All language subtitles for Taboo.S01E08.720p.BluRay.DUAL-WWW.SOFILMESHD.NET

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Original subtitles

Quando voc� voltou, disse que me amava.

N�o h� "n�s".

Estou investigando o naufr�gio de um navio chamado Cornwallis.

Quero que voc� escreva um relato nomeando

o Senhor Stuart Strange como o homem que organizou

o carregamento do navio com escravos.

Para o cofre.

Voc�s testemunharam a divis�o da p�lvora

e ouviram o destino dela?

Sob instru��es diretas do pr�prio James Delaney.

Pegamos Delaney, Nootka,

e o com�rcio na China.

Eles o conduzir�o por uma corda bamba.

Uma linha entre a vida e a morte.

Eu darei todas as informa��es que voc�s querem.

Em troca, preciso de uma reuni�o com o Senhor Stuart Strange.

Se sua testemunha � o Delaney,

ele est� sendo mantido na torre de Londres,

acusado de trai��o.

N�o. Tenho outra testemunha.

Quando o navio estiver pronto, buscarei voc�.

Voc� n�o tem um navio!

Brace, falei com uma testemunha.

James n�o matou a garota, foi a Companhia.

Preciso contar ao James.

- Pegaram-no. - Onde ele est�?

Levaram-no para a torre.

- Estou aqui. - Tenho algo para voc� fazer.

Equipe Li4rs apresenta...

Legenda Monk

Legenda lucasvsribeiro

Legenda Anne

Legenda AlexandreMT

Legenda F�l�

Legenda o-o

Legenda Tulio

Legenda reptarop

Epis�dio 8 [Season Finale]

Querido James...

finalmente encontrei uma sa�da da pris�o

onde tenho vivido.

Olhos, que eu n�o sabia que tinha, foram abertos.

Vi os limites da minha vida,

as barras de ferro ao redor de minha alma.

Enfim, encontrei uma forma de escapar por delas.

Pretendo deixar a sociedade,

deixar Londres, deixar a Inglaterra para tr�s,

viajar para um lugar onde serei livre.

Um lugar onde, um dia, espero que nos encontremos

e sejamos felizes.

Naquela �poca, eu sempre escolhia garotos

que tinham a sombra da morte sobre si.

Achava que seriam menos propensos a retornar.

� claro, eles retornam...

Como fantasmas.

- Agora que estou velho... - Quantos garotos?

Quantos garotos da Companhia voc� enviou

para tripular seus navios particulares?

Por favor, n�o acredite que irei dizer algo que confirme ou negue

qualquer a��o do passado, presente ou futuro,

sobre esse neg�cio.

Mas a quest�o �...

Voc� n�o morreu, n�o �?

Nem mesmo l�,

onde todos morrem.

N�o.

N�o, n�o morri.

Fui resgatado por um africano...

Que me salvou,

curou-me

e mostrou-me a mim mesmo.

As coisas que fiz na �frica

fazem suas transa��es parecerem insignificantes.

Eu testemunhei

e participei de maldades que n�o poderia imaginar.

E voc� incluir� isso

em seu relato para a Comiss�o Real?

N�o.

Felizmente, n�o estou sendo julgado por isso hoje.

Eles servem um vinho bom para os traidores.

Talvez eles te servir�o o mesmo.

Entendo que pediu ao pobre e bom Godfrey

que tamb�m escrevesse um relato.

Presumo que queira fazer algum tipo de acordo.

Voc� quer isso tudo?

Em troca do meu sil�ncio

e para que Godfrey queime o relato dele.

N�o.

N�o posso cumprir isso.

Ent�o � melhor se acostumar ao gosto disso.

Estou trabalhando nisto:

"Quando o Cornwallis deixou Cabinda

e se tornou o Influence,

foi eu, James Delaney,

quem roubou as bandeiras do Jack e Companhia."

"Um navio da Companhia das �ndias...

Renomeado,

carregado com escravos ilegais

e navegando com as estrelas e listras...

A pedido direto do Sr. Stuart Strange."

Isso � trai��o.

Uma �nica testemunha viva.

Em uma hora, serei interrogado pela comiss�o real,

tr�s advogados e meia d�zia de escriv�es.

Eles ir�o querer por escrito.

E ao meio-dia...

O Godfrey, pobre Godfrey...

Ele entregar� seu pr�prio relato � Comiss�o Real,

confirmando como voc� escondeu

ser o propriet�rio desse navio

e a carga dele...

Cometendo trai��o.

