All language subtitles for Left.In.Darkness.2006.720p.WEBRip.x264-[YTS.AM].por

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Original subtitles

Ol�.

Celia. E voc�?

� um prazer te conhecer Donovan.

N�o posso. N�o me deixam.

Onde voc� foi?

Onde voc� foi?

Onde voc� foi?

Onde voc� foi?

Onde...

pensa que vai, minha menina?

Vou encontr�-lo, vov�.

- Encontrar quem? - O garoto. Ele est� fugindo.

Vamos, vamos dizer oi para sua m�e e depois pode voltar a brincar querida.

Diga ol� para mam�e.

Ol� m�ezinha.

Estava contando tudo sobre seus dentes novos e como...

voc� est� entusiasmada em come�ar a praticar voleibol semana que vem.

Vamos querida, pode falar com ela.

� como falar comigo, eu sei que ela est� ouvindo.

Preste aten��o, viemos aqui ver sua m�e.

- Fale de sua semana. - Eu n�o quero.

- O que voc� disse? - Disse que n�o quero.

Mas porqu�?

- Porque n�o. - Querida...

a tua m�e te adora. Ela gosta muito de voc�, querida.

- N�o quero e n�o pode me obrigar. - Celia. Querida!

Celia! N�o!

Est� tudo bem, ela est� bem, ela est� bem!

O que est� fazendo? N�o fa�a isso!

Est� tudo bem vov�. Ele me protege. Ele vai me proteger sempre.

Se eu te perder tamb�m?

N�o fa�a isso querida, por favor.

Celia!

Estou aqui.

Uma para a viajem.

Voc� j� est� pronta?

N�o pode apressar a perfei��o.

N�o encontro minhas chaves.

O que eu faria sem voc�?

Tem certeza que quer fazer isso?

- Fazer o qu�? - Eu sei o que significa este dia.

Mas voc� � que sabe... por isso, se n�o quiser n�o vamos.

Este � o dia que fa�o 21.

Gostaria de gozar o meu anivers�rio pelo menos uma vez na vida.

Tem certeza? Porque eu estou muito bem aqui.

Sim! Estou sentindo falta de uma festa.

Ent�o est� bem. Vamos embora.

Esta tarde v�rias pessoas ficaram gravemente feridas num acidente/i>

Caramba.

Estou feliz por n�o ter pego esse engarrafamento vindo para c�.

Especialmente porque parece s�rio.

- Pare com isso. - O que foi?

O seu anivers�rio n�o est� amaldi�oado.

Acidentes como este acontecem todos os dias aqui.

Eu sei.

Vamos nos divertir esta noite.

As gatinhas querem entrar num filme?

Isso � o que voc� queria!

Estou contente que tenha preferido experimentar isso.

Eu queria fazer qualquer coisa diferente, e...

Isto � que � diferente.

E � do melhor.

Mantenha-se afastada daqueles exibicionistas, e ficar� bem.

Est� bem mas prometa que n�o me deixar� nos primeiros 5 minutos ap�s termos...

entrado ali com um idiota qualquer.

Palavra de honra. E ah...

sabe de uma coisa? Vai estar muito ocupada sendo pescada.

Vai me deixar sozinha com o cara mais feio.

Est� bem, n�o vai haver nenhuma tentativa. Pelo menos da minha parte.

Est� mais dispon�vel para... fazer sala ou para conversar?

Eu vim at� aqui para poder estar com a minha melhor amiga do mundo.

Essa � boa, agora tenho que prometer que vou andar contigo.

� muita caridade sua.

Vai ficar bem?

Se me perguntar isso mais uma vez, vou te matar.

Vamos l�.

Corby

Conseguiu.

Ol�. Sigam-me.

Corby! Esta � a Celia, veio de San Diego.

- � um prazer te conhecer menina bonita. - Ol�!

Esse � meu amigo Terry e vai nos oferecer um cocktail.

Deviam experimentar a famosa bomba do Terry.

O qu�?

- Um gole de cada garrafa. - O qu�?

Um gole de cada garrafa!

- Gostaria s� de um BloodyMary. - Por favor.

Eu quero a bomba do Terry.

Ent�o onde est� o Doug? Quero apresentar a Celia a ele.

Est� l� em cima.

Acho que vai gostar dele.

Verdade.

Deixem-me ver se ele est� aqui.

Est� bem. Senhoras?

T�m certeza?

Est� bem, pronto.

Como � meu irm�o?

- Viu o Doug por ai? - N�o o vejo desde as bebidas amarelas.

Voc� e suas lindas companheiras podem juntar-se a n�s...

para um pouco de entusiasmo do outro mundo.

O que ganhamos? Uma urna?

Est� duvidando do grande

Meu Deus Gopher afaste de mim esta coisa.

Como tem passado?

N�o ligue para ele.

