se, pregui�oso!

Mate-o!

Este cad�ver far� companhia a voc�s at� que ele apodre�a.

Para que se lembrem de qual � o destino...

a todos que desobedecem as ordens de Riad!

Vamos, mexam-se!

Vamos! Andando, desgra�ados!

Para satisfazer a insaci�vel sede de ouro de Fazira e Riad...

eles precisavam de muitos bra�os.

Centenas de homens, cujo �nico crime...

foi lamentar a perda do reinado pac�fico de Namar...

foram todos escravizados e for�ados a trabalhar na mina.

Poucos conseguiam sobreviver...

aos esfor�os desumanos a que eram submetidos.

Mas sempre novas v�timas eram capturadas na floresta...

enquanto tentavam fugir...

eram trazidos de volta para Zimba...

pelos impiedosos guardas dos dois usurpadores.

S� vai beber quando eu mandar! Trabalhe!

Voc�s dois! Trabalhem! Trabalhem!

E estes, de onde v�m?

Do planalto de Lamec, al�m da grande floresta.

Foram capturados ontem.

H� tempos, voc�s s� tem trazido velhos doentes e crian�as.

Temos que dobrar a quantidade de ouro extra�do.

N�o o n�mero de bocas para alimentar.

Execute todos! Quero somente homens valentes!

Um momento!

Se voc� tocar em algum menino...

eu lhe arranco os olhos e a l�ngua, antes de queim�-la viva!

Voc� � um fraco, Riad.

Seu sentimentalismo enfraquece seu cora��o e seu c�rebro!

Se o filho de Namar fugiu mesmo pela floresta...

ele tem que estar aqui, entre os prisioneiros.

Enquanto Vazmant estiver vivo, seu reino est� em perigo!

Quer que eu fa�a o qu�? Exterminar todas as crian�as da terra?

Meu filho poderia estar entre eles.

Seu filho est� morto. Precisa se convencer disso.

Kadar, est�o controlando a entrada dos prisioneiros?

Sim, seu filho n�o est� entre eles.

Ou�a, Riad.

Se voc� encontrasse Vazmant, Fazira deixaria as crian�as em paz.

E como? Se nem conhe�o seu rosto.

Mas h� algu�m que sabe onde ele est�.

- Quem? - Abukar.

Abukar! Mas � claro!

Ele deve saber!

Mesmo se eu tiver que arrancar sua pele...

obrigarei ele a falar!

Fale, Abukar.

Onde Vazmant est� escondido? Fale!

Desgra�ado!

Fale!

Me d� o chicote!

Hoje mesmo ele ser� executado!

Pagar� com a vida por sua teimosia!

Maciste...

Onde voc� est�? Maciste!

Parem!

Vai falar agora, c�o imundo?

Covardes! Para onde v�o? Fiquem a�!

Voltem aqui, covardes!

Coragem!

- Seus fracotes, vamos! - Vamos!

Lutem comigo!

N�o tinha mais esperan�a de v�-lo, Maciste.

E eu n�o esperava v�-lo t�o rapidamente. Estamos empatados.

- Devo-lhe a minha vida. Obrigado. - N�o h� tempo a perder.

Procure a aldeia de Bambara, l� encontrar� Samara. V�.

Est�o com medo de um homem desarmado? Vamos, peguem-no!

Peguem-no!

Convoque os arqueiros, depressa!

Vamos, seus miser�veis! O que est�o esperando?

Lancem suas flechas! Lancem!

V�o, depressa!

Passe-o para mim!

Voc� j� era, Maciste! Sua for�a n�o lhe serve mais!

Est� perdido!

Onde est� escondido, Riad?

Pode se aproximar, se quiser.

Este � seu inimigo invenc�vel curvado aos meus p�s.

E voc�, Maciste?

Onde est� sua grande coragem e seu imenso orgulho?

Est� parecendo um cachorrinho procurando pela m�e.

Tire esta rede, e eu reduzirei seu ex�rcito em peda�os!

Levem-no!

� engra�ado, Riad.

H� muito tempo eu acreditava que vestidos, perfumes e pomadas...

eram meras besteiras insignificantes.

Estava enganada.

At� agora, suas ambi��es s�o bem diferentes.

Acontece que eu come�o a perceber que sou uma mulher.

Eu tinha me esquecido disso h� muitos anos.