Totalizando uma testemunha viva

e um relato de um escriv�o da Companhia das �ndias,

preparado para entregar informa��es

obtidas enquanto haviam m�os erguidas.

Fique com ele.

Eu o memorizei todo.

Preciso de um navio.

Voc� tem quatro horas.

Brace? Estou de sa�da.

Preciso ver algu�m.

Do Sr. Delaney.

Sr. Cholmondeley!

Sr. Cholmondeley!

Sr. Cholmondeley!

Eu tenho uma mensagem para o senhor.

Do Sr. Delaney.

Como ele me encontrou?

Diga-me. Sou um cientista, sou curioso.

Vejo ele em meus sonhos.

Foi assim?

Eu s� entrego mensagens, senhor.

Atticus!

Bom garoto.

Wilton!

Pettifer!

Foda-se!

Senhores.

Preciso que fa�am algumas coisas.

Ir� me ensinar, ent�o?

Sim, vamos, bata na bola.

Bata nela.

N�o est� segurando firme.

Onde est� a outra?

- Desculpe, senhor. - Ela n�o fala, est� de luto.

Busque-a!

Chamei uma carruagem.

Voc�s ir�o a um passeio.

Sob a mira de uma arma, se necess�rio.

Traga-a!

Vamos!

Quero saber para onde est� nos levando.

Entre.

V�!

Diga-lhes que n�o estou pronto.

Preciso ver um m�dico.

Vigie-o!

O Sr. Delaney precisa de um m�dico, senhor.

Ele deve estar blefando.

Ou ele est� sucumbindo?

Traga um m�dico, ent�o.

Rezemos para que n�o tenhamos fritado todo o c�rebro dele.

Parados!

Fora! Todos voc�s, saiam agora!

Estes senhores est�o aqui para resgat�-las.

- Atticus? - Se dependesse de mim,

voc� estaria morta h� muito tempo.

Delaney ordenou que voc� n�o fosse ferida.

Ainda tem muito trabalho para voc�.

O acordo foi que voc� levasse as damas na carruagem

e eu volto para a casa e digo que elas foram sequestradas.

Na verdade, sua filha foi morta por um prop�sito maior.

N�o �, Sr. Pettifer?

Existe um acordo vigente entre o meu empregador e o seu.

De fato, existe.

Entrem.

Acelere!

Um navio chamado Good Hope.

� adequado para uma viagem at� Constantinopla

e zarpar� amanh� na mar� baixa.

- J� foi carregado? - N�o.

Prepare os documentos para desvi�-lo.

Leve-o para a Wapping Wall com a tripula��o reduzida,

dever� ser deixado l� com provis�es embarcadas.

O suficiente para uma tripula��o de 15 pessoas em uma...

Viagem de dois meses.

Por qual motivo, senhor?

Digo, qual o motivo oficial deve constar nos registros?

O motivo oficial. Vejamos...

"O Good Hope foi enviado � Wapping Wall

para uma inspe��o surpresa de seu casco,

para aferir o alcatr�o, caso da contagem

fornecida pelos montadores, Master e Preece, estiver errada.

Escreva isso nos registros.

E, oficialmente, por que enviar duas carruagens da Companhia

para o hosp�cio de Bedlam?

Porque tudo isso � loucura.

Porque este dia est� louco, porque Delaney � louco!

Porque eu estou louco!

Apenas fa�a isso.

Devemos esperar o retorno do Sr. Pettifer?

N�o, n�o devemos esperar o retorno do Sr. Pettifer.

Quer sair daqui?

Vamos, saiam.

Precisamos queimar isso.

- Atticus, quero uma explica��o. - Helga, entre!

Venha!

Est� tudo bem. N�o precisa ter medo.

O qu�?

Temple estava na praia.

Ele viu James dormindo na lama e Winter deitou-se o seu lado.

Depois, ele viu um homem chegar de barco.

"Movendo-se como um fantasma", certo?

Foi esse fantasma que matou sua Winter enquanto ela dormia.

Ent�o o homem voltou para o barco,

o Temple o seguiu pela praia,

onde ele se encontrou com algu�m do outro lado.

Eles estavam em uma carruagem,

como aquela da qual voc� saiu.

A Companhia das �ndias Orientais?

Essa � a verdade, garotinho?

Sabe o que acontece com garotos que mentem?

Eu juro, � a verdade.

James est� lhe oferecendo um novo come�o.

Ent�o, James.

Coisas que explodem...

LORNA

Isso, isso.

Coisas que causam confus�o.

Sua majestade quer saber quanto tempo falta.

Ao menos mais meia hora.

Juro por Deus, ele apanhou quase at� a morte

antes de gritar: "chega!"