S� uma verdadeira candidata pode ter acesso a esse peito barbeado.

� verdade.

Meu Deus!

Quem � que est� fazendo isso?

N�o sou eu. Juro!

Ent�o arranje um peda�o de papel.

Vai para casa Celia?

N�o disseram isso!

Quem � a Celia?

� ela.

- Muito engra�ado. - Eu n�o...

Por favor!

Voc�s est�o de sacanagem comigo.

Meninas, deixem o homem da casa ir na frente.

Suma daqui!

Voc�s gatinhas esperam aqui que eu j� volto.

� um pouco estranho, n�o?

- Pare! - Juro que n�o fui eu.

- Tanto faz. - Sai se quiser.

N�o confia na sua melhor amiga?

- Ele at� � bonito, n�o �? - Quem? O Corby?

Sou capaz de curtir com ele esta noite.

� s�rio?

Porqu�? N�o aprova?

N�o estou aqui para te julgar.

N�o � nada certo.

- Pode ter algu�m melhor para mim. - E n�o vai querer perder.

- Vejam quem encontrei. - Douglas, procuramos voc� por toda parte.

Esta � a minha amiga Celia. � o anivers�rio dela.

� mesmo?

Feliz anivers�rio.

Obrigada.

Posso perguntar qual � o n�mero?

- � 2 e 1. - Legal.

Temos que fazer de voc� uma mulher especial.

Suma daqui.

Obrigada.

Ol�.

O que foi?

Nada. Porqu�?

Voc� parece um pouco...

eu n�o sei.

Distante, daqui.

N�o, desculpa.

Obrigado por ter me trazido isso.

Ali n�o � um bom lugar para uma garota.

Nem lugar para um rapaz, tanb�m.

Ent�o, onde est� sua amiga?

Me trocou por uma cabe�a pequena.

Era previs�vel.

Vamos, quero te mostrar uma coisa.

Vai para casa Celia.

O que foi aquilo?

O qu�?

Nada

Provavelmente era da m�sica.

Vamos.

Tem uma sala de apostas?

Claro. Para que serve uma casa de apostas se n�o tem uma?

Acho que voc�s est�o um pouco fora do ju�zo perfeito.

N�o... por aqui.

Vamos, quero te mostrar uma coisa.

- O que �? - J� vai ver.

Vamos.

O que � isto?

Isto era uma velha sala de arrecada��o.

Depois disso foi uma sala de partos.

Deve ter provavelmente umas centenas de anos.

- Legal. - Pois �. Gosto de vir aqui em baixo...

pensar em quem teria passado por aquela porta.

O que seriam eles.

Do que � que falavam, o que bebiam.

Isso deve me fazer um grande idiota, n�o �?

N�o... n�o... acho que � muito legal.

Ai est� ele.

- O que foi? - Esse olhar. Porque est� t�o triste?

� seu anivers�rio.

Desculpa, eu... eu, foi sem querer.

N�o faz mal, pode me contar. Sou bom em guardar segredos.

N�o � nenhum segredo.

Eu tinha esperan�a que isto n�o iria me afetar este ano, mas...

os anivers�rios n�o t�m sido muito bons para mim.

Foi quando minha m�e morreu. No meu anivers�rio.

Ela na verdade morreu...

quando estava me ganhando, por isso, todos os anos...

o meu anivers�rio me faz recordar que...

eu a matei.

Merda. Isso �... � duro.

Pois �...

E aparentemente o meu pai bateu com a porta e desapareceu, por isso...

fui criada pelos meus av�s.

O que foi �timo, quero dizer...

o meu av� era fant�stico.

Mas ele morreu no ano passado.

Ainda sinto muito a sua falta.

Sem duvida.

Todos os anos passava o meu anivers�rio com ele...

e ele sentia tanto a falta da minha m�e...

mas...

ele fazia sempre com que me lembra-se que...

a morte dela n�o foi culpa minha.

Isso � uma merda pesada.

Foi � 21 anos atr�s.

Nem sequer a conheci.

Continuo sentindo o bater do cora��o dela...

a bater como um sorvete, entende?

Claro.

Desculpa.

Pe�o muitas desculpas.

Sou mesmo uma lam�ria.

Nem sei porque estou te contando isto.

Ent�o n�o falemos mais.

Vai para casa Celia.

O que foi?

- Ouvi outra vez. - O qu�?

Me sinto muito estranha.

Preciso sair daqui. Apanhar ar fresco.

- Espera n�o v�. - � s�rio...

n�o estou me sentindo...

O que voc� fez?

Vamos Celia. S� relaxe.

Vamos logo. Termine!

Mas que merda est� acontecendo com ela? Acho que ela se est� morrendo.

Ol�!

Ajudem-me por favor!

Isto n�o � real! N�o est� acontecendo!

Algu�m!

Tirem-me daqui, por favor!

Algu�m me tire daqui!

