All language subtitles for Atlas in the Land of the Cyclops-Maciste nella terra dei Ciclopi [ENG_WS_UPGRADE]superargo87-pt

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak Download
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili Download
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

MACISTE NA TERRA DOS CICOLPES

Séculos se passaram desde que Ulisses enganou a feiticeira Circe...

e cegou o ciclope Polifemo.

A sede de vingança da feiticeira e do ciclope...

ainda permanece através de seus descendentes.

Podem ir agora.

E você também.

Ao amanhecer, a aldeia de Coos será completamente dizimada.

E assim que capturarmos o rei Agisandro e seu único filho...

o último descendente de Ulisses...

conseguiremos a vingança que há tanto esperamos.

Socorro! Socorro! Socorro!

Destruam tudo!

Penope! Penope! Estamos sendo atacados!

Depressa! Depressa!

- Precisa buscar refúgio! - Não! Quero ficar aqui com você!

Mas você e nosso filho precisam se salvar!

Precisa levá-lo para as montanhas!

Quero ficar aqui com você! Por favor, deixe-me ficar!

Não irei sem você! Por favor, eu imploro!

Entenda, Penope! Precisa tentar se salvar, estou mandando!

Precisa salvar seu filho, minha rainha!

Não!

Vou levá-lo em segurança até Maciste!

Aqui, segure-o. Leve-o até Maciste, leve-o!

Salve-o!

Aqui, pegue.

Minha rainha, o exército retornou.

Coos foi destruída. O rei Agisandro está morto.

E eu lhe trouxe sua espada.

E quanto ao filho dele? O que houve com o filho dele?

- Explique você. - Eu...

Eu vi um homem que carregava um bebê nos braços.

Eu o persegui e o acertei!

Mas depois ele desapareceu. Perdoe-me, minha rainha!

Corja de inúteis!

Você também falhou com seu dever! Não é mais útil!

Me dê sua espada!

Prendam este homem.

Terminará seus dias numa cela.

E você...

Isso é o que merece!

Pare!

Não devia ter feito isso, ele poderia nos ajudar a achar a criança.

Mas o encontraremos mesmo assim.

E Penope, a mãe dele? Está com as outras prisioneiras?

É claro! Todos estão em cativeiro.

Vamos lá ver.

Silêncio! A rainha está vindo!

Quero saber quem de vocês é a rainha.

Falem!

- Não querem falar. - Então obrigue-as a falar!

Comecem o açoite!

Fique quieta!

Infelizmente, o soldado que matou era o único que sabia quem era Penope.

Não conseguiremos reconhecê-la.

- Já chega! - Parem com o açoite!

Escolha dez delas para o sacrifício.

Você! Você! Você!

Você! E vocês todas! Lá para cima!

O que houve?

O que estamos fazendo aqui?

Não chore, pequenino!

Assim está melhor, bem melhor!

Maciste!

Efros.

- Ele é o filho único de Agisandro. - Como?

Hoje nosso vilarejo foi completamente dizimado pelos soldados de Capys.

E o rei Agisandro morreu em batalha.

Não fale mais nada, Efros. Vou trazer-lhe um pouco de água.

Não, não! É inútil. É o meu fim.

Maciste...

A rainha Penope me confiou para que o levasse a salvo.

E o que houve com ela?

Ela é prisioneira...

de Capys.

Estamos com sorte, pequenino. Arônio vem vindo.

Olá, Arônio!

- Maciste! - Me dê um pouco de leite, Arônio.

Este é o filho de Penope e Agisandro.

Você conseguiu salvá-lo daquela matança?

Foi Efros. E isso lhe custou a vida.

Você sabe que jamais deveria ter se afastado do vilarejo de Coos.

Você é o único que podia ter salvo aquela gente inocente...

da ira cruel da rainha má de Sadok.

Que agora só se saciará com sangue.

Me dê ele aqui.

Cuidarei dele como um carneirinho, sei o que fazer.

O confio à você. A rainha Penope...

foi feita prisioneira junto com os outras mães.

- Eu devo libertá-las. - Sim, Maciste, vá.