Por que tantos escolhem apanhar?

Poder. Dizem que � como mijar.

Voc� concentra suas for�as na barriga

e ent�o precisa colocar para fora.

E parece que a surra de uma Condessa faz milagres.

Um Full house.

Temos enviar nossas opini�es ao Dr. Gin?

Quem � aquela?

Condessa?

Pensei que estaria sozinha.

Como pode ver, n�o estou. O que deseja?

Acho que temos um compromisso.

Meu �nico compromisso � com a bebida.

Deve lembrar-se que represento a companhia de produtos

que restauram e real�am a beleza feminina.

E tamb�m um outro produto,

que deve preferir discutir em particular.

N�o me lembro.

Pixie, al�m de produtos para sua vagina velha,

talvez a mo�a tenha algo para falta de mem�ria.

Tem algum produto que possa me trazer um almirante?

Tenho um que a permitiria acomodar uma frota inteira,

e com conforto, um almirante e um contra-almirante.

Meus produtos incluem tintas e �leos,

mas, especialmente p�.

E para n�s que temos segredos, marcas, cicatrizes,

temos um meio de esconder esses segredos.

Quem usa, faz praticamente qualquer coisa para conseguir,

quando seu estoque acaba.

O p� se chama Collonade.

- Voc� tem amostras? - Tenho.

Talvez eu possa lhe mostrar a melhor forma de us�-lo.

Mo�as, volto antes dos sandu�ches.

A vida era um saco antes de conhecer Musgrove.

Que merda est� fazendo?

- Vindo aqui falar de p�lvora. - Trabalho para James Delaney.

- Ele est� na Torre. - Sair� logo.

Ele embarcar� hoje.

E quer uma carta de passagem segura,

e os c�digos para as bandeiras.

E recebo o Tratado como troca?

N�o.

H� uma carta que enviaremos para Solomon Coop,

revelando que voc� se diverte e se intoxica

em nome dos americanos.

Se eu n�o voltar, a carta ser� entregue ao meio-dia.

James Delaney tamb�m disse para contar ao Collonade,

que voc� de fato, t�m um navio furado.

Mas ele achou o furo e vai consertar,

contanto que voc� coopere.

James?

O que voc� � dele?

Sou a Sra. Delaney.

Esposa dele.

N�o.

Sou m�e dele.

Laranja e lim�es, diz St. Clements e seus sinos.

Cinco centavos deve a mim, dizem os sinos do St. Martin.

Quando pagar� ele, dizem os sinos Old Bailey.

Isso acabou de chegar para voc�, Senhor.

Obrigado.

Rico vou ficar, dizem os sinos de Shoreditch ao balan�ar.

"As putas est�o livres."

Estou pronto.

N�o, n�o est�. N�o acabei.

Estou pronto.

Ent�o, agora que a testemunha foi costurada...

Podemos come�ar.

Por favor, confirme que voc� � James Keziah Delaney.

De Chamber House, Wapping Wall, Londres.

Recentemente acusado de conspira��o

com os membros da Sociedade de Correspond�ncia Secreta,

contra Sua Majestade, o Rei.

E voc� jurou nos dar os nomes dos americanos

que conspiraram com voc�, e com desconhecidos,

para cometer atos de trai��o

dentro das fronteiras de Londres.

Sr. Delaney...

Sr. Delaney, a menos que diga os nomes

dos seus aliados...

Cada um dos pontos

que acabaram de costurar na sua pele

ser�o arrancados com minhas pr�prias unhas.

D�-nos os nomes, ou ser� torturado!

Irei espremer suas bolas

e farei voc� comer o que sobrar.

Voc� prometeu me dar os nomes.

Eu prometi?

Devo ter mentido.

Mas direi uma coisa.

As acusa��es de trai��o feitas contra mim

pelos membros da Companhia...

Ser�o retiradas antes do meio-dia.

Testemunhas desaparecer�o.

Depoimentos ser�o queimados.

Exig�ncias ser�o cumpridas, e o orgulho ser� engolido.

- E quando a tarde chegar... - CONFISCADO

Neste momento, me tornarei um homem livre.

Como saberia disso?

Os corvos acabaram de me contar.

Merda, merda!

Ent�o...

- Esta � a �ltima. - Sim, senhor.

Soube que o caso foi alterado.

Sim, Sua Majestade. Teremos que soltar o Delaney.

Ponha a pena no chap�u...

Vai acontecer.

� com voc�, Bill.

Saiam das minhas ruas!

� com voc�s. Brighton, Martinez, fechem a rua,

esperamos visitas!