Por favor! Algu�m, por favor!

Justine!

Justine.

Algu�m.

Vov�.

Ol�?

Ol�!

Mas que merda!

Ol�!

Ol�?

Tem algu�m aqui?

Vamos l� pessoal.

Se isto � um jogo, n�o tem gra�a nenhuma.

Justine!

Justine, voc� est� aqui?

Ol�?

Vov�?

Ol� minha menina.

Feliz anivers�rio.

- O que est� acontecendo? - Est� tudo bem. Est� tudo bem agora.

N�o, n�o, n�o. Isto � um pesadelo.

N�o tenha medo.

- Voc� morreu! - Morri.

Ent�o como...

Voc� tamb�m morreu.

Aqueles garotos, aqueles garotos nojentos.

Mas agora n�o podem te machucar mais.

Est� segura agora. Est� segura comigo.

- Estou morta? - Est�.

Aquela coisa que puseram na minha bebida.

Quero acordar agora.

- Isso n�o � um sonho, Celia. - � sim!

Isso � um sonho terr�vel, devo ter dormido em algum lugar, e quero acordar.

Sei como est� se sentindo.

Eu n�o estou morta! Isso � loucura!

N�o tenho tempo para te explicar tudo.

- Tenho que te tirar dessa casa. - Porqu�?

Me escute, Celia.

Fa�a o que eu te digo, e n�o vai te acontecer nada de mal.

Mas por favor, temos que ir.

N�o pode ficar aqui.

- Est� bem. - Depressa.

- Onde estamos? Que lugar � este? - Fique comigo e vai descobrir.

Celia, voc� tem que ir.

Tem que sair. Nos encontraremos...

- l� fora. - Onde vai? N�o me deixe!

Eu te prometo! Vou te encontrar!

Vai! Aconte�a o que acontecer n�o olhe para tr�s.

Corra!

Mas que merda?

Ol�!

Ol�!

Ol�!

Vov�?

N�o!

Volte para casa Celia.

Quem est� ai?

Volte para casa Celia. � sua �nica op��o.

Quem est� ai?

Vamos l�.

Vamos l�.

Celia! Querida, anda, vamos l�.

Vai embora!

Est� tudo bem.

O que � isso? Onde estou?

- Logo, logo saber�. - O que quer dizer?

Socorro!

Tem algu�m aqui?

- Ol� Celia. - Fique longe de mim!

Est� tudo bem. Eu n�o vou te machucar.

Pare ai. Vai embora!

- Celia... - Pare de me chamar.

Voc� n�o me conhece! N�o sei o que voc�s puseram na minha bebida.

Eu n�o sou um daqueles caras.

E isto n�o � nenhuma "viagem ruim".

Eu n�o estou morta! N�o me diga que estou morta!

Olha, eu sei que teve uma noite complicada e est� chateada.

- Por isso vamos nos acalmar, e falar sobre isso. - Acalmar?

Convide-me para entrar e te explico tudo.

Ah sim, entrar! Para que possa me matar!

N�o � por isso que estou aqui.

Se lembra agora?

Oh meu Deus!

Sou teu amigo, Celia.

E sempre fui.

- Ol�. - Ol�, qual � seu nome?

- Celia, e o seu? - Me chamo Donovan.

- � um prazer te conhecer Donovan. - Pode vir brincar, Celia?

N�o posso. N�o me deixam.

N�o se preocupe, estou aqui para te proteger.

Vou te proteger sempre, Celia.

Do cemit�rio.

- Me salvou daquele carro. - E mais algumas vezes.

Ent�o voc� � meu anjo da guarda?

N�o exatamente! Eu tamb�m morri.

Tal como voc�, s� tinha 8 anos naquele tempo, por isso compreendo...

o quanto est� assustada.

Seria mais f�cil explicar se n�o estivesse aqui fora congelando minha bunda.

Se pensa que vai entrar aqui, n�o est� bem da cabe�a.

N�o temos muito tempo.

2 horas, deve chegar.

- �s 2 da manh�, as luzes se apagam. - E eu me transformo numa ab�bora?

N�o, nessa hora ficar� completamente vulner�vel das coisas feias aqui de fora.

Estou usando um tom sarc�stico, porque estou tentando te ajudar.

Eu n�o vou te deixar entrar aqui.

Como saberei que n�o vai se transformar numa coisa louca...

e demon�aca como o meu av� fez?

Est� vendo, n�o era seu av�.

Era o comedor de almas que o comeu.

Por isso ele pode parecer, agir e falar como seu av�.

Isso � loucura!

Est� dizendo que n�o fui s� violada...

e assassinada esta noite mas...

que o meu av� foi comido por uma daquelas coisas?

N�o sei no que acreditar.

Bem, voc� acredita que eu sou quem digo ser?

Acredito.

Para mim j� � suficiente. Deixe-me entrar.