Eu a prefiro como era na selva.

A espada lhe conv�m muito melhor do que o espelho.

Como mulher, deveria me sentir ofendida.

Mas uma vez que nosso acordo n�o prev� divaga��es sentimentais...

aceitarei suas palavras como um elogio.

Isso n�o resolve os nossos problemas.

Temos problemas? Quais?

Voc� esqueceu de Maciste.

Enquanto esse homem viver, n�o estaremos seguros.

Vamos mat�-lo, n�o tenha medo.

Mas a sua execu��o ser� p�blica.

Para que sirva de aviso...

para os escravos e os que ainda acreditam nele.

Agora eu a reconhe�o, Fazira.

Farei de tudo para que voc� possa oferecer...

o mais cruel e emocionante espet�culo de sua vida.

Escravos de Zimba!

Observem o seu campe�o invenc�vel!

Aquele em quem depositavam todas as suas esperan�as de liberdade.

Sua excepcional for�a n�o o impediu de ser capturado.

Apenas um gesto meu...

e centenas de flechas podem atravessar seu corpo!

Mas uma simples morte n�o me dar� nenhum prazer.

Eu quero que voc� assistam o colapso de seu mito.

Quero que possam desfrutar comigo...

minuto a minuto...

a agonia deste rebelde infame!

De modo que voc�s possam dizer a seus filhos:

"Eu vi a morte de Maciste!"

Que comece o espet�culo!

Chicoteiem os cavalos!

Chicoteie-os!

Mais forte!

Mais forte!

N�o atirem, arqueiros!

Admiro sua for�a, Maciste.

Poderia pedir aos meus arqueiros que o matassem.

Mas um homem de sua coragem merece mais do que isso.

Estou disposta a ouvir seus pedidos.

E se eu considerar aceit�veis, irei conced�-los.

Maciste ser� libertado!

Voc� ficou louca? Quer destruir Zimba?

N�o, Riad. Tenho uma id�ia melhor.

Faremos de Maciste nosso aliado.

Mas isso � rid�culo!

Voc� n�o conseguir� convenc�-lo.

Isso � o que voc� pensa.

Eu n�o vim para Zimba para comemorar.

Centenas de homens est�o sofrendo nas minas.

Pensaremos neles quando chegar a hora, tudo a seu tempo.

Riad n�o parece disposto a ceder.

Ele n�o vale muita coisa. Seu reinado n�o durar� muito.

Deveria ser julgado por trai��o, se voc� quer minha amizade.

Atreve-se a me impor uma condi��o? Que aud�cia a sua!

Est� enganada. Tenho v�rias condi��es.

Os escravos devem ser libertados imediatamente.

E conduzidos �s suas casas.

Mais alguma coisa?

Sim, voc� respeitar� a vontade de Namar.

As minas ser�o fechadas e seu acesso, bloqueado para sempre.

N�o acha que est� exagerando?

Fala como um vencedor.

Se esquece que fui eu que salvou sua vida.

Pretende que eu me jogue aos seus p�s?

A id�ia � atraente.

Mas n�o � isso que estou pedindo.

H� um ponto em que n�s dois concordamos.

Riad. Eu o odeio tanto quanto voc�.

E me livrarei dele, como quiser.

Voc� far� somente o que desejar.

Uma vez que Riad for eliminado, o trono de Zimba estar� vago.

E n�s dois vamos ocup�-lo.

Voc� est� delirando.

N�o, Maciste.

Voc� e eu, seremos invenc�veis!

N�o haver� for�a no mundo capaz de nos derrotar!

Pense nas riquezas que esta terra tem!

Pense na gl�ria!

E nossos nomes ser�o lembrados por s�culos!

Assim ser� o nosso futuro. Assim, e n�o o contr�rio.

Pare de se iludir! Est� falando besteira!

O ouro lhe subiu a cabe�a.

� voc� que n�o quer enxergar!

N�o � o ouro que eu cobi�o! Ser� que n�o entende?

Poupe-me das suas afeta��es!

Eu prefiro morrer do que viver ao seu lado!

Est� �timo!

Voc� venceu.

Farei o que me pede.

� o primeiro homem a ser capaz de dobrar a vontade de Fazira.

Voc� merece uma recompensa.

S�o lindas, n�o s�o?

S�o flores raras.

Seu perfume � delicioso.