Voc�s ouviram, saiam das ruas!

Sim?

� do Sr. Delaney.

Estou planejando viajar aos c�us, James.

Eu percebi a verdade.

Minha carne � minha cela. Posso escapar dela.

O Rio T�misa vai me levar at� Deus.

A morte � o virar da chave na fechadura.

Se Deus ir� me aceitar, � outra quest�o,

talvez meu marido tenha contado a minha trai��o.

Ou talvez meus sentimentos por voc�,

sentimentos imperdo�veis,

fa�am o T�misa me levar a um lugar diferente.

Qualquer que seja meu destino, se sobreviver � sua imprud�ncia,

por favor, guarde uma parte de minha alma dentro da sua.

James, James! Consegui passagem segura.

Isso quase me matou.

O que est� fazendo? Dev�amos estar partindo.

Se ela estivesse morta, eu saberia.

Eu a ouviria...

E poderia sentir...

Como se houvesse uma porta aberta nesta casa.

- James. - N�o. N�o.

Se ela estivesse no rio...

ela cantaria para mim.

E eu a ouviria.

As palavras dela foram bem claras.

Como eu n�o saberia?

Porque os mortos n�o cantam.

Se eles n�o cantam, como eu os escuto?

Essa � uma pergunta a se fazer e a ser respondida nos EUA.

N�o �?

A mar� est� subindo.

Muitas pessoas est�o te esperando,

pessoas que desistiram de tudo por voc�, James.

Ainda ter� partido, mesmo quando a mar� baixar.

A mar� n�o ir� traz�-la de volta.

Poder�amos sentar aqui nessas cadeiras velhas,

nesta porcaria de casa e...

E morrer como ratos, como seu pai.

� melhor irmos para Nootka.

Ainda assim...

� um dia lindo para morrer no mar.

Tenho neg�cios inacabados para tratar. Volto j�.

Embarcaremos juntos.

Direto para o navio. Vamos, homens, continuem.

Sigam reto.

Senhor? Com licen�a, senhor.

- Senhor, n�o pode... - Deixe-me passar!

Deixem-no entrar.

Sr. Chichester, como vai a investiga��o?

Isso n�o ser� aceito.

Mas vai. Como sempre.

Delaney n�o faria um trato com voc�.

Teremos a prova que a Companhia ajudou sua comiss�o a investigar

o naufr�gio do Influence, plena e incondicionalmente.

Voc� � um idealista.

Delaney e eu somos realistas.

Mas a diferen�a entre Delaney e eu

� que sempre tenho uma �ltima carta na manga.

Tenha um bom-dia, Sr. Chichester.

Eu juro...

Isso n�o ficar� assim.

C�us! Voc� parece estar precisando de l�udano.

Tenho uma hora. Preciso zarpar at� a mar� alta.

Voc� tem um navio?

Este l�udano � dilu�do com bardana,

assim voc� continuar� a viver.

Mas duvido que seja capaz de conduzir um navio at� os EUA.

H� tripulantes com voc�?

Sr. Delaney, voc� deve estar esperando

que eu entregue sua carta de passagem segura.

Mas temo que n�o ser� t�o simples.

Nada nesta guerra entre primos � simples.

Existe um pequeno obst�culo que precisar� superar antes.

D� uma olhada.

� uma escritura de transfer�ncia.

Transferindo meu t�tulo de Nootka Sound

� Companhia das �ndias Orientais?

E ao seu amigo, Stuart Strange.

Quando eu te conheci,

voc� disse que uma ovelha podia ser carne,

mas tamb�m l�.

Na hora, o c�digo n�o era claro. Mas nem sequer � um c�digo, n�o?

Voc� � o subordinado de algu�m.

Voc� se apresenta como agente dos estados livres da Am�rica,

como uma boa ovelha.

Mas h� tempos, est� a servi�o do Rei da Inglaterra...

como um presente por parte da Companhia.

Agora est� agitado, desesperado.

Colocando sua l� nos olhos de todo mundo.

Possivelmente at� nos seus.

E isso importa?

N�o.

Ningu�m nesta cidade tem apenas um mestre.

Caneta.

Eu tenho.

James, voc� voltou.

Voc� disse que me amava.

Minha irm�.

James.

Voc� me ver� novamente.

- Pois n�o, senhor? - Com as duas m�os. Isso.

Ele contratou algu�m que sabe navegar aquilo?

Nada de fa�sca, fogo ou coment�rios inflamat�rios.

Estou coberto de explosivos.

Vamos, levem para dentro!