N�o est� trancada.

Sim, mas tem que me convidar a entrar.

Est� vendo esta luz em volta, chama-se santu�rio.

As pessoas n�o podem entrar, a menos que sejam convidadas.

E uma vez ai dentro, n�o podem te tocar sem que voc� toque primeiro, por isso...

n�o toques neles. Isso seria ruim.

Est� bem.

Entre.

Venha comigo, tenho uma coisa para te mostrar.

Merda!

Espere!

- Vamos. - Eu n�o vou ai fora.

N�o sou muito boa com alturas.

Voc� j� est� morta.

Ainda tem medo de cair?

D� uma olhada.

- Somos os �nicos aqui. - Exatamente.

Somos s� voc� e eu agora.

Por isso vai ter que confiar em mim.

Espera acho que vi alguma coisa. Olha o que � aquilo?

Aquilo � um comedor de almas.

- O qu�? - Uma alma n�o � exatamente como soa.

Ele precisa de se alimentar, constantemente.

Se n�o vai para o inferno.

Eles s� est�o esperando o momento certo, quando voc� sair da luz.

Que � quando eles atacam.

Voc� � o meu amigo imagin�rio.

Eu s� posso estar te imaginando.

Eu sou o mais real que posso.

De fato, estou um pouco ofendido por ter parado de acreditar em mim.

Mas foi voc� que parou de aparecer.

N�o te vejo desde que tinha 8 anos.

Sim, mas tenho estado l� o tempo todo.

Quando teu av� Joe estava no hospital.

Ou...

quando voc� se embebedou e bateu o carro do seu av� nas latas de lixo.

Estiva l� quando perdeu a vigindade.

Estava l� nessa hora?

Precisava ter certeza que estava atenta.

Voc�... nunca amou ningu�m?

N�o.

Gostaria de ter sabido disso.

- O que foi? O que � aquilo? - O piscar, significa que...

a luz est� morrendo.

Tem que ir para um lugar onde a luz � mais forte... e r�pido.

Porqu�? O que acontece se ela apagar?

N�o vai querer saber. Vamos logo. Vamos para dentro.

Celia vamos. R�pido!

Celia!

Rachel?

Celia, me ajude.

- Tem que me ajudar. - Oh meu Deus!

N�o ou�a ela.

Tem uma coisa atr�s de mim, tentando me matar.

Ela n�o � quem diz ser, Celia.

N�o o ou�a.

Ele n�o � de confian�a.

Ele n�o � como voc� e eu.

Eu sou sua amiga.

Me escute.

Me escute!

Celia. Por favor.

Tem que me ajudar.

Eu n�o sei.

Celia, olhe para mim!

Voc� se lembra?

Sim.

Voc� veio na noite que eu morri.

Foi diferente.

Eu gostava de brincar contigo.

Eu sabia, voc� sempre foi muito melhor que eu.

Era mais durona que voc�.

Ent�o porque sempre me defendia?

Quando todos os outros me gozavam?

Eu sabia que n�o era sobre voc�.

Voc� sabe, para n�o magoar mais ningu�m.

Lembra da noite que meu av� morreu?

Foi uma noite terr�vel.

Nunca cheguei a te agradecer.

Estava t�o sozinha.

Voc� mal me conhecia, mas ficou comigo a noite toda.

Eu n�o tinha conseguido.

Depois dessa noite...

- ficamos ligadas, n�o ficamos? - Ficamos.

Eu te ajudei nessa hora, Celia.

E agora...

preciso que me ajude.

Por favor.

Que merda � essa que aconteceu comigo?

Eu n�o sei g�nio. Talvez tenha a ver com o fato de ter...

- ignorado tudo o que te disse. - Estava confusa.

N�o � hora para confus�es. Eles v�o fazer de tudo para entrarem na sua cabe�a

e lhe obrigarem a sair da luz. Tem que ser mais esperta que eles...

- tem que pensar. - Est� bem mas se...

mas se... ela n�o era... a Rachael...

como � que sabem todos os detalhes pessoais sobre mim?

Porque quando eles se alimentam ficam com todas as mem�rias, sentimentos...

tudo.

Temos que ir para a base.

Vamos.

Agora!

Tente ficar colada a mim, apartir de agora est� bem?

Sem problema.

- Olha! Est�s vendo isso? - Eu vejo tudo.

� um dom.

Vai descobrir muitos deles.

Vai ver o mundo de fora atrav�s de espelhos.

Ent�o � isto que est� acontecendo agora? Neste preciso momento?

- Sim. - Ainda n�o encontraram o meu corpo.

Sen�o a festa teria acabado.

Uma vez que seu corpo deixe o santu�rio, sua alma vai com ele.

E � aberta uma nova �poca.

Vamos... n�o comece com isso.

Nunca suportei te ver chorar.

Estou com medo.

Bem, n�o tem que... acabar desta forma.