Vá para Sadok e puna aquela rainha pérfida e cruel.

E liberte a mãe deste pobre inocente.

Eu me esconderei na minha cabana nas montanhas de Ramak.

Vá! Os deuses não nos abandonam quando necessitamos.

Tragam o cavalo da rainha!

Tragam o cavalo da rainha!

Para onde está indo, Capys?

Como ousa me espionar?

Não, minha rainha. Há muitas nuvens negras no céu...

e uma tempestade se aproxima.

- Não me diga que está com medo? - Por você...

- Eu a acompanho. - Não, quero ir sozinha.

Sozinha? Por quê?

Quem lhe dá o direito de fazer tantas perguntas à sua rainha?

Por que eu te amo.

Amor é uma palavra que estou cansada de ouvi-lo repetir.

E sabe que não gosto de ouvi-la!

Não sei o que o amor significa.

Faça com que seu coração se cale, Capys

Mas até quando, Sybil? Até quando?

Por que devo continuar a carregar o fardo desta maldição?

Que me obriga a viver somente para odiar!

A maldição se alimenta somente de ódio!

Você não pode se opor à vontade de Circe!

Prefiro morrer, então!

Já que não consigo me livrar deste mal!

A maldição acabrá no dia que for entregue ao covil do ciclope...

o último descendente de Ulisses!

Eu sei disso! É o filho de Agisandro!

Só assim a vingança se cumprirá!

O ciclope morrerá e você estará livre para viver uma nova vida!

Mas a criança foi levada da destruição de Coos!

Ela foi levada a salvo, mas não sei para onde!

Por isso vim até aqui, para saber saber onde ele está!

E precisa me ajudar!

Diga-me, onde a criança está escondida?

Está sendo protegida por um homem forte e valente, seu nome é...

O nome?

Diga-me o seu nome! Repita!

Fuja! Saia daqui!

Ajude-me.

Está ferida?

Por que salvou minha vida?

Temos que ajudar uns aos outros. Especialmente as mulheres.

São a essência da vida.

Mas você provocou a ira dos deuses!

Eu?

Entrando aqui, você profanou o templo de Sybil.

Todos os deuses superiores não destruiram o templo de Sybil.

Mas Capys, a rainha má de Sadok.

O que sabe sobre o comportamento de Capys?

Quem é você?

Maciste.

Que nome estranho. O que significa?

Significa que nasci da rocha.

- E de onde você veio? - Vim das montanhas.

E estou indo para Sadok.

- Para Sadok? - Sim.

Venha, vamos embora daqui.

Aquela é a estrada que leva à Sadok.

Espero nos revermos em breve. Afinal, eu lhe devo gratidão.

Seus ferimentos não são muito graves, minha rainha.

Logo estará bem novamente.

Era para eu estar morta.

- Morta? - Morta?

Sim. Toda a fúria dos deuses caiu sobre mim.

E eu estaria sob as ruínas do templo de Sybil.

Se um homem, com uma força descomunal...

e muito belo, mais generoso que os outros...

Não tivesse salvo minha vida.

Minha rainha!

Minha rainha...

Tenho boas notícias.

Diga.

Uma das prisioneiras, esperando escapar do sacrifício...

revelou o nome do resgatador da criança.

É um homem primitivo.

Ele vive numa caverna, nas montanhas.

Dotado de uma força incrível.

Seu nome é Maciste.

Maciste?

- E sabe onde ele vive? - Não.

Eu sei.

- Ele está em Sadok. - Em Sadok?

Quero que encontrem este homem e tragam-no até aqui.

- E vivo! - Como quiser, minha rainha.

Podem ir agora.

- Empurrem! Empurrem! - Vamos, vamos!

Vamos usar aquele tronco como alavanca.

Coloque debaixo da carroça.

Mais para cá.

Isso aí.

Certo, faça força para baixo.

- Alguém nos ajude! - Precisamos de um homem forte!

Tire isso daqui, vou ver o que posso fazer!

Todos juntos, vamos!

Vamos, façam força!

Depressa! Depressa! Estou sendo esmagado!

Venha!