Sem d�vida, voc� � t�o astuta quanto bonita.

Mas n�o pense que serei enganado.

Amanh� ao amanhecer, voc� se livrar� de Riad.

E ent�o, proceder� com a liberta��o dos escravos.

Eu mesmo cuidarei... para que tudo corra bem...

No que se refere...

Devo ter bebido demais.

N�o consigo mais...

Leve-o para a mina com outros escravos.

Quando ele acordar, estar� dopado e incapaz de se rebelar.

N�o lembrar� nem mesmo do seu pr�prio nome.

Belal!

Voc� mudou nestes dias. Por qu�?

Estou cansado dessa vida. Quero voltar para a floresta.

Eu odeio intrigas de poder.

Far� o que eu mandar, como sempre, e voc� sabe disso!

Est� enganada, Fazira. Abandonarei esta cidade.

Volte a ser aquela mulher que eu admirava e estarei ao seu lado.

- Caso contr�rio, eu vou embora. - N�o ir� a parte alguma, Belal!

Guardas!

Sua vida mudar� hoje � noite: nas minas.

Levem-no!

- Ei, voc�! - O que voc� quer?

Esta � a aldeia de Bambara?

N�o h� mais nenhuma aldeia, n�o h� mais nada, nada.

Ou�a, procuro uma mulher branca. Voc� j� a viu?

Bambara est� morto. Mataram ele.

Os homens de Fazira levaram todos.

S� restaram os mortos.

Fi�is e corajosos, os Mei-Dong deram suas vidas para defender...

a liberdade dos que tinham procurado ref�gio entre eles.

Mas seu sacrif�cio, infelizmente, foi em v�o.

A cada dia, Zimba ganhava longas filas de prisioneiros.

Entre muitos destes infelizes, tamb�m estava Vazmant.

Mais r�pido!

Em frente!

V�o!

Deixem de moleza, andando!

Em frente!

Vamos, mexam-se!

Comecem a trabalhar!

Mas o que fizeram para Maciste?

Ele poderia matar estes guardas com um s� golpe.

Em vez disso, ele extrai ouro para aquela mulher maldita.

Trabalhem e sem conversa!

Vamos! For�a!

Todos juntos!

Vamos l�! Confian�a!

N�o vamos conseguir, � muito pesado!

Vamos tentar de novo!

Maciste, levante aquela est�tua.

Para tr�s! Deixem Maciste tentar!

Com cuidado!

� preciso avan�ar um pouco.

Vamos, todos juntos!

Ajude-nos!

� o fim.

Desta vez, n�o h� nenhuma esperan�a para n�s.

Pare!

Fique a�, e sem uma palavra!

Maciste! Sou eu, Samara!

N�o est� me reconhecendo?

Est� desperdi�ando seu tempo. Ele n�o reconhece mais ningu�m.

- Mas o que fizeram com ele? - S� os deuses sabem. E Fazira.

N�o h� nenhuma maneira de...

J� tentamos de tudo. Agora n�o h� mais esperan�a.

Bem-vinda, Samara.

Fico feliz em v�-la.

Vai falar, sim ou n�o?

Onde est� o filho de Namar? Onde est� Vazmant?

Deixe comigo. Eu cuido dela.

Se persistir em n�o falar...

se me desafiar com seu sil�ncio...

Derramarei sobre a sua pele uma camada de ouro fundido.

Voc� ser� a primeira est�tua humana do reino de Zimba.

Voc� tem uma noite inteira para se decidir.

Mexam-se, seus pregui�osos!

Isso, assim, assim.

Um pouco mais para c�.

Andando!

Vamos, andando!

Depressa!

Voc�, caminhando!

Mais r�pido, vamos! Mexam-se!

Mais r�pido, v�o!

Vamos!

Mexam-se!

Vamos!

Zelea! Zelea, n�o me reconhece?

Que os deuses o aben�oem, Abukar. N�o esperava mais rev�-lo.

Samara e Vazmant desapareceram. Voltei por eles.

N�o sei o que aconteceu com Vazmant.

Quanto a Samara, ela est� aqui, mas...

Fale, eu te imploro! Onde ela est�?

Ela ser� executada amanh� por ordem de Fazira.

E por que n�o Maciste n�o faz alguma coisa?

Ele perdeu toda a vontade.

Virou um rob� a servi�o de Fazira e Riad.