Estou ouvindo.

Eu te mostro.

Mas vai ter que ser corajosa. E muito mais forte que de costume.

Acho que fez muito mais que olhar.

- O que est� fazendo? - Isto nos leva aonde est� sua alma.

Foi aqui que tudo come�ou

Est� tudo bem.

- N�o posso. - Claro que pode.

N�o. Donovan por favor. Tenho um mau pressentimento.

J� passei por isto muitas vezes. Eu sei do que estou falando.

Esse lugar e demon�aco.

Eu sou o cara que te protegeu do mal a vida toda.

N�o posso.

� melhor olhar para eles? ... l� fora? Doidos para te pegar?

� o que prefere enfrentar?

Ainda tenho tempo, por favor... deixe-me tentar resolver esta coisa.

Se n�o tiver-mos tempo voltaremos aqui.

- Est� bem. - Obrigado.

Lembre-se de n�o olhar para eles, olhos nos olhos.

Ela me pegou.

Precisa tapar isso depressa.

Eles s�o como tubar�es, cheiram o sangue e sabem que a fonte vem dai.

Esta � o melhor momento?

N�o temos muita corrente aqui, mas � o suficiente para...

algumas luzes e uns rel�gios e coisas assim.

S�o 1:08 am.

Temos que nos apressar, metade do seu tempo j� passou.

O que ele est� fazendo?

N�o � �bvio?

Aquele canalha!

Justine, n�o!

Mantenha a m�o no espelho, enquanto fizer isso, poder� ouvir o que dizem.

N�o encontro ela, e j� se passaram horas.

Sabe? Acho que a vi no quintal.

Vamos, quer dan�ar ou algo assim?

Eu n�o quero dan�ar, quero encontrar a minha...

N�o quero a sua... n�o quero sua cerveja. Quero encontrar a minha amiga.

Eu quero... n�o quero sua cerveja!

- Tem certeza? - Tenho!

- Posso falar com a Justine? - N�o, est� nesta sala mas...

� s� perspectiva, n�o � a realidade.

N�o podem te ouvir, Celia.

N�o quero cerveja, quero encontrar a Celia.

Porqu�? Porqu� interromper a magia?

Ela n�o sairia para ficar com o Doug. Ela n�o faria isso.

- Isso � o que voc� diz. - N�o seja idiota, vamos procurar a Celia.

Deixe de besteira. Ela j� � crecida. Acho que sabe cuidar de si mesma.

Olha, � o anivers�rio dela e n�o quero que ela pense que a abandonei.

Eu posso prometer que ela n�o est� pensando nada disso.

Idiota.

Ela est� com o meu menino passando bons momentos.

N�o!

- Tentei te avisar. - Tenho que voltar.

Aquilo foi o que puseram na minha bebida. V�o mat�-la.

N�o pode mais afetar seres vivos, Celia. Tem que compreender isso.

Tenho que ajud�-la.

Est� fora de seu alcance, agora.

Vamos pensar um pouco sobre isto, est� bem?

A sua luz est� morrendo enquanto falamos.

Se ela beber aquilo...

fica com um santu�rio, que dar� mais luz.

E mais, voc�s duas podem estar juntas outra v...

outra vez.

Eu n�o posso deix�-la morrer.

- � a ordem natural das coisas. - Vai te foder!

N�o h� necessidade para o uso da palavra F.

� s�rio, querida.

Porque n�o damos mais meia hora? Tenho certeza que ela vai aparecer...

por aquela porta com um sorriso enorme na cara.

- Tem muita confian�a no seu amigo. - O meu camarada, sabe como fazer e bem.

Obviamente.

Justine, vai embora ele � um canalha.

Pare, n�o! N�o!

Vou precisar muito mais que isto.

N�o!

- Voc� viu isso? - Foi boa.

Temos que ir.

Espere voc� mentiu para mim.

- N�o menti nada. - Mentiu sim.

Disse que eu n�o podia afetar as coisas... que n�o havia nada que pudesse fazer.

Tecnicamente, n�o pode afetar coisas vivas. � verdade.

Um copo de cerveja n�o tem um cora��o batendo.

- Porque queria que ela morresse? - Porque estou aqui para proteger a voc�, Celia.

Poder�amos ter a luz dela. Poder�amos ter tido o seu santu�rio.

Eu nunca sacrificaria a vida dos meus amigos para proveito pr�prio, nunca.

� o tipo de pensamento que vai te levar... Voc� sabe onde.

N�o o escute, Celia.

Voc� � perfeita, da maneira como �.

Estou muito orgulhoso de voc�.

N�o fa�a nenhuma estupidez aqui, Celia.

- Cale-se! - � um deles!

Ent�o como � que ele entrou no meu santu�rio?

Ele estava na sala, estava na luz.

- Estava falando com ele. - N�o sei, talvez o tenha chamado?