Você teve sorte! Podia ter morrido!

Olhe só para você!

Nós jamais conseguiríamos sem a ajuda dele.

Maravilha!

Obrigado, você salvou minha vida.

- Está muito machucado? - Não.

Como você é forte, poderia nos ajudar a levar esse vaso lá para dentro?

- Este aqui? Lá para dentro? - Isso.

Vamos, ajudem-o.

Com calma.

Com cuidado.

Venha.

Vamos, venha.

- Com cuidado. - Isso é incrível!

Cuidado com os degraus.

Devagar.

Falta pouco agora.

Estamos quase chegando.

Isso.

Tire as mãos daí!

Vejo que são muito bem tratados aqui.

- Não é para nós. - É para quem, então?

- São para os prisioneiros. - Prisioneiros? Da rainha?

Ouvi falar muito mal da sua rainha.

Vejo que ela os trata muito bem.

Os trata bem?

Prove um pouco deste vinho.

Que gritaria é essa?

São os prisioneiros reclamando que devem estar de barriga vazia.

Quem é você? O que está fazendo aqui?

Saia daqui! Vá embora!

Mandei você sair, não ouviu? Saia!

Não me ouviu?

Você é surdo? Mandei você sumir daqui!

Não me ouviu?

Está rindo de quê?

Agora chega!

Vamos, estão esperando o quê? Comam alguma coisa!

Qual o problema? Essa comida é para vocês, por que não querem?

Mamãe, não podemos comer? Estou faminta!

Não coma, estão querendo nos envenenar!

Como assim, envenenada? Eu mesmo comerei!

Você! E você! Estão magras demais, precisam comer!

- Comam! - Não!

- Coma! Mandei comer! - Não!

- Coma! - Não!

Maciste!

- Maciste! - Estou aqui, Penope.

Maciste! Onde está meu filho?

Está a salvo, num esconderijo no alto das montanhas.

Um velho pastor amigo meu está cuidando dele.

Não se desespere, tenha fé, Penope. Eu cuidarei de você.

E de todo seu povo.

Maciste, ouça, estão soando o alarme!

Salve-se, Maciste! Salve-se enquanto ainda há tempo!

Fuja, você precisa cuidar do meu filho!

Eu voltarei! Voltarei em breve e salvarei todos vocês!

- O que está havendo aqui? - Não sei.

Estávamos de guarda quando ouvimos um grito.

Um homem sumiu e outro está morto. Deve ter sido o intruso.

- Depressa, vão atrás dele! - Onde?

Nas masmorras.

Vocês dois, continuem onde estão.

Maciste! Sou Sirone, não me reconhece?

- Sim, é claro! - Pode fugir por aqui.

O levará para fora do palácio. Eles já sabem onde está o filho de Penope.

O local onde você o deixou não é mais seguro.

Depressa, os soldados de Capys já partiram para lá.

Não há mais tempo a perder, há um cavalo o esperando.

Precisa agir rápido e chegar antes deles nas montanhas.

Fuja com a criança o quanto antes, certo?

- Sim. - Então vá agora.

Não podemos mais seguir por aqui, vamos voltar.

Vamos voltar!

- Arônio. - Maciste.

Onde está o bebê?

Está na cabana, dormindo. E Penope?

Infelizmente ainda não pude salvá-la, mas conseguirei.

Capys já sabe de tudo e seus soldados estão vindo para cá.

Temos que fugir daqui imediatamente. Me dê o bebê.

Há uma caverna que só eu conheço, que é impossível de descobrir.

Fica no monte Ramak. Se você for por aqui, chegará lá rápido.

Eu vou na frente e o espero no monte Ramak.

Mas precisa se apressar, leve suas ovelhas.

Eu voltarei para Sadok. Sei como entrar no palácio. Certo?

Penope.

- Penope... - Como sabe meu nome?

Eu conheço você. E como vê, eu não a traí.

Eu impedi que soubessem quem você é.

Mas por quê?

Desde que a vi novamente, não pensei em mais ninguém.

Mas quando você me viu antes?

Seu pai salvou minha vida quando meu povoado foi destruído.