Aquela mulher o enfeiti�ou!

- Pode me levar at� ele? - Tudo bem.

Mas n�o adiantar� de nada.

Ele n�o � mais um ser humano. Maldita Fazira!

Conforme-se e pe�a aos deuses que venham em aux�lio de Samara.

Maciste? Maciste?

� in�til.

O sol logo vai aparecer, e ser� tarde demais.

Mas temos que fazer alguma coisa! Qualquer coisa!

Deve haver alguma maneira de tir�-lo deste transe!

Remova esta tornozeleira, e ele voltar� a ser como antes.

- Como voc� sabe disso? - Fa�a o que eu digo.

N�o, n�o � assim.

N�o vamos conseguir assim, precisamos ao menos de uma lima.

Eu vou buscar uma.

Ainda se recusa a falar?

Pior para voc�.

N�o pode ir mais r�pido?

Infelizmente, n�o. Estou fazendo o meu melhor.

N�o � poss�vel!

N�o permitirei que Samara morra desta maneira!

N�o, Abukar, fique aqui! Eles v�o matar voc� tamb�m!

Adeus, Zelea!

Abukar! Volte aqui!

Est�o prontos?

Alto!

N�o o matem! Eu quero ele vivo!

Finalmente nos reencontramos, Abukar.

Voltou a tempo de ocupar seu lugar ao lado de Samara.

Zimba ter� duas est�tuas de ouro, em vez de uma.

Amarrem-o!

Veja!

Onde eu estou?

Por que estou aqui? O que aconteceu?

Que os deuses o aben�oem, Maciste!

R�pido, n�o h� tempo a perder!

A situa��o � cr�tica! Precisamos muito da sua ajuda!

Fazira est� torturando Samara. Abukar v�ou em seu socorro.

Fazira!

Alto! Para onde vai?

Venham comigo!

Os escravos se rebelaram! Soe o alarme!

Droga! Eles fecharam o port�o!

Ele foi bem sucedido!

Vamos, depressa!

Depressa!

Vamos, depressa!

Vamos, mais r�pido!

Quando a estrutura desabar, eles ficar�o presos como ratos!

Vamos! � isso, assim!

Todos contra a parede!

Cuidado!

V�o, r�pido!

Venho informar-lhe que Maciste est� morto.

Diga a seus guardas que eles ser�o recompensados.

Podemos continuar!

Estamos presos aqui!

Nunca mais sairemos daqui!

Mantenham a calma e n�o se desesperem!

Sabe onde estamos?

Sim, � a galeria que conduzia para fora de Zimba.

Daqui, pode se chegar � floresta.

E por ali, pode-se chegar ao templo, por tr�s da est�tua de Beth.

Contudo, � imposs�vel mover aquela massa.

Acompanhe os homens at� a floresta.

Vamos, todos por aqui!

Que os deuses o protejam. Adeus, Maciste.

Voc� ser�o recompensados. Riad � generoso com os homens leais.

Voltem para seus postos.

Embora Maciste esteja morto, temos que manter a guarda.

- Bem dito. - Sim, Kadar.

A est�tua! Vejam, est� se movendo!

A deusa est� furiosa conosco, vai nos exterminar!

Vamos fugir antes que seja tarde!

Onde v�o? Fiquem, canalhas!

Vamos!

Peguem-no! Capturem Maciste!

Maciste!

Vamos, despeje o ouro!

Me d� isso!

Maciste, cuidado!

Para dentro, desgra�ados!

Para dentro!

C�es malditos!

Voltem!

Viva Maciste!

Meus amigos!

Como Zimba precisa de um novo l�der...

sugiro que voc�s elejam como seu novo rei...

o mais valoroso s�dito de Namar, o mais fiel.

Aquele que saber� restaurar o amor pela justi�a.

Meu amigo, Abukar! J� que ainda est� vivo.

N�s o tihhamos escondido. Leve-o, � seu de direito.

- Samara! - Vazmant!

Sim, � seu.

A partir de hoje, voc� � o rei.

S�rio?

Sei que � in�til insistir, mas � meu cora��o quem manda:

Fique conosco, Maciste.

N�o posso. Minha miss�o aqui terminou.

Quando quiser retornar, Zimba ir� receb�-lo de bra�os abertos.

N�o me esquecerei. Adeus.

Maciste!

Adeus, Maciste! Adeus!

FIM

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