E deixado entrar.

Vov�?

Felizmente para voc�, ele n�o pode regressar sem outro convite.

N�o o escute, Celia.

Ou�a-me. Ele n�o � seu av�!

Eu sei disso. Mas h� uma parte dele que continua ali.

- N�o est�? - Estou aqui, e pode estar comigo.

Escute-me Celia.

Posso te levar at� sua m�e.

Eu sei que ela quer te conhecer.

Sim.

Celia?

Olhe para mim, Celia. Olhe para mim.

Est� tudo bem, pode ir.

M�e?

N�o acredito que est� aqui na minha frente.

- N�o sei por onde come�ar. - Sei quase tudo de qualquer maneira.

Tenho te visto a vida toda.

- � t�o linda. - Voc� tamb�m.

Mais do que qualquer uma das fotografias.

Lamento muito m�e.

- Lamento muito. - Tem que parar de se culpar.

Por favor. Voc� n�o me matou.

Era a minha hora, era para ser dessa forma.

Mas � t�o injusto.

A sua morte � que foi injusta.

Foi muito cedo.

Celia, vamos agora.

O qu�? Agora?

- Tem que encontrar seu caminho. - Mas n�o compreendo.

Eu estou aqui contigo agora, porque � que n�o podemos ficar assim?

N�o faz id�ia de como desejo que pudesse.

Mas tem que merecer, Celia.

- Como? - Celia, vamos agora.

O que est� acontecendo?

N�o posso dizer mais nada, voc� tem a resposta dentro de voc�.

Tem que ficar dentro do santu�rio, a porta est� l�.

- Qual porta? Qual resposta? - Voc� � capaz Celia.

Voc� tem que ficar aqui comigo. Lembre-se disso.

- Estarei te esperando. - N�o, m�e espera!

- Donovan! - V� para dentro.

J� se foi.

Voc� est� bem?

- Desculpa. - As desculpas, n�o v�o te ajudar mais.

Estou ficando farto de voc�, sabia? H� outros que poderia ajudar, outros...

que me ouvem, que prestam aten��o em mim.

Espere, desculpa.

� que ela era a minha m�e...

que nunca tinha conhecido na minha vida.

Como � que eu poderia dizer n�o?

Porque n�o � real.

Aquele lugar onde foi � mentira.

Tudo � uma mentira.

Est� me dizendo que aquelas coisas comeram a alma da minha m�e...

- e a mandaram para o inferno? - N�o.

N�o a sua m�e, ela alcan�ou o c�u.

S� que est� presa no meio.

Isso � besteira.

O meu av� e a Rachael, eram boas pessoas, os dois.

- E boas pessoas v�o para o c�u. - Mas o seu av� desperdi�ou o seu...

caminho depois que sua m�e morreu.

Isso n�o � verdade.

� a verdade.

- Ele morreu com ela. - N�o ele olhou por mim, cuidou de mim.

Sim, desculpa. Eu n�o queria gritar contigo. N�o era a minha inten��o.

Al�m disso, n�o quero te perder para eles. Sabe?

A verdade � esta Celia...

o seu av� foi abatido pelas emo��es, como a maioria das pessoas...

nos anos seguintes, quando sua m�e morreu.

No fim ele viveu uma vida med�ocre na melhor das hip�teses.

- Eu tamb�m. - N�o.

N�o diga isso.

Claro que foi intimidada com a culpa da morte dela, e isso conta.

E isso me fez um bem enorme.

E agora estou aqui esperando que estas coisas me comam.

Bem...

eu te falei da outra op��o.

- Ainda n�o. - Tem meia hora, Celia.

Meia hora! � tudo que te resta.

N�o olhe para mim assim.

Eu s� quero ir para casa.

Eu sei querida.

Quem me dera que pudesses ir.

Mas parece que voc� fez merda na fechadura.

Por isso vai ter que aprender como lidar.

O que � aquilo?

Ainda h� uma coisa que posso fazer por voc�.

O que estamos fazendo aqui?

J� vai ver.

Observe.

O que est� acontecendo com esse cara?

Al�m de ser um estuprador e um assassino... muito.

- Eu n�o quero estar aqui. - Espere, n�o largue ainda.

Vai querer ver isto.

N�o pare!

Fa�a isso! E ser� livre!

Quem est� ai?

Isso mesmo Doug. Isso.

Donovan?

� o que ele quer, Celia.

Se n�o fosse assim, eu n�o seria capaz de fazer isto.

Pare!

Mas que merda!

Voc� n�o pode simplesmente mat�-lo.

Depois do que ele te fez? Ele merece morrer!

E se n�o brincasse de Deus?

Celia ele quer morrer.

So estou ajudando ele.

Est� vendo?

Voc� n�o � melhor que ele.

Voc� � um monstro!

Eu n�o preciso de voc�.