Desde então me tornei soldado da guarda da rainha Capys.

É por isso que visto este uniforme.

Seus olhos me fizeram lembrar do homem que salvou minha vida.

Mas... o que será de nós?

Confie em mim, Penope.

Perdão, poderia me dizer...

O encontrei no Bosque das Vestais.

No Bosque das Vestais?

Você é o responsável.

Conhece este homem?

Já o viu antes?

Não, não.

Pobre coitado.

Então você quer se divertir com uma vestal?

Como conseguiu entrar naquele bosque?

Responda!

Olhe para mim!

Fale!

Não! Esperem!

Você é um homem forte.

E não gosta do meu vinho.

Gosta mais das vestais?

Então, vou apresentá-lo às minhas vestais.

Mas são um pouco mais ferozes.

E um pouco mais famintas.

Agora teremos diversão.

Levem-no para o poço!

Bem, tentemos a sorte.

Quem conseguirá jogá-lo no poço? Os brancos ou os negros?

Mumba?

Eu escolho os brancos.

Está certo. Eu escolho os negros.

E você, Sirone? Quem escolhe?

Eu não brinco com a vida de um homem.

Então por que usa este uniforme?

Para combater como um soldado.

Beba um pouco, te dará ânimo.

E agora, vamos à diversão!

Gostou das minhas vestais?

Eu inventei esta brincadeira.

Socorro! Socorro!

Socorro! Socorro! Socorro!

Socorro! Socorro!

Parem com isso! A rainha Capys ordenou que o prisioneiro...

seja levado até ela imediatamente!

Eu o encontrei no bosque das Vestais.

Vão e deixem-me a sós com ele.

Minha rainha, não é certo! Ele é perigoso!

Mandei me deixarem a sós com ele!

Vocês também.

Vejo que não tem medo de mim, Capys.

Nos encontramos mais cedo do que eu esperava.

Sou seu prisioneiro.

A pérfida rainha Capys deve mostrar gratidão à pessoa que salvou sua vida.

Não sou tão perversa quanto pensa.

Eu queria que um descendente de Zeus fosse meu companheiro.

Ao contrário, o que me apareceu foi um devoto de Vênus.

Agora não sou mais uma rainha.

Mas apenas uma mulher como todas as outras.

Agora compreendo por que queria capturá-lo.

E vivo.

Conduza meu hóspede ao mais belo aposento do palácio.

- Seu hóspede? - Obedeça!

- Faça a vontade da rainha. - Siga-me.

Vamos.

Pobre imbecil.

Antes de matá-lo descobrirei o esconderijo do filho de Agisandro.

E quando eu saciar a vontade de Circe...

dando ao ciclope a criança para ser devorada...

você reinará ao meu lado.

- Quem está aí? - Inspeção.

Ei, inspeção!

Inspeção.

Abra.

Feche e retorne ao seu posto.

- O que foi? - Boas notícias, Penope.

Maciste está são e salvo. Está lá em cima no palácio.

- E é hóspede da rainha. - Conseguiu falar com ele?

Sim, mas não foi nada fácil. A rainha não o deixa um segundo.

Vou ajudá-lo a salvar sua vida.

Disseram que nos levarão amanhã ao amanhecer.

Temos que agir esta noite.

Que os deuses superiores o protejam.

Antes do amanhecer, você verá aquela porta abrindo para libertá-la.

As sombras da noite estão prestes a cair.

A noite sempre dá medo.

Medo de quê?

- Da solidão. - Por quê?

Sei que até a pérfida rainha Capys merece um castigo.

Esqueça o que eu disse antes. Sou prisioneiro da sua beleza.

Seu prisioneiro.

Você disse prisioneiro?

Gostaria de fugir, imagino? Por que não responde?

Não gostaria de voltar para sua casa?

Diga-me, consegue ver daqui a montanha onde mora?

Não, é muito longe daqui.

E há alguém esperando por você lá?

Ninguém.

Então leve-me com você. Onde poderemos viver juntos.

Desde o momento que o conheci, perdi completamente a noção.

Nunca imaginei que o amor pudesse atormentar tanto a alma de uma mulher.