- Onde est� Delaney? - Ocupado.

Ele tem a bandeira da Companhia, ent�o n�o ter�o problemas.

Diga ao sr. Delaney...

que ele venceu esta pequena batalha,

mas receber� a justi�a divina.

Sauda��es a Stuart Strange.

Corpo no rio e p�lvora no navio.

- Mexam-se! - Vamos, carreguem-no.

A quantas anda a sua religi�o, Coop?

- Minha o qu�? - Sua religi�o, sua f�.

Ap�s tantos anos a seu servi�o,

est� despeda�ada, Majestade.

J� falou de tudo isso com Deus?

Bem, eu discuto as coisas...

Com a minha esposa, na cama.

Eu converso com Deus. Falei com ele h� pouco.

E o que Deus disse?

Conversas entre monarcas e Deus s�o particulares,

mas contarei o rumo da conversa.

Gra�as a essa trapalhada monumental,

todos dever�o ser enforcados.

A Companhia, americanos, irlandeses, franceses...

c�es, gatos, coelhos... Por que n�o?

- Majestade, estou convencido... - Padres, escriv�es...

Que os diretores da Companhia fizeram acordo com Delaney.

Apenas mate-o, porra!

Se ele morrer, Nootka fica com os americanos.

Que se foda Nootka, testamentos e tratados!

Sou o chefe de Estado!

E, por ordem de Sua Majestade,

mate-o.

Mary, saia do caminho!

Onde todos est�o?

L� dentro.

Certo.

Tudo bem? 15 minutos para a mar� subir.

- E as cobran�as? - Feitas, pelo qu�mico.

Ele � um pesadelo.

Cole mesmo ir� mat�-lo se ele n�o morrer.

- N�o podemos. - Por qu�?

Precisamos dele. � m�dico.

A p�lvora est� no navio?

55 barris a bordo, 15 na doca e 2 na �gua.

Certo. Quando tivermos 60 para 10,

embarque os peregrinos antes da corrente abaixar.

Aonde vai?

Explicar os planos.

N�o quero que conte. E voc� n�o vem junto.

O qu�?

Brace, voc� sempre foi bra�o direito do meu pai.

Vamos para a terra da minha m�e.

James, me diga que � por miseric�rdia.

Que sou um velho e jamais sobreviveria.

Diga que � por isso.

Brace, n�o nasceu para ser livre.

N�o saberia o que fazer com a liberdade.

Ela o torturaria.

Agora, v� para casa.

� tudo seu, agora.

- Os soldados chegaram! - Atticus! Bill!

Robert, v� l�, e diga-lhes para apressarem a carga, r�pido!

Continuem, todos voc�s. R�pido!

Certo, voc�s ouviram. R�pido!

Os soldados est�o chegando, apressem-se.

Vamos, r�pido, vamos l�!

Homens, reagrupar!

- A mar� est� para virar, James. - Pegue-as e coloque no barco.

Ainda n�o!

Todos fora! Vamos! Mexam-se!

Vamos, agora.

Andem!

- Espere. - Deixe-a, deixe-a!

Helga!

Entrem, v�o, v�o!

Bill!

Porra!

Quantos?

Bill!

RELAT�RIO MILITAR

Caralho.

Senhor.

Minha cartada final.

Ainda n�o sabemos de Wilton e Pettifer, senhor.

Talvez j� tenham sa�do para o fim de semana.

Assim como eu farei, eu acho.

Quem deixou isso aqui?

Um garoto entregou, senhor, do Sr. Dumbarton.

Disse que estava esperando?

Ch�, eu acho.

- Ch�, senhor? - Sim.

Todo o ch� da China,

e um peda�o de terra no fim do mundo.

E o fim de tudo isso, finalmente.

Ol�?

Perdoe-me, a porta estava aberta.

Acabei de receber um recado.

Sr. Delaney disse que deixou seu depoimento

do naufr�gio do Cornwallis

e o depoimento do escriv�o da companhia, Godfrey.

Disse que encontraria no quarto dele.

Qual o quarto dele?

O quarto dele � o s�t�o.

O que d� vista para o rio.

Justi�a.

Maria?

Sim.

Sempre teve dedos lindos.

Maria?

Sim?

Desculpe pelo o que fiz a voc�.

Sinto muito.

Est� perdoado.

Obrigado.

Pegue o leme.

� um bom barco.

Am�rica, ent�o?

N�o.

Ponta Delgada, nos A�ores.

Preciso encontrar um homem chamado Collonade.

Pensei que a p�lvora era para os americanos.

N�s somos americanos.

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