Afaste-se de mim!

Est� bem. �timo.

Te desejo toda a sorte do mundo...

Est� por sua conta.

Merda!

- O que est� fazendo? - N�o se aproxime.

Como � que chegou aqui?

Vim dirigindo?

N�o... n�o... n�o � isso...

- N�o deivia estar aqui. - Do que est� falando?

Isso n�o � a sua luz! Continua sendo a minha!

Filho da puta, usou a minha luz!

O meu santu�rio te salvou.

- Isso � injusto. - Voc� est� seriamente abalada.

Tanto faz! Vou embora.

Pare! Est� se mexendo muito depressa.

Voc� � completamente doida.

- Este santu�rio n�o vai aguentar. - Este santu�rio?

Voc� est� morto, Doug!

Me estuprou e est� morto! E aquela coisa que colocou na minha bebida...

me matou. E vai para o inferno por causa disso.

- Voc� perdeu o ju�zo. - Olha!

Mas que... mas que merda!

Mas que porra est� acontecendo?

- Oh, merda! - Se afaste!

Segura a porta!

Que merda � aquela coisa?

� uma longa hist�ria.

Voc� est� com as chaves do carro? Onde est� estacionado?

- Porqu�? - Temos que chegar at� ele.

Eu n�o vou a lugar nenhum contigo.

Que horas voc� tem?

- 01:37. - Est� bem, vamos, explico no caminho.

- No caminho para onde? - Para o hospital.

A luz vai ser forte l�. Houve um acidente na auto estrada hoje.

Temos que estar nela.

E agora?

- Saltamos. - N�o, n�o, n�o.

Eu n�o salto de t�o alto assim.

Voc� j� est� morto.

- Por onde? Qual � o caminho? - � logo ao virar a esquina.

- Onde est�? - � o preto.

Pronto vamos l�.

- O carro n�o pega. - O que foi? isto n�o deveria acontecer.

Vamos!

O carro n�o funciona aqui fora. N�o h� energia suficiente.

O que quer dizer com n�o haver energia?

Oh, merda.

Celia, sou eu outra vez. Onde se meteu?

J� estou ficando mal aqui.

Ele tem sido um ot�rio. Surpresa.

Como � que pude me enganar?

Espera ai, tenho outra chamada.

J., vai para casa. C.

Meu Deus.

Ora viva.

Ol�.

Me reconhece?

Das fotografias. � o meu pai.

Desculpa n�o estar presente para voc�i.

Estava doente.

Isto � a minha casa.

Sim, queria que te sentisse mais confort�vel.

Quer se sentar?

N�o.

Gostaria de te conhecer.

� muito tarde.

Celia! Vem dar um abra�o na sua av�.

Como � que chegou aqui?

Vim te ver. Me sentia t�o sozinha.

Tem que sair daqui, minha pequena.

Tem que encontrar a fonte.

Vov�?

Celia!

O que ela te disse?

O que vai fazer comigo?

O que voc� acha?

Socorro!

Onde � que estou?

Socorro! Socorro!

Por favor algu�m me ajude!

Donovan!

Mas qual � o problema?

N�o aguento mais isto.

Farei o que quiser que eu fa�a.

Mas por favor, por favor.

Por favor. Fa�a-os parar.

� para melhor.

V� em frente.

Socorro! Algu�m me ajude!

Socorro!

Quem s�o aquelas pessoas?

Me prometeu fazer o que eu disse.

E voc� me prometeu que as coisas iriam melhorar!

� melhor estar ali em baixo do que ser comido por aquelas criaturas, n�o acha?

E acho que � muito melhor, que a eterna maldi��o.

Eu n�o vou l� para baixo! N�o vou ser um deles!

Tem que confiar em mim, Celia.

- Eu sei do que estou falando. - N�o!

Eu confio em mim. E n�o vou l� para baixo!

Mas voc� n�o v�, que sou eu quem tem o poder aqui?

- Afaste-se de mim. - N�o, n�o. Esta � a minha casa.

Vai fazer o que eu te digo, e vai gostar.

O que � que voc� quer de mim? O que voc� ganha se eu for l� para baixo?

A sua alma.

Voc� � um deles.

N�o, n�o sou um deles.

Sou algo mais, algo...

diferente. As regras deles n�o me afetam.

Tenho gostos sofisticados...

refinados, devo dizer.

S�o ovelhas do meu rebanho.

E estou observando-os.

Para quem?

Parece que seu santu�rio j� est� quase desaparecendo.

E em breve n�o estar� a salvo em lugar nenhum.

- Afaste-se de mim. - Eu ficaria, mas tenho que esperar...

por voc�, para mim

� s� um pequeno segredo entre voc�, eu...

e o grande chefe.

Cuidado com os degraus!

Celia!

Est�s fugindo porqu�, Celia?

Celia eu vou te encontrar.