Amor? Sabe mesmo o que significa amor?

Por que foi até as masmorras?

- Qual delas você ama? - Todas elas.

- São só prisioneiras! - Nunca diga isso novamente.

São pessoas inocentes. Desarmadas e indefesas.

E merecem piedade.

- Qual o problema? - Não é nada.

- O que é isso? - Nada, deixe-me em paz!

Maciste!

Maciste!

Temos que agir imediatamente para poder salvá-las!

Você precisa levá-las nesta noite!

E esta noite as levaremos em segurança até o monte Ramak.

Lá poderemos enfrentá-los. Mesmo que só com pedras.

Ao nascer da lua, nos encontraremos aqui.

Muito bem.

Por que não bebe o vinho? Tem medo de ficar bêbado?

Cuidado, pois as mulheres tem o mesmo efeito que o vinho.

Especialmente se são belas como minha rainha.

Vejo que prefere o vinho ao invés de mulheres.

Não tenho escolha.

Sou um fiel súdito da mais bela descendente de Circe.

E ela tem tem o poder de transformar homens em feras.

Se eu tivesse que me tornar um animal, eu gostaria de poder escolher.

Não gostaria de ser um porco.

- Um touro, talvez? - Um touro, não!

Um que possa correr pela floresta, livremente.

Sinto muito, não quis ofendê-lo.

Segundo você, eu tenho o poder de transformar homens em feras?

Como eu disse, não quis ofendê-la.

Deveria mandar que cortassem a sua língua.

Ao invés de cortar minha língua, por que não o obriga a falar?

Descobriu algo sobre a criança?

Até agora não. Mas descobrirei esta noite.

A cada dia que passa, eu espero pela sua salvação.

Eu te amo, Capys.

Me atormenta ver aquele homem junto de você.

Não tem nenhum direito de demonstrar seu ciúme.

Você parece tão distraído. Para onde está olhando?

A lua.

O mar. E aquela ilha lá longe.

É uma ilha desabitada. Dizem que só animais selvagens vivem lá.

- É a ilha de Polifemo? - Sim, isso mesmo.

Dizem que o último dos ciclopes vive lá.

As pessoas adoram inventar coisas.

A lua está descendo.

E ela está nos convidando ao nosso descanso.

Ou nos convidando ao amor.

Amor, Capys?

- É minha hora de partir. - Partir para onde?

Por que tanta pressa?

Venha cá.

Por que não bebe um pouco de vinho comigo?

Sente-se.

Por quanto tempo a noite nos deixará a sós?

E não quero mais ficar sozinha.

Desde que vcê entrou em minha vida, me fez esquecer de tudo.

Até dos meus deveres de rainha. E do meu orgulho como mulher.

De tudo. Somente para ser uma mulher apaixonada.

No que está pensando? Por que não diz nada?

É difícil para mim encontrar as palavras certas.

Sou um homem humilde, filho das montanhas.

Assim como os propósitos para os quais eu vivo.

Por isso que eu o amo.

Ele pareceu bastante sensível aos seus encantos, minha rainha.

Onde está o filho de Agisandro?

Onde está a criança? Onde ele está?

Diga!

Onde está a criança?

Tem certeza que essas ervas vão fazê-lo falar?

Sim, Iphitos.

Ouça, Maciste.

Precisa me dizer onde eu encontro o filho de Agisandro!

Onde ele está escondido?

Com quem ele está?

Fale!

Ramak...

O que disse, Ramak? Repita!

Sim, numa caverna...

no alto das montanhas de Ramak.

Um pastor... está cuidando dele.

Um pastor? Qual o nome dele?

Arônio.

Arônio, o pastor.

Estas ervas fazem até um defunto falar.

A criança está sob os cuidados de um pastor e seu nome é Arônio.

Leve-o para uma cela. E não tire os olhos de cima dele.

Sigam-me!

Você é Aronio? Não precisa ter medo.

Não vou machucá-lo, sou amigo de Maciste.

Não é o momento para discussão. Temos que encontrar outro esconderijo.

Este lugar não é mais seguro para você.