O que me diz se nos sentar-mos aqui?

Sinto sua falta, Celia.

Encontrem ela! Agora!

� melhor estarem preparados quando ela chegar.

Meu Deus! J� est� aqui, podem escrever isto?

N�o falhem nenhuma letra.

Nem pensar! Est�o sentindo isso?

- Pare com isso, eu sei que � voc�. - E eu sei que n�o sou eu.

S�o eles.

Atr�s...do

A...T...H?

Celia!

N�o demora e isto vai acabar, sabia?

N�o vai acabar. N�o vou ficar presa l� em baixo com aquelas pessoas.

Pelo menos n�o vai estar sozinha.

Porque � que n�o me mata?

Porque, Celia... voc� n�o est� pronta.

Considero a experi�ncia da coloniza��o uma forma de arte

Neutralizo as almas e digo a elas como � que gosto delas.

N�o tem pessoas suficientes naquele buraco?

Est�o sendo cultivadas cuidadosamente.

Tal como voc�.

Voc� � nojento!

Sou?

Sabes, � uma pena voc� ter morrido como morreu.

Vi tantos lugares para te guiar, tantas...

coisas para esclarecer.

amor verdadeiro, amor de m�e.

Orgulho, orgulho. � o meu preferido.

Estava me protegendo?

Para voc� criar uma refei��o perfeita?

Mas agora, s� tenho que trabalhar com o que tenho.

E que tal se come�armos?

H� tanta coisa para rir, nos dias seguintes

� uma coisa t�o pequenina e atrativa.

E sobre sua lealdade?

A lealdade � uma coisa muito delicada.

E o que � que tem para oferecer?

Eu n�o vou te dar nada.

Tenha cuidado... com o que vai dizer.

Isso pode ser doloroso...

ou pode ser f�cil.

� a sua �nica escolha agora.

Eu n�o te vou dar nada!

Talvez deva acabar com isto tudo.

Entregar-se a eles...

contar as minhas percas.

O que voc� fez?

Quando seu corpo deixa o santuario, sua alma vai com ele.

Adeus Donovan.

Estamos perdendo ela! Tragam o desfibrilador!

ATR�S/CASA DE BANHO/CORPO CHAMA/POLICIA.

Interessante.

Tem que sair daqui, minha pequena.

Tem que encontrar a fonte.

Tem que ficar no santu�rio.

A porta est� l�.

Estava aqui mesmo.

Esse tempo todo.

Celia quase que voc� conseguiu. estou muito orgulhosa de voc�.

Mas ter� que provar... Eu sei que � capaz.

Era para estar aqui comigo.

M�e, o que aconteceu? Mal consigo te entender.

A liga��o � fraca, tem que ir embora.

Mas primeiro ter� que salvar o seu av�...

Sei que � capaz.

M�e! Espera.

M�e!

Mais um teste.

Mais um teste!

Merda, seis minutos.

N�o h� ningu�m aqui. N�o h� ningu�m para eu salvar!

O que voc� quer que eu fa�a?

1...2...3.

Vov�, n�o! N�o precisa fazer isto.

Vov�!

Por favor!

Pobre alma!

� t�o dif�cil chegar ao c�u.

Est� bem.

Ted dou o que quiser.

Verdade?

- Qual � a jogada? - N�o � jogada.

- Um acordo. - Continue, estou ouvindo.

Quero que liberte o meu av�.

Pense bem Celia. O seu av� j� foi.

N�o, n�o foi. Estou vendo ele ali. Para de me mentir!

Est� bem. Supondo que � verdade.

Supondo que eu possa libert�-lo.

O que � que eu recebo em troca?

A mim.

Eu toda.

� tentador.

Mas n�o � vi�vel, para um homem que n�o faz acordos.

Por favor, s� desta vez. Por mim.

Pode ficar com que quiser.

Qualquer coisa?

Esses seus olhos.

Primeiro liberte o meu av�.

Est� bem.

Fique ai, vov�zinho!

Ela agora � minha. Agora pode ir embora.

Podemos come�ar?

Fique longe dela!

Isso definitivamente foi uma quebra do acordo, vov�zinho.

Vamos, vamos!

Entre, confie em mim!

- E voc�? - Vai, voc� foi o �nico pai que tive, vai!

Celia? Vai, vai, vai!

Esta � a minha casa, Celia.

Celia, vamos!

- Vai vov�! - Vamos l�.

Sou o teu protetor, Celia.

N�o � n�o. E nunca ser�!

Adeus... Donovan!

Tem certeza que quer fazer isto?

Quero dizer, a �ltima vez que usamos esta coisa...

Por favor.

Est� bem.

Bem voc� sabe... possivelmente... perdeu os poderes ou algo assim.

- Oh merda! - Oh merda!

- Est�s anotando isto? - Estou.

Quando voc� morrer, virei por voc�.

Celia.

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