- Descobriram meu esconderijo? - Sim.

Me dê ele.

Dormiu bem, meu amigo?

Infelizmente, o sono trai até os mais fortes.

Os homens costumam falar enquanto estão dormindo.

E revelam seus segredos mais íntimos.

Sabe onde Iphitos está?

Ele foi para o Monte Ramak.

Foi atrás do filho de Agisandro.

Não.

Que dor de cabeça!

Parece que tudo está girando!

Eu preciso ir.

Arônio! Arônio!

Quem de vocês é Penope?

Nenhuma de vocês?

Tragam-no aqui.

Então a mãe desta criança não está aqui?

É isso mesmo?

Não! Ele é meu! Ele é meu!

Oh, meu amor! Meu bebezinho!

Ninguém vai te machucar!

Sua Majestade.

- Ei, você! Onde vai? - Deixem-me passar!

Onde está o bebê? Sei que você mandou raptá-lo!

O que está dizendo?

- Não estou te entendendo. - Mentirosa!

Eu sei que me drogou para poder descobrir o esconderijo!

- Fale! - Não fui eu que o drogou.

Foi Iphitos, tenho certeza!

Mentirosa! Eu te odeio!

E eu te amo, Maciste.

Eu te amo.

E darei-lhe uma prova do meu amor, salvarei a vida do bebê.

Então você sabe onde ele está?

Sim, eu sei onde ele está. E também tinha que estar aqui.

Se seu amor não tivesse me mudado tanto.

Capys, onde está Iphitos? Para onde levaram o bebê?

Iphitos quer pôr um fim na maldição que me persegue desde que nasci.

Pode ser tarde demais! Onde ele está?

Iphitos vai levá-lo para a ilha dos ciclopes.

Talvez ainda dê tempo de salvá-lo. Venha comigo.

Obrigado, Mumba.

Está bom!

- Às suas ordens, minha rainha. - Partiremos imediatamente!

Levantar âncoras!

Remem!

Vão!

Um, dois...

Um, dois...

Um, dois...

Um, dois... Um...

Temos que alcançar aquela balsa imediatamente!

Vamos, mais rápido!

Mais rápido! Mais rápido! Um, dois...

Por que pararam de remar?

- Vá lá embaixo verificar. - Agora mesmo.

Eu vou.

Cuidado, Maciste!

Não!

Eles foram drogados!

Então os outros também foram. O que faremos?

Não conseguiremos salvar aquele bebê agora.

Mais rápido!

Nós o salvaremos, eu prometo!

Mais rápido, Maciste! Mais rápido!

Mais depressa!

Depressa, vamos!

Mais depressa! Mais depressa!

- Venha, depressa! - Não!

Não, por favor!

Não!

Tenha misericórdia!

Tenha misericórdia!

Andando!

Entre aí!

Por aqui!

Não! Me solte!

Me solte! Não! Meu bebê!

Meu bebê!

Meu bebê! Meu bebê!

Não! Socorro!

Socorro!

Socorro! Socorro!

Vem de lá de dentro!

Socorro!

Socorro!

Ela ainda está viva, chegamos a tempo!

Capys! Oh, não! Capys!

Não! Me solte!

Me solte! Me solte!

Ó, Deuses, dêem-me força!

Entrem na gaiola, eu os salvarei!

Sadok foi liberta da tirania e do terror.

E estamos aqui para oferecer nossas armas...

ao pé do trono de Agisandro II...

que de hoje em diante reinará sobre nós.

E você, rainha Penope, que vivenciou tamanho sofrimento...

cuidará para que ele cresça e seja valente e generoso como Maciste.

Enviado pelos deuses para a sua e a nossa salvação.

Demonstre sempre isso à ele.

Silêncio! Silêncio!

Agora que o filho foi devolvido à sua mãe...

e o rei legítimo ao seu povo...

devo partir, Penope.

Mas por que não fica conosco, Maciste?

Preciso partir agora, não posso mais ficar aqui.

Devo lutar. Preciso ajudar pessoas que precisam de mim.

Que os deuses estejam com vocês!

FIM